Grávida e infiel. Parte 4

Cada vez me irritava mais as atitudes da minha sogra e o Dante me traindo. Mas alguma coisa mudou naquele dia... Embora ainda não soubesse com quem ele podia estar me botando chifre, tentei me acalmar pra fazer as rotinas, mas tava tão puta com meu marido e a mãe dele que me perdia rápido, decidi largar tudo e tentar me acalmar. Meu coração tava acelerado e eu ficava cada vez mais furiosa. E senti uns chutes ou movimento do meu bebê "Shhhhh... calma, love... já já a mamãe fica bem... isso tudo me irrita. Seu pai mentir pra mim, sua avó me dar indireta, e a única pessoa mais próxima pra passar por esse momento ser o melhor amigo do seu pai, com quem eu transei e ele tem tanta vontade de comer e provar meus peitos que eu queria que só o Dante fizesse isso" tava chorando de impotência e continuava acariciando minha barriga. Me sentia toda trêmula e não conseguia me levantar, não dava pra fazer sozinha porque minhas mãos e pernas tremiam de nervoso. Fiquei sentada no chão, cruzei as pernas e fechei os olhos, tentando respirar devagar, mas veio na minha cabeça a imagem de ter o Salvador atrás de mim, nós dois completamente pelados, com minha bunda bem em cima do pauzão enorme dele, enquanto ele acariciava minha barriga e de vez em quando as mãos iam pras minhas tetas e a outra pra minha pussy molhada, e eu mordia os lábios de prazer que essa fantasia me dava. Ele rodava as mãos enquanto a boca beijava e lambia meus ombros e pescoço. Afastei meu cabelo como se ele tivesse ali, e como consegui fiquei de joelhos naquela posição famosa de "quatro apoios", e imaginava como ele me comeria assim, por trás, nós dois no chão. De novo meus hormônios, meus desejos, meu tesão deram lugar ao morbo de querer ficar com Salvador de novo, mas dessa vez transando em outros lugares, sentindo atração física por outro homem que ficava louco pelas minhas tetas cheias de cum. Enfiei um, depois dois e até três dedos na minha pussy. palavra: buceta, parecia que minha cavidade tinha aumentado e me dava mais tesão, eu me tocava, meus movimentos iam cada vez mais fortes e eu estava no clímax total e sussurrei de novo por Salvador e minha mão saiu toda encharcada, cheia do meu fluido de tanto tesão e sacanagem que eu sentia e tinha por ele. Consegui me levantar do chão e parecia que toda aquela raiva que eu tinha tinha ido embora e eu tinha me acalmado. Me levantei com cuidado e fui preparar algo para comer. Quando terminei, ainda tinha Salvador na mente e as coisas que eu adoraria fazer com ele, já que meu marido não me olhava ou não estava como antes comigo. Enquanto cortava os legumes, imaginei ele atrás de mim, ele me abraçava, me acariciava devagar e apoiava aquele volume enorme dele na minha bunda e massageava pra cima e pra baixo, de um lado pro outro e gemia baixinho, joguei meu cabelo pra frente imaginando que ele beijaria meu pescoço enquanto eu estava naquela posição e era tanto tesão que eu gemia cada vez mais forte. De repente, ouvi meu celular tocar. Tive que cortar minha fantasia erótica na hora e atendi.
Eu: - Alô
Dante: - Oi, meu amor, minha mulher gostosa
Eu: - Ah Dante... finalmente resolve aparecer...
Dante: - Desculpa, mas tava cheio de trabalho e acabei de liberar por um tempo
Eu: - Ah... tá bom
Dante: - Como você tá, linda?
Eu: - Bem, só tive uns puxões nas pernas mas agora tô bem
Dante: - Nosso bebê tá se comportando mal? - ele riu
Eu: - Parece que sim... ele sente falta do seu carinho...
Dante: - Hoje vou tentar sair mais cedo pra ficar com vocês. Amo vocês
Eu: - Tá bom. A gente também te ama
Dante: - Beleza... É, é... a gente se fala mais tarde - ouvi uns murmúrios do lado dele e ele desligou na hora. Ele ter desligado assim me deixou preocupada, embora eu não quisesse ficar pensando no meu marido. Preparei uma salada com um bife à milanesa e sentei no balcão da cozinha, onde tinha estado com Salvador, me sentei mais confortável com as pernas abertas e um arrepio me percorreu quando olhei pra baixo imaginando que ele estava ali Salvador me beijando, lambendo e chupando que nem um louco a minha buceta. De novo sentia uma vontade enorme de estar com ele e continuar, ir muito além do que a gente tinha começado. Já não estava tão insegura e dessa vez queria transar e fazer do jeito que ele quisesse. Escrevi pra ele e pro pai dele que até amanhã de manhã estaria tudo pronto e eu poderia levar. Quem sabe eu aproveito a chance e rola algo mais entre a gente. Não queria me iludir, mas tava tão tesuda que parecia uma menininha esperando o Papai Noel trazer aquele presente que pedi na cartinha. E escrevi: "Oi, boa tarde. Amanhã já vou ter tudo pronto. Posso levar ao meio-dia na sua casa? Abraços, Giuliana" Meu coração tava batendo muito acelerado e logo recebi a resposta do Salvador: "Oi, Yulita. Se preferir, eu busco pra você não ficar indo e vindo. Quer que a gente se encontre em algum lugar ou na sua casa pra você me dar as coisas e eu poder te pagar?" "Oi, Salvador... se for melhor pra você, a gente se encontra onde você disser, eu levo na casa do seu pai" Ele respondeu: "Não, não na casa do meu pai não. Esse é meu endereço, se quiser traz aqui pra eu guardar tudo mais seguro e longe da minha mãe" Ele passou o endereço e ficava perto da casa de uma amiga, então se alguém perguntasse, eu podia deixar o carro lá e andar o quarteirão e meio de distância. "Que tal amanhã às 11?" "Dá pra ser às 13h? Porque amanhã tenho umas coisas pra fazer e talvez te faça esperar se for às 11. Às 13h vou estar em casa e livre" "Tá bom. A gente se vê amanhã" "Um beijo, Yulita..." Suspirei e fiquei imaginando mil coisas, todas sobre um encontro que quando a gente se visse, a gente se soltaria e faria junto. Pra começar, ele deseja meu corpo, ainda mais meus peitões enormes cheios de gozo, ele deve me ver como uma daquelas modelos que posam nuas nas capas de revista de homem. Sentindo só tesão e desejo pelos meus peitos e o que eles causavam. Comecei a me acariciar Meu ventre e minhas auréolas estavam bem duras, prestes a explodir. Ouvi meu celular e isso me tirou do clima em que eu estava. Era da clínica onde faria a ultrassom, perguntando se eu queria adiantar para hoje às 16h, e eu disse que sim. Me apressei pra terminar e na hora mandei uma mensagem pro Dante: "Oi, amor, adiantaram minha ultrassom pra hoje. Tomara que você possa vir. Te amo" — sorri, fazendo uma careta, e escrevi no grupo da minha família: "Oi, família, como vocês estão? Adiantaram a eco pra hoje. É capaz de eu ir com o Dante, mas se ele aparecer, finalmente vamos saber o que é. Amo vocês." Na hora, responderam. "Boa sorte, Yuli, com certeza é uma menina!" "Não, não, pela barriga dela e como ela tá linda; é um menino." "Tomara que seja menina, pra ter uma princesinha na família." "Seja o que for, vamos mimar pra caramba. Te amo, filha." "E capaz que seja mais um netinho homem, depois que eu tive todas vocês, 'mulherzinhas'!" Ri de todas as respostas, e o Dante ainda não tinha nem lido nem respondido minha mensagem. Fui me trocar pra sair cedo e poder fazer a papelada tranquila. Saí com os papéis e meus documentos, além de levar dinheiro por via das dúvidas. Quando cheguei lá, não achava lugar pra estacionar, tive que deixar o carro a umas quase duas quadras. Não me importei, tinha chegado cedo e estava com tempo. Fui até o guichê, me anunciei, entreguei os papéis e esperei. Fui pra sala de espera e, enquanto estava sentada, vi que tinha muita gente ao redor: outras mulheres grávidas, mães com seus filhinhos, idosos e vários homens. Lá do outro lado, ouvi murmúrios de um grupo de três pessoas saindo de um consultório, conversando. Levantei o olhar e não podia acreditar em quem via: era o Salvador com os pais. Baixei o olhar, toda corada, e vi que o Rodas me olhou, fez um comentário pra esposa e pro filho. O Salvador, ao me ver, teve o olhar iluminado e esboçou um sorriso enorme. Os três se aproximaram pra me cumprimentar. Rodas: — Oi, Yuliana... que coincidência. te encontrar por aqui
Eu: - Oi, como vocês estão?
Salva: - Oi, Yulita, ela é a Ramona, minha mãe
Eu: - Oi, como vai, senhora?
Ramona: - O prazer é meu, querida... tudo bem
Salva: - Se vocês não se importam, eu alcanço vocês depois...
Rodas: - OK, filho. Que você fique bem, Yuliana
A gente se despediu dos dois, eles foram embora e o Salvador ficou comigo

Salva: - O que você faz aqui? Aconteceu alguma coisa com seu bebê ou com sua gravidez?
Eu: - Não... não, é só um ultrassom que preciso fazer, um check-up de rotina...
Salva: - Ah, que bom... e meu amigo?
Eu: - Seu amigo... - suspirei - bom, sei lá, deve estar com muito trabalho, já que não se dá nem ao trabalho de ler minhas mensagens...
Salva: - Se você não levar a mal, posso te acompanhar... pra você não ficar sozinha
Eu: - Ah, não, não... pelo amor de Deus, não...
Salva: - Pra mim não tem problema, vou mandar uma mensagem pro meu pai pra eles irem tranquilos sem mim e eu fico com você - ele escreveu a mensagem e, quando enviou, sorriu pra mim.

Liberaram uns lugares perto e a gente foi sentar ali. Eu segurava os papéis e a garrafa d'água, e quando ele me viu com tudo na mão, o Salvador pegou os papéis. Eu tomei um gole d'água e vi que ele não tirava o olho das minhas tetas e da minha barriga, que já tava cada vez mais aparecendo.

Me chamaram e, quando tentei levantar, foi difícil, e o Salvador me ajudou a ficar de pé e a caminhar. A gente parecia um casal indo ver o bebê.

Quando entrei, o especialista cumprimentou a gente, me mandou deitar e passou o gel. Começou a passar na região enquanto olhava, anotava sobre a placenta, o líquido, o tamanho do bebê, até que perguntou:

Esp: - Vocês já sabem o que é?
Salva: - Não, não... mas eu gostaria de saber, bom, a gente gostaria de saber...
Eu olhei pra ele estranha, ele piscou um olho pra mim.

Esp: - É um menino... olhem... aqui dá pra ver os genitais dele... - os dois riram porque o bebê abriu as pernas, se mostrando ainda mais - bom, vamos ver se o bebê fica assim, vou tirar uma imagem pra vocês mostrarem pros familiares, o pequeno é bem exibido!! Tá tudo muito bem, mamãe e papai! Ele tá com peso e medida certos pro seu tempo de gestação, parece que tá tudo caminhando bem. Muito bem. Então é pra aproveitar o filhão. Eu tava emocionada, sabia que era um menino. Ela entregou a pasta com os resultados, a gente se despediu e saiu. Eu tava felizona de que tudo tava indo bem, o Salvador me pegou pelo ombro e fomos andando até meu carro.
Eu: — Valeu por isso... sério, me fez bem ter alguém comigo agora...
Salva: — De nada, eu que agradeço por deixar eu ficar e ver seu bebê... agora que sabe o sexo, já sabe o nome que vão botar?
Eu: — Olha, eu tinha um monte de nome de menina, mas de menino...
Salva: — Lembro que uma vez eu falava pros meus pais que no dia que eu tivesse um filho, ia botar Jeremias ou Baltazar...
Eu: — Uauuuu, gostei dos dois nomes...
Salva: — Ei, mas não rouba meus nomes não... — a gente riu junto — se usar um ou os dois, quero ser o padrinho pra ensinar ele a seguir o caminho do bem: se declarar pras minas, sair com os amigos, encher a cara... — dessa vez ele riu sozinho e eu sorri pra ele — é brincadeira... não sou desse tipo.
Eu: — Ainda bem... porque ia ter que procurar um exemplo melhor pro meu filho.
Salva: — Que maldade, hein... — a gente riu — se quiser, eu dirijo, aí você manda mensagem pra sua família e pro seu marido sobre o bebê.
Eu: — Ah, você faria esse favor pra mim???
Salva: — Sim, claro... eu dirijo. Você aproveita e manda!
A gente subiu no carro e fomos pra casa dele. Minha família toda tava feliz pra caramba e super contente que minha gravidez tava bem e que a gente sabia o sexo do bebê. Mandei mensagem de novo pro Dante, ele leu a primeira mas me deixou no vácuo! Quando chegamos, ele parou o carro e ficamos uns minutos em silêncio, até que ele fala:
Salva: — Valeu... valeu de novo por deixar eu estar presente nesse momento tão importante pra você.
Eu: — Sério, eu é que tô mais que grata... achei que ia conseguir passar por isso sozinha, mas fez muito bem você estar aqui...
Salva: — Quer entrar e tomar alguma coisa? Tá muito calor e não quero que você passe mal...
Eu: — Não, acho que não é conveniente... Salva:
— Mas vamos tomar alguma coisa, aí você vai mais tranquila e me deixa mais tranquilo também, não por você ir embora, mas pra você se recuperar, porque tô vendo que você tá emocionada.
Eu:
— É... obrigada... tá bom. Aceito um copo d'água.
Salva:
— Perfeito. Vem.

Nós dois descemos do carro, ele me deu as chaves do meu carro e abriu a porta da casa dele, e entramos. Ligou o ar-condicionado porque tava muito calor e minhas bochechas estavam bem vermelhas.
Salva:
— Senta onde você se sentir confortável, vou pegar uma coisa bem gelada pra gente beber...
Eu:
— Tá bom, obrigada — olhei com calma toda a sala, admirando tudo que tinha. Vi uns quadros com fotos dele junto com Dante, Elias e mais uns caras posando e sorrindo, parecia que eles tinham uns 18 anos numa piscina. Sorri ao ver o Dante e pensei: "Nossa... como ele mudou!" E continuei olhando, tinha fotos do Salvador com os pais e irmãos. Alguns quadros e enfeites de parede.

Aí o Salvador volta com uma bandeja com os copos de suco e mais alguma coisa.
Salva:
— Tá gostando da minha casa?
Eu:
— Tô, desculpa se te incomodei olhando suas coisas, mas adoro reparar e achei uma foto que você tá com meu marido e o outro amigo dele... e tem mais uns caras. De quando é essa foto? — sentei no sofá.
Salva:
— Ahhhh, do churrasco da festa de fim de ano, acho que foi ali — foi pegar a foto e sentou do meu lado — porque a gente usava uns óculos estilosos que comprei no centro no mesmo dia que o Dante. Todo mundo falava que um de nós tinha copiado o outro, mas foi coincidência... — pegou o celular e procurou na galeria mais fotos daquele dia — olha... aqui a gente: seu marido e eu. O que tá no fundo é o Jonatan, um amigo meu, olha a cara que ele tá fazendo, porque ele gritava que a gente parecia umas irmãs gêmeas — rimos os dois — nessa outra aqui tinha umas colegas nossas, aqui tô eu, o Matias... esse outro... hmmm Gervásio, a gente chamava ele de "grão-de-bico", também tá seu marido... mais umas colegas... — enquanto me mostrava as fotos. Estiquei o braço na mesa pra pegar um copo e uns salgadinhos que eu tinha trazido — bom... acho que é só isso — ele sorriu enquanto eu bebia água, e eu só fiz um meio sorriso — sabe de uma coisa, Yulita?
Eu: — Hã... fala aí... — enquanto limpava a boca com o guardanapo
Salva: — Ainda não entendo como meu amigo, quer dizer, seu marido, te deixa tanto tempo sozinha... sabendo que você tá grávida... — ele chegava cada vez mais perto de mim — talvez você precise de uma mão, de alguém pra fazer companhia ou dar uma atenção...
Eu: — Valeu... mas eu tenho uma boa atenção...
Salva: — Pois eu não acredito nisso... — Senti a mão dele subindo pelo meu braço, uma eletricidade percorreu meu corpo e me fez fechar os olhos e suspirar. Senti a boca dele no meu pescoço, me dando beijos suaves enquanto me acariciava, e eu sentia um calor indescritível. Sentia ele quase em cima de mim. Enquanto me beijava e me tocava devagar pelos ombros e pescoço. Eu, que tava mais do que carente de atenção e amor, me entreguei como se ele fosse meu marido. Abri as pernas devagar e fui acariciando as costas dele, olhei nos olhos dele e sorri, foi como a chave que abriu a paixão. CONTINUA...

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