No meu bairro tem um vizinho que é pastor, não sei se é assim que se fala, Testemunha de Jeová. Ele e a esposa, aos domingos, se reúnem com um grupo de pessoas e saem pelo bairro batendo de porta em porta e pregando a fé deles. O cara, acho que trabalha como administrador ou num banco, e a mulher dele é professora numa universidade, mas não sei de qual matéria. A roupa deles é sempre muito séria e de cores claras. Quase não conversam com os vizinhos, a não ser quando tão pregando, mas são muito educados no cumprimento quando a gente cruza com eles. É um casal de meia-idade, devem ter pouco mais de 50 anos, com dois filhos já casados. O homem sai pra trabalhar toda manhã com a caminhonete moderna dele e volta na hora da sesta, e ela também sai cedo e volta lá pras 19h. Pelo que parece, um casal bem normal. Até que um dia, voltando pela estrada, uma tempestade de granizo daquelas desgraçadas fez o trânsito ser desviado. Todos os carros foram mandados pra ruas internas e acabamos saindo num bairro vizinho da estrada. Numa das ruas por onde a gente ia andando de vagar, tinha a saída de um motel meia-boca. Bem quando tô chegando no portão de saída do motel, o portão abre e sai um carro, que se depara com o congestionamento na rua. Aquele carro era o da mulher do pastor, ela tava com um cara bem jovem, que eu calculo que não tinha mais de 20 anos. Na hora que ela tenta entrar na rua, tromba com o meu carro e a gente se olhou de frente. Ao reconhecer ela, por instinto, acenei com a cabeça e deixei ela passar. O carro dela foi na minha frente no engarrafamento, andando de vagar. Antes de voltar pra estrada, ela entrou num posto de gasolina e o cara que tava com ela desceu do carro. Eu continuei no congestionamento até que, aos poucos, a gente conseguiu entrar de novo na estrada. Depois de uns quilômetros na estrada, vejo que atrás de mim vinha um carro muito rápido. Fazendo sinal com os faróis pra mim, eu reduzi um pouco a velocidade, pensando que estavam me avisando que eu tinha algum pneu furado ou algum problema no meu carro. Logo percebi que era o carro da minha vizinha, que eu tinha visto saindo do hotel. Reduzi a velocidade e ela ficou atrás de mim, me fazendo sinal para sairmos na próxima saída. Saí da estrada e parei na marginal, e ela estacionou atrás de mim. Pra ser sincero, não entendia bem o que ela queria. Ela desceu do carro dela e se aproximou do meu, pelo lado da porta do passageiro. Abri o vidro e ela, aos prantos, me perguntou se podia subir, que precisava falar comigo. Abri a porta pra ela e, quando ela sentou, falei pra ela se acalmar e parar de chorar, perguntei o que tinha acontecido. Ela, sem parar de chorar, me disse que tinha medo de eu contar pro marido dela ou pra alguém o que eu tinha visto. Que isso podia acabar com o casamento dela e o trabalho se descobrissem o que tinha rolado com um aluno. Aí eu descobri que quem tinha saído do hotel era um aluno dela. Tentei acalmar ela e falei que não contaria pra ninguém, que foi algo do acaso ela ter saído justamente quando tinha um engarrafamento e eu estar ali na porta do hotel. Depois de um tempo, já com ela mais calma, a gente se despediu e ela me deu um abraço apertado de agradecimento, enquanto eu falava pra ela ficar tranquila que o segredo dela estava seguro comigo. Depois disso, cada um seguiu seu caminho, no meu caso como se nada tivesse acontecido. Umas semanas depois, não vi mais ela no bairro, até que um domingo encontro ela com o marido na volta clássica que eles faziam pelo bairro. Quando ela me viu, e o marido dela me cumprimentou, ela se escondeu atrás do marido, enquanto eu segui meu caminho. Não sei por que, enquanto eu andava, virei a cabeça umas duas vezes pra trás pra olhar pra eles, e em todas as vezes ela estava me olhando. Só passaram uns dias e no meu WhatsApp recebi uma mensagem dela dizendo que tinha pego meu número do cartaz que eu tenho de serviço técnico. Então ela me disse que precisava me ver urgente pra conversar comigo. Que por favor fosse num lugar onde ninguém pudesse nos ver. Foi assim que marquei com ela uns dias depois num café não muito movimentado. Já no café, vejo ela entrar muito nervosa e, ao sentar, começou a chorar e falou que ainda tinha muito medo de que eu contasse algo. Que no outro dia, quando me viu conversando com o marido dela, pensou que eu fosse contar o que vi. Então eu disse de novo que nunca contaria pra ninguém o que vi. Ela, já mais calma, disse que não tinha dinheiro pra me pagar pelo que eu estava fazendo. De algum jeito, ela entendeu que eu estava chantageando ela pelo que tinha visto. Falei de novo que não era esse tipo de pessoa, então ela me disse de novo que queria retribuir o favor do meu silêncio e que ela era a única coisa de valor que tinha. Foi aí que, abertamente, ela me ofereceu uma tarde de sexo pra quitar a dívida pelo meu silêncio. Me contou que há tempos só convivia com o marido, que só se interessava por religião, e que há muito tempo ela transava com algum aluno. Sabia que se isso fosse descoberto, podia perder o emprego e o casamento, mas não ligava porque precisava daqueles momentos. Depois de conversar mais um pouco e não decidir nada concreto, fomos embora, mas antes de ir, ela me deu de novo um abraço forte daqueles que você sente as tetas e o hálito dela no meu ouvido. Nunca recuso uma oferta de sexo, mas geralmente não como mulheres casadas que conheço o marido. Uma semana depois desse encontro, recebi outras mensagens onde ela dizia que tinha uma dívida comigo e que não se sentiria bem até quitá-la. Então ela disse pra gente se encontrar no hotel onde eu a vi saindo. A verdade é que vi ela tão insistente que resolvi aceitar a oferta dela de agradecer meu silêncio. Foi aí que eu disse que esse foi o erro dela: quando você tá traindo, tem que minimizar o perigo de alguém te ver. Comentei que num prédio no centro alugam salas. Departamento por dia e por hora, e era menos provável que alguém te visse entrar. Falei que ia reservar um quarto e mandar pra ela qual era o departamento. Assim que recebeu minha mensagem, em 15 minutos já tava na porta do apê. Ao abrir a porta, me deparei com uma mulher que tranquilamente passaria por uma freira: saia cinza comprida, jaqueta escura, cabelo solto e sem maquiagem. Ela entrou rápido e me abraçou de novo com força.
Depois disso, tirou a jaqueta e, enquanto olhava o quarto todo, sentou na cama. Da bolsa, tirou um coque e prendeu o cabelo. Pegou um estojo e tirou as lentes de contato. Também tirou uma caixa de camisinha e umas pastilhas Halls pretas. Colocou uma pastilha na boca e veio na minha direção, aproximando o rosto do meu, esperando um beijo. Eu beijei ela, e ela respondeu com a língua na minha boca, segurando meu rosto com a mão. Enquanto nos beijávamos, a gente passava a pastilha de boca em boca, esfriando a língua. Além da boca, continuei beijando o pescoço e o rosto dela. Senti um pouco de buço acima dos lábios — aparentemente, por causa da religião, ela não se depilava. Depois descobri que o corpo inteiro dela era bem peludo, já que não se depilava.
Enquanto nos beijávamos, comecei a desabotoar o casaquinho que ela tava usando. Ela respondeu desabotoando meu cinto e puxando minha calça pra baixo. Assim que a calça caiu nos meus joelhos, ela se ajoelhou na hora, puxou minha cueca pra baixo, pegou meu pau e começou a bater uma. Bateu uma por um bom tempo, sem tirar os olhos de mim. Aí peguei ela pela cabeça e guiei até meu pau, passando ele no rosto dela todo até chegar no canto dos lábios, e aí ela começou a beijar. Deu uns beijinhos na cabeça do meu pau e depois meteu ele na boca. Senti a língua fria dela envolvendo meu pau, junto com o que restava da pastilha gelada. Enquanto me chupava, usava uma mão. Massageava minhas bolas e a outra mão estava apoiada no meu púbis bem lisinho. Aproveitei e tirei toda a roupa pra ficar pelado. Deixei ela chupar mais um pouco até eu quase gozar, aí tirei a cock da boca dela e mandei ela ficar de pé. Sentei na cama enquanto via ela tirar a roupa. Quando ela tirou a blusa e a saia, ficou só com um sutiã grande e uma calcinha cor de pele. Ela deitou do meu lado e, depois de uns beijos, comecei a descer pelo pescoço dela. Quando cheguei nos peitões enormes, tirei eles de baixo do sutiã. Comecei a beijá-los e cheguei no mamilo duro e grosso. Chupei com delicadeza e dava pra sentir uns pelinhos na auréola dela. Ela começou a respirar muito mais ofegante e ficou imóvel, deitada de barriga pra cima na cama, parecendo uma estrela-do-mar. Os peitos dela eram muito yummy e, pelo visto, minhas mãos excitavam ela pra caralho. Então comecei a descer pela barriga dela com a boca enquanto continuava apertando os peitos dela. Quando cheguei na barriga, puxei a calcinha dela pra baixo e descobri o púbis peludo. Ela abriu as pernas, mostrando que queria que eu mergulhasse a cara na pussy dela. Sem pensar, comecei a chupar a pussy dela com muita saliva. Fazia tempo que não chupava uma pussy tão peluda; os lábios grossos dela apareciam por entre a moita de pelos, deixando ver o interior vermelho da pussy dela, bem molhada. Cada vez que eu enfiava a língua no fundo da pussy dela, ela arqueava o corpo até começar a tremer um pouco mais e soltar um suspiro longo. Senti um pouco do fluido dela na minha boca quando ela gozou. Subi de novo com meu corpo por cima dela e nos beijamos de novo, esfregando nossos corpos. Ela virou meu corpo pra ficar de barriga pra baixo e começou a bater uma pra minha cock com a pussy dela. Os lábios da pussy dela roçavam na minha cock. Ela se mexia tanto que, de repente, sem querer, minha cock entrou de uma vez na pussy dela. Ela suspirou fundo, mas tirou. Rapidamente, ela se ajoelhou do meu lado e começou a chupar meu pau enquanto abria uma camisinha pra colocar em mim. Depois de colocada, ela montou devagar. Sentada no meu pau, começou a mexer a barriga pra frente e pra trás suavemente enquanto eu esticava as mãos pra massagear os peitos dela, que balançavam com os movimentos. Assim continuou, bem devagar, subindo e descendo a buceta no meu pau até que eu não aguentei mais e gozei. Ela se esticou sobre meu corpo e me beijava enquanto eu sentia os peitos dela no meu peito. Meu pau amoleceu dentro da buceta dela e saiu. Ela continuou me beijando e se deitou do meu lado, levando uma das minhas mãos até a buceta dela. Comecei a massagear o clitóris e alternar com meter os dedos dentro dela. Enquanto eu a masturbava com os dedos, ela respirava ofegante. Eu via os peitos dela subindo e descendo com a respiração. Ela abria as pernas cada vez mais pra eu poder meter mais os dedos, e de novo ouvi um longo suspiro e um grito curto quando ela gozou nos meus dedos. Levantei e fui no banheiro jogar fora a camisinha que tinha ficado na cama. Voltei pro quarto com uma toalha molhada pra ela se limpar, quando me ajoelhei do lado dela e ia limpá-la, ela esticou a mão, pegou minha cabeça e guiou até a buceta dela. Foi assim que mergulhei minha cabeça na buceta dela, ainda molhada com o gozo dela. E ela pegou meu pau meio duro e meteu na boca. Assim mergulhamos num 69 profundo. Não demorou muito até ela ter outro orgasmo com a buceta na minha boca. Ela ficou exausta na cama, então peguei 2 travesseiros e coloquei um em cima do outro e fiz ela ficar de bruços sobre eles, com as pernas bem abertas e a raba bem empinada. Fiquei atrás dela e, com as mãos, percorri as costas dela até chegar nas nádegas gordas. De vez em quando, descia pela coluna com o polegar e seguia pelo meio do cu, passando pelo ânus, e ao chegar na usava a palavra: buceta enfiava pra dentro. Às vezes, também, ao tirar meu polegar molhado da buceta dela, eu colocava de volta no cu dela. Ela respondia a isso apertando a bunda. Ela ficava parada na minha frente, como se estivesse se entregando. Meu pau ficou bem duro, então peguei uma camisinha e coloquei. Com uma mão, segurei as duas mãos dela nas costas e, com a outra, guiei meu pau até a buceta dela. Depois de posicionar, enfiei de uma vez. Ela levantou mais a bunda pra eu poder penetrar mais fundo e tentava soltar as mãos. Assim, comecei a comer ela com mais força. Enquanto eu batia na bunda dela, ela tentava soltar as mãos e eu segurava mais forte. Os gemidos dela ficaram mais altos, ela já não se importava mais se ouvissem. Minha pegada variava entre rápida e lenta. Com a mão livre, apertava a bunda dela e passava o polegar de novo no cu dela. Toda vez que tentava enfiar o polegar no cu dela, ela se mexia, tentando soltar os braços da minha mão, e rebolava a bunda, impedindo que meu dedo entrasse. Os movimentos dela não conseguiram impedir que meu dedo entrasse naquele cu apertado. Fiquei ali por um tempo, mexendo o dedo pra todos os lados dentro do corpo dela. Aí sinto que ela goza de novo no meu pau duro. Tiro da buceta dela e apoio no cu dela. Ela mexe a bunda enquanto me dizia que pelo cu não, e tentava soltar os braços. Com minhas mãos, bem devagar, apertei a cabeça do meu pau no cu dela até que, aos poucos e com muito esforço, ele entrou. De vez em quando, ela mexia a bunda, tirando meu pau de dentro, e continuava dizendo que pelo cu não. Mas também ficava parada toda vez que eu guiava a cabeça do meu pau pra dentro do cu dela. Quando meu pau entrou até a metade, ela ficou quieta, e eu soltei os braços dela. Ela se posicionou de quatro e jogou a bunda pra trás pra eu enfiar mais fundo. Foi aí que comecei a me mover, devagar, até que meu pau entrou até as bolas. Uma mão agarrou o cabelo dela e puxou pra trás, e com a outra eu apertava uma bunda dela e comecei a bater minha pélvis nas nádegas dela. A bunda apertada dela fez eu gozar na hora. Fiquei um tempão parado olhando as costas dela e a bunda penetrada por mim, enquanto ela continuava deitada sobre os travesseiros até meu pau dormir. Fui pro banheiro com a toalha que tinha levado antes e molhei ela. Quando voltei pro quarto, ela ainda estava deitada sobre os travesseiros com a bunda pra cima. Fiquei atrás dela e com a toalha molhada limpei a pussy e o cu dela. Depois ela se levantou, pegou a bolsa e foi pro banheiro andando estranho e devagar. Fiquei na cama enquanto ouvia a água do chuveiro no banheiro. Depois de um tempo, ela saiu enrolada na toalha e com uma touca de banho na cabeça. Eu tava deitado de barriga pra cima com meu pau dormido, e ela sentou do meu lado e com outra toalha secava as pernas. Então eu peguei a mão dela e levei até meu pau dormido. Ela não agarrou, mas com a palma da mão começou a massagear de cima pra baixo junto com as bolas. Abriu a toalha que envolvia o corpo dela e se esticou em cima de mim, apoiando os peitos molhados nas minhas pernas. Continuou massageando meu pau até ele começar a endurecer, e enquanto fazia isso, pegou uma pastilha Halls, colocou na boca e começou a chupar meu pau. Demorou um pouco pra deixar ele duro. Começou a chupar devagar e depois com mais frenesi, enquanto acompanhava a boca com a mão. Até que começou a bater uma punheta forte enquanto segurava a cabeça do meu pau com os lábios. Mas depois de um longo tempo, não conseguiu fazer eu gozar, e meu pau de vez em quando ficava mole. Quando ela se levantou pra se vestir, notei que continuava andando estranho e perguntei se eu tinha machucado ela. Ela respondeu que não, que só doía um pouco, que logo passaria. Pedi desculpas por ter comido o cu dela mesmo quando ela dizia que não, então ela me disse que não incomoda, mas não gosta muito porque às vezes É meio sujo porque sai um cheiro ruim. Quando ela terminou de se vestir e arrumar a roupa, antes de se despedir, agradeceu de novo pelo meu silêncio e disse que, embora sentisse que a dívida dela comigo estava quitada, não tinha problema em me ver de novo. Fiquei grato, já que ela transava com caras de 20 anos. Ela se despediu com um abraço forte e longo e um beijo, e foi embora antes de mim. Depois de uma semana, ela me mandou mensagem de novo para a gente se encontrar, mas dessa vez eu desisti e implorei para ela não me mandar mais mensagens assim. Falei que não era normal eu transar com mulheres casadas porque era muito perigoso para nós dois. A partir daí, quase nunca mais nos vimos no bairro. Recentemente, o marido dela morreu de um infarto. Então espero que ela um dia me escreva de novo. Mas como deletei o número de celular dela, não sei como falar com ela de novo. Um dia, quando eu cruzar com ela no bairro, vou fazer algum sinal para ela me escrever. Não é a melhor transa da minha vida, mas também não é a pior, então seria bom repetir.
Depois disso, tirou a jaqueta e, enquanto olhava o quarto todo, sentou na cama. Da bolsa, tirou um coque e prendeu o cabelo. Pegou um estojo e tirou as lentes de contato. Também tirou uma caixa de camisinha e umas pastilhas Halls pretas. Colocou uma pastilha na boca e veio na minha direção, aproximando o rosto do meu, esperando um beijo. Eu beijei ela, e ela respondeu com a língua na minha boca, segurando meu rosto com a mão. Enquanto nos beijávamos, a gente passava a pastilha de boca em boca, esfriando a língua. Além da boca, continuei beijando o pescoço e o rosto dela. Senti um pouco de buço acima dos lábios — aparentemente, por causa da religião, ela não se depilava. Depois descobri que o corpo inteiro dela era bem peludo, já que não se depilava.
Enquanto nos beijávamos, comecei a desabotoar o casaquinho que ela tava usando. Ela respondeu desabotoando meu cinto e puxando minha calça pra baixo. Assim que a calça caiu nos meus joelhos, ela se ajoelhou na hora, puxou minha cueca pra baixo, pegou meu pau e começou a bater uma. Bateu uma por um bom tempo, sem tirar os olhos de mim. Aí peguei ela pela cabeça e guiei até meu pau, passando ele no rosto dela todo até chegar no canto dos lábios, e aí ela começou a beijar. Deu uns beijinhos na cabeça do meu pau e depois meteu ele na boca. Senti a língua fria dela envolvendo meu pau, junto com o que restava da pastilha gelada. Enquanto me chupava, usava uma mão. Massageava minhas bolas e a outra mão estava apoiada no meu púbis bem lisinho. Aproveitei e tirei toda a roupa pra ficar pelado. Deixei ela chupar mais um pouco até eu quase gozar, aí tirei a cock da boca dela e mandei ela ficar de pé. Sentei na cama enquanto via ela tirar a roupa. Quando ela tirou a blusa e a saia, ficou só com um sutiã grande e uma calcinha cor de pele. Ela deitou do meu lado e, depois de uns beijos, comecei a descer pelo pescoço dela. Quando cheguei nos peitões enormes, tirei eles de baixo do sutiã. Comecei a beijá-los e cheguei no mamilo duro e grosso. Chupei com delicadeza e dava pra sentir uns pelinhos na auréola dela. Ela começou a respirar muito mais ofegante e ficou imóvel, deitada de barriga pra cima na cama, parecendo uma estrela-do-mar. Os peitos dela eram muito yummy e, pelo visto, minhas mãos excitavam ela pra caralho. Então comecei a descer pela barriga dela com a boca enquanto continuava apertando os peitos dela. Quando cheguei na barriga, puxei a calcinha dela pra baixo e descobri o púbis peludo. Ela abriu as pernas, mostrando que queria que eu mergulhasse a cara na pussy dela. Sem pensar, comecei a chupar a pussy dela com muita saliva. Fazia tempo que não chupava uma pussy tão peluda; os lábios grossos dela apareciam por entre a moita de pelos, deixando ver o interior vermelho da pussy dela, bem molhada. Cada vez que eu enfiava a língua no fundo da pussy dela, ela arqueava o corpo até começar a tremer um pouco mais e soltar um suspiro longo. Senti um pouco do fluido dela na minha boca quando ela gozou. Subi de novo com meu corpo por cima dela e nos beijamos de novo, esfregando nossos corpos. Ela virou meu corpo pra ficar de barriga pra baixo e começou a bater uma pra minha cock com a pussy dela. Os lábios da pussy dela roçavam na minha cock. Ela se mexia tanto que, de repente, sem querer, minha cock entrou de uma vez na pussy dela. Ela suspirou fundo, mas tirou. Rapidamente, ela se ajoelhou do meu lado e começou a chupar meu pau enquanto abria uma camisinha pra colocar em mim. Depois de colocada, ela montou devagar. Sentada no meu pau, começou a mexer a barriga pra frente e pra trás suavemente enquanto eu esticava as mãos pra massagear os peitos dela, que balançavam com os movimentos. Assim continuou, bem devagar, subindo e descendo a buceta no meu pau até que eu não aguentei mais e gozei. Ela se esticou sobre meu corpo e me beijava enquanto eu sentia os peitos dela no meu peito. Meu pau amoleceu dentro da buceta dela e saiu. Ela continuou me beijando e se deitou do meu lado, levando uma das minhas mãos até a buceta dela. Comecei a massagear o clitóris e alternar com meter os dedos dentro dela. Enquanto eu a masturbava com os dedos, ela respirava ofegante. Eu via os peitos dela subindo e descendo com a respiração. Ela abria as pernas cada vez mais pra eu poder meter mais os dedos, e de novo ouvi um longo suspiro e um grito curto quando ela gozou nos meus dedos. Levantei e fui no banheiro jogar fora a camisinha que tinha ficado na cama. Voltei pro quarto com uma toalha molhada pra ela se limpar, quando me ajoelhei do lado dela e ia limpá-la, ela esticou a mão, pegou minha cabeça e guiou até a buceta dela. Foi assim que mergulhei minha cabeça na buceta dela, ainda molhada com o gozo dela. E ela pegou meu pau meio duro e meteu na boca. Assim mergulhamos num 69 profundo. Não demorou muito até ela ter outro orgasmo com a buceta na minha boca. Ela ficou exausta na cama, então peguei 2 travesseiros e coloquei um em cima do outro e fiz ela ficar de bruços sobre eles, com as pernas bem abertas e a raba bem empinada. Fiquei atrás dela e, com as mãos, percorri as costas dela até chegar nas nádegas gordas. De vez em quando, descia pela coluna com o polegar e seguia pelo meio do cu, passando pelo ânus, e ao chegar na usava a palavra: buceta enfiava pra dentro. Às vezes, também, ao tirar meu polegar molhado da buceta dela, eu colocava de volta no cu dela. Ela respondia a isso apertando a bunda. Ela ficava parada na minha frente, como se estivesse se entregando. Meu pau ficou bem duro, então peguei uma camisinha e coloquei. Com uma mão, segurei as duas mãos dela nas costas e, com a outra, guiei meu pau até a buceta dela. Depois de posicionar, enfiei de uma vez. Ela levantou mais a bunda pra eu poder penetrar mais fundo e tentava soltar as mãos. Assim, comecei a comer ela com mais força. Enquanto eu batia na bunda dela, ela tentava soltar as mãos e eu segurava mais forte. Os gemidos dela ficaram mais altos, ela já não se importava mais se ouvissem. Minha pegada variava entre rápida e lenta. Com a mão livre, apertava a bunda dela e passava o polegar de novo no cu dela. Toda vez que tentava enfiar o polegar no cu dela, ela se mexia, tentando soltar os braços da minha mão, e rebolava a bunda, impedindo que meu dedo entrasse. Os movimentos dela não conseguiram impedir que meu dedo entrasse naquele cu apertado. Fiquei ali por um tempo, mexendo o dedo pra todos os lados dentro do corpo dela. Aí sinto que ela goza de novo no meu pau duro. Tiro da buceta dela e apoio no cu dela. Ela mexe a bunda enquanto me dizia que pelo cu não, e tentava soltar os braços. Com minhas mãos, bem devagar, apertei a cabeça do meu pau no cu dela até que, aos poucos e com muito esforço, ele entrou. De vez em quando, ela mexia a bunda, tirando meu pau de dentro, e continuava dizendo que pelo cu não. Mas também ficava parada toda vez que eu guiava a cabeça do meu pau pra dentro do cu dela. Quando meu pau entrou até a metade, ela ficou quieta, e eu soltei os braços dela. Ela se posicionou de quatro e jogou a bunda pra trás pra eu enfiar mais fundo. Foi aí que comecei a me mover, devagar, até que meu pau entrou até as bolas. Uma mão agarrou o cabelo dela e puxou pra trás, e com a outra eu apertava uma bunda dela e comecei a bater minha pélvis nas nádegas dela. A bunda apertada dela fez eu gozar na hora. Fiquei um tempão parado olhando as costas dela e a bunda penetrada por mim, enquanto ela continuava deitada sobre os travesseiros até meu pau dormir. Fui pro banheiro com a toalha que tinha levado antes e molhei ela. Quando voltei pro quarto, ela ainda estava deitada sobre os travesseiros com a bunda pra cima. Fiquei atrás dela e com a toalha molhada limpei a pussy e o cu dela. Depois ela se levantou, pegou a bolsa e foi pro banheiro andando estranho e devagar. Fiquei na cama enquanto ouvia a água do chuveiro no banheiro. Depois de um tempo, ela saiu enrolada na toalha e com uma touca de banho na cabeça. Eu tava deitado de barriga pra cima com meu pau dormido, e ela sentou do meu lado e com outra toalha secava as pernas. Então eu peguei a mão dela e levei até meu pau dormido. Ela não agarrou, mas com a palma da mão começou a massagear de cima pra baixo junto com as bolas. Abriu a toalha que envolvia o corpo dela e se esticou em cima de mim, apoiando os peitos molhados nas minhas pernas. Continuou massageando meu pau até ele começar a endurecer, e enquanto fazia isso, pegou uma pastilha Halls, colocou na boca e começou a chupar meu pau. Demorou um pouco pra deixar ele duro. Começou a chupar devagar e depois com mais frenesi, enquanto acompanhava a boca com a mão. Até que começou a bater uma punheta forte enquanto segurava a cabeça do meu pau com os lábios. Mas depois de um longo tempo, não conseguiu fazer eu gozar, e meu pau de vez em quando ficava mole. Quando ela se levantou pra se vestir, notei que continuava andando estranho e perguntei se eu tinha machucado ela. Ela respondeu que não, que só doía um pouco, que logo passaria. Pedi desculpas por ter comido o cu dela mesmo quando ela dizia que não, então ela me disse que não incomoda, mas não gosta muito porque às vezes É meio sujo porque sai um cheiro ruim. Quando ela terminou de se vestir e arrumar a roupa, antes de se despedir, agradeceu de novo pelo meu silêncio e disse que, embora sentisse que a dívida dela comigo estava quitada, não tinha problema em me ver de novo. Fiquei grato, já que ela transava com caras de 20 anos. Ela se despediu com um abraço forte e longo e um beijo, e foi embora antes de mim. Depois de uma semana, ela me mandou mensagem de novo para a gente se encontrar, mas dessa vez eu desisti e implorei para ela não me mandar mais mensagens assim. Falei que não era normal eu transar com mulheres casadas porque era muito perigoso para nós dois. A partir daí, quase nunca mais nos vimos no bairro. Recentemente, o marido dela morreu de um infarto. Então espero que ela um dia me escreva de novo. Mas como deletei o número de celular dela, não sei como falar com ela de novo. Um dia, quando eu cruzar com ela no bairro, vou fazer algum sinal para ela me escrever. Não é a melhor transa da minha vida, mas também não é a pior, então seria bom repetir.
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