Continuação daquele dia na casa do Salvador, com uma ligação e uma confissão que fez meu mundo desmoronar. Senti o celular dele vibrar e olhei de relance, vi que eram mensagens do Dante. Me assustei e tentei me acalmar, li a notificação: "Fala, irmão... precisamos nos encontrar pra colocar o papo em dia, você com o 'seu' lance e eu com o 'meu'. Você vai cair pra trás quando souber das novidades. Se cuida, cara." Não tentei olhar mais pra não ficar mal, vesti minha calcinha e me levantei pra pegar meu celular, mas não vi nenhuma mensagem do Dante. Só tinha corações e uns emojis de "perfeito" ou "muito bem". Fiquei puta e desliguei o celular. Me vesti e vejo o Salvador saindo do banheiro, barbeado, bem penteado e cheiroso, só coberto com a toalha da cintura pra baixo, torso nu.
Salva: - Oi, gostosa!
Eu: - Oi, Salva...
Ele se aproximou pra me dar um beijo e eu respondi com um beijo seco.
Salva: - Tá bem, gata?
Eu: - Tô, tô... já vou pra casa - enquanto calçava meus sapatos.
Salva: - Mas podia ficar e... - chegou perto de mim e sentou na cama - juro que não sei como fazer pra te deixar ir e como fazer pra que entre nós não tenha rolado nada.
Eu: - Olha, Salvador... sinto que foi um erro ter ficado com você.
Salva: - Nããão... não fala isso... pelo amor de deus... pra mim foi a melhor coisa que aconteceu esse ano e na minha vida.
Eu: - Eu acho o contrário...
Salva: - Não, meu amor - me beijou nos ombros e no pescoço - foi por algum motivo que esse momento maravilhoso rolou entre a gente. Eu precisava disso e você... você também precisou.
Eu sorri sem dizer nada, mas com um sorriso de cúmplice.
Me levantei e ele se levantou junto, me pegou pelas mãos. Ficou bem colado em mim, segurando minhas mãos, entrelaçou nossos dedos, mexendo eles juntos.
Salva: - Eu te amo, Yulita... te amo loucamente, com muita paixão.
Eu: - Você tá me matando com o que tá falando...
Salva: - Mas é verdade, minha linda... minha linda Yulita.
O corpo dele estava bem próximo do meu. O celular dele tocou de novo. Mas ele fez sinal pra eu esperar, olhou pro número e me mandou ficar quieta. Salva: - Fala, irmão... - eu tentei me soltar e ele me parou na hora - sim, sim... tô fazendo umas coisas... o quê?? Agora na minha casa?? Não, não, não tô em casa... tô criando e desenhando na casa dos meus pais. Sim, sim, à noite a gente toma umas. Siiim... - eu me desvencilhei dele - peguei minha bolsa e a chave do carro. E ele veio correndo na minha direção e trancou a porta com o corpo - Fala, boludo... a gente se vê hoje à noite... fala, sim, sim... depois você me conta, agora não dá. Não... não, boludo... é que tô com meu cachorro Charo - eu fiz gestos pra ele, ele sorriu - beleza... tchau, tchau Dante... Eu fiquei completamente vermelha e paralisada. Eu: - Cê tava falando com meu marido?? Salva: - Sim, sim... é que... ele precisa ver uma coisa. Eu: - Não mente pra mim, Salvador... com quem meu marido tá? Salva: - De onde cê tira essas coisas, gostosa? Eu: - Eu mesma vi uma mensagem que ele te mandou, com quem Dante tá me traindo??? Salva: - Se acalma... pelo amor... vai fazer mal pro seu bebê... Eu: - Não, não... quem tá me fazendo mal é ele me traindo e você encobrindo... Vai me contar a verdade ou vai me enrolar? Salva: - Não, meu amor! Isso nunca... eu te amo. E vou te contar, mas pelo seu estado, eu não devia me meter, quer dizer, seu marido devia ser sincero e ser ele a te contar. Eu: - Então é verdade... é verdade que ele me trai. Salva: - Olha... se eu te contar, sei que vai me odiar, mas não dá mais pra esconder. Mas Dante tem transado com mulheres, tipo... senhoras. Eu: - Ele gosta de casadas... que filho da pu... Salva: - Emm... sim, e são senhoras mais velhas que ele... Eu: - Ele come coroas? Ah não, pelo amor de Deus... que nojo... Salva: - Calma... se acalma... não quero que você se estresse... Eu: - Esse idiota eu vou matar... agora entendo tudo... agora faz sentido... Ah, meu Deus... e... ele também come a própria mãe?? Salva: - O quê??? Ah não... sei lá... sei lá... Yo:- Uf... tá bem... sabe o que acontece é que o Dante e a mãe dele são muito próximos e...- me deu ânsia do que eu imaginava e bateu uma vontade de vomitar Salva:- Calma, Yulita... vem no banheiro, vai lá, faz o que precisa fazer e se refresca Fui correndo pro banheiro e tava com ânsia, mas não vomitava, tinha aquela sensação de querer vomitar e não conseguir. Chorava de impotência e vinham mais ânsias. Salvador entrou sem bater e ficou me acariciando enquanto eu chorava de impotência Yo:- Por que... por que ele faz isso comigo??? Salva:- Não sei, linda... vem- pegou na minha mão e me abraçou Yo:- Cê acha que ele transa com...?? Salva:- Shhhhh- colocou o dedo na minha boca- calma... sabe de uma coisa? Acho que você devia ficar aqui, comigo... Yo:- Não, não... vou pra casa dos meus pais ou pra casa da minha irmã... não se preocupa, tô bem Salva:- Não te vejo bem, você tá toda tremendo, muito nervosa... precisa se acalmar... Yo:- Por favor... Salva:- Por favor, eu que peço pra você. Você tá se fazendo mal e fazendo mal pro seu bebê- acariciou minha barriga e sentiu ela mexer- viu? Seu bebê concorda comigo que você devia se acalmar- sorriu pra mim Yo:- Obrigada. Obrigada, mas prefiro ir, não é legal eu voltar e a gente não devia se ver mais... Salva:- Não, não fala isso, Yulita... Yo:- É que eu... eu sou casada, tô esperando um bebê com esse... com esse... nem sei como classificar Salva:- Podia apelidar ele de infeliz!- ele riu e eu sorri. Ele me abraçou pela cintura e minha barriga encostou na dele. Continuou me abraçando, me balançando de um lado pro outro. Eu abracei ele pelos ombros. E olhava pros meus peitos, que ao sentir ele daquele jeito estavam bem duros e excitados, assim como minha buceta que ficava molhada de novo. Uma das mãos dele desceu até minha bunda e me apertou contra ele, começou a massagear e eu soltei um gemido baixinho, ele gemeu no meu ouvido, senti a mão dele roçar minha bunda e enfiar uns dedos dentro da minha calça jeans Acariciar a raba do meu cu. Como não emiti nenhuma palavra nem me neguei, ele continuou enfiando mais fundo e eu me abracei no peito dele, e ele notou minha camiseta molhada com gotas de porra e, sem dizer nada, levantou minha camiseta junto com o sutiã. Desabotoou minha calça e apertava meu cu com desespero enquanto lambia meus peitos, se prendeu como um recém-nascido pra chupar minha porra, fazia isso de um jeito delicado e suave. Degustando, saboreando e engolindo aos poucos aquela porra que saía de mim. De vez em quando me olhava e tinha aquele cruzamento de olhares que buscava uma aprovação, e com um sorriso eu aprovava. Eu gemia cada vez mais forte. Eu: - Aaaaaggghhhhh, Salvador... mmmmmmmmmmmmmm... - meu orgasmo veio com toda a violência e, quando sentiu que eu relaxava, ele aproximou a mão da minha pussy encharcada e colocou na boca dele, e ao ver isso, eu também lambi os dedos dele. Provando meu próprio gosto. Ele ficou estupefato com aquela imagem tão safada, se jogou pra me beijar, passando da boca dele com a saliva o meu próprio suco. Desabotoou a calça e tirou o cock enorme dele, me segurou pelo cu e enfiou até o fundo. Era a primeira vez que me comiam assim, no ar enquanto ele estava de pé. Eu apertava com minhas mãos o cabelo dele com gel, me embriagava com o perfume dele, tão masculino, tão forte. Cheirava e apertava ele com mais força contra meus peitos e meu pescoço. Nossos movimentos voltaram a ter o mesmo ritmo, como sincronizados ao som da paixão e da loucura. Eu estava no clímax total quando o celular dele toca de novo. Eu: - Mmmm... é... é seu telefone, Salva. Ele: - Aghhh.... mmmmmmm... não tô, tô muito ocupado... - continuou me beijando. Eu: - Acho que... acho que ufffff.... ayyyy... mmmmmmm... devia atender... Ele: - Aaaaagggghhh.... uffff nãooo... não agora, tô numa coisa de suma importância e... - me beijava na boca enfiando a língua até o fundo - e eles já vão cansar... não vão me incomodar mais... Depois de um tempo parou de tocar, mas chegaram muitos WhatsApps e mensagens comuns. Foi. andando devagar até o celular comigo em cima e pegou ele, não olhou as mensagens e desligou, jogou no puff perto da cama e nós dois caímos na cama CONTINUA...
Salva: - Oi, gostosa!
Eu: - Oi, Salva...
Ele se aproximou pra me dar um beijo e eu respondi com um beijo seco.
Salva: - Tá bem, gata?
Eu: - Tô, tô... já vou pra casa - enquanto calçava meus sapatos.
Salva: - Mas podia ficar e... - chegou perto de mim e sentou na cama - juro que não sei como fazer pra te deixar ir e como fazer pra que entre nós não tenha rolado nada.
Eu: - Olha, Salvador... sinto que foi um erro ter ficado com você.
Salva: - Nããão... não fala isso... pelo amor de deus... pra mim foi a melhor coisa que aconteceu esse ano e na minha vida.
Eu: - Eu acho o contrário...
Salva: - Não, meu amor - me beijou nos ombros e no pescoço - foi por algum motivo que esse momento maravilhoso rolou entre a gente. Eu precisava disso e você... você também precisou.
Eu sorri sem dizer nada, mas com um sorriso de cúmplice.
Me levantei e ele se levantou junto, me pegou pelas mãos. Ficou bem colado em mim, segurando minhas mãos, entrelaçou nossos dedos, mexendo eles juntos.
Salva: - Eu te amo, Yulita... te amo loucamente, com muita paixão.
Eu: - Você tá me matando com o que tá falando...
Salva: - Mas é verdade, minha linda... minha linda Yulita.
O corpo dele estava bem próximo do meu. O celular dele tocou de novo. Mas ele fez sinal pra eu esperar, olhou pro número e me mandou ficar quieta. Salva: - Fala, irmão... - eu tentei me soltar e ele me parou na hora - sim, sim... tô fazendo umas coisas... o quê?? Agora na minha casa?? Não, não, não tô em casa... tô criando e desenhando na casa dos meus pais. Sim, sim, à noite a gente toma umas. Siiim... - eu me desvencilhei dele - peguei minha bolsa e a chave do carro. E ele veio correndo na minha direção e trancou a porta com o corpo - Fala, boludo... a gente se vê hoje à noite... fala, sim, sim... depois você me conta, agora não dá. Não... não, boludo... é que tô com meu cachorro Charo - eu fiz gestos pra ele, ele sorriu - beleza... tchau, tchau Dante... Eu fiquei completamente vermelha e paralisada. Eu: - Cê tava falando com meu marido?? Salva: - Sim, sim... é que... ele precisa ver uma coisa. Eu: - Não mente pra mim, Salvador... com quem meu marido tá? Salva: - De onde cê tira essas coisas, gostosa? Eu: - Eu mesma vi uma mensagem que ele te mandou, com quem Dante tá me traindo??? Salva: - Se acalma... pelo amor... vai fazer mal pro seu bebê... Eu: - Não, não... quem tá me fazendo mal é ele me traindo e você encobrindo... Vai me contar a verdade ou vai me enrolar? Salva: - Não, meu amor! Isso nunca... eu te amo. E vou te contar, mas pelo seu estado, eu não devia me meter, quer dizer, seu marido devia ser sincero e ser ele a te contar. Eu: - Então é verdade... é verdade que ele me trai. Salva: - Olha... se eu te contar, sei que vai me odiar, mas não dá mais pra esconder. Mas Dante tem transado com mulheres, tipo... senhoras. Eu: - Ele gosta de casadas... que filho da pu... Salva: - Emm... sim, e são senhoras mais velhas que ele... Eu: - Ele come coroas? Ah não, pelo amor de Deus... que nojo... Salva: - Calma... se acalma... não quero que você se estresse... Eu: - Esse idiota eu vou matar... agora entendo tudo... agora faz sentido... Ah, meu Deus... e... ele também come a própria mãe?? Salva: - O quê??? Ah não... sei lá... sei lá... Yo:- Uf... tá bem... sabe o que acontece é que o Dante e a mãe dele são muito próximos e...- me deu ânsia do que eu imaginava e bateu uma vontade de vomitar Salva:- Calma, Yulita... vem no banheiro, vai lá, faz o que precisa fazer e se refresca Fui correndo pro banheiro e tava com ânsia, mas não vomitava, tinha aquela sensação de querer vomitar e não conseguir. Chorava de impotência e vinham mais ânsias. Salvador entrou sem bater e ficou me acariciando enquanto eu chorava de impotência Yo:- Por que... por que ele faz isso comigo??? Salva:- Não sei, linda... vem- pegou na minha mão e me abraçou Yo:- Cê acha que ele transa com...?? Salva:- Shhhhh- colocou o dedo na minha boca- calma... sabe de uma coisa? Acho que você devia ficar aqui, comigo... Yo:- Não, não... vou pra casa dos meus pais ou pra casa da minha irmã... não se preocupa, tô bem Salva:- Não te vejo bem, você tá toda tremendo, muito nervosa... precisa se acalmar... Yo:- Por favor... Salva:- Por favor, eu que peço pra você. Você tá se fazendo mal e fazendo mal pro seu bebê- acariciou minha barriga e sentiu ela mexer- viu? Seu bebê concorda comigo que você devia se acalmar- sorriu pra mim Yo:- Obrigada. Obrigada, mas prefiro ir, não é legal eu voltar e a gente não devia se ver mais... Salva:- Não, não fala isso, Yulita... Yo:- É que eu... eu sou casada, tô esperando um bebê com esse... com esse... nem sei como classificar Salva:- Podia apelidar ele de infeliz!- ele riu e eu sorri. Ele me abraçou pela cintura e minha barriga encostou na dele. Continuou me abraçando, me balançando de um lado pro outro. Eu abracei ele pelos ombros. E olhava pros meus peitos, que ao sentir ele daquele jeito estavam bem duros e excitados, assim como minha buceta que ficava molhada de novo. Uma das mãos dele desceu até minha bunda e me apertou contra ele, começou a massagear e eu soltei um gemido baixinho, ele gemeu no meu ouvido, senti a mão dele roçar minha bunda e enfiar uns dedos dentro da minha calça jeans Acariciar a raba do meu cu. Como não emiti nenhuma palavra nem me neguei, ele continuou enfiando mais fundo e eu me abracei no peito dele, e ele notou minha camiseta molhada com gotas de porra e, sem dizer nada, levantou minha camiseta junto com o sutiã. Desabotoou minha calça e apertava meu cu com desespero enquanto lambia meus peitos, se prendeu como um recém-nascido pra chupar minha porra, fazia isso de um jeito delicado e suave. Degustando, saboreando e engolindo aos poucos aquela porra que saía de mim. De vez em quando me olhava e tinha aquele cruzamento de olhares que buscava uma aprovação, e com um sorriso eu aprovava. Eu gemia cada vez mais forte. Eu: - Aaaaaggghhhhh, Salvador... mmmmmmmmmmmmmm... - meu orgasmo veio com toda a violência e, quando sentiu que eu relaxava, ele aproximou a mão da minha pussy encharcada e colocou na boca dele, e ao ver isso, eu também lambi os dedos dele. Provando meu próprio gosto. Ele ficou estupefato com aquela imagem tão safada, se jogou pra me beijar, passando da boca dele com a saliva o meu próprio suco. Desabotoou a calça e tirou o cock enorme dele, me segurou pelo cu e enfiou até o fundo. Era a primeira vez que me comiam assim, no ar enquanto ele estava de pé. Eu apertava com minhas mãos o cabelo dele com gel, me embriagava com o perfume dele, tão masculino, tão forte. Cheirava e apertava ele com mais força contra meus peitos e meu pescoço. Nossos movimentos voltaram a ter o mesmo ritmo, como sincronizados ao som da paixão e da loucura. Eu estava no clímax total quando o celular dele toca de novo. Eu: - Mmmm... é... é seu telefone, Salva. Ele: - Aghhh.... mmmmmmm... não tô, tô muito ocupado... - continuou me beijando. Eu: - Acho que... acho que ufffff.... ayyyy... mmmmmmm... devia atender... Ele: - Aaaaagggghhh.... uffff nãooo... não agora, tô numa coisa de suma importância e... - me beijava na boca enfiando a língua até o fundo - e eles já vão cansar... não vão me incomodar mais... Depois de um tempo parou de tocar, mas chegaram muitos WhatsApps e mensagens comuns. Foi. andando devagar até o celular comigo em cima e pegou ele, não olhou as mensagens e desligou, jogou no puff perto da cama e nós dois caímos na cama CONTINUA...
1 comentários - Grávida e infiel. Parte 6