Aqui vai a última parte dessa história, espero que curta!
No dia seguinte, acordo com uma mensagem dela: "O grupo foi foda, avançamos pra caralho. Quando a gente se encontra de novo?" Respondi que hoje não dava porque meu primo tinha vindo me visitar lá da minha cidade e ia ficar uns dias. "Ele não anima de entrar no grupo? Fala pra ele que vai se divertir" — respondeu ela, safada, e me deixou de cabeça quente. Fiquei pensando como ela podia ser tão piranha, amava isso. Óbvio que falei com meu primo e ele também adorou a ideia.
Organizamos outro encontro pra esse mesmo dia. Ela disse que de tarde não dava porque tinha que resolver umas paradas com o marido, mas que às 7 dava um pulo quando fosse pra academia.
Ainara chegou no apê naquela tardizinha com outra energia. Não trouxe caderno nem mochila, só uma bolsa pequena e um olhar cheio de malícia. Assim que abriu a porta, percebi que por baixo do casaco ela usava uma camiseta curtíssima que mal cobria os peitos, e um conjunto de lingerie preta de renda que dava pra ver por baixo de uma legging justa. Dava pra ver que ela vinha com vontade.
Meu primo já tava lá, sentado meio nervoso no sofá. Quando ela viu ele, sorriu com safadeza.
— Então você é o primo famoso… — falou enquanto tirava o casaco e mostrava aquela barriga enorme, redonda, linda. Tava imponente. A legging tava bem subida, mas a barriga ficava à mostra sem ela fazer força.
Não disse mais nada. Andou até o meio da sala, ajoelhou e fez sinal pra gente chegar perto. A gente obedeceu, e ela baixou nossas calças, primeiro a minha e depois a do meu primo. Nenhum dos dois acreditava no que tava rolando. Uma grávida gostosa, morena, de olhos verdes com uma barrigona, prestes a chupar nossas picas ao mesmo tempo.
— Tava morrendo de vontade de ver essas duas picas juntas! Parece que pica grossa é de família… — disse antes de enfiar a minha na boca, enquanto batia uma pro meu primo com a outra mão. O pau do meu primo era um pouquinho menor que o meu, mas igual grosso.
A gente intercalava. Eu chupava o dele enquanto me masturbava. Ela ajeitava a barriga com uma mão, como se pesasse, mas na real parecia estar adorando a cena. Ficava olhando pra gente com aqueles olhos verdes cheios de tesão. Às vezes parava e olhava pra nós dois. Dava batidinhas na língua e no rosto com as picas.
—Olha só o que vocês me fazem… tô tão molhada que minha buceta tá escorrendo —disse ela, mordendo o lábio enquanto começava a tirar a roupa. A gente com as picas duras pra caralho.
Ela se levantou com dificuldade, e meu primo ajudou dando a mão. —Ai que cavalheiro, meu amor, vai me comer primeiro —falou. Meu primo ficou mudo.
Ela se ajoelhou de quatro no sofá. A barriga dela balançava um pouco, pesada. Virou pro meu primo e apressou: —Vai, gato, tá esperando o quê? Que eu pare um filho?
Meu primo chegou rápido e encostou o pau na buceta dela, que já tava super molhada, e o pau entrou de uma vez, tava toda aberta e melada. Eu fiquei do lado pra ela continuar chupando o meu pau.
—Assim, me come forte… tô adorandoooo
Eu não conseguia parar de olhar como a barriga dela se mexia a cada metida. Ela acariciava a própria barriga, com a outra mão apertava um peito.
A gente trocou. Meu primo ficou no meu lugar, e eu fiquei atrás dela, mas cuspi na bunda dela e comecei a entrar devagar, ela adorou. Ela continuou de quatro, agora recebendo na bunda enquanto chupava gostoso o pau do meu primo, gemendo de boca cheia. Ela adorava estar assim: usada, desejada, olhada. De vez em quando pegava na minha mão e fazia eu tocar a barriga dela.
—Sente… tá toda dura… não é linda? —sussurrava entre gemidos.
Aí veio a parte mais intensa.
—Quero que vocês me comam os dois ao mesmo tempo. Vai, um de cada lado. Não me deixem na mão —ordenou.
Meu primo sentou no sofá, ela subiu em cima dele, de frente. A barriga enorme dela ficou entre os dois, como uma montanha quente que separava eles. acomodou a pica do meu primo dentro da buceta linda dela e me olhou com aquele olhar que eu já conhecia.
—Vai, Matías. Arrebenta bem o meu cu, mas com vontade, hein!
Não falei nada, mas me posicionei atrás. Usei mais saliva e enfiei de uma vez. O gemido que ela soltou foi entre prazer e loucura. Ela tava completamente cheia, respirando ofegante, o corpo tremendo.
Ela se mexia muito com as minhas picaças, e meu primo, com a força dele, levantava ela a cada estocada. Ela se tocava enquanto a gente tava enfiado nela, e os peitos dela gotejavam porra em cima do meu primo, que fazia um esforço sobre-humano pra coordenar meter e chupar os peitos dela ao mesmo tempo. Era uma imagem bestial: aquela mulher grávida, montada no meu primo, com minha pica enterrada no cu dela, os três gemendo, se movendo juntos. Ela tava encharcada.
Quando já não aguentávamos mais, ela olhou pra gente com fogo nos olhos e disse:
—Quero que encham meus peitos e minha barriga. Quero tudo escorrendo de porra.
Ela desceu devagar, sentou no sofá na nossa frente, com aqueles peitos lindos de fora, redondos, grandes, com os bicos molhados e duros. Se recostou pra trás, deixando aquela barriga enorme bem à vista, brilhando de suor e porra dos peitos dela, enquanto se acariciava com uma mão e se abria com a outra.
Ela olhava pra gente, provocava.
—Vai… gozem em cima de mim como se eu fosse uma puta.
Não precisou de mais nada. Meu primo foi primeiro, encheu os peitos dela com jorros longos e quentes. Eu explodi segundos depois, apontando direto pra boca dela, lugar onde acumulei quase toda a minha porra, deixando escorrer em cima dos peitos e da barriga depois. O sêmen escorria entre as dobras dela, entre o umbigo, descendo até a buceta molhada.
Ela suspirava, sorrindo. Se tocava nos bicos dos peitos, esfregava a porra como se fosse creme, de novo…
—Olha o que vocês fizeram comigo, garotos. Olha como me deixaram. Assim vale a pena estudar em grupo…
Ela olhou o celular: —Ah, tenho que ir, meu marido vai desconfiar se eu não voltar logo.
Ela se despediu da gente com um beijo de língua em cada um, se vestiu rápido (de novo sem lavar) e foi embora. Com meu primo pedimos algo pra comer, compramos umas cervejas e ficamos conversando sobre tudo que tinha rolado, ainda sem acreditar.
O melhor de tudo foi no dia seguinte, ao meio-dia, quando acordei e vi a postagem dela no Instagram: o filho dela tinha nascido... FIM
Espero que tenham gostado! A história real não foi tão assim, mas enfim, com uns detalhes a mais fica mais gostosa!
No dia seguinte, acordo com uma mensagem dela: "O grupo foi foda, avançamos pra caralho. Quando a gente se encontra de novo?" Respondi que hoje não dava porque meu primo tinha vindo me visitar lá da minha cidade e ia ficar uns dias. "Ele não anima de entrar no grupo? Fala pra ele que vai se divertir" — respondeu ela, safada, e me deixou de cabeça quente. Fiquei pensando como ela podia ser tão piranha, amava isso. Óbvio que falei com meu primo e ele também adorou a ideia.
Organizamos outro encontro pra esse mesmo dia. Ela disse que de tarde não dava porque tinha que resolver umas paradas com o marido, mas que às 7 dava um pulo quando fosse pra academia.
Ainara chegou no apê naquela tardizinha com outra energia. Não trouxe caderno nem mochila, só uma bolsa pequena e um olhar cheio de malícia. Assim que abriu a porta, percebi que por baixo do casaco ela usava uma camiseta curtíssima que mal cobria os peitos, e um conjunto de lingerie preta de renda que dava pra ver por baixo de uma legging justa. Dava pra ver que ela vinha com vontade.
Meu primo já tava lá, sentado meio nervoso no sofá. Quando ela viu ele, sorriu com safadeza.
— Então você é o primo famoso… — falou enquanto tirava o casaco e mostrava aquela barriga enorme, redonda, linda. Tava imponente. A legging tava bem subida, mas a barriga ficava à mostra sem ela fazer força.
Não disse mais nada. Andou até o meio da sala, ajoelhou e fez sinal pra gente chegar perto. A gente obedeceu, e ela baixou nossas calças, primeiro a minha e depois a do meu primo. Nenhum dos dois acreditava no que tava rolando. Uma grávida gostosa, morena, de olhos verdes com uma barrigona, prestes a chupar nossas picas ao mesmo tempo.
— Tava morrendo de vontade de ver essas duas picas juntas! Parece que pica grossa é de família… — disse antes de enfiar a minha na boca, enquanto batia uma pro meu primo com a outra mão. O pau do meu primo era um pouquinho menor que o meu, mas igual grosso.
A gente intercalava. Eu chupava o dele enquanto me masturbava. Ela ajeitava a barriga com uma mão, como se pesasse, mas na real parecia estar adorando a cena. Ficava olhando pra gente com aqueles olhos verdes cheios de tesão. Às vezes parava e olhava pra nós dois. Dava batidinhas na língua e no rosto com as picas.
—Olha só o que vocês me fazem… tô tão molhada que minha buceta tá escorrendo —disse ela, mordendo o lábio enquanto começava a tirar a roupa. A gente com as picas duras pra caralho.
Ela se levantou com dificuldade, e meu primo ajudou dando a mão. —Ai que cavalheiro, meu amor, vai me comer primeiro —falou. Meu primo ficou mudo.
Ela se ajoelhou de quatro no sofá. A barriga dela balançava um pouco, pesada. Virou pro meu primo e apressou: —Vai, gato, tá esperando o quê? Que eu pare um filho?
Meu primo chegou rápido e encostou o pau na buceta dela, que já tava super molhada, e o pau entrou de uma vez, tava toda aberta e melada. Eu fiquei do lado pra ela continuar chupando o meu pau.
—Assim, me come forte… tô adorandoooo
Eu não conseguia parar de olhar como a barriga dela se mexia a cada metida. Ela acariciava a própria barriga, com a outra mão apertava um peito.
A gente trocou. Meu primo ficou no meu lugar, e eu fiquei atrás dela, mas cuspi na bunda dela e comecei a entrar devagar, ela adorou. Ela continuou de quatro, agora recebendo na bunda enquanto chupava gostoso o pau do meu primo, gemendo de boca cheia. Ela adorava estar assim: usada, desejada, olhada. De vez em quando pegava na minha mão e fazia eu tocar a barriga dela.
—Sente… tá toda dura… não é linda? —sussurrava entre gemidos.
Aí veio a parte mais intensa.
—Quero que vocês me comam os dois ao mesmo tempo. Vai, um de cada lado. Não me deixem na mão —ordenou.
Meu primo sentou no sofá, ela subiu em cima dele, de frente. A barriga enorme dela ficou entre os dois, como uma montanha quente que separava eles. acomodou a pica do meu primo dentro da buceta linda dela e me olhou com aquele olhar que eu já conhecia.
—Vai, Matías. Arrebenta bem o meu cu, mas com vontade, hein!
Não falei nada, mas me posicionei atrás. Usei mais saliva e enfiei de uma vez. O gemido que ela soltou foi entre prazer e loucura. Ela tava completamente cheia, respirando ofegante, o corpo tremendo.
Ela se mexia muito com as minhas picaças, e meu primo, com a força dele, levantava ela a cada estocada. Ela se tocava enquanto a gente tava enfiado nela, e os peitos dela gotejavam porra em cima do meu primo, que fazia um esforço sobre-humano pra coordenar meter e chupar os peitos dela ao mesmo tempo. Era uma imagem bestial: aquela mulher grávida, montada no meu primo, com minha pica enterrada no cu dela, os três gemendo, se movendo juntos. Ela tava encharcada.
Quando já não aguentávamos mais, ela olhou pra gente com fogo nos olhos e disse:
—Quero que encham meus peitos e minha barriga. Quero tudo escorrendo de porra.
Ela desceu devagar, sentou no sofá na nossa frente, com aqueles peitos lindos de fora, redondos, grandes, com os bicos molhados e duros. Se recostou pra trás, deixando aquela barriga enorme bem à vista, brilhando de suor e porra dos peitos dela, enquanto se acariciava com uma mão e se abria com a outra.
Ela olhava pra gente, provocava.
—Vai… gozem em cima de mim como se eu fosse uma puta.
Não precisou de mais nada. Meu primo foi primeiro, encheu os peitos dela com jorros longos e quentes. Eu explodi segundos depois, apontando direto pra boca dela, lugar onde acumulei quase toda a minha porra, deixando escorrer em cima dos peitos e da barriga depois. O sêmen escorria entre as dobras dela, entre o umbigo, descendo até a buceta molhada.
Ela suspirava, sorrindo. Se tocava nos bicos dos peitos, esfregava a porra como se fosse creme, de novo…
—Olha o que vocês fizeram comigo, garotos. Olha como me deixaram. Assim vale a pena estudar em grupo…
Ela olhou o celular: —Ah, tenho que ir, meu marido vai desconfiar se eu não voltar logo.
Ela se despediu da gente com um beijo de língua em cada um, se vestiu rápido (de novo sem lavar) e foi embora. Com meu primo pedimos algo pra comer, compramos umas cervejas e ficamos conversando sobre tudo que tinha rolado, ainda sem acreditar.
O melhor de tudo foi no dia seguinte, ao meio-dia, quando acordei e vi a postagem dela no Instagram: o filho dela tinha nascido... FIM
Espero que tenham gostado! A história real não foi tão assim, mas enfim, com uns detalhes a mais fica mais gostosa!
2 comentários - A barriguda da facul III (final)