Combinamos que numa sexta a gente ia tomar uns drinks e depois continuar a festa nós três no apartamento da Flor; igual nos velhos tempos das nossas pijamadas; já sabe, fofoca, zoação e comer que nem loucas; só que agora a gente ia dar um tempero a mais no encontro. Pra isso, tanto eu quanto a Ana combinamos de falar com nossos parceiros pra eles saberem onde a gente ia estar, porque muito provavelmente não íamos dormir em casa naquela noite. Nenhuma de nós duas teve problema, porque nossos parceiros nos conhecem e sabem que minhas amigas e eu somos mais irmãs do que amigas.
Fomos pra um bar comemorar. Compramos uma garrafa e ficamos ouvindo música, dançando e fazendo bagunça até quase uma da manhã. Como a gente tava sozinha, não faltaram uns caras legais querendo ficar bem perto da gente, mas a verdade é que até aquele momento não tava nos nossos planos.
Saímos do bar e fomos direto comprar outra garrafa pra continuar a festa no apartamento da Flor. Já lá, a gente conversou sobre nossas coisas, nossas intimidades, e aí surgiu a ideia; pesquisamos na internet um site de strippers e pedimos o serviço de dois caras pra dar um clima no rolê. E, de fato, em meia hora eles já estavam lá, mas antes deles chegarem, a gente fez a Flor ficar bem gostosa pro momento. Ela não é muito gordinha, digamos; ela é mais cheinha, mas isso não impedia dela também provar o mel de outro macho antes de casar.
Ela vestiu uma camisola transparente sem calcinha; dava pra ver os peitos dela claramente. Eu e a Ana ficamos do jeito que a gente tava. A Ana tava com uma calça jeans super apertada, e dava pra ver uma bunda muito bonita, firme e redonda; Eu tava com uma minissaia, uma blusa justa e salto alto. Só que além disso, eu tinha colocado umas meias cor champanhe com silicone que apertavam na parte de cima das coxas, quase perto da virilha. Quando os caras chegaram, eu e a Ana explicamos qual era a parada e que queríamos que tratassem bem elas, especialmente ela. E foi o que fizeram. Colocamos música e começaram a dançar pra ela, a seduzir, a apalpar, e a Flor tava encantada. Como era de se esperar, tanto eu quanto a Ana, sempre que dava chance, tentávamos acariciar os caras, especialmente as bundas deles, estavam divinas.
Um deles falou pra gente: "Se quiserem, pra ficar tudo parelho, posso chamar um amigo, isso vai ser de graça pra vocês." Eu e a Ana nos olhamos nos olhos com muita safadeza e aceitamos, estávamos fascinadas.
Demorou uns 25 ou 30 minutos pro outro chegar e, uau, agora sim, estávamos completos. Nessa altura, a Flor tava tão excitada que não aguentou mais e acabou levando um dos caras pro quarto dela. Ficamos na sala eu, a Ana e os outros dois caras; eles continuaram dançando e, 10 minutos depois, estavam completamente pelados.
Eles mexiam o corpo na nossa frente, os músculos pulavam, os cocks balançavam no ritmo da música e passavam bem perto da nossa cara, da boca, como se estivessem oferecendo. Falei pra Ana: "E aí, vamos?" Ela respondeu: "Vamos."
Peguei um deles pela mão e levei pro outro quarto; na sala só ficaram a Ana e o outro stripper.
Com muita habilidade, ele me pegou pela mão e me deitou na cama; abriu minhas pernas, começou a chupar minha pussy por cima da calcinha fio dental e depois tirou ela. Me dava umas mordidinhas no clitóris que eu tava quase gozando.
Tirei a roupa, só fiquei com as meias. Ele me pegou pela cintura e disse: "Fica de putinha, assim que eu quero te comer." Fiquei de quatro na cama, ele tirou uma camisinha da calça e pediu pra eu colocar com a boca, bem obediente aceitei. Ele se posicionou atrás de mim e, aos poucos, foi enfiando o cock até eu sentir a cabecinha entrar; depois de uma única estocada, meteu tudo de uma vez; a verdade é que ele era uma delícia; grosso, mais que o do meu marido e ainda mais comprida. Primeiro ele me segurou pelos quadris e começou a se mover de um jeito que parecia um expert no que fazia. Os movimentos dele ficaram mais rápidos e eu comecei a ofegar. Ele disse: "Quero ouvir como as putas fazem quando tão sendo comidas, quero que você latir e se comporte como a vadia que você é." As palavras dele, longe de me ofender, me excitavam ainda mais. Comecei a latir e gemer. Quando eu fazia isso, sentia as estocadas dele mais fortes, aí entendi. Continuei latindo e gemendo, então ele me puxou pelo cabelo pra trás, enquanto empurrava o corpo pra frente e eu sentia a rola dele inteira até meus ovários. Depois ele saiu, me deitou na cama, pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele. Ele perguntou: "Você gosta da minha rola?" E eu respondi: "Adoro, por favor, me come mais, não sai; deixa eu ser sua puta, é só isso que eu quero." Quando ele disse: "Você é casada?" "Sim", respondi, "mas ele não me fode como você." De novo ele me colocou de quatro, primeiro enfiou um dedo, depois cuspiu no meu cu e bem devagar foi me comendo pelo cu. Eu sentia que tava me partindo ao meio, mas tava tão excitada que não queria que ele parasse. Depois de umas cinco estocadas, ele saiu de mim, tirou a camisinha e enfiou a rola na minha boca. Gozou jorrando porra. Eu não soltei até ele derramar a última gota de porra, deixei ele vazio.
Fomos pra um bar comemorar. Compramos uma garrafa e ficamos ouvindo música, dançando e fazendo bagunça até quase uma da manhã. Como a gente tava sozinha, não faltaram uns caras legais querendo ficar bem perto da gente, mas a verdade é que até aquele momento não tava nos nossos planos.
Saímos do bar e fomos direto comprar outra garrafa pra continuar a festa no apartamento da Flor. Já lá, a gente conversou sobre nossas coisas, nossas intimidades, e aí surgiu a ideia; pesquisamos na internet um site de strippers e pedimos o serviço de dois caras pra dar um clima no rolê. E, de fato, em meia hora eles já estavam lá, mas antes deles chegarem, a gente fez a Flor ficar bem gostosa pro momento. Ela não é muito gordinha, digamos; ela é mais cheinha, mas isso não impedia dela também provar o mel de outro macho antes de casar.
Ela vestiu uma camisola transparente sem calcinha; dava pra ver os peitos dela claramente. Eu e a Ana ficamos do jeito que a gente tava. A Ana tava com uma calça jeans super apertada, e dava pra ver uma bunda muito bonita, firme e redonda; Eu tava com uma minissaia, uma blusa justa e salto alto. Só que além disso, eu tinha colocado umas meias cor champanhe com silicone que apertavam na parte de cima das coxas, quase perto da virilha. Quando os caras chegaram, eu e a Ana explicamos qual era a parada e que queríamos que tratassem bem elas, especialmente ela. E foi o que fizeram. Colocamos música e começaram a dançar pra ela, a seduzir, a apalpar, e a Flor tava encantada. Como era de se esperar, tanto eu quanto a Ana, sempre que dava chance, tentávamos acariciar os caras, especialmente as bundas deles, estavam divinas.
Um deles falou pra gente: "Se quiserem, pra ficar tudo parelho, posso chamar um amigo, isso vai ser de graça pra vocês." Eu e a Ana nos olhamos nos olhos com muita safadeza e aceitamos, estávamos fascinadas.
Demorou uns 25 ou 30 minutos pro outro chegar e, uau, agora sim, estávamos completos. Nessa altura, a Flor tava tão excitada que não aguentou mais e acabou levando um dos caras pro quarto dela. Ficamos na sala eu, a Ana e os outros dois caras; eles continuaram dançando e, 10 minutos depois, estavam completamente pelados.
Eles mexiam o corpo na nossa frente, os músculos pulavam, os cocks balançavam no ritmo da música e passavam bem perto da nossa cara, da boca, como se estivessem oferecendo. Falei pra Ana: "E aí, vamos?" Ela respondeu: "Vamos."
Peguei um deles pela mão e levei pro outro quarto; na sala só ficaram a Ana e o outro stripper.
Com muita habilidade, ele me pegou pela mão e me deitou na cama; abriu minhas pernas, começou a chupar minha pussy por cima da calcinha fio dental e depois tirou ela. Me dava umas mordidinhas no clitóris que eu tava quase gozando.
Tirei a roupa, só fiquei com as meias. Ele me pegou pela cintura e disse: "Fica de putinha, assim que eu quero te comer." Fiquei de quatro na cama, ele tirou uma camisinha da calça e pediu pra eu colocar com a boca, bem obediente aceitei. Ele se posicionou atrás de mim e, aos poucos, foi enfiando o cock até eu sentir a cabecinha entrar; depois de uma única estocada, meteu tudo de uma vez; a verdade é que ele era uma delícia; grosso, mais que o do meu marido e ainda mais comprida. Primeiro ele me segurou pelos quadris e começou a se mover de um jeito que parecia um expert no que fazia. Os movimentos dele ficaram mais rápidos e eu comecei a ofegar. Ele disse: "Quero ouvir como as putas fazem quando tão sendo comidas, quero que você latir e se comporte como a vadia que você é." As palavras dele, longe de me ofender, me excitavam ainda mais. Comecei a latir e gemer. Quando eu fazia isso, sentia as estocadas dele mais fortes, aí entendi. Continuei latindo e gemendo, então ele me puxou pelo cabelo pra trás, enquanto empurrava o corpo pra frente e eu sentia a rola dele inteira até meus ovários. Depois ele saiu, me deitou na cama, pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele. Ele perguntou: "Você gosta da minha rola?" E eu respondi: "Adoro, por favor, me come mais, não sai; deixa eu ser sua puta, é só isso que eu quero." Quando ele disse: "Você é casada?" "Sim", respondi, "mas ele não me fode como você." De novo ele me colocou de quatro, primeiro enfiou um dedo, depois cuspiu no meu cu e bem devagar foi me comendo pelo cu. Eu sentia que tava me partindo ao meio, mas tava tão excitada que não queria que ele parasse. Depois de umas cinco estocadas, ele saiu de mim, tirou a camisinha e enfiou a rola na minha boca. Gozou jorrando porra. Eu não soltei até ele derramar a última gota de porra, deixei ele vazio.
1 comentários - Despedida de solteira gostosa