Fala aí, pessoal! Hoje vim contar aquela vez que minha ex-namorada deu pra um primo dela do meu lado. Espero que vocês curtam.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Primeiro, vou dar um contexto de como era a relação entre os dois. Pra facilitar, vamos chamar eles de Martin e Mili. Eles sempre foram muito unidos. Minha sogra criou os dois, já que os pais do Martin abandonaram ele quando era pequeno. Praticamente passaram a vida toda juntos até os 15 anos, quando os pais dele voltaram pra buscá-lo e levaram ele pra morar com eles. Detalhe extra: toda a família, incluindo eles, é de Santiago del Estero. Pra quem não é da Argentina ou não sabe, sempre rola aquela piada de que primos se pegam por lá.
Agora sim, isso aconteceu com minha ex, Mili. A gente tava junto há 2 anos. Eu já conhecia o Martin, foi um dos primeiros da família que conheci, além de termos amigos em comum, então já tínhamos nos visto algumas vezes. Como ele tinha se mudado sozinho fazia pouco tempo, quando terminou de se estabelecer, convidou os parentes pra comemorar. A ideia não me animava muito, porque ele tinha se mudado pra um bairro bem feio e a reunião era à noite. Até aí, sem problemas, mas na volta eu esperava que algum parente desse uma carona até o mais perto possível de casa (óbvio que não rolou).
A noite foi normal, fofocas e risadas iam e vinham, até que depois da sobremesa o pessoal começou a ir embora. Mesmo sendo "cedo", por causa da região, todo mundo pensou igual e vazou o mais rápido possível. Insisti várias vezes pra minha namorada ir embora, já que muitos parentes que poderiam dar carona estavam saindo, mas ela não queria. Dizia pra eu não me preocupar, que no pior dos casos a gente voltava de Uber, o que ia sair muito caro, já que morávamos no outro lado da cidade. Ela tava muito relaxada, e eu não tava gostando nada daquilo, porque ela raramente recusava quando alguém se oferecia pra dar carona, não importava se a gente fosse um dos primeiros a sair do lugar.
Quando quase todo mundo já tinha ido embora, o Martin chegou perto de mim e disse:
- Relaxa, podem ficar pra dormir, já é tarde pra vocês irem embora.
A ideia me desagradou pra caralho, então falei que primeiro ia conversar com minha mina.Fui até minha mina e ela tava me esperando com um sorrisão de empolgação, ela já sabia que a gente ia ficar e nem foi capaz de me perguntar se era o que eu queria. A gente teve uma mini discussão que terminou com o acordo de que a gente ficava, mas às 8 da manhã a gente ia embora. Ela aceitou, mas tava bem puta. Contei o acordo pro Martin e a gente ficou, ajudamos ele a limpar e arrumar tudo. Num certo momento, enquanto eu tava passando um pano na sala, ouvi uns sussurros e risadinhas vindo do quarto, fiquei bem desconfortável, sempre que os dois tavam juntos eu era quase invisível, e isso me deixava muito sem graça, minha mina mal me dava bola ou me incluía nas conversas. Bem devagar larguei as coisas e me aproximei da porta do quarto tentando não ser visto, eles em teoria tavam preparando onde a gente ia dormir. Enquanto eu me aproximava, num instante tudo ficou em silêncio, até que me pareceu ouvir um barulho de beijo. Logo depois os sussurros voltaram, cheguei mais perto e a única coisa que vi foram dois colchões no chão com os lençóis, mas não estavam arrumados do jeito tradicional, e sim como se estivessem atravessados nos dois colchões. De repente vejo três travesseiros caírem de um lado de um dos colchões. Bati na porta pra ver se tinha alguém atrás e quando entrei vejo o Martin em cima de um banquinho pegando as fronhas pros travesseiros e minha mina arrumando a ponta dos lençóis. Quando perguntei como a gente ia dormir, ela explicou que os três iam ficar atravessados nos dois colchões pra todo mundo ter mais espaço. Não achei a ideia estranha, porque quando eu era moleque fazia a mesma coisa quando juntava todos os primos e não tinha colchão suficiente, mas me senti bem desconfortável ao ouvir minha mina falar num tom de brincadeira.
- Vou dormir no meio, mas é melhor vocês dois não soltarem pum, senão eu mato vocês.
Na hora de dormir, foi bem difícil pra mim — o desconforto, a raiva da minha namorada, e o fato de não estar em casa só por um capricho dela. E pelo visto eles dormiram rápido, ou pelo menos foi o que pensei, porque depois de meia hora comecei a sentir movimentos sutis, mas vários. No começo, achei que o Martin tava se ajeitando pra não nos acordar, mas percebi que a Mili também tava se mexendo, até que os dois, quase ao mesmo tempo, pararam de se mover — mas não completamente.
O quarto tava muito escuro, não entrava luz de lugar nenhum e pra piorar, o tempo tava nublado, então nem a lua iluminava a noite. Tentei me mexer pra conseguir ver eles, quando virei, fingi que tava dormindo por uns segundos até sentir de novo o movimento leve dos lençóis. Abri bem pouco os olhos pra ver o que tava rolando, mas só consegui perceber que minha namorada tava bem colada no Martin e que o lençol do lado dele se mexia levemente pra cima e pra baixo.
Fiquei olhando por mais alguns instantes e notei como se o braço da minha namorada fosse o que causava aquele movimento. Não queria acreditar no que estava vendo, minha namorada estava batendo uma punheta pro primo dela comigo "dormindo" do lado, não nego que fiquei com um pouco de tesão, mas também podia ser porque a gente não transava há quase 1 semana.
Fiquei parado por uns instantes, até que pela janela começou a entrar luz, o céu tinha clareado um pouco e a lua iluminava bastante agora. Consegui perceber claramente que era minha namorada quem estava batendo uma punheta pro primo dela, mas também notei que o Martin estava acordado e segurava a nuca dela. Da ponta da cama onde eu estava, a lua não batia, então eu conseguia ver eles melhor do que eles me viam. De repente, vejo eles se aproximarem mais e ela coloca os peitos bem perto do rosto dele. Nesse ponto, eu só via as costas da minha namorada, mas começou a dar pra ouvir ela masturbando ele, mais molhado, e o barulho da sucção dele chupando os peitos dela. De repente, minha namorada vira devagar pra ver se eu ainda tava dormindo, então fechei os olhos e ouvi umas risadinhas abafadas. Acho que minha ereção tava aparecendo e eles acharam graça.
Passados uns minutos, sinto movimento de novo. Entreabro os olhos e vejo que minha mina e ele estavam destapados e completamente pelados, fazendo um 69. Pra ser sincero, o primo tinha uma rola bem pequena, basicamente a mão da minha mina era maior que o pau dele. Ver eles assim me deu uma puta vontade de me masturbar ali mesmo, mas tava com medo de ser pego. O que eu fiz foi tirar meu pau pra fora, deixando só coberto pelo lençol.
Ficaram um tempão assim até ele gozar, ela só colocou o rosto pra se encher de porra, algo que ela adorava fazer. Ela se endireitou e começou a apertar os peitos e tapar a boca inutilmente, porque os gemidos dela continuavam saindo do mesmo jeito. Na hora que gozou, dava pra sentir os dois tremendo, ela só se virou e sentou em cima da vara mole, começaram a se beijar, sem se importar muito com o barulho, dava pra ouvir aquele beijo bem babado. Ele massageava os peitos dela sem piedade, apertava e puxava os bicos com vontade, e vendo que não iam me ver, comecei a bater uma punheta.
Eles se viraram de lado, se olhando, ela abriu as pernas deixando ver a bunda dela aberta, e eu pude ver como ele enfiava a pica. Devagar, tentei me ajeitar pra ter uma visão melhor e gozei gostoso. Quando eu me mexia um pouco, eles paravam. Ficamos um tempão assim até que consegui me acomodar melhor e pude ver como ele tava comendo a buceta da minha namorada. Comecei a me masturbar mais forte, no mesmo ritmo que eles aumentavam, até que a Mili gemeu um pouco mais alto, terminando tudo, e ele tirou a pica e começou a gozar tudo pra fora. Aí eu também gozei, mas joguei tudo no cu dela e na pica dele. Ela meio que se assustou, mas não olhou, acho que pensou que era dele. Ele enfiou a pica de novo um pouco mais, mas depois se ajeitaram como se fossem dormir.
Em nenhum momento ela limpou os jatos de porra, depois de uns minutos ela começou a se aninhar mais perto de mim, mas eu tentei me afastar, não queria nem encostar nela sabendo o que ela fez e que estava toda cheia de porra do primo.
Depois disso, dormi muito pouco. Quando o sol começou a nascer, enquanto eles ainda dormiam, eu levantei. Vi que os dois continuavam pelados, minha namorada de bruços, com as pernas um pouco abertas. Me preparei pra ir embora, mas não sem antes gravar ela toda nua e bater uma punheta em cima dela, enchendo ela de porra, deixando a bunda e a buceta escorrendo de leite. Terminei de me trocar e pegar minhas coisas, tirei um dinheiro que ele tinha numa mesinha, pedi um carro de aplicativo e fui embora. Deixei as chaves escondidas numa planta na porta da casa. Enquanto viajava, liguei pra um parente pra me ajudar a tirar minhas coisas e sair de casa. Nunca mais soube dela, ela não me ligou nem nada.
Espero que vocês tenham curtido, a verdade é que enquanto eu escrevia fiquei muito triste, achei que já tinha superado melhor, mas fazer o que, são coisas da vida.
Se gostaram, comentem e deixem seus pontos. Até o próximo post.
Agora sim, isso aconteceu com minha ex, Mili. A gente tava junto há 2 anos. Eu já conhecia o Martin, foi um dos primeiros da família que conheci, além de termos amigos em comum, então já tínhamos nos visto algumas vezes. Como ele tinha se mudado sozinho fazia pouco tempo, quando terminou de se estabelecer, convidou os parentes pra comemorar. A ideia não me animava muito, porque ele tinha se mudado pra um bairro bem feio e a reunião era à noite. Até aí, sem problemas, mas na volta eu esperava que algum parente desse uma carona até o mais perto possível de casa (óbvio que não rolou).
A noite foi normal, fofocas e risadas iam e vinham, até que depois da sobremesa o pessoal começou a ir embora. Mesmo sendo "cedo", por causa da região, todo mundo pensou igual e vazou o mais rápido possível. Insisti várias vezes pra minha namorada ir embora, já que muitos parentes que poderiam dar carona estavam saindo, mas ela não queria. Dizia pra eu não me preocupar, que no pior dos casos a gente voltava de Uber, o que ia sair muito caro, já que morávamos no outro lado da cidade. Ela tava muito relaxada, e eu não tava gostando nada daquilo, porque ela raramente recusava quando alguém se oferecia pra dar carona, não importava se a gente fosse um dos primeiros a sair do lugar.
Quando quase todo mundo já tinha ido embora, o Martin chegou perto de mim e disse:
- Relaxa, podem ficar pra dormir, já é tarde pra vocês irem embora.
A ideia me desagradou pra caralho, então falei que primeiro ia conversar com minha mina.Fui até minha mina e ela tava me esperando com um sorrisão de empolgação, ela já sabia que a gente ia ficar e nem foi capaz de me perguntar se era o que eu queria. A gente teve uma mini discussão que terminou com o acordo de que a gente ficava, mas às 8 da manhã a gente ia embora. Ela aceitou, mas tava bem puta. Contei o acordo pro Martin e a gente ficou, ajudamos ele a limpar e arrumar tudo. Num certo momento, enquanto eu tava passando um pano na sala, ouvi uns sussurros e risadinhas vindo do quarto, fiquei bem desconfortável, sempre que os dois tavam juntos eu era quase invisível, e isso me deixava muito sem graça, minha mina mal me dava bola ou me incluía nas conversas. Bem devagar larguei as coisas e me aproximei da porta do quarto tentando não ser visto, eles em teoria tavam preparando onde a gente ia dormir. Enquanto eu me aproximava, num instante tudo ficou em silêncio, até que me pareceu ouvir um barulho de beijo. Logo depois os sussurros voltaram, cheguei mais perto e a única coisa que vi foram dois colchões no chão com os lençóis, mas não estavam arrumados do jeito tradicional, e sim como se estivessem atravessados nos dois colchões. De repente vejo três travesseiros caírem de um lado de um dos colchões. Bati na porta pra ver se tinha alguém atrás e quando entrei vejo o Martin em cima de um banquinho pegando as fronhas pros travesseiros e minha mina arrumando a ponta dos lençóis. Quando perguntei como a gente ia dormir, ela explicou que os três iam ficar atravessados nos dois colchões pra todo mundo ter mais espaço. Não achei a ideia estranha, porque quando eu era moleque fazia a mesma coisa quando juntava todos os primos e não tinha colchão suficiente, mas me senti bem desconfortável ao ouvir minha mina falar num tom de brincadeira.
- Vou dormir no meio, mas é melhor vocês dois não soltarem pum, senão eu mato vocês.
Na hora de dormir, foi bem difícil pra mim — o desconforto, a raiva da minha namorada, e o fato de não estar em casa só por um capricho dela. E pelo visto eles dormiram rápido, ou pelo menos foi o que pensei, porque depois de meia hora comecei a sentir movimentos sutis, mas vários. No começo, achei que o Martin tava se ajeitando pra não nos acordar, mas percebi que a Mili também tava se mexendo, até que os dois, quase ao mesmo tempo, pararam de se mover — mas não completamente.
O quarto tava muito escuro, não entrava luz de lugar nenhum e pra piorar, o tempo tava nublado, então nem a lua iluminava a noite. Tentei me mexer pra conseguir ver eles, quando virei, fingi que tava dormindo por uns segundos até sentir de novo o movimento leve dos lençóis. Abri bem pouco os olhos pra ver o que tava rolando, mas só consegui perceber que minha namorada tava bem colada no Martin e que o lençol do lado dele se mexia levemente pra cima e pra baixo.
Fiquei olhando por mais alguns instantes e notei como se o braço da minha namorada fosse o que causava aquele movimento. Não queria acreditar no que estava vendo, minha namorada estava batendo uma punheta pro primo dela comigo "dormindo" do lado, não nego que fiquei com um pouco de tesão, mas também podia ser porque a gente não transava há quase 1 semana.
Fiquei parado por uns instantes, até que pela janela começou a entrar luz, o céu tinha clareado um pouco e a lua iluminava bastante agora. Consegui perceber claramente que era minha namorada quem estava batendo uma punheta pro primo dela, mas também notei que o Martin estava acordado e segurava a nuca dela. Da ponta da cama onde eu estava, a lua não batia, então eu conseguia ver eles melhor do que eles me viam. De repente, vejo eles se aproximarem mais e ela coloca os peitos bem perto do rosto dele. Nesse ponto, eu só via as costas da minha namorada, mas começou a dar pra ouvir ela masturbando ele, mais molhado, e o barulho da sucção dele chupando os peitos dela. De repente, minha namorada vira devagar pra ver se eu ainda tava dormindo, então fechei os olhos e ouvi umas risadinhas abafadas. Acho que minha ereção tava aparecendo e eles acharam graça.
Passados uns minutos, sinto movimento de novo. Entreabro os olhos e vejo que minha mina e ele estavam destapados e completamente pelados, fazendo um 69. Pra ser sincero, o primo tinha uma rola bem pequena, basicamente a mão da minha mina era maior que o pau dele. Ver eles assim me deu uma puta vontade de me masturbar ali mesmo, mas tava com medo de ser pego. O que eu fiz foi tirar meu pau pra fora, deixando só coberto pelo lençol.
Ficaram um tempão assim até ele gozar, ela só colocou o rosto pra se encher de porra, algo que ela adorava fazer. Ela se endireitou e começou a apertar os peitos e tapar a boca inutilmente, porque os gemidos dela continuavam saindo do mesmo jeito. Na hora que gozou, dava pra sentir os dois tremendo, ela só se virou e sentou em cima da vara mole, começaram a se beijar, sem se importar muito com o barulho, dava pra ouvir aquele beijo bem babado. Ele massageava os peitos dela sem piedade, apertava e puxava os bicos com vontade, e vendo que não iam me ver, comecei a bater uma punheta.
Eles se viraram de lado, se olhando, ela abriu as pernas deixando ver a bunda dela aberta, e eu pude ver como ele enfiava a pica. Devagar, tentei me ajeitar pra ter uma visão melhor e gozei gostoso. Quando eu me mexia um pouco, eles paravam. Ficamos um tempão assim até que consegui me acomodar melhor e pude ver como ele tava comendo a buceta da minha namorada. Comecei a me masturbar mais forte, no mesmo ritmo que eles aumentavam, até que a Mili gemeu um pouco mais alto, terminando tudo, e ele tirou a pica e começou a gozar tudo pra fora. Aí eu também gozei, mas joguei tudo no cu dela e na pica dele. Ela meio que se assustou, mas não olhou, acho que pensou que era dele. Ele enfiou a pica de novo um pouco mais, mas depois se ajeitaram como se fossem dormir.
Em nenhum momento ela limpou os jatos de porra, depois de uns minutos ela começou a se aninhar mais perto de mim, mas eu tentei me afastar, não queria nem encostar nela sabendo o que ela fez e que estava toda cheia de porra do primo.
Depois disso, dormi muito pouco. Quando o sol começou a nascer, enquanto eles ainda dormiam, eu levantei. Vi que os dois continuavam pelados, minha namorada de bruços, com as pernas um pouco abertas. Me preparei pra ir embora, mas não sem antes gravar ela toda nua e bater uma punheta em cima dela, enchendo ela de porra, deixando a bunda e a buceta escorrendo de leite. Terminei de me trocar e pegar minhas coisas, tirei um dinheiro que ele tinha numa mesinha, pedi um carro de aplicativo e fui embora. Deixei as chaves escondidas numa planta na porta da casa. Enquanto viajava, liguei pra um parente pra me ajudar a tirar minhas coisas e sair de casa. Nunca mais soube dela, ela não me ligou nem nada.
Espero que vocês tenham curtido, a verdade é que enquanto eu escrevia fiquei muito triste, achei que já tinha superado melhor, mas fazer o que, são coisas da vida.
Se gostaram, comentem e deixem seus pontos. Até o próximo post.
1 comentários - Minha namorada e o primo dela