Estou postando meus contos de novo porque os tinha em outra conta que foi fechada. Espero que curtam. Minha filha se tornou minha putinha. Embora nunca tivesse imaginado isso, ver sua filha se transformar numa putinha é algo para o qual ninguém está preparado, mas tenho que admitir que foi a melhor coisa que me aconteceu. Tudo começou quando me divorciei da mãe dela e, na hora de perguntar com quem ela queria ficar, sem hesitar disse que era comigo. Lorena, esse é o nome dela, tinha 15 anos quando eu e a mãe dela decidimos que o melhor era nos separarmos. Ela sempre foi muito apegada a mim, então, embora tenha me chamado a atenção, não foi surpresa que ela quisesse ficar comigo. O tempo passou e nossa relação ficava cada vez mais próxima, e embora ela começasse a ter namoradinhos, passávamos muitas noites de fim de semana vendo filmes juntos. Depois de um tempo, conheci uma garota bem mais nova, eu tinha 44 e ela 25, então demorei um pouco para levá-la para casa porque não sabia como a Lore reagiria, já que não tinha muita diferença de idade entre elas, pois ela tinha 17. Uma noite, depois de ver um filme, comentei que estava saindo com uma garota e queria que ela a conhecesse. Ela deu um pulo no sofá e, me abraçando, disse que estava muito feliz por mim e super animada com a ideia de eu trazer a garota para casa para se conhecerem. O tempo passou e Carla, esse era o nome da minha namorada, e Lore se tornaram grandes amigas e cúmplices, a ponto de a Lore confiar a ela seus segredos mais íntimos, mas nunca imaginei que esse fosse o começo da minha nova vida. Com a Carla, comecei a experimentar coisas, a nível sexual, que com minha ex eram possíveis só nas minhas fantasias. Ela era uma garota de mente muito aberta e que adorava experimentar sem tabus. Assim, começamos a transar em lugares públicos, conheci o swing, fazíamos ménage com garotas e com homens, e até quando ela me confessou o fanatismo por sexo com vários homens, entramos no gangbang, coisa que só Conheci pela internet quando minha ex reclamava de dor de cabeça, mas ao ver minha namorada chupando apaixonadamente todas aquelas pirocas (chegou a ficar com até 10 caras) e dando pra todo mundo pra depois um por um gozar na boca dela (esqueci de dizer que ela era viciada em porra) eu ficava maluco e não ligava pra mais nada, amava ela desse jeito putinha. Claro que o sexo na minha casa era coisa de todo dia e se eu tava cansado ela me chupava, mas não dormia sem a cota dela de pau e porra. Essa situação mudou minha vida, mas também a da minha filha, porque comecei a notar algo diferente nela, achei que era por causa da minha negligência que essa nova vida me trazia. Teve situações em que ela me viu de cueca indo na cozinha pegar água ou os barulhos das noites de sexo com Carla, então decidi ter uma conversa com ela.
— Lore, vem cá, senta comigo, quero conversar.
— Sim, Pai, o que foi? (ela falou com um tom de menininha)
— Desde que a Carla chegou aqui algumas coisas mudaram, mas quero que você saiba que você é a coisa mais importante pra mim, então se tiver algo que você não gosta, tem que me falar e a gente resolve.
— Não, Pai, não tem nada com a Carla e muito menos com você, só que tô com um pouco de ciúme porque não tenho um namorado com quem possa me divertir igual a Carla.
Numa conversa com a Carla, perguntei se ela sabia se a Lore tava passando por algo além do que ela tinha me dito, e ela disse que sim:
— A Lore vai fazer 18 anos e quer de presente os implantes de peito, mas tem vergonha de pedir pra você.
— Mas ela sabe que pode confiar em mim.
— Sim, mas ela acha que você vai dizer não, além disso, sabe que você tá preparando a festa e não quer te fazer gastar mais.
— Ela é uma menina muito gostosa, não acho que precise colocar peito (minha filha é morena e tem uns lindos olhos verdes que puxou da mãe, tem 1,65m, é magrinha como toda adolescente que se cuida, e tem uma raba empinada de 98, que faz com que de saia, jeans ou shortinho seja um espetáculo ver ela saindo). Mas se é isso que ela quer, vou pagar sim. — Além disso, não esquece que ela tá dando os primeiros passos no sexo e se sentir gostosa é o mais importante pra uma mina. — É verdade, mas prefiro não pensar nisso, sei que tão comendo ela, mas prefiro não imaginar. — Kkkkk, que careta, tenho certeza que ela fica louca chupando pica igual a mim. — Não seja filha da puta!!! Melhor eu vazar (mas esse comentário mexeu com algo na minha cabeça e quando levantei deu pra notar um pau duro claro) — Epa, epa, vamos ter que dar um jeito nisso, seu piranha degenerado kkkk Claro que a Carla sabia mais do que tava me falando, mas preferia não tocar no assunto. Minha filha faz aniversário no inverno, mas a pedido dela esperamos até o verão pra comemorar, já que ela queria a festa no sítio pra mostrar os peitos na piscina. Pra festa de dezoito da minha princesa, ela já tinha as tetas feitas. A festa não passava de um encontro de amigos e churrasco, e claro, um dia de piscina, mas com a Carla fui na noite anterior pra preparar tudo e aproveitar a casa sozinhos pra soltar as fantasias. Então fomos acompanhados de um casal de amigos e uns caras solteiros que conhecíamos das baladas swingers. Pra celebrar o aniversário, esse casal com quem passamos a noite foi junto, já que conheciam a Lorena e ela os tratava como "tios". Depois do meio-dia, os jovens começaram a chegar, e entre eles, minha filha. — Oi, pai! Chegamos! Já quero entrar na piscina. — Feliz aniversário, Lore. Tô terminando de preparar tudo, vocês fiquem à vontade. Até aquele momento, nunca tinha reparado nas amiguinhas da Lore, mas com a microcena dos biquínis delas, chamaram muito minha atenção. Tinham uns cuzinhos redondos e empinados, e ver aquelas tangas enfiadas nas bundas delas era algo que me tirava do sério. E pra piorar, a Lore vem pulando com aqueles peitões enormes que colocou e uma fio dental igual às amigas, e me abraça. Sinceramente, ter o corpo gostoso da minha filha colado no meu... Tava ficando excitado e não consegui segurar a ereção, o que, de novo, a Carla percebeu. Eu e Martín ficamos cuidando da churrasqueira, o que deu chance pra gente falar das minas que tinham vindo, porque, apesar de eu saber que a Carla não ia se importar, a gente não sabia como a Carmen (esposa do Martín) ia reagir. Aí ficamos fantasiando como a gente ia comer aquelas novinhas com as bucetinhas depiladas e pequenininhas, e enfiar as picas na boca delas até tirarem a última gota de porra, até que, num momento, duas novinhas saíram da piscina e começaram a andar na nossa direção. As duas tinham um jeito de andar bem gatinho e os peitos balançavam a cada passo. Uma era uma ruiva de olhos verdes que arrasava, e a outra uma loira de cabelo curto, não tão voluptuosa quanto a amiga, mas dava pra ver que tinha a melhor raba das duas. Quando finalmente chegaram, a ruiva, com um sorrisinho safado, disse: — Cês nos convidam pra comer alguma coisa? Tô morrendo de fome. — Tamo nessa, respondeu o Martín na hora. — Falta um pouquinho, mas se quiserem, a gente pode dar um linguicinha pra entreter a boca. Eu nem queria olhar, mas elas riram e, cúmplices da dupla intenção, falaram: — Bom... mas que seja grande e a gente escolhe. — Vem. Me fala o que cê quer — disse o Martín pra loira, e se posicionou estrategicamente atrás dela, dando passagem pra ela ver a churrasqueira, mas ao mesmo tempo aproveitou pra encostar naquela raba perfeita enfiada numa biquíni preta. Surpreendentemente, a mina não pareceu se incomodar; pelo contrário, notei como ela ajustou a bundinha pra ele encostar melhor enquanto olhavam o churrasco. — Vou ver. Eu também quero alguma coisa — disse a ruiva, e fez o mesmo comigo. Quando elas foram embora, o Martín falou: — Viu, tão pra qualquer parada. — Sim, são umas putinhas, mas não vamos fazer escândalo no aniversário da Lore, vamos nos segurar. Depois de almoçar, nossas mulheres sugeriram a gente tirar uma soneca, então nós quatro Fomos pra casa e deixamos os guris curtindo a piscina, claro que a da sesta era só desculpa e nós quatro acabamos transando igual uns loucos, só que eu fiz isso pensando naquelas minas mas também na minha filha, em como eu chupava aqueles peitos lindos dela e depois descia até meter minha língua na buceta dela. Apesar de curtir, pensar nisso me perturbava pra caralho já que era minha filha, então quando terminamos, Martín e Carmen ficaram dormindo e eu e Carla fomos dar uma volta. Carla me viu mal e perguntou o que tava rolando, e como eu respondi que nada, ela perguntou se tinha a ver com as ereções que eu tive com a Lore. Ao ver que ela tinha sacado, contei o que sentia e ela riu e falou pra eu ficar tranquilo que não era tão grave, que com calma e tempo ela também tinha umas paradas pra me contar sobre a Lore. Depois de um tempinho caminhando, voltamos pra casa de campo. O terreno da casa era enorme e com várias entradas. Nesse caso entramos por uma que não era a principal porque era mais prático pra gente. Perto dessa entrada tem um quartinho de ferramentas que ficava bem afastado do resto das construções do sítio. Ao passar a uns metros desse quartinho, eu e Carla ouvimos umas vozes murmurando e gemidos que vinham de trás dele. Nos olhamos com cara de dúvida e fomos nos aproximando na maciota. A imagem que vi ao espiar pela esquina da parede me deixou gelado. Minha princesinha, a Lorena, tava pelada cavalgando o pau de um dos amigos dela enquanto chupava dois que estavam na frente dela. Meu primeiro impulso foi pular e encher todos de porrada. Mas Carla me acalmou: -Para. O que cê vai fazer, doido?! A única coisa que cê vai conseguir é armar um puta barraco e não vai resolver nada. -Não acredito. Meu anjo. Olha ela! Feito uma puta enfestada por três caras. -O que cê vai fazer, ela curte sexo do jeito que ela quer - Carla falava como se quisesse dar um sentido praquilo. situação
—Mas é minha filha! Não posso vê-la assim.
—Mesmo assim... não parece que ela esteja sofrendo. Relaxa. Sugiro ficarmos aqui pra garantir que nada de ruim aconteça, e vou ficar junto dela observando a cena.
Minha filha continuava montando aquela pica enquanto alternadamente chupava as duas rolas que tinha na frente. Era toda uma expert. Mexia sua cinturinha de um jeito extremamente erótico, fazendo a pica enterrar cada vez melhor. Seus peitões grandes, mas bem colocados, balançavam ritmicamente. Entre seus lábios perfeitos e carnudos, sumiam os grossos pedaços de carne dos amigos dela.
Olhei pro lado e vi que a Carla se tocava a buceta por cima da calça. Naquele momento, me toquei e notei que eu tinha uma ereção poderosa. Evidentemente, a imagem de uma jovem sendo comida por três homens despertava em mim um tesão do caralho, mesmo que aquela jovem fosse minha filha.
Voltei a prestar atenção na situação, e agora tinha mudado. Lore continuava montando um dos caras magros no chão, só que agora estavam de frente um pro outro, nos dando uma vista espetacular daquele bundão redondo e duro. Ela continuava chupando uma pica, mas um dos jovens tinha encontrado outra possibilidade. Evidentemente atraído pelo bundão perfeito da minha filha, começou a brincar com o cu dela. Ia enfiando dedos e lubrificando. Lorena não se opunha nem um pouco, muito pelo contrário, relaxava seu cuzinho apertado pra facilitar a entrada dos dedos.
Num determinado momento, ele se posicionou com a pica dura como um mastro no cu da Lore e a penetrou sem mais delongas. Lore deu uns gritinhos no começo, mas depois foram substituídos por gemidos que mostravam um prazer extremo. Meu anjinho estava sendo comida por todos os buracos e adorava. E eu, o pai dela, curtia a situação. Era perturbador.
Uns momentos depois, decidiram dar por encerrada a orgia com a Lore e a fizeram ajoelhar. Um por um, foram passando as picas pela a boquinha da minha filha e eles gozaram na cara dela, nos peitos dela e no cabelo dela. A imagem da minha docinha filhinha prostituída por todo aquele esperma grosso e branco e pelo sorriso na carinha dela era extremamente erótica, ela tinha curtido pra caralho. Com a Carla, a gente se retirou na surdina. Quem falou primeiro fui eu: — Bom. Acabou sendo uma putinha. O que fazer. — Pois é. Coisas que acontecem. Pelo menos ela é bem boa no que faz, não acha? Parece que aprendeu comigo — hahaha... que filha da puta... Será que você tava ensinando ela? hahaha. Depois desse meu comentário, a gente voltou andando em silêncio até em casa e, uma vez lá, a Carla me contou que a Lore tinha dito mais de uma vez que ficava com tesão pensando em mim e costumava se masturbar muito com isso, até uma vez tinha me espionado tomando banho e que nas noites que a gente passava vendo filmes, alguma vez pensou em se abaixar e chupar minha pica. — Você é maluca!!! Foi minha primeira reação. — Não, só que ela pediu pra eu não falar nada porque era menor e não queria te causar um problema ou que você mandasse ela pra mãe dela, é por isso que não me surpreende que ao fazer dezoito anos ela faça essas coisas. Ela me perguntou muitas vezes sobre as coisas que a gente faz com outras pessoas, minhas práticas de gangbang e também sobre nossas relações, até como você é de grande e que gosto tem seu gozo. — E você contou tudo pra ela? — Sim, a gente teve umas conversas muito interessantes... E, inclusive, tenho que admitir que, diante da curiosidade dela pelas minhas histórias com outra garota, umas semanas atrás, a gente teve uma sessão de sexo onde deixei ela chupar minha buceta pra ela saber como é. Eu não acreditava no que tava ouvindo. Minha filhinha ficava com tesão por mim e tinha transado com a madrasta dela... Minha cabeça tava a mil. No caminho de volta, a gente vinha todo mundo em silêncio e aí minha perversão falou mais alto e perguntei: — Lore, como você se divertiu hoje? — Muito bem, Papai, muito obrigada. — E o que vocês fizeram quando a gente foi tirar a soneca? (A Carla não olhava pra mim, mas tava sorrindo) — Nada demais, a gente ficou com os meninos e as meninas jogando.
— Ah, que bom, mas você se divertiu, né?
— Sim, muito.
— Bom, mesmo que você já tenha feito aniversário há uns meses, agora é oficial: você já tem 18 anos e pode fazer o que quiser.
— Sim, tava doida pra isso kkkkkk.
Depois de conversar sobre outras coisas, Carla falou pra Lore, num tom de cumplicidade, se ela não queria descansar e dormir um pouco. Lore concordou e se deitou no banco de trás, com a cabeça virada pro lado do carona, de onde dava pra me ver. Depois de um tempo, Carla começou a passar a mão na minha pica, querendo que ela subisse pra chupar, como era de costume nas viagens que a gente fazia sozinho. No começo eu resisti, mas ela me convenceu, e começou a me chupar. A situação era muito erótica: minha namorada me chupando enquanto eu dirigia e minha filha “dormindo” no banco de trás. Era muito excitante e em minutos eu gozei, enchendo a boca da Carla de porra.
Os meses passaram e a tara pela minha filha só aumentava, mas eu não tinha coragem de ir além de ficar espiando ela e me masturbar deixando a porta aberta pra que ela pudesse me ver, ou quando eu transava com Carla na esperança de que ela entrasse e participasse com a gente.
Um dia, Carla, depois de uma conversa com minha filhinha, arrumou tudo pra que eu e Lore ficássemos sozinhos. Como de costume, a gente se jogou no sofá pra ver um filme que a Carla tinha recomendado e que, segundo ela, já tava no DVD. Quando a gente colocou, apareceu na tela um pornô onde uma garota muito novinha era penetrada por um homem mais velho enquanto chupava outros dois. Eu quis me apressar pra tirar, mas a Lore me segurou e, com uma vozinha de menina, falou:
— Deixa aí, papai, já tenho idade pra ver. Além disso, nunca vi um.
— Ok, se quiser, te deixo sozinha.
— Não, não, vamos ver juntos. Você nunca viu um pornô?
A gente ficou assistindo e eu tava bem nervoso. Ela tava com uma regata curta e uma calça bem justa. Num momento, ela me diz:
— Te incomoda se eu deitar no seu colo?
— Não, filhinha, fica à vontade. cabeça sobre minhas pernas e eventualmente roçando no meu pau e o filme passando, não pensei em nada e coloquei minha mão direita na bunda dela, ela nem se mexeu, então desci um pouco e passei a mão em toda a rachadura, desde a bunda dela até a buceta e senti um calor anormal na virilha dela (minha filhinha estava gostosa). Sem se assustar com minha mão, ela me disse:
– Carla me contou que vocês estão com outros caras e que todo mundo come ela.
– Sim, é assim.
– Você se importaria se eu fizesse o mesmo?
– Não, desde que você curta tanto quanto ela.
Enquanto eu continuava passando a mão na bunda dela.
– Eu gosto de homens grandes, sabe?
– É? Por quê? – perguntei com muito tesão.
– Porque eles não gozam rápido igual os novinhos.
E na mesma hora ela abriu minha calça e tirou meu pau duro.
– Mmm, que pau lindo você tem, papai, deixa eu chupar?
Ela começou a lamber minha cabecinha e passava a língua nos lábios se lambendo, e voltava a lamber o tronco inteiro, descia e chupava minhas bolas e enfiava tudo na boquinha dela, enchia de saliva e recomeçava.
– Você gosta de como eu chupo? Gosta de como sua filhinha chupa seu pau?
Depois de um tempo chupando, chegou minha vez. Tirei a camiseta dela e ela não estava de sutiã, então ficaram na minha frente aqueles dois peitos lindos e grandes, que chupei e enchi de saliva aqueles biquinhos rosados de adolescente. Depois tirei a calça dela e ela estava de fio dental bem pequenininho, que decidi deixar, mas puxei pra mergulhar naquela buceta totalmente depilada e molhada. Com as investidas da minha língua, senti ela gozar e sentir aquele mel na boca me fez chupar com mais força. Depois de um tempo, ela ficou de quatro e me ofereceu aquela buceta pra eu comer, dizendo:
– Me come, pai, quero sentir seu pau dentro de mim.
A imagem era maravilhosa, meu pau partindo aquela bunda linda ao meio enquanto eu puxava o cabelo dela como a melhor das putas.
– Você gosta, meu amor? Gosta do pau do papai? – eu dizia enquanto entrava e saía daquela buceta. Linda buceta adolescente. —Adoro, papai. Me fode mais — ela dizia entre gemidos. A gente transou em várias posições até que eu finalmente ia gozar, e quando avisei ela, ela se ajoelhou na minha frente e pediu pra eu gozar na boca dela. —Vai, papai, me dá todo o leite na boquinha igual você faz com a Carla, quero provar. E foi o que eu fiz, gozei como nunca, jatos de porra espirraram na boca dela e alguns acertaram o rosto e o cabelo, ela limpou minha pica com a língua até a última gota e, quando não tinha mais nada no meu pau, limpou o rosto com os dedos e chupou eles, me dando um espetáculo maravilhoso. Os meses passaram e a gente continuava transando: eu com minha filha, eu com a Carla ou nós três. Quando a Carla ficava na casa dela, a Lorena trazia as amigas pra gente comer as duas, eu arrumava uns caras pra elas comerem ou chuparem as picas delas, essas noites terminavam com as bocas delas cheias de porra e elas passavam o leite uma pra outra com beijos de língua pra eu ver. Minha filha chupava minha pica no carro sempre que podia, a gente ia pra cinemas pornô e eu colocava o pau na boca dela e em segundos tinha uma porrada de tarados querendo encher a boquinha dela de porra, a gente transava na rua ou em lugares públicos pra outras pessoas se juntarem a nós, minha filhinha já não era mais minha filhinha, era uma puta festeira. No aniversário de 21 anos dela, a gente já vivia como um casal e pra comemorar ela trouxe uma mina de 18 pra eu comer e lembrar como foi com ela, e pediu pra eu arrumar quatro caras mais velhos pra comerem ela. Aquela noite foi mágica, ela trouxe uma loirinha de peitões, mas não como os dela, com uma bunda redondinha, de minissaia branca e top rosa. Eu coloquei um anúncio num site e na hora consegui cinco velhos tarados querendo comer uma guria de 21. A Lore recebeu eles de fio dental e cinta-liga e na hora eles foram pra cima, começaram a apalpar e chupar ela toda, ela gemia de prazer e olhava pra mim e agradecia, ela se Ela se agachou e começou a chupar as picas deles, eles batiam com as picas na cara dela e faziam ela engolir tudo. Eu, enquanto isso, sentado no sofá, curtia o espetáculo e me punhetava loucamente. Depois, ela ficou de quatro e um por um foi passando, comendo a pussy dela enquanto ela chupava as picas que apareciam na frente. Aí o que tinha a maior deitou e minha filhinha subiu pra montar nele, e os outros foram passando no cu dela enquanto ela chupava as picas dos que ficavam de fora. Assim ficaram quase duas horas, até que ela, agachada no meio de todos aqueles paus, os cinco começaram a gozar na boquinha e na cara dela, e ela engolia a porra pra me deixar ainda mais excitado. Quando todos gozaram, ele tirou eles rapidinho do lugar e, com a cara cheia de sêmen, fez a mina entrar e sentar pra ver como eu comia ela. A mina tinha uma pussy bem apertada e molhada, que chupei até fazer ela gozar, e um cu bem apertadinho que tive a chance de desvirgar. Comi ela por uns vinte minutos e, quando dei meu leite pra ela tomar, a Lore beijou ela fundo, passando a porra pra ela, e também tirou ela rápido do lugar. Ficamos sozinhos, ela me olhou com a carinha angelical, abriu a boca mostrando que tinha meu sêmen, engoliu e, com voz de menininha que ganhou um presente, me agradeceu. Transamos a noite toda com a premissa da minha filhinha de tirar até a última gota de porra de mim. Foi assim que minha filha virou minha putinha.
— Lore, vem cá, senta comigo, quero conversar.
— Sim, Pai, o que foi? (ela falou com um tom de menininha)
— Desde que a Carla chegou aqui algumas coisas mudaram, mas quero que você saiba que você é a coisa mais importante pra mim, então se tiver algo que você não gosta, tem que me falar e a gente resolve.
— Não, Pai, não tem nada com a Carla e muito menos com você, só que tô com um pouco de ciúme porque não tenho um namorado com quem possa me divertir igual a Carla.
Numa conversa com a Carla, perguntei se ela sabia se a Lore tava passando por algo além do que ela tinha me dito, e ela disse que sim:
— A Lore vai fazer 18 anos e quer de presente os implantes de peito, mas tem vergonha de pedir pra você.
— Mas ela sabe que pode confiar em mim.
— Sim, mas ela acha que você vai dizer não, além disso, sabe que você tá preparando a festa e não quer te fazer gastar mais.
— Ela é uma menina muito gostosa, não acho que precise colocar peito (minha filha é morena e tem uns lindos olhos verdes que puxou da mãe, tem 1,65m, é magrinha como toda adolescente que se cuida, e tem uma raba empinada de 98, que faz com que de saia, jeans ou shortinho seja um espetáculo ver ela saindo). Mas se é isso que ela quer, vou pagar sim. — Além disso, não esquece que ela tá dando os primeiros passos no sexo e se sentir gostosa é o mais importante pra uma mina. — É verdade, mas prefiro não pensar nisso, sei que tão comendo ela, mas prefiro não imaginar. — Kkkkk, que careta, tenho certeza que ela fica louca chupando pica igual a mim. — Não seja filha da puta!!! Melhor eu vazar (mas esse comentário mexeu com algo na minha cabeça e quando levantei deu pra notar um pau duro claro) — Epa, epa, vamos ter que dar um jeito nisso, seu piranha degenerado kkkk Claro que a Carla sabia mais do que tava me falando, mas preferia não tocar no assunto. Minha filha faz aniversário no inverno, mas a pedido dela esperamos até o verão pra comemorar, já que ela queria a festa no sítio pra mostrar os peitos na piscina. Pra festa de dezoito da minha princesa, ela já tinha as tetas feitas. A festa não passava de um encontro de amigos e churrasco, e claro, um dia de piscina, mas com a Carla fui na noite anterior pra preparar tudo e aproveitar a casa sozinhos pra soltar as fantasias. Então fomos acompanhados de um casal de amigos e uns caras solteiros que conhecíamos das baladas swingers. Pra celebrar o aniversário, esse casal com quem passamos a noite foi junto, já que conheciam a Lorena e ela os tratava como "tios". Depois do meio-dia, os jovens começaram a chegar, e entre eles, minha filha. — Oi, pai! Chegamos! Já quero entrar na piscina. — Feliz aniversário, Lore. Tô terminando de preparar tudo, vocês fiquem à vontade. Até aquele momento, nunca tinha reparado nas amiguinhas da Lore, mas com a microcena dos biquínis delas, chamaram muito minha atenção. Tinham uns cuzinhos redondos e empinados, e ver aquelas tangas enfiadas nas bundas delas era algo que me tirava do sério. E pra piorar, a Lore vem pulando com aqueles peitões enormes que colocou e uma fio dental igual às amigas, e me abraça. Sinceramente, ter o corpo gostoso da minha filha colado no meu... Tava ficando excitado e não consegui segurar a ereção, o que, de novo, a Carla percebeu. Eu e Martín ficamos cuidando da churrasqueira, o que deu chance pra gente falar das minas que tinham vindo, porque, apesar de eu saber que a Carla não ia se importar, a gente não sabia como a Carmen (esposa do Martín) ia reagir. Aí ficamos fantasiando como a gente ia comer aquelas novinhas com as bucetinhas depiladas e pequenininhas, e enfiar as picas na boca delas até tirarem a última gota de porra, até que, num momento, duas novinhas saíram da piscina e começaram a andar na nossa direção. As duas tinham um jeito de andar bem gatinho e os peitos balançavam a cada passo. Uma era uma ruiva de olhos verdes que arrasava, e a outra uma loira de cabelo curto, não tão voluptuosa quanto a amiga, mas dava pra ver que tinha a melhor raba das duas. Quando finalmente chegaram, a ruiva, com um sorrisinho safado, disse: — Cês nos convidam pra comer alguma coisa? Tô morrendo de fome. — Tamo nessa, respondeu o Martín na hora. — Falta um pouquinho, mas se quiserem, a gente pode dar um linguicinha pra entreter a boca. Eu nem queria olhar, mas elas riram e, cúmplices da dupla intenção, falaram: — Bom... mas que seja grande e a gente escolhe. — Vem. Me fala o que cê quer — disse o Martín pra loira, e se posicionou estrategicamente atrás dela, dando passagem pra ela ver a churrasqueira, mas ao mesmo tempo aproveitou pra encostar naquela raba perfeita enfiada numa biquíni preta. Surpreendentemente, a mina não pareceu se incomodar; pelo contrário, notei como ela ajustou a bundinha pra ele encostar melhor enquanto olhavam o churrasco. — Vou ver. Eu também quero alguma coisa — disse a ruiva, e fez o mesmo comigo. Quando elas foram embora, o Martín falou: — Viu, tão pra qualquer parada. — Sim, são umas putinhas, mas não vamos fazer escândalo no aniversário da Lore, vamos nos segurar. Depois de almoçar, nossas mulheres sugeriram a gente tirar uma soneca, então nós quatro Fomos pra casa e deixamos os guris curtindo a piscina, claro que a da sesta era só desculpa e nós quatro acabamos transando igual uns loucos, só que eu fiz isso pensando naquelas minas mas também na minha filha, em como eu chupava aqueles peitos lindos dela e depois descia até meter minha língua na buceta dela. Apesar de curtir, pensar nisso me perturbava pra caralho já que era minha filha, então quando terminamos, Martín e Carmen ficaram dormindo e eu e Carla fomos dar uma volta. Carla me viu mal e perguntou o que tava rolando, e como eu respondi que nada, ela perguntou se tinha a ver com as ereções que eu tive com a Lore. Ao ver que ela tinha sacado, contei o que sentia e ela riu e falou pra eu ficar tranquilo que não era tão grave, que com calma e tempo ela também tinha umas paradas pra me contar sobre a Lore. Depois de um tempinho caminhando, voltamos pra casa de campo. O terreno da casa era enorme e com várias entradas. Nesse caso entramos por uma que não era a principal porque era mais prático pra gente. Perto dessa entrada tem um quartinho de ferramentas que ficava bem afastado do resto das construções do sítio. Ao passar a uns metros desse quartinho, eu e Carla ouvimos umas vozes murmurando e gemidos que vinham de trás dele. Nos olhamos com cara de dúvida e fomos nos aproximando na maciota. A imagem que vi ao espiar pela esquina da parede me deixou gelado. Minha princesinha, a Lorena, tava pelada cavalgando o pau de um dos amigos dela enquanto chupava dois que estavam na frente dela. Meu primeiro impulso foi pular e encher todos de porrada. Mas Carla me acalmou: -Para. O que cê vai fazer, doido?! A única coisa que cê vai conseguir é armar um puta barraco e não vai resolver nada. -Não acredito. Meu anjo. Olha ela! Feito uma puta enfestada por três caras. -O que cê vai fazer, ela curte sexo do jeito que ela quer - Carla falava como se quisesse dar um sentido praquilo. situação
—Mas é minha filha! Não posso vê-la assim.
—Mesmo assim... não parece que ela esteja sofrendo. Relaxa. Sugiro ficarmos aqui pra garantir que nada de ruim aconteça, e vou ficar junto dela observando a cena.
Minha filha continuava montando aquela pica enquanto alternadamente chupava as duas rolas que tinha na frente. Era toda uma expert. Mexia sua cinturinha de um jeito extremamente erótico, fazendo a pica enterrar cada vez melhor. Seus peitões grandes, mas bem colocados, balançavam ritmicamente. Entre seus lábios perfeitos e carnudos, sumiam os grossos pedaços de carne dos amigos dela.
Olhei pro lado e vi que a Carla se tocava a buceta por cima da calça. Naquele momento, me toquei e notei que eu tinha uma ereção poderosa. Evidentemente, a imagem de uma jovem sendo comida por três homens despertava em mim um tesão do caralho, mesmo que aquela jovem fosse minha filha.
Voltei a prestar atenção na situação, e agora tinha mudado. Lore continuava montando um dos caras magros no chão, só que agora estavam de frente um pro outro, nos dando uma vista espetacular daquele bundão redondo e duro. Ela continuava chupando uma pica, mas um dos jovens tinha encontrado outra possibilidade. Evidentemente atraído pelo bundão perfeito da minha filha, começou a brincar com o cu dela. Ia enfiando dedos e lubrificando. Lorena não se opunha nem um pouco, muito pelo contrário, relaxava seu cuzinho apertado pra facilitar a entrada dos dedos.
Num determinado momento, ele se posicionou com a pica dura como um mastro no cu da Lore e a penetrou sem mais delongas. Lore deu uns gritinhos no começo, mas depois foram substituídos por gemidos que mostravam um prazer extremo. Meu anjinho estava sendo comida por todos os buracos e adorava. E eu, o pai dela, curtia a situação. Era perturbador.
Uns momentos depois, decidiram dar por encerrada a orgia com a Lore e a fizeram ajoelhar. Um por um, foram passando as picas pela a boquinha da minha filha e eles gozaram na cara dela, nos peitos dela e no cabelo dela. A imagem da minha docinha filhinha prostituída por todo aquele esperma grosso e branco e pelo sorriso na carinha dela era extremamente erótica, ela tinha curtido pra caralho. Com a Carla, a gente se retirou na surdina. Quem falou primeiro fui eu: — Bom. Acabou sendo uma putinha. O que fazer. — Pois é. Coisas que acontecem. Pelo menos ela é bem boa no que faz, não acha? Parece que aprendeu comigo — hahaha... que filha da puta... Será que você tava ensinando ela? hahaha. Depois desse meu comentário, a gente voltou andando em silêncio até em casa e, uma vez lá, a Carla me contou que a Lore tinha dito mais de uma vez que ficava com tesão pensando em mim e costumava se masturbar muito com isso, até uma vez tinha me espionado tomando banho e que nas noites que a gente passava vendo filmes, alguma vez pensou em se abaixar e chupar minha pica. — Você é maluca!!! Foi minha primeira reação. — Não, só que ela pediu pra eu não falar nada porque era menor e não queria te causar um problema ou que você mandasse ela pra mãe dela, é por isso que não me surpreende que ao fazer dezoito anos ela faça essas coisas. Ela me perguntou muitas vezes sobre as coisas que a gente faz com outras pessoas, minhas práticas de gangbang e também sobre nossas relações, até como você é de grande e que gosto tem seu gozo. — E você contou tudo pra ela? — Sim, a gente teve umas conversas muito interessantes... E, inclusive, tenho que admitir que, diante da curiosidade dela pelas minhas histórias com outra garota, umas semanas atrás, a gente teve uma sessão de sexo onde deixei ela chupar minha buceta pra ela saber como é. Eu não acreditava no que tava ouvindo. Minha filhinha ficava com tesão por mim e tinha transado com a madrasta dela... Minha cabeça tava a mil. No caminho de volta, a gente vinha todo mundo em silêncio e aí minha perversão falou mais alto e perguntei: — Lore, como você se divertiu hoje? — Muito bem, Papai, muito obrigada. — E o que vocês fizeram quando a gente foi tirar a soneca? (A Carla não olhava pra mim, mas tava sorrindo) — Nada demais, a gente ficou com os meninos e as meninas jogando.
— Ah, que bom, mas você se divertiu, né?
— Sim, muito.
— Bom, mesmo que você já tenha feito aniversário há uns meses, agora é oficial: você já tem 18 anos e pode fazer o que quiser.
— Sim, tava doida pra isso kkkkkk.
Depois de conversar sobre outras coisas, Carla falou pra Lore, num tom de cumplicidade, se ela não queria descansar e dormir um pouco. Lore concordou e se deitou no banco de trás, com a cabeça virada pro lado do carona, de onde dava pra me ver. Depois de um tempo, Carla começou a passar a mão na minha pica, querendo que ela subisse pra chupar, como era de costume nas viagens que a gente fazia sozinho. No começo eu resisti, mas ela me convenceu, e começou a me chupar. A situação era muito erótica: minha namorada me chupando enquanto eu dirigia e minha filha “dormindo” no banco de trás. Era muito excitante e em minutos eu gozei, enchendo a boca da Carla de porra.
Os meses passaram e a tara pela minha filha só aumentava, mas eu não tinha coragem de ir além de ficar espiando ela e me masturbar deixando a porta aberta pra que ela pudesse me ver, ou quando eu transava com Carla na esperança de que ela entrasse e participasse com a gente.
Um dia, Carla, depois de uma conversa com minha filhinha, arrumou tudo pra que eu e Lore ficássemos sozinhos. Como de costume, a gente se jogou no sofá pra ver um filme que a Carla tinha recomendado e que, segundo ela, já tava no DVD. Quando a gente colocou, apareceu na tela um pornô onde uma garota muito novinha era penetrada por um homem mais velho enquanto chupava outros dois. Eu quis me apressar pra tirar, mas a Lore me segurou e, com uma vozinha de menina, falou:
— Deixa aí, papai, já tenho idade pra ver. Além disso, nunca vi um.
— Ok, se quiser, te deixo sozinha.
— Não, não, vamos ver juntos. Você nunca viu um pornô?
A gente ficou assistindo e eu tava bem nervoso. Ela tava com uma regata curta e uma calça bem justa. Num momento, ela me diz:
— Te incomoda se eu deitar no seu colo?
— Não, filhinha, fica à vontade. cabeça sobre minhas pernas e eventualmente roçando no meu pau e o filme passando, não pensei em nada e coloquei minha mão direita na bunda dela, ela nem se mexeu, então desci um pouco e passei a mão em toda a rachadura, desde a bunda dela até a buceta e senti um calor anormal na virilha dela (minha filhinha estava gostosa). Sem se assustar com minha mão, ela me disse:
– Carla me contou que vocês estão com outros caras e que todo mundo come ela.
– Sim, é assim.
– Você se importaria se eu fizesse o mesmo?
– Não, desde que você curta tanto quanto ela.
Enquanto eu continuava passando a mão na bunda dela.
– Eu gosto de homens grandes, sabe?
– É? Por quê? – perguntei com muito tesão.
– Porque eles não gozam rápido igual os novinhos.
E na mesma hora ela abriu minha calça e tirou meu pau duro.
– Mmm, que pau lindo você tem, papai, deixa eu chupar?
Ela começou a lamber minha cabecinha e passava a língua nos lábios se lambendo, e voltava a lamber o tronco inteiro, descia e chupava minhas bolas e enfiava tudo na boquinha dela, enchia de saliva e recomeçava.
– Você gosta de como eu chupo? Gosta de como sua filhinha chupa seu pau?
Depois de um tempo chupando, chegou minha vez. Tirei a camiseta dela e ela não estava de sutiã, então ficaram na minha frente aqueles dois peitos lindos e grandes, que chupei e enchi de saliva aqueles biquinhos rosados de adolescente. Depois tirei a calça dela e ela estava de fio dental bem pequenininho, que decidi deixar, mas puxei pra mergulhar naquela buceta totalmente depilada e molhada. Com as investidas da minha língua, senti ela gozar e sentir aquele mel na boca me fez chupar com mais força. Depois de um tempo, ela ficou de quatro e me ofereceu aquela buceta pra eu comer, dizendo:
– Me come, pai, quero sentir seu pau dentro de mim.
A imagem era maravilhosa, meu pau partindo aquela bunda linda ao meio enquanto eu puxava o cabelo dela como a melhor das putas.
– Você gosta, meu amor? Gosta do pau do papai? – eu dizia enquanto entrava e saía daquela buceta. Linda buceta adolescente. —Adoro, papai. Me fode mais — ela dizia entre gemidos. A gente transou em várias posições até que eu finalmente ia gozar, e quando avisei ela, ela se ajoelhou na minha frente e pediu pra eu gozar na boca dela. —Vai, papai, me dá todo o leite na boquinha igual você faz com a Carla, quero provar. E foi o que eu fiz, gozei como nunca, jatos de porra espirraram na boca dela e alguns acertaram o rosto e o cabelo, ela limpou minha pica com a língua até a última gota e, quando não tinha mais nada no meu pau, limpou o rosto com os dedos e chupou eles, me dando um espetáculo maravilhoso. Os meses passaram e a gente continuava transando: eu com minha filha, eu com a Carla ou nós três. Quando a Carla ficava na casa dela, a Lorena trazia as amigas pra gente comer as duas, eu arrumava uns caras pra elas comerem ou chuparem as picas delas, essas noites terminavam com as bocas delas cheias de porra e elas passavam o leite uma pra outra com beijos de língua pra eu ver. Minha filha chupava minha pica no carro sempre que podia, a gente ia pra cinemas pornô e eu colocava o pau na boca dela e em segundos tinha uma porrada de tarados querendo encher a boquinha dela de porra, a gente transava na rua ou em lugares públicos pra outras pessoas se juntarem a nós, minha filhinha já não era mais minha filhinha, era uma puta festeira. No aniversário de 21 anos dela, a gente já vivia como um casal e pra comemorar ela trouxe uma mina de 18 pra eu comer e lembrar como foi com ela, e pediu pra eu arrumar quatro caras mais velhos pra comerem ela. Aquela noite foi mágica, ela trouxe uma loirinha de peitões, mas não como os dela, com uma bunda redondinha, de minissaia branca e top rosa. Eu coloquei um anúncio num site e na hora consegui cinco velhos tarados querendo comer uma guria de 21. A Lore recebeu eles de fio dental e cinta-liga e na hora eles foram pra cima, começaram a apalpar e chupar ela toda, ela gemia de prazer e olhava pra mim e agradecia, ela se Ela se agachou e começou a chupar as picas deles, eles batiam com as picas na cara dela e faziam ela engolir tudo. Eu, enquanto isso, sentado no sofá, curtia o espetáculo e me punhetava loucamente. Depois, ela ficou de quatro e um por um foi passando, comendo a pussy dela enquanto ela chupava as picas que apareciam na frente. Aí o que tinha a maior deitou e minha filhinha subiu pra montar nele, e os outros foram passando no cu dela enquanto ela chupava as picas dos que ficavam de fora. Assim ficaram quase duas horas, até que ela, agachada no meio de todos aqueles paus, os cinco começaram a gozar na boquinha e na cara dela, e ela engolia a porra pra me deixar ainda mais excitado. Quando todos gozaram, ele tirou eles rapidinho do lugar e, com a cara cheia de sêmen, fez a mina entrar e sentar pra ver como eu comia ela. A mina tinha uma pussy bem apertada e molhada, que chupei até fazer ela gozar, e um cu bem apertadinho que tive a chance de desvirgar. Comi ela por uns vinte minutos e, quando dei meu leite pra ela tomar, a Lore beijou ela fundo, passando a porra pra ela, e também tirou ela rápido do lugar. Ficamos sozinhos, ela me olhou com a carinha angelical, abriu a boca mostrando que tinha meu sêmen, engoliu e, com voz de menininha que ganhou um presente, me agradeceu. Transamos a noite toda com a premissa da minha filhinha de tirar até a última gota de porra de mim. Foi assim que minha filha virou minha putinha.
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