Depois do jantar, minha mãe e eu subimos pros nossos quartos e eu me concentrei em processar toda a informação que tinha recebido lendo as conversas dela no celular. Uns minutos depois, ouvi minha mãe falando com alguém, então me escondi pra ver se conseguia escutar alguma coisa.
Mãe: Sim, meu amor, eu sei, também tava com saudade… eu sei, pai, mas cê sabe que tenho que voltar pra casa por causa do meu filho… não, ele não desconfia de nada, fica tranquilo… eu também queria poder passar uma noite contigo… deixa eu ver o que posso fazer… hmm, que safado você é, pai.
Minha mãe soltava risadinhas gostosas enquanto falava com aquele cara.
Mãe: Claro que amanhã a gente também vai se ver… não sei se posso faltar de novo, vou ser mandada embora se continuar assim… mas… tá bom, meu amor, te amo…
Minha mãe desligou e, graças à luz fraca do abajur dela, consegui ver que ela só tava de fio dental, completamente pelada. Ela abriu a gaveta e tirou… UM DILDO! Minha mãe tinha brinquedos sexuais na gaveta? Ela se deitou e abriu as pernas, deixou o dildo de lado e enfiou dois dedos na boca, depois passou a mão por baixo do fio dental e começou a se masturbar. Parecia que minha mãe tinha virado uma ninfomaníaca, será que tava com tanto tesão assim? Os gemidos não demoraram a sair.
Mãe: Aaah… ahhh… ahh… mmhhh…
Minha mãe gemia baixinho enquanto os dedos percorriam a buceta dela, ela tinha se viciado em se tocar, já tinha virado costume.
Mãe: Mmhh… aahhh… ahh… mhhh…
De novo eu fiquei de pau duro, não consegui me segurar e acabei tirando a rola pra fora pra me tocar enquanto via minha mãe se masturbando. De repente, ela pegou o dildo e, enquanto com a mão esquerda se masturbava, com a direita esfregava o dildo por cima do fio dental.
Mãe: mhh… aahh… aahhh… ahhh…
Minha mãe tirou a mão da buceta dela e levou de novo à boca, chupava os dedos como se fosse um doce. Depois pegou o celular e, sem parar de esfregar o dildo na buceta, começou a se gravar. Minha mãe tava cada dia mais… masenloquecida, uns meses atrás eu nunca imaginaria que veria minha mãe assim. Uns segundos depois, minha mãe largou o celular de lado e ficou de quatro na cama, de costas pra porta, baixou a cabeça, se apoiou no travesseiro e tirou a tanga, depois começou a enfiar o dildo que parecia uma pica de pelo menos 25cm de comprimento.
Mãe: Mmhh…mhh…mmhhh…mhhh
Os gemidos da minha mãe eram abafados pelo travesseiro, enquanto ela continuava se fodendo com o dildo, eu tava a mil vendo aquele rabão enorme dela de quatro, os peitos esmagados contra a cama e vendo a buceta dela se abrindo enquanto aquele dildo enorme tava dentro dela, os gemidos só aumentavam o tesão de ver ela naquela posição.
Mãe: Aammhh…não para…continua meu amor aahh…
Minha mãe tava fantasiando, imagino que sobre aquele cara de pica descomunal que fodia ela todo dia, odiava admitir, mas parecia que minha mãe não conseguia mais se separar dele e, mesmo não sendo uma competição, se eu tivesse que escolher, achava que ela largaria tudo por ele. Queria pensar que era algo passageiro, mas algo dentro de mim dizia que isso seria impossível, não sabia o que fazer… será que em breve eu teria que aceitar que aquele sujeito morasse com a gente?
A menos que ele arrumasse outra e se cansasse da minha mãe, mas eu não podia fazer nada, só torcer pra que isso acontecesse, era uma batalha entre meu coração, que queria recuperar minha mãe, e minha mente, que queria continuar curtindo ver minha mãe solta e em situações como essa que tava rolando agora, ver minha mãe implorando pra ele não parar, enquanto pensa que o dildo é ele. De repente, minha mãe tirou o dildo e se deitou de novo, com a respiração ofegante, a mão direita focou na buceta dela enquanto a mão esquerda levou o dildo até a boca e começou a chupar, era uma cena de loucura, ninguém acreditaria que um cara pode ver a própria mãe virar uma ninfomaníaca viciada em sexo. Uns minutos depois, meu Mãe tirou um vibrador da gaveta e guardou o dildo de volta, ligou o vibrador e colocou no clitóris enquanto, com a mão livre, brincava com as próprias tetas. Os gemidos dela eram abafados, mas dessa vez porque ela mordia o lábio. Comecei a sentir que ia gozar, então fui ao banheiro e fiz isso lá pra evitar deixar evidências do que estava acontecendo. Quando terminei, fui me deitar, já que no dia seguinte tinha que acordar cedo pra faculdade.
No dia seguinte, quis tentar rastrear os movimentos da minha mãe de novo. Assim que saí da faculdade, passei no trabalho dela, mas quando cheguei na esquina, vi minha mãe saindo do serviço e entrando num carro vermelho, esportivo. Peguei um táxi e comecei a segui-la. Uns minutos depois, chegamos, e daquele carro desceu o mesmo cara. Ele vestia uma camiseta azul clara e um shorts preto. Abriu a porta e ajudou minha mãe a descer, colou ela nele e começaram a se beijar. Minha mãe abraçou ele pelo pescoço enquanto o cara segurava a cintura dela e, de vez em quando, passava a mão na bunda dela. Depois se separaram, e minha mãe sorriu, mordendo o lábio de um jeito provocante. Os dois caminharam enquanto ele dava tapas na bunda dela. De repente, ele tirou umas chaves e abriu a porta de um apartamento. Os dois entraram, e então percebi que tinha que voltar. Minha mãe, de novo, não chegaria em casa até a noite.
Quando cheguei, me concentrei nas minhas tarefas pra evitar pensar no que minha mãe tava fazendo. Mas não conseguia parar de imaginar minha mãe sendo fodida por aquele homem. Umas horas depois, a noite caiu e eu tava quase terminando minhas tarefas. Minha mãe chegou de novo, e esperei ela entrar no chuveiro pra invadir o quarto dela e ver o que conseguia descobrir. Assim que ouvi a água do chuveiro, fui pro quarto dela e me concentrei na gaveta. Abri e encontrei vários dildos, vibradores de vários tamanhos, cigarros e uma cartela de comprimidos. Quando pesquisei o nome dela na internet, percebi. Qual era a pílula que as mulheres usam pra evitar gravidez, imagino que aquele homem gozava dentro da minha mãe. Já tinha lido antes nos chats dela que ela dizia que seria bom usar camisinha, mas ele falava que não ia colocar nada. Encontrei plugs anais e depois peguei o celular dele, continuei lendo o chat com a Carla, a amiga dela, e achei áudios. Quando comecei a ouvir, minha mãe contava tudo que tinha planejado e a amiga respondia que era pra ela aproveitar, que queria ter alguém que comesse ela gostoso e que o marido dela era um pau curto que nunca satisfazia ela. Minha mãe respondia que ele era a melhor coisa que tinha acontecido na vida dela, porque quando estava com meu pai também sofria com isso. Depois dizia que morria de vontade de passar a noite com aquele cara, mas que por minha causa não podia.
Meu coração batia a mil por hora com toda a informação que tinha recebido e também pelo medo da minha mãe terminar o banho. Enquanto continuava lendo, ela dizia que já era hora de escolher entre o amor de mãe e o amor por aquele cara. Minha mãe não respondeu mais, então fui pro chat daquele sujeito e ela perguntava quando ele saía do trabalho, e ele respondia que já tava chegando. Também dizia que já tinha tudo pronto pra aquela noite, e minha mãe respondia que estava usando a lingerie que ele tanto gostava. Mas aí a água do chuveiro parou de novo, então deixei tudo como tinha encontrado e fui pro meu quarto. Meu coração continuava batendo a mil por hora e minhas lágrimas lutavam pra sair, mas não queria parecer fraco, então tentei disfarçar enquanto arrumava minhas coisas pro dia seguinte. Minha mãe entrou no quarto e me cumprimentou com um abraço. Forcei um sorriso e devolvi o abraço, mas ela percebeu.
Mãe: O que você tem, amor? Teve um dia ruim na escola?
— Não, mãe, não se preocupa, só tô cansado.
Mãe: Já jantou, amor?
— Não, mãe, vamos.
Mãe: Amor, eu já jantei, mas vai você. Eu preciso deitar, amanhã. Preciso acordar cedo pra trabalhar.
Minha mãe já tinha jantado? Agora eu tinha que jantar sozinho, parecia que não bastava passar o dia inteiro sozinho...
Mãe: Sim, meu amor, eu sei, também tava com saudade… eu sei, pai, mas cê sabe que tenho que voltar pra casa por causa do meu filho… não, ele não desconfia de nada, fica tranquilo… eu também queria poder passar uma noite contigo… deixa eu ver o que posso fazer… hmm, que safado você é, pai.
Minha mãe soltava risadinhas gostosas enquanto falava com aquele cara.
Mãe: Claro que amanhã a gente também vai se ver… não sei se posso faltar de novo, vou ser mandada embora se continuar assim… mas… tá bom, meu amor, te amo…
Minha mãe desligou e, graças à luz fraca do abajur dela, consegui ver que ela só tava de fio dental, completamente pelada. Ela abriu a gaveta e tirou… UM DILDO! Minha mãe tinha brinquedos sexuais na gaveta? Ela se deitou e abriu as pernas, deixou o dildo de lado e enfiou dois dedos na boca, depois passou a mão por baixo do fio dental e começou a se masturbar. Parecia que minha mãe tinha virado uma ninfomaníaca, será que tava com tanto tesão assim? Os gemidos não demoraram a sair.
Mãe: Aaah… ahhh… ahh… mmhhh…
Minha mãe gemia baixinho enquanto os dedos percorriam a buceta dela, ela tinha se viciado em se tocar, já tinha virado costume.
Mãe: Mmhh… aahhh… ahh… mhhh…
De novo eu fiquei de pau duro, não consegui me segurar e acabei tirando a rola pra fora pra me tocar enquanto via minha mãe se masturbando. De repente, ela pegou o dildo e, enquanto com a mão esquerda se masturbava, com a direita esfregava o dildo por cima do fio dental.
Mãe: mhh… aahh… aahhh… ahhh…
Minha mãe tirou a mão da buceta dela e levou de novo à boca, chupava os dedos como se fosse um doce. Depois pegou o celular e, sem parar de esfregar o dildo na buceta, começou a se gravar. Minha mãe tava cada dia mais… masenloquecida, uns meses atrás eu nunca imaginaria que veria minha mãe assim. Uns segundos depois, minha mãe largou o celular de lado e ficou de quatro na cama, de costas pra porta, baixou a cabeça, se apoiou no travesseiro e tirou a tanga, depois começou a enfiar o dildo que parecia uma pica de pelo menos 25cm de comprimento.
Mãe: Mmhh…mhh…mmhhh…mhhh
Os gemidos da minha mãe eram abafados pelo travesseiro, enquanto ela continuava se fodendo com o dildo, eu tava a mil vendo aquele rabão enorme dela de quatro, os peitos esmagados contra a cama e vendo a buceta dela se abrindo enquanto aquele dildo enorme tava dentro dela, os gemidos só aumentavam o tesão de ver ela naquela posição.
Mãe: Aammhh…não para…continua meu amor aahh…
Minha mãe tava fantasiando, imagino que sobre aquele cara de pica descomunal que fodia ela todo dia, odiava admitir, mas parecia que minha mãe não conseguia mais se separar dele e, mesmo não sendo uma competição, se eu tivesse que escolher, achava que ela largaria tudo por ele. Queria pensar que era algo passageiro, mas algo dentro de mim dizia que isso seria impossível, não sabia o que fazer… será que em breve eu teria que aceitar que aquele sujeito morasse com a gente?
A menos que ele arrumasse outra e se cansasse da minha mãe, mas eu não podia fazer nada, só torcer pra que isso acontecesse, era uma batalha entre meu coração, que queria recuperar minha mãe, e minha mente, que queria continuar curtindo ver minha mãe solta e em situações como essa que tava rolando agora, ver minha mãe implorando pra ele não parar, enquanto pensa que o dildo é ele. De repente, minha mãe tirou o dildo e se deitou de novo, com a respiração ofegante, a mão direita focou na buceta dela enquanto a mão esquerda levou o dildo até a boca e começou a chupar, era uma cena de loucura, ninguém acreditaria que um cara pode ver a própria mãe virar uma ninfomaníaca viciada em sexo. Uns minutos depois, meu Mãe tirou um vibrador da gaveta e guardou o dildo de volta, ligou o vibrador e colocou no clitóris enquanto, com a mão livre, brincava com as próprias tetas. Os gemidos dela eram abafados, mas dessa vez porque ela mordia o lábio. Comecei a sentir que ia gozar, então fui ao banheiro e fiz isso lá pra evitar deixar evidências do que estava acontecendo. Quando terminei, fui me deitar, já que no dia seguinte tinha que acordar cedo pra faculdade.
No dia seguinte, quis tentar rastrear os movimentos da minha mãe de novo. Assim que saí da faculdade, passei no trabalho dela, mas quando cheguei na esquina, vi minha mãe saindo do serviço e entrando num carro vermelho, esportivo. Peguei um táxi e comecei a segui-la. Uns minutos depois, chegamos, e daquele carro desceu o mesmo cara. Ele vestia uma camiseta azul clara e um shorts preto. Abriu a porta e ajudou minha mãe a descer, colou ela nele e começaram a se beijar. Minha mãe abraçou ele pelo pescoço enquanto o cara segurava a cintura dela e, de vez em quando, passava a mão na bunda dela. Depois se separaram, e minha mãe sorriu, mordendo o lábio de um jeito provocante. Os dois caminharam enquanto ele dava tapas na bunda dela. De repente, ele tirou umas chaves e abriu a porta de um apartamento. Os dois entraram, e então percebi que tinha que voltar. Minha mãe, de novo, não chegaria em casa até a noite.
Quando cheguei, me concentrei nas minhas tarefas pra evitar pensar no que minha mãe tava fazendo. Mas não conseguia parar de imaginar minha mãe sendo fodida por aquele homem. Umas horas depois, a noite caiu e eu tava quase terminando minhas tarefas. Minha mãe chegou de novo, e esperei ela entrar no chuveiro pra invadir o quarto dela e ver o que conseguia descobrir. Assim que ouvi a água do chuveiro, fui pro quarto dela e me concentrei na gaveta. Abri e encontrei vários dildos, vibradores de vários tamanhos, cigarros e uma cartela de comprimidos. Quando pesquisei o nome dela na internet, percebi. Qual era a pílula que as mulheres usam pra evitar gravidez, imagino que aquele homem gozava dentro da minha mãe. Já tinha lido antes nos chats dela que ela dizia que seria bom usar camisinha, mas ele falava que não ia colocar nada. Encontrei plugs anais e depois peguei o celular dele, continuei lendo o chat com a Carla, a amiga dela, e achei áudios. Quando comecei a ouvir, minha mãe contava tudo que tinha planejado e a amiga respondia que era pra ela aproveitar, que queria ter alguém que comesse ela gostoso e que o marido dela era um pau curto que nunca satisfazia ela. Minha mãe respondia que ele era a melhor coisa que tinha acontecido na vida dela, porque quando estava com meu pai também sofria com isso. Depois dizia que morria de vontade de passar a noite com aquele cara, mas que por minha causa não podia.
Meu coração batia a mil por hora com toda a informação que tinha recebido e também pelo medo da minha mãe terminar o banho. Enquanto continuava lendo, ela dizia que já era hora de escolher entre o amor de mãe e o amor por aquele cara. Minha mãe não respondeu mais, então fui pro chat daquele sujeito e ela perguntava quando ele saía do trabalho, e ele respondia que já tava chegando. Também dizia que já tinha tudo pronto pra aquela noite, e minha mãe respondia que estava usando a lingerie que ele tanto gostava. Mas aí a água do chuveiro parou de novo, então deixei tudo como tinha encontrado e fui pro meu quarto. Meu coração continuava batendo a mil por hora e minhas lágrimas lutavam pra sair, mas não queria parecer fraco, então tentei disfarçar enquanto arrumava minhas coisas pro dia seguinte. Minha mãe entrou no quarto e me cumprimentou com um abraço. Forcei um sorriso e devolvi o abraço, mas ela percebeu.
Mãe: O que você tem, amor? Teve um dia ruim na escola?
— Não, mãe, não se preocupa, só tô cansado.
Mãe: Já jantou, amor?
— Não, mãe, vamos.
Mãe: Amor, eu já jantei, mas vai você. Eu preciso deitar, amanhã. Preciso acordar cedo pra trabalhar.
Minha mãe já tinha jantado? Agora eu tinha que jantar sozinho, parecia que não bastava passar o dia inteiro sozinho...
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