Me chamo Juan Pablo e tenho 27 anos. Pra vocês terem uma ideia, tenho 1,87 de altura, corpo bem cuidado porque sempre pratiquei esportes, mas nada de ser musculoso nem nada. No colégio, viviam me dizendo que eu tinha "rabinho de menina".
Isso aconteceu há uns 4 anos. Um dia, meu grupo de amigos me chamou pra ir a uma festa de música eletrônica. Eu nunca tinha ido a nenhuma (eles já tinham ido), não tava muito afim, mas pensei: "vamos ver qual é".
Fui pra festa, e chegou uma hora que não lembro de mais nada, até acordar em casa. Comecei a mandar mensagem pros meus amigos, perguntando como tinha chegado em casa, quem tinha me trazido ou como eu tinha voltado. Um deles disse que, lá pelas 2 da manhã, ninguém me viu mais e acharam que eu tinha me entediado e ido embora. Eu não lembrava de absolutamente nada.
Lá pelo meio-dia, recebo uma mensagem: "Hoje à noite a gente vai terminar o que começamos ontem à noite."
Óbvio que eu não fazia ideia do que ele tava falando.
Perguntei quem era e o que queria terminar. Depois de dizer que não lembrava de nada do que tinha rolado, pedi pra ele me explicar. Ele me mandou duas fotos. A primeira era uma foto minha (pelado e de costas pro espelho), ajoelhado de frente pra alguém. Ou seja, na foto dava pra ver minha bunda, uma pessoa de frente sem o rosto aparecer, e eu de frente pra essa pessoa, na altura da rola dela.
A segunda foto era eu, segurando minha bunda, como se tivesse oferecendo, e claramente dava pra ver meu rosto.
Logo depois das fotos, ele disse: "Se não quiser que eu espalhe as fotos e os vídeos, vem na minha casa às 18h", e mandou o endereço. Eu nunca tinha ficado com outro homem.
Fiquei paralisado, não lembrava de nada daquelas fotos nem de nada.
Chegou a hora, e sem saber bem o que fazer, fui até a casa desse cara. Quando cheguei, a surpresa foi enorme. Era o Martin, um colega de escola e colégio que eu tinha feito a vida impossível por vários anos por ele ser gordinho e gay. Ele tava fisicamente muito diferente. Não era aquele gordinho que cresceu comigo no colégio, dava pra ver que ele malhava e tava bem grande.
Bem puto, comecei a perguntar como ele tinha aquelas fotos, o que tinha acontecido e que claramente ele tinha colocado algo na minha bebida e me drogado.
Ele disse que não, que ele tava num posto de gasolina (por acaso perto da festa que eu tinha ido) e que eu entrei pra comprar água, reconheci ele e comecei a falar e a querer zoar ele. Ele percebeu que eu não tava bem e tentou me ajudar, me levando pra casa dele e que eu aceitei.
Tudo isso contado por ele, quando chegamos na casa dele a gente conversou sobre como tava a vida de cada um. Parece que eu perguntei se ele tinha saído do armário e que ri da cara dele. Aí ele me diz que começou a filmar tudo (e me mostra o vídeo).
Quando pergunto sobre o armário, ele diz que sim, e que se eu tinha algum problema com isso, se eu tava com ciúmes dele ter saído do armário e que eu... Eu falei que não, que era problema dele (isso já tava filmado, e ele me mostrou). Ele começa a dizer que todo mundo tem um gay dentro de si, e que se ele tirasse a roupa, eu ia acabar chupando a rola dele. Eu falava que não, que não e que não... Aí ele para de gravar. Põe o próximo vídeo, e começa comigo tirando a roupa e ajoelhando na frente dele, de costas pro espelho. Dá pra ver quando eu começo a chupar ele e falo: "Viu, que eu não tenho medo?" e ele ri. Ele corta o vídeo de novo, e começa outro, e a imagem do espelho se repete, e ele me fala:
"Vê se repete pra mim o que você me disse agora?"
eu: "Você vai me fazer o cu também?"
Maartin: "Não não, pra te fazer o cu eu quero você bem, então amanhã à noite eu faço"
e corta o vídeo.
Comecei a sentir um frio na espinha, não sabia o que fazer, nem o que dizer pra ele. Até que ele me fala:
Martin: "Vou me vingar de todo o bullying que você me fez, vou te arrebentar o cu, ou vou passar esses vídeos pra toda a galera" "Fui muitos anos no psicólogo por sua causa"
eu: Não sabia que tinha te feito tão mal, me perdoa, já passou, não dá mais."
Martin: "Nada, vou te devolver tudo o que você me fez. Você escolhe: ou me dá essa bunda gostosa que você tem, ou te exponho pra todo mundo."
Eu: "Você não pode fazer isso comigo, não seja mau."
Martin: "Posso sim. Vamos pro quarto, que hoje vou te devolver uma parte de tudo."
Eu: "Não seja assim, vou embora e, se quiser, fala que a gente se encontrou e você me bateu ou algo assim."
Então ele pega o celular de novo e entra no grupo que tinha muita gente daquela geração, e me diz: "Decide logo, porque vou começar a mandar." Aí entendi que era sério e que não tinha como escapar, e falo: "Tá bom, vou."
Martin: "Fica tranquilo, que você vai gostar." E começa a andar pro quarto.
Chegamos no quarto e ele me diz:
Martin: "Deita aí, de bruços, que você vai ver o que é bom. Vai me obedecer em tudo que eu mandar."
Eu tava resignado, esperando que quando me tivesse ali, mandasse eu ir embora.
Deito na cama, e ele tira tudo de mim.
Martin: "Que bunda gostosa que você tem." Eu não falei nada.
Ele tirou lubrificante da gaveta, passou nos dedos, e enfiou um dedo.
Eu: "Uff, devagar, por favor." (Aí eu soube que não ia me salvar.)
Martin: "Fica tranquilo, que eu não improviso."
Continuou enfiando um dedo, depois dois, ficou um tempo com dois, e enfiou o terceiro... Aí senti o terror.
Comecei a implorar, tentando fugir debaixo dele, mas não consegui.
Ficou um pouco com os três dedos e me diz:
Martin: "Essa bunda já tá pronta pra eu arrebentar."
Eu: "Não, sério, por favor, deixa pra lá, já foi, você já me castigou demais."
Martin: "Você me fez bullying por anos, isso não é nada..."
Aí sinto ele se despir e encostar o pau na minha nádega. (Aí percebi que não tinha visto ele no vídeo inteiro, e não sabia o que ele tinha.)
Ele chega perto do meu ouvido e me diz:
Martin: "Sabe quanto mede o meu pau?"
Eu: "Como é que eu vou saber?"
Martin: "Tenho um pau de 22 cm, e essa bunda vai engolir ele inteiro."
Ele voltou a me passar a mão... Frio pelo corpo todo. Martin passa o lubrificante na pica, e encosta ela na porta do meu cu e fala "vou meter" e começou a fazer força.
Comecei a sentir uma dor tremenda, como se tivessem me partindo no meio. "Aiii, pela buceta da sua mãe, para, tira ela por favor" gritei, quase chorando.
Martin: "relaxa, e não se mexe porque é pior"
Enquanto falava isso, continuava fazendo força, e aí a dor aumenta e eu grito de novo que tava doendo, que já chega, e ele me fala uma coisa que me destruiu: "Acabei de entrar só a cabeça mesmo."
Queria morrer, e ele fala de novo pra eu relaxar que ia ser pior...
Quando conseguiu meter ela toda inteira, falou que já tava tudo dentro, e que o pior já tinha passado.
Eu não aguentava a dor e ele começou a se mexer devagar, eu sentia que estavam me abrindo ao meio, a pica era muito grande.
Entre lágrimas, pedi por favor pra ele parar um pouco e tirar... ele tirou, e me deixou descansar uns minutos até falar: "pronto, vamos continuar, cada vez vou meter mais rápido, mas quero que você goste também, pra não sofrer."
Eu: "não acho que isso vai me dar prazer"
Martin: "relaxa e se solta que você vai ver... vai, vira que vou continuar fazendo esse cu meu."
Me resignei, relaxei e pensei, bom, já tô aqui, pior não pode ficar.
Martin enfia a pica de novo e começa a se mexer um pouco mais rápido. A dor volta e num momento começou a se misturar com prazer. Comecei a misturar os gritos de dor com gemidos, e Martin percebeu na hora.
Martin: "ahh, tô vendo que você começou a gostar, adoro"
Continuou assim mais um tempo, até que vi que ele ia gozar. Quando tá quase gozando, ele tira e jorra toda a porra nas minhas costas. Não parava de sentir aquele líquido grosso e quentinho em cima do meu pobre cu.
Terminou, levantou e foi se limpar, eu não conseguia me mexer, tava destruído. O cu doía, as pernas tremiam, me senti muito impotente. Ele voltou, e eu ainda tava na mesma posição de quando ele tinha saído. Fui...
Quando tava voltando, só aí consegui ver a pica dele... era enorme, uma das maiores que já tinha visto... e aí pensei, "ainda bem que acabou"
Martin: "Tá nessa ainda? Não se mexeu até agora? Vai lá se limpar, senão vou te enfiar de novo"
Aí, como consegui, levantei e fui me limpar.
Saio de me limpar, e ele tava sentado na beira da cama, se masturbando a pica. E me fala: "Vem cá, ajoelha aqui que você tem que chupar um pouco..."
Eu: "Não, não consigo me mexer, para de encher o saco, já me destruiu, não vou chupar sua pica"
Martin: "Acho que você não entendeu, eu falei que você ia fazer o que eu mandasse, senão seu vídeo ia vazar... vai, ajoelha aqui" e joga um travesseiro no chão...
Eu: "Não dá, sério, tô doendo tudo"
Martin: "Dois minutos e te deixo em paz por hoje"
Eu: "Como assim por hoje?"
Martin: "Claro, o que você achou? Que anos de bullying eu ia cobrar em um dia só? Vou arrebentar seu cu quantas vezes eu quiser, você vai ser minha putinha"
Eu: "Não me enche o saco, Martin, já deu, não vou voltar"
Martin: "Escuta aqui, além do vídeo que tenho de você chupando minha pica, tenho o vídeo de agora pouco enquanto eu te arrebentava o cu... você escolhe..."
Então entendi que ia ter que fazer o que ele mandasse, não tinha outra opção.
Fui, me ajoelhei, e chupei a pica dele...
Depois de dois minutos ele fala: "Pronto, sou homem de palavra, se veste, vai embora, durante a semana você volta... vai vir pelo menos duas vezes por semana"
Me vesti e fui embora sem falar nada.
Aquela noite e por mais 2 ou 3 noites não dormi, claro que no outro dia não conseguia sentar direito, meu cu doeu o dia inteiro.
Dias depois ele me escreveu de novo, tive que voltar na casa dele, e ele me comeu com calma pra eu me acostumar. Quando, segundo ele, eu me acostumei, começou a arrebentar meu cu com força. Eu tava sendo humilhado e subjugado.
Tem muitos outros encontros que rolaram a partir daquele dia, que vou contar pra vocês nos próximos dias, até daqui a pouco talvez eu continue escrevendo.
Isso é real, por mais de 1 ano. Fui pra casa pra me humilhar.
Desculpem pelo tamanho, tentei resumir bastante. Os outros vou resumir bem mais, já que não precisam da introdução desse.
Isso aconteceu há uns 4 anos. Um dia, meu grupo de amigos me chamou pra ir a uma festa de música eletrônica. Eu nunca tinha ido a nenhuma (eles já tinham ido), não tava muito afim, mas pensei: "vamos ver qual é".
Fui pra festa, e chegou uma hora que não lembro de mais nada, até acordar em casa. Comecei a mandar mensagem pros meus amigos, perguntando como tinha chegado em casa, quem tinha me trazido ou como eu tinha voltado. Um deles disse que, lá pelas 2 da manhã, ninguém me viu mais e acharam que eu tinha me entediado e ido embora. Eu não lembrava de absolutamente nada.
Lá pelo meio-dia, recebo uma mensagem: "Hoje à noite a gente vai terminar o que começamos ontem à noite."
Óbvio que eu não fazia ideia do que ele tava falando.
Perguntei quem era e o que queria terminar. Depois de dizer que não lembrava de nada do que tinha rolado, pedi pra ele me explicar. Ele me mandou duas fotos. A primeira era uma foto minha (pelado e de costas pro espelho), ajoelhado de frente pra alguém. Ou seja, na foto dava pra ver minha bunda, uma pessoa de frente sem o rosto aparecer, e eu de frente pra essa pessoa, na altura da rola dela.
A segunda foto era eu, segurando minha bunda, como se tivesse oferecendo, e claramente dava pra ver meu rosto.
Logo depois das fotos, ele disse: "Se não quiser que eu espalhe as fotos e os vídeos, vem na minha casa às 18h", e mandou o endereço. Eu nunca tinha ficado com outro homem.
Fiquei paralisado, não lembrava de nada daquelas fotos nem de nada.
Chegou a hora, e sem saber bem o que fazer, fui até a casa desse cara. Quando cheguei, a surpresa foi enorme. Era o Martin, um colega de escola e colégio que eu tinha feito a vida impossível por vários anos por ele ser gordinho e gay. Ele tava fisicamente muito diferente. Não era aquele gordinho que cresceu comigo no colégio, dava pra ver que ele malhava e tava bem grande.
Bem puto, comecei a perguntar como ele tinha aquelas fotos, o que tinha acontecido e que claramente ele tinha colocado algo na minha bebida e me drogado.
Ele disse que não, que ele tava num posto de gasolina (por acaso perto da festa que eu tinha ido) e que eu entrei pra comprar água, reconheci ele e comecei a falar e a querer zoar ele. Ele percebeu que eu não tava bem e tentou me ajudar, me levando pra casa dele e que eu aceitei.
Tudo isso contado por ele, quando chegamos na casa dele a gente conversou sobre como tava a vida de cada um. Parece que eu perguntei se ele tinha saído do armário e que ri da cara dele. Aí ele me diz que começou a filmar tudo (e me mostra o vídeo).
Quando pergunto sobre o armário, ele diz que sim, e que se eu tinha algum problema com isso, se eu tava com ciúmes dele ter saído do armário e que eu... Eu falei que não, que era problema dele (isso já tava filmado, e ele me mostrou). Ele começa a dizer que todo mundo tem um gay dentro de si, e que se ele tirasse a roupa, eu ia acabar chupando a rola dele. Eu falava que não, que não e que não... Aí ele para de gravar. Põe o próximo vídeo, e começa comigo tirando a roupa e ajoelhando na frente dele, de costas pro espelho. Dá pra ver quando eu começo a chupar ele e falo: "Viu, que eu não tenho medo?" e ele ri. Ele corta o vídeo de novo, e começa outro, e a imagem do espelho se repete, e ele me fala:
"Vê se repete pra mim o que você me disse agora?"
eu: "Você vai me fazer o cu também?"
Maartin: "Não não, pra te fazer o cu eu quero você bem, então amanhã à noite eu faço"
e corta o vídeo.
Comecei a sentir um frio na espinha, não sabia o que fazer, nem o que dizer pra ele. Até que ele me fala:
Martin: "Vou me vingar de todo o bullying que você me fez, vou te arrebentar o cu, ou vou passar esses vídeos pra toda a galera" "Fui muitos anos no psicólogo por sua causa"
eu: Não sabia que tinha te feito tão mal, me perdoa, já passou, não dá mais."
Martin: "Nada, vou te devolver tudo o que você me fez. Você escolhe: ou me dá essa bunda gostosa que você tem, ou te exponho pra todo mundo."
Eu: "Você não pode fazer isso comigo, não seja mau."
Martin: "Posso sim. Vamos pro quarto, que hoje vou te devolver uma parte de tudo."
Eu: "Não seja assim, vou embora e, se quiser, fala que a gente se encontrou e você me bateu ou algo assim."
Então ele pega o celular de novo e entra no grupo que tinha muita gente daquela geração, e me diz: "Decide logo, porque vou começar a mandar." Aí entendi que era sério e que não tinha como escapar, e falo: "Tá bom, vou."
Martin: "Fica tranquilo, que você vai gostar." E começa a andar pro quarto.
Chegamos no quarto e ele me diz:
Martin: "Deita aí, de bruços, que você vai ver o que é bom. Vai me obedecer em tudo que eu mandar."
Eu tava resignado, esperando que quando me tivesse ali, mandasse eu ir embora.
Deito na cama, e ele tira tudo de mim.
Martin: "Que bunda gostosa que você tem." Eu não falei nada.
Ele tirou lubrificante da gaveta, passou nos dedos, e enfiou um dedo.
Eu: "Uff, devagar, por favor." (Aí eu soube que não ia me salvar.)
Martin: "Fica tranquilo, que eu não improviso."
Continuou enfiando um dedo, depois dois, ficou um tempo com dois, e enfiou o terceiro... Aí senti o terror.
Comecei a implorar, tentando fugir debaixo dele, mas não consegui.
Ficou um pouco com os três dedos e me diz:
Martin: "Essa bunda já tá pronta pra eu arrebentar."
Eu: "Não, sério, por favor, deixa pra lá, já foi, você já me castigou demais."
Martin: "Você me fez bullying por anos, isso não é nada..."
Aí sinto ele se despir e encostar o pau na minha nádega. (Aí percebi que não tinha visto ele no vídeo inteiro, e não sabia o que ele tinha.)
Ele chega perto do meu ouvido e me diz:
Martin: "Sabe quanto mede o meu pau?"
Eu: "Como é que eu vou saber?"
Martin: "Tenho um pau de 22 cm, e essa bunda vai engolir ele inteiro."
Ele voltou a me passar a mão... Frio pelo corpo todo. Martin passa o lubrificante na pica, e encosta ela na porta do meu cu e fala "vou meter" e começou a fazer força.
Comecei a sentir uma dor tremenda, como se tivessem me partindo no meio. "Aiii, pela buceta da sua mãe, para, tira ela por favor" gritei, quase chorando.
Martin: "relaxa, e não se mexe porque é pior"
Enquanto falava isso, continuava fazendo força, e aí a dor aumenta e eu grito de novo que tava doendo, que já chega, e ele me fala uma coisa que me destruiu: "Acabei de entrar só a cabeça mesmo."
Queria morrer, e ele fala de novo pra eu relaxar que ia ser pior...
Quando conseguiu meter ela toda inteira, falou que já tava tudo dentro, e que o pior já tinha passado.
Eu não aguentava a dor e ele começou a se mexer devagar, eu sentia que estavam me abrindo ao meio, a pica era muito grande.
Entre lágrimas, pedi por favor pra ele parar um pouco e tirar... ele tirou, e me deixou descansar uns minutos até falar: "pronto, vamos continuar, cada vez vou meter mais rápido, mas quero que você goste também, pra não sofrer."
Eu: "não acho que isso vai me dar prazer"
Martin: "relaxa e se solta que você vai ver... vai, vira que vou continuar fazendo esse cu meu."
Me resignei, relaxei e pensei, bom, já tô aqui, pior não pode ficar.
Martin enfia a pica de novo e começa a se mexer um pouco mais rápido. A dor volta e num momento começou a se misturar com prazer. Comecei a misturar os gritos de dor com gemidos, e Martin percebeu na hora.
Martin: "ahh, tô vendo que você começou a gostar, adoro"
Continuou assim mais um tempo, até que vi que ele ia gozar. Quando tá quase gozando, ele tira e jorra toda a porra nas minhas costas. Não parava de sentir aquele líquido grosso e quentinho em cima do meu pobre cu.
Terminou, levantou e foi se limpar, eu não conseguia me mexer, tava destruído. O cu doía, as pernas tremiam, me senti muito impotente. Ele voltou, e eu ainda tava na mesma posição de quando ele tinha saído. Fui...
Quando tava voltando, só aí consegui ver a pica dele... era enorme, uma das maiores que já tinha visto... e aí pensei, "ainda bem que acabou"
Martin: "Tá nessa ainda? Não se mexeu até agora? Vai lá se limpar, senão vou te enfiar de novo"
Aí, como consegui, levantei e fui me limpar.
Saio de me limpar, e ele tava sentado na beira da cama, se masturbando a pica. E me fala: "Vem cá, ajoelha aqui que você tem que chupar um pouco..."
Eu: "Não, não consigo me mexer, para de encher o saco, já me destruiu, não vou chupar sua pica"
Martin: "Acho que você não entendeu, eu falei que você ia fazer o que eu mandasse, senão seu vídeo ia vazar... vai, ajoelha aqui" e joga um travesseiro no chão...
Eu: "Não dá, sério, tô doendo tudo"
Martin: "Dois minutos e te deixo em paz por hoje"
Eu: "Como assim por hoje?"
Martin: "Claro, o que você achou? Que anos de bullying eu ia cobrar em um dia só? Vou arrebentar seu cu quantas vezes eu quiser, você vai ser minha putinha"
Eu: "Não me enche o saco, Martin, já deu, não vou voltar"
Martin: "Escuta aqui, além do vídeo que tenho de você chupando minha pica, tenho o vídeo de agora pouco enquanto eu te arrebentava o cu... você escolhe..."
Então entendi que ia ter que fazer o que ele mandasse, não tinha outra opção.
Fui, me ajoelhei, e chupei a pica dele...
Depois de dois minutos ele fala: "Pronto, sou homem de palavra, se veste, vai embora, durante a semana você volta... vai vir pelo menos duas vezes por semana"
Me vesti e fui embora sem falar nada.
Aquela noite e por mais 2 ou 3 noites não dormi, claro que no outro dia não conseguia sentar direito, meu cu doeu o dia inteiro.
Dias depois ele me escreveu de novo, tive que voltar na casa dele, e ele me comeu com calma pra eu me acostumar. Quando, segundo ele, eu me acostumei, começou a arrebentar meu cu com força. Eu tava sendo humilhado e subjugado.
Tem muitos outros encontros que rolaram a partir daquele dia, que vou contar pra vocês nos próximos dias, até daqui a pouco talvez eu continue escrevendo.
Isso é real, por mais de 1 ano. Fui pra casa pra me humilhar.
Desculpem pelo tamanho, tentei resumir bastante. Os outros vou resumir bem mais, já que não precisam da introdução desse.
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