Leia a primeira partehttp://m.poringa.net/posts/relatos/5859625/Fantasia-de-vacaciones.html
Clara pegou na mão suada de Lucas e o levou até o terraço, só se ouvia o barulho das ondas batendo na areia da praia e o zunido dos grilos, que pareciam ter combinado de fazer cri-cri todos ao mesmo tempo. A lua dava uma mistura de luzes e sombras no lugar. Clara deslizou uma unha vermelha pelo antebraço de Lucas, que tremia sentado na borda da rede. Marco observava do balcão, misturando dois coquetéis com movimentos propositalmente lentos. —Marco me disse que você é, como dizer... curioso —murmurou Clara, se inclinando até que o hálito quente roçasse a orelha do garoto—. Que você olha demais. E eu comprovei isso agora, você estava na porta do nosso quarto…É verdade? —Os dedos dela foram até a coxa dele, apertando de leve. Lucas segurou uma respiração brusca. —Eu pedi pro Marco deixarmos a porta do quarto entreaberta e vi uma sombra parada ali, era você, não era? —Não… não sei do que você tá falando —mentiu ele, mas o volume no short dele denunciava cada palavra. Marco soltou uma gargalhada, se aproximando com os copos. —Mentiroso. Mas não te culpo —deixou cair um gelo no decote de Clara, que deslizou entre os peitos dela antes que ela o pegasse com os dedos—. Na sua idade, eu também teria querido que alguém me guiasse, aprender, ver… e mais, se possível. Clara lambeu o gelo derretido dos lábios, sem tirar os olhos de Lucas. —Quanto tempo você acha que ele aguenta? —perguntou, como se o garoto não estivesse ali—. Com certeza é virgem. Os virgens… se desesperam. —Nem todos —Marco sentou na frente deles, as pernas abertas, desafiador—. Alguns precisam que mostrem exatamente o que desejam. —O olhar dele pousou na mão de Clara, que agora acariciava a nuca de Lucas. O jovem arqueou as costas sem querer quando os dedos dela se enfiaram debaixo da camisa dele. —Nunca tocou numa mulher, Lucas? Nunca nenhuma das suas namoradas te tocou? —sussurrou Clara, esticando o elástico da bermuda dele com a ponta dos dedos. polegar—. Nem assim… — a palma dela se aplanou sobre a virilha dele, sentindo a ereção do garoto e aplicando uma pressão que o fez gemer. — Mas o que temos aqui? Que grande é o que seu sobrinho querido guarda!!! — Clara… — ele suplicou, mas não afastou as mãos quando ela o empurrou contra as almofadas. — Shhh — Marco interveio, acendendo um cigarro —. Isso é educação sentimental. — Ele soprou a fumaça para a noite —. Minha esposa tem um talento especial pra… quebrar inibições. Clara montou no colo de Lucas, enrolando a cintura dele com as pernas. O vestido se abriu, revelando que ela continuava sem calcinha. — Quer que seja eu? — ela perguntou, deslizando um joelho de cada lado do quadril dele —. Às vezes a primeira vez não é a melhor, mas — ela apertou as coxas contra a ereção dele, os mamilos, duros como avelãs, se apertaram contra o peito do jovem —, eu faria valer a pena, tornaria inesquecível. Lucas ofegou, hipnotizado pelo balanço dos peitões dela, aqueles que ele sempre espiava, aquelas tetas lindas pelas quais ele já tinha gozado tanta porra, aqueles seios que o enlouqueciam desde que se lembrava, os mesmos que agora roçavam e se apertavam contra o peito dele. — Por que…? — ele conseguiu balbuciar. — Porque o Marco quer te ver feliz — ela respondeu, mordendo a clavícula dele —. E eu… — ela desceu a mão e fechou sobre a piroca dura do garoto através do tecido do short —, adoro finais felizes. Marco se levantou, ajustando o cinto do roupão com um sorriso feroz. — Você tem até o amanhecer pra decidir — ele disse —. Nosso quarto não tem tranca. Mas você… — ele se inclinou até o queixo roçar o ombro nu de Clara — já sabe disso, não é? Quando Marco se afastou, Clara capturou os lábios de Lucas num beijo molhado e experiente. — Não pensa — ordenou entre mordidas —. Só se deixa levar, não é a primeira vez que a gente faz isso com seu tio, ele gosta de me ver e eu gosto de aproveitar… — A mão dela entrou na calça dele, e o garoto abafou um grito contra ela. boca. Ela tirou a mão, lambeu um dos dedos melados com o líquido pré-gozo do garoto, dizendo: — Hummm… que gostoso… — e foi rebolando a sua figura sensual na direção do quarto. Lá fora, os grilos já tinham se calado há um tempo, mas o mar continuava batendo na areia da praia num ritmo mais forte, como se estivesse sincronizado com o pulso do Lucas, acelerando sob os dedos de Clara. Um impulso o fez apertar o próprio pau e foi o suficiente para ele esvaziar as bolas dentro da roupa — gozou quase sem se tocar. Se xingou por isso, pensou que Clara tinha razão, que os virgens não aguentam nada… que ele era um desses virgens e sempre seria. Como conseguiu, se levantou e foi pro banheiro se lavar. Ao passar pela porta do quarto dos tios, viu ela entreaberta e ouviu os gemidos de Clara… se xingou de novo por ter gozado daquele jeito… e, puto consigo mesmo, foi dormir. O que ele não sabia é que a vida ia dar uma revanche… Te deixou com tesão? Tô te lendo.
Clara pegou na mão suada de Lucas e o levou até o terraço, só se ouvia o barulho das ondas batendo na areia da praia e o zunido dos grilos, que pareciam ter combinado de fazer cri-cri todos ao mesmo tempo. A lua dava uma mistura de luzes e sombras no lugar. Clara deslizou uma unha vermelha pelo antebraço de Lucas, que tremia sentado na borda da rede. Marco observava do balcão, misturando dois coquetéis com movimentos propositalmente lentos. —Marco me disse que você é, como dizer... curioso —murmurou Clara, se inclinando até que o hálito quente roçasse a orelha do garoto—. Que você olha demais. E eu comprovei isso agora, você estava na porta do nosso quarto…É verdade? —Os dedos dela foram até a coxa dele, apertando de leve. Lucas segurou uma respiração brusca. —Eu pedi pro Marco deixarmos a porta do quarto entreaberta e vi uma sombra parada ali, era você, não era? —Não… não sei do que você tá falando —mentiu ele, mas o volume no short dele denunciava cada palavra. Marco soltou uma gargalhada, se aproximando com os copos. —Mentiroso. Mas não te culpo —deixou cair um gelo no decote de Clara, que deslizou entre os peitos dela antes que ela o pegasse com os dedos—. Na sua idade, eu também teria querido que alguém me guiasse, aprender, ver… e mais, se possível. Clara lambeu o gelo derretido dos lábios, sem tirar os olhos de Lucas. —Quanto tempo você acha que ele aguenta? —perguntou, como se o garoto não estivesse ali—. Com certeza é virgem. Os virgens… se desesperam. —Nem todos —Marco sentou na frente deles, as pernas abertas, desafiador—. Alguns precisam que mostrem exatamente o que desejam. —O olhar dele pousou na mão de Clara, que agora acariciava a nuca de Lucas. O jovem arqueou as costas sem querer quando os dedos dela se enfiaram debaixo da camisa dele. —Nunca tocou numa mulher, Lucas? Nunca nenhuma das suas namoradas te tocou? —sussurrou Clara, esticando o elástico da bermuda dele com a ponta dos dedos. polegar—. Nem assim… — a palma dela se aplanou sobre a virilha dele, sentindo a ereção do garoto e aplicando uma pressão que o fez gemer. — Mas o que temos aqui? Que grande é o que seu sobrinho querido guarda!!! — Clara… — ele suplicou, mas não afastou as mãos quando ela o empurrou contra as almofadas. — Shhh — Marco interveio, acendendo um cigarro —. Isso é educação sentimental. — Ele soprou a fumaça para a noite —. Minha esposa tem um talento especial pra… quebrar inibições. Clara montou no colo de Lucas, enrolando a cintura dele com as pernas. O vestido se abriu, revelando que ela continuava sem calcinha. — Quer que seja eu? — ela perguntou, deslizando um joelho de cada lado do quadril dele —. Às vezes a primeira vez não é a melhor, mas — ela apertou as coxas contra a ereção dele, os mamilos, duros como avelãs, se apertaram contra o peito do jovem —, eu faria valer a pena, tornaria inesquecível. Lucas ofegou, hipnotizado pelo balanço dos peitões dela, aqueles que ele sempre espiava, aquelas tetas lindas pelas quais ele já tinha gozado tanta porra, aqueles seios que o enlouqueciam desde que se lembrava, os mesmos que agora roçavam e se apertavam contra o peito dele. — Por que…? — ele conseguiu balbuciar. — Porque o Marco quer te ver feliz — ela respondeu, mordendo a clavícula dele —. E eu… — ela desceu a mão e fechou sobre a piroca dura do garoto através do tecido do short —, adoro finais felizes. Marco se levantou, ajustando o cinto do roupão com um sorriso feroz. — Você tem até o amanhecer pra decidir — ele disse —. Nosso quarto não tem tranca. Mas você… — ele se inclinou até o queixo roçar o ombro nu de Clara — já sabe disso, não é? Quando Marco se afastou, Clara capturou os lábios de Lucas num beijo molhado e experiente. — Não pensa — ordenou entre mordidas —. Só se deixa levar, não é a primeira vez que a gente faz isso com seu tio, ele gosta de me ver e eu gosto de aproveitar… — A mão dela entrou na calça dele, e o garoto abafou um grito contra ela. boca. Ela tirou a mão, lambeu um dos dedos melados com o líquido pré-gozo do garoto, dizendo: — Hummm… que gostoso… — e foi rebolando a sua figura sensual na direção do quarto. Lá fora, os grilos já tinham se calado há um tempo, mas o mar continuava batendo na areia da praia num ritmo mais forte, como se estivesse sincronizado com o pulso do Lucas, acelerando sob os dedos de Clara. Um impulso o fez apertar o próprio pau e foi o suficiente para ele esvaziar as bolas dentro da roupa — gozou quase sem se tocar. Se xingou por isso, pensou que Clara tinha razão, que os virgens não aguentam nada… que ele era um desses virgens e sempre seria. Como conseguiu, se levantou e foi pro banheiro se lavar. Ao passar pela porta do quarto dos tios, viu ela entreaberta e ouviu os gemidos de Clara… se xingou de novo por ter gozado daquele jeito… e, puto consigo mesmo, foi dormir. O que ele não sabia é que a vida ia dar uma revanche… Te deixou com tesão? Tô te lendo.
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