Assim que cheguei no meu quarto, coberta com minha toalha e com o leite do velho ainda na minha cara porque não tinha conseguido engolir tudo, escorrendo pelas minhas pernas o que ele tinha deixado dentro de mim… Entrei direto no chuveiro, debaixo da água quente tentava processar o que tinha acontecido de novo, porque eu tinha caído na tentação de um cara velho, gordo e feio, porra!!! De novo, de novo… repetia pra mim mesma sem parar. Foi nessa hora que meu pai e meu irmão chegaram no quarto. Meu pai entrou no banheiro e perguntou:
— Oi Dany, como você ficou sem a gente? Não te deixamos sozinha por muito tempo, né?
— Oi pai, não hahaha, quase nem percebi, desci pra piscina termal e, verdade, o tempo voou. (falei enquanto vinham na minha cabeça imagens do velho me puxando pelo cabelo pra fazer eu chupar a rola dele)
— Que ótimo, filha. Então, quando terminar, se quiser, a gente pode sair pra tomar algo e depois jantar juntos.
— Tá bom, papai, deixa eu secar o cabelo e me arrumar.
Ficamos por ali perto do Balneário, tomamos uns vinhos e às 9:30 voltamos pro balneário pra jantar. O restaurante, sem ser estrela Michelin, tava bem cheio, tanto de hóspedes quanto de gente de fora por causa da comida boa que serviam. O caso é que chegamos e só tinha uma mesa livre, onde sentamos. O garçom trouxe o cardápio e, quando a gente tava olhando… Terra, me engole! O velho que eu tinha fodido acabou de chegar no restaurante e, assim que me viu, o filho da puta foi direto pra nossa mesa.
— Oi, companheira de piscina termal (falou num tom amigável e simpático, sem parar de olhar pro meu decote. Tenho que dizer que eu tava usando um vestido bem sóbrio, tinha decote, mas era leve e, mesmo marcando minhas curvas, não era um "Vem me foder!" — entendeu?)
— Oi, companheiro (respondi eu, sem saber onde me enfiar)
— Não vai nos apresentar? — disse meu pai.
— Ah, sim, sim… Bom, não sei como você se chama, a gente ficou conversando essa manhã e no fim não trocamos nomes (eu disse). — Sou Miguel Ángel, mas todo mundo me chama de Miguel, e sua companheira, como você se chama? — Sou a Dany, esse aqui é meu pai e meu irmão. — Prazer (respondi ele), bom, vou ver se encontro um lugar porque isso aqui tá lotado e acho que não vou conseguir comer aqui hoje, e pra falar a verdade, não tenho joelho pra andar muito (disse o filho da puta tentando fazer pena, e conseguiu). — Por favor, senta com a gente, respondeu meu pai, até porque tem uma cadeira vazia. — Ah, obrigado, a verdade é que não só a filha, mas vocês também são muito gente boa. (Que filho da puta falso!!! Eu pensava, se faz de velhinho adorável e é um filho da puta que comeu sua filha igual um degenerado, me fazendo chorar e gritar…). O jantar foi rolando entre vinho e conversas bestas, eu não conseguia evitar de reparar como o nojento olhava pro meu decote e como me encarava toda vez que eu levantava pra pegar alguma coisa. O filho da puta falava da neta, da filha, de como tava fodido por causa do peso e dos anos de trabalho, que os filhos mandaram ele descansar ali etc… Eu, pra aguentar a situação do melhor jeito, foquei no vinho… ERRO, isso só fez começarem a vir na minha mente imagens do pau dele arrombando minha buceta, a dor que ainda tinha… resumindo, eu tava ficando com um tesão do caralho. Ele, por outro lado, tinha manchado a camisa de gordura, suava pra caralho por causa da umidade e do vinho, e a dentadura dele, amarela de anos de cigarro, tava cheia de comida que ele não fazia questão nenhuma de esconder toda vez que ria igual um nojento… Mas eu tava com tesão… Como eu podia estar com tesão naquela situação, com aquele porco, um velho cuja barriga caía por cima do cinto da calça, suado, nojento… Pois eu tava com tesão!!!! Terminado o jantar, a gente se preparou pra ir pra Quartos e quando nos levantamos, ele disse: - Desculpa ficar aqui um pouco, mas é que tô meio tonto por causa do calor e do vinho, e até melhorar, prefiro ficar aqui, não quero cair. Mas vão tranquilos, de verdade, tô bem. Meu pai insistia pra gente ficar, mas ele falou pra gente ir, que era normal essa sensação e que passava rápido. A gente foi pro elevador quando meu pai me olhou bem sério e falou: - Dany, acho melhor você voltar com ele até ele se recuperar. Com a gente ele não tem a confiança que tem com você, e o homem tava meio desconfortável. Além disso, você tem a idade da neta dele e dá pra ver que ele sente muita falta dela - Papai, sério!!! (respondi, mas uma parte de mim era tão piranha que não se importava de voltar) De má vontade, voltei pra mesa - DANIELA!!! (ele disse com um sorriso de quem sabe que conseguiu o que queria) você voltou pra ficar comigo!!! (falou com ironia) - Como você tá, hein? Você é um filho da puta, não tinha outras mesas pra perturbar? (falei) Ele, com um sorriso nojento, me olhou e respondeu: - Vamos deixar uma coisa clara, garota: se você não quiser que eu conte pro seu pai tudo que a gente fez essa manhã, é melhor começar a me tratar bem - Kkkkkkk (ri) meu pai não vai acreditar em você. Se você contar algo, ele só vai pensar que são fantasias de um maluco - Tem certeza? (respondeu ele, pegando o celular e me mostrando um vídeo e fotos onde eu tava contra a mesa, rebolando a bunda enquanto gemia e gritava entre dor e prazer) As lágrimas vieram na hora, uma mistura de raiva e ódio me tomou. Mesmo eu gostando de ser piranha e dar pra velhos e pra quase qualquer pau que aparecesse na minha frente, com ele eu sentia nojo, e ainda por cima ele tava disposto a mostrar meu vídeo. Só consegui chamá-lo de filho da puta e desejar a morte dele. Ele, por outro lado, só respondeu: - Assim que Ficou claro tudo, você vai ao banheiro, vai tirar a calcinha ou o que estiver usando por baixo desse vestidinho aí e vai voltar pra cá (disse apontando para um dos joelhos dela) e lembra, você vai fazer tudo o que eu mandar, senão… (disse em voz baixa). Eu tava tão puta que passou a tesão que eu tinha, me senti traída, tava humilhada por um porco nojento e tava no banheiro tirando a tanga pra sentar no colo de um puto de um porco.




Saí de novo para a sala e me sentei, como ele me indicou, em uma das coxas dele.

- Me abraça como se fosse minha neta (ele disse, enquanto passava meu braço direito pelas costas dele). Ele me abraçava na altura da minha cintura, deixando a mão dele em cima da minha buceta, que estava totalmente à disposição dele. Com a outra mão, ele colocou um vídeo no celular e, enquanto me obrigava a fingir que estávamos vendo juntos, começou a me tocar a buceta, de um jeito forte que doía (ainda mais depois do que tinha acontecido de manhã). Porra, aquilo me dava nojo, mas minha buceta pensava diferente e ficava cada vez mais molhada. Depois de um minuto assim, eu gozei, cravei minhas unhas nas costas dele e, com a outra mão, me agarrei na toalha da mesa (que escondia tudo que aquele porco estava fazendo comigo) para não gritar, mordi meu lábio e segurei os gemidos. Ele guardou o celular e, sussurrando, disse:
— Levanta e me ajuda a sair pro jardim, por favor (porra, como o filho da puta fedia, e pelo joelho dele dava pra ver que quase conseguia se mexer… e que puta que eu era). Quando me levantei, notei o volume que ele tinha naqueles jeans velhos e sujos que ele usava. Só de pensar no que ele tava me fazendo, me humilhando e me tratando como uma puta, me dava vontade de vomitar e gritar pensando que meu pai podia me descobrir, mas por outro lado, isso me deixava perdidamente com tesão. Saímos pro jardim e sentamos num banco que tinha, como se fôssemos avô e neta. Nisso, um casal de velhos que ele conhecia se aproximou.
— Oi, Miguel Ángel, que bem acompanhado você tá — disse o homem, enquanto eu percebia ele me olhando de cima a baixo.
— Oi, Roberto, já viu, amiga da minha neta, o mundo é pequeno, né? Tô aqui tomando um ar, que tava meio tonto. (Eu assenti com a cabeça, sem conseguir disfarçar a cara de nojo.)
— Que gostosa você é, menina — disse a senhora. — Vamos dar uma volta antes de subir pro quarto.
— Aproveitem o passeio, eu também vou subir agora, que a gente já não tá mais pra essas correrias.
Depois que se despediram, o velho virou pra mim e falou:
— Agora pega o celular e liga pro seu pai. Fala que a gente tá no jardim e que você vai me acompanhar até o quarto pra evitar que eu passe mal. (Ele falou num tom entre ameaçador e nojento.)
Eu peguei o celular, liguei pro meu pai:
— Pai, a gente tá no jardim. O Miguel precisava tomar um ar e eu vou acompanhar ele até o quarto, beleza? Só pra vocês não ficarem preocupados.
— Fica tranquila, Dany. Seu irmão e eu vamos tomar uma cerveja na cidade vizinha que nos recomendaram, então é capaz de você chegar antes da gente. Prometemos não te acordar. Um beijo, querida.
(Porra!!!! Não tinha escapatória… Por um lado, eu só queria sair correndo, mas tenho que admitir que, por outro, aquela situação me dava tesão. Vinham imagens na minha cabeça do… vídeo que ele tinha me mostrado, ver aquela rola dentro do meu cu e me fazendo gemer forte do gostoso que eu sentia… a verdade é que me deixava com muito tesão.) Assim que desliguei, ele falou: - Agora vamos pro meu quarto e só quero que você lembre que vai fazer tudo que eu mandar, senão… - Tá bom (falei com cara de irritada) - Então vamos (disse ele, se levantando meio sem jeito, porque acho que o vinho tinha batido um pouco) A gente foi pro elevador, chamou e as portas abriram, dentro tinha um casal que subia da garagem, entramos junto com eles, a gente ia pro quinto, eles pro terceiro. Eu fiquei na frente dele, as portas fecharam e assim que o elevador começou a subir, senti a mão do velho filho da puta no meu cu, e logo o dedo dele no meu ânus (ainda tava doendo do que ele tinha feito de manhã), eu não sabia o que fazer, porque na real doía, mas ao mesmo tempo eu gostava, o elevador parou no terceiro e o casal saiu, as portas fecharam, eu me virei e dei um tapa na cara dele: - Tá me machucando, seu filho da puta!!! Se não quiser que eu grite, me deixa em paz (ele me agarrou pelo rosto, na altura da mandíbula) - Menina, você já encheu o meu saco (o elevador parou e ele me soltou) - Vamos, menina, ou você não lembra do quarto? (falou enquanto me segurava forte pelo braço) Ele passou o cartão na fechadura, sem soltar meu braço, abriu a porta e me arrastou até a cama, me sentou e, segurando meu cabelo com força, me beijou (a boca dele tinha um cheiro nojento), sem soltar meu cabelo, desabotoou a calça e tirou aquele pauzão pra fora, eu tava puta com a situação, mas com muito tesão, então falei, olhando pra ele com cara de menina assustada e a dois centímetros da rola dele: - Mas o que você quer?? Quer que eu chupe sua rola?? Vai me dar sua rola?? Notei que a cara dele mudou e ficou com uma expressão que misturava desejo e degeneração, isso me deixou com muito tesão e, sem parar de olhar nos olhos dele, enfiei aquela pica enorme na minha boquinha e engasguei, tirei ela e passei minha língua devagar na ponta daquele pauzão, e de vez em quando dava uns beijinhos nele, tudo isso sem desviar o olhar. Continuar chupando aquela pica me deixou tão cachorra que abri minhas pernas e comecei a me acariciar com a mão esquerda enquanto, com a direita, acariciava e batia uma pra ele no pau e nos ovos peludos.


— Cê gosta de como eu como essa rola, hein, filho da puta? (falei enquanto olhava nos olhos dele)
— Uffff, as mina de hoje sabem fazer bem pra caralho.
Do nada, ele me pegou pelo cabelo e me levantou, sem soltar, me beijou de novo (os dentes amarelos dele me davam nojo, porra, mas ainda assim eu tava puta de tesão). Quando ele parou de me beijar e de enfiar a língua na minha boca de um jeito bruto, eu falei:
— Cê vai me foder? Vai foder sua puta?
Sem falar nada, ele me colocou na frente de um espelho enorme que tinha no quarto e me empurrou contra ele. Apoiei as duas mãos no espelho pra não me esborrachar. Ele ficou atrás de mim, levantou meu vestido, deixando minha bunda toda exposta, me segurou pelo cabelo com a mão esquerda e esfregou aquela rola enorme na minha bucetinha enquanto, no espelho, eu via a cara de safado dele, que só me deixava com mais tesão. Sem falar nada, ele meteu a rola, e eu soltei um grito de dor (ainda tava doendo da foda que ele tinha me dado de manhã) misturado com um de prazer.



- Porra!!!! Você tá toda molhada, garota (ele disse enquanto enfiava o pau devagar e diminuía a velocidade das penetrações)
- Você que me faz ficar assim, seu filho da puta
O filho da puta me fodia com força e rapidez, se deliciando com meus gemidos, eu podia ver o rosto dele no espelho, uma cara de porco safado, e ele podia ver o meu, o prazer que eu mostrava, como eu mordia a alça do vestido pra segurar o grito cada vez que ele enfiava o pau na minha bucetinha, até eu gozar.
- Hahaha como a garotinha que me chama de porco gozou, cê gosta de como esse porco te fode, hein?
- Porra, sim!!! (consegui dizer) não para, por favor, por favor, me come com força, me penetra, arrebenta minha buceta.
Ele aumentou o ritmo das estocadas, eu só gritava num orgasmo infinito que nem sei quanto tempo durou, até ele gozar dentro de mim, encheu minha bucetinha com o esperma dele.
Então ela se separou de mim e se deitou de barriga pra cima na cama. Eu me virei, com a porra ainda escorrendo pelas minhas pernas, e sem pensar duas vezes, me ajoelhei e comecei a chupar aquela pica enorme, cheia dos meus fluidos e do esperma dele. Aliás, ela ainda estava dura que nem pedra. Ele se contorcia de prazer, porque eu ainda sentia aquela pica enorme pulsando dentro da minha boca. Eu chupava ele enquanto, com as mãos, batia uma punheta pra ele, tentando fazer ele gozar de novo. E depois de uns minutos chupando, ele gozou de novo, dessa vez quase cuspindo porra na minha boca, mas a cara de satisfação que ele fez valeu a pena. Eu me levantei, limpei meus lábios com a mão, tirando a baba e o esperma que ainda tinha, e abaixei meu vestido. Sem deixar ele reagir, falei:
— Amanhã vou embora daqui. Não quero que você chegue perto do meu pai nem do meu irmão, seu filho da puta. Você já teve o que queria, me teve.
— Não se engana, garota — ele disse, tentando recuperar o fôlego. — Amanhã te espero nas termas. Não falte.
— Você é um filho da puta, sabia?
— Serei o que você quiser, mas também sou o cara que te comeu como você merece. Não falte. E agora, amadurece, porque seu pai vai ficar preocupado.
Enquanto eu saía, as lágrimas escorriam, porque eu me sentia à mercê dele. Ele estava se aproveitando de mim. Outros homens já tinham feito isso, mas aqui era mais provável que ele contasse pro meu pai que a princesinha dele é uma puta que deixa qualquer pica que aparece enfiar nela... Na hora, eu ficava com um tesão do caralho e gozava que nem uma puta. O prazer que ele me dava me fazia perder a razão, igual um viciado quando vê uma seringa. Mas depois, eu me sentia uma puta vulgar, suja e usada, submissa.
O que rolou nas termas eu conto outro dia, porque, sinceramente, só de lembrar, já perco a vontade de continuar escrevendo. Enquanto escrevia isso, tive que me masturbar.
— Oi Dany, como você ficou sem a gente? Não te deixamos sozinha por muito tempo, né?
— Oi pai, não hahaha, quase nem percebi, desci pra piscina termal e, verdade, o tempo voou. (falei enquanto vinham na minha cabeça imagens do velho me puxando pelo cabelo pra fazer eu chupar a rola dele)
— Que ótimo, filha. Então, quando terminar, se quiser, a gente pode sair pra tomar algo e depois jantar juntos.
— Tá bom, papai, deixa eu secar o cabelo e me arrumar.
Ficamos por ali perto do Balneário, tomamos uns vinhos e às 9:30 voltamos pro balneário pra jantar. O restaurante, sem ser estrela Michelin, tava bem cheio, tanto de hóspedes quanto de gente de fora por causa da comida boa que serviam. O caso é que chegamos e só tinha uma mesa livre, onde sentamos. O garçom trouxe o cardápio e, quando a gente tava olhando… Terra, me engole! O velho que eu tinha fodido acabou de chegar no restaurante e, assim que me viu, o filho da puta foi direto pra nossa mesa.
— Oi, companheira de piscina termal (falou num tom amigável e simpático, sem parar de olhar pro meu decote. Tenho que dizer que eu tava usando um vestido bem sóbrio, tinha decote, mas era leve e, mesmo marcando minhas curvas, não era um "Vem me foder!" — entendeu?)
— Oi, companheiro (respondi eu, sem saber onde me enfiar)
— Não vai nos apresentar? — disse meu pai.
— Ah, sim, sim… Bom, não sei como você se chama, a gente ficou conversando essa manhã e no fim não trocamos nomes (eu disse). — Sou Miguel Ángel, mas todo mundo me chama de Miguel, e sua companheira, como você se chama? — Sou a Dany, esse aqui é meu pai e meu irmão. — Prazer (respondi ele), bom, vou ver se encontro um lugar porque isso aqui tá lotado e acho que não vou conseguir comer aqui hoje, e pra falar a verdade, não tenho joelho pra andar muito (disse o filho da puta tentando fazer pena, e conseguiu). — Por favor, senta com a gente, respondeu meu pai, até porque tem uma cadeira vazia. — Ah, obrigado, a verdade é que não só a filha, mas vocês também são muito gente boa. (Que filho da puta falso!!! Eu pensava, se faz de velhinho adorável e é um filho da puta que comeu sua filha igual um degenerado, me fazendo chorar e gritar…). O jantar foi rolando entre vinho e conversas bestas, eu não conseguia evitar de reparar como o nojento olhava pro meu decote e como me encarava toda vez que eu levantava pra pegar alguma coisa. O filho da puta falava da neta, da filha, de como tava fodido por causa do peso e dos anos de trabalho, que os filhos mandaram ele descansar ali etc… Eu, pra aguentar a situação do melhor jeito, foquei no vinho… ERRO, isso só fez começarem a vir na minha mente imagens do pau dele arrombando minha buceta, a dor que ainda tinha… resumindo, eu tava ficando com um tesão do caralho. Ele, por outro lado, tinha manchado a camisa de gordura, suava pra caralho por causa da umidade e do vinho, e a dentadura dele, amarela de anos de cigarro, tava cheia de comida que ele não fazia questão nenhuma de esconder toda vez que ria igual um nojento… Mas eu tava com tesão… Como eu podia estar com tesão naquela situação, com aquele porco, um velho cuja barriga caía por cima do cinto da calça, suado, nojento… Pois eu tava com tesão!!!! Terminado o jantar, a gente se preparou pra ir pra Quartos e quando nos levantamos, ele disse: - Desculpa ficar aqui um pouco, mas é que tô meio tonto por causa do calor e do vinho, e até melhorar, prefiro ficar aqui, não quero cair. Mas vão tranquilos, de verdade, tô bem. Meu pai insistia pra gente ficar, mas ele falou pra gente ir, que era normal essa sensação e que passava rápido. A gente foi pro elevador quando meu pai me olhou bem sério e falou: - Dany, acho melhor você voltar com ele até ele se recuperar. Com a gente ele não tem a confiança que tem com você, e o homem tava meio desconfortável. Além disso, você tem a idade da neta dele e dá pra ver que ele sente muita falta dela - Papai, sério!!! (respondi, mas uma parte de mim era tão piranha que não se importava de voltar) De má vontade, voltei pra mesa - DANIELA!!! (ele disse com um sorriso de quem sabe que conseguiu o que queria) você voltou pra ficar comigo!!! (falou com ironia) - Como você tá, hein? Você é um filho da puta, não tinha outras mesas pra perturbar? (falei) Ele, com um sorriso nojento, me olhou e respondeu: - Vamos deixar uma coisa clara, garota: se você não quiser que eu conte pro seu pai tudo que a gente fez essa manhã, é melhor começar a me tratar bem - Kkkkkkk (ri) meu pai não vai acreditar em você. Se você contar algo, ele só vai pensar que são fantasias de um maluco - Tem certeza? (respondeu ele, pegando o celular e me mostrando um vídeo e fotos onde eu tava contra a mesa, rebolando a bunda enquanto gemia e gritava entre dor e prazer) As lágrimas vieram na hora, uma mistura de raiva e ódio me tomou. Mesmo eu gostando de ser piranha e dar pra velhos e pra quase qualquer pau que aparecesse na minha frente, com ele eu sentia nojo, e ainda por cima ele tava disposto a mostrar meu vídeo. Só consegui chamá-lo de filho da puta e desejar a morte dele. Ele, por outro lado, só respondeu: - Assim que Ficou claro tudo, você vai ao banheiro, vai tirar a calcinha ou o que estiver usando por baixo desse vestidinho aí e vai voltar pra cá (disse apontando para um dos joelhos dela) e lembra, você vai fazer tudo o que eu mandar, senão… (disse em voz baixa). Eu tava tão puta que passou a tesão que eu tinha, me senti traída, tava humilhada por um porco nojento e tava no banheiro tirando a tanga pra sentar no colo de um puto de um porco.





Saí de novo para a sala e me sentei, como ele me indicou, em uma das coxas dele.

- Me abraça como se fosse minha neta (ele disse, enquanto passava meu braço direito pelas costas dele). Ele me abraçava na altura da minha cintura, deixando a mão dele em cima da minha buceta, que estava totalmente à disposição dele. Com a outra mão, ele colocou um vídeo no celular e, enquanto me obrigava a fingir que estávamos vendo juntos, começou a me tocar a buceta, de um jeito forte que doía (ainda mais depois do que tinha acontecido de manhã). Porra, aquilo me dava nojo, mas minha buceta pensava diferente e ficava cada vez mais molhada. Depois de um minuto assim, eu gozei, cravei minhas unhas nas costas dele e, com a outra mão, me agarrei na toalha da mesa (que escondia tudo que aquele porco estava fazendo comigo) para não gritar, mordi meu lábio e segurei os gemidos. Ele guardou o celular e, sussurrando, disse:
— Levanta e me ajuda a sair pro jardim, por favor (porra, como o filho da puta fedia, e pelo joelho dele dava pra ver que quase conseguia se mexer… e que puta que eu era). Quando me levantei, notei o volume que ele tinha naqueles jeans velhos e sujos que ele usava. Só de pensar no que ele tava me fazendo, me humilhando e me tratando como uma puta, me dava vontade de vomitar e gritar pensando que meu pai podia me descobrir, mas por outro lado, isso me deixava perdidamente com tesão. Saímos pro jardim e sentamos num banco que tinha, como se fôssemos avô e neta. Nisso, um casal de velhos que ele conhecia se aproximou.— Oi, Miguel Ángel, que bem acompanhado você tá — disse o homem, enquanto eu percebia ele me olhando de cima a baixo.
— Oi, Roberto, já viu, amiga da minha neta, o mundo é pequeno, né? Tô aqui tomando um ar, que tava meio tonto. (Eu assenti com a cabeça, sem conseguir disfarçar a cara de nojo.)
— Que gostosa você é, menina — disse a senhora. — Vamos dar uma volta antes de subir pro quarto.
— Aproveitem o passeio, eu também vou subir agora, que a gente já não tá mais pra essas correrias.
Depois que se despediram, o velho virou pra mim e falou:
— Agora pega o celular e liga pro seu pai. Fala que a gente tá no jardim e que você vai me acompanhar até o quarto pra evitar que eu passe mal. (Ele falou num tom entre ameaçador e nojento.)
Eu peguei o celular, liguei pro meu pai:
— Pai, a gente tá no jardim. O Miguel precisava tomar um ar e eu vou acompanhar ele até o quarto, beleza? Só pra vocês não ficarem preocupados.
— Fica tranquila, Dany. Seu irmão e eu vamos tomar uma cerveja na cidade vizinha que nos recomendaram, então é capaz de você chegar antes da gente. Prometemos não te acordar. Um beijo, querida.
(Porra!!!! Não tinha escapatória… Por um lado, eu só queria sair correndo, mas tenho que admitir que, por outro, aquela situação me dava tesão. Vinham imagens na minha cabeça do… vídeo que ele tinha me mostrado, ver aquela rola dentro do meu cu e me fazendo gemer forte do gostoso que eu sentia… a verdade é que me deixava com muito tesão.) Assim que desliguei, ele falou: - Agora vamos pro meu quarto e só quero que você lembre que vai fazer tudo que eu mandar, senão… - Tá bom (falei com cara de irritada) - Então vamos (disse ele, se levantando meio sem jeito, porque acho que o vinho tinha batido um pouco) A gente foi pro elevador, chamou e as portas abriram, dentro tinha um casal que subia da garagem, entramos junto com eles, a gente ia pro quinto, eles pro terceiro. Eu fiquei na frente dele, as portas fecharam e assim que o elevador começou a subir, senti a mão do velho filho da puta no meu cu, e logo o dedo dele no meu ânus (ainda tava doendo do que ele tinha feito de manhã), eu não sabia o que fazer, porque na real doía, mas ao mesmo tempo eu gostava, o elevador parou no terceiro e o casal saiu, as portas fecharam, eu me virei e dei um tapa na cara dele: - Tá me machucando, seu filho da puta!!! Se não quiser que eu grite, me deixa em paz (ele me agarrou pelo rosto, na altura da mandíbula) - Menina, você já encheu o meu saco (o elevador parou e ele me soltou) - Vamos, menina, ou você não lembra do quarto? (falou enquanto me segurava forte pelo braço) Ele passou o cartão na fechadura, sem soltar meu braço, abriu a porta e me arrastou até a cama, me sentou e, segurando meu cabelo com força, me beijou (a boca dele tinha um cheiro nojento), sem soltar meu cabelo, desabotoou a calça e tirou aquele pauzão pra fora, eu tava puta com a situação, mas com muito tesão, então falei, olhando pra ele com cara de menina assustada e a dois centímetros da rola dele: - Mas o que você quer?? Quer que eu chupe sua rola?? Vai me dar sua rola?? Notei que a cara dele mudou e ficou com uma expressão que misturava desejo e degeneração, isso me deixou com muito tesão e, sem parar de olhar nos olhos dele, enfiei aquela pica enorme na minha boquinha e engasguei, tirei ela e passei minha língua devagar na ponta daquele pauzão, e de vez em quando dava uns beijinhos nele, tudo isso sem desviar o olhar. Continuar chupando aquela pica me deixou tão cachorra que abri minhas pernas e comecei a me acariciar com a mão esquerda enquanto, com a direita, acariciava e batia uma pra ele no pau e nos ovos peludos.



— Cê gosta de como eu como essa rola, hein, filho da puta? (falei enquanto olhava nos olhos dele) — Uffff, as mina de hoje sabem fazer bem pra caralho.
Do nada, ele me pegou pelo cabelo e me levantou, sem soltar, me beijou de novo (os dentes amarelos dele me davam nojo, porra, mas ainda assim eu tava puta de tesão). Quando ele parou de me beijar e de enfiar a língua na minha boca de um jeito bruto, eu falei:
— Cê vai me foder? Vai foder sua puta?
Sem falar nada, ele me colocou na frente de um espelho enorme que tinha no quarto e me empurrou contra ele. Apoiei as duas mãos no espelho pra não me esborrachar. Ele ficou atrás de mim, levantou meu vestido, deixando minha bunda toda exposta, me segurou pelo cabelo com a mão esquerda e esfregou aquela rola enorme na minha bucetinha enquanto, no espelho, eu via a cara de safado dele, que só me deixava com mais tesão. Sem falar nada, ele meteu a rola, e eu soltei um grito de dor (ainda tava doendo da foda que ele tinha me dado de manhã) misturado com um de prazer.




- Porra!!!! Você tá toda molhada, garota (ele disse enquanto enfiava o pau devagar e diminuía a velocidade das penetrações) - Você que me faz ficar assim, seu filho da puta
O filho da puta me fodia com força e rapidez, se deliciando com meus gemidos, eu podia ver o rosto dele no espelho, uma cara de porco safado, e ele podia ver o meu, o prazer que eu mostrava, como eu mordia a alça do vestido pra segurar o grito cada vez que ele enfiava o pau na minha bucetinha, até eu gozar.
- Hahaha como a garotinha que me chama de porco gozou, cê gosta de como esse porco te fode, hein?
- Porra, sim!!! (consegui dizer) não para, por favor, por favor, me come com força, me penetra, arrebenta minha buceta.
Ele aumentou o ritmo das estocadas, eu só gritava num orgasmo infinito que nem sei quanto tempo durou, até ele gozar dentro de mim, encheu minha bucetinha com o esperma dele.
Então ela se separou de mim e se deitou de barriga pra cima na cama. Eu me virei, com a porra ainda escorrendo pelas minhas pernas, e sem pensar duas vezes, me ajoelhei e comecei a chupar aquela pica enorme, cheia dos meus fluidos e do esperma dele. Aliás, ela ainda estava dura que nem pedra. Ele se contorcia de prazer, porque eu ainda sentia aquela pica enorme pulsando dentro da minha boca. Eu chupava ele enquanto, com as mãos, batia uma punheta pra ele, tentando fazer ele gozar de novo. E depois de uns minutos chupando, ele gozou de novo, dessa vez quase cuspindo porra na minha boca, mas a cara de satisfação que ele fez valeu a pena. Eu me levantei, limpei meus lábios com a mão, tirando a baba e o esperma que ainda tinha, e abaixei meu vestido. Sem deixar ele reagir, falei: — Amanhã vou embora daqui. Não quero que você chegue perto do meu pai nem do meu irmão, seu filho da puta. Você já teve o que queria, me teve.
— Não se engana, garota — ele disse, tentando recuperar o fôlego. — Amanhã te espero nas termas. Não falte.
— Você é um filho da puta, sabia?
— Serei o que você quiser, mas também sou o cara que te comeu como você merece. Não falte. E agora, amadurece, porque seu pai vai ficar preocupado.
Enquanto eu saía, as lágrimas escorriam, porque eu me sentia à mercê dele. Ele estava se aproveitando de mim. Outros homens já tinham feito isso, mas aqui era mais provável que ele contasse pro meu pai que a princesinha dele é uma puta que deixa qualquer pica que aparece enfiar nela... Na hora, eu ficava com um tesão do caralho e gozava que nem uma puta. O prazer que ele me dava me fazia perder a razão, igual um viciado quando vê uma seringa. Mas depois, eu me sentia uma puta vulgar, suja e usada, submissa.
O que rolou nas termas eu conto outro dia, porque, sinceramente, só de lembrar, já perco a vontade de continuar escrevendo. Enquanto escrevia isso, tive que me masturbar.
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