EU: O quê? Não! Eu não vou fazer isso. Desci do táxi e não ia fazer mais nada. Tava dentro, mas fora não. Ele abriu a porta, o pau enorme dele na minha cara. Me puxou pra perto, me segurou assim, me esquentou, eu me aproximei e comecei a chupar, enquanto batia uma. Assim, ele me pegou pelos braços e me tirou do carro, me levou pra parte do capô, me jogou lá e, deixando minha bunda à mostra, achei que ele ia meter por ali também. Por dentro, eu gritava que não. Ele encaixou o pau e, de uma só vez, enfiou tudo. Senti ele mais fundo do que da última vez. Largada ali, sem muito o que fazer, só abafava meus gritos. Não podia chamar muita atenção, e ele tava adorando demais. Entrava e saía, e doía pra caralho. Eu não aguentava mais ficar de pé e tava literalmente jogada em cima do capô do carro.
Puxava meu cabelo enquanto mexia a cintura pra frente e pra trás, sentia que tava me afogando na minha própria saliva de tanto gemer e ofegar enquanto cravava minhas unhas no capô do carro. O pau dele era tão grande que me dava espasmos na barriga. Ele continuava aumentando o ritmo e eu já tava toda melada. Ele deitou no chão e falou "monta, sua filha da puta". Sentei em cima dele e enfiei o pau dele no meu cu, comecei a sentar que nem uma louca, até que ele gozou dentro do meu rabo. Quando ele me manda ajoelhar, viro e ele pede pra eu bater uma punheta pra ele, e de repente um jato enorme de porra no meu rosto, fiquei toda banhada... Subimos no carro e ele só falou, eu com a bunda e a cara cheias de leite:
- TAXISTA: Desculpa, gostosa, hoje não aguentei muito, fica pra próxima que eu te como. Por dentro, eu agradecia por isso, tava exausta, doía minha bunda, minhas pernas e minha barriga. Fomos pra casa e ele me deixou tomar banho, caí de exausta na minha cama, só de calcinha fio dental e blusa, porque ainda tava com meu anelzinho rosa...

Puxava meu cabelo enquanto mexia a cintura pra frente e pra trás, sentia que tava me afogando na minha própria saliva de tanto gemer e ofegar enquanto cravava minhas unhas no capô do carro. O pau dele era tão grande que me dava espasmos na barriga. Ele continuava aumentando o ritmo e eu já tava toda melada. Ele deitou no chão e falou "monta, sua filha da puta". Sentei em cima dele e enfiei o pau dele no meu cu, comecei a sentar que nem uma louca, até que ele gozou dentro do meu rabo. Quando ele me manda ajoelhar, viro e ele pede pra eu bater uma punheta pra ele, e de repente um jato enorme de porra no meu rosto, fiquei toda banhada... Subimos no carro e ele só falou, eu com a bunda e a cara cheias de leite:
- TAXISTA: Desculpa, gostosa, hoje não aguentei muito, fica pra próxima que eu te como. Por dentro, eu agradecia por isso, tava exausta, doía minha bunda, minhas pernas e minha barriga. Fomos pra casa e ele me deixou tomar banho, caí de exausta na minha cama, só de calcinha fio dental e blusa, porque ainda tava com meu anelzinho rosa...
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