Meu marido fez aniversário, e de presente ele sempre pede a mesma coisa: um boquete bem dado. Por isso hoje, sou eu quem acorda cedo, me meti debaixo dos lençóis, a gente sempre dorme pelados, me acomodei no meio das pernas dele, e com minhas mãos peguei o pau dele, que geralmente já tá duro nessa hora.
De qualquer forma, aquela ereção foi aproveitada por mim, pois aquela pica divina merecia um tratamento especial com a minha boquinha, e sem preâmbulo algum eu a introduzi dentro da minha cavidade oral, úmida e quente, acariciando por completo aquele lindo mastro que eu conheço muito bem. Meus lábios se fecharam ao redor daquele pedaço cilíndrico de carne pulsante, primeiro passando a língua na glande, acariciando com a minha língua aquela cabecinha, que parece um capacete de bombeiro. Ali me entretive por um bom tempo, até enchê-la de saliva, para que aquela carícia ficasse ainda mais deliciosa, lembro de sentir as mãos dele segurando minha cabeça, não para me empurrar tudo pra dentro, mas para acariciar meu cabelo, para me mostrar o quanto ele estava curtindo meus esforços apaixonados. Em seguida, coloquei minhas mãos em formato circular na base do tronco do pau e apertei um pouco, fazendo ele parecer gigantesco, grosso, comprido, cheio de veias por onde circulava seu sangue quente, que ele agradeça que eu não sou uma vampirainha ou eu teria mordido pra sugar todo aquele sangue, e acalmado minha ansiedade por alimento. O que eu sou é uma mulher muito apaixonada e queria tomar todo o seu esperma, por isso comecei a descer e subir minha boca sobre a pica dele e comecei a chupá-lo com todos os truques que aprendi, fechei meus lábios ao redor do tronco enquanto com a língua brincava no meato urinário, deslizando a ponta da língua até onde começa o freio, na parte de trás. Os lábios nunca pressionados contra os dentes, senão depois vai doer a mucosa vestibular interna, pelo contrário, deixo meus lábios descerem até onde eu aguento, enquanto minha língua percorre todo o caminho do pau. Às vezes tiro da boca e desço pra lamber e chupar as bolas dele, onde aproveito pra cheirar aquele aroma delicioso que se forma na dobra entre o saco e a parte interna das coxas. Me fascina. Me deixa a mil. Amo aquele cheiro. Volto depois pras mesmas aventuras, chupando o pau dele sem contemplações até que depois de um tempo meus desejos se realizam, o quadril dela se eleva da cama, o corpo começa a convulsionar, o pau dela cresce a ponto de querer estourar e minha boca, que está prestes a pegar fogo, se acalma com a ejaculação torrencial dela, jatos intermitentes invadem minha garganta e eu continuo sem parar, descendo e subindo minha cabeça, sobre esse pau ordenhando até a última gota. Não paro de chupar até o pau dela começar a murchar de tamanho. Engoli tudo, sempre faço isso.
Depois eu abandono meu lugar, subo em cima dele e pego meus peitos e enfio na boca dele, bato nele com eles, ele tenta chupá-los sem usar as mãos, me dando lambidas que só conseguem aumentar meu tesão. A gente brinca por um tempo; Da minha buceta começa a sair o último resquício de porra da noite anterior, do sexo que a gente teve até uma da manhã.
Mas lembro que hoje é segunda-feira e ele tem reunião de trabalho cedo na construtora, precisam planejar as atividades da semana toda. Olho no relógio, são quase 6h da manhã. A gente se atrasou, levantamos voando, enquanto ele toma banho, eu desço nua, digo que mais tarde passo no trabalho dele. Beijos; Fico sozinha em casa, nua e com tesão, então não tenho outra opção a não ser subir na minha cama e pegar meu brinquedo favorito, um vibrador revestido de silicone, ligo e coloco sobre meu clitóris e na entrada da buceta até ter um orgasmo delicioso e tranquilizador. Pena não ter uma amiga aqui em casa agora; Pensei, hoje vou chegar um pouco atrasada no trabalho, falo com meu sogro e comento que ia direto pro trabalho do filho dele e saí pra comprar um bolo pra levar pro trabalho e comemorar com os funcionários.
São 11h30 da manhã quando chego, e quem me recebe é a secretária, chama-se Marly, trabalha aqui há uns seis meses. Hoje em dia ela é minha amiga de telefone toda vez que ligo. Meu marido me contou que os peões chamam ela de rabo de formiga, por causa da bunda impressionante que ela tem. Eu respondi que quem eu ouvisse chamando ela assim, eu mandava embora. Ela realmente tem uma bunda enorme, mas parece ser por uma deformidade na coluna, ela anda meio devagar, usa óculos, é baixinha, mas é uma pessoa excelente. É a cara da empresa e, sim, é muito gostosa. Como não seria, se tem 25 anos.
Perguntei pelo meu marido, entrei no escritório dele enquanto a Marly chamava todo o pessoal para cantar parabéns. Ali eu o beijei com muita ternura, dei os parabéns pelo aniversário dele e disse que à noite a gente ia comemorar um pouco mais. Ele massageou minhas tetas um pouco por cima da minha roupa, e eu disse pra ele não começar algo que não conseguiria terminar. A gente riu.
Marly entrou e nos pegou no flagra, melhor, apalpando os peitos, ela ficou vermelha e se desculpou por não ter batido na porta antes, a gente disse que não tinha problema;
Quando tudo terminou, eu disse pra Marly fazer uma reserva num lugar bom pra noite, pra família toda e também pra ela, ela ficou muito feliz.
Saímos para o restaurante, a Marly, que manja dos paranauês, reservou um lugar com música do nosso país, e lá estávamos todos.
Ao terminar e como sempre, os pais são os primeiros a ir embora, depois os que têm filhos, até ficarmos só nós três, Nick, Marly e eu. Como eu não queria que acabasse, convidei a Marly pra ir lá em casa tomar uns drinks e ela aceitou super animada, o que me surpreendeu e alegrou ao mesmo tempo. Chegamos em casa, colocamos uma música e abrimos uma garrafa de vinho, porque foi a única coisa que ela quis. Falamos do trabalho, agradecemos pelo excelente trabalho de hoje, contamos piadas, rimos de tudo um pouco, e acabou a primeira garrafa. Meu marido trouxe uma de uísque, que quase ficou pela metade, porque a verdade é que já estávamos rindo meio sem controle. Troquei a música e coloquei salsa, tirei os sapatos e puxei os dois pra dançar. A Marly também tirou os sapatos, porque estava usando uns saltos bem altos.
Comecei a pensar na minha próxima jogada com muita inteligência; subi para pegar um pião para jogar uma guerra de prendas, se é que ela aceitaria, claro. Ao descer, Marly e meu marido estavam sentados no sofá de mãos dadas e conversando em voz baixa, isso me deixou muito excitada. Marly tentou soltar a mão do Nick, mas ele segurou o tempo todo. Cheguei e propus meu jogo, servi mais doses que queimaram a garganta e nos deixaram ainda mais excitadas.
Marly perguntou como era o jogo e comecei a explicar: começa com a base, cada uma tira uma peça de roupa, gira a pirinola e uma tira ou veste as peças que a pirinola mandar até ter uma vencedora. Por exemplo, quando sai "ponha duas", uma tira duas peças. — E quem ganha? — ela perguntou, e eu respondi: — A que ficar com mais roupa. E ela rindo disse: — Ah, pensei que era a primeira que ficasse pelada — e todos rimos. — E se alguém já não tiver roupa e sair "ponha uma"? — insistiu Marly, e eu respondi: — Paga penitência, que será dada pelo jogador à direita.
Explicadas as regras e servindo mais uns tragos, começamos a jogar, as bases foram os sapatos de todo mundo, eu lancei primeiro e saiu "põe um", então tirei a blusa e fiquei de sutiã, a Marly lança e sai "todo mundo põe", então tirei o sutiã e meus peitos ficaram nus, ela tirou a blusa deixando à mostra seu lindo sutiã preto, os peitos dela eram bem maiores do que a gente imaginaria, o Nick tirou a calça, deixando à mostra uma ereção daquelas por cima da cueca, o que fez a Marly rir nervosa, o Nick lança e sai "toma tudo" e entre risadas vestiu nossas blusas e a calça dele, além de ficar com reserva de roupa pra mais tarde, eu lancei de novo e saiu "põe um", - de novo - falei rindo, tirei minha saia ficando de calcinha, meus pelos pubianos aparecendo pelas laterais da calcinha, a Marly lança de novo e sai "põe dois", a coitada ficou vermelha e assustada, tirou o sutiã deixando à mostra seus lindos peitos, a auréola clarinha, quase transparente, era tamanho 34, quem diria, depois tirou a saia ficando de calcinha preta, o Nick lança e sai "todo mundo põe", ele rindo pagou com meu sutiã, enquanto nós duas nos olhávamos, era a vez de tirar o que só nos restava, as calcinhas, servi um trago pra ela passar o aperto, ela tomou, não queria tirar a calcinha e perguntou se a gente era fofoqueiro, - nós dois falamos que de jeito nenhum, que ficasse tranquila que era só um jogo, - então ela tirou, e realmente tinha uma bunda gigante e sem cirurgia, tão grande que a pele não cresceu o suficiente e ficou cheia de estrias terríveis nas nádegas, parecia que era o trauma dela, as pernas dela eram muito bonitas, grossas e torneadas, típicas de mulher baixinha, a cintura muito bem feita e fininha, no conjunto era muito gostosa, eu por minha parte desci a fio dental e todo o meu matagal ficou à mostra. Ela também tinha pelos pubianos, mas aparados. Ela se apressou em dizer "ganhou, doutor", mas eu esclareci que o jogo continua pagando Penitências. Eu lancei e saiu "põe dois", penitência, gritaram os dois. Minha direita é o Nick, então ele ia me dar a penitência: — Quero que você beije a Marly — ele disse, mas eu falei que eram duas penitências, então você vai beijá-la em duas partes — ele completou. A Marly, confusa e desafiadora, ficou de frente pra mim, e eu disse pra ela deitar melhor. Ela obedeceu, eu abri as pernas dela e me posicionei no meio. Me aproximei e comecei a passar a língua no clitóris e na buceta dela. Minha língua começou a invadir aquela bucetinha rosada, enfiei o máximo que consegui, e ela começou a se contorcer de prazer, envolta num manto de loucura e paixão. Fiquei ali um bom tempo, saboreando os fluidos dela, e já as cadeiras dela se colavam na minha cara pra eu continuar chupando. Alguns minutos depois, me afastei e fui até a boca dela, e a gente começou a se beijar de um jeito impensável, com desejo, com euforia, as línguas querendo entrar cada vez mais fundo na boca uma da outra. Foi aí que ela balbuciou: — Ai, doutor, o que o senhor tá fazendo? — Olhei pra baixo e lá estava meu marido, metendo a língua na buceta dela, chupando aquela delícia gostosa. Ele tava trapaceando no jogo, mas naquele momento a gente já tinha mandado o jogo pra puta que pariu.
Nossos beijos ficaram cada vez mais apaixonados, tanto que ela me segurou pela nuca com as duas mãos e a língua dela virou uma cobra no ataque, entrando na minha boca, até que eu a senti se contorcendo num orgasmo impressionante, e ela ficou ali sem soltar minha cabeça até terminar de se contrair. As pernas dela tinham a cabeça do Nick presa, enquanto ele chupava o clitóris dela, levando-a a um clímax sublime. Ela estava enlouquecida de tesão, e nos contagiou, porque quando finalmente nos soltou — a mim pela cabeça e ao Nick das pernas dela — estávamos todos excitadíssimos, enquanto ela dizia que nunca tinha sentido nada igual.
Pensei que agora era a minha vez, mas nada, ela não deu trégua. Assim que conseguiu se recuperar, foi pra cima do Nick e montou nele de pernas abertas depois de quase arrancar a roupa dele. Pegou a pica ereta dele com uma mão e subiu em cima, deixando cair todo o peso na barriga do Nick, cravando aquela vara até o fundo da buceta dela. Ver a cara de safadeza dela quase me enlouqueceu de tesão e desejo, eu imaginava o que ela estava sentindo com aquele pau cravado dentro do corpo dela, se sentindo cheia de sexo, deixando os fluidos vazarem naquele mastro potente. Ela começou a se mover em cima da pica do meu marido, de cima pra baixo no começo e depois mexendo a cintura sem se separar dele, como uma batedeira, deixando no pelo pubiano dela grandes poças de sucos vaginais, mares de paixão e loucura. Nessa posição, o Nick pegou ela pelas costas e puxou pra perto dele pra poder chupar os peitos dela, pegou eles com as mãos e começou a mamar com gosto, enquanto ela continuava quicando com o pau cravado na buceta, ele também mexia a cintura enterrando a pica bem fundo.
Sem ter o que fazer, comecei a acariciar minha buceta com os dedos, vendo como eles estavam aproveitando e, principalmente, com tanta energia. Com uma mão, eu abria meus lábios maiores e, com a outra, girava meus dedos sobre meu clitóris inchado. Quando o Nick percebeu que eu estava me dedando, fez um sinal para eu ir até ele, soltou as tetas da Marly e me fez sentar na cara dele. Fiquei de frente para ela, montada na boca dele, e a língua dele começou a penetrar minha vagina numa deliciosa chupada. A Marly, por sua vez, começou a acariciar meus seios primeiro com as mãos, mas depois baixou a cabeça e começou a lamber meus mamilos para depois chupá-los com bastante força, aliás, com a boca dela, me dando uma chupada de tetas como nunca tinham feito antes. Foi tão intenso que no dia seguinte eu estava com hematomas nos mamilos e nas aréolas. Mas tudo bem, ali estava eu recebendo chupada dupla de buceta e tetas e, vendo a cara de tesão da Marly, não aguentei mais e comecei a ter um orgasmo forte, enchendo a boca do meu marido com meus fluidos vaginais, minhas contrações todas na cara dele, esfregando com vontade. O Nick um dia me disse: — aprende a aproveitar os eflúvios da tua essência íntima — e eu aprendi. A Marly, me vendo no auge do orgasmo, também começou a se contorcer toda, queria se desmanchar, o quadril dela girava numa velocidade impressionante, e ela deixou escapar outro orgasmo incrível de novo. Essa menina é puro fogo, pensei. Ao terminar o clímax, ela se deixou cair de lado, quase desmaiada no chão.
Nick olhou para ela e, com o pau mais duro do que nunca e sem ter gozado ainda, partiu pra cima da Marly, deitou ela de bruços, abriu as pernas dela, separou as bundas cheias de estrias deixando o cu à mostra, colocou a pica cheia de líquidos na entrada do rabo e começou a meter devagarzinho, ela não falou nada, enquanto aquilo começava a subir pelo reto; Entrou inteira, acho que deve ter chegado até o cólon descendente porque não sobrou nada pra fora, depois tirava e metia de novo e assim começou a foda mais espetacular que eu já vi. Lembrei do Natal em que meu próprio marido Nick me deu no cu, foi emocionante, mas diferente. Foi minha primeira vez.
Nick colocou os braços ao lado do corpo da Marly e começou a meter com força dentro daquele cuzão que ela tem, entra e sai, bate e bate, ele queria gozar dentro do cu dela, mas um cheiro forte de merda começou a invadir a nossa sala, cada vez que a pica saía o cheiro ficava mais forte e acho que foi por isso que ele não conseguiu ejacular na tentativa de encher o cu dela de porra. Depois de um tempo, ele estava todo suado, cansado e com o pau dolorido, tirou do cu dela e foi se lavar. Fiquei ali mimando a Marly e dando beijinhos nas costas dela. Ela estava meio desmaiada, mas logo se recompôs, as duas chamamos um táxi, eu agradeci e me despedi normalmente com um beijo no rosto. Ela se vestiu e foi embora.
De qualquer forma, aquela ereção foi aproveitada por mim, pois aquela pica divina merecia um tratamento especial com a minha boquinha, e sem preâmbulo algum eu a introduzi dentro da minha cavidade oral, úmida e quente, acariciando por completo aquele lindo mastro que eu conheço muito bem. Meus lábios se fecharam ao redor daquele pedaço cilíndrico de carne pulsante, primeiro passando a língua na glande, acariciando com a minha língua aquela cabecinha, que parece um capacete de bombeiro. Ali me entretive por um bom tempo, até enchê-la de saliva, para que aquela carícia ficasse ainda mais deliciosa, lembro de sentir as mãos dele segurando minha cabeça, não para me empurrar tudo pra dentro, mas para acariciar meu cabelo, para me mostrar o quanto ele estava curtindo meus esforços apaixonados. Em seguida, coloquei minhas mãos em formato circular na base do tronco do pau e apertei um pouco, fazendo ele parecer gigantesco, grosso, comprido, cheio de veias por onde circulava seu sangue quente, que ele agradeça que eu não sou uma vampirainha ou eu teria mordido pra sugar todo aquele sangue, e acalmado minha ansiedade por alimento. O que eu sou é uma mulher muito apaixonada e queria tomar todo o seu esperma, por isso comecei a descer e subir minha boca sobre a pica dele e comecei a chupá-lo com todos os truques que aprendi, fechei meus lábios ao redor do tronco enquanto com a língua brincava no meato urinário, deslizando a ponta da língua até onde começa o freio, na parte de trás. Os lábios nunca pressionados contra os dentes, senão depois vai doer a mucosa vestibular interna, pelo contrário, deixo meus lábios descerem até onde eu aguento, enquanto minha língua percorre todo o caminho do pau. Às vezes tiro da boca e desço pra lamber e chupar as bolas dele, onde aproveito pra cheirar aquele aroma delicioso que se forma na dobra entre o saco e a parte interna das coxas. Me fascina. Me deixa a mil. Amo aquele cheiro. Volto depois pras mesmas aventuras, chupando o pau dele sem contemplações até que depois de um tempo meus desejos se realizam, o quadril dela se eleva da cama, o corpo começa a convulsionar, o pau dela cresce a ponto de querer estourar e minha boca, que está prestes a pegar fogo, se acalma com a ejaculação torrencial dela, jatos intermitentes invadem minha garganta e eu continuo sem parar, descendo e subindo minha cabeça, sobre esse pau ordenhando até a última gota. Não paro de chupar até o pau dela começar a murchar de tamanho. Engoli tudo, sempre faço isso.
Depois eu abandono meu lugar, subo em cima dele e pego meus peitos e enfio na boca dele, bato nele com eles, ele tenta chupá-los sem usar as mãos, me dando lambidas que só conseguem aumentar meu tesão. A gente brinca por um tempo; Da minha buceta começa a sair o último resquício de porra da noite anterior, do sexo que a gente teve até uma da manhã.
Mas lembro que hoje é segunda-feira e ele tem reunião de trabalho cedo na construtora, precisam planejar as atividades da semana toda. Olho no relógio, são quase 6h da manhã. A gente se atrasou, levantamos voando, enquanto ele toma banho, eu desço nua, digo que mais tarde passo no trabalho dele. Beijos; Fico sozinha em casa, nua e com tesão, então não tenho outra opção a não ser subir na minha cama e pegar meu brinquedo favorito, um vibrador revestido de silicone, ligo e coloco sobre meu clitóris e na entrada da buceta até ter um orgasmo delicioso e tranquilizador. Pena não ter uma amiga aqui em casa agora; Pensei, hoje vou chegar um pouco atrasada no trabalho, falo com meu sogro e comento que ia direto pro trabalho do filho dele e saí pra comprar um bolo pra levar pro trabalho e comemorar com os funcionários.
São 11h30 da manhã quando chego, e quem me recebe é a secretária, chama-se Marly, trabalha aqui há uns seis meses. Hoje em dia ela é minha amiga de telefone toda vez que ligo. Meu marido me contou que os peões chamam ela de rabo de formiga, por causa da bunda impressionante que ela tem. Eu respondi que quem eu ouvisse chamando ela assim, eu mandava embora. Ela realmente tem uma bunda enorme, mas parece ser por uma deformidade na coluna, ela anda meio devagar, usa óculos, é baixinha, mas é uma pessoa excelente. É a cara da empresa e, sim, é muito gostosa. Como não seria, se tem 25 anos.
Perguntei pelo meu marido, entrei no escritório dele enquanto a Marly chamava todo o pessoal para cantar parabéns. Ali eu o beijei com muita ternura, dei os parabéns pelo aniversário dele e disse que à noite a gente ia comemorar um pouco mais. Ele massageou minhas tetas um pouco por cima da minha roupa, e eu disse pra ele não começar algo que não conseguiria terminar. A gente riu.
Marly entrou e nos pegou no flagra, melhor, apalpando os peitos, ela ficou vermelha e se desculpou por não ter batido na porta antes, a gente disse que não tinha problema;
Quando tudo terminou, eu disse pra Marly fazer uma reserva num lugar bom pra noite, pra família toda e também pra ela, ela ficou muito feliz.
Saímos para o restaurante, a Marly, que manja dos paranauês, reservou um lugar com música do nosso país, e lá estávamos todos.
Ao terminar e como sempre, os pais são os primeiros a ir embora, depois os que têm filhos, até ficarmos só nós três, Nick, Marly e eu. Como eu não queria que acabasse, convidei a Marly pra ir lá em casa tomar uns drinks e ela aceitou super animada, o que me surpreendeu e alegrou ao mesmo tempo. Chegamos em casa, colocamos uma música e abrimos uma garrafa de vinho, porque foi a única coisa que ela quis. Falamos do trabalho, agradecemos pelo excelente trabalho de hoje, contamos piadas, rimos de tudo um pouco, e acabou a primeira garrafa. Meu marido trouxe uma de uísque, que quase ficou pela metade, porque a verdade é que já estávamos rindo meio sem controle. Troquei a música e coloquei salsa, tirei os sapatos e puxei os dois pra dançar. A Marly também tirou os sapatos, porque estava usando uns saltos bem altos.
Comecei a pensar na minha próxima jogada com muita inteligência; subi para pegar um pião para jogar uma guerra de prendas, se é que ela aceitaria, claro. Ao descer, Marly e meu marido estavam sentados no sofá de mãos dadas e conversando em voz baixa, isso me deixou muito excitada. Marly tentou soltar a mão do Nick, mas ele segurou o tempo todo. Cheguei e propus meu jogo, servi mais doses que queimaram a garganta e nos deixaram ainda mais excitadas.
Marly perguntou como era o jogo e comecei a explicar: começa com a base, cada uma tira uma peça de roupa, gira a pirinola e uma tira ou veste as peças que a pirinola mandar até ter uma vencedora. Por exemplo, quando sai "ponha duas", uma tira duas peças. — E quem ganha? — ela perguntou, e eu respondi: — A que ficar com mais roupa. E ela rindo disse: — Ah, pensei que era a primeira que ficasse pelada — e todos rimos. — E se alguém já não tiver roupa e sair "ponha uma"? — insistiu Marly, e eu respondi: — Paga penitência, que será dada pelo jogador à direita.
Explicadas as regras e servindo mais uns tragos, começamos a jogar, as bases foram os sapatos de todo mundo, eu lancei primeiro e saiu "põe um", então tirei a blusa e fiquei de sutiã, a Marly lança e sai "todo mundo põe", então tirei o sutiã e meus peitos ficaram nus, ela tirou a blusa deixando à mostra seu lindo sutiã preto, os peitos dela eram bem maiores do que a gente imaginaria, o Nick tirou a calça, deixando à mostra uma ereção daquelas por cima da cueca, o que fez a Marly rir nervosa, o Nick lança e sai "toma tudo" e entre risadas vestiu nossas blusas e a calça dele, além de ficar com reserva de roupa pra mais tarde, eu lancei de novo e saiu "põe um", - de novo - falei rindo, tirei minha saia ficando de calcinha, meus pelos pubianos aparecendo pelas laterais da calcinha, a Marly lança de novo e sai "põe dois", a coitada ficou vermelha e assustada, tirou o sutiã deixando à mostra seus lindos peitos, a auréola clarinha, quase transparente, era tamanho 34, quem diria, depois tirou a saia ficando de calcinha preta, o Nick lança e sai "todo mundo põe", ele rindo pagou com meu sutiã, enquanto nós duas nos olhávamos, era a vez de tirar o que só nos restava, as calcinhas, servi um trago pra ela passar o aperto, ela tomou, não queria tirar a calcinha e perguntou se a gente era fofoqueiro, - nós dois falamos que de jeito nenhum, que ficasse tranquila que era só um jogo, - então ela tirou, e realmente tinha uma bunda gigante e sem cirurgia, tão grande que a pele não cresceu o suficiente e ficou cheia de estrias terríveis nas nádegas, parecia que era o trauma dela, as pernas dela eram muito bonitas, grossas e torneadas, típicas de mulher baixinha, a cintura muito bem feita e fininha, no conjunto era muito gostosa, eu por minha parte desci a fio dental e todo o meu matagal ficou à mostra. Ela também tinha pelos pubianos, mas aparados. Ela se apressou em dizer "ganhou, doutor", mas eu esclareci que o jogo continua pagando Penitências. Eu lancei e saiu "põe dois", penitência, gritaram os dois. Minha direita é o Nick, então ele ia me dar a penitência: — Quero que você beije a Marly — ele disse, mas eu falei que eram duas penitências, então você vai beijá-la em duas partes — ele completou. A Marly, confusa e desafiadora, ficou de frente pra mim, e eu disse pra ela deitar melhor. Ela obedeceu, eu abri as pernas dela e me posicionei no meio. Me aproximei e comecei a passar a língua no clitóris e na buceta dela. Minha língua começou a invadir aquela bucetinha rosada, enfiei o máximo que consegui, e ela começou a se contorcer de prazer, envolta num manto de loucura e paixão. Fiquei ali um bom tempo, saboreando os fluidos dela, e já as cadeiras dela se colavam na minha cara pra eu continuar chupando. Alguns minutos depois, me afastei e fui até a boca dela, e a gente começou a se beijar de um jeito impensável, com desejo, com euforia, as línguas querendo entrar cada vez mais fundo na boca uma da outra. Foi aí que ela balbuciou: — Ai, doutor, o que o senhor tá fazendo? — Olhei pra baixo e lá estava meu marido, metendo a língua na buceta dela, chupando aquela delícia gostosa. Ele tava trapaceando no jogo, mas naquele momento a gente já tinha mandado o jogo pra puta que pariu.
Nossos beijos ficaram cada vez mais apaixonados, tanto que ela me segurou pela nuca com as duas mãos e a língua dela virou uma cobra no ataque, entrando na minha boca, até que eu a senti se contorcendo num orgasmo impressionante, e ela ficou ali sem soltar minha cabeça até terminar de se contrair. As pernas dela tinham a cabeça do Nick presa, enquanto ele chupava o clitóris dela, levando-a a um clímax sublime. Ela estava enlouquecida de tesão, e nos contagiou, porque quando finalmente nos soltou — a mim pela cabeça e ao Nick das pernas dela — estávamos todos excitadíssimos, enquanto ela dizia que nunca tinha sentido nada igual.
Pensei que agora era a minha vez, mas nada, ela não deu trégua. Assim que conseguiu se recuperar, foi pra cima do Nick e montou nele de pernas abertas depois de quase arrancar a roupa dele. Pegou a pica ereta dele com uma mão e subiu em cima, deixando cair todo o peso na barriga do Nick, cravando aquela vara até o fundo da buceta dela. Ver a cara de safadeza dela quase me enlouqueceu de tesão e desejo, eu imaginava o que ela estava sentindo com aquele pau cravado dentro do corpo dela, se sentindo cheia de sexo, deixando os fluidos vazarem naquele mastro potente. Ela começou a se mover em cima da pica do meu marido, de cima pra baixo no começo e depois mexendo a cintura sem se separar dele, como uma batedeira, deixando no pelo pubiano dela grandes poças de sucos vaginais, mares de paixão e loucura. Nessa posição, o Nick pegou ela pelas costas e puxou pra perto dele pra poder chupar os peitos dela, pegou eles com as mãos e começou a mamar com gosto, enquanto ela continuava quicando com o pau cravado na buceta, ele também mexia a cintura enterrando a pica bem fundo.
Sem ter o que fazer, comecei a acariciar minha buceta com os dedos, vendo como eles estavam aproveitando e, principalmente, com tanta energia. Com uma mão, eu abria meus lábios maiores e, com a outra, girava meus dedos sobre meu clitóris inchado. Quando o Nick percebeu que eu estava me dedando, fez um sinal para eu ir até ele, soltou as tetas da Marly e me fez sentar na cara dele. Fiquei de frente para ela, montada na boca dele, e a língua dele começou a penetrar minha vagina numa deliciosa chupada. A Marly, por sua vez, começou a acariciar meus seios primeiro com as mãos, mas depois baixou a cabeça e começou a lamber meus mamilos para depois chupá-los com bastante força, aliás, com a boca dela, me dando uma chupada de tetas como nunca tinham feito antes. Foi tão intenso que no dia seguinte eu estava com hematomas nos mamilos e nas aréolas. Mas tudo bem, ali estava eu recebendo chupada dupla de buceta e tetas e, vendo a cara de tesão da Marly, não aguentei mais e comecei a ter um orgasmo forte, enchendo a boca do meu marido com meus fluidos vaginais, minhas contrações todas na cara dele, esfregando com vontade. O Nick um dia me disse: — aprende a aproveitar os eflúvios da tua essência íntima — e eu aprendi. A Marly, me vendo no auge do orgasmo, também começou a se contorcer toda, queria se desmanchar, o quadril dela girava numa velocidade impressionante, e ela deixou escapar outro orgasmo incrível de novo. Essa menina é puro fogo, pensei. Ao terminar o clímax, ela se deixou cair de lado, quase desmaiada no chão.
Nick olhou para ela e, com o pau mais duro do que nunca e sem ter gozado ainda, partiu pra cima da Marly, deitou ela de bruços, abriu as pernas dela, separou as bundas cheias de estrias deixando o cu à mostra, colocou a pica cheia de líquidos na entrada do rabo e começou a meter devagarzinho, ela não falou nada, enquanto aquilo começava a subir pelo reto; Entrou inteira, acho que deve ter chegado até o cólon descendente porque não sobrou nada pra fora, depois tirava e metia de novo e assim começou a foda mais espetacular que eu já vi. Lembrei do Natal em que meu próprio marido Nick me deu no cu, foi emocionante, mas diferente. Foi minha primeira vez.
Nick colocou os braços ao lado do corpo da Marly e começou a meter com força dentro daquele cuzão que ela tem, entra e sai, bate e bate, ele queria gozar dentro do cu dela, mas um cheiro forte de merda começou a invadir a nossa sala, cada vez que a pica saía o cheiro ficava mais forte e acho que foi por isso que ele não conseguiu ejacular na tentativa de encher o cu dela de porra. Depois de um tempo, ele estava todo suado, cansado e com o pau dolorido, tirou do cu dela e foi se lavar. Fiquei ali mimando a Marly e dando beijinhos nas costas dela. Ela estava meio desmaiada, mas logo se recompôs, as duas chamamos um táxi, eu agradeci e me despedi normalmente com um beijo no rosto. Ela se vestiu e foi embora.
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