Nico enfiou a chave na fechadura.
Girou.
E entrou.O cheiro de sexo bateu de frente nele.Aquele cheiro denso, pesado, mistura de suor e fluidos.
—Lu? —chamou, mesmo já sabendo.
Da cozinha, ela saiu.Cabelo preso num coque apressado, calcinha vestida, sem camisa, com o sutiã pendurado num peito.Sorria tranquila.
Como se nada fosse.
—Oi, meu amor.
Já chegou.
Atrás, o Fede.De cueca, descalço, com a pele brilhando.
Como se tivesse acabado de sair de cima dela.— O que cê tá fazendo, irmão?
— O que cê tá fazendo aqui?
Lu respondeu por ele:
— Veio me visitar.
Pra me fazer companhia…
e já que a gente tava sozinho, bom…Dei a ela o que ela pediu.
De novo.Nico não conseguia disfarçar.O pau já começava a responder.
E a garganta dela secava.— Você viu ele antes de entrar? — perguntou Lu.
— Vi…
— E o que você achou?
— Que eu queria ter chegado antes — disse Nico, sincero.
Fede se aproximou, sem vestir nada por cima.O pau meio duro, pesado, ainda molhado.
Com aquela atitude de safado que já não pede mais licença.—Ainda não fui embora —disse ele—.
E me parece que ainda falta um pouquinho.Mas dessa vez eu quero algo diferente.
Quero que você veja isso de mais perto.
Que sirva.
Que esteja.Lu sentou na bancada.
Abriu as pernas.Escorria.
E sorria.—Tá afim, Nico?
Tá afim de ficar bem pertinho quando ele gozar de novo?
De segurar o olhar dele enquanto ele me olha gozar?
Nico engoliu seco.
Se aproximou.
Sentou.
E olhou.Ela não disse não.
Porque por dentro…
era puro sim.
Girou.
E entrou.O cheiro de sexo bateu de frente nele.Aquele cheiro denso, pesado, mistura de suor e fluidos.
—Lu? —chamou, mesmo já sabendo.
Da cozinha, ela saiu.Cabelo preso num coque apressado, calcinha vestida, sem camisa, com o sutiã pendurado num peito.Sorria tranquila.
Como se nada fosse.
—Oi, meu amor.
Já chegou.
Atrás, o Fede.De cueca, descalço, com a pele brilhando.
Como se tivesse acabado de sair de cima dela.— O que cê tá fazendo, irmão?
— O que cê tá fazendo aqui?
Lu respondeu por ele:
— Veio me visitar.
Pra me fazer companhia…
e já que a gente tava sozinho, bom…Dei a ela o que ela pediu.
De novo.Nico não conseguia disfarçar.O pau já começava a responder.
E a garganta dela secava.— Você viu ele antes de entrar? — perguntou Lu.
— Vi…
— E o que você achou?
— Que eu queria ter chegado antes — disse Nico, sincero.
Fede se aproximou, sem vestir nada por cima.O pau meio duro, pesado, ainda molhado.
Com aquela atitude de safado que já não pede mais licença.—Ainda não fui embora —disse ele—.
E me parece que ainda falta um pouquinho.Mas dessa vez eu quero algo diferente.
Quero que você veja isso de mais perto.
Que sirva.
Que esteja.Lu sentou na bancada.
Abriu as pernas.Escorria.
E sorria.—Tá afim, Nico?
Tá afim de ficar bem pertinho quando ele gozar de novo?
De segurar o olhar dele enquanto ele me olha gozar?
Nico engoliu seco.
Se aproximou.
Sentou.
E olhou.Ela não disse não.
Porque por dentro…
era puro sim.
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