Rejeitado, conto de corno



Por que agora você chama o papai de 'Empregada', mamãe?", perguntou Mary, de quatro anos, para Kate enquanto estavam sentadas à mesa do café da manhã. Virei-me rapidamente para o fogão para terminar de fritar os ovos. Já fazia três semanas desde que Vince se mudou, e embora soubesse que uma conversa como essa era inevitável, isso não tornava menos constrangedor ouvi-la.



Kate não hesitou em responder.
Bom, gatinha, sabe que às vezes nos contos tem um rei que manda num palácio?


Mary concordou com a cabeça.


Bom, beleza, bom, o Sr. Vince é tipo um rei agora, e essa casa é o palácio dele!


Era uma língua que uma menina de quatro anos falava com toda fluência.
Ooh…", ela fez uma pausa, pensando em algo. "Isso significa que você é uma rainha?


É isso mesmo, gostosa".


Então papai é um príncipe?", ela franziu o rosto com curiosidade.


Não, não exatamente". Não é tão importante quanto um príncipe. Kate deu um gole no chá e pensou por um segundo. "Os reis são muito importantes e ditam as regras do palácio, mas precisam de ajudantes pra garantir que o castelo fique limpo e tenha comida gostosa! Às vezes a gente chama esse tipo de ajudante de empregada.


Minha filha se virou pra mim.


Rejeitado, conto de corno




Posso te chamar de camareira agora também?


Kate riu baixinho. "Claro, acho que sim, querido, você decide".


Vou chamar ele de empregadinha agora. Ele tem que fazer tudo que você mandar quando chamar ele assim".


Isso arrancou risadas alegres da minha esposa. "Gata esperta! Pois é, tem que nos ouvir... você tá certinha. Mas não podemos forçar ele a fazer qualquer coisa. Tem vários trampos muito importantes pra nossa empregada. Nem agora, cê tá vendo?


Levei os pratos, completamente mortificada. “Por favor, senhorita, se me permite umas palavras…”


A Kate me olhou, erguendo as sobrancelhas meio surpresa. Já tava virando rotina pra mim ir trabalhar na boa e só falar quando me dirigiam a palavra.


Eh… de… desculpa, senhorita… Tava pensando se eu poderia te convencer a continuar me vendo mais como… como…


Minha esposa inclinou a cabeça. "O quê, exatamente? Foi você quem começou tudo isso. Você sugeriu que o Vince fosse o chefe, e agora vai ter que lidar com as consequências."

Parecia ser um ponto sem volta, minha esposa estava completamente consumida pelo nosso novo estilo de vida.

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Os dias seguintes ficaram vazios de atividade sexual pra mim. Eu, Vince e Kate combinamos um dia de vez em quando pra me liberar da castidade, mas aquele dia parecia que nunca chegava. Além disso, não voltei a ser espectador dos momentos íntimos deles, só ouvia eles à noite do quarto de serviço.


Mesmo assim, não consegui evitar sofrer com minha maldição de castidade em momentos específicos, como quando a Kate faz exercícios de manhã tentando manter o corpo em forma.


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Ah, aquela vez que me pediram pra levar bebidas pro quarto deles, e eu consegui ver por um instante a raba da Kate se exibindo pro Vince enquanto a porta se fechava na minha cara.


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Não participar sexualmente de nada não significava que o prazer e a emoção não faziam parte da minha vida. Cada dia, cada pequeno castigo, cada ordem vinda do Vince, da Kate ou das garotas me afundava mais em humilhações profundas e degradação que pareciam excitar meu cérebro corrupto.Essas emoções e sentimentos excitantes só aumentavam à medida que nosso estilo de vida parecia ser mais do que apenas um jogo de interpretação, e começava a se tornar algo permanente. Isso aconteceu naquela tarde em que me lembrei de momentos com meu vizinho Rick. Durante os cinco anos em que moramos ao lado, assistimos futebol americano todas as semanas durante a temporada, fizemos hambúrgueres na churrasqueira aos sábados, passeamos pelo lago…

Minha mente voltou ao presente, com Kate sentada na sala de jantar dos nossos vizinhos junto com Abbie, a esposa do Rick, ainda tentando explicar o novo papel que Vince tinha assumido em casa desde que nos mudamos, assim como o meu.

Eles já conheciam e gostavam do Vince, não só pelo tempo que ele morou em casa, mas também pelas visitas anteriores. Mas nunca tinham suspeitado nada sobre sua verdadeira natureza como amante da Kate, e agora também como a figura masculina forte de toda a família.

"Deixa eu ver se entendi", disse Abbie, com a mão sobre a da Kate na mesa, olhando diretamente nos olhos dela. "Basicamente, você tem um novo marido…"

Kate se virou para me apontar. Coloquei a bandeja com suco e biscoitos na mesa perto delas e recuei educadamente. Vince tinha me colocado meu vestido preto de látex, com meia-calça e sapatos pretos. Era minha roupa mais feminina. Ainda reclamava do que estava acontecendo, mas minha bunda cheia de bolhas era prova do que aconteceu quando reclamei.
empregadaAbbie, acho que nunca tive um marido", disse Kate, me mandando pra cozinha com um gestinho de "já cresci" que já tinha virado natural nela.

"Espera...", Abbie falou. "Você tá confortável com tudo isso?"
Eu congelei, sem graça por estar desobedecendo a ordem da Kate de vazar. Gaguejei desconfortável enquanto Rick, Abbie e Kate me encaravam, esperando. Não tava confortável nem um pouco. Cada dia trazia uma humilhação nova e horas de trampo em casa exaustivo. Não aguentava como o Vince me tratava, principalmente na frente das crianças. Era devastador como eles me viam agora. Pra Kate, eu já era só uma empregada. Não acreditava como tinha passado tão rápido.

Não dava pra falar tudo aquilo.

"Foi ideia da criada", Kate disse natural. Me inspirou. "Não é verdade?"

Baixei a cabeça, envergonhado. "Foi ideia minha."

Rick não tinha falado nada há um tempão, só sentado, processando a situação em silêncio. Devia ser surreal ver seu amigo com uma roupa feminina servindo fraco como empregada, admitindo que foi ideia da criada que trocassem ele por outro homem.
"Por que você faria isso? Por que você ia querer isso? Parece horrível", perguntou Abbie, bem direta.

"Eu... não sei, senhorita Abbie, só... eu..."

"Nasceu pra ser servo... não homem", Kate interrompeu de novo. Assenti fraco. Teve outra pausa.

Rick finalmente falou. "Quero ouvir da sua boca. Diz como quer que a gente te trate."

Olhei pra Kate, que se recostou na cadeira, esperando minha resposta junto com os vizinhos. O que eu queria? Queria ser um homem... um homem de verdade, arrogante e confiante, com uma piroca grande e... é... isso nunca ia ser minha realidade. Tinha uma fraqueza mais funda do que eu mesmo conseguia entender.
Tentei me acalmar e organizar meus pensamentos.
"Senhor Rick e senhorita Abbie... agora sou uma empregada. Seria uma honra servir vocês como desejarem."

Rick cruzou os braços, assobiando baixinho. Virou pra esposa, dando uma mordida num biscoito.
"Tipo, quem sou eu pra julgar o que elas fazem? Se é isso que ela quer... eu acho que a gente devia deixar ela ser empregada".

A Abbie tava amolecendo um pouco. Porra, ela era tão gostosa. A longa melena escura caía no ombro dela enquanto ela virava pra mim. "É estranho." Ela se virou pra Kate. "Mas você tá radiante no último mês, e agora eu sei por quê. Só que não me convence tratar esse pobre coitado com tanta crueldade, sabe?
femdomSei, aconteceu o mesmo comigo, Abbie", disse Kate, apertando de novo a mão da vizinha. "Mas espera. Você vai ver como funciona bem. É isso que eu quero... quero marcar um encontro duplo com você e o Rick na sexta depois do trabalho. Você vai conhecer melhor o Vince, e a empregada vai cuidar das crianças e limpar sua casa enquanto a gente não estiver. O que você acha?"

Os vizinhos se olharam. Rick concordou com a cabeça. Abbie me encarou. "Tá bom, isso até que soa muito bem.

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