Volvi assustado pro meu quarto, não tinha certeza se ela tinha me visto ou não, mas não queria arriscar. No dia seguinte, tudo seguiu como se nada tivesse acontecido, almoçamos juntos, tudo normal. De tarde, sentei no sofá pra ver minha série e as lembranças não demoraram a vir. A imagem do pau da Melina não saía da minha cabeça, comecei a ficar excitado e, sem pensar, já que tava sozinho — meu pai trabalhando e a Melina na academia — comecei a me masturbar. Olhava pro meu pau e não acreditava na diferença enorme comparado com a pica monstra da mulher do meu pai. Enquanto me tocava, não percebi que alguém tava parado atrás do sofá. Me viro e vejo a Melina com um sorrisinho safado, ela tava com um top esportivo e uma legging. Sentou do meu lado. — Melina: "Fica tranquilo, se masturbar é normal, eu também faço às vezes." Olho pra ela e vejo um volume na legging, não conseguia parar de olhar. — Melina: "Tá chamando sua atenção alguma coisa? Cê gostou? Gostou do que viu no quarto do seu pai?" Fiquei em silêncio, não sabia o que dizer. — Melina: "Se você mostrar o seu, eu mostro o meu, quer?" Sem pensar, não sei se por medo ou tesão, abaixei o short e a cueca e deixei ver meu pauzinho ainda duro. — Melina: "Consegue fazer ele ficar de pé?" — Eu: "Já tá bem duro" — falei com vergonha, sabia que o pau dela era muito maior. A Melina começou a abaixar a calcinha e deixou ver um pedaço enorme de carne branca e mole, era grosso e comprido, uns 15cm. — Melina: "Hahaha, é pequenininho, olha! Isso aqui é uma pica de verdade." O pau mole dela era muito mais comprido e grosso que o meu duro. A risada dela me causou muita humilhação e me fez sentir muito inferior. Mas não conseguia parar de olhar pra aquela pica, a mesma pica que fazia gemer e chorar que nem uma puta o meu pai, meu exemplo de homem a vida inteira, o homem forte e seguro que eu conheci foi reduzido a mulher por aquela pica. — Melina: "Bom, parece que eu ganhei e de longe, hahaha, você é bem pau pequeno que nem seu pai, e ainda por cima não para de olhar, cê gostou? Deixo você dar uns beijinhos, vai." Não sei por que, mas não hesitei nem um pouco. Um segundo pra me aproximar da entreperna dela e começar a beijar a cabeça daquela pica. Comecei com vários beijinhos e fui me animando, peguei a pica da Melina com a mão, era grossa, não conseguia fechar a mão e tava mole. Aos poucos tentei meter na boca, mas era difícil por causa do tamanho. Devagar ela começou a crescer e ficar bem dura, comecei a lamber e tentava enfiar na boca o máximo que podia, mas só conseguia engasgar. Senti a mão da Melina começando a acariciar minha bunda. —Melina— Cê gosta, vagabunda? É maior que a sua, vê a diferença? Isso é uma pica de verdade, não a miniatura que você e seu pai têm. —Eu— Bom, não precisa falar isso. —Melina— Haha, cala a boca e continua chupando, puta. Parece que você gosta. Sabe como conheci seu pai? —Eu— Não, como? —Melina— Comecei a comer a puta da sua mãe hahaha porque a piroquinha do seu pai não dava conta, por isso se separaram. Depois comi ele também, além de corno, fiz ele virar mulher hahaha. Agora vou fazer o mesmo com você, vocês dois vão ser meus cachorros. —Eu— Você é muito má, coitado do meu pai. —Melina— Coitado nada, ele adora minha pica, pede toda noite, e você vai acabar igual, implorando pela minha pica. Já provou porra alguma vez? —Eu— Não, nunca. —Melina— Então agora vai provar. —Melina pegou minha cabeça com força e enfiou na entreperna dela, a pica dela tava doendo minha mandíbula porque eu já não conseguia mais abrir a boca. Aí senti um jato enorme de porra na minha boca, engoli o primeiro e o segundo como pude, o terceiro jato já era demais e começou a vazar da minha boca, ela gozou muita porra de pica. Fiz todo o esforço pra tentar engolir tudo e deixar a pica dela bem limpinha. —Melina— Uff, você vai ser um bom chupa-pica. De agora em diante, quando seu pai sair, você vai chupar minha pica pra aprender direito...
5 comentários - Minha madrastra tem uma buceta enorme #2