A trama tá cada vez mais interessante, né? Bom, ultimamente tive que me ausentar e fiquei sem tempo, mas já voltei. Quem não gosta de um pouco de história nos contos eróticos? Eu gosto, por isso resolvi contar minha vivência daquela época. Fiquei cheio de tesão ao ver tantos contos eróticos na net que não hesitei em relatar minha história. Mesmo que eu esteja escrevendo errado, acho que dá pra entender, né? Não sei usar os sinais de pontuação direito, não sou romancista nem escritor, sou uma pessoa comum, com um trabalho comum, mas com um passado bem apimentado em experiências sexuais. Até o momento do relato, aconteceu tanta coisa em casa! Lembro bem de como vivi aquela experiência, como tive o privilégio de ter meus momentos com minha querida avó até aquele ponto que tô contando. Desde que me uni intimamente com ela até enchê-la com meus sentimentos (sêmen), as coisas ficaram incontroláveis. De vez em quando, eu me atrevia a possuir o corpo da minha avó, e cada vez a gente se arriscava mais e mais a consumar nossos instintos mais baixos. Cada vez minha experiência evoluía e se desenvolvia mais rápido que qualquer garoto da minha idade. Agora estamos na parte final do meu passado, onde aconteceram coisas incríveis com minha avó, e até o ponto onde estou contando, tudo deu uma virada de noventa graus. Quero dizer, por mais que duas pessoas transem até por uma eternidade, sempre vai acontecer alguma coisa, e com minha avó aconteceu o que tinha que acontecer. Como eu deixava ela cheia dos meus sucos do amor, eu não fazia ideia do que estava por vir? Vocês devem saber que quando duas pessoas têm relações sexuais, sempre chega um ponto em que as coisas ficam cor-de-rosa (imaginem um neto e sua avó), tô falando de uma gravidez?! Eu não tinha noção do que estava prestes a acontecer. Minha avó sabia, mas mesmo assim deixou tudo rolar por causa do amor que sentia por mim (ela estava cega por mim e queria ter um pedaço de mim dentro dela) — era mais importante. ficar ao lado dela e me fazer feliz do que cuidar da própria saúde, como ainda não tinha acontecido nada com ela, ela se descuidou, mas isso não ia durar para sempre! Depois de consumarmos nossas primeiras travessuras, cada dia eu aprendia a fazer com mais frequência e as coisas saíram do controle, minha avó no começo não sabia o que eu fazia com ela, mas eventualmente foi percebendo e aconteceram muitas coisas que mudaram nossa relação e desde então ela permitiu que eu tivesse meus momentos de arroubo, ao permitir esses atos impuros ela começou a duvidar do que fazia, mas com o passar do tempo foi normalizando algo que não deveria ter acontecido, já que ela começou a gostar do que fazíamos, começou a fantasiar cada dia uma vida comigo, com o neto dela, estava se tornando minha mulher sem conseguir negar seus sentimentos. Ao fazer esses atos proibidos, minha avó foi se desinibindo, se deixando levar pelos meus constantes atrevimentos de luxúria, como eu disse, ela começou a gostar que eu fosse safado com ela a ponto de aceitar que eu fizesse amor com ela, começou a me ver como homem e não como neto, isso também foi um erro, mas enfim, diante desses sentimentos e impulsos a gente não consegue negar e ainda mais sabendo que eu era neto dela, foi assim que tudo saiu do controle, o tempo passou sobre nós, os anos caíram em cima da gente tendo relações como se fosse um casal de marido e mulher, não sei exatamente o que passava pela cabeça da minha avó, mas agradeço a Deus que ela foi minha primeira mulher, que ela foi quem me tirou a virgindade e me ensinou a arte de amar, a arte de ter coito com ela e o melhor, aprendi posições sexuais que ela gostava e me fazia repetir toda vez que dava vontade nela. Bom, daí como eu disse, os anos passaram voando e num momento menos esperado aconteceu o que nunca imaginei que aconteceria?!, eu não estava preparado para aquele acontecimento!!!
Nossa relação estava nos trilhos, vivíamos como um casal, e sobre a intimidade nem se fala, mas desde umas semanas atrás, quando eu tava na ativa com a minha avó, ela não se sentia bem, tava meio diferente, mas ainda me dava meus momentos. Até que um dia ela passou muito mal e não me deixou mais comer ela. Ela tava com umas cólicas, e eu achei que era por ter comido algo estragado, então ia direto na vila comprar remédio pra dor na barriga dela, mas não melhorava nada. Cada vez piorava mais, a dor aumentava, e o pior é que ela não me deixava fazer minhas loucuras na cama. Não aguentava ver ela daquele jeito? Eu queria continuar como sempre com a minha avó, queria comer ela, e essa era minha maior preocupação. Ficava desesperado por não poder pegar o corpo dela e fazer o de sempre. Então não tive escolha e fui pra vila avisar o resto da família, principalmente meus pais. Naquela época, só dava pra ligar por telefone, daqueles que têm números numa caixinha. Quando contei o que tava rolando, minhas tias e meus pais vieram o mais rápido que puderam, viram o estado da minha avó, e no posto da vila não conseguiam ajudar, porque só recomendavam remédio pra dor, mas isso não adiantava nada. Então tiveram que levar ela de emergência pra cidade. A gente se arrumou, e minha avó me dizia pra não me preocupar, que ia ficar bem! E que a gente ia voltar a ficar junto como sempre. Então arrumamos tudo, deixamos os animais com os conhecidos dela, e fomos pra cidade. Quando cheguei, tive um sentimento muito estranho, vendo tanta agitação, tanta gente andando pelas ruas. Lá também conheci minha irmã. A história sobre isso eu deixo pra lá, porque minha irmã protagonizou outra história ao meu lado que, se eu tiver ânimo, contarei na hora certa... Então, quando minha avó chegou na cidade, levaram ela na hora pro hospital pra pegar ficha e ser atendida, e ela acabou internada por causa do estado de saúde dela. Já tava muito mal, então... Tive que ir visitar ela de tempos em tempos, cuidava dela e tentava entender o que tava rolando, mas foram tratando ela e aconteceram várias outras coisas. No fim, fiquei sabendo por comentários da minha família que o problema na barriga dela tinha piorado e foi por isso que aconteceu aquilo. Depois, perguntava pra minha avó o que tinha acontecido com a barriga dela, mas ela não queria me contar, escondia umas paradas importantes, não queria falar comigo na frente da família. Dava pra ver que ela tava desconfortável e escondendo alguma coisa.
Quando passaram os dias, marcaram uma cirurgia pra tirar o problema dela. Aí, curioso, perguntei pra um médico, que me disse que ela tinha complicações no ovário e precisavam operar. Depois, uma enfermeira veio chamar os familiares, mas eu era o único que tava ali carregando as coisas que trouxeram pra minha avó; o resto desceu com ela pra sala onde iam tratar. A enfermeira me deu os papéis pra fazer alguém da família assinar, já que ela tinha mais documentos de outros pacientes. Eu não podia assinar porque ainda faltava um tempo pra minha assinatura ter validade. Então, enquanto levava os papéis, tive a ideia de ler no caminho e acabei levando vários sustos...
Minha avó não tinha só o problema no ovário, também tinha uma parada mais complicada no útero. É que ela tava grávida, e o documento dizia que tinha riscos. Tinha um carimbo pra intervir e fazer uma descida — cês sabem, tirar o mal dali. Esse carimbo precisava ser assinado pelo médico e por uns parentes, como eu falei. O complicado é que a saúde dela não permitiria que essa gravidez seguisse em frente; minha avó tinha que ser operada, sem chance!
Quando todo o perigo passou, ela falou comigo depois de vários dias (semanas, pra ser exato). Perguntei pra minha avó sobre o assunto, e ela não quis falar com gente ouvindo. Então, conversamos quando estávamos sozinhos, e ela confessou tudo: que já tava grávida há uns meses e um pouco mais. Ela descobriu porque, do nada, sentia sensibilidade nos mamilos, tinha náusea e a barriga... Ela apertava constantemente e por isso ficou doente. Ela queria ter progresso na gravidez e queria ter um bebê nosso. Foi um ato de amor muito grande. Eu não conseguia acreditar no que ela me dizia. Ela queria me dar um filho e eu não sabia das intenções dela, também não sabia o que estava acontecendo com ela. Incrível! Eu sabia que uma gravidez era para ter um filho, mas não sabia que se fazia transando. Não tinha o conhecimento adequado. Lembrem-se que naquele momento da história eu mal sabia que duas pessoas adultas podiam ter filhos, mas além disso eu não sabia como. Não tinha informação como tenho agora. Onde eu estudava, mal nos diziam que era um pai e uma mãe, mas eu não sabia como se tornavam pais... Quando essa parada aconteceu, eu fiquei frio. Quando ela me disse que tiraram da barriga dela o que a deixava feliz e ao mesmo tempo a entristecia, vocês já sabem o que estava crescendo além dos cistos. Não posso dizer como deveria porque está nas regras do P! Tudo isso minha avó manteve em segredo da minha família. Ela pediu ao médico que guardasse a informação e que ela mesma cuidaria de comunicar aos familiares. Do mesmo jeito, o médico fez ela assinar documentos, suponho para não ter culpa se algo mais acontecesse? Ao fazer isso, levou um tempo para ela se recuperar, já que tinha que seguir um tratamento para ficar completamente bem. Do mesmo jeito, o segredo sobre a gravidez para minha família só eu e minha avó sabíamos. Minha família só sabia do cisto. Se descobrissem que minha avó estava grávida, suspeitariam de mim, já que eu era o único que morava com ela. Então a parada ficou em segredo entre nós. Do mesmo jeito, tivemos que parar de ter intimidade, a coisa acabou ali ("supostamente"). Pensei muito então sobre como teria sido ter um filho com minha avó, sobre como seria criá-lo e muitas outras coisas. Me sentia muito confuso sobre tudo isso. A toda hora me dava vontade de estar com minha avó na cama e perguntava constantemente se ela já se sentia bem. Só pensava... Em mim, na minha necessidade de transar e eu não via a gravidade da saúde dela. Foi aí que não dava mais pra ficar onde meus pais moravam, e minha tia feia nos arrumou um canto no apartamento dela, que era meio alugado mas tinha um espaço, então fomos pra casa dela. E lá pude cuidar da minha avó por um bom tempo, sempre deixava ela me dar carinho e me deixava apalpar os peitos dela, mas além disso não dava pra fazer mais nada. Lembro que um dia minha tia chegou com a amiga dela, e elas começaram a bater papo sobre as coisas delas quando tocaram no assunto da minha avó, que tava morando comigo no apartamento dela. Aí a amiga falou uma coisa curiosa que me chamou a atenção, ela comentou sobre o namoro dela que não tinha dado certo e que tava na terceira relação. Não tava funcionando porque ela queria formalizar e os caras sumiam. Pelo visto, ela teve experiências sexuais que não satisfaziam ela, ou pelo menos não fizeram do jeito que tem que ser...
Depois disso, minha outra tia, a simpática, disse que podia dar um espaço pra minha avó na casa dela, e eu podia ficar na casa da minha tia feia pra poder ir pra uma instituição reforçar meus estudos e conseguir entrar num nível superior. Do mesmo jeito, meus pais concordaram, porque assim eu também podia ajudar minha tia com o que ela precisasse. Então decidiram me separar da minha avó, e assim me afastaram do lado dela, me deixando sozinho com a minha tia feia! Agora vamos pular um tempo pra frente, quando já estava estabelecido no apartamento dela, já ia reforçar meus estudos e visitava minha avó regularmente. Comecei a trabalhar em bicos, como garçom e ajudante em feiras, e foi aí que comecei a acumular estresse, porque não tava acostumado com tanta atividade. Também acumulei muita carga nos meus ovos, porque não expulsava direito toda a energia do meu corpo. Todo dia amanhecia de pau duro, mais duro que um ferro, e não conseguia parar de lembrar como eu comia minha avó. Sentia muita falta dela. Tantos anos transando e agora sozinho? Tinha que fazer alguma coisa com esse problema. Não podia ficar parado e comecei a procurar uma namorada de novo onde estudava (dessa vez ia fazer direito). Comecei a ter um fetiche: ficar olhando a bunda de qualquer mulher na rua, fosse uma coroa ou uma mocinha. Tava muito carregado e desesperado pra liberar esse sentimento. Como já tava passando tempo demais, não aguentei mais a situação e comecei a me masturbar. E o pior foi que comecei a cheirar as calcinhas da minha tia que ela deixava no cesto do banheiro. Comecei a chupar as calcinhas usadas dela, lambia a parte onde cabia a buceta dela, dava pra ver porque tinha umas manchas na roupa. Também cheirava o sutiã dela, o aroma me agradava muito. Passava a cabeça do meu pau em todas as calcinhas limpas dela pra ela vestir e ficar impregnada do meu cheiro e da minha essência. E assim passei um tempo onde meu pensamento se focava mais na minha tia feia. Tava obcecado principalmente com aquela bunda redondinha e empinada que ela tinha.
A obsessão era forte, não sabia como controlar a parada, deixava marcada toda a roupa dela esfregando no meu pau, especialmente as calcinhas dela. Limpava meu pau com elas na parte onde encaixava a buceta dela, assim imaginava que minha essência ia grudar na buceta dela, e foi o que aconteceu. É um truque que vocês deviam testar, não sei se é comprovado cientificamente, mas funciona. Suponho que o truque funcione com qualquer tipo de mulher: tias, mães, comadres, irmãs, primas ou sobrinhas. A ideia é deixar essa essência nas calcinhas que suas mulheres ideais vão usar... tenho certeza disso porque, com o tempo, minha tia começou a se interessar por mim. O que eu mais gostava era deixar a calcinha dela suja de porra e depois lavar pra ela não perceber, e fazia isso várias vezes...
Um dia, enquanto eu tava resolvendo minhas tarefas, não sabia que naquele dia ia rolar algo muito interessante. Fiquei até um pouco tarde cuidando das minhas coisas, quando do nada ouço uma zoeira lá fora do apartamento. Era minha tia feiosa e uns amigos/as que trouxeram ela porque tava muito bêbada, e me entregaram ela falando pra eu deixar ela descansar. Uma delas sabia quem eu era e disse: "É o sobrinho dela". Então me entregaram ela e foram embora fazendo bagunça e cantando. Minha tia mal conseguia falar umas palavras, tava muito além da conta. Aí levei ela pro quarto dela e deixei ela descansando em cima da cama, porque queria terminar meus deveres e depois ir dormir.
Quando tudo terminou, fui descansar, mas lembrei que minha tia estava largada em cima da cama e eu precisava deitá-la direito pra ela dormir bem. Então fui buscá-la e, quando cheguei no quarto dela, tive uma bela surpresa: minha tia estava pelada e deitada na cama. Ela tinha tirado a roupa, mas não conseguiu se enfiar debaixo das cobertas. Fui dar uma olhada, mas não conseguia tirar os olhos da bunda dela. Ela tinha uma raba deliciosa, empinada e redondinha. Mesmo sendo feia, tinha um corpo bem aproveitável e muito provocante.
Cara, fiquei duro na hora, meus pensamentos ficaram confusos, tava na dúvida se podia tocar nela ou não, aí comecei a perturbar ela pra ver se ela reagia, mas não acontecia nada. Depois, passei a mão nos peitos dela, que eram menores que os da minha avó, mas mesmo assim ela era uma gostosa. Aí sim ela se mexeu e murmurou umas coisas, e depois dormiu de novo. Aí tive a ideia de apagar a luz e depois ir pra cima dela. Não sei o que tava pensando, mas minhas intenções já estavam decididas, eu queria comer ela. Então me aproximei e comecei a tocar nela, fazendo o mesmo que fazia com minha avó pra deixar ela molhada, e não demorou pra ela ficar encharcada. Eu não conseguia resistir, o cheiro dela era forte demais. Deitei do lado dela e comecei a apalpar com os dedos pra posicionar ela enquanto abaixava minha calça. Virei ela de lado e, com a ajuda dos meus dedos, lubrifiquei meu pau com os fluidos dela e comecei a penetrar devagar, e depois tirava. Como percebi que tava escorregando gostoso, não aguentei por muito tempo. Ao mesmo tempo, empinei a bunda dela e foi a coisa mais gostosa que pude fazer. Era tão gostoso que empurrei fundo, e ela se mexeu e começou a murmurar de novo, dizendo: "Não, não, não! Ai, não!" Enquanto eu empurrava aquela bundinha pequena e a coisa saiu do controle. Eu não pude fazer nada além de ficar parado enquanto minha tia tava atravessada no meu pau. Aí ela se acalmou e ficou quieta, parou de fazer força. Acho que dormiu de novo. Então comecei a mexer devagar, e quando empurrava forte, minha tia reagia e se mexia, fazendo meu pau sair da buceta dela. Esperava um pouco e enfiava de novo, e umas quantas vezes ela fazia a mesma coisa. Tentei não continuar com aquilo, mas eu insistia o tempo todo.
Assim, a questão levou a várias tentativas e recusas inconscientes da minha tia. Cada vez, a buceta dela ficava mais lubrificada e era fácil enfiar meu pau, mas eu não conseguia me mexer com vontade, porque ela se mexia e me expulsava de novo da buceta dela. Fiquei assim, balançando devagar meus quadris por um bom tempo, até que minha tia se afastou e se distanciou, me deixando com o pau de fora. Toquei nele, e como num ato de reação, ela se virou de bruços. Não aguentei o tesão e subi, colocando meu pau no meio das nádegas dela. Fui abrindo bem as bandas dela e coloquei a ponta do meu pau perto da buceta dela e comecei a esfregar, balançando meus quadris. Acho que ela foi gostando, porque começou a levantar a bunda, estava se empinando pra mim. No final, ajudei ela a ficar confortável. Quando a deixei bem empinada, apalpei meu pau de novo e penetrei ela bem gostoso. Minha tia não dizia nada, só estava sendo penetrada bem gostoso. Foi aí que, com o peso do meu corpo, empurrei ainda mais fundo. Aí sim ela reagiu à minha penetração e gemeu delicioso. Comecei a esmagar as nádegas dela com minha pélvis enquanto a penetrava tão fundo, me fazendo gozar. Meu pau chegava mais fundo do que o normal, porque a bunda dela, como eu disse, era empinada, então a buceta dela ficava como se estivesse saliente. Isso fazia com que eu pudesse penetrar bem gostoso e ir até os pelinhos das minhas bolas.
Com a minha avó a sensação era bem diferente, minha tia era muito gostosa, mas essa sensação me fazia lembrar da minha avó e eu sentia que tava comendo ela e não a minha tia, por isso comecei a meter forte.
Quanto mais eu metia nela, mais gostoso ela gemia, tava comendo ela tão gostoso que os gemidos abafados de bêbada dela eram muito excitantes, cada vez eu sentia que perfurava muito gostoso aquela buceta deliciosa com meu pau que ao mesmo tempo podia sentir a textura e as dobras internas, diferente da minha avó minha tia era como se fosse granulada por dentro, já minha avó era meio enrugada com dobras e sedosa se achasse uma boa posição, a granulação da minha tia me dava muito prazer, meu pau se esfregava tão gostoso que eu não conseguia controlar meu tesão, tava fazendo uma bagunça com minha tia e ia deixar ela suja com meus fluidos porque já tava perto de gozar com tudo que tinha acumulado nas minhas bolas, comi ela mais um pouco e como era de esperar não aguentei tanto prazer e comecei a soltar jorros enormes de porra no fundo da buceta da minha tia, era incrível gozar dentro de uma buceta de novo, sentia como se tivesse fazendo com minha avó porque comecei a gemer gostoso segurando ela pela cintura enquanto puxava ela contra minha pélvis e falava como era gostoso encher ela de porra, era espetacular além disso como a bunda dela encaixava perfeitamente na minha pélvis o prazer era incontrolável, sentir o topo do meu pau na buceta dela era delicioso.
Depois de soltar tudo, não hesitei em limpar a buceta dela com um pano, já que era costume fazer isso com a minha avó. Peguei minhas coisas e deixei minha tia largada na cama. Minha missão já estava cumprida, consegui liberar muita carga que carregava, então não pensei em nada e fui descansar. No dia seguinte, minha tia acordou como de costume e foi trabalhar. Eu estava muito pensativo em como comi ela na noite anterior e ela agindo como se nada tivesse acontecido — isso me encantava nas mulheres milf. Me dava um tesão danado, principalmente pensar naquele cuzinho redondo e empinado. A verdade é que gostei pra caralho, a sensação era diferente da minha avó, mas era igualmente gostosa. Desde aquele dia, fiquei remoendo o que aconteceu naquela noite, e acho que foi aí que minha tia descobriu minha safadeza, porque ela foi investigar quem esteve com ela na festa. Mas ninguém chegou perto dela, e os amigos disseram que a levaram pra casa, e fui eu quem a recebeu pra fazer ela descansar. Foi aí que minha tia desconfiou de mim, mas não falava nada até que criou coragem e me encarou um dia. O assunto sobre o que aconteceu foi nojento pra ela, era proibido e, principalmente, não deviam rolar essas coisas entre a família. Ela estava me dando o maior sermão da minha vida, dizia que agora não podia mais se casar porque foi manchada e sujada. Foi tão pesado que me fez sentir o pior homem do mundo. Só podia pedir perdão, e ela dizia que eu teria que assumir a responsabilidade se algo ruim acontecesse com ela (engravidar). Eu não tive coragem de encarar. Agora, o medo de ter filhos me dava um frio na espinha. Assim o tempo passou, e continuei tentando levar as coisas de boa com minha tia. Ela se mantinha distante e me evitava, não deixava eu chegar perto dela. Quando passou o mês e veio a menstruação dela, ela pôde respirar aliviada e disse que o perigo tinha passado, mas ainda assim ficaria alerta por ter um degenerado em casa. Depois disso, passou mais tempo sem novidades, e eu fui melhorando, tirando notas boas, ajudando minha tia. A feia me tratava como se eu fosse empregado dela, mas começou a gostar de me ver progredindo sozinho. Nesse tempo, comecei a passar mais tempo na casa da minha outra tia, a simpática. Junto com minha avó, ela me dava o melhor tratamento da minha vida, e minha avó se sentia muito melhor. Lá também tenho minha história com minha tia simpática, porque, como eu estava me tornando um rapaz exemplar, ela passou a me ver com outros olhos e, pelas costas da minha avó, rolaram umas coisas quentes. Mas acho que essa história já fugiu do meu controle; vou poder publicá-la quando tiver tempo, já que o trabalho não me deixava continuar. Deixar meu perfil esquecido e não lembrar a senha foi o pior, mas consegui voltar. Obrigado por lerem minha história — ela é baseada no meu passado. Se der tempo, vou continuar, porque, como eu disse antes, a protagonista da minha vida não foi minha avó, apesar de termos vários anos de uma relação incestuosa. A principal é minha tia feia, com quem a vida foi mais interessante... Até mais, queridos leitores. Não esqueçam de deixar uns pontinhos pra mim, que isso me motiva ainda mais.
Nossa relação estava nos trilhos, vivíamos como um casal, e sobre a intimidade nem se fala, mas desde umas semanas atrás, quando eu tava na ativa com a minha avó, ela não se sentia bem, tava meio diferente, mas ainda me dava meus momentos. Até que um dia ela passou muito mal e não me deixou mais comer ela. Ela tava com umas cólicas, e eu achei que era por ter comido algo estragado, então ia direto na vila comprar remédio pra dor na barriga dela, mas não melhorava nada. Cada vez piorava mais, a dor aumentava, e o pior é que ela não me deixava fazer minhas loucuras na cama. Não aguentava ver ela daquele jeito? Eu queria continuar como sempre com a minha avó, queria comer ela, e essa era minha maior preocupação. Ficava desesperado por não poder pegar o corpo dela e fazer o de sempre. Então não tive escolha e fui pra vila avisar o resto da família, principalmente meus pais. Naquela época, só dava pra ligar por telefone, daqueles que têm números numa caixinha. Quando contei o que tava rolando, minhas tias e meus pais vieram o mais rápido que puderam, viram o estado da minha avó, e no posto da vila não conseguiam ajudar, porque só recomendavam remédio pra dor, mas isso não adiantava nada. Então tiveram que levar ela de emergência pra cidade. A gente se arrumou, e minha avó me dizia pra não me preocupar, que ia ficar bem! E que a gente ia voltar a ficar junto como sempre. Então arrumamos tudo, deixamos os animais com os conhecidos dela, e fomos pra cidade. Quando cheguei, tive um sentimento muito estranho, vendo tanta agitação, tanta gente andando pelas ruas. Lá também conheci minha irmã. A história sobre isso eu deixo pra lá, porque minha irmã protagonizou outra história ao meu lado que, se eu tiver ânimo, contarei na hora certa... Então, quando minha avó chegou na cidade, levaram ela na hora pro hospital pra pegar ficha e ser atendida, e ela acabou internada por causa do estado de saúde dela. Já tava muito mal, então... Tive que ir visitar ela de tempos em tempos, cuidava dela e tentava entender o que tava rolando, mas foram tratando ela e aconteceram várias outras coisas. No fim, fiquei sabendo por comentários da minha família que o problema na barriga dela tinha piorado e foi por isso que aconteceu aquilo. Depois, perguntava pra minha avó o que tinha acontecido com a barriga dela, mas ela não queria me contar, escondia umas paradas importantes, não queria falar comigo na frente da família. Dava pra ver que ela tava desconfortável e escondendo alguma coisa.Quando passaram os dias, marcaram uma cirurgia pra tirar o problema dela. Aí, curioso, perguntei pra um médico, que me disse que ela tinha complicações no ovário e precisavam operar. Depois, uma enfermeira veio chamar os familiares, mas eu era o único que tava ali carregando as coisas que trouxeram pra minha avó; o resto desceu com ela pra sala onde iam tratar. A enfermeira me deu os papéis pra fazer alguém da família assinar, já que ela tinha mais documentos de outros pacientes. Eu não podia assinar porque ainda faltava um tempo pra minha assinatura ter validade. Então, enquanto levava os papéis, tive a ideia de ler no caminho e acabei levando vários sustos...
Minha avó não tinha só o problema no ovário, também tinha uma parada mais complicada no útero. É que ela tava grávida, e o documento dizia que tinha riscos. Tinha um carimbo pra intervir e fazer uma descida — cês sabem, tirar o mal dali. Esse carimbo precisava ser assinado pelo médico e por uns parentes, como eu falei. O complicado é que a saúde dela não permitiria que essa gravidez seguisse em frente; minha avó tinha que ser operada, sem chance!
Quando todo o perigo passou, ela falou comigo depois de vários dias (semanas, pra ser exato). Perguntei pra minha avó sobre o assunto, e ela não quis falar com gente ouvindo. Então, conversamos quando estávamos sozinhos, e ela confessou tudo: que já tava grávida há uns meses e um pouco mais. Ela descobriu porque, do nada, sentia sensibilidade nos mamilos, tinha náusea e a barriga... Ela apertava constantemente e por isso ficou doente. Ela queria ter progresso na gravidez e queria ter um bebê nosso. Foi um ato de amor muito grande. Eu não conseguia acreditar no que ela me dizia. Ela queria me dar um filho e eu não sabia das intenções dela, também não sabia o que estava acontecendo com ela. Incrível! Eu sabia que uma gravidez era para ter um filho, mas não sabia que se fazia transando. Não tinha o conhecimento adequado. Lembrem-se que naquele momento da história eu mal sabia que duas pessoas adultas podiam ter filhos, mas além disso eu não sabia como. Não tinha informação como tenho agora. Onde eu estudava, mal nos diziam que era um pai e uma mãe, mas eu não sabia como se tornavam pais... Quando essa parada aconteceu, eu fiquei frio. Quando ela me disse que tiraram da barriga dela o que a deixava feliz e ao mesmo tempo a entristecia, vocês já sabem o que estava crescendo além dos cistos. Não posso dizer como deveria porque está nas regras do P! Tudo isso minha avó manteve em segredo da minha família. Ela pediu ao médico que guardasse a informação e que ela mesma cuidaria de comunicar aos familiares. Do mesmo jeito, o médico fez ela assinar documentos, suponho para não ter culpa se algo mais acontecesse? Ao fazer isso, levou um tempo para ela se recuperar, já que tinha que seguir um tratamento para ficar completamente bem. Do mesmo jeito, o segredo sobre a gravidez para minha família só eu e minha avó sabíamos. Minha família só sabia do cisto. Se descobrissem que minha avó estava grávida, suspeitariam de mim, já que eu era o único que morava com ela. Então a parada ficou em segredo entre nós. Do mesmo jeito, tivemos que parar de ter intimidade, a coisa acabou ali ("supostamente"). Pensei muito então sobre como teria sido ter um filho com minha avó, sobre como seria criá-lo e muitas outras coisas. Me sentia muito confuso sobre tudo isso. A toda hora me dava vontade de estar com minha avó na cama e perguntava constantemente se ela já se sentia bem. Só pensava... Em mim, na minha necessidade de transar e eu não via a gravidade da saúde dela. Foi aí que não dava mais pra ficar onde meus pais moravam, e minha tia feia nos arrumou um canto no apartamento dela, que era meio alugado mas tinha um espaço, então fomos pra casa dela. E lá pude cuidar da minha avó por um bom tempo, sempre deixava ela me dar carinho e me deixava apalpar os peitos dela, mas além disso não dava pra fazer mais nada. Lembro que um dia minha tia chegou com a amiga dela, e elas começaram a bater papo sobre as coisas delas quando tocaram no assunto da minha avó, que tava morando comigo no apartamento dela. Aí a amiga falou uma coisa curiosa que me chamou a atenção, ela comentou sobre o namoro dela que não tinha dado certo e que tava na terceira relação. Não tava funcionando porque ela queria formalizar e os caras sumiam. Pelo visto, ela teve experiências sexuais que não satisfaziam ela, ou pelo menos não fizeram do jeito que tem que ser...
Depois disso, minha outra tia, a simpática, disse que podia dar um espaço pra minha avó na casa dela, e eu podia ficar na casa da minha tia feia pra poder ir pra uma instituição reforçar meus estudos e conseguir entrar num nível superior. Do mesmo jeito, meus pais concordaram, porque assim eu também podia ajudar minha tia com o que ela precisasse. Então decidiram me separar da minha avó, e assim me afastaram do lado dela, me deixando sozinho com a minha tia feia! Agora vamos pular um tempo pra frente, quando já estava estabelecido no apartamento dela, já ia reforçar meus estudos e visitava minha avó regularmente. Comecei a trabalhar em bicos, como garçom e ajudante em feiras, e foi aí que comecei a acumular estresse, porque não tava acostumado com tanta atividade. Também acumulei muita carga nos meus ovos, porque não expulsava direito toda a energia do meu corpo. Todo dia amanhecia de pau duro, mais duro que um ferro, e não conseguia parar de lembrar como eu comia minha avó. Sentia muita falta dela. Tantos anos transando e agora sozinho? Tinha que fazer alguma coisa com esse problema. Não podia ficar parado e comecei a procurar uma namorada de novo onde estudava (dessa vez ia fazer direito). Comecei a ter um fetiche: ficar olhando a bunda de qualquer mulher na rua, fosse uma coroa ou uma mocinha. Tava muito carregado e desesperado pra liberar esse sentimento. Como já tava passando tempo demais, não aguentei mais a situação e comecei a me masturbar. E o pior foi que comecei a cheirar as calcinhas da minha tia que ela deixava no cesto do banheiro. Comecei a chupar as calcinhas usadas dela, lambia a parte onde cabia a buceta dela, dava pra ver porque tinha umas manchas na roupa. Também cheirava o sutiã dela, o aroma me agradava muito. Passava a cabeça do meu pau em todas as calcinhas limpas dela pra ela vestir e ficar impregnada do meu cheiro e da minha essência. E assim passei um tempo onde meu pensamento se focava mais na minha tia feia. Tava obcecado principalmente com aquela bunda redondinha e empinada que ela tinha.
A obsessão era forte, não sabia como controlar a parada, deixava marcada toda a roupa dela esfregando no meu pau, especialmente as calcinhas dela. Limpava meu pau com elas na parte onde encaixava a buceta dela, assim imaginava que minha essência ia grudar na buceta dela, e foi o que aconteceu. É um truque que vocês deviam testar, não sei se é comprovado cientificamente, mas funciona. Suponho que o truque funcione com qualquer tipo de mulher: tias, mães, comadres, irmãs, primas ou sobrinhas. A ideia é deixar essa essência nas calcinhas que suas mulheres ideais vão usar... tenho certeza disso porque, com o tempo, minha tia começou a se interessar por mim. O que eu mais gostava era deixar a calcinha dela suja de porra e depois lavar pra ela não perceber, e fazia isso várias vezes...
Um dia, enquanto eu tava resolvendo minhas tarefas, não sabia que naquele dia ia rolar algo muito interessante. Fiquei até um pouco tarde cuidando das minhas coisas, quando do nada ouço uma zoeira lá fora do apartamento. Era minha tia feiosa e uns amigos/as que trouxeram ela porque tava muito bêbada, e me entregaram ela falando pra eu deixar ela descansar. Uma delas sabia quem eu era e disse: "É o sobrinho dela". Então me entregaram ela e foram embora fazendo bagunça e cantando. Minha tia mal conseguia falar umas palavras, tava muito além da conta. Aí levei ela pro quarto dela e deixei ela descansando em cima da cama, porque queria terminar meus deveres e depois ir dormir.
Quando tudo terminou, fui descansar, mas lembrei que minha tia estava largada em cima da cama e eu precisava deitá-la direito pra ela dormir bem. Então fui buscá-la e, quando cheguei no quarto dela, tive uma bela surpresa: minha tia estava pelada e deitada na cama. Ela tinha tirado a roupa, mas não conseguiu se enfiar debaixo das cobertas. Fui dar uma olhada, mas não conseguia tirar os olhos da bunda dela. Ela tinha uma raba deliciosa, empinada e redondinha. Mesmo sendo feia, tinha um corpo bem aproveitável e muito provocante.
Cara, fiquei duro na hora, meus pensamentos ficaram confusos, tava na dúvida se podia tocar nela ou não, aí comecei a perturbar ela pra ver se ela reagia, mas não acontecia nada. Depois, passei a mão nos peitos dela, que eram menores que os da minha avó, mas mesmo assim ela era uma gostosa. Aí sim ela se mexeu e murmurou umas coisas, e depois dormiu de novo. Aí tive a ideia de apagar a luz e depois ir pra cima dela. Não sei o que tava pensando, mas minhas intenções já estavam decididas, eu queria comer ela. Então me aproximei e comecei a tocar nela, fazendo o mesmo que fazia com minha avó pra deixar ela molhada, e não demorou pra ela ficar encharcada. Eu não conseguia resistir, o cheiro dela era forte demais. Deitei do lado dela e comecei a apalpar com os dedos pra posicionar ela enquanto abaixava minha calça. Virei ela de lado e, com a ajuda dos meus dedos, lubrifiquei meu pau com os fluidos dela e comecei a penetrar devagar, e depois tirava. Como percebi que tava escorregando gostoso, não aguentei por muito tempo. Ao mesmo tempo, empinei a bunda dela e foi a coisa mais gostosa que pude fazer. Era tão gostoso que empurrei fundo, e ela se mexeu e começou a murmurar de novo, dizendo: "Não, não, não! Ai, não!" Enquanto eu empurrava aquela bundinha pequena e a coisa saiu do controle. Eu não pude fazer nada além de ficar parado enquanto minha tia tava atravessada no meu pau. Aí ela se acalmou e ficou quieta, parou de fazer força. Acho que dormiu de novo. Então comecei a mexer devagar, e quando empurrava forte, minha tia reagia e se mexia, fazendo meu pau sair da buceta dela. Esperava um pouco e enfiava de novo, e umas quantas vezes ela fazia a mesma coisa. Tentei não continuar com aquilo, mas eu insistia o tempo todo.
Assim, a questão levou a várias tentativas e recusas inconscientes da minha tia. Cada vez, a buceta dela ficava mais lubrificada e era fácil enfiar meu pau, mas eu não conseguia me mexer com vontade, porque ela se mexia e me expulsava de novo da buceta dela. Fiquei assim, balançando devagar meus quadris por um bom tempo, até que minha tia se afastou e se distanciou, me deixando com o pau de fora. Toquei nele, e como num ato de reação, ela se virou de bruços. Não aguentei o tesão e subi, colocando meu pau no meio das nádegas dela. Fui abrindo bem as bandas dela e coloquei a ponta do meu pau perto da buceta dela e comecei a esfregar, balançando meus quadris. Acho que ela foi gostando, porque começou a levantar a bunda, estava se empinando pra mim. No final, ajudei ela a ficar confortável. Quando a deixei bem empinada, apalpei meu pau de novo e penetrei ela bem gostoso. Minha tia não dizia nada, só estava sendo penetrada bem gostoso. Foi aí que, com o peso do meu corpo, empurrei ainda mais fundo. Aí sim ela reagiu à minha penetração e gemeu delicioso. Comecei a esmagar as nádegas dela com minha pélvis enquanto a penetrava tão fundo, me fazendo gozar. Meu pau chegava mais fundo do que o normal, porque a bunda dela, como eu disse, era empinada, então a buceta dela ficava como se estivesse saliente. Isso fazia com que eu pudesse penetrar bem gostoso e ir até os pelinhos das minhas bolas.
Com a minha avó a sensação era bem diferente, minha tia era muito gostosa, mas essa sensação me fazia lembrar da minha avó e eu sentia que tava comendo ela e não a minha tia, por isso comecei a meter forte.
Quanto mais eu metia nela, mais gostoso ela gemia, tava comendo ela tão gostoso que os gemidos abafados de bêbada dela eram muito excitantes, cada vez eu sentia que perfurava muito gostoso aquela buceta deliciosa com meu pau que ao mesmo tempo podia sentir a textura e as dobras internas, diferente da minha avó minha tia era como se fosse granulada por dentro, já minha avó era meio enrugada com dobras e sedosa se achasse uma boa posição, a granulação da minha tia me dava muito prazer, meu pau se esfregava tão gostoso que eu não conseguia controlar meu tesão, tava fazendo uma bagunça com minha tia e ia deixar ela suja com meus fluidos porque já tava perto de gozar com tudo que tinha acumulado nas minhas bolas, comi ela mais um pouco e como era de esperar não aguentei tanto prazer e comecei a soltar jorros enormes de porra no fundo da buceta da minha tia, era incrível gozar dentro de uma buceta de novo, sentia como se tivesse fazendo com minha avó porque comecei a gemer gostoso segurando ela pela cintura enquanto puxava ela contra minha pélvis e falava como era gostoso encher ela de porra, era espetacular além disso como a bunda dela encaixava perfeitamente na minha pélvis o prazer era incontrolável, sentir o topo do meu pau na buceta dela era delicioso.
Depois de soltar tudo, não hesitei em limpar a buceta dela com um pano, já que era costume fazer isso com a minha avó. Peguei minhas coisas e deixei minha tia largada na cama. Minha missão já estava cumprida, consegui liberar muita carga que carregava, então não pensei em nada e fui descansar. No dia seguinte, minha tia acordou como de costume e foi trabalhar. Eu estava muito pensativo em como comi ela na noite anterior e ela agindo como se nada tivesse acontecido — isso me encantava nas mulheres milf. Me dava um tesão danado, principalmente pensar naquele cuzinho redondo e empinado. A verdade é que gostei pra caralho, a sensação era diferente da minha avó, mas era igualmente gostosa. Desde aquele dia, fiquei remoendo o que aconteceu naquela noite, e acho que foi aí que minha tia descobriu minha safadeza, porque ela foi investigar quem esteve com ela na festa. Mas ninguém chegou perto dela, e os amigos disseram que a levaram pra casa, e fui eu quem a recebeu pra fazer ela descansar. Foi aí que minha tia desconfiou de mim, mas não falava nada até que criou coragem e me encarou um dia. O assunto sobre o que aconteceu foi nojento pra ela, era proibido e, principalmente, não deviam rolar essas coisas entre a família. Ela estava me dando o maior sermão da minha vida, dizia que agora não podia mais se casar porque foi manchada e sujada. Foi tão pesado que me fez sentir o pior homem do mundo. Só podia pedir perdão, e ela dizia que eu teria que assumir a responsabilidade se algo ruim acontecesse com ela (engravidar). Eu não tive coragem de encarar. Agora, o medo de ter filhos me dava um frio na espinha. Assim o tempo passou, e continuei tentando levar as coisas de boa com minha tia. Ela se mantinha distante e me evitava, não deixava eu chegar perto dela. Quando passou o mês e veio a menstruação dela, ela pôde respirar aliviada e disse que o perigo tinha passado, mas ainda assim ficaria alerta por ter um degenerado em casa. Depois disso, passou mais tempo sem novidades, e eu fui melhorando, tirando notas boas, ajudando minha tia. A feia me tratava como se eu fosse empregado dela, mas começou a gostar de me ver progredindo sozinho. Nesse tempo, comecei a passar mais tempo na casa da minha outra tia, a simpática. Junto com minha avó, ela me dava o melhor tratamento da minha vida, e minha avó se sentia muito melhor. Lá também tenho minha história com minha tia simpática, porque, como eu estava me tornando um rapaz exemplar, ela passou a me ver com outros olhos e, pelas costas da minha avó, rolaram umas coisas quentes. Mas acho que essa história já fugiu do meu controle; vou poder publicá-la quando tiver tempo, já que o trabalho não me deixava continuar. Deixar meu perfil esquecido e não lembrar a senha foi o pior, mas consegui voltar. Obrigado por lerem minha história — ela é baseada no meu passado. Se der tempo, vou continuar, porque, como eu disse antes, a protagonista da minha vida não foi minha avó, apesar de termos vários anos de uma relação incestuosa. A principal é minha tia feia, com quem a vida foi mais interessante... Até mais, queridos leitores. Não esqueçam de deixar uns pontinhos pra mim, que isso me motiva ainda mais.
2 comentários - Vovó gostosa... Incesto, ep final