O apartamento (parte 2)

Nem a cumprimentei e segui meu caminho, deixando pra trás as marcas dos meus pés molhados até chegar na frente das máquinas de café. Escolhi com calma as cápsulas e, depois de colocar uma, preparei meu café. Com o café na mão, fui na direção dela. Tomando o café, passei ao redor das duas, ficando atrás. A Mia tinha o cabelão preso num rabo de cavalo, e a Mar usava uma peruca que copiava perfeitamente o cabelo da parceira... sinceramente, se não fosse pela cor da pele, de costas quase dava pra distinguir. Depois de dar o último gole no café, perguntei: "Fizeram o treino de vocês, gatinhas?" As duas responderam em uníssono: "Sim, Amo." Depois de acariciar a bunda de cada uma e me aproximar da cabeça da Mar, falei: "Sua buceta tá cada dia mais gostosa... quantas repetições você fez hoje?" Mar respondeu: "Obrigada, meu doce Amo... hoje fiz 300 agachamentos, como todo dia. A verdade é que é um prazer o trabalho duro... tudo pra ser como o senhor me quer." "E isso me deixa tão orgulhoso de você, putinha." Foi minha resposta. "Vou tomar meus sucos na varanda. Tragam as vitaminas de vocês também, sabem como eu gosto de dar pra vocês." Depois de falar isso, fui pra varanda. O apartamento ficava no último andar de um prédio de frente pro mar, e a varanda era comprida, ocupando todo o lado que dava pra praia na frente.O apartamento (parte 2)Me sentei no sofá, debaixo das cortinas que protegiam do sol já alto das 11 da manhã. Antes de sentar, tirei a toalha que ainda tinha enrolada na cintura e, nu, esperei que minhas meninas trouxessem o que eu tinha pedido. As duas chegaram com uma bandeja, a Mia com meu suco e os comprimidos, e a Mar com meu celular e os cigarros. Elas se ajoelharam na minha frente segurando a bandeja. "Deixem isso na mesinha, nenas." Depois de deixarem a bandeja, as duas me olharam esperando. Peguei o comprimido rosa e, antes de oferecer pra Mia, perguntei: "Como tá seu tratamento, Mia?" A resposta dela foi: "Bem, acho, minha buceta não para de escorrer e vivo com um desejo constante de ser usada... tô morrendo de vontade de me tocar e ser tocada, mas resisto à tentação como o senhor quer, meu precioso Amo... e nos últimos dias, meus peitos estão perdendo um líquido que parece porra." "Muito bem, é bom que você sempre tenha esse desejo e fico muito feliz com a condição da sua buceta... é exatamente como eu quero." Depois de falar isso, ofereci o comprimido dela na palma da minha mão... "Toma sua vitamina, Mia", e ela abriu a boca, esticou a língua e lambeu minha mão, levando a dose diária pra dentro (esse comprimido rosa vem direto do Japão e é um excitante potente pra mulheres frígidas, algo que a Mia nunca foi na vida). Depois, peguei o outro comprimido, maior e branco, o da Mar (esse é uma droga que vem do Brasil pra mudança de sexo). Antes de oferecer, perguntei pra Mar: "E você, Mar, como tá lidando?" "Bem, meu querido Amo, meus peitos tão começando a crescer e meus mamilos estão muito sensíveis." Enquanto respondia, com uma mão apertou o avental na parte do peito, deixando exposto... os mamilos estavam duros e firmes, tinham crescido, os dois mediam mais de uns centímetros, seguravam o peso dos piercings sem dobrar, e debaixo dava pra notar um pequeno inchaço em ambos. "Tá muito lindo, Mar." Depois de falar isso... bato com os dedos nela... igual criança fazendo bolinha de gude na pista. Notei a expressão de dor dela, mas não falou nada. Aí continuei com minhas perguntas: "E seu clitóris, como tá, Mar?" Desse jeito eu tava me referindo ao micro-pênis dela. "Bem, Amo, nem lembro quando foi a última vez que toquei nele. A Mia cuida da minha limpeza e me deixa sem aula só pra fazer xixi, que eu faço sentado como o senhor mandou, e justamente pra limpeza dela. Ela tá sempre na aula dela, e eu coloco a rosa de plástico pra dormir porque é mais confortável. Tô com a sensação de que minhas bolas tão vazias porque quando ando, elas balançam pra caralho." Antes que eu falasse qualquer coisa, Mar, com a voz trêmula, disse: "Posso fazer uma pergunta, meu bom Amo?" Eu respondi balançando a cabeça pra cima e pra baixo. "Quando o senhor acha que vou poder fazer minha cirurgia de peito, Amo?... quero tanto ser mais gostosa pro senhor." Olhei pra ela com um sorrisão e falei: "O médico disse que não antes de pelo menos 18 meses desse tratamento que você tá fazendo... você começou faz uns 9 meses... então, acho que só ano que vem, minha pequena Mar." E continuei: "Não se preocupa, putinha, a Mia tem peito suficiente pra vocês duas. Agora levanta e abre as pernas, quero ver como tão suas bolinhas." Na hora, Mar se levantou, abriu as pernas e chegou o mais perto que pôde de mim. Levantei a mão e, quando peguei o saco dela na palma, apertei de leve e ri de como tava. Parecia mesmo uns balãozinho vazio. "Gosto como tão... dói?" "Não, Amo, mal sinto o toque da sua mão." Aí apertei mais forte até Mar soltar um "AAAAAA... agora sim senti sua mão, Amo." "Ok", soltei as bolas dela e falei: "Quando estivermos no final do seu tratamento, vou poder beliscar sua bola e você não vai sentir absolutamente nada." Mar, depois de se recuperar da dor, disse: "Mal vejo a hora desse momento chegar.

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