aqui vai a primeira parte dessa história
espero que vocês curtam muito
OBRIGADO POR ME LER
PELOS PONTOS DELA
SEUS COMENTÁRIOS
E SE ELES ME SEGUEM, EU SIGO ELES
Férias no Brasil
Com a Laura, a gente já tinha planejado isso uns dois anos atrás: tirar umas férias no Brasil. Juntamos grana pra isso e, como vocês já sabem, somos um casal bem aberto que curte muito sexo. Em março, já tínhamos um apê alugado perto da praia, nada caro. Já tínhamos feito um acordo: a Laura queria realizar o sonho dela — ser comida por um negão. Um sonho que toda puta que se preze quer realizar. Algo que seria fácil pra ela, embora tivesse uma condição: que ele comesse ela na minha frente e que eu ajudasse no que fosse preciso. Mas não era só o sonho dela, também tinha o meu: comer uma negra mulata. Foi aí que, assim que chegamos, não sabíamos onde procurar um macho alfa negro. Fomos pra praia, mas não tivemos muito sucesso, talvez porque não fosse alta temporada. Ela com um biquíni normal e eu com uma sunga, num lugar onde tinha muita mulher de micro biquíni e vários caras de sunga. Na mesma tarde, fomos comprar um novo visual. A Laura escolheu um micro biquíni vermelho que só tapava os bicos e deixava a buceta de fora, e eu, pra não ficar atrás, uma sunga preta. Tenho que admitir que gostei da sensação daquela tira enfiada entre minhas nádegas, mesmo que no começo incomodasse um pouco. A gente tinha que ser rápido em tudo, já que só tínhamos uma semana. Então, no dia seguinte de manhã, estreiamos nosso novo visual na praia, mas não deu muito resultado, embora a Laura se esforçasse com seu sorrisinho safado diante dos olhares. Naquela noite, ficamos no apê, onde depois de jantar e conversar sobre como os caras olhavam pra ela e os volumes dos negões, a gente trepou igual coelho. No dia seguinte, voltamos à carga. Dessa vez, deixei ela sozinha tomando sol e fui pra água, deixando ela deitada de bruços pra exibir aquele rabão, o que finalmente deu resultado. Depois de uma hora na água, quando voltei, ela já estava com um negão tomando uma cerveja. Ela me apresentou: Alex é o nome dele. E foi assim que a gente conversou a manhã toda. A Laura tava se oferecendo e, de vez em quando... até acariciava ele, dava pra ver por baixo da sunga um volume grande e eu tinha certeza que era isso que a deixava com tesão. almoçamos na praia, ele contava como era viver no lugar e os perigos da praia. a ansiedade da laura fez ela se apressar em convidar ele pro nosso apartamento. alex queria ficar lá, foi então que laura foi pegar mais cervejas e alex me disse, já estando sozinhos
Alex, sério mesmo que você quer que eu vá na sua casa? Olha que isso não vai ser de graça.
É isso que ela quer.
Alex, tua mina tá pegando fogo e eu vou apagar o fogo dela. Não me responsabilizo pelo que rolar, mas isso vai te custar uma grana.
Por isso não tem problema.
Então vamos, pega tudo e bora trabalhar, a verdade é que tua mina não é de se jogar fora, tem certeza que é isso que você quer?
A verdade é que nós dois queremos
Alex, se for assim, sem problema, já aconteceu comigo com alguns casais onde os dois quiseram.
Não, não, eu quero com uma negra, mas não é fácil de achar, você pode me ajudar?
Alex, claro, mas isso vai te sair caro.
Quando a Laura chegou, a gente falou pra ir pra casa, era umas seis da tarde. Juntamos tudo e com o Alex fomos embora da praia. Chegamos no apartamento e mal entramos, o Alex deu um tapa na bunda da Laura. Ela se virou e respondeu tudo com o olhar. Deixamos as coisas da praia, eu abri três latas de cerveja e eles já estavam se abraçando, num beijo de língua bem profundo. O Alex não perdia tempo com nada, tirou o mini sutiã dela e pegou nos peitos dela, aqueles peitinhos pequenos mas duros que nem pedra.
Alex, era isso que você queria, sua putinha, foi por isso que me procurou na praia.
Laura sim, sim, simiii ahh ahh ahhh
Alex sentou ela na cama, Laura puxou a calcinha dela pra baixo, e apareceu aquela pica preta enorme que rapidamente sumiu na boca dela, onde não cabia toda e fazia ela engasgar. A minha é menos da metade.
Alex, que fome de uma boa pica a puta tem.
E também com essa pica, como não querer ela.
Alex, se você gosta, também tem pra você.
Como Alex não disse nada, ele assumiu que eu tinha gostado. Pouco depois, ele tirou a pica da boca dela e a colocou de quatro pra depois montá-la, puxando a calcinha fio dental. Quando ele enfiou a pica, a Laura deu um grito e começou a se mexer que nem uma gata no cio. Ela reclamava e curtia ter uma pica daquelas dentro dela, e em pouco tempo teve um orgasmo violento na minha frente, que mal acreditava no quanto minha namorada tava se divertindo. Alex não parava de cavalgá-la, e a Laura pediu pra eu ficar do lado dela. Peguei na mão dela, e ela me agradeceu com lágrimas nos olhos, por causa da fodida que tava levando. Senti ela tremer quando o negão gozou dentro e saiu de cima dela.
Laura, agora é a sua vez, amor.
Alex se afastou e me deixou o lugar. Laura estava com a buceta tão aberta que acho que nem sentiu quando enfiei meu pau nela. Gozei muito rápido, talvez pelo tesão, e então Laura me implorou pra chupar a buceta dela pra ela ter outro orgasmo. Hesitei em fazer isso, já que naquele momento estava saindo gozo da buceta dela, mas diante do pedido dela, eu fiz na frente do Alex. Ela tentou fazer um sessenta e nove e conseguiu. Alex me ordenou que chupasse o cu dela e apoiou o pau dele. Laura não disse nada, e assim vi em primeiro plano como o preto partia o cu da minha namorada, que gemia e gritava pedindo pra ele arrebentar ela toda. Foi assim que ele comeu ela pelo cu enquanto eu chupava a buceta dela, e de repente veio o inesperado: Alex tirou do cu dela e colocou o pau dele na minha boca.
Alex, chupa essa porra, caralho, eu te falei que também tinha pra você.
Não sei por que dei ouvidos a ele, aquela pica enorme entrou quente na minha boca enquanto Laura me perguntava se eu estava gostando. O negão me dominava, pegando na minha boca, e depois de um tempo voltou a meter em Laura sem parar até encher o cu dela com o leite dele, que ele me fez engolir enquanto escorria de Laura. Alex fez eu chupar de novo, e ter aquela pica na minha boca começou a me dar prazer. Não parei de chupar até deixar bem limpinha. Depois saímos da cama e pegamos as cervejas. Aí ele disse que ia embora, mas que a gente se encontraria na praia. Se quiséssemos achá-lo, era só ir no mesmo lugar. Assim Alex foi embora, nós ficamos conversando e continuamos bebendo.
Laura, amor, temos que repetir, foi melhor do que eu imaginava.
Sim, claro, além disso o Alex me prometeu me ajudar a achar uma negra pra comer ela.
Laura, tem amor, já sabe o que vai rolar com o Alex, eu vi como você chupou a rola dele, céus, seria um sonho se ele te comesse como minha bebê.
Isso não vai acontecer, gata, eu não sou viado, fiz isso por você.
Laura, se você beber, acredito em você, mas você gosta de mim, e também vai entregar essa bunda pra mim, bebê. Sabe muito bem que vai gostar, e isso não te faz viado, amor.
Acho que não, gata, pra ser sincero, não.
espero que vocês curtam muito
OBRIGADO POR ME LER
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E SE ELES ME SEGUEM, EU SIGO ELES
Férias no Brasil
Com a Laura, a gente já tinha planejado isso uns dois anos atrás: tirar umas férias no Brasil. Juntamos grana pra isso e, como vocês já sabem, somos um casal bem aberto que curte muito sexo. Em março, já tínhamos um apê alugado perto da praia, nada caro. Já tínhamos feito um acordo: a Laura queria realizar o sonho dela — ser comida por um negão. Um sonho que toda puta que se preze quer realizar. Algo que seria fácil pra ela, embora tivesse uma condição: que ele comesse ela na minha frente e que eu ajudasse no que fosse preciso. Mas não era só o sonho dela, também tinha o meu: comer uma negra mulata. Foi aí que, assim que chegamos, não sabíamos onde procurar um macho alfa negro. Fomos pra praia, mas não tivemos muito sucesso, talvez porque não fosse alta temporada. Ela com um biquíni normal e eu com uma sunga, num lugar onde tinha muita mulher de micro biquíni e vários caras de sunga. Na mesma tarde, fomos comprar um novo visual. A Laura escolheu um micro biquíni vermelho que só tapava os bicos e deixava a buceta de fora, e eu, pra não ficar atrás, uma sunga preta. Tenho que admitir que gostei da sensação daquela tira enfiada entre minhas nádegas, mesmo que no começo incomodasse um pouco. A gente tinha que ser rápido em tudo, já que só tínhamos uma semana. Então, no dia seguinte de manhã, estreiamos nosso novo visual na praia, mas não deu muito resultado, embora a Laura se esforçasse com seu sorrisinho safado diante dos olhares. Naquela noite, ficamos no apê, onde depois de jantar e conversar sobre como os caras olhavam pra ela e os volumes dos negões, a gente trepou igual coelho. No dia seguinte, voltamos à carga. Dessa vez, deixei ela sozinha tomando sol e fui pra água, deixando ela deitada de bruços pra exibir aquele rabão, o que finalmente deu resultado. Depois de uma hora na água, quando voltei, ela já estava com um negão tomando uma cerveja. Ela me apresentou: Alex é o nome dele. E foi assim que a gente conversou a manhã toda. A Laura tava se oferecendo e, de vez em quando... até acariciava ele, dava pra ver por baixo da sunga um volume grande e eu tinha certeza que era isso que a deixava com tesão. almoçamos na praia, ele contava como era viver no lugar e os perigos da praia. a ansiedade da laura fez ela se apressar em convidar ele pro nosso apartamento. alex queria ficar lá, foi então que laura foi pegar mais cervejas e alex me disse, já estando sozinhos
Alex, sério mesmo que você quer que eu vá na sua casa? Olha que isso não vai ser de graça.
É isso que ela quer.
Alex, tua mina tá pegando fogo e eu vou apagar o fogo dela. Não me responsabilizo pelo que rolar, mas isso vai te custar uma grana.
Por isso não tem problema.
Então vamos, pega tudo e bora trabalhar, a verdade é que tua mina não é de se jogar fora, tem certeza que é isso que você quer?
A verdade é que nós dois queremos
Alex, se for assim, sem problema, já aconteceu comigo com alguns casais onde os dois quiseram.
Não, não, eu quero com uma negra, mas não é fácil de achar, você pode me ajudar?
Alex, claro, mas isso vai te sair caro.
Quando a Laura chegou, a gente falou pra ir pra casa, era umas seis da tarde. Juntamos tudo e com o Alex fomos embora da praia. Chegamos no apartamento e mal entramos, o Alex deu um tapa na bunda da Laura. Ela se virou e respondeu tudo com o olhar. Deixamos as coisas da praia, eu abri três latas de cerveja e eles já estavam se abraçando, num beijo de língua bem profundo. O Alex não perdia tempo com nada, tirou o mini sutiã dela e pegou nos peitos dela, aqueles peitinhos pequenos mas duros que nem pedra.
Alex, era isso que você queria, sua putinha, foi por isso que me procurou na praia.
Laura sim, sim, simiii ahh ahh ahhh
Alex sentou ela na cama, Laura puxou a calcinha dela pra baixo, e apareceu aquela pica preta enorme que rapidamente sumiu na boca dela, onde não cabia toda e fazia ela engasgar. A minha é menos da metade.
Alex, que fome de uma boa pica a puta tem.
E também com essa pica, como não querer ela.
Alex, se você gosta, também tem pra você.
Como Alex não disse nada, ele assumiu que eu tinha gostado. Pouco depois, ele tirou a pica da boca dela e a colocou de quatro pra depois montá-la, puxando a calcinha fio dental. Quando ele enfiou a pica, a Laura deu um grito e começou a se mexer que nem uma gata no cio. Ela reclamava e curtia ter uma pica daquelas dentro dela, e em pouco tempo teve um orgasmo violento na minha frente, que mal acreditava no quanto minha namorada tava se divertindo. Alex não parava de cavalgá-la, e a Laura pediu pra eu ficar do lado dela. Peguei na mão dela, e ela me agradeceu com lágrimas nos olhos, por causa da fodida que tava levando. Senti ela tremer quando o negão gozou dentro e saiu de cima dela.
Laura, agora é a sua vez, amor.
Alex se afastou e me deixou o lugar. Laura estava com a buceta tão aberta que acho que nem sentiu quando enfiei meu pau nela. Gozei muito rápido, talvez pelo tesão, e então Laura me implorou pra chupar a buceta dela pra ela ter outro orgasmo. Hesitei em fazer isso, já que naquele momento estava saindo gozo da buceta dela, mas diante do pedido dela, eu fiz na frente do Alex. Ela tentou fazer um sessenta e nove e conseguiu. Alex me ordenou que chupasse o cu dela e apoiou o pau dele. Laura não disse nada, e assim vi em primeiro plano como o preto partia o cu da minha namorada, que gemia e gritava pedindo pra ele arrebentar ela toda. Foi assim que ele comeu ela pelo cu enquanto eu chupava a buceta dela, e de repente veio o inesperado: Alex tirou do cu dela e colocou o pau dele na minha boca.
Alex, chupa essa porra, caralho, eu te falei que também tinha pra você.
Não sei por que dei ouvidos a ele, aquela pica enorme entrou quente na minha boca enquanto Laura me perguntava se eu estava gostando. O negão me dominava, pegando na minha boca, e depois de um tempo voltou a meter em Laura sem parar até encher o cu dela com o leite dele, que ele me fez engolir enquanto escorria de Laura. Alex fez eu chupar de novo, e ter aquela pica na minha boca começou a me dar prazer. Não parei de chupar até deixar bem limpinha. Depois saímos da cama e pegamos as cervejas. Aí ele disse que ia embora, mas que a gente se encontraria na praia. Se quiséssemos achá-lo, era só ir no mesmo lugar. Assim Alex foi embora, nós ficamos conversando e continuamos bebendo.
Laura, amor, temos que repetir, foi melhor do que eu imaginava.
Sim, claro, além disso o Alex me prometeu me ajudar a achar uma negra pra comer ela.
Laura, tem amor, já sabe o que vai rolar com o Alex, eu vi como você chupou a rola dele, céus, seria um sonho se ele te comesse como minha bebê.
Isso não vai acontecer, gata, eu não sou viado, fiz isso por você.
Laura, se você beber, acredito em você, mas você gosta de mim, e também vai entregar essa bunda pra mim, bebê. Sabe muito bem que vai gostar, e isso não te faz viado, amor.
Acho que não, gata, pra ser sincero, não.
2 comentários - Férias no Brasil Parte 1