Fim de semana de uma puta 3

Assim que cheguei no meu quarto, coberta com minha toalha e com o esperma do velho ainda na minha cara porque não tinha conseguido engolir tudo, e escorrendo pelas minhas pernas o que ele tinha deixado dentro de mim… Entrei direto no chuveiro, debaixo da água quente tentava processar o que tinha acontecido de novo, porque eu tinha sucumbido a um cara velho, gordo e feio, porra!!! De novo, de novo… eu repetia sem parar. Foi nessa hora que meu pai e meu irmão chegaram no quarto. Meu pai entrou no banheiro e perguntou:
— Oi Dany, como você ficou sem a gente? Não te deixamos sozinha por muito tempo, né?
— Oi pai, não hahaha, quase nem percebi, desci pra piscina termal e, sinceramente, o tempo voou. (falei enquanto vinham na minha cabeça imagens do velho me puxando pelo cabelo pra eu chupar a rola dele)
— Que ótimo, filha. Então, quando terminar, se quiser, a gente pode sair pra tomar algo e depois jantar juntos.
— Valeu, pai, deixa eu secar o cabelo e me arrumar.

Ficamos nos arredores do balneário, tomamos uns vinhos e às 9:30 voltamos pro balneário pra jantar. O restaurante, sem ser estrela Michelin, tava lotado, tanto de hóspedes quanto de gente de fora por causa da comida boa que tinha. O negócio é que chegamos e só tinha uma mesa livre, onde sentamos. O garçom trouxe o cardápio e, quando a gente tava olhando… Terra, me engole! O velho que eu tinha transado acabou de chegar no restaurante e, assim que me viu, o filho da puta foi direto pra nossa mesa.
— Oi, colega da piscina termal (falou num tom amigável e simpático, sem parar de olhar pro meu decote. Tenho que dizer que eu tava usando um vestido bem sóbrio, tinha decote, mas era leve e, mesmo marcando minhas curvas, não era um "Vem me foder!" — não sei se me explico)
— Oi, colega (respondi sem saber onde me enfiar)
— Não vai nos apresentar? — disse meu pai.
— Ah, sim, sim… Bom, não sei qual é o seu nome, a gente ficou conversando essa manhã e no final não nos apresentamos direito (eu falei) — Sou Miguel Ángel, mas todo mundo me chama de Miguel, e sua companheira, como você se chama? — Sou a Dany, esse aqui é meu pai e meu irmão — Prazer em conhecê-los (respondi), bom, vou ver se encontro um lugar porque isso aqui tá lotado e acho que não vou conseguir comer aqui hoje, e pra falar a verdade, meus joelhos não tão aguentando andar muito (disse o filho da puta, tentando fazer pena, e conseguiu) — Por favor, senta com a gente, respondeu meu pai, até porque tem uma cadeira vazia. — Ah, obrigado, a verdade é que não só a filha, mas vocês também são muito gente fina. (Que filho da puta falso!!! Eu pensava, se faz de velhinho adorável e é um filho da puta que passou a tarde inteira fodendo sua filha que nem um degenerado, me fazendo chorar e gritar…). O jantar foi rolando entre vinho e conversas bestas, eu não conseguia evitar de reparar como aquele nojento olhava pro meu decote e como me encarava toda vez que eu levantava pra pegar alguma coisa. O filho da puta falava da neta, da filha, de como tava ferrado com o sobrepeso e os anos de trabalho, que os filhos mandaram ele descansar ali etc… Eu, pra aguentar a situação do melhor jeito, foquei no vinho… ERRO, isso só fez começarem a vir na minha mente imagens da pica dele arrebentando minha buceta, a dor que ainda tava… resumindo, eu tava ficando com um tesão do caralho. Ele, por outro lado, tinha manchado a camisa de gordura, suava pra caralho por causa da umidade e do vinho, e a dentadura dele, amarela de anos de cigarro, tava cheia de comida que ele não fazia questão nenhuma de esconder toda vez que ria que nem um nojento… Mas eu tava com tesão… Como eu podia estar com tesão naquela situação, com aquele porco, um velho que a barriga caía por cima do cinto da calça, suado, nojento… Pois é, eu tava com tesão pra caralho!!!! Terminado o jantar, a gente se preparou pra ir pros Quartos e, quando nos levantamos, ele disse: — Desculpem ficar aqui um pouco, mas é que estou meio tonto por causa do calor e do vinho, e até me recuperar um pouco, prefiro ficar aqui, não queria cair, mas vão tranquilos, de verdade, estou bem. Meu pai insistia em ficar, mas ele dizia pra gente ir, que essa sensação era normal e que passava rápido. Fomos em direção ao elevador quando meu pai me olhou muito sério e disse: — Dany, acho melhor você voltar com ele até ele se recuperar. Com a gente ele não tem a confiança que tem com você, e o homem estava meio desconfortável, além disso, você tem a idade da neta dele e dá pra ver que ele sente muita falta dela. — Papai, sério?! (respondi eu, embora outra parte de mim fosse tão puta que não se importava em voltar). Relutantemente, voltei pra mesa. — DANIELA!!! (disse ele com um sorriso de quem sabe que conseguiu o que queria) Você voltou pra ficar comigo!!! (disse com ironia) — Como você está, hein? Você é um filho da puta, não tinha outras mesas pra encher o saco? (falei eu). Ele, com um sorriso nojento, me olhou e respondeu: — Vamos deixar uma coisa clara, garota: se você não quiser que eu conte pro seu pai tudo o que a gente fez essa manhã, é melhor começar a me tratar bem. — Kkkkkkk (ri eu) Meu pai não vai acreditar em você. Se você contar alguma coisa, ele só vai pensar que são fantasias de um maluco. — Tem certeza? (respondeu ele enquanto pegava o celular e me mostrava um vídeo e fotos onde eu estava contra a mesa, rebolando a bunda enquanto gemia e gritava entre dor e prazer). As lágrimas escorreram quando vi aquilo, uma mistura de raiva e ódio me invadiu. Embora eu goste de ser puta e foder com coroas e quase qualquer pica que apareça na minha frente, com ele eu sentia nojo, e além disso, ele estava disposto a mostrar meu vídeo. Só consegui chamá-lo de filho da puta e desejar a morte dele. Ele, por outro lado, só respondeu: — Agora que já Ficou claro tudo, você vai no banheiro, vai tirar a calcinha ou o que estiver usando por baixo desse vestidinho aí e vai voltar aqui (disse apontando para um dos joelhos dela) e lembra, você vai fazer tudo o que eu mandar, senão... (disse em voz baixa). Eu tava tão puta que passou o tesão que eu tava, me senti traída, tava humilhada por um puto nojento e tava no banheiro tirando a fio dental pra sentar no colo de um porco desgraçado.Fim de semana de uma puta 3
vadia
anal
rabao
velho
vadiaSaí de novo para a sala e me sentei, como ele me indicou, em uma das coxas dele.cornudo
maduro
balneario- Me abraça como se fosse minha neta (ele disse, enquanto passava meu braço direito pelas costas dele). Ele me abraçava na altura da minha cintura, deixando a mão dele em cima da minha buceta, que estava totalmente à disposição dele. Com a outra mão, ele colocou um vídeo no celular e, enquanto me obrigava a fingir que estávamos vendo juntos, começou a me tocar a buceta, de um jeito forte que doía (ainda mais depois do que tinha acontecido de manhã). Porra, aquilo me dava nojo, mas minha buceta pensava diferente e ficava cada vez mais molhada. Depois de um minuto assim, eu gozei, cravei minhas unhas nas costas dele e, com a outra mão, me agarrei na toalha da mesa (que escondia tudo o que aquele porco estava fazendo comigo) para não gritar, mordi meu lábio e segurei os gemidos. Ele guardou o celular e, sussurrando, disse:namorada vadia- Levanta e me ajuda a sair pro jardim, por favor (porra, que mal cheiroso o filho da puta, e pelo joelho dele dava pra ver que quase conseguia se mexer… e que puta eu era). Quando me levantei, notei o volume que ele tinha naqueles jeans tão velhos e sujos que ele usava. Só de pensar no que ele tava me fazendo, me humilhando e me tratando como uma puta, me dava vontade de vomitar e gritar pensando que meu pai podia me descobrir, mas por outro lado, isso me deixava louca de tesão. Saímos pro jardim e sentamos num banco que tinha, como se fôssemos avô e neta. Nessa hora, um casal de velhos que ele conhecia se aproximou.

- Oi, Miguel Ángel, que bem acompanhado você tá, disse o homem enquanto eu percebia ele me olhando de cima a baixo.
- Oi, Roberto, já viu, amiga da minha neta, como o mundo é pequeno, né? Tô aqui tomando um ar, que tava meio tonto. (eu concordei com a cabeça, sem conseguir disfarçar a cara de nojo)
- Que gostosa você é, menina, disse a senhora. Vamos dar uma volta antes de subir pro quarto.
- Aproveitem o passeio, eu também vou subir agora, que a gente já não tá mais pra essas correrias.

Depois que se despediram, o velho virou pra mim e falou:
- Agora pega o telefone e liga pro seu pai, fala que a gente tá no jardim e que você vai me acompanhar até o quarto pra evitar que eu passe mal. (ele disse num tom entre ameaçador e nojento)

Eu peguei o telefone, liguei pro meu pai:
- Pai, a gente tá no jardim, o Miguel precisava tomar um ar e eu vou acompanhar ele até o quarto, beleza? Só pra vocês não se preocuparem.
- Fica tranquila, Dany, seu irmão e eu vamos tomar uma cerveja na cidade vizinha que nos recomendaram, então é capaz de você chegar antes da gente. Prometo não te acordar. Um beijo, querida.

(Porra!!!! Não tinha escapatória… Por um lado, eu só queria sair correndo, mas tenho que admitir que, por outro, aquela situação me dava tesão, vinham imagens na minha cabeça do… vídeo que ele tinha me mostrado, ver aquela pica dentro do meu cu e me fazendo gemer forte de tão gostoso que eu sentia… a verdade é que me deixava muito puta. Assim que desliguei, ele falou: - Agora vamos pro meu quarto e quero que você lembre só de uma coisa: vai fazer tudo que eu mandar, senão… - Tá bom (falei com cara de irritada) - Então vamos (disse ele, se levantando meio sem jeito, acho que o vinho tinha batido um pouco) Fomos pro elevador, chamamos e as portas abriram, dentro tinha um casal que subia da garagem, entramos junto com eles, a gente ia pro quinto andar, eles pro terceiro. Fiquei na frente dele, as portas fecharam e assim que o elevador começou a subir, senti a mão do velho filho da puta no meu cu, e logo o dedo dele no meu cu (ainda tava doendo do que ele tinha feito de manhã), eu não sabia o que fazer, porque doía pra caralho, mas ao mesmo tempo eu gostava, o elevador parou no terceiro e o casal saiu, as portas fecharam, eu virei e dei um tapa na cara dele: - Tá me machucando, seu filho da puta!!! Se não quer que eu grite, me deixa em paz (ele me segurou pelo rosto, na altura do maxilar) - Menina, você já me encheu o saco (o elevador parou e ele me soltou) - Vamos, menina, ou você não lembra do quarto? (falou enquanto me segurava forte pelo braço) Passou o cartão na fechadura, sem me soltar do braço, abriu a porta e me arrastou até a cama, me sentou e, segurando meu cabelo com força, me beijou (a boca dele tinha um cheiro nojento pra caralho), sem soltar meu cabelo, desabotoou a calça e tirou aquele pica enorme pra fora, eu tava puta com a situação, mas com um tesão do caralho, então falei, olhando pra ele com cara de menina assustada e a dois centímetros da pica dele: - Mas o que você quer?? Quer que eu chupe sua pica?? Vai me dar sua pica?? Notei que a cara dele mudou e ficou com uma expressão que misturava desejo e degeneração, isso me deixou com um tesão danado e, sem tirar os olhos dos dele, enfiei aquela pica enorme na minha boquinha e quase engasguei. Tirei ela e passei minha língua devagar na ponta daquele pauzão, e de vez em quando dava uns beijinhos nele, tudo isso sem desviar o olhar. Continuar chupando aquela pica me deixou tão puta que abri minhas pernas e comecei a me acariciar com a mão esquerda, enquanto com a direita eu acariciava e masturbava a pica dele e os ovos peludos.filha da puta
Fim de semana de uma puta 3
vadia
anal- Gosta de como eu como essa pica, hein, filho da puta? (falei enquanto olhava nos olhos dele)
- Uffff, as mina de hoje sabem fazer bem pra caralho.

De repente, ele me puxou pelo cabelo e me levantou, sem soltar meu cabelo, me beijou de novo (os dentes amarelos dele me davam nojo, porra, mas mesmo assim eu tava louca de tesão). Assim que parou de me beijar e de enfiar a língua na minha boca de um jeito bruto, eu falei:
- Cê vai me foder? Vai foder sua puta?

Sem falar nada, ele me colocou na frente de um espelho enorme que tinha no quarto e me empurrou contra ele. Apoiei as duas mãos no espelho pra não me esborrachar. Ele ficou atrás de mim, levantou meu vestido, deixando minha bunda toda exposta, me segurou pelo cabelo com a mão esquerda e começou a esfregar aquela pica enorme na minha bucetinha, enquanto no espelho eu via a cara de safado dele, que só me deixava com mais tesão. Sem dizer nada, ele meteu a pica, o que fez eu soltar um grito de dor (ainda tava doendo da trepada que ele tinha me dado de manhã) misturado com um de prazer.rabao
velho
vadia
cornudo
maduro- Porra!!!! Você tá toda molhada, menina (ele disse enquanto enfiava o pau devagar e diminuía a velocidade das penetradas)
- Você que me faz ficar assim, seu filho da puta
O filho da puta me fodia forte e rápido, se deliciando com meus gemidos, eu podia ver o rosto dele no espelho, uma cara de porco safado, e ele podia ver o meu, o prazer que eu mostrava, como eu mordia a alça do vestido pra segurar o grito cada vez que ele enfiava o pau na minha bucetinha, até eu gozar.
- Hahaha como a menina que me chama de porco gozou, cê gosta de como esse porco te fode, hein?
- Porra, sim!!! (consegui dizer) não para, por favor, por favor, me pega forte, me penetra, arrebenta minha buceta.
Ele aumentou o ritmo das estocadas, eu só gritava num orgasmo infinito que nem sei quanto tempo durou, até ele gozar dentro de mim, encheu minha bucetinha com o esperma dele.balnearioEntão ele se separou de mim e se deitou de barriga pra cima na cama. Eu me virei, com a porra dele ainda escorrendo pelas minhas pernas e, sem pensar duas vezes, me ajoelhei e comecei a chupar aquela pica enorme, cheia dos meus fluidos e do esperma dele, que por sinal ainda tava dura como uma pedra. Ele se contorcia de prazer, porque eu ainda sentia aquela grandona pulsando dentro da minha boca. Eu chupava ele enquanto com as minhas mãos masturbava ele, tentando fazer ele gozar de novo, e depois de uns minutos chupando, ele gozou de novo, dessa vez quase cuspiu porra na minha boca, mas a cara de satisfação que ele fez valeu a pena. Eu me levantei, com a mão limpei meus lábios da baba e do esperma que ainda tinha, baixei meu vestido e, sem deixar ele reagir, falei:
— Amanhã vou embora daqui, não quero que você chegue perto do meu pai nem do meu irmão, seu filho da puta. Você já teve o que queria, me teve.
— Não se engana, garota (ele falou enquanto tentava recuperar o fôlego), amanhã te espero nas termas, não falte.
— Você é um filho da puta, sabe disso, né?
— Serei o que você quiser, mas também sou o cara que te comeu como você merece. Não falte, e agora amadurece, porque seu pai vai ficar preocupado.
Enquanto eu saía, as lágrimas escorriam, porque eu me sentia à mercê dele. Ele tava se aproveitando de mim. Outros homens já tinham feito isso, mas aqui era mais provável que ele contasse pro meu pai que a princesinha dele é uma puta que deixa qualquer pica que aparece penetrar ela... Na hora, eu ficava com um tesão do caralho e gozava que nem uma puta, o prazer que ele me dava me fazia perder a razão, igual um viciado quando vê uma seringa, mas depois eu me sentia uma puta vulgar, me sentia suja e usada, submissa. O que rolou nas termas eu conto outra hora, porque a verdade é que, lembrando, me dá até preguiça de continuar escrevendo, já que enquanto eu fazia isso, tive que me masturbar.

1 comentários - Fim de semana de uma puta 3

Naozdg +1
Oye vas a volver con la historia del bully o de la hermana puta?