Kari estava com a bunda cheia do meu gozo e do dela, ela disse: já volto e foi totalmente nua pro banheiro. Quando vi ela de costas se afastando, meu pau endureceu de novo. Aproveitei pra me limpar um pouco com o roupão e arrumar a cama que estava toda bagunçada. Quando terminei, olhei o celular e tinha uma mensagem da minha mulher. Falei pra ela que estava embaixo da varanda dos quartos do fundo esperando a tempestade passar um pouco pra não me molhar tanto. Disse pra ela ficar tranquila e deitar. A chuva ainda caía forte e fui até a janela pra contemplar. Como estava de costas pro banheiro, não ouvi a Kari quando se aproximou, ela me surpreendeu encostando os peitos nas minhas costas enquanto me abraçava por trás. Quando fez isso, roçou a cabeça do meu pau com um dos braços e disse: epa, de novo duro, hein? Olha só o velhinho, hein! E começou a rir enquanto eu também ria e me virava. Nessa época, eu já tinha quase 50 e era normal uma mulher de 35 me achar velho. Pra mim, naquela altura, não importava nada. A bunda e toda a Karina tinham sido um presente dos deuses. Depois de rirmos da piada da Kari, ela ficou na ponta dos pés e nos beijamos. Meu pau continuava duro e estava apertado contra a barriga dela, com a cabeça entre os peitos. Kari abaixou a cabeça, enfiou meu pau na boca e chupou um pouco. Como vi que ela tinha tomado um banho rápido, perguntei se podia fazer o mesmo. Ela respondeu que não tinha problema e perguntou se eu não ia ter problemas, já avisei que com essa chuva, ia ficar embaixo da varanda até passar. Não se preocupa, tá tudo certo. Entrei no chuveiro e não demorei mais de 5 minutos, saí totalmente nu e duro, enquanto terminava de me secar um pouco. Karina tinha aproveitado pra vestir uma camisola branca transparente, que parecia que não tava usando nada e só chegava até os pelinhos da buceta. Meu queixo caiu no chão e Kari Ela percebeu, porque sorriu e me disse: você gosta, né? Sim, muito, eu respondi, enquanto me acomodava na cama junto ao corpo descomunal dela. Só uso em ocasiões especiais, Kari esclareceu. Voltamos a nos beijar e, com a mão, comecei a brincar com os pelinhos da barriga dela. Adoro como você tem eles, falei pra Kari. Ela fez o mesmo com os meus, já que, como tenho muito pelo no corpo, eu raspava perto do pau e só deixava uma moita sobre a base da rola. Eu tava durasso e, pra mim, era uma surpresa. Kari adorava me ver assim e ficava brincando entre os pelos em cima do pau e a própria rola, muito entretida. Nossas bocas não se separavam, eram muito parecidas, pequenas e com lábios bem marcados. Eu tava obcecado pela bunda dela, apertava as nádegas, dava tapinhas, carícias e beliscões leves. Kari recebia tudo entre risadas e gemidos, sem parar de me punhetar de vez em quando. Os peitos dela também eram atraentes, redondos com uma pequena curvatura que os fazia parecer uma gota e quase nada caídos, com os mamilos levemente virados pros lados. Por trás da camisola que Karina tinha vestido, eles brilhavam e me deixavam ainda mais excitado. Kari desceu de novo e começou a chupar meu pau de um jeito muito suave e sexy enquanto me punhetava. A saliva dela percorria o tronco e ia molhando meu cu. Ela aproveitou isso pra me devolver o dedo que eu tinha enfiado nela, e foi enterrando enquanto me chupava. Meus gemidos foram dando a ordem pra ela não parar. Eu brincava com os peitos e mamilos dela, também acariciava a cabeça dela e brincava com o cabelo. Kari continuava chupando meu pau e brincando com o dedo dentro do meu cu. Não sei o que ela fazia com o dedo lá dentro, mas me fazia passar muito bem, nunca tinha sentido algo igual. Ela enfiava e tirava, e até chegou a colocar dois dedos inteiros bem no fundo. Eu gemia e gemia, e Kari não largava nem meu pau nem meu cu. Num momento, Kari tirou os dedos bem devagar e me fez estremeceu, depois tirou meu pau da boca e chegou perto do meu rosto pra me perguntar: "foi impressão minha ou você tava gostando do que eu tava fazendo?" "Nada disso", falei sorrindo, "eu tava amando!" A gente riu e se beijou de novo, longo e profundo. Karina acomodou as pernas em cima de mim e, apontando meu pau com a mão, enfiou ele na buceta dela, que ainda tava lubrificada. Entrou de uma vez só. Nossos pelos pubianos se encontraram, assim como os lábios da Kari e os meus. Nos beijando e abraçados, Kari começou a se mover devagar, num ritmo compassado. Cada vez que ela enfiava meu pau até o fundo, o rosto dela se transformava. Kari foi aumentando o ritmo e eu deixava ela fazer. Minhas mãos seguravam bem as bundinhas dela e, quando Kari fazia força pra enfiar o pau o mais fundo que podia, a bunda dela se abria e eu aproveitava pra enfiar um dedo no cu dela, que aceitava abençoado. Karina já tava num movimento frenético e eu peguei ela pelo cabelo, por trás, e dei um puxãozinho. Kari gemeu fundo e continuou cavalgando em mim como ninguém nunca tinha feito. Sentia minhas bolas molhadas pelo fluido dela enquanto dava puxõezinhos no cabelo. Kari se massageava os peitos e beliscava os bicos enquanto mantinha o ritmo, e eu fiquei brincando com a bunda e o cu dela. Kari não aguentou mais e abafou o grito do orgasmo se jogando no meu ombro. Ela tirou o meu pau e desabou na cama, encolheu as pernas e eu pude ver ela dando uns tremeliques. Eu só fiquei olhando pra ela e acariciando o cabelo. Depois de um tempo, Kari se recuperou e começou a acariciar os pelos do meu peito. Meu pau ainda tava duro, não tão forte, mas duro. Kari olhou pra ele, depois levantou a vista e disse: "como é que você aguenta, Fede, hein? Me surpreendeu." Quando terminou de falar isso, enfiou a cabeça do meu pau na boca, que tava descoberta, e começou a chupar bem devagar. A boca da Kari tava morna e eu comecei a relaxar. Via a cabeça da Kari subindo e descendo, e a imagem me me excitou tanto, que quase gozei. Kari me olhou e disse: vai fundo, sem problema, a sua eu engulo toda e, sorrindo, levou meu pau de volta à boca. Não demorei muito pra gozar entre gemidos que tive que abafar colocando um travesseiro na boca. Karina era do tipo que cumpre o que promete, não tirou o pau da boca até eu soltar a última gota. Ficamos um tempo abraçados, e depois voltamos a nos beijar profundamente por um bom tempo. Lá fora, a chuva começava a acalmar. Karina sugeriu usar a jacuzzi pra gente se lavar, e eu achei uma boa ideia. Ela tirou o camisolinho e foi pro banheiro rebolando aquele rabo que me matava. Me chamou depois de um tempo, e eu fui também. Ela já estava dentro da jacuzzi, e a espuma começava a se formar. Do jeito que deu, me acomodei ao lado dela e começamos a nos ensaboar. A pele dela era linda e macia, e eu não resisti a dar uns beijinhos na nuca. Ela encostou a bunda no meu pau, e ele endureceu de novo. Uau, seu amiguinho ainda quer mais? Se fosse por ele, continuaria a noite toda, falei. Você é muito gostosa, Kari, e fazia tempo que eu não comia ninguém, confessei. Kari ficou corada, e terminamos de tomar banho juntos. Ela saiu primeiro, e eu fui atrás. Ajudei a secar as costas dela e aproveitei pra encostar o pau na buceta dela pela última vez, enquanto dava beijinhos nos ombros e acariciava os peitos e os mamilos. Kari ficou na ponta dos pés, e meu pau ficou como um cachorro-quente entre os dois pães das nádegas dela. Ela soltou uma risadinha e se virou, e eu aproveitei pra beijá-la de novo. Ela me virou e secou minhas costas sem perder a chance de tocar meu pau, minhas bolas e minha bunda. Depois, saiu do banheiro e voltou com minha roupa: toma, troca de roupa, já passei muito tempo e vão desconfiar. É verdade, falei, baixando o olhar. Quando saí do banheiro, Kari estava de roupão de novo, mas sem amarrar. Estava pelada e com uma calcinha fio dental preta de renda, que deixava ver os pelinhos que ela tinha na pussy. Me aproximei pra Ao me despedir, a Kari agarrou meu pau por cima da calça e me puxou até o rosto dela. A gente se beijou pela última vez e ela disse: "Ainda te devo um favor, obrigada pelo que me fez gozar." "Nada, nada", respondi. "Esquece o favor, já estamos quites. Obrigado a você por me proporcionar um momento único, com uma mulher tão gostosa como você." Fomos até a porta, a Kari saiu primeiro pra ver se tinha alguém por perto, ainda caíam umas gotas, mas ela quis ter certeza de que estava tudo bem. Ela voltou, a gente se beijou mais uma vez e eu aproveitei pra agarrar a bunda dela como despedida. A Kari pegou minha mão e me deu alguma coisa enquanto eu me despedia e fechava a porta do quarto dela. Quando me toquei, abri e era um papel com um número de telefone. Sorrindo, fui dormir no meu quarto. Aqui vão umas fotos que roubei da Kari, do dia em que ela me disse no café da manhã que não tinha colocado a tanga. Que mulher linda 😍





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