Nosso vizinho Alex era um recém-divorciado de uns 40 anos. Apesar de nos darmos bem, nunca tivemos uma relação social com ele. Éramos educados, mas no mais mantínhamos uma certa distância. Eu sabia que ele achava minha esposa gostosa. Várias vezes, quando ela e eu estávamos no quintal, eu vi Alex admirando o corpo dela. Claro, minha esposa era uma mulher jovem, bonita e atraente, com um corpo fantástico, então não era incomum ver homens olhando pra ela.
Tirei as cortinas, removi os suportes e preparei as paredes. Nosso banheiro tem um formato irregular, então a preparação levou mais tempo do que eu esperava.Minha esposa não ficou feliz por eu não ter terminado de pintar, mas ficou contente que pelo menos tava sendo feito. Chegou o fim de semana seguinte e eu tive que trabalhar parte do sábado, e ainda tinha um jogão no domingo, então decidi que dava pra esperar mais uma semana.Domingo à noite ela me disse que estava decepcionada porque eu não tinha terminado o banheiro.
Então prometi que no próximo fim de semana eu terminaria o serviço. Expliquei que não achava que fosse urgente, que eu precisava trabalhar e que era um jogo importante. Ela disse que entendia que eu precisava trabalhar, embora não tenha mencionado o jogo, mas que a única razão pela qual preferia que fosse feito antes era porque achava que o vizinho poderia estar vendo ela se despir e tomar banho.
Isso me acertou como uma marreta. Eu nem tinha pensado nisso — "O que te faz pensar que ele está te espionando?" — gaguejei.
— Uns dias atrás, entrei no banho. Tinha acabado de tirar a blusa, mas ainda estava de sutiã e tudo mais. Olhei pela janela e percebi que ele estava sentado na janela dele, olhando direto pro banheiro. Não tinha certeza se ele estava me olhando ou só olhando na minha direção. De qualquer forma, a luz dele estava apagada e achei que ele tinha ido embora, então continuei me despindo. Aí eu estava ali, só de sutiã e fio dental, quando me pareceu ver um movimento perto da janela onde ele tinha estado sentado. Não tinha certeza do que era, ou se era alguma coisa, então dei uma olhada mais longa. Não vi mais movimento, mas me pareceu ver a silhueta dele sentado perto da janela. Mas era difícil distinguir porque estava escuro. Achei que provavelmente era minha imaginação, então tirei o sutiã e o fio dental e tomei banho.Me dei conta de que, se ele realmente estava espiando, provavelmente já tinha visto tudo. Nosso banheiro ficava de frente para a janela do vizinho. Não era um banheiro grande, só tinha uma pequena área no centro onde dava pra se trocar ou ficar quando usava a pia ou o espelho. E quando alguém ficava de pé no meio, qualquer um que olhasse pela janela teria uma visão sem obstáculos dela.No começo, fiquei surpreso e chocado que o Alex pudesse estar espionando minha mulher. Quanto mais eu pensava nisso, mais percebia que também me excitava. Queria ver por mim mesmo se ele estava fazendo isso. Quando ela foi tomar o banho noturno, fui até outra janela com boa visão da casa do vizinho e apaguei as luzes. Disse a ela o que ia fazer e pedi que agisse normalmente e fosse me contando o que fazia no banheiro, pra eu ter uma ideia melhor se ele estava espionando ela. Também falei que provavelmente era melhor ela fingir que não sabia que podia estar sendo observada — "Ele pode tirar conclusões erradas", eu disse.
Eu estava olhando pela janela antes...
— Tô me despindo agora, acabei de tirar a camiseta e o shorts.
Não conseguia imaginar ele olhando pela janela. Tenho certeza de que minha esposa estava absolutamente gostosa de lingerie. Me perguntei o que devia dizer: podia impedir que ela continuasse se despindo e evitar que o Alex visse ela pelada de novo. Ou podia deixar ela continuar, sabendo que ele veria o corpo da minha mulher em todo seu esplendor. Era uma sensação incrível, saber que se eu não fizesse nada, os olhos dele logo estariam devorando o corpo quente e nu da minha mulher.
— Ele tá olhando? — ela perguntou.
Era a hora da verdade — Não tenho certeza — menti — Continua!
Ok, tô soltando o sutiã, já tirei e tô em pé na frente da janela, de peitos de fora.
Não podia acreditar que nosso vizinho estava vendo os peitos lindos e nus da minha mulher. Pelo jeito que ele tinha olhado pra ela no nosso quintal, sabia que ele achava ela gostosa. E agora ele ganhava o show dos peitos dela nus.
— Tô tirando a calcinha — ela me diz. — Pronto, agora tô completamente pelada, em pé na frente da penteadeira.
Ficar em pé na frente da penteadeira significava que ela estava perpendicular à janela, oferecendo a ele uma vista de perfil do corpo dela. Corpo nu.
— Vou me virar pra abrir a água do chuveiro.
Se virar significava mostrar pra Alex a sua bundinha gostosa. Dava pra ouvir o chuveiro abrindo e a água caindo. Ela devia estar agachada ajustando a temperatura. Imaginei os peitos dela balançando um pouco enquanto tentava acertar a água.
— Tô entrando no chuveiro.
Ouvi a porta de vidro fosco fechando, não era muito transparente, então provavelmente Alex só conseguia ver a silhueta dela, nada mais. O vizinho se afastou da janela e, pela luz que entrava no escritório, percebi que ele tinha saído do quarto. Voltou um minuto depois e retomou o lugar dele na janela. Ouvi a água fechar e a porta do chuveiro abrir. Com a porta aberta, Alex teve uma vista frontal maravilhosa do corpo todo molhado dela.
— Terminei de tomar banho, agora vou me secar.
Só podia imaginar a vista que ele tinha. Ela estava de pé, completamente nua na frente da janela, passando a toalha de um lado pro outro no corpo molhado. Levou a mão pra trás pra se secar, empinando os ombros e os peitos. Todo o movimento de se secar fazia os peitos dela balançarem pra lá e pra cá enquanto ela ficava de pé na frente da janela aberta, sem nenhuma vergonha de se expor. As mãos dela passavam a toalha pelos seios, barriga, pernas. Com certeza ela fazia tudo isso sabendo ou desconfiando que Alex tava olhando. Me dava um tesão estranho que ela continuasse se expondo mesmo assim. É verdade que não tinha nada de novo que Alex pudesse ver, já que ele tinha visto tudo, mas comecei a me perguntar se minha mulher gostava de ser observada. Será que a atenção daquele homem mais velho excitava ela?
— Já terminei de me secar. Geralmente eu penteio o cabelo depois, na frente do espelho, então vou fazer isso.
Isso me pareceu meio estranho, é verdade que ela normalmente penteava o cabelo na frente do espelho, mas quase Sempre fazia isso depois de se vestir. Escovar o cabelo fazia os peitos dela balançarem pra cima e pra baixo. Alex ficou colado na janela durante os vários minutos que ela levou pra arrumar o cabelo.
― Pronto! ― ela anunciou quando ouvi a luz do banheiro apagar.
Observei a janela enquanto nosso voyeur se afastava. Não tinha dúvida: ela era o centro das atenções noturnas do nosso vizinho.
Ela me perguntou se Alex tinha ficado espiando ela. Usou um tom de curiosidade despreocupada, mas percebi uma certa excitação na voz dela.
― Ele ficou olhando pra fora a maior parte do tempo que você esteve lá e saiu da janela depois que você apagou a luz, então sim, parece que ele tava te observando ― falei.
Ela fingiu surpresa, mas me pareceu ver um sorrisinho nos lábios dela. Me ofereci pra ir falar com ele, mas ela respondeu na hora:
― Bom, você não pode dizer pra ele não olhar pela própria janela. Só vai ser mais uma semana e não é como se ele nunca tivesse visto uma mulher nua, ainda mais eu. Se ele quer olhar, deixa ele.
Reagi com a mesma frieza, mas por dentro minha cabeça tava fervendo pra processar tudo. Ela agia com indiferença ao fato do Alex ver ela completamente pelada. Não incomodava ela que ele tivesse visto os peitos, a buceta e a bunda dela, e que ia ver tudo de novo e de novo na semana seguinte. Além disso, tava dando sinais sutis de que talvez até gostasse que o Alex visse ela nua.
Na noite seguinte, ela entrou no banho como de costume. Me escondi no outro quarto pra ver nosso vizinho olhando pra ela. Já que ela tava agindo como se não fosse nada demais, eu queria fazer o mesmo. Então, dessa vez minha esposa não ficou me contando o que tava fazendo, mas a cena devia ser parecida. Alex olhava pra ela e ficou o espetáculo inteiro. Pelo visto, ele não se cansava de ver ela se despir e admirar o corpo nu dela. Mas parecia que dessa vez ela passou um tempão escovando o cabelo, mas não dava pra ter certeza. que ela não costumava controlar. Naquela noite, ela não disse nada sobre ser espiada, mas ficou mais ativa que o normal na cama. Na terça-feira, fiquei me perguntando se ele ia espiar ela de novo. Afinal, quanto tempo dá pra ficar olhando pra uma mulher nua? Mas quando ela acendeu a luz lá pelas 10 da noite, Alex apareceu pronto pro show. Olhei pra janela dele e vi que ele também tinha um par de binóculos, mirando a Kim no banheiro. Não achei que ele precisasse daquilo pra ver ela direito, mas acho que queria uma visão ainda melhor do corpo nu dela. Aí ele se levantou e pareceu estar mexendo em alguma coisa a meio metro da janela. Logo percebi que era uma câmera de vídeo num tripé. O filho da puta tava gravando minha mulher pelada! Claro que já era tarde pra fazer alguma coisa, mas não sabia direito o que achar do Alex ter um vídeo da minha mulher nua. Fiquei pensando se devia contar pra Kim. Mais tarde, naquela mesma noite, Kim me perguntou se eu tinha notado que Alex continuava olhando pra ela. Menti e falei: "Dei uma espiada uma vez e ele tava lá, então parece que continua te olhando" — fingindo, obviamente, que não era grande coisa. — "Imagino" — ela respondeu seca. Tava claro que ela curtia mostrar o corpo pro Alex, mas não queria que eu soubesse. Talvez tivesse medo de ciúmes ou de eu achar que ela tava se desviando ou algo assim. Na real, eu achava a exposição dela excitante, então era fácil entender que ela também curtia. Mas por enquanto a gente tava jogando aquele jogo onde os dois fingiam que a exibição era involuntária, inevitável e que não era nada demais. Na quarta-feira à noite, pouco antes das 10, percebi que o carro do Alex não tava na entrada. Parecia que ele tinha algo mais importante pra fazer do que espiar a Kim. Quase fiquei decepcionado, mas aí me toquei que essa era uma chance de ter uma ideia do que que dava pra ver. Não ia entrar na casa dela, mas conseguia entrar fácil no quintal e, pelo menos, ver o quanto nosso banheiro era iluminado. Saí no quintal e entrei no do nosso vizinho, olhei pra cima e fiquei surpreso com a vista. Primeiro, o banheiro era tão claro que chamava atenção. Mesmo que ninguém tivesse motivo pra passar por ali, se alguém passasse, os olhos iam naturalmente pra janela brilhante. Segundo, embora não tivesse certeza se dava pra ver algo além do teto do banheiro daquele ângulo, dava pra ver claramente a Kim da cintura pra cima. Ela tava de pé na frente da janela, de frente pra fora, só com um sutiã fininho. Aí ela levou a mão nas costas e tirou o sutiã. Os peitos magníficos dela ficaram livres no ar. Ela continuava de frente pra janela e não só não fazia esforço pra limitar a exposição, como parecia estar tentando de propósito dar um belo show pro Alex. Isso ficou ainda mais claro quando ela esticou os braços pra cima da cabeça pra espreguiçar, empurrando os peitos na direção da janela. Ela realmente tava alongando o processo de se despir. Se inclinou devagar e pareceu tirar a calcinha. Claro, eu não conseguia ver isso, mas não era difícil de imaginar. Passou uns minutos se olhando no espelho e se mexendo sem rumo pelo banheiro antes de virar pro chuveiro. Eu só conseguia ver as omoplatas dela e pra cima, mas o Alex teria visto muito mais. Depois de passar vários minutos no chuveiro, ela saiu molhada e brilhando. Mal dava pra ver a parte de cima dos peitos dela enquanto começava a se secar. Depois de secar o corpo, ela chegou perto da janela e começou a secar o cabelo. Notavelmente, ela olhava pra janela enquanto passava a toalha no cabelo. Os peitos dela balançavam vigorosamente a poucos centímetros da janela. Ela pegou uma escova do armário e começou a pentear o cabelo devagar. Tava de frente pro espelho, mas a visão lateral dos peitos dela era sensacional. Por vários minutos, os peitos dela balançavam suavemente enquanto ela penteava o cabelo. Não podia acreditar que ela tava se expondo daquele jeito, dando de boa vontade pro Alex aquela visão impressionante das partes íntimas dela. Pelo menos era o que ela pensava, porque ele não tava lá.
Na quinta à noite, o Alex tava de novo em casa e gravando mais vídeos da minha mulher no banheiro. Foi relativamente normal, mas mesmo assim me senti atraído a olhar. Se continuasse por mais um mês, provavelmente faria isso toda noite.
Conforme a noite de sexta se aproximava, nós dois sabíamos que provavelmente seria a última noite, já que ele ia pintar no sábado. Esperava que o banho da Kim fosse igual às noites anteriores. Quando chegava perto das 10, me preparei pra ver o Alex espiando e gravando a minha mulher. Mas a Kim teve uma ideia diferente, entrou no banheiro e acendeu a luz. Uns momentos depois, abriu a porta do banheiro e me chamou. Quando cheguei no banheiro, ela tava parada na porta de sutiã e calcinha.
— O que foi? — perguntei.
— Nada, só esperava que você se juntasse a mim no banho — respondeu, me olhando com aqueles olhos sensuais.
— Uuuhhh, provavelmente ele ainda tá espiando — respondi, claramente indeciso.
Tava em dúvida, não tinha nenhum interesse em deixar o Alex me ver pelada, ou me gravar pelada. Ao mesmo tempo, a Kim tava muito gostosa. Nunca tinha recusado um pedido pra tomar banho com ela e não tinha certeza se conseguiria resistir agora. Nossos banhos juntos quase sempre acabavam em sexo, e eu tava morrendo de vontade.
— Você não vai deixar o nosso vizinho atrapalhar a nossa diversão, vai? — perguntou, fazendo um biquinho.
Foi o suficiente, eu cedi. Agarrei ela e beijei enquanto ela começava a me puxar pro banheiro. Fechei a porta com o pé e comecei a desabotoar a camisa enquanto a Kim tirava minha calça jeans. Em pouco tempo, fiquei só de cueca. Nos beijamos mais um pouco e passei minhas mãos pelas costas dela pra tirar o sutiã. Quando deixei o sutiã cair no chão, Kim deu um passo pra trás pra me deixar ver os peitos dela. Ela parecia orgulhosa enquanto eu admirava. De repente me toquei que não tava mostrando só pra mim, mas também pro Alex. Apoiei uma mão na parte baixa das costas dela e me aproximei pra pegar um peito com a outra. Não resisti e baixei a boca pra chupar um mamilo por um tempo. Soltei ela, e Kim levou as mãos na minha cintura na hora, puxando minha cueca até o tornozelo. Tirei ela de cima e descartei rápido o pensamento indesejado de que o Alex tava vendo minha pica. Peguei a calcinha dela com as duas mãos e puxei pra baixo, enquanto Kim ajudava saindo dela.
Os dois tavam pelados na frente da janela. Tava muito excitado, então puxei a Kim com força pra perto e comecei a beijar ela apaixonadamente. A intensidade aumentava a cada segundo, então Kim começou a me puxar pro chuveiro. Quando ela se inclinou pra abrir a água, eu só tinha uma coisa na cabeça. Foi difícil me segurar, mas consegui esperar ela terminar de ajustar a temperatura certa.
Entramos no chuveiro e fechamos a porta. Sabia que o Alex não conseguia ver muita coisa agora. Kim e eu nos ensaboamos um ao outro. Os peitos e a bunda ensaboados dela eram uma delícia nos meus dedos. Tudo nela era gostoso de sentir nas minhas mãos. Tava realmente excitado, passando as mãos pelo corpo dela. As carícias dela no meu peito, costas e pernas também eram muito boas. Fiquei duro o tempo todo.
Nos enxaguamos e fechamos o chuveiro. Saímos e começamos a nos secar. Kim tava de pé na minha frente, de cara pra janela. A visão do corpo dela pro Alex devia ser magnífica. Enquanto me secava, Kim se encostou em mim, esfregando a bunda na minha pica. Não foi acidental. Passei o braço em volta dela pra pegar os peitos e beijei o pescoço dela. Kim sabia que eu precisava estar dentro dela. Inclinei ela suavemente pra frente e enfiei a pica com força na buceta molhada dela. Kim cambaleou pra frente e se apoiou com as mãos dos dois lados. lados da janela. Me senti tão bem dentro dela que mal percebi a vista que o Alex devia ter. Comecei a meter nela por trás, fazendo os peitos dela balançarem gostoso bem na frente da janela. A ideia de que ela tava adorando ser observada pelo Alex só aumentou minha excitação. Embora a gente tivesse transado a semana inteira, não tinha sido nada comparado com isso. Por algum motivo, uma puta carga sexual que vinha se acumulando em mim durante a semana tava se soltando agora, e era foda. Adoraria dizer que enfiei nela por horas, mas a verdade é que eu tava tão excitado que só aguentei uns minutos. Depois de gozar, saí dela e virei ela pra beijar na boca. O olhar dela mostrava que ela também tava muito excitada, embora não satisfeita. A gente se limpou e foi pro quarto continuar a trepar.
No sábado, fiz o que prometi e pintei o banheiro. De tarde, coloquei o varão e a cortina. Finalmente a privacidade tinha voltado pro nosso banheiro. A Kim disfarçou bem a decepção e me agradeceu pelo trampo de pintar. Mas acho que a gente não tava pensando muito na pintura. Eu tinha descoberto que gostava de ver minha mulher sendo vista pelos outros, e que ela também gostava, mesmo a gente não sendo sincero um com o outro sobre isso. Já tava pensando em como fazer ela ser observada de novo. Mal sabia eu que ela também tava, apertando a bunda contra meu pau.
Tirei as cortinas, removi os suportes e preparei as paredes. Nosso banheiro tem um formato irregular, então a preparação levou mais tempo do que eu esperava.Minha esposa não ficou feliz por eu não ter terminado de pintar, mas ficou contente que pelo menos tava sendo feito. Chegou o fim de semana seguinte e eu tive que trabalhar parte do sábado, e ainda tinha um jogão no domingo, então decidi que dava pra esperar mais uma semana.Domingo à noite ela me disse que estava decepcionada porque eu não tinha terminado o banheiro.
Então prometi que no próximo fim de semana eu terminaria o serviço. Expliquei que não achava que fosse urgente, que eu precisava trabalhar e que era um jogo importante. Ela disse que entendia que eu precisava trabalhar, embora não tenha mencionado o jogo, mas que a única razão pela qual preferia que fosse feito antes era porque achava que o vizinho poderia estar vendo ela se despir e tomar banho.
Isso me acertou como uma marreta. Eu nem tinha pensado nisso — "O que te faz pensar que ele está te espionando?" — gaguejei.
— Uns dias atrás, entrei no banho. Tinha acabado de tirar a blusa, mas ainda estava de sutiã e tudo mais. Olhei pela janela e percebi que ele estava sentado na janela dele, olhando direto pro banheiro. Não tinha certeza se ele estava me olhando ou só olhando na minha direção. De qualquer forma, a luz dele estava apagada e achei que ele tinha ido embora, então continuei me despindo. Aí eu estava ali, só de sutiã e fio dental, quando me pareceu ver um movimento perto da janela onde ele tinha estado sentado. Não tinha certeza do que era, ou se era alguma coisa, então dei uma olhada mais longa. Não vi mais movimento, mas me pareceu ver a silhueta dele sentado perto da janela. Mas era difícil distinguir porque estava escuro. Achei que provavelmente era minha imaginação, então tirei o sutiã e o fio dental e tomei banho.Me dei conta de que, se ele realmente estava espiando, provavelmente já tinha visto tudo. Nosso banheiro ficava de frente para a janela do vizinho. Não era um banheiro grande, só tinha uma pequena área no centro onde dava pra se trocar ou ficar quando usava a pia ou o espelho. E quando alguém ficava de pé no meio, qualquer um que olhasse pela janela teria uma visão sem obstáculos dela.No começo, fiquei surpreso e chocado que o Alex pudesse estar espionando minha mulher. Quanto mais eu pensava nisso, mais percebia que também me excitava. Queria ver por mim mesmo se ele estava fazendo isso. Quando ela foi tomar o banho noturno, fui até outra janela com boa visão da casa do vizinho e apaguei as luzes. Disse a ela o que ia fazer e pedi que agisse normalmente e fosse me contando o que fazia no banheiro, pra eu ter uma ideia melhor se ele estava espionando ela. Também falei que provavelmente era melhor ela fingir que não sabia que podia estar sendo observada — "Ele pode tirar conclusões erradas", eu disse.
Eu estava olhando pela janela antes...
— Tô me despindo agora, acabei de tirar a camiseta e o shorts.
Não conseguia imaginar ele olhando pela janela. Tenho certeza de que minha esposa estava absolutamente gostosa de lingerie. Me perguntei o que devia dizer: podia impedir que ela continuasse se despindo e evitar que o Alex visse ela pelada de novo. Ou podia deixar ela continuar, sabendo que ele veria o corpo da minha mulher em todo seu esplendor. Era uma sensação incrível, saber que se eu não fizesse nada, os olhos dele logo estariam devorando o corpo quente e nu da minha mulher.
— Ele tá olhando? — ela perguntou.
Era a hora da verdade — Não tenho certeza — menti — Continua!
Ok, tô soltando o sutiã, já tirei e tô em pé na frente da janela, de peitos de fora.
Não podia acreditar que nosso vizinho estava vendo os peitos lindos e nus da minha mulher. Pelo jeito que ele tinha olhado pra ela no nosso quintal, sabia que ele achava ela gostosa. E agora ele ganhava o show dos peitos dela nus.
— Tô tirando a calcinha — ela me diz. — Pronto, agora tô completamente pelada, em pé na frente da penteadeira.
Ficar em pé na frente da penteadeira significava que ela estava perpendicular à janela, oferecendo a ele uma vista de perfil do corpo dela. Corpo nu.
— Vou me virar pra abrir a água do chuveiro.
Se virar significava mostrar pra Alex a sua bundinha gostosa. Dava pra ouvir o chuveiro abrindo e a água caindo. Ela devia estar agachada ajustando a temperatura. Imaginei os peitos dela balançando um pouco enquanto tentava acertar a água.
— Tô entrando no chuveiro.
Ouvi a porta de vidro fosco fechando, não era muito transparente, então provavelmente Alex só conseguia ver a silhueta dela, nada mais. O vizinho se afastou da janela e, pela luz que entrava no escritório, percebi que ele tinha saído do quarto. Voltou um minuto depois e retomou o lugar dele na janela. Ouvi a água fechar e a porta do chuveiro abrir. Com a porta aberta, Alex teve uma vista frontal maravilhosa do corpo todo molhado dela.
— Terminei de tomar banho, agora vou me secar.
Só podia imaginar a vista que ele tinha. Ela estava de pé, completamente nua na frente da janela, passando a toalha de um lado pro outro no corpo molhado. Levou a mão pra trás pra se secar, empinando os ombros e os peitos. Todo o movimento de se secar fazia os peitos dela balançarem pra lá e pra cá enquanto ela ficava de pé na frente da janela aberta, sem nenhuma vergonha de se expor. As mãos dela passavam a toalha pelos seios, barriga, pernas. Com certeza ela fazia tudo isso sabendo ou desconfiando que Alex tava olhando. Me dava um tesão estranho que ela continuasse se expondo mesmo assim. É verdade que não tinha nada de novo que Alex pudesse ver, já que ele tinha visto tudo, mas comecei a me perguntar se minha mulher gostava de ser observada. Será que a atenção daquele homem mais velho excitava ela?
— Já terminei de me secar. Geralmente eu penteio o cabelo depois, na frente do espelho, então vou fazer isso.
Isso me pareceu meio estranho, é verdade que ela normalmente penteava o cabelo na frente do espelho, mas quase Sempre fazia isso depois de se vestir. Escovar o cabelo fazia os peitos dela balançarem pra cima e pra baixo. Alex ficou colado na janela durante os vários minutos que ela levou pra arrumar o cabelo.
― Pronto! ― ela anunciou quando ouvi a luz do banheiro apagar.
Observei a janela enquanto nosso voyeur se afastava. Não tinha dúvida: ela era o centro das atenções noturnas do nosso vizinho.
Ela me perguntou se Alex tinha ficado espiando ela. Usou um tom de curiosidade despreocupada, mas percebi uma certa excitação na voz dela.
― Ele ficou olhando pra fora a maior parte do tempo que você esteve lá e saiu da janela depois que você apagou a luz, então sim, parece que ele tava te observando ― falei.
Ela fingiu surpresa, mas me pareceu ver um sorrisinho nos lábios dela. Me ofereci pra ir falar com ele, mas ela respondeu na hora:
― Bom, você não pode dizer pra ele não olhar pela própria janela. Só vai ser mais uma semana e não é como se ele nunca tivesse visto uma mulher nua, ainda mais eu. Se ele quer olhar, deixa ele.
Reagi com a mesma frieza, mas por dentro minha cabeça tava fervendo pra processar tudo. Ela agia com indiferença ao fato do Alex ver ela completamente pelada. Não incomodava ela que ele tivesse visto os peitos, a buceta e a bunda dela, e que ia ver tudo de novo e de novo na semana seguinte. Além disso, tava dando sinais sutis de que talvez até gostasse que o Alex visse ela nua.
Na noite seguinte, ela entrou no banho como de costume. Me escondi no outro quarto pra ver nosso vizinho olhando pra ela. Já que ela tava agindo como se não fosse nada demais, eu queria fazer o mesmo. Então, dessa vez minha esposa não ficou me contando o que tava fazendo, mas a cena devia ser parecida. Alex olhava pra ela e ficou o espetáculo inteiro. Pelo visto, ele não se cansava de ver ela se despir e admirar o corpo nu dela. Mas parecia que dessa vez ela passou um tempão escovando o cabelo, mas não dava pra ter certeza. que ela não costumava controlar. Naquela noite, ela não disse nada sobre ser espiada, mas ficou mais ativa que o normal na cama. Na terça-feira, fiquei me perguntando se ele ia espiar ela de novo. Afinal, quanto tempo dá pra ficar olhando pra uma mulher nua? Mas quando ela acendeu a luz lá pelas 10 da noite, Alex apareceu pronto pro show. Olhei pra janela dele e vi que ele também tinha um par de binóculos, mirando a Kim no banheiro. Não achei que ele precisasse daquilo pra ver ela direito, mas acho que queria uma visão ainda melhor do corpo nu dela. Aí ele se levantou e pareceu estar mexendo em alguma coisa a meio metro da janela. Logo percebi que era uma câmera de vídeo num tripé. O filho da puta tava gravando minha mulher pelada! Claro que já era tarde pra fazer alguma coisa, mas não sabia direito o que achar do Alex ter um vídeo da minha mulher nua. Fiquei pensando se devia contar pra Kim. Mais tarde, naquela mesma noite, Kim me perguntou se eu tinha notado que Alex continuava olhando pra ela. Menti e falei: "Dei uma espiada uma vez e ele tava lá, então parece que continua te olhando" — fingindo, obviamente, que não era grande coisa. — "Imagino" — ela respondeu seca. Tava claro que ela curtia mostrar o corpo pro Alex, mas não queria que eu soubesse. Talvez tivesse medo de ciúmes ou de eu achar que ela tava se desviando ou algo assim. Na real, eu achava a exposição dela excitante, então era fácil entender que ela também curtia. Mas por enquanto a gente tava jogando aquele jogo onde os dois fingiam que a exibição era involuntária, inevitável e que não era nada demais. Na quarta-feira à noite, pouco antes das 10, percebi que o carro do Alex não tava na entrada. Parecia que ele tinha algo mais importante pra fazer do que espiar a Kim. Quase fiquei decepcionado, mas aí me toquei que essa era uma chance de ter uma ideia do que que dava pra ver. Não ia entrar na casa dela, mas conseguia entrar fácil no quintal e, pelo menos, ver o quanto nosso banheiro era iluminado. Saí no quintal e entrei no do nosso vizinho, olhei pra cima e fiquei surpreso com a vista. Primeiro, o banheiro era tão claro que chamava atenção. Mesmo que ninguém tivesse motivo pra passar por ali, se alguém passasse, os olhos iam naturalmente pra janela brilhante. Segundo, embora não tivesse certeza se dava pra ver algo além do teto do banheiro daquele ângulo, dava pra ver claramente a Kim da cintura pra cima. Ela tava de pé na frente da janela, de frente pra fora, só com um sutiã fininho. Aí ela levou a mão nas costas e tirou o sutiã. Os peitos magníficos dela ficaram livres no ar. Ela continuava de frente pra janela e não só não fazia esforço pra limitar a exposição, como parecia estar tentando de propósito dar um belo show pro Alex. Isso ficou ainda mais claro quando ela esticou os braços pra cima da cabeça pra espreguiçar, empurrando os peitos na direção da janela. Ela realmente tava alongando o processo de se despir. Se inclinou devagar e pareceu tirar a calcinha. Claro, eu não conseguia ver isso, mas não era difícil de imaginar. Passou uns minutos se olhando no espelho e se mexendo sem rumo pelo banheiro antes de virar pro chuveiro. Eu só conseguia ver as omoplatas dela e pra cima, mas o Alex teria visto muito mais. Depois de passar vários minutos no chuveiro, ela saiu molhada e brilhando. Mal dava pra ver a parte de cima dos peitos dela enquanto começava a se secar. Depois de secar o corpo, ela chegou perto da janela e começou a secar o cabelo. Notavelmente, ela olhava pra janela enquanto passava a toalha no cabelo. Os peitos dela balançavam vigorosamente a poucos centímetros da janela. Ela pegou uma escova do armário e começou a pentear o cabelo devagar. Tava de frente pro espelho, mas a visão lateral dos peitos dela era sensacional. Por vários minutos, os peitos dela balançavam suavemente enquanto ela penteava o cabelo. Não podia acreditar que ela tava se expondo daquele jeito, dando de boa vontade pro Alex aquela visão impressionante das partes íntimas dela. Pelo menos era o que ela pensava, porque ele não tava lá.
Na quinta à noite, o Alex tava de novo em casa e gravando mais vídeos da minha mulher no banheiro. Foi relativamente normal, mas mesmo assim me senti atraído a olhar. Se continuasse por mais um mês, provavelmente faria isso toda noite.
Conforme a noite de sexta se aproximava, nós dois sabíamos que provavelmente seria a última noite, já que ele ia pintar no sábado. Esperava que o banho da Kim fosse igual às noites anteriores. Quando chegava perto das 10, me preparei pra ver o Alex espiando e gravando a minha mulher. Mas a Kim teve uma ideia diferente, entrou no banheiro e acendeu a luz. Uns momentos depois, abriu a porta do banheiro e me chamou. Quando cheguei no banheiro, ela tava parada na porta de sutiã e calcinha.
— O que foi? — perguntei.
— Nada, só esperava que você se juntasse a mim no banho — respondeu, me olhando com aqueles olhos sensuais.
— Uuuhhh, provavelmente ele ainda tá espiando — respondi, claramente indeciso.
Tava em dúvida, não tinha nenhum interesse em deixar o Alex me ver pelada, ou me gravar pelada. Ao mesmo tempo, a Kim tava muito gostosa. Nunca tinha recusado um pedido pra tomar banho com ela e não tinha certeza se conseguiria resistir agora. Nossos banhos juntos quase sempre acabavam em sexo, e eu tava morrendo de vontade.
— Você não vai deixar o nosso vizinho atrapalhar a nossa diversão, vai? — perguntou, fazendo um biquinho.
Foi o suficiente, eu cedi. Agarrei ela e beijei enquanto ela começava a me puxar pro banheiro. Fechei a porta com o pé e comecei a desabotoar a camisa enquanto a Kim tirava minha calça jeans. Em pouco tempo, fiquei só de cueca. Nos beijamos mais um pouco e passei minhas mãos pelas costas dela pra tirar o sutiã. Quando deixei o sutiã cair no chão, Kim deu um passo pra trás pra me deixar ver os peitos dela. Ela parecia orgulhosa enquanto eu admirava. De repente me toquei que não tava mostrando só pra mim, mas também pro Alex. Apoiei uma mão na parte baixa das costas dela e me aproximei pra pegar um peito com a outra. Não resisti e baixei a boca pra chupar um mamilo por um tempo. Soltei ela, e Kim levou as mãos na minha cintura na hora, puxando minha cueca até o tornozelo. Tirei ela de cima e descartei rápido o pensamento indesejado de que o Alex tava vendo minha pica. Peguei a calcinha dela com as duas mãos e puxei pra baixo, enquanto Kim ajudava saindo dela.
Os dois tavam pelados na frente da janela. Tava muito excitado, então puxei a Kim com força pra perto e comecei a beijar ela apaixonadamente. A intensidade aumentava a cada segundo, então Kim começou a me puxar pro chuveiro. Quando ela se inclinou pra abrir a água, eu só tinha uma coisa na cabeça. Foi difícil me segurar, mas consegui esperar ela terminar de ajustar a temperatura certa.
Entramos no chuveiro e fechamos a porta. Sabia que o Alex não conseguia ver muita coisa agora. Kim e eu nos ensaboamos um ao outro. Os peitos e a bunda ensaboados dela eram uma delícia nos meus dedos. Tudo nela era gostoso de sentir nas minhas mãos. Tava realmente excitado, passando as mãos pelo corpo dela. As carícias dela no meu peito, costas e pernas também eram muito boas. Fiquei duro o tempo todo.
Nos enxaguamos e fechamos o chuveiro. Saímos e começamos a nos secar. Kim tava de pé na minha frente, de cara pra janela. A visão do corpo dela pro Alex devia ser magnífica. Enquanto me secava, Kim se encostou em mim, esfregando a bunda na minha pica. Não foi acidental. Passei o braço em volta dela pra pegar os peitos e beijei o pescoço dela. Kim sabia que eu precisava estar dentro dela. Inclinei ela suavemente pra frente e enfiei a pica com força na buceta molhada dela. Kim cambaleou pra frente e se apoiou com as mãos dos dois lados. lados da janela. Me senti tão bem dentro dela que mal percebi a vista que o Alex devia ter. Comecei a meter nela por trás, fazendo os peitos dela balançarem gostoso bem na frente da janela. A ideia de que ela tava adorando ser observada pelo Alex só aumentou minha excitação. Embora a gente tivesse transado a semana inteira, não tinha sido nada comparado com isso. Por algum motivo, uma puta carga sexual que vinha se acumulando em mim durante a semana tava se soltando agora, e era foda. Adoraria dizer que enfiei nela por horas, mas a verdade é que eu tava tão excitado que só aguentei uns minutos. Depois de gozar, saí dela e virei ela pra beijar na boca. O olhar dela mostrava que ela também tava muito excitada, embora não satisfeita. A gente se limpou e foi pro quarto continuar a trepar.
No sábado, fiz o que prometi e pintei o banheiro. De tarde, coloquei o varão e a cortina. Finalmente a privacidade tinha voltado pro nosso banheiro. A Kim disfarçou bem a decepção e me agradeceu pelo trampo de pintar. Mas acho que a gente não tava pensando muito na pintura. Eu tinha descoberto que gostava de ver minha mulher sendo vista pelos outros, e que ela também gostava, mesmo a gente não sendo sincero um com o outro sobre isso. Já tava pensando em como fazer ela ser observada de novo. Mal sabia eu que ela também tava, apertando a bunda contra meu pau.
3 comentários - Descobrindo um novo tesão