O começo p3

O começo p3Acordei um pouco tarde, sendo domingo de manhã, sem lembrar direito o que tinha acontecido — ou talvez fosse a ressaca de ter bebido. Só levantei e meus pais já estavam tomando café. Sentei à mesa e comecei a comer, quando meu irmão desceu, já saindo para jogar futebol. Foi aí que lembrei de tudo, como um soco na cabeça, quando ele me olhou nos olhos com um olhar envergonhado e baixou a cabeça. Meus pais ficaram perguntando por que ele tava tão bravo ou se tinha acontecido alguma coisa. Só falei que tava meio ruim de ressaca. Terminamos o café, meus pais foram fazer tarefas de casa e eu fui terminar um projeto escrito que tinha que entregar em alguns dias — mas não conseguia me concentrar, porque na minha cabeça não parava de vir a lembrança de tudo que aconteceu: as mãos dele na minha buceta massageando meu clitóris, ele me beijando e chupando meus peitos, ou o pau dele duro, longo e grosso entrando e saindo da minha buceta. Lembrava daquela sensação quando o pau dele entrava e me abria toda… era excitante lembrar, porque percebi que já tinha me molhado toda.

Ia entrar no banho quando meu pai disse que ia sair pra comprar umas coisas pro trabalho. Minha mãe ficou vendo um filme na sala, e eu fui tomar banho. Poucos minutos depois de entrar no banheiro, meu irmão chegou. E, como toda garota, fiquei nervosa, derrubando as coisas, e bem… fiquei toda excitada de novo. Não demorei muito, saí do banho já trocada, fui pro meu quarto, terminei de me secar e me arrumar e, sem pensar duas vezes, entrei no quarto dele. "Precisamos conversar", falei num tom sério e nervoso. Não tinha percebido que ele tava se despindo pra tomar banho. Ele disse que tudo bem, mas pra eu esperar até estarmos sozinhos. Ele entrou no banheiro e eu voltei pro meu quarto. Mas fiquei só pensando no que ia acontecer depois, se tinha feito certo, se tinha cometido um erro, e também se ele tinha gostado e se eu tinha feito direito. Comecei a chorar que nem uma garota boba, até que o sono me venceu. Foi quando me acordaram de forma sorrateira, já que já era noite e eu, assustada, só dei um pequeno grito. Era meu irmão. "Não se assusta, sou eu, vamos conversar." Eu simplesmente soltei o choro e o abracei, pedindo desculpas pelo que tinha acontecido, explicando como me sentia e que até aquele momento não queria que as coisas mudassem, já que minha vida amorosa era terrível (tinha caras que só me usavam ou tiravam dinheiro de mim). Ele era com quem eu saía para cinema, restaurantes e coisas que casais fazem (sem sexo). Ele só me abraçou e beijou minha testa, me explicou que a culpa foi dele e que só se deixou levar pelo momento, pois também sentia algo por mim, não como uma relação entre irmãos que se dão bem, mas algo emocional e sentimental. Meu coração começou a bater muito forte e minhas mãos suavam. Eu não disse nada, só o abracei forte e comecei a beijá-lo. Ele me parou, dizendo que aquilo não estava certo, era óbvio que em algum momento alguém podia nos ver, e que se em algum momento fôssemos descobertos, meus pais enlouqueceriam. Eu só disse que devíamos ter um relacionamento amoroso escondido, já que tínhamos a vantagem de meus pais não estarem em casa tempo suficiente, e os vizinhos, mesmo sendo mulheres fofoqueiras, não falavam conosco, e outros estavam um pouco afastados da casa. Ele só me perguntou se era isso que eu queria e se eu não tinha nenhum problema. Eu balancei a cabeça dizendo que sim, e ele me beijou apaixonadamente. Aquele friozinho na barriga e as batidas do coração me diziam que estava tudo bem. Ficamos nos beijando um tempo, depois ele se levantou e me disse para descansar, fechou a porta e minha tranquilidade voltou. Mesmo sabendo que o que propus estava errado, era algo que eu queria, já que de certa forma eu tinha me apaixonado por ele. Entre pensamentos e felicidade, acabei adormecendo. Acordei (como se fosse um momento feliz de filme) quase dançando, tomei banho e me troquei, escolhendo as roupas mais bonitas que tinha para ir à escola, e bem, nem preciso dizer... era para me ver gostosa pra, vocês sabem, desci pra cozinha e minha mãe já estava pronta pra me levar pra escola, fomos e entreguei parte do meu projeto, o professor disse que estava excelente, quando chegou a mensagem, (como se fosse prêmio) "Oi, menina linda, espero que esteja tendo um dia maravilhoso❤️" meu ventre começou a formigar de felicidade. Saindo, ele estava lá, o recebi com um abraço e ele pegou minha mochila, voltamos juntos pra casa, já que meus pais sempre chegavam tarde. Esquentei comida pra ele, fizemos algumas tarefas domésticas e ficamos abraçados vendo TV, mas nem vimos nada, ficamos conversando se realmente queríamos isso e o que aconteceria se nossos pais descobrissem, coisas assim. Só levantamos alguns cenários e estabelecemos algumas regras, que incluíam nos dar mal na frente dos nossos pais. Enquanto eu falava, ele beijava meu pescoço e foi pra um beijo na boca enquanto nos tocávamos mutuamente, a respiração dos dois acelerou. Ele começou a tocar minhas pernas até chegar na minha buceta, enquanto eu desabotoçava a calça dele e metia a mão pra tirar o pau dele. Só me acomodei no sofá, abrindo as pernas, e de uma estocada ele me enfiou tudo, não me importava se alguém ouvisse, gemei com todas as minhas forças, podia ver e sentir ele entrando todo, sentia escorrer de tão molhada que estava, e ele continuou me penetrando, me mudando de posição como queria. Por dentro, eu estava enlouquecendo, pois meu próprio irmão estava me comendo, tinha o pau dele dentro de mim, era o prazer, a adrenalina do proibido e o amor que tínhamos. Naquele dia, transamos várias vezes até extrairmos nossos desejos mais íntimos, ele tirava pra gozar no meu ventre ou nas costas, nos trocamos e limpamos tudo, já que parte do sofá estava molhada. Não demorou muito até nossos pais chegarem, jantamos e cada um foi pro seu quarto. Desde aquele dia, nossa relação ficou mais ativa e íntima, a gente trocava mensagens apaixonadas, nos tratávamos mais como um casal ou até tomávamos banho juntos às vezes, e bom, quando nossos pais estavam por perto, éramos só dois irmãos que tinham suas diferenças

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