Essas duas semanas foram uma loucura total, não tinha um dia que a gente não terminasse transando em algum canto da casa. No banheiro, na sala, nos nossos quartos, e até no terraço. A adrenalina de fazer ao ar livre com o risco de sermos pegos só dava mais gosto.
Uma tarde, depois de ir no mercado, o tesão era tanto que nem entramos em casa. Ficamos no carro, na garagem, e ali mesmo partimos pra ação. Os vidros do carro embaçaram em segundos, os bancos reclinados pra trás, e a gente se pegando feito loucos.
Foi pura putaria, a toda hora, em qualquer lugar. Mas a gente sabia que tudo aquilo tinha prazo de validade: a volta do pai dela. E bem no dia antes dele chegar, a gente teve que dar um basta, parar de foder mesmo que nenhum dos dois queria.
Num dos nossos encontros, a gente tava largado na cama, ainda pelados eNos recuperando do último round, quando caímos na real que tudo isso ia complicar com a chegada do pai dela em dois dias.
Meu pai volta logo, o que a gente vai fazer?" eu digo, passando a mão pelo braço dele.
Ela suspira, olhando pro teto. “Adoraria continuar transando assim, mas com ele aqui... vai ser um risco.”
Podíamos continuar fazendo isso, mas só quando soubermos que ele não está", sugiro, esperando que ela ache uma boa ideia.
Podíamos usar um hotel de vez em quando," ela sugere. "Não é o ideal, mas pelo menos teríamos um lugar seguro pra nossos encontros.
E olha, a gente podia sair junto, tipo ir em eventos ou no cinema. Assim ninguém desconfiaria de nada estranho se nos vissem juntos," acrescento, tentando encontrar todas as saídas possíveis.
Ela sorri pra mim com cumplicidade. "Você é um safado, mas eu gosto. Só temos que agir normal, como se nada fosse.
Claro, como dois atores em cena," brinquei, tentando manter o clima leve. "E aliás, garante que esconde bem esses vídeos. Não queremos confusão.
Nem fala," ela responde, com uma risada nervosa. Sabemos que os próximos dias iam ser um jogo delicado, mas os dois tava disposto a correr o risco.
Os dois dias seguintes foram uma mudança radical. Não teve sexo; só tensão. A gente tava nervoso, pensando se algum dos nossos encontros apaixonados pela casa toda tinha deixado algum rastro evidente do que a gente fez. Revisamos cada canto, garantindo que tudo tivesse em ordem, sem sinais que pudessem nos entregar.
O bom é que minha mãe já era operada, então nunca usei camisinha. Isso era uma preocupação a menos na nossa lista. Mas mesmo assim, a ansiedade de que nosso segredo fosse descoberto era palpável. Cada vez que o telefone tocava ou a gente ouvia um carro se aproximando, a gente pulava, pensando que podia ser ele chegando mais cedo.
Não deixei nenhum rastro dos nossos vídeos.
Subi tudo pro meu drive pessoal e apaguei do celular, porque por mais que quisesse guardar essas lembranças, não podia arriscar alguém encontrar.
Apesar do medo da chegada do pai dela, a gente não conseguia manter as mãos quietas.
Toda vez que a gente ficava sozinho em casa, dava uma vontade louca de arrancar a roupa dela e devorar ela ali mesmo.Tava morrendo de vontade de lamber os peitos dela e chupar as pernas, mas a gente sabia que não podia arriscar mais. Então a gente só ficava se beijando, se tocando escondido, excitados pelo perigo e segurando só pelo medo de sermos pegos.
Era frustrante e excitante ao mesmo tempo. Cada roçada parecia um desafio, cadaO beijo roubado aumentava a tensão, sabendo que a gente precisava se segurar, por mais que o tesão pedisse o contrário.
Estávamos na cozinha, tentando manter a calma, quando ela deu uma olhada no relógio e sussurrou: “Seu pai chega em 10 minutos.”
Na hora, agarrei ela e subi no balcão da cozinha. A gente se jogou num beijo fervoroso, perdidos no momento. Minhas mãos se moviam com urgência: uma acariciava os peitos dela enquanto a outra deslizava entre as pernas, que ela abriu só o suficiente pra me dar passagem.Comecei a enfiar meus dedos, e ela respondeu com um gemido baixinho, o corpo dela se arqueando na direção da minha mão, ela estava tão molhada, eu sabia o que ela queria.
Tô morrendo de vontade de mais," ela gemeu entre beijos, "quero que você me faça sua agora mesmo, uma última vez antes dela chegar.
Isso é só nosso," murmurei, sentindo o calor e a excitação dela crescerem sob minhas carícias. "Vamos fazer esses últimos minutos valerem a pena.
Bem naquela hora, o barulho de um carro entrando na garagem fez a gente pular. Paramos de repente, e com um último beijo rápido, ajudei ela a descer da barra. Nos separamos meio a contragosto, os corações batendo descontrolados, e nos apressamos pra nos recompor, tentando recuperar o fôlego e nos preparando pra agir como se nada demais tivesse acontecido.
Quando meu velho entrou pela porta com um "Oi" sério, um nó se formou no meu estômago. Não só ele tinha voltado; também dava pra ver que tava mais sério do que o normal.
E aí, como foi?" perguntou minha mãe, tentando soar leve e despreocupada.
Tá bom, só tô cansado e quero descansar," respondeu ele, largando as malas com um suspiro pesado. "Me deram 3 dias de folga, então vou ficar em casa. Volto pro trampo depois.
Depois, ele se aproximou da minha mãe e beijou ela, um gesto que eu sempre via, mas que agora me deixava estranho, desconfortável. Fiquei observando a cena, sentindo minha garganta fechar um pouco.
Tentei parecer normal, mesmo que por dentro eu estivesse tudo menos calmo. "Precisa de alguma coisa, pai? Quer que eu prepare algo pra você comer?
Não, obrigada, Sam. Acho que vou só tomar um banho e depois descansar," respondeu ela, indo em direção ao quarto.
Ficamos em silêncio por um segundo. Nos olhamos, e nos olhos dela vi refletida a mesma tensão que eu sentia. Sabíamos que tudo tinha que voltar ao normal, que nossos dias de loucura tinham acabado, mas o ar parecia pesado, carregado de segredos que agora tínhamos que guardar mais do que nunca.
Naquela noite, eu tava deitado na minha cama, com o rosto tenso e uma tristeza que penetrava até os ossos. Não conseguia parar de pensar em tudo que tinha rolado nas últimas semanas. Sozinho no meu quarto, com o celular na mão, comecei a ver os vídeos dos nossos encontros. Cada imagem, cada som, acendia um desejo que eu sabia que tinha que segurar.
Era uma tortura. Ver a gente se devorando com paixão em cada clipe, sabendo que tudo seria diferente agora. Não podia tocar nela, não do jeito que eu queria, não como a gente já tinha feito, pelo menos pelos próximos três dias enquanto meu pai estivesse em casa descansando.
Três dias podiam parecer pouco, mas pra mim, naquele momento, pareciam uma eternidade.
Sentia uma mistura de frustração e desejo incontrolável. Cada gemido nos vídeos, cada sussurro dela, cada grito abafado de prazer me lembrava do que agora era proibido pra mim.
Era como ter um banquete na frente e não poder comer. Sabia que tinha que me comportar, que precisava me controlar, mas por dentro, tava ficando louco.
Fechei os olhos, tentando acalmar a tempestade de pensamentos e sensações que me assediavam. Respirei fundo, buscando encontrar um pouco de paz no silêncio do meuquarto, mas o eco da nossa paixão ainda ressoava na minha cabeça, tão vivo e presente como se estivesse acontecendo bem ali.
Naquela noite, sozinho no meu quarto, não fazia nada além de me revirar na cama, frustrado e queimando de desejo. Peguei o celular e fiquei vendo os vídeos das vezes que transei com a minha mãe. Cada movimento dela, cada gemido, acendia algo selvagem dentro de mim. Isso é uma tortura, pensei, sentindo o peso da realidade da situação começar a me apertar.
Como é que vou aguentar três dias sem isso?
A ideia de não poder tocar nela, de não sentir como ela se arrepiava debaixo de mim, me dava uma sensação quase claustrofóbica. Meu velho ia ficar em casa o tempo todo, e a gente tinha que fingir que nunca tinha rolado nada entre nós. Três dias... vão ser uma eternidade.
Olhando os vídeos, ouvindo como ela me implorava, "Isso, assim, mais forte!" e como eu batia nela.respondia,
Você gosta, não é? Gosta de como eu te como?", sentia uma mistura de desejo e desespero.
Talvez eu devesse ir no quarto dela... só mais uma vez.Mas eu sabia que não podia, que tinha que me controlar, manter a cabeça fria mesmo que cada fibra do meu ser gritasse o contrário.
Exatamente quando eu tava quase pegando no sono, um barulho estranho me tirou da minha semi-tranquilidade. Não era o som típico da casa; alguma coisa tava errada. Levantei da cama, o coração começando a bater mais rápido. Saí pro corredor pra investigar, me movendo com cuidado pra não fazer barulho.
O corredor estava escuro e silencioso, exceto por aquele barulho sutil que eu não conseguia identificar de imediato.
Focando nos sons, percebi que eram gemidos o que eu ouvia. Senti um aperto no estômago. Os gemidos soavam estranhos, como se fossem fingidos, não reais.
Cautelosamente, me aproximei mais da fonte do som e, para minha surpresa, vinha do quarto dos meus pais.
A descoberta me atingiu com uma mistura de emoções. Senti uma queimação de ciúme que não esperava; era irracional, mas potente.Por que eu tô me sentindo assim? Será que eu esperava que depois de tudo que rolou, as coisas fossem diferentes?
As perguntas rodavam na minha cabeça enquanto eu ficava parado no corredor, sem conseguir me mexer por um instante.
A porta estava entreaberta, e os sons das risadas e sussurros deles flutuavam até mim. Tentei afastar os sentimentos de ciúmes e disse a mim mesmo que era normal, que eles eram um casal e que o que tinha rolado entre minha mãe e eu nunca poderia ter mudado isso de verdade.
Respirei fundo e decidi voltar pro meu quarto. Não queria ouvir mais nada, não queria saber de mais nada. Me sentia confuso e traído, mesmo sabendo que não tinha direito de me sentir assim. A noite tinha ficado muito mais longa e complicada do que eu imaginava.
Depois de uma hora, mandei uma mensagem pra minha mãe.
Eu:Você se divertiu?😏
Mãe:Com ciúmes?😅
Eu:Um pouco... você me deve uma boa na próxima vez, espero o melhor sexo da minha vida por isso.
ter me traído com o meu pai😤
Mãe:Fechado, mas você tem que me prometer uma coisa.🤞
Eu:O quê?
Mãe:Não vamos fazer nada enquanto seu pai estiver aqui, não quero levantar suspeitas.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Eu:ok, eu prometo, mas espero que valha a pena a esperaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Mãe:Vai valer a pena, pode ter certeza.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.e lembra, te amo pra caralho
Eu:Eu também te quero, vai ser nosso segredinho.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
MeFiquei olhando pro teto, o sangue fervendo nas veias. Meu pai e minha mãe são um casal, o que é que eu posso fazer?
Uma tarde, depois de ir no mercado, o tesão era tanto que nem entramos em casa. Ficamos no carro, na garagem, e ali mesmo partimos pra ação. Os vidros do carro embaçaram em segundos, os bancos reclinados pra trás, e a gente se pegando feito loucos.
Foi pura putaria, a toda hora, em qualquer lugar. Mas a gente sabia que tudo aquilo tinha prazo de validade: a volta do pai dela. E bem no dia antes dele chegar, a gente teve que dar um basta, parar de foder mesmo que nenhum dos dois queria.
Num dos nossos encontros, a gente tava largado na cama, ainda pelados eNos recuperando do último round, quando caímos na real que tudo isso ia complicar com a chegada do pai dela em dois dias.
Meu pai volta logo, o que a gente vai fazer?" eu digo, passando a mão pelo braço dele.
Ela suspira, olhando pro teto. “Adoraria continuar transando assim, mas com ele aqui... vai ser um risco.”
Podíamos continuar fazendo isso, mas só quando soubermos que ele não está", sugiro, esperando que ela ache uma boa ideia.
Podíamos usar um hotel de vez em quando," ela sugere. "Não é o ideal, mas pelo menos teríamos um lugar seguro pra nossos encontros.
E olha, a gente podia sair junto, tipo ir em eventos ou no cinema. Assim ninguém desconfiaria de nada estranho se nos vissem juntos," acrescento, tentando encontrar todas as saídas possíveis.
Ela sorri pra mim com cumplicidade. "Você é um safado, mas eu gosto. Só temos que agir normal, como se nada fosse.
Claro, como dois atores em cena," brinquei, tentando manter o clima leve. "E aliás, garante que esconde bem esses vídeos. Não queremos confusão.
Nem fala," ela responde, com uma risada nervosa. Sabemos que os próximos dias iam ser um jogo delicado, mas os dois tava disposto a correr o risco.
Os dois dias seguintes foram uma mudança radical. Não teve sexo; só tensão. A gente tava nervoso, pensando se algum dos nossos encontros apaixonados pela casa toda tinha deixado algum rastro evidente do que a gente fez. Revisamos cada canto, garantindo que tudo tivesse em ordem, sem sinais que pudessem nos entregar.
O bom é que minha mãe já era operada, então nunca usei camisinha. Isso era uma preocupação a menos na nossa lista. Mas mesmo assim, a ansiedade de que nosso segredo fosse descoberto era palpável. Cada vez que o telefone tocava ou a gente ouvia um carro se aproximando, a gente pulava, pensando que podia ser ele chegando mais cedo.
Não deixei nenhum rastro dos nossos vídeos.
Subi tudo pro meu drive pessoal e apaguei do celular, porque por mais que quisesse guardar essas lembranças, não podia arriscar alguém encontrar.
Apesar do medo da chegada do pai dela, a gente não conseguia manter as mãos quietas.
Toda vez que a gente ficava sozinho em casa, dava uma vontade louca de arrancar a roupa dela e devorar ela ali mesmo.Tava morrendo de vontade de lamber os peitos dela e chupar as pernas, mas a gente sabia que não podia arriscar mais. Então a gente só ficava se beijando, se tocando escondido, excitados pelo perigo e segurando só pelo medo de sermos pegos.
Era frustrante e excitante ao mesmo tempo. Cada roçada parecia um desafio, cadaO beijo roubado aumentava a tensão, sabendo que a gente precisava se segurar, por mais que o tesão pedisse o contrário.
Estávamos na cozinha, tentando manter a calma, quando ela deu uma olhada no relógio e sussurrou: “Seu pai chega em 10 minutos.”
Na hora, agarrei ela e subi no balcão da cozinha. A gente se jogou num beijo fervoroso, perdidos no momento. Minhas mãos se moviam com urgência: uma acariciava os peitos dela enquanto a outra deslizava entre as pernas, que ela abriu só o suficiente pra me dar passagem.Comecei a enfiar meus dedos, e ela respondeu com um gemido baixinho, o corpo dela se arqueando na direção da minha mão, ela estava tão molhada, eu sabia o que ela queria.
Tô morrendo de vontade de mais," ela gemeu entre beijos, "quero que você me faça sua agora mesmo, uma última vez antes dela chegar.
Isso é só nosso," murmurei, sentindo o calor e a excitação dela crescerem sob minhas carícias. "Vamos fazer esses últimos minutos valerem a pena.
Bem naquela hora, o barulho de um carro entrando na garagem fez a gente pular. Paramos de repente, e com um último beijo rápido, ajudei ela a descer da barra. Nos separamos meio a contragosto, os corações batendo descontrolados, e nos apressamos pra nos recompor, tentando recuperar o fôlego e nos preparando pra agir como se nada demais tivesse acontecido.
Quando meu velho entrou pela porta com um "Oi" sério, um nó se formou no meu estômago. Não só ele tinha voltado; também dava pra ver que tava mais sério do que o normal.
E aí, como foi?" perguntou minha mãe, tentando soar leve e despreocupada.
Tá bom, só tô cansado e quero descansar," respondeu ele, largando as malas com um suspiro pesado. "Me deram 3 dias de folga, então vou ficar em casa. Volto pro trampo depois.
Depois, ele se aproximou da minha mãe e beijou ela, um gesto que eu sempre via, mas que agora me deixava estranho, desconfortável. Fiquei observando a cena, sentindo minha garganta fechar um pouco.
Tentei parecer normal, mesmo que por dentro eu estivesse tudo menos calmo. "Precisa de alguma coisa, pai? Quer que eu prepare algo pra você comer?
Não, obrigada, Sam. Acho que vou só tomar um banho e depois descansar," respondeu ela, indo em direção ao quarto.
Ficamos em silêncio por um segundo. Nos olhamos, e nos olhos dela vi refletida a mesma tensão que eu sentia. Sabíamos que tudo tinha que voltar ao normal, que nossos dias de loucura tinham acabado, mas o ar parecia pesado, carregado de segredos que agora tínhamos que guardar mais do que nunca.
Naquela noite, eu tava deitado na minha cama, com o rosto tenso e uma tristeza que penetrava até os ossos. Não conseguia parar de pensar em tudo que tinha rolado nas últimas semanas. Sozinho no meu quarto, com o celular na mão, comecei a ver os vídeos dos nossos encontros. Cada imagem, cada som, acendia um desejo que eu sabia que tinha que segurar.
Era uma tortura. Ver a gente se devorando com paixão em cada clipe, sabendo que tudo seria diferente agora. Não podia tocar nela, não do jeito que eu queria, não como a gente já tinha feito, pelo menos pelos próximos três dias enquanto meu pai estivesse em casa descansando.
Três dias podiam parecer pouco, mas pra mim, naquele momento, pareciam uma eternidade.
Sentia uma mistura de frustração e desejo incontrolável. Cada gemido nos vídeos, cada sussurro dela, cada grito abafado de prazer me lembrava do que agora era proibido pra mim.
Era como ter um banquete na frente e não poder comer. Sabia que tinha que me comportar, que precisava me controlar, mas por dentro, tava ficando louco.
Fechei os olhos, tentando acalmar a tempestade de pensamentos e sensações que me assediavam. Respirei fundo, buscando encontrar um pouco de paz no silêncio do meuquarto, mas o eco da nossa paixão ainda ressoava na minha cabeça, tão vivo e presente como se estivesse acontecendo bem ali.
Naquela noite, sozinho no meu quarto, não fazia nada além de me revirar na cama, frustrado e queimando de desejo. Peguei o celular e fiquei vendo os vídeos das vezes que transei com a minha mãe. Cada movimento dela, cada gemido, acendia algo selvagem dentro de mim. Isso é uma tortura, pensei, sentindo o peso da realidade da situação começar a me apertar.
Como é que vou aguentar três dias sem isso?
A ideia de não poder tocar nela, de não sentir como ela se arrepiava debaixo de mim, me dava uma sensação quase claustrofóbica. Meu velho ia ficar em casa o tempo todo, e a gente tinha que fingir que nunca tinha rolado nada entre nós. Três dias... vão ser uma eternidade.
Olhando os vídeos, ouvindo como ela me implorava, "Isso, assim, mais forte!" e como eu batia nela.respondia,
Você gosta, não é? Gosta de como eu te como?", sentia uma mistura de desejo e desespero.
Talvez eu devesse ir no quarto dela... só mais uma vez.Mas eu sabia que não podia, que tinha que me controlar, manter a cabeça fria mesmo que cada fibra do meu ser gritasse o contrário.
Exatamente quando eu tava quase pegando no sono, um barulho estranho me tirou da minha semi-tranquilidade. Não era o som típico da casa; alguma coisa tava errada. Levantei da cama, o coração começando a bater mais rápido. Saí pro corredor pra investigar, me movendo com cuidado pra não fazer barulho.
O corredor estava escuro e silencioso, exceto por aquele barulho sutil que eu não conseguia identificar de imediato.
Focando nos sons, percebi que eram gemidos o que eu ouvia. Senti um aperto no estômago. Os gemidos soavam estranhos, como se fossem fingidos, não reais.
Cautelosamente, me aproximei mais da fonte do som e, para minha surpresa, vinha do quarto dos meus pais.
A descoberta me atingiu com uma mistura de emoções. Senti uma queimação de ciúme que não esperava; era irracional, mas potente.Por que eu tô me sentindo assim? Será que eu esperava que depois de tudo que rolou, as coisas fossem diferentes?
As perguntas rodavam na minha cabeça enquanto eu ficava parado no corredor, sem conseguir me mexer por um instante.
A porta estava entreaberta, e os sons das risadas e sussurros deles flutuavam até mim. Tentei afastar os sentimentos de ciúmes e disse a mim mesmo que era normal, que eles eram um casal e que o que tinha rolado entre minha mãe e eu nunca poderia ter mudado isso de verdade.
Respirei fundo e decidi voltar pro meu quarto. Não queria ouvir mais nada, não queria saber de mais nada. Me sentia confuso e traído, mesmo sabendo que não tinha direito de me sentir assim. A noite tinha ficado muito mais longa e complicada do que eu imaginava.
Depois de uma hora, mandei uma mensagem pra minha mãe.
Eu:Você se divertiu?😏
Mãe:Com ciúmes?😅
Eu:Um pouco... você me deve uma boa na próxima vez, espero o melhor sexo da minha vida por isso.
ter me traído com o meu pai😤
Mãe:Fechado, mas você tem que me prometer uma coisa.🤞
Eu:O quê?
Mãe:Não vamos fazer nada enquanto seu pai estiver aqui, não quero levantar suspeitas.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Eu:ok, eu prometo, mas espero que valha a pena a esperaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Mãe:Vai valer a pena, pode ter certeza.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.e lembra, te amo pra caralho
Eu:Eu também te quero, vai ser nosso segredinho.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
MeFiquei olhando pro teto, o sangue fervendo nas veias. Meu pai e minha mãe são um casal, o que é que eu posso fazer?
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