Analista me ajuda no meu casamento

Sou casada e reconheço que meu casamento foi salvo pela forma como esse homem me fez enxergar a vida.
Carl, como vou chamá-lo, também é um cara casado, profissional, muito sério, é o tipo de homem que exala safadeza em cada letra que escreve, e que geralmente eu não conheceria ou conversaria por achar que ele tá na minha cola direto (mas o curioso é que ele não demonstra nem deixa transparecer), só que o destino faz com que pessoas como ele, quando cruzam seu caminho, você deva aproveitar e aprender um pouco sem se perder.

A gente já tinha se visto antes, mas nunca tinha conversado, porque, como eu disse, ele é casado, muito sério e bem respeitoso. Eu era solteira, esperava casar logo e, por outros motivos, nunca pensei que a gente fosse se cruzar na vida. Casei e tive problemas no meu relacionamento, estava prestes a terminar meu casamento, quando alguém me levou pra falar com ele, e aí começou tudo. Por alguma razão que até hoje tento entender, contei o que tava rolando na minha vida e que tava decidida a separar e recomeçar. Ele me ouviu paciente, mas num momento me perguntou sobre minha vida sexual a dois:

— Como é sua vida sexual com ele… Normal… acho…
— O que é normal pra você… hmm… normal, a gente tá junto… Não entendo a importância…
— Tá bem, vou ser mais claro, se você me permite: você curte? Você deseja? Sente prazer quando tá com ele?

Até aquele momento, eu nunca tinha me perguntado isso, e, timidamente, falei: — Hmm… sim… acho que sim, porque ele é meu marido…!
— Você goza com ele? Tem orgasmos?
J: Meu rosto mudava de cor, não sabia o que dizer, não entendia bem as perguntas dele e, pior, ele me fez pensar em coisas que eu nunca tinha questionado… — Sim… eu curto com ele…!!! — consegui falar.

— Você faz sexo oral nele? Ou deixa ele fazer em você?… Você se masturba?… Hmm, não precisa responder…
— Olha… A real é que, se você não abrir sua mente e, na cama, não for uma puta pro seu marido, ele vai buscar fora o que não tem em casa, não importa o que você faça, o bom… Sexo mantém seu lar. Quando você for velhinha, outras coisas vão importar, mas na sua idade, essas coisas que te dão nojo são as que movem o relacionamento. E quanto mais mente aberta você tiver, mais seu parceiro vai ficar colado em você, te garanto. Pensa melhor, e se não, tô aqui te esperando.

Saí de lá mais confusa do que entrei. Não podia acreditar no que aquele cara tinha me dito. Quem ele pensava que era pra querer me ensinar a ser mulher?... Agora a culpa era minha e não daquele...cara...? Agora não sei como fazer meu parceiro feliz. Tava puta. Passaram vários dias. Não sei como aconteceu, mas acabei perdoando meu parceiro e, quando a gente se reconciliou... simplesmente lembrei de tudo que o Carl me disse. E então, soltei a mulher que eu não conhecia em mim.

Tomei a iniciativa. Despi meu marido como nunca tinha feito, com ansiedade, com a vontade de uma mulher que só quer uma coisa... Meu primeiro impulso foi acariciar o pau dele como nunca tinha feito desde que casamos. Puxei a pele pra baixo até descobrir a cabecinha rosada e brilhante de tesão... Dava pra sentir como pulsava entre minhas mãos aquela porra linda que me chamava pra continuar acariciando (é... pensei nela como pau, aquela palavra já não soava tão suja nos meus lábios...). E pela primeira vez na vida, tive vontade de lamber. Sim, lambi sem sentir nojo, sentindo o gosto na minha língua, vendo a cara do meu marido e como ele queria que eu engolisse. Cada vez que eu lambia, minha buceta tremia e me pedia pra me tocar como uma puta em busca de prazer. Chupei os ovos dele e subi com uma lambida gostosa (como pude ter perdido esse prazer por tanto tempo...). Que delícia ver a cara dele. Ainda não tinha engolido e ele já gemia, com o rosto se desmontando diante da minha cara de vagabunda.

E, sem mais, enfiei até a metade da boca aquela delícia que soltava um líquido que invadiu todos os meus sentidos. Meu clitóris queria explodir. Tive que meter a mão na minha buceta e beliscar meu clitóris pra aliviar o prazer que sentia. Tirei da minha boca, esfregando meus lábios naquele grande mastro, e repeti com muito prazer outra mamada enquanto seus gemidos estimulavam meus ouvidos. Tomou conta de mim um desejo avassalador de chupar aquela pica desenfreadamente enquanto meu marido segurava minha cabeça como se quisesse que eu nunca tirasse ela da minha boca, me obrigando a chupar e mamar mais rápido. Não sei quanto tempo fiz aquilo, só sei que quando senti mais prazer no meu clitóris, ele jorrou na minha boca e garganta com tanto sêmen que pensei que ia me afogar, mas cada gozada que eu recebia provocava na minha buceta um espasmo elétrico, fazendo meu clitóris e minha boca tremerem como se estivessem conectados. Terminei de engolir todo o sêmen dele e, pela primeira vez, em vez de nojo, não queria parar de chupar e limpar tudo enquanto o via se contorcer de prazer entre meus lábios. Quando terminei, me levantei beijando o corpo dele até o pescoço, mas quando cheguei no rosto dele, ele fez um gesto de querer beijar meus peitos e me deitou na cama. ¡!AGORA QUERO EU LAMBER SUA BUCA yummy¡¡ ele disse com luxúria. Só consegui balançar a cabeça enquanto o via se enfiar entre minhas pernas. A primeira lambida no meu clitóris me fez vibrar, e sentir a língua dele na minha buceta foi glorioso. Tive que fechar os olhos para não ver como ele me comia e chupava. Senti uma energia avassaladora, meu corpo inteiro tremia, especialmente minha buceta. Respirava entrecortado, sentindo que ia me afogar entre a falta de ar e meus próprios gemidos. Só consegui me agarrar nos lençóis enquanto um grito saía da minha garganta e meu clitóris explodia entre chupadas e lambidas do meu lindo marido (sentia felicidade, vontade de chorar, ansiedade e uma excitação que não parava de tremer meu corpo). Agarrei a cabeça dele e o puxei para beijá-lo porque foi muito gostoso o que ele me fez sentir. Meu marido parecia louco, enfiou a pica dele de uma vez só, me fazendo lembrar do prazer do meu clitóris que ainda vibrava. Que jeito de me foder... uma vez e outra enquanto me perguntava se eu gostava da pica dele. Eu só balançava a cabeça entre gemidos, queria ele do jeito que o Carl tinha me falado, sendo a primeira vez que pensei nele e mentalmente agradeci por ter despertado minha vontade de dar o cu; terminamos num orgasmo profundo abraçados, exausta pelo prazer recebido, nunca tinha gozado e tido orgasmos e naquele momento soube que tive três, sendo dois sem ele meter.
Depois disso, o sexo virou minha religião e comecei a explorar com meu marido tudo que a gente imaginasse junto, a gente conversava sobre o que a gente queria e o que eu curtia, até que um dia, abertamente, falei que queria um ménage, e ele, todo animado, disse: “…!delicioso com outra mina, love tasty, pra gente brincar!!!”. E eu esclareci: “Não… com uma mina não… com outro cara…”
Dias depois, uma vontade incontrolável me pedia pra falar com aquele homem que tinha bagunçado tanto minha mente que me levou a desejar meu marido, como desejo hoje. Aquele homem precisava saber do que tinha sido capaz… e depois de muitos rodeios, mandei um e-mail pra ele e a gente conversou por chat…..
J: ¡¡¡¡Fala, Amigo!!!!.C: …Fala, como cê tá… por que não voltou?.
J: Porque minha vida mudou e quero te agradecer….. C: Ah, é!!! E me agradecer…. por quê?...
J: Porque agora sou feliz e curto
…….
Ele tinha algo especial, talvez aquela mistura de segurança, sagacidade e uma malícia fina que fez a conversa ser divertida desde as primeiras frases que trocamos; percebi que por trás daquele homem vivido devia ter coisas interessantes pra descobrir e, mesmo sem intenção de que a conversa fosse além, naquela noite acabei quebrando minha primeira regra, entreguei minha confissão pra um homem que era desconhecido, que coloquei na minha lista de contatos favoritos.

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