Virei stripper de despedidas de solteira e descobri minha paixão por milfs, mas também descobri minha obsessão sexual com a mãe do meu amigo do bairro. Versão para imprimir Oi, me chamo Mateo, sou de Manta, uma cidade do Equador, mas já faz 6 anos que moro em Guayaquil. Vou me descrever: sou mulato, cabelo preto, tenho 1,85m e peso 75 kg. Assim que entrei na faculdade, comecei a ir pra academia, embora nos últimos anos do colégio já tivesse ido algumas vezes. Considero que tenho um corpo trabalhado e que sou bonito de rosto, o que me deu a oportunidade de trabalhar fazendo show de garoto de programa nos dias que tinha livre da faculdade, e depois disso virou meu trabalho depois que me formei. Bom, a história foca em vários encontros que tive com diferentes mulheres milf, incluindo a mãe de um amigo que morava perto de onde eu alugava.
Naquela época, por causa de um colega de classe, entrei numa empresa, ou melhor, numa organizadora de eventos onde ele trabalhava. Eu era o garoto para as chamadas "horas loucas" aqui no Equador, costumava dançar músicas brasileiras em festas de aposentados, formaturas e outras celebrações. Até que um dia a organizadora me disse que iam oferecer também show de striptease para despedidas de solteira, enfatizando que era só para festas femininas, e me perguntou se eu queria participar, deixando claro que teria um aumento de salário, mas que eu precisava estar sempre em forma e os limites quem definia era eu mesmo.
Eu, sem pensar duas vezes, aceitei e comecei a fazer meus shows com um ou dois parceiros. A gente sabia se vestir de policial, militar, médico, etc. Era normal sempre ir em despedidas de solteira, mas às vezes eram festas privadas em lugares de gente rica, e a quantidade de mulheres não passava de 12. A maioria das mulheres que pedia nossos shows eram mulheres já maduras, passando dos 40, que adoravam ver caras na casa dos 20 ficarem semidespidos dançando pra elas, pra poderem tocar nossos corpos musculosos. Nunca me interessei por uma mulher mais velha até o dia em que conheci a Isabel, a mãe do meu amigo Diego.
Diego era meu amigo que, depois de um tempo de amizade, convidou eu e um grupo de parceiros pra ir na casa dele comemorar o aniversário dele. Eu fui o último a chegar na reunião, porque tinha um show antes. Foi a primeira vez que vi a Isabel, a mãe do Diego, uma senhora bem vestida e maquiada, que chamava a atenção de todo o nosso grupo, porque ela tava com uma blusa folgada, mas com uma calça jeans justa nas pernas volumosas e na bunda enorme. Nosso grupo não parava de olhar pra Isabel, que virou o centro das atenções dos três jovens amigos do filho dela.
A mãe do meu amigo era venezuelana (vou chamar ela de Isabel), era e é a típica coroa gostosa, ou como a gente fala aqui no Equador, a típica velha ricota. A senhora era de pele canela, cabelo preto. Larga até pelo cu, baixinha, no máximo 1,60m, mas tinha uma rabeta enorme e uns peitos que com sutiã pareciam médios, mas na real eram bem pequenos. Essa senhora marcou o início da minha putaria com mulheres milf. O marido da milf era um engenheiro gordo que tinha migrado do Equador pra Venezuela pra trabalhar, mas quando a economia venezuelana começou a ir mal, ele voltou trazendo a mulher e o filho. O filho, que é meu amigo, tem agora 23 anos, mas estuda na universidade na capital, então quase não vem pro bairro com frequência, e como o pai costuma trabalhar até tarde, a velha gostosa fica em casa totalmente sozinha.
Eu conheci o filho da Isabel assim que aluguei uma casa pequena aqui no bairro, e me encontrava com ele numa academia a duas quadras da minha casa. Começamos a treinar juntos, até que formamos um grupo de quatro parceiros. Frequentemente saíamos pra beber, ir pra balada e essas coisas de adolescente. O filho da Isabel, como era o mais novo, a gente fazia ele entrar na balada subornando os seguranças, hahaha. Na maioria das vezes que saíamos, a gente continuava a festa até de madrugada na minha casa e deixava o Diego na casa dele quando já tava bem bêbado, mas nunca víamos a mãe dele. Quem sempre saía pra receber ele era o pai, que era de boa com a gente.
Voltando à festa, ficamos um tempão, tomamos cerveja, também teve bebida forte, e a Isabel tinha cozinhado pra gente. Comemoramos a noite toda com o Diego, e no final cantamos parabéns pra ele. A mãe nos convidou pra dormir lá, já que estávamos bebendo pra caralho. Eu não conseguia parar de olhar pra Isabel. Vendo ela, imaginava comendo ela em qualquer lugar que desse, até gozar dentro ou por cima dela. Depois daquele dia, costumava vê-la na venda do bairro ou na frente da casa dela varrendo a rua, regando as plantas ou tirando o lixo. Sempre estava de roupão, shorts ou vestidos que marcavam aquele corpaço. cu; eu passava cumprimentando e ela me respondia com um sorriso. Já fazia um tempo que eu tava fazendo shows eróticos, meus colegas sempre me falavam que algumas clientes antigas, tipo mulheres ricas ou "peluconas" como se diz aqui em Guayaquil, davam relógios, perfumes, mochilas, bonés só pra deixar chupar o ovo, comer elas quando quisessem ou quando eles queriam, que às vezes só pediam pra chupar a buceta porque eram putas mas "nem tanto" kkkk. Algo que nunca tinham me proposto; podia ser porque pela minha aparência eu parecia o mais novo dos três ou porque meus outros dois colegas tinham a cara típica de malandro que deixava as peluconas loucas, além de serem tatuados e eu não. Nos dias seguintes eu tava inquieto, tive despedidas de solteira, a maioria de mulheres jovens, embora eu acabasse fodendo depois das funções com alguma, não me acalmava, eu queria era comer uma coroa com uma bunda boa igual a da Isabel. Num show numa área rica, fui pra uma reunião onde todas as mulheres eram milf. Essas mulheres eram bem cuidadas, pele esticada, peitos bons mas tudo operado, dancei pra um grupo que me dava gorjetas de 20 dólares enfiando na sunga, mas também me apalpavam inteirinho, embora fosse normal me pegarem no ovo, nesse show tentavam puxar minha sunga toda pra baixo, eu resistia mas acabava rolando, meu pau ficou duro de tanta mão e posso dizer, mesmo parecendo pretensioso, tenho um pau bem dotado, 19 cm de comprimento e grosso, o maior pau entre meus colegas strippers. As velhas ao verem que tava endurecendo começaram a gritar mais alto e mais alto até o show acabar e eu continuava com o pau duro porque pra mim uma das minhas maiores virtudes era minha resistência na hora de foder, já que podia ficar uma hora inteira com o pau duro. Já nos trocando no quarto que nos deram, senhoras se aproximavam pra pedir nossos números de telefones, mas uma em especial se aproximou de mim e pediu meu número — era a dona da casa que, ao se despedir depois de ditar meu número, agarrou meu pau sorrindo. No dia seguinte desse show, essa senhora de mais de 50 anos começou a me escrever, perguntou como eu me chamava, quantos anos eu tinha e se minha família sabia que eu trabalhava como stripper. Depois de um tempo de conversa, foi direto ao que queria: me perguntou quanto eu cobraria pra dar um show particular na mesma casa de antes. Eu respondi o preço, que era 75 dólares o show privado e durava uma hora. Ela aceitou na hora, pedindo minha conta do banco pra depositar. Marcamos a data e o horário com os pedidos especiais: eu teria que dançar pra ela vestido de policial e usar a calcinha mais pequena que eu tinha.
Chegou o dia, era um sábado às 2 da tarde que eu tinha que estar na casa dela. Quando cheguei, o guarda do condomínio me deixou entrar normal. Bati na porta da casa e saiu (vamos chamar ela de Carol) com um roupão preto e me convidou pra subir até o quarto dela. Nas escadas, ela me perguntou como foi a viagem, se o guarda tinha perguntado alguma coisa e tudo sobre como eu cheguei. Eu me sentia num filme pornô, andando numa mansão com uma mulher pra quem eu ia dançar e talvez até comer ela. Chegamos no quarto dela, que era enorme. Ela me deixou sozinho no quarto, dizendo pra eu me preparar e que quando estivesse tudo pronto, eu a chamasse. E foi assim: troquei de roupa, pedi pra Alexa tocar uma playlist de música sensual, fechei a cortina, deixei só a luminária da mesa de cabeceira acesa e a chamei.
Quando ela entrou, tapei os olhos dela por trás e a guiei pra sentar num móvel que eu tinha colocado no meio. Pedi pra tocar a música e comecei a dançar pra ela. Aos poucos, fui tirando a roupa com a ajuda da Carol, que passava a mão por todo o meu abdômen. Fiquei dançando e dançando em cima dela, até que passei a língua nos lábios dela, que responderam se abrindo. Derramei óleo no abdômen pra Carol espalhar com as mãos até a altura do botão da calça que ela tinha desabotoado pra ir descendo aos poucos com a dança, deixando quase na frente da cara dela minha pika que já tava endurecendo. Carol, que era tão branca, tava completamente vermelha, suando igual eu, mas o show continuava. Tirei a calça de vez, agora só de cueca e chapéu de polícia, dancei de costas pra Carol tocar os músculos das minhas costas, mas ela até acariciava minha bunda, passava as mãos na frente e pegava no meu pacote, levantando ele, fazendo minha pika ficar dura de vez. Então me virei e, me apoiando no banco, dancei mexendo a cintura na altura da cara dela, roçando a pika nas bochechas e lábios dela. Carol segurava minhas pernas, só abrindo a boca cada vez que eu aproximava minha pika. Tirei a cueca que tava usando e mostrei a cueca menor que eu tinha, uma cueca branca que só tapava onde nasce meu saco e uma parte da minha bunda, sustentada por uma tirinha de pano nos meus quadris. Carol, ao ver isso, soltou o roupão e deixou à mostra uns peitões, meteu a mão e tirou algumas notas que colocou na minha cueca. Carol tava ainda mais vermelha. Eu pegava as mãos dela, levava do meu pescoço até minha pika que já tava dura, e num impulso agarrei a cabeça de Carol e aproximei ela completamente da ponta da minha pika, e ela respondeu chupando por cima da cueca, passava a língua e enfiava um pouquinho. Ela me afastou do rosto dela, empurrando minhas pernas, e disse: "fuck you, 50 dólares pra chupar". Eu concordei com a cabeça. Com uma mão, abaixei a cueca, deixando minha pika completamente dura no ar, e com a outra aproximei a cara de Carol, que tava de olhos arregalados de surpresa vendo minha pika, e ela começou a chupar. Não era o melhor boquete que eu já tinha recebido depois de um show, mas o tesão de comer uma coroa pela primeira vez tornava tudo delicioso. Essa coroa me Ela chupava sem usar as mãos, enfiava o máximo que conseguia do meu pau, até dar ânsia e aí enfiava de novo. Eu só afundava mais e mais na direção da minha bacia de vez em quando. Ela ficava chupando e chupando meu pau sem falar nada até que a playlist acabou e ela disse pra colocar mais música. Eu mandei tocar The Weeknd, como todo punheteiro, kkkkk, e levantei a Carol do banco mandando ela ficar de quatro no chão pra me chupar. Eu entrei no personagem de ator pornô AHAHAHA, mas percebi que mandar ela fazer alguma coisa a excitava, porque ela começou a chupar meu pau com ainda mais vontade, até quase enfiar ele inteiro. De vez em quando ela começava a me punhetar e passava a língua na ponta. Vendo ela assim, me veio na mente a cara da Isabel e, imaginando que era ela quem tava me chupando, afundei meu pau inteiro. Carol não resistiu e segurou ele na garganta por alguns segundos, com os olhos lacrimejando. Eu tirei ela do meu pau pra me punhetar, porque ia gozar, e gozei jogando cinco jatos de porra grossa na cara da Carol, que tava com a boca aberta. Ela começou a limpar com as mãos o sêmen que tinha chegado até o cabelo dela e colocou na boca. Vi aquela coroa comendo toda a minha porra sem falar nada, diferente das ex-namoradas que cuspiam meu gozo. Depois de esticar meu pau tirando a última gota de porra, sentei no sofá levantando os braços. Carol, depois de tomar toda a minha porra, falou: "Vai tomar um banho no chuveiro pra não ir embora suado." Eu levantei com meu ovo murcho, mas ainda de bom tamanho, e entrei no banheiro. Já estava me ensaboando quando a Carol entrou com uma toalha na mão e minha roupa, dizendo: "Deixa eu te ajudar a ensaboar as costas." Eu entreguei a esponja pra ela e me virei. Senti a esponja percorrendo minhas costas até minha bunda e meu pau foi ficando duro de novo, aos poucos. Carol continuava ensaboando minhas costas até que eu me virei, ficando de frente pra ela com o pau duro, e falei: "Meu parceiro acordou de novo, ajuda ele aí. Relaxar? Carol estende a mão e começa a me bater uma punheta suave, eu me aproximo, seguro ela pelo pescoço e beijo. Ficamos nos beijando de língua e tudo, ela continuava me masturbando, agora com mais força, e eu começo a gozar na mão dela. Meus jatos saíam com menos intensidade e quantidade, mas ainda assim a mão de Carol estava coberta do meu leite. Carol se afasta da minha mão e me manda me apressar no banho, que em 1 hora o marido chega. Terminei de tomar banho, saí do banheiro e Carol, sorrindo, me entrega as notas que tinha colocado antes na minha cueca, dizendo: "Não esquece isso, você mereceu." Guardei o dinheiro e descemos do quarto dela. Já na porta de entrada, segurando minha mão, ela pergunta: "Vamos continuar em contato, né?" Respondi que "claro", dando um beijo na boca dela com um apertão na bunda. Carol se despediu de mim na casa dela. No caminho, contei a grana que ela me deu: eram 3 notas de 20 dólares. Fazendo as contas, ganhei 155 dólares em uma hora e meia, onde ela teve o que queria e eu consegui meu primeiro boquete de uma mulher madura. Depois do primeiro encontro, Carol virou mais que minha cliente habitual, virou minha sugar mommy. Ela me dava roupas de marca, tênis, bonés, pochetes, bolsa de academia, mas tinha um fanatismo em comprar cuecas e sungas para mim, que eu tinha que modelar na frente dela. Então, às vezes eu ia visitá-la só para me despir e experimentar uma por uma as cuecas que ela me dava, e claro, ela me "ajudava a vesti-las". Minha relação com Carol nunca chegou a transar, e não porque eu não quisesse ou não tivesse insistido para comer ela, mas porque ela dizia que gostava de mim e do meu pau, mas ainda amava o marido demais para fazer algo assim. Então, nossa relação era baseada em: pelos presentes, eu dançava para ela, deixava ela chupar meu pau, deixava ela me apalpar do jeito que quisesse quando comprava as cuecas, e só nos beijávamos... Ficamos assim uns 5 meses até que ela se mudou para outra cidade por causa do trabalho do marido. Bom, depois da minha primeira... Experiência com a Carol. Eu me tornei aquele verdadeiro "comedor de coroa", mas tenho que dizer: eram só coroas bem novinhas e operadas. Eu ainda mantinha encontros com a Carol, como falei no parágrafo anterior, mas não me limitei a comer outras coroas... Umas noites depois do encontro com a Carol, tive que ir a um salão de festas perto de casa. Cheguei e encontrei meus parceiros do trabalho, já que tínhamos uma hora e meia de show. Conversamos, rimos. A festa tinha uma decoração exótica: tinha pãezinhos em forma de pica e buceta de todos os tamanhos e cores, os coquetéis vinham com canudinhos que na ponta tinham um pinto de plástico, decoração de paus, e o bolo era um pinto rosa com pelinhos loiros. Dançamos, fizemos uns jogos, os vencedores levavam vários tipos de vibradores. Tudo isso a gente só de calça, sem nada em cima... Os minutos passaram entre risadas, gritos e brincadeiras até que deu meia-noite e apagaram todas as luzes, porque agora era a vez do show de strip-tease, todos nós besuntados de óleo no abdômen e tal. Tenho que dizer que essa foi uma das maiores festas que já fui, porque toda hora chegavam mulheres atrás de mulheres... A primeira parte foi dançar para a noiva, todos os homens, e depois para as convidadas. Numa dessas rodadas de trocar as participantes, vejo Isabel sendo empurrada por outras senhoras até uma das cadeiras. Vendo isso, me aproximei sem medo de ser reconhecido, já que estávamos quase nus, mas de óculos e lenços que cobriam a maior parte do rosto. Assim que ela sentou, cheguei perto para dançar para ela, mas de um jeito ainda mais provocante: peguei nas mãos dela e as fiz descer por todo o meu abdômen até perto da minha pica. Continuei dançando até encostar meu pau o máximo que dava no rosto dela, e quando a rodeava para dançar, roçava minha pica nos braços e nas costas dela. Isso fez com que, aos poucos, Isabel ficasse vermelha, mas vermelha mesmo, e começasse a suar...
Naquela época, por causa de um colega de classe, entrei numa empresa, ou melhor, numa organizadora de eventos onde ele trabalhava. Eu era o garoto para as chamadas "horas loucas" aqui no Equador, costumava dançar músicas brasileiras em festas de aposentados, formaturas e outras celebrações. Até que um dia a organizadora me disse que iam oferecer também show de striptease para despedidas de solteira, enfatizando que era só para festas femininas, e me perguntou se eu queria participar, deixando claro que teria um aumento de salário, mas que eu precisava estar sempre em forma e os limites quem definia era eu mesmo.Eu, sem pensar duas vezes, aceitei e comecei a fazer meus shows com um ou dois parceiros. A gente sabia se vestir de policial, militar, médico, etc. Era normal sempre ir em despedidas de solteira, mas às vezes eram festas privadas em lugares de gente rica, e a quantidade de mulheres não passava de 12. A maioria das mulheres que pedia nossos shows eram mulheres já maduras, passando dos 40, que adoravam ver caras na casa dos 20 ficarem semidespidos dançando pra elas, pra poderem tocar nossos corpos musculosos. Nunca me interessei por uma mulher mais velha até o dia em que conheci a Isabel, a mãe do meu amigo Diego.
Diego era meu amigo que, depois de um tempo de amizade, convidou eu e um grupo de parceiros pra ir na casa dele comemorar o aniversário dele. Eu fui o último a chegar na reunião, porque tinha um show antes. Foi a primeira vez que vi a Isabel, a mãe do Diego, uma senhora bem vestida e maquiada, que chamava a atenção de todo o nosso grupo, porque ela tava com uma blusa folgada, mas com uma calça jeans justa nas pernas volumosas e na bunda enorme. Nosso grupo não parava de olhar pra Isabel, que virou o centro das atenções dos três jovens amigos do filho dela.
A mãe do meu amigo era venezuelana (vou chamar ela de Isabel), era e é a típica coroa gostosa, ou como a gente fala aqui no Equador, a típica velha ricota. A senhora era de pele canela, cabelo preto. Larga até pelo cu, baixinha, no máximo 1,60m, mas tinha uma rabeta enorme e uns peitos que com sutiã pareciam médios, mas na real eram bem pequenos. Essa senhora marcou o início da minha putaria com mulheres milf. O marido da milf era um engenheiro gordo que tinha migrado do Equador pra Venezuela pra trabalhar, mas quando a economia venezuelana começou a ir mal, ele voltou trazendo a mulher e o filho. O filho, que é meu amigo, tem agora 23 anos, mas estuda na universidade na capital, então quase não vem pro bairro com frequência, e como o pai costuma trabalhar até tarde, a velha gostosa fica em casa totalmente sozinha.
Eu conheci o filho da Isabel assim que aluguei uma casa pequena aqui no bairro, e me encontrava com ele numa academia a duas quadras da minha casa. Começamos a treinar juntos, até que formamos um grupo de quatro parceiros. Frequentemente saíamos pra beber, ir pra balada e essas coisas de adolescente. O filho da Isabel, como era o mais novo, a gente fazia ele entrar na balada subornando os seguranças, hahaha. Na maioria das vezes que saíamos, a gente continuava a festa até de madrugada na minha casa e deixava o Diego na casa dele quando já tava bem bêbado, mas nunca víamos a mãe dele. Quem sempre saía pra receber ele era o pai, que era de boa com a gente.
Voltando à festa, ficamos um tempão, tomamos cerveja, também teve bebida forte, e a Isabel tinha cozinhado pra gente. Comemoramos a noite toda com o Diego, e no final cantamos parabéns pra ele. A mãe nos convidou pra dormir lá, já que estávamos bebendo pra caralho. Eu não conseguia parar de olhar pra Isabel. Vendo ela, imaginava comendo ela em qualquer lugar que desse, até gozar dentro ou por cima dela. Depois daquele dia, costumava vê-la na venda do bairro ou na frente da casa dela varrendo a rua, regando as plantas ou tirando o lixo. Sempre estava de roupão, shorts ou vestidos que marcavam aquele corpaço. cu; eu passava cumprimentando e ela me respondia com um sorriso. Já fazia um tempo que eu tava fazendo shows eróticos, meus colegas sempre me falavam que algumas clientes antigas, tipo mulheres ricas ou "peluconas" como se diz aqui em Guayaquil, davam relógios, perfumes, mochilas, bonés só pra deixar chupar o ovo, comer elas quando quisessem ou quando eles queriam, que às vezes só pediam pra chupar a buceta porque eram putas mas "nem tanto" kkkk. Algo que nunca tinham me proposto; podia ser porque pela minha aparência eu parecia o mais novo dos três ou porque meus outros dois colegas tinham a cara típica de malandro que deixava as peluconas loucas, além de serem tatuados e eu não. Nos dias seguintes eu tava inquieto, tive despedidas de solteira, a maioria de mulheres jovens, embora eu acabasse fodendo depois das funções com alguma, não me acalmava, eu queria era comer uma coroa com uma bunda boa igual a da Isabel. Num show numa área rica, fui pra uma reunião onde todas as mulheres eram milf. Essas mulheres eram bem cuidadas, pele esticada, peitos bons mas tudo operado, dancei pra um grupo que me dava gorjetas de 20 dólares enfiando na sunga, mas também me apalpavam inteirinho, embora fosse normal me pegarem no ovo, nesse show tentavam puxar minha sunga toda pra baixo, eu resistia mas acabava rolando, meu pau ficou duro de tanta mão e posso dizer, mesmo parecendo pretensioso, tenho um pau bem dotado, 19 cm de comprimento e grosso, o maior pau entre meus colegas strippers. As velhas ao verem que tava endurecendo começaram a gritar mais alto e mais alto até o show acabar e eu continuava com o pau duro porque pra mim uma das minhas maiores virtudes era minha resistência na hora de foder, já que podia ficar uma hora inteira com o pau duro. Já nos trocando no quarto que nos deram, senhoras se aproximavam pra pedir nossos números de telefones, mas uma em especial se aproximou de mim e pediu meu número — era a dona da casa que, ao se despedir depois de ditar meu número, agarrou meu pau sorrindo. No dia seguinte desse show, essa senhora de mais de 50 anos começou a me escrever, perguntou como eu me chamava, quantos anos eu tinha e se minha família sabia que eu trabalhava como stripper. Depois de um tempo de conversa, foi direto ao que queria: me perguntou quanto eu cobraria pra dar um show particular na mesma casa de antes. Eu respondi o preço, que era 75 dólares o show privado e durava uma hora. Ela aceitou na hora, pedindo minha conta do banco pra depositar. Marcamos a data e o horário com os pedidos especiais: eu teria que dançar pra ela vestido de policial e usar a calcinha mais pequena que eu tinha.
Chegou o dia, era um sábado às 2 da tarde que eu tinha que estar na casa dela. Quando cheguei, o guarda do condomínio me deixou entrar normal. Bati na porta da casa e saiu (vamos chamar ela de Carol) com um roupão preto e me convidou pra subir até o quarto dela. Nas escadas, ela me perguntou como foi a viagem, se o guarda tinha perguntado alguma coisa e tudo sobre como eu cheguei. Eu me sentia num filme pornô, andando numa mansão com uma mulher pra quem eu ia dançar e talvez até comer ela. Chegamos no quarto dela, que era enorme. Ela me deixou sozinho no quarto, dizendo pra eu me preparar e que quando estivesse tudo pronto, eu a chamasse. E foi assim: troquei de roupa, pedi pra Alexa tocar uma playlist de música sensual, fechei a cortina, deixei só a luminária da mesa de cabeceira acesa e a chamei.
Quando ela entrou, tapei os olhos dela por trás e a guiei pra sentar num móvel que eu tinha colocado no meio. Pedi pra tocar a música e comecei a dançar pra ela. Aos poucos, fui tirando a roupa com a ajuda da Carol, que passava a mão por todo o meu abdômen. Fiquei dançando e dançando em cima dela, até que passei a língua nos lábios dela, que responderam se abrindo. Derramei óleo no abdômen pra Carol espalhar com as mãos até a altura do botão da calça que ela tinha desabotoado pra ir descendo aos poucos com a dança, deixando quase na frente da cara dela minha pika que já tava endurecendo. Carol, que era tão branca, tava completamente vermelha, suando igual eu, mas o show continuava. Tirei a calça de vez, agora só de cueca e chapéu de polícia, dancei de costas pra Carol tocar os músculos das minhas costas, mas ela até acariciava minha bunda, passava as mãos na frente e pegava no meu pacote, levantando ele, fazendo minha pika ficar dura de vez. Então me virei e, me apoiando no banco, dancei mexendo a cintura na altura da cara dela, roçando a pika nas bochechas e lábios dela. Carol segurava minhas pernas, só abrindo a boca cada vez que eu aproximava minha pika. Tirei a cueca que tava usando e mostrei a cueca menor que eu tinha, uma cueca branca que só tapava onde nasce meu saco e uma parte da minha bunda, sustentada por uma tirinha de pano nos meus quadris. Carol, ao ver isso, soltou o roupão e deixou à mostra uns peitões, meteu a mão e tirou algumas notas que colocou na minha cueca. Carol tava ainda mais vermelha. Eu pegava as mãos dela, levava do meu pescoço até minha pika que já tava dura, e num impulso agarrei a cabeça de Carol e aproximei ela completamente da ponta da minha pika, e ela respondeu chupando por cima da cueca, passava a língua e enfiava um pouquinho. Ela me afastou do rosto dela, empurrando minhas pernas, e disse: "fuck you, 50 dólares pra chupar". Eu concordei com a cabeça. Com uma mão, abaixei a cueca, deixando minha pika completamente dura no ar, e com a outra aproximei a cara de Carol, que tava de olhos arregalados de surpresa vendo minha pika, e ela começou a chupar. Não era o melhor boquete que eu já tinha recebido depois de um show, mas o tesão de comer uma coroa pela primeira vez tornava tudo delicioso. Essa coroa me Ela chupava sem usar as mãos, enfiava o máximo que conseguia do meu pau, até dar ânsia e aí enfiava de novo. Eu só afundava mais e mais na direção da minha bacia de vez em quando. Ela ficava chupando e chupando meu pau sem falar nada até que a playlist acabou e ela disse pra colocar mais música. Eu mandei tocar The Weeknd, como todo punheteiro, kkkkk, e levantei a Carol do banco mandando ela ficar de quatro no chão pra me chupar. Eu entrei no personagem de ator pornô AHAHAHA, mas percebi que mandar ela fazer alguma coisa a excitava, porque ela começou a chupar meu pau com ainda mais vontade, até quase enfiar ele inteiro. De vez em quando ela começava a me punhetar e passava a língua na ponta. Vendo ela assim, me veio na mente a cara da Isabel e, imaginando que era ela quem tava me chupando, afundei meu pau inteiro. Carol não resistiu e segurou ele na garganta por alguns segundos, com os olhos lacrimejando. Eu tirei ela do meu pau pra me punhetar, porque ia gozar, e gozei jogando cinco jatos de porra grossa na cara da Carol, que tava com a boca aberta. Ela começou a limpar com as mãos o sêmen que tinha chegado até o cabelo dela e colocou na boca. Vi aquela coroa comendo toda a minha porra sem falar nada, diferente das ex-namoradas que cuspiam meu gozo. Depois de esticar meu pau tirando a última gota de porra, sentei no sofá levantando os braços. Carol, depois de tomar toda a minha porra, falou: "Vai tomar um banho no chuveiro pra não ir embora suado." Eu levantei com meu ovo murcho, mas ainda de bom tamanho, e entrei no banheiro. Já estava me ensaboando quando a Carol entrou com uma toalha na mão e minha roupa, dizendo: "Deixa eu te ajudar a ensaboar as costas." Eu entreguei a esponja pra ela e me virei. Senti a esponja percorrendo minhas costas até minha bunda e meu pau foi ficando duro de novo, aos poucos. Carol continuava ensaboando minhas costas até que eu me virei, ficando de frente pra ela com o pau duro, e falei: "Meu parceiro acordou de novo, ajuda ele aí. Relaxar? Carol estende a mão e começa a me bater uma punheta suave, eu me aproximo, seguro ela pelo pescoço e beijo. Ficamos nos beijando de língua e tudo, ela continuava me masturbando, agora com mais força, e eu começo a gozar na mão dela. Meus jatos saíam com menos intensidade e quantidade, mas ainda assim a mão de Carol estava coberta do meu leite. Carol se afasta da minha mão e me manda me apressar no banho, que em 1 hora o marido chega. Terminei de tomar banho, saí do banheiro e Carol, sorrindo, me entrega as notas que tinha colocado antes na minha cueca, dizendo: "Não esquece isso, você mereceu." Guardei o dinheiro e descemos do quarto dela. Já na porta de entrada, segurando minha mão, ela pergunta: "Vamos continuar em contato, né?" Respondi que "claro", dando um beijo na boca dela com um apertão na bunda. Carol se despediu de mim na casa dela. No caminho, contei a grana que ela me deu: eram 3 notas de 20 dólares. Fazendo as contas, ganhei 155 dólares em uma hora e meia, onde ela teve o que queria e eu consegui meu primeiro boquete de uma mulher madura. Depois do primeiro encontro, Carol virou mais que minha cliente habitual, virou minha sugar mommy. Ela me dava roupas de marca, tênis, bonés, pochetes, bolsa de academia, mas tinha um fanatismo em comprar cuecas e sungas para mim, que eu tinha que modelar na frente dela. Então, às vezes eu ia visitá-la só para me despir e experimentar uma por uma as cuecas que ela me dava, e claro, ela me "ajudava a vesti-las". Minha relação com Carol nunca chegou a transar, e não porque eu não quisesse ou não tivesse insistido para comer ela, mas porque ela dizia que gostava de mim e do meu pau, mas ainda amava o marido demais para fazer algo assim. Então, nossa relação era baseada em: pelos presentes, eu dançava para ela, deixava ela chupar meu pau, deixava ela me apalpar do jeito que quisesse quando comprava as cuecas, e só nos beijávamos... Ficamos assim uns 5 meses até que ela se mudou para outra cidade por causa do trabalho do marido. Bom, depois da minha primeira... Experiência com a Carol. Eu me tornei aquele verdadeiro "comedor de coroa", mas tenho que dizer: eram só coroas bem novinhas e operadas. Eu ainda mantinha encontros com a Carol, como falei no parágrafo anterior, mas não me limitei a comer outras coroas... Umas noites depois do encontro com a Carol, tive que ir a um salão de festas perto de casa. Cheguei e encontrei meus parceiros do trabalho, já que tínhamos uma hora e meia de show. Conversamos, rimos. A festa tinha uma decoração exótica: tinha pãezinhos em forma de pica e buceta de todos os tamanhos e cores, os coquetéis vinham com canudinhos que na ponta tinham um pinto de plástico, decoração de paus, e o bolo era um pinto rosa com pelinhos loiros. Dançamos, fizemos uns jogos, os vencedores levavam vários tipos de vibradores. Tudo isso a gente só de calça, sem nada em cima... Os minutos passaram entre risadas, gritos e brincadeiras até que deu meia-noite e apagaram todas as luzes, porque agora era a vez do show de strip-tease, todos nós besuntados de óleo no abdômen e tal. Tenho que dizer que essa foi uma das maiores festas que já fui, porque toda hora chegavam mulheres atrás de mulheres... A primeira parte foi dançar para a noiva, todos os homens, e depois para as convidadas. Numa dessas rodadas de trocar as participantes, vejo Isabel sendo empurrada por outras senhoras até uma das cadeiras. Vendo isso, me aproximei sem medo de ser reconhecido, já que estávamos quase nus, mas de óculos e lenços que cobriam a maior parte do rosto. Assim que ela sentou, cheguei perto para dançar para ela, mas de um jeito ainda mais provocante: peguei nas mãos dela e as fiz descer por todo o meu abdômen até perto da minha pica. Continuei dançando até encostar meu pau o máximo que dava no rosto dela, e quando a rodeava para dançar, roçava minha pica nos braços e nas costas dela. Isso fez com que, aos poucos, Isabel ficasse vermelha, mas vermelha mesmo, e começasse a suar...
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