Os anos passam e o sexo com o Charly fica bem gostoso, mas tinha problemas. Ele era ciumento e isso me irritava, porque me fazia sentir como uma puta qualquer. Então isso traz problemas e discussões. Num surto, comecei a criar contas falsas pra conhecer caras e assim saciar minha tesão. Mas de algum jeito, o Charly espionava meu celular e a gente acabava brigando. Completamos 3 anos juntos, mas os atritos com ele começaram a ficar mais frequentes. Eu buscava saídas fáceis. Quando dava, eu saía de casa assim que o Charly ia trabalhar, já que morávamos com meus pais, então deixava meu filho com eles. A desculpa era que ia buscar ele no trabalho, mas era mentira: eu ia transar com outros caras. Tava de saco cheio do ciúme do Charly, então busquei a saída fácil: transar. Primeiro foi um cara que me exibia, mas no final a performance dele comigo não durou muito — mais uma decepção. Aparece outro cara e pelo menos na pegação ele vai bem e me esquenta, mas acontece a mesma coisa: termina rápido. Ao mesmo tempo, comecei a trocar putaria com caras no Facebook. Nisso, eu tinha uma boa relação com meu cunhado Fernando, a gente se dava bem e com respeito. Mas não sabia que ele ia fazer uma coisa tão descarada: criar uma conta e se passar por outra pessoa. Eu não sabia que era ele, e ele me mostrou o pau, e eu também mostrava meu corpo nu. Começamos a trocar putaria. Chegou num ponto que combinamos de nos ver, e eu aceitei, já que o Charly trabalhava o dia inteiro e só podia ficar com ele nos fins de semana. Contei uma mentira pra minha mãe pra sair e deixei meu filho com ela. Coloquei a melhor calcinha e sutiã, porque ele queria me ver com algo sexy. Nos encontramos num hotel na Avenida Tlahuac. Cheguei e esperei ele na saída do metrô, que na época tava funcionando pela metade. Quando vejo, chega meu cunhado Fernando. Fico pálida, porque ele sabe que o Charly trabalha o dia inteiro. Tento não demonstrar nervosismo e pergunto o que ele tá fazendo ali. Ele responde que veio se encontrar com alguém. o que me assusta mais, já que ele está em um relacionamento de vários anos com minha irmã Amellaly, então pergunto se era do trabalho ou um familiar. Ele, descaradamente, me diz que sou eu. Nisso, me dá um calafrio a ponto de sentir que minha pressão cai. Minha cabeça pensava que alguém armou uma cilada ou que ele sabia de algo. Fernando me diz que ele era o usuário com quem eu conversava e que o que eu vi era o pau dele. Fiquei mais pálida ainda, já que era meu cunhado, o namorado da minha irmã, não sabia o que fazer. Ele continuava repetindo as coisas do chat e a vontade que tinha de mim, porque minha irmã não dava pra ele como ele queria e era muito frígida, diferente de mim. Não sabia o que fazer, mas precisava parar aquilo. Antes que continuasse, falei que ia embora, porque isso está errado. Ele me segura e diz que se não formos para o hotel, ele vai mostrar a conversa pro Charly, o que seria um problemão pra mim. Me senti usada e chantageada, mas não podia permitir isso, porque o Charly terminaria comigo se descobrisse. Então aceitei, mas com a condição de que ele não abrisse a boca, apagasse a conta e não dissesse nada. Ele fala que só vai fazer isso depois que transarmos. O hotel era a poucos passos do metrô, então fomos e ele pediu um quarto. Eu estava nervosa, me sentindo uma idiota por cair no jogo dele. Pensava que se não tivesse feito aquilo... mas não tem "se". Quando ele se aproxima de mim, diz pra irmos pro elevador. O quarto era no terceiro andar, então entro primeiro e depois ele. A porta do elevador fecha e lá ele se aproxima, começa a me apalpar e me dá um beijo. Tento não abrir a boca, mas ele aperta minhas nádegas, o que me esquenta. A amassação no elevador pareceu eterna, mas quando chegamos no andar, ele para de me tocar pra me levar pela mão até o quarto. Já lá dentro, ao ouvir a porta fechar, Fernando fica atrás de mim e suas mãos começam a massagear meus peitos. Eu não sabia o que fazer, só sentia um calor com o que ele fazia. No fim, cedi por medo e ele começou a me despir, lambendo meus seios. Por um tempo, ele tira o comentário de que os meus são melhores, já que minha irmã é uma tábua. Ele para de lamber e me dá um beijo, e dessa vez eu abro a boca pra sentir a língua dele e me entregar. Ele me leva pra cama enquanto a gente se beija, eu me deito e vejo ele tirar a roupa rápido. Nisso, ao ver o pau dele, era meio grosso, e ele se aproxima. Falo pra ele não me comer sem proteção, mas ele caga pra isso porque sabia que eu já usava DIU desde antes. Ele entra e é uma delícia, me maceta tanto que eu não acreditava que era isso que minha irmã sentia quando ele comia ela. Deixei ele fazer de tudo comigo: sexo oral, anal, ficar de quatro, usamos a cama do nosso jeito até ele gozar dentro de mim. Depois disso, apaguei, e um tempo depois ele me acorda, mas não sem antes me comer mais uma vez, só que no banheiro. Já com o chuveiro ligado, ele me penetra enquanto eu me inclino, é tão gostoso quanto tava bombando. Saímos do hotel e decidi ir pra um canto separado, o que irrita ele, mas ele aceita. Entro num ônibus e deixo ele pra trás. No caminho, ele não sabia o que fazer ou pensar, mas eu me senti mal pela minha irmã, mesmo querendo comer ele de novo. Pra completar, Fernando continua me mandando fotos dele e de como tava excitado, mas numa foto mostrava minha irmã dormindo e ele com o pau pra fora. Ver aquilo me deu tesão. Ele manda outra foto e vejo que ele puxou a pijama da Amellaly pra baixo. Meu coração acelera e bate um calorão, porque do meu lado tava o Charly, mas dormindo. Fernando manda outra foto, e agora o pau dele tá nas nádegas da minha irmã. Logo depois, manda uma mensagem dizendo: "as suas são melhores". Depois disso, começo a me masturbar e me mostro como tô. Daí vejo que ele continua com minha irmã, até que numa foto ela tá sendo penetrada por trás, e isso me faz ficar molhada ao ver meu cunhado comendo minha irmã — aquele cunhado que me comeu uns dias atrás. Numa manhã dessas em que a casa fica vazia, Fernando me manda mensagem e pede pra eu subir no quarto que ele construiu pra minha irmã. Amellaly tava estranha, já tava há uns dias sem transar, então foda-se, subi pro quarto dela, bati na porta e ele me recebeu de pau duro. Sem pensar duas vezes, entrei e começamos o ato. Fernando falou que tava afim de mim há tempos e que, se não tivesse conhecido minha irmã, teria ido primeiro em mim. Comecei a beijar ele sem controle, ele me despiu na frente dele e aquele pau que eu tanto admirava, eu tava com ele entre minhas pernas de novo. Ele me levou pra cama onde comeu e engravidou minha irmã, e deixei ele fazer igual daquela vez. Não liguei pra nada, só queria sentir ele, já que ele tinha me transformado na putinha dele. A gente passou quase a manhã toda, porque minha mãe e a Amellaly podiam voltar, então pedi pra ele me deixar cheia de porra e aproveitar o ato com ele de manhã, quando minha irmã saía. Era o momento perfeito, já que o Charly também saía cedo pra trabalhar. Era só ir no quarto da Amellaly e transar com meu cunhado, sem me importar que naquela cama ele dormia com minha irmã, que já tava grávida. Até que a Amellaly descobriu as mensagens e viu que era eu. Deu maior confusão, e ficou decidido que o Fernando ia se afastar, mas não iam falar nada pro Charly. Só que as coisas pareciam que iam piorar, porque ele desbloqueou meu celular e viu aquele chat, o que causou ainda mais problemas, e decidiram que o Fernando tinha que ir embora. Mas no final, tudo acabou em pedido de desculpas. Só que o Charly ficou tão puto que me bateu e me estuprou, só pelo tesão de me ver sendo comida por outros. Foi aí que despertei um fetiche nele.











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