Jogo da Porta - Parte 7

Às vezes, quando a gente vai dirigindo pela vida, pra evitar um buraco, dá uma guinada e acaba caindo numa vala. Às vezes, as coisas se juntam pra fazer de Guatemala, Guatepior. E às vezes, a gente, sem perceber, faz as coisas tão, mas tão errado que acaba machucando gente que não tem nada a ver.

Tudo começou uns dias depois, não tinha passado nem uma semana. Ariel já tava bem e tinha voltado pro trabalho. Eu tava sozinha em casa como todo dia. Não sei por que naquele dia não me deu vontade de me arrumar muito pro jogo. Tinha começado a me maquiar um pouco, mais por tédio mesmo, mas me vestir de puta e gostosa… tudo aquilo, na real, já me dava uma certa masturbação fazer porque eu já pensava (ou melhor, me fazia acreditar) que não precisava mais. Já tinha marcado tanto que achei que dava pra pilotar e trabalhar sem ficar tão sexy e chamativa. Tinha me achado um pouco.

Mas tava terminando de almoçar lá pela uma quando a campainha tocou. Por mais que eu me sentisse foda, sempre, mas sempre, meu estômago dava uma afundada quando ouvia a campainha. Passava, sim, mas sempre aquele nervoso. Quando atendi, falaram que tinham uma entrega. Falei que não tinha pedido nada, que não era aqui, que tinham se enganado… e a voz disse que era pra Trinidad. Falei que já ia e fui abrir a porta, mais curiosa do que qualquer outra coisa.

E meu coração deu um pulinho quando vi que era o Mateo, que já tava me sorrindo de braços cruzados do lado da bicicleta dele na calçada.

“Ué… oi… o que cê tá fazendo?”, sorri meio sem jeito.
Ele me devolveu aquele sorriso matador com os dentes perfeitos: “Oi, Trini, como cê tá?”
“Bem… é… eu não pedi nada, hein?”
“Não, eu sei, desculpa… mas tava por perto e vim”, ele sorriu.
“Ah… tá…”, sorri de volta, “Se for por causa das aulas de rebolado, olha, era brincadeira, hein? Eu, na real, não…”
Ele me interrompeu e riu alegremente, se aproximando com confiança: “Não, não é isso. Olha, queria te convidar pra tomar um café, se quiser, ou alguma coisa. O que você…” Quer?"
Eu sorri de orelha a orelha enquanto meu coração dava um pulinho no peito, "Ah... ai... Que doce..."
"Quer?"
"O quê, agora?"
"Sim, claro. Ou você tá ocupada?"

Mil coisas se cruzaram e se misturaram na minha cabeça. Esse cara lindo, esse morenão, tava interessado em mim. Isso já tava mexendo com minha cabeça, coisas lindas, mas que eu não precisava de confusão. Isso já era outra parada, não era o jogo da porta, pensei. Isso já tava indo pra um nível maior e eu não sabia como fazer, como lidar e o que dizer pra ele. Mas, por outro lado, eu já começava a sentir meu tesão e minha vontade de ficar com ele...

"Não... não, ocupada não, mas..."
"Então vamos, quer?", ele sorriu pra mim.
"É que eu tenho namorado, Mateo...", falei e me ouvi como uma total hipócrita, vindo da gostosa que tava se virando pra quem batesse na porta.
"Ah... ok, entendo...", ele disse, com um tom meio decepcionado, "Se você não quer, então..."
"Não, não é que eu não queira, eu quero sim, adoraria, mas... é que comprei uma coisa... não quero sair. Comprei uma parada pela internet, sabe... e tô esperando entregarem.", menti.
"Ok..."

Eu olhei pra ele por um segundinho e me animei, "Não quer entrar? Se quiser, a gente toma o café aqui em casa..."
O rosto dele iluminou, "Nossa... ei, tem certeza? Mas e seu namorado..."
"Não tá.", olhei fixo pra ele.
Mateo pareceu entender exatamente o que eu quis dizer e o tom que usei, "Bom... se não te incomoda..."
Sorri pra ele, "Não, adoraria, bora". Abri a porta pra ele entrar, mas ele ficou meio ali, hesitando.
"Ei... me deixa entrar a bike? Se eu deixar aqui fora, some..."
"Sim, claro", sorri, "Bora..."

Eu não sabia o que fazer. Já tinha passado por essa situação de levar algum cara pra casa várias vezes. Mas essa era diferente. Parecia diferente. Intensa. Mateo tinha muito, mas muito do que eu gostava, e enquanto a gente caminhava pelo corredor comprido até em casa e eu só ouvia o barulhinho da bicicleta dele me seguindo, comecei a me desesperar. A desesperar por dentro. Rápido. Isso era pelo jogo? Tava fora do jogo? Sim? Não? O que a Roxy diria? E o que eu falo pro Mateo? O Mateo faz parte do jogo? Não faz? Minhas mãos suavam.

Mas nem sei por que me preocupei tanto. Assim que chegamos em casa, não teve conversa. Não teve café. Dois minutos depois de entrar, os dois claramente tavam com tanta fome que ele já tinha me montado de pé, me segurando fácil, tão fácil, por baixo das coxas e me apertou contra a parede no ar. E eu pendurada que nem um carrapato com as pernas em volta do quadril dele, e meus braços enrolando firme no pescoço dele.

E a gente tava absolutamente devorando as bocas um do outro com uma paixão que eu não sentia há anos. Que eu não sentia dar de mim e não sentia receber de um homem. O que era sentir esses lábios grossos nos meus, a maciez da pele escura dele, o amor e a putaria que ele tava me dando em cada beijo, em cada gemido profundo dele na minha boca. Minha boca recebeu ele faminta, acalmando a língua dele, amando ela suavemente, dando tudo que ele quisesse tirar de mim.

Me perdi nos beijos dele. No gosto da saliva dele, da pele dele. No aroma frutado e incrível do perfume que ele tinha passado, que invadia meu nariz tão perto e me deixava mais louca. Queria pegar aquele corpão preto e alto que tava me apertando contra a parede e fundir com o meu. Queria devorar ele. Amar ele.

E ali, bem ali, naquele momento tão lindo… senti os lábios dele se afastarem dos meus. Abri os olhos e me encontrei com os do Mateo, lindos e doces, mas ao mesmo tempo meio confusos. Eu acariciei ele.

“Trini… mmhh… Desculpa… isso… Não sei se tá certo… você tem namorado…”, ele me olhou suavemente.

Eu olhei pra ele e sorri, que nem uma idiota julgando a situação do pior jeito, “Sim… mas ele não tá…”

“Não tá certo…”, ele falou suavemente e tentou me deslizar e me apoiar no chão delicadamente, mas eu me agarrei um pouco mais forte nele pra não deixar, enquanto acariciava ele.

“Ei… que que foi?”, perguntei Suavemente, enquanto continuava acariciando ele: "Não quer?"

Ele me olhou: "Claro que quero... você é gostosa, mas..."

"Mas?"

"Mas não parece certo... eu... eu não quero complicar a vida de ninguém, entende?", ele disse.

"Comigo você não vai complicar..." Dei um beijinho que ele correspondeu. Ele soltou um suspiro longo e enfiou o rosto no meu pescoço, me beijando suavemente ali, eu fechei os olhos de tão gostoso que era.

"Você não... mas seu namorado sim..."

Olhei pra ele e dei um beijão profundo, que ele respondeu: "Para de falar dele... você é gostoso... tô afim de você, Mateo..."

Ele sorriu e se perdeu nos meus olhos, ficou um tempão, mas um tempão mesmo me olhando até que falou: "Buceta, por que você tem namorado? ... minha puta sorte..."

"Eu não ligo... não me dou bem com ele...", falei entre beijinhos que Mateo respondia, sentia as mãos dele amassando minha bunda suavemente enquanto me segurava assim.

"Eu ligo sim...", ele disse.

Ficamos nos olhando assim um tempo enquanto nos acariciávamos, meus dedos traçando as linhas daquele rosto moreno que estava tão perto e tão lindo: "Já sei... vamos fazer uma coisa..."

"Fala..."

Falei com um tom brincalhão, meio de menina: "Você já tá aqui... estamos sozinhos... temos tempo... quero que, do jeito que você me segura agora, me leve até o sofá."

"E lá?"

"E lá quero que a gente se divirta junto. E... e depois a gente vê como se sente, tá?", sorri pra ele.

"Você realmente quer?", ele perguntou sério.

Sorri pra ele: "Quero... quero sentir você inteiro... e que você me sinta inteira..."

Mateo grunhiu e não aguentou, me esmagou o rosto com um chupão incrível e senti ele encaixar o quadril forte entre minhas pernas abertas, pressionada como eu estava contra a parede. Eu também devolvi meu prazer na boca dele e assim ele me levou até o sofá. Ele sentou e eu por cima, nos devorando, nos amando.

Tiramos a roupa assim, sem parar de nos beijar e apalpar. Que corpo gostoso que ele tinha, que pele morena incrível. E o que foi ver as mãos escuras dele sentindo minha pele pálida, as suaves... Curvas do meu corpinho debaixo das mãos grandes dele. Tirei a bermuda dele e… o que foi ver aquela pica preta pular no ar na frente da minha cara. Não era muito comprida, mas era grossa e linda. Fiquei admirando ela por um momento com um sorriso, enquanto acariciava devagar, e dava beijinhos enquanto Mateo me olhava com um sorriso.

“Você não pode ter essa pica… mmmhh… não pode…”, eu dizia enquanto beijava e lambia devagarinho, morrendo de vontade de enfiar na boca e me fazendo desejar a mim mesma.
“Mas como você é gostosa… Meu Deus…”, ele sorria pra mim e me acariciava.
“Quero sentir ela… mmmh… quero sentir…”
“Mmmmh… buceta, já…”
“… na minha boca… Dentro de mim…”, gemi pra ele e, finalmente abrindo bem a boca, comecei a chupar. No começo suave, pra sentir, pra saborear aquela pica preta na minha boca. E logo mais forte, mais fundo, pra satisfazer e amar o Mateo assim. Ele jogou a cabeça pra trás e soltou um gemido lindo que me esquentou ainda mais. Sentou na ponta do sofá e só ficou me olhando enquanto eu chupava, como eu o amava e como eu adorava tê-lo na minha boca.
Jogo da Porta - Parte 7“Aaaah!!!... Ssssi.. Trini… que boca tu tem… Deussss…”, Mateo gemia e acariciava minha cabeça. E eu, com os olhos fechados de prazer, mal o ouvia. Estava perdida na sensação de ter a boca entupida com aquela pica de ébano deliciosa.

Fiquei assim por um tempinho brilhante. Lindo e gostoso, tanto pra ele quanto pra mim. De repente, me deu uma ideia e abri os olhos, olhando pra ele enquanto respirava e continuava agradando ele com beijinhos e carícias no pau dele.

“Ai meu love… tira uma foto minha…”
“Que?”, Mateo falou, meio estranhado.
Eu dei uma longa e lasciva lambida de cima a baixo, e comecei a brincar com minha língua na cabeça dele, “Vai…”
“Pra quê?... mmmh..”, ele perguntou.
“Pra mim. Pra ter. Pra olhar de noite e não sentir sua falta…”, falei. Foi a primeira coisa que me veio na cabeça. Achei que tava bom. Eu sabia muito bem pra que queria aquilo. Mateo ficou meio confuso, mas pressionado pelo prazer que eu continuava dando, finalmente topou. Desbloqueei meu celular que tinha ficado ali perto e passei pra ele.
“Que foto você quer…mmhh…?”, ele perguntou.
“A que você quiser, lindo…”, falei e comecei a chupar ele de novo, enchendo a boca com aquele homem incrível de novo.

Mateo me deixou continuar mamando ele um pouco, até que depois de um tempinho ele tirou esta:
jogoEla mostrou pra mim e eu sorri. Achei ela linda, mas ia ver direitinho depois. Pra recompensar o Mateo, comecei a chupar mais fundo e mais forte, o que fez ele gemer e se tensar.

“Ai, meu Deeeus…”, sussurrei, “… amo seu pau… amo, amo, amo seu pau… quero ele…”

Mateo se tensou ao ouvir isso e me segurou firme pela cabeça, senti que ele tava pronto pra gozar na minha boca e aí eu soltei, recuperando o fôlego e só acariciando ele de leve.

“Que… que foi?”, ele perguntou ofegante.

“Vamos pro meu quarto…”, sussurrei.

“… pro… pro seu quarto…”

“Quero que você me coma… quero que você me coma agora… mmmh… quero sentir você dentro de mim…”, falei.

Ouvir isso acabou de vencer ele. Se ele tava confuso, se tava meio receoso de estar fazendo isso com uma mulher que tinha namorado… Foi aí que aparentemente passou. Porque homem é homem, Trini, a Roxy falou na minha cabeça. Ele sorriu pra mim, se levantou, e fomos os dois andando pelados até meu quarto. Pedi pra ele deitar e montei em cima dele. A gente se beijou e se acariciou forte por mais um tempo, passando a mão em tudo. Eu já não aguentava mais, precisava sentir aquele pau dentro de mim. Aquele moreno incrível me amando. Me virei, montei nele e enfiei sozinha naquele pau divino. Joguei a cabeça pra trás de tanto prazer de me sentir aberta e cheia daquele pau, enquanto ouvia o Mateo gemer de tesão que minha bucetinha dava pra ele.
PretoNós dois transamos por um tempinho gostoso assim. Quase não trocamos uma palavra, só trocávamos nossos gemidos porque não precisava dizer mais nada. Que pica linda estava me comendo… que homem lindo estava me amando e me desejando! Mateu com certeza estava sentindo minha buceta macia e apertada em volta dele, apertando ele com carinho a cada subida e descida minha, porque ele gemia e gozava rouco, acariciando e amassando minha bunda uma vez e outra.

Ficamos assim por um tempão lindo, os dois se divertindo, até que sem me avisar, senti ele me pegar pela cintura com facilidade e se mexer, me colocando de quatro na cama, sem sair de dentro de mim em nenhum momento. Ele me segurou firme pela minha cinturinha e começou a me penetrar, mais fundo e mais forte, no ritmo dele, buscando o próprio prazer.

Mas o fato de ele estar buscando o prazer dele não significava que não estava me dando o meu também. Como eu gozei com as estocadas dele, imaginando o que não podia ver – a visão daquela pica, preta e grossa, entrando e enchendo minha buceta, pálida e molhada… sentir os dedos dele na minha pele, me segurando, me prendendo ali, prisioneira dele, e me dando… me dando e me dando… me fazendo mulher uma vez e outra, cada vez mais fundo, cada vez mais juntos. Eu gozei igual uma porca. Como a verdadeira puta que eu era. Com uma pica preta dentro de mim, alargando e ativando todos os nervos do meu prazer. Lubrificada até não poder mais. Comida. Usada. Amada. Desejada. Possuída. Como quiserem chamar.

Eu só digo, no sentido mais amplo e mais profundo da palavra: Feliz.
jovenzinhaAssim que terminei meu orgasmo longo, parece que o meu começou a provocar o dele. Me ver e me sentir assim foi demais pra ele também. Eu ia dizer, entre meus gemidos, pra ele me encher... me deixar todo o sêmen dele dentro, mas não consegui. Mateo tirou ela e, quase gritando de tesão, começou a se masturbar forte. Eu me mexi rápido e me virei, pegando ele suavemente na minha boca e chupando forte, bem forte.

Minha recompensa foram vários jatos lindos, quentes e volumosos de leite na minha boca. Eu odeio essa palavra, acho nojenta, mas quando é apropriada, é. Pra mim não foi ejaculação, nem foi gozada, porra ou qualquer outro termo grosseiro que queiram usar pra isso. Às vezes é tão profundo, tão forte... tão orgasmicamente nojento que não tem jeito melhor de descrever. Vamos falar com propriedade. Mateo não me deu delicadamente o sêmen dele na boca, não. Ele encheu ela de vários jatos gostosos de leite. Que eu engoli com gosto, rápido, assim que meu moreno me dava. Pra agradar ele assim. E também pra me agradar.

Quando Mateo terminou, caiu meio rendido do esforço, docemente exausto, e eu continuei grudada no pau dele, chupando e consumindo até a última gota daquele sêmen delicioso, que, só de brincadeira, deixei escapar um pouquinho entre meus lábios satisfeitos.
magraMateo me olhou e sorriu pra mim, exausto e feliz. Que homem lindo acabava de me amar. Que homem lindo eu acabava de satisfazer.

Caímos os dois exaustos na cama e ficamos um tempão assim, nos tocando de leve e conversando baixinho, nos recuperando. Mas o Mateo tava estranho. Depois que gozou e a excitação passou, eu sentia ele diferente. Como se alternasse entre estar feliz por ter se divertido tanto comigo, por estar tão perto e íntimo agora... com um pouco de nervosismo, ou desconforto, ou já sem muita vontade de ficar ali daquele jeito.

No fim, depois de um tempo, ele me deu uns beijos bem gostosos e falou que precisava ir. Eu olhei pra ele com carinho, com meus olhinhos cheios de amor, e disse que tudo bem, que entendia. Perguntei, mesmo sem precisar, se ele tinha gostado, e ele me beijou de novo, dizendo que sim. Que não esperava, mas que tinha sido divino. E que eu era divina. Enquanto a gente se vestia, ele pediu meu número de celular e eu sorri, passando de boa. A verdade é que não me incomodava a ideia de continuar vendo o Mateo de vez em quando... ou muitas vezes.

Depois de uma despedida carinhosa, mesmo eu tendo dito que ele podia ficar se quisesse, ele pegou a bicicleta, eu acompanhei até o portão e ele foi embora pedalando, me deixando um sorriso lindo de despedida. Eu não entendia direito, e só fui entender muito tempo depois.

Quando voltei pra casa, antes de arrumar a cama e limpar tudo pra fingir que não tinha rolado nada, me joguei preguiçosa na cama e comecei a trocar ideia com a Roxy, pra contar meu resultado e o quanto tava feliz. No começo ela não acreditou. E como eu sabia que isso ia acontecer, mandei a foto como prova.

E a Roxy demorou pra me responder. Muito. E quando respondeu, me encheu de xingamentos. E disse que não ia mais falar comigo. Eu só ri sozinha, já conhecia essas saídas da Roxy. Ela ia falar comigo de novo, por uma coisa ou outra. Eu só fiquei lá, cantarolando feliz, arrumei a cama e depois fiz minhas coisas do dia a dia. O resto do dia e a noite. Foi normal.
No outro dia de manhã, claro, a Roxy me mandou mensagem. Dizendo que tava de boa, que aceitava o gol, mas que não precisava gastar ela daquele jeito. Eu ri e enchi o chat dela de beijinhos, e ela retribuiu.

Também, meio por tédio, mas também por curiosidade, troquei umas ideias com o Mateo. Mas não muito. Perguntei se ele tava bem e ele disse que sim. Depois de um tempo falando de nada, falei que se ele quisesse a gente se ver de novo, era só me avisar, e ele disse que ok, que ia ver. Eu adorava a ideia de vê-lo de novo. Talvez numa segunda vez juntos… aí ele já ia estar mais acostumado, menos nervoso e menos encanado com a ideia de que eu tinha namorado. Quem sabe ele se soltava um pouco mais.

Mas nem nas minhas previsões mais loucas eu pensei que ia rolar tudo o que acabou rolando depois, em todas as frentes, e que quem tinha plantado a semente de tudo sem querer tinha sido eu, sem perceber.

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