Perdendo a virgindade do filho da amiga 2

tinha minha buceta toda molhada. Não parava de pensar na situação que vivi aquela noite com Fernando, como passamos do nervosismo e da vergonha do começo pra curtir quando comecei a chupar ele. Tive que tapar minha boca com um dos travesseiros quando gozei, e gozei intensamente, molhando tudo. Mas tudo bem, trocaria os lençóis no dia seguinte. Fui tomar um banho rápido pra relaxar um pouco e conseguir dormir alguma coisa naquela noite. Naquele sábado de manhã, não parava de pensar no que tinha rolado na despedida na noite anterior. Pra espairecer um pouco, fui fazer compras. Voltei pra casa na hora do almoço. No meio da tarde, meu celular tocou, tinha uma mensagem no WhatsApp, o número eu não conhecia, mas pelo texto do começo vi que era o Fernando me escrevendo. Ele dizia, antes de tudo, pra eu perdoar ele por pegar o celular da mãe dele pra ver meu número e me mandar aquela mensagem. Que não queria me meter em encrenca nem problema em casa com meu marido e meus filhos, mas que ficaria muito grato se eu respondesse a mensagem dele. Eu respondi que ficasse tranquilo, que não tinha problema ele ter olhado meu número no celular da mãe dele. Que meu filho mais velho não estava morando comigo naquele momento, meu outro filho era bem pequeno, meu marido tava entretido no jardim de casa. E que a gente podia trocar algumas mensagens se ele quisesse, mas só de texto, sem áudios. E ele começou, um pouco como na noite anterior, se desculpando pela situação vivida. Repeti na minha mensagem que já tinha dito pra ele não dar tanta importância pra aquilo, que além do mais eu tinha gostado e curtido muito. Ele, me vendo já mais receptiva, falou de novo que tinha adorado quando enfiou o pau na minha boca e eu chupei com toda aquela sensualidade, olhando fixo nos olhos dele. Que quando acordou naquela manhã, teve que bater uma boa punheta pensando naquele momento. E que se eu também tinha feito o mesmo. Um pouco excitada naquela manhã, eu disse a verdade, que naquela manhã não, mas contei que tive que ir para outro quarto quando cheguei em casa naquela noite, e tive que me masturbar para aliviar a excitação que fiquei depois de chupar ele. Aí as mensagens foram subindo cada vez mais de tom, com educação, claro, mas tudo foi ficando mais intenso. Ele me disse que, se naqueles dias a gente pudesse se ver em algum momento, à tarde, quando ele não tem aula. Aí eu fiquei com um pouco de dúvida, porque se eu entrasse nesse jogo, sabia como a coisa ia terminar... Falei que termino de trabalhar às três da tarde, e que naquela semana ia estar meio ocupada e atarefada, o que era verdade, não era desculpa. Mas ele levou como desculpa. Ele disse educadamente que entendia que eu estava recusando o convite para um café ou o que fosse com ele. Nessa altura, com todas as experiências que tive, sei que não era só ir tomar um café. Falei que, antes de tudo, sou uma mulher casada e uma das melhores amigas da mãe dele. Ele entendeu, e eu disse que segunda e terça ia ser impossível. Mas prometi que tentaria marcar esse café com ele entre quarta e sexta, mas não podia prometer nada. E que não estava dando desculpas para não ir, que realmente queria tomar algo com ele e conversar cara a cara sobre o que aconteceu. Naqueles dias, me sentia excitada o dia inteiro, e o que passava na minha cabeça toda hora era: o que Fernando fez comigo para eu ficar o dia todo pensando nele, ainda mais porque ele é muito mais novo que eu e filho da minha melhor amiga. Naqueles dias, ele não encheu o saco pelo WhatsApp, mandava uma mensagem ou outra, mas sem ser insistente. Na quinta-feira de manhã daquela semana, estando eu no trabalho, mandei uma mensagem perguntando se ele queria se encontrar comigo naquela tarde para tomar aquele café. Obviamente, ele não perdeu tempo e respondeu que sim. Falei também que, mesmo que fosse só para tomar um café, eu Me sentiria mais confortável se a gente fosse pra outra cidade perto, um lugar tranquilo. Não que fosse nada demais, mas ia me sentir mais à vontade e relaxada num lugar onde não fosse tão fácil encontrar algum conhecido ou amiga. Ele topou, e marquei com ele às cinco da tarde. Peguei ele com minha caminhonete numa rua perto da casa dele, não queria que a mãe dele visse o filho entrando na minha caminhonete. Então, como tô falando, peguei ele numa rua ali perto. Como era uma área meio perigosa... de algum conhecido poder nos ver, ele entrou no carro, me cumprimentou, mas a gente nem se deu beijo no rosto. Fomos pra uma cidade que fica a 40 km da minha casa e da dele, estávamos longe de casa, não tanto, mas sim. Chegamos num café, lugar muito bonito e tranquilo, sorte que era começo da tarde, a música tava baixinha. E assim a gente conseguia conversar mais de boa os dois. Percebia o Fernando meio inquieto e nervoso, não vou negar que eu também tava. Pra esse encontro com ele, vesti uma blusa branca cropped, saia justa e curta prateada tipo paetê, por baixo tava usando uma tanga de renda preta e, pra me sentir mais puta, antes de sair de casa enfiei um plug anal no meu cuzinho, ele tava enfiado entre minhas nádegas, com uma perolinha vermelha.Perdendo a virgindade do filho da amiga 2
vadiaEle tinha vestido uma camisa listrada bonita e uma calça jeans, que caíam muito bem nele, ainda mais sendo alto. Antes de tudo, queria deixar as coisas claras, como já tinha dito nas mensagens do WhatsApp. Sei que posso ser muito chata, mas repeti: sou uma mulher casada, a mãe dele é minha amiga, e nessa situação pouco podia oferecer a ele.

Percebi na hora como o olhar dele ficou triste. Ele, com certeza, tinha criado expectativas de transar comigo naquela tarde. E eu estava destruindo essas ilusões. Dava pra ver no rosto dele a tristeza tomando conta. Não é por ser má nem nada, mas gostei de saber que eu controlava a situação. E entrei no jogo de dar um pouco de esperança e depois tirar. Isso deixou o coitado do garoto meio confuso. Ele tinha feito 19 anos fazia duas semanas.

Sentados na minha frente, naquela mesa do café, coloquei minha mão sobre a dele, que estava apoiada na mesa, e falei: — Não fica tão triste, querido. Não sei se você tá triste ou bravo comigo.

— Não, Alê, de jeito nenhum, fica tranquila. Entendo muito bem sua situação familiar e não quero te meter em encrenca.

Continuamos conversando sobre tudo um pouco. Mas, bom, não quero me alongar demais. Falei pra gente ir pra casa, já eram quase 8 da noite. Fomos pro estacionamento onde eu tinha deixado minha caminhonete.

Ao entrar nela, ele me olhou com carinho e desejo e disse: — Como essa saia fica bem em você. Você é uma gostosa, e suas pernas estão espetaculares.

Eu sorri, passei a mão no rosto dele, agradecendo o elogio. Ele acariciou meu queixo e aproximou o rosto do meu. Sabia que ia me beijar, e deixei porque também queria. E começamos a nos beijar dentro do carro. Beijos que iam ficando cada vez mais intensos. Ao sentir aqueles beijos, percebi que estava perdida, porque desejava o Fernando tanto quanto ou mais que ele me desejava. Enquanto continuava me beijando, começou a acariciar meus peitos. por cima da minha blusa. Eu já estava molhada naquele momento. Falei pra ele que a gente já tinha que sair do estacionamento, que eu só tinha cinco ou dez minutos pra sair depois de ter pago. Então tirei minha caminhonete de lá, ele me perguntou se a gente podia parar em algum lugar tranquilo só um instante. Perguntei onde ele conhecia por ali um lugar sossegado. Na verdade, nenhum, mas a poucos quilômetros da minha casa, tinha uma área. Onde tudo é muito calmo, com poucas casas por perto. E ali a gente podia parar um momento, então voltamos pra casa. Enquanto eu dirigia, ele colocava a mão no meu joelho, falei que não, que com o nervosismo que eu já tava, tudo tremia, que esperasse até chegar no lugar onde a gente pudesse parar o carro um instante. Chegamos lá, procurei a área mais tranquila e isolada pra parar, e começamos de novo a nos beijar com paixão. — Porra, Ale, como você me deixa. Mas que gostosa que você é. Eu coloquei minha mão no volume de Fernando, falei que aquela calça jeans devia estar apertando muito ele… Ele disse que eu não fazia ideia do quanto tava apertando. Desabotoei o botão, o cinto e abaixei o zíper.rabaoPra baixar a calça até o tornozelo, ele baixou também a cueca. Deixando eu ver de novo aquela rola linda e dura. Ele enfiou a mão por baixo da minha saia, eu facilitei as coisas, abrindo um pouco as pernas. Enfiou os dedos até acariciar minha calcinha molhada, me pediu pra tirar ela, e mesmo dentro do carro não ser nada confortável pra essas coisas, eu tirei, deixando cair na altura dos meus saltos. Aí ele enfiou a mão de novo entre minhas pernas e acariciou minha buceta, me dizendo: — Uff, Ale, mas que quentinha que tá sua buceta. — Você que deixou assim, meu bem.vadiaComecei a gemer e ofegar, enquanto ele me masturbava com os dedos. Depois, ele tirou a mão da minha buceta por um momento.mamaE aí, ele levantou minha blusa toda, deixando minha buceta à mostra, e também desabotoou meu sutiã, deixando ele ver meus peitos com os bicos já durinhos. — Hummm, mas como eu tava afim de ver e acariciar esses peitos gostosos, e mais ainda de beijar eles e chupar seus biquinhos pontudos. Senti a boca dele começando a beijar meus peitos nervoso, e brincando com meus bicos dentro da boca. Isso me fez gozar de tesão, me esguichando de prazer.infiel
garota de bunda grandedepois disso, ele me disse pegando no pau dele. - vamos, Ale, quero sentir ela de novo na sua boca, quero que você me faça um boquete bem gostoso. A gente recostou um pouco os bancos do carro pra ter mais espaço. Peguei o pau dele com a mão direita, masturbei um pouco, e depois abaixei a cabeça, comecei a passar a língua no pintinho rosado dele. Ele começou a gemer, e eu, aos poucos, fui colocando o pau pulsante dele dentro da minha boca. Como eu tinha desejado naqueles dias ter ele dentro de novo. E comecei a chupar ele.desvirginando
detonada
Filho da minha amigaEle acariciava meu cabelo e minhas nádegas…
—Assim, assim, Ale, não para, porra
—como você chupa bem
Eu, ao ouvir aquilo, ficava ainda mais excitada, sabendo como ele estava.
Aos poucos, fui aumentando o ritmo. Até que ele me disse…
—Ale, para. Quero te foder agora.
—Amor, aqui é meio desconfortável, pra ser sincera.
—Vamos pro banco de trás, que a gente fica mais à vontade.
Colocamos os bancos da frente pra frente de novo. Saímos do carro e sentamos os dois no banco de trás.
Antes de entrar de novo, já fora do carro, eu abaixei a saia. Fiquei só com a blusa, peitos de fora e nua por baixo.
Me acomodei o mais confortável que dava no banco de trás. E ele se posicionou por cima de mim.

—Ufa, Ale, como eu tava esperando por esse momento. A festa do Natal passado… você não imagina quantas punhetas eu bati pensando em você naqueles dias.
—Sim, amor, mas antes de tudo, queria saber se você costuma transar com alguma cliente da sala onde trabalha nos fins de semana.
—Não, Ale, de jeito nenhum. Não transo com nenhuma das que vão nas despedidas de solteira, essa é a regra número um que a gente ouve lá. Além disso, quero que você me desvirgine. Você é a primeira mulher com quem eu fiquei assim.

Ao ouvir isso, eu me surpreendi. Não imaginava que ele fosse virgem. Perguntei se era verdade. Ele disse que sim, que no trabalho o máximo que já tinha feito era receber boquete, mas que eu ia ser a primeira mulher a sentir o pau dele na buceta. Isso me deixou com muito tesão, e eu tava disposta a desvirgar ele e ser a primeira mulher dele. Além do mais, nunca tinha feito isso com um virgem.

—Melhor assim então, que delícia fazer com um virgem. Vem, me pega e me usa como quiser, que hoje você vai estar dentro da sua primeira mulher.

Ele encaixou o pau duro na entrada da minha buceta molhada. E enfiou com cuidado. Eu passei os braços em volta do pescoço dele e sussurrei no ouvido que queria ele já dentro de mim. Senti ele entrando, e, uma vez lá dentro, ele ficou parado. quietoPerdendo a virgindade do filho da amiga 2
vadia
rabao
vadia
mama
infiel- UF Ale, que foda vou te dar, é uma delícia meter em você, nunca senti isso antes, você aperta gostoso pra caralho e essa buceta macia, quentinha e molhadinha é muito gostosa
- É isso que eu espero que você faça, que me arrebente e me deixe toda acabada
Ele começou a me foder, cada vez mais forte e mais rápido, eu tinha aquele gato em cima de mim, com aquele corpo gostoso, e naquele momento era a única coisa em que eu pensava, que ele enfiasse com toda força.garota de bunda grande
desvirginando
detonadaO que ele fez, me dando umas metidas fortes — pra ser a primeira vez dele, tava mandando muito bem. Quando o Fernando já não aguentava mais, ele me perguntou se podia gozar dentro de mim: "Ale, amor, vou gozar, quero fazer isso dentro de você, sinto muito tesão em estar dentro de ti, posso?" Eu, com a voz trêmula, falei que sim, que ele gozasse dentro de mim e me enchesse. No fim das contas, era só mais um que eu deixava gozar dentro — quantos já não tinham me enchido antes?Filho da minha amiga
Perdendo a virgindade do filho da amiga 2
vadiaquero sentir teu gozo dentro de mim, me dá. ele me deu umas estocadas fortes, segundos antes de gozar dentro de mim. eu soluçava de prazer enquanto gritava que gostoso você se mexe, adoro sua buceta. notei como ele estava gozando, me dando todo o gozo dele dentro da minha buceta. ele ficou um tempinho em cima de mim com o pau dentro, enquanto os dois ainda estávamos ofegantes, com a respiração cortada. ele se deitou sobre meus peitos pra descansar, enquanto ainda tinha o pau dentro de mim. eu acariciava o cabelo dele e dizia que ele mandava muito bem, mas que claro, por ser a primeira vez dele, não tinha aguentado tanto. -Você gostou, Ale? -Adorei, amor, uff, era exatamente o que eu precisava, algo assim. Eu não gozei, mas curti pra caralho, e pra ser sua primeira vez, não foi nada mal. Você come muito gostoso, só que da próxima tenta durar mais. -Então, sabe que vai me ter quando quiser, e espero que não se arrependa disso e depois me diga que não quer repetir. -Não, amor, claro que não. Vamos ter que nos encontrar com muita discrição e cuidado, isso sim. Mas se você quiser, eu quero te ver de novo, e da próxima vez, sim, estar num lugar mais tranquilo e confortável. E se você durar mais e tiver prática, quem sabe eu deixo você me comer por trás. Ele esboçou um sorriso no rosto e me beijou. Eu, com uns lenços de papel, me limpei como pude a buceta, que já estava escorrendo o gozo do Fer, e levei o sêmen dele à boca na frente dele. Saímos do carro totalmente pelados, eu vesti a tanga e a saia de novo. Mas antes de vestir a tanga, Fernando me perguntou se podia ficar com ela, pra enquanto chegasse o segundo encontro, ter algo meu pra imaginar... Então eu dei a minha tanga, encharcada com os sucos da minha vulva e meu fluxo, e pra excitá-lo mais, tirei meu plug da bunda e dei pra ele. Mas ele tinha uma jogada melhor: ao receber meu plug, cheio dos meus sucos vaginais e do suor das minhas nádegas, levou à boca pra chupar. Isso me esquentou pra caralho também. Eu vesti a saia, abotoei de novo a Ajeitei o sutiã e minha blusa, ele vestiu de novo a calça jeans e a cueca, e eu levei ele perto da casa dele, pra não estacionar na porta, igual a gente tinha feito quando fui buscá-lo também.

5 comentários - Perdendo a virgindade do filho da amiga 2

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Esperaba la 2a parte súper relato 🔥🔥🔥 van puntos 👌