Karen, a Filha do Pastor - Cap. 3

Karen, a Filha do Pastor - Capítulo 3
O velho continuava esfregando o pau na fenda molhada dela, sempre se beijando, com as línguas entrelaçadas trocando saliva. Mesmo assim, o velho percebeu que da boca da menina começavam a sair gemidos de prazer mais autênticos e genuínos, com muito mais intensidade.

O corpo de Karen começou a se mexer suavemente com movimentos pélvicos, ela mexia apenas a cintura fina. A cada roçada de pau que o velho dava na coisinha dela, ela balançava pra frente, como se estivesse indo dar boas-vindas àquela tranca que a deixava sem controle. Os dois, de pé, se moviam com movimentos quentes e eróticos, até alcançarem uma sincronia perfeita que dava a impressão de que já estavam transando. Ficaram nesse estado um bom tempo, se curtindo um ao outro, até que seu Pricilo decidiu que já era hora de ambos se deitarem naquele catre imundo que tinham à disposição.

A jovem excitada se deixou levar, estava com tesão. Suavemente, foi se deitando naquele colchão sujo, até ficar deitada com o velho por cima dela. Karen sentia o peso dele, estava quase sufocada, mas o velho continuava esfregando a buceta dela com aquele pedaço de pau enorme. As sensações que Karen sentia eram deliciosas e indescritíveis para ela, mas, por ser a primeira vez numa situação tão erótica, o nervosismo fazia com que ela mantivesse as pernas fechadas… (Ainda restava um pouco de vergonha naquela menina inocente.)

Nunca na vida o velho imaginou que iria se deitar com uma mulher tão gostosa quanto Karen. A falecida esposa dele não era tão bonita, ele só casou com ela por interesse no negócio. E as putas com quem ele se metia, nenhuma chegava nem aos pés da nossa doce Karen. Na verdade, algumas meretrizes até se arrependiam do acordo comercial que tinham feito com ele, ao perceberem o fedor e a feiura dele. Muitas vezes, ele tinha que até bater nelas para deixarem ele comer, e até mesmo alguma vagabunda barata Pago pra ele se dar o próprio gosto e prazer de bater nelas.
Essa era realmente a mente atrofiada e desequilibrada desse velho desprezível e odiado, seu Pricilo. Karen, alheia a tudo isso, estava deitada e totalmente nua, se beijando com ele, nos momentos antes do ato sexual.
— Seu Pricilooo… pelo amor, continuaaa… continhaa…!! — dizia a menina de forma gostosa ao ver que o velho se afastava dela e da sua coisinha.
— Por quê, putinha…!? Já começou a gostar do que a gente tava fazendo…? Kkkkk!!! — ria o feliz velhote.
Karen demorou pra responder, mas da sua boquinha doce saiu um autêntico…
— Siiiiim… eu… gostei…! — respondeu a gostosa da Karen.
— Bem, dá pra ver que você gostou muito, e eu também. Chegou a hora de eu meter meu pau na sua buceta, kkkkk…!!! Pra te comer, preciosuraaaa!!! O que me diz!? — perguntou ele, com o olhar vermelho de luxúria.
— Vai doeeeer…!!? — perguntou a menina, com a respiração toda ofegante e quase excitada com o que ia acontecer.
— Como já te falei antes, garota gostosa…! Hehehe… — No começo vai doer pra caralho, você vai sentir como se eu tivesse rasgando sua bucetinha com meu pau… mas depois você vai bufar e gemer igual uma cadela no cio… kkkkk!!!… igual às putas… de tanto prazer que você vai sentir…!!!! Kkkkk!!!!
Com essas palavras e aproveitando que a menina mantinha as pernas bem abertas, o velho começou a massagear a delicada buceta da Karen com o pau escuro e duro dele… só acariciava por fora, sabia que aquilo agradava a menina.
Seu Pricilo tinha conseguido seduzir essa menina decente e bem-nascida. O que a Karen mais adorava no velho era a tranca dele, o pau dele, e tudo por causa das sensações gostosas que ela descobriu naquela semana, especialmente naquela tarde de sábado.
A menina já tinha começado a sentir as sensações gostosas, com a massagem deliciosa que seu Pricilo fazia com o pau dele na buceta dela, na sua ainda fina, delicada e virginal… fenda.
A garota começou a acompanhar as esfregadas no pau com umas ondulações suaves, mas gostosas, de quadril e cintura.
— Tá gostando, putinha...? — perguntou o velho sem parar a tarefa.
— Siiim... tô amaaaando...!! — respondeu a jovem, com a voz já tomada pelo tesão.

Dom Priscilo se deitou de novo sobre o corpo da menina e, esticando a mão para o lado do catre imundo, acendeu o lampião que estava no criado-mudo. Como já estava quase escurecendo, o velho não queria perder as reações da garota linda quando ele fosse furar a bucetinha dela pela primeira vez na vida.

Em seguida, o velho se acomodou entre aquelas pernas deliciosas. Karen, apesar do nervosismo, mantinha-as bem abertas, deixando a xereca apertada totalmente exposta.

Não havia mais o que esperar. Tava tudo pronto e na medida. Karen com a respiração pesada e as coxas brancas flexionadas e abertas, com o velho por cima dela, que já encaixava o pau na entrada da última vez virginal da intimidade dela.

— Uma última pergunta, vagabunda... kkkk... cê quer mesmo que eu te coma...? — perguntou o desgraçado. Karen, envalentada pelo calor que tomava conta do corpo gostoso dela, respondeu:
— Siiiiim... Dom Priscilo... aguento tuuudo... mas pelo amor de Deus... me come...!!! — a pobre novinha não sabia o que a esperava.
— Bom, se é assim que cê quer... assim será... hahaha...!!! — foi a risada do velhote.

Dom Priscilo firmou a vara no melado da Karen, que esperava ansiosa pelo que ia acontecer. Ela queria que aquele tronco de carne deslizasse pra dentro dela, tava entregue à situação erótica em que tinha sido metida. E o velho, já querendo sentir o pau dentro daquele corpo perfeito, pressionou com a rola pra entrar no corpo da menina.

A putinha da Karen aguentou a primeira estocada firme, por causa do quanto a garota era apertada. O pau de Dom Pricilo escorregou e foi expulso daquela zona virginal. Karen esperava ansiosa pelo que acontecia lá embaixo no seu corpo. O velho, montado em cima dela, não a deixava ver, mas mesmo assim ela o acompanhava nas tentativas que ele fazia para meter a pica. Ela queria que enfiassem nela.

O velho partiu pra carga de novo. Mais uma vez, apoiou sua cabeça de aríete no pequeno e apertado canal do amor da jovem. Passou os braços por debaixo dos ombros dela para se firmar melhor por causa da investida brusca que pretendia dar na doce criatura, e com um único empurrão conseguiu meter a ponta grossa da sua vara lá dentro da pequena buceta da Karen.

Mesmo que só tenha entrado a cabeça daquela pica descomunal, que ficou presa bem na parede que certificava a virgindade da suculenta garotinha, Karen sentiu que o velho tinha rasgado ela por dentro… (E isso que só entrou a ponta)…

— Nããão…!!, por favor, seu Pricilo…!! tira ela… não me mete…!!! pelo amor de Deus… seu Pricilito…!!! Não faz isso comigo…! ai...!! ai...!!! ai…!!!!!, gritava a maltratada menina a cada pulsada que a pica dava por conta própria…

— Mas se agora pouco você tava pedindo, putinha…!!??, agora tem que aguentar… você passou a tarde toda me esquentando… puta boa de pica…!!! e agora quer vazar?..., nem pensa… daqui você não sai até amanhã… hehehehe!!! …e virada numa putona… e se eu tiver sorte, capaz que até te deixo prenha… hahahaha…!!! já vai ver que você vai gostarrr…

O velho Pricilo começou a fazer pressão de novo contra o corpo da jovem angustiada, mas a pica dele não conseguia entrar. Karen era realmente apertada. Ao mesmo tempo, sentia a cabeça da pica roçando a membrana de castidade deliciosa e delicada da garota. O velho suava que nem um cavalo…

Mas o velho não se dava por vencido. Se ajeitou de novo sobre as coxas mornas da garotona colossal, se firmou com os braços nos ombros dela e colocou a cara feia ao lado do rosto dela. A intenção era que Karen nunca mais na vida esquecesse que foi ele quem a desvirginou, que foi ele o primeiro homem dela… o primeiro macho dela, e com esses pensamentos insanos, ele empurrou com toda a força pra dentro do corpo delineado da jovem… e… TECCC…!!!, foi o som que se ouviu lá no fundo do ventre da garota, foi um som de carnes se rasgando, a pica do seu Pricilo entrou com toda majestade pra dentro daquele corpo inexplorado até então, rompendo o fino e casto hímen da Karen e tirando dela pra sempre a virgindade.Karen, a Filha do Pastor - Cap. 3A expressão da garota por alguns segundos foi de pavor, lentamente suas feições finas e delicadas foram se desmoronando, até que com a boca aberta e os olhos claros bem arregalados, com os lábios tremendo sem conseguir soltar nenhum som, sua expressão era só de horror e agonia… do fundo do seu ser e da sua alma o medo foi subindo… até que da garganta e através das cordas vocais ela finalmente soltou um grito rouco e apavorante…

- Nãaaaaaaaaaaaaaaaaao…!!!!!!!!!!!!!! Nãaaaaaaao…!!!!!!!! Nãaaao…!!!! pelo amor de deus nãaaao… sua coisa é muito graaandeee!!!

Já o Velho estava eufórico, ficou parado com três quartos da sua pica enfiada naquele corpo delicioso que o destino tinha lhe oferecido, o corpo de Karen, o corpo de uma linda adolescente de 18 anos recém-completados, era a menina da casa, e agora os pais dela não estavam, e só voltariam daqui a 5 dias…

Dom Priscilo com a pica toda dura se esforçava pra manter ela enfiada o mais fundo possível naquele corpo cheio de curvas lascivas e provocantes, só se dedicava a sentir o calor da carne daquela gostosa novinha, nem se importava com os soluços dela, só ligava pro próprio prazer, o rosto de Karen era um mar de lágrimas, o velho tinha enfiado 15 centímetros de pica com só duas estocadas, mas ainda faltava entrar mais um pouco, pra o ato sexual ser completo, o coroa não quis esperar mais e com uma terceira e forte estocada, enfiou ela toda na jovem violada.

O velho não se mexia, tinha ela bem cravada até o fundo das entranhas, na mente dele (do Velho) só pensava: tô dentro…! dentro…!! dentro…!!! Repetia uma e outra vez, sentia como aquela carne quentinha por dentro apertava gostosamente a pica dele, tirou os braços dos ombros da garota, sabia que Karen já estava empalada e perdida, ela nem se mexia mais, estava destruída física e mentalmente…
A novinha tava com a bucetinha dolorida, achava que o velho tinha rasgado ela por dentro. A sensação que a Karen teve, quando o velho deu o segundo empurrão, que foi o que desvirginou ela, foi como se tivessem enfiado um pau nela à força, era assim que ela sentia. E não tava longe disso, porque o velho praticamente tinha ela empalada com o pau de quase 24 cm, e ainda por cima, com todo o tesão que o velho sentia pela bela novinha, devia ter crescido uns três centímetros a mais no decorrer daquela tarde quente de sábado…

O velho calculou que já tinha dado tempo suficiente pra Karen acostumar a buceta com o pau dele, então começou a meter com movimentos de vai e vem, primeiro devagar. Queria que a menina esquentasse de novo, igual tinha visto ela há pouco, quando chupou o pinto dele como uma endemoniada.

Seu Pricilo tava com o ego lá em cima, tava comendo uma bela novinha, e mais, até desvirginou ela. Ele, que nunca teve chance de ficar com mulheres do nível da Karen, e até quando queria pegar putas mais bonitas, sempre era rejeitado pela feiura dele. Sempre teve que se contentar com as putas mais feias e mais baratas.

Seu Pricilo começou a serrar com mais força, cravava o pau e enfiava sem piedade. Os gemidos de dor que a Karen sentia rapidamente viraram gritos… A menina gritava como se estivessem matando ela… E a verdade era que sim, estavam matando ela… Mas estavam matando ela de porrada de pau… Tavam comendo ela com força… Os barulhos que o catre quente fazia com as investidas furiosas do seu Pricilo ameaçavam que a qualquer momento ele ia se desmontar.

Karen sentia aquela barra grossa de carne percorrendo ela por dentro, imaginava e sentia que já deslizava livremente pela entrada da buceta e por dentro dela…
Devagar, começaram a aflorar nela os instintos femininos mais baixos. as quais, ao estarem sendo atacadas por aquela considerável tranca humana, rapidamente foram se transformando em instintos de mulher, os mesmos que Karen já conhecia muito bem. A menina também sentia muita dor, mas, ao estar preocupada em imaginar as penetrações que aquela rola fazia no interior do seu corpo, nem percebeu que as dores aos poucos iam desaparecendo…

Karen se concentrava na fricção que a rola de seu Pricilo fazia ao deslizar pela sua estreita fenda, se perguntava como era possível que aquele instrumento longo e grosso estivesse se movendo por completo dentro do seu corpo, pensava no cabeção que ele era e não acreditava que estivesse entrando pelo seu apertadinho buraquinho. Agora lembrou que momentos antes o tinha sentido nas mãos e até tinha chupado e lambido aquela rola, e como gostou de ter engolido aquela deliciosa substância branca que ela mesma tinha tirado com a língua… (Pensava a mente da desvairada e quente criatura… Karen…)

Com esses pensamentos, o corpo curvilíneo da menina deu boas-vindas às primeiras ondas de prazer, já não eram cócegas nem pontadas, agora era prazer puro, que a cada estocada que seu Pricilo dava no interior da sua buceta se ramificava por todas as suas articulações, percorrendo todos os cantos da sua figura deliciosa e delineada. Ela mesma sentia como sua vagina apertava e comprimia a rola de seu Pricilo, como se estivesse sugando para que ele entrasse mais pra dentro…

Karen suavemente foi subindo as coxas flexionadas, para se abrir mais, já que pela experiência traumática que sofreu ao ser desvirginada tão selvagemente pelo aparelho de seu Pricilo, as tinha deixado abertas mas imóveis, estáticas, mas agora a jovem queria participação no que estavam fazendo com ela, queria se mexer, queria rebolar…!!

Assim que voltou a abrir por completo suas potentes e lindas pernas, esperou e estudou os movimentos de seu Pricilo e quando este vinha numa investida impecável pra dentro dela, ela com a buceta foi de encontro àquele pau calvo e gostoso que tava furando ela…
—AHHHHHH…!!!! foi o gemido gostoso de prazer da menina ao se sentir protagonista da situação quente, —Ahhhhhhhh!!….Ohhhh…!!! ahhh…!!!, ela continuava gemendo a cada metida que o velho dava nela…
Com esses movimentos eróticos de trepada, a recatada e bem-educada filha do Pastor Evangélico se entregou de vez aos novos e deliciosos prazeres que o corpo cheio de curvas dela tava sentindo, os sentimentos de ódio e nojo pelo seu Pricilo sumiram num instante, agora ela não queria que aquele velho saísse de dentro dela, e o tesão aumentou ainda mais quando lembrou que o velho tinha deixado claro que ela não sairia daquele quarto imundo até o amanhecer, e ainda por cima transformada… em PUUUTA!!??...
Os pensamentos da Karen descritos antes foram a perdição dela, a menina se agarrou no corpo flácido do seu Pricilo e agora se dedicou a aproveitar a putaria gostosa que tavam dando nela, com as pernas dobradas ela abraçou e envolveu a bunda do velho, fazendo força pra que o coroa entrasse mais fundo nela, agora ela queria mesmo que ele partisse ela ao meio, e faria de tudo pra isso acontecer, ela mesma também investia contra aquele pau duro e quente que tava perfurando ela, e sem aguentar mais começou a incentivar o velho a comer ela sem dó…:
—Ahhhh…!!! ahhh…!!! PRICILOOOOOO…!!! PRICILOOOOOO!!!!, gritava a mulher gostosa que tava sendo fodida, —METE LOGOOO…!! METE LOGOOOO…!!!, EU AGUENTO TUDOOOO, MAS METE LOGO…, MAIS… FORTE…!!!! AHHHH…!!! EU QUERO MAIS FORTEEEEEE!!!!!, —DESTRÓI A VADIA SE QUISER MAS METE MAIS PRA DENTROOOOO…!!!! POOOR FAVOOORRRR…!!! EU QUERO MAIS PRA DENTROOO...!!!!!!!, eram os gritos descontrolados da Karen…da nossa docinha Karennn…
O velho, como que querendo recompensar a menina, acelerou ainda mais mas suas investidas, pra testar também a resistência daquela criatura doce, que naquele momento berrava como uma verdadeira puta...
-- VOCÊ GOSTA, VAGABUNDA...!!!!!, perguntava o velho, que queria que a menina continuasse falando putaria e baixaria, isso tava começando a excitar ele ainda mais... hahaha... ria o velho por dentro, sem perder o foco da foda que tava dando...
-- SIIIIIIIM... PRISCILO...!! EU AMOOOO...!! GOSTOSOOOO...!!!! GOSTOSOOOO...!!!! DELICIOSOOOO...!!!! ASSIIIM...!!!! ASSIM...!!! AHHH... MMMMHHH!!!! AHHH...!!!! AHHHhhh...!!!!
O velhote agora, seguro de si e percebendo que a garota tava agarrada firme nele, foi ao encontro daquela boca fresca e gostosa que há pouco tinha rejeitado ele... juntaram os lábios, agora o beijo era de novo apaixonado, e melhor ainda, pensava a safada da Karen, já que adorava que a vara do seu Priscilo tivesse atravessando ela e ele, por sua vez, devorando a boquinha dela com beijos babados e molhados...
Karen, entendendo claramente o que o seu Priscilo queria, começou a se mexer e rebolar como uma louca, sempre empurrando a boceta dela pra frente, indo atrás da pica do velho... Seu Priscilo, por sua vez, que não queria que aquela garota desse aula de foda avançada pra ele, acompanhou com movimentos circulares, usando toda a força dele em cada investida que Karen dava nele com a buceta dela...
Já não tinha mais gritos no quarto da cabana de madeira, o casal de amantes tava se pegando duro, não se davam trégua, só se ouvia gemidos abafados de prazer desesperado dos dois lados, e isso somado ao barulho que os dois corpos faziam quando se esfregavam um no outro, o velho catre do seu Priscilo, como se quisesse ser cúmplice da transa quente do casal, contribuía com os estalos mais obscenos e degenerados das molas, porcas e parafusos...
Por causa dos movimentos selvagens dos dois competidores sexuais, tudo naquele quarto rangia, o chão de madeira tremia, as paredes... rangiam e ameaçavam se soltar, vários objetos já tinham caído dos poucos móveis da cabaninha, parecia que tinha um terremoto lá dentro e que o epicentro estava bem na posição do imundo e quente catre de seu Pricilo...

O Velho, graças aos dois comprimidos de VIAGRA que tinha tomado, arremetia, investia, atacava e se jogava com a força de um touro sobre o corpo delineado e curvilíneo de Karen, que o recebia feliz da vida, porque naquele momento até babava de tanto prazer que aquela vara quase celestial estava lhe dando. Eles devoravam as bocas um do outro em beijos ardentes, agora a garota adorava meter a língua naquela parte escura da gengiva de seu Pricilo, ela queria mostrar e fazer ele saber que o desejava e o aceitava exatamente como ele era...

Karen tinha perdido a noção com tanto prazer que aquela cock grossa e monstruosa lhe dava, quando o velho se afastava dos beijos molhados que trocavam, a menina não hesitava em lamber o rosto do velhote, percorria tudo com sua língua fresca e deliciosa, chupava todas as suas verrugas nojentas, lambia o peito flácido... aquele homem era dela, declarava Karen, dentro do estado de tesão em que se encontrava...

-- Mas que gostosa que culeeeaasss... garota peitudaaa..., dizia seu Pricilo quase desesperado,
-- Siii... siii... siiiiiiiiiiiii.... que.... riiiccoooo... continue... me culeeeaando... seu... Priciloooo... continue me culeandooo...!!!!, implorava Karen fora de si com as estocadas deliciosas que o velho lhe dava...
-- Siii... vou continuar te culeando... agora você é minhaaaa...!! minhaaa...!!! minhaaa...!!!!, dizia o velhote a cada investida que dava... -- OUVIU... TÁ CLARO... MINHAAAA...!!!!!, enquanto metia e molhava ela com seus 25 centímetros de cock...
-- Me escuta bem... VADIA... vou te culiar a noite inteiraaa... VOU TE EMPUTECEEEEEER... E VOU TE ENYEGUECEEEEEERRRR... tá claro... TÁ CLAROOO... VOCÊ VAI SER MINHA ÉGUA... OUVIU DIREITO... MINHA ÉGUA...

A mente de Karen, apesar de toda a gostosura que tava sentindo, ainda assim chamou a atenção dela essas explicações estranhas que o velho tava dando, mas a mente dela se fundiu com todo o tesão do momento e, se imaginando um garanhão montando uma potranca, gritou do fundo da alma:
— SIIIIIII…!!! SIIIIIII…!!! EU QUERO… SER SUA ÉGUA…!!! SUA ÉGUA… AH… AHAH!!!!

O velho, que já tava quase gozando, diminuiu as investidas que dava na menina… Karen, por sua vez, também reduziu o ritmo. Ela já tinha certeza de que o macho dela era quem mandava, e ela queria ser a mulher obediente e submissa dele… Na mesma hora, o convite gostoso que a linda jovem tava oferecendo já tava se acomodando naqueles coxas quentes da menina, quando uma música de celular ao longe tirou os dois do transe erótico…
— Meu celular…!!! — exclamou Karen. — Pode ser meu pai… — disse toda nervosa.
— E o que cê tá esperando, putinha?! Vai atender o papai… kkkk… e se apressa que ainda temos que continuar trepando… hahaha…!!!
— Alô… Karen… filha, é sua mãe. Tô te ligando e você não atende, mas não se preocupa, sabemos que você tá se matando de estudar pra prova de quarta-feira. Seu pai vai ligar de novo às 11 da noite pra ver como você tá… Ah, e manda um abraço pro seu Pricilo… Tchau, filha… Amamos muito você…

Karen entrou no quarto do seu Pricilo. Ele tinha se deitado na cama imunda, tava com o celular na mão e, de novo, o olhar dela esbarrou naquela pica soberba pra ela. Deixou o telefone no criado-mudo e olhou pro seu Pricilo, pra ver o que vinha agora…
— Quero que você me chupe, kkkk — sugeriu seu Pricilo.

Ela se ajoelhou na cama. O velho olhava encantado, e a surpresa foi maior ainda quando Karen se virou de ponta-cabeça e cruzou uma das pernas lindas dela por cima da cabeça do velho, ficando com as duas pernas, uma de cada lado da cabeça dele, e com a buceta… bem na frente da boca e do nariz do velho, formando um 69 perfeito. 69, com ela montada em cima do velho…
—Ôhhh… Karen!! você é uma verdadeira abominaçãooo… mamacetaaaa!!!! —disse o jardineiro tarado, com os olhinhos cheios de lágrimas, enquanto mergulhava o rosto pra lamber e chupar a buceta da garota…
Karen chupava a pica dele com dedicação, adorava essa posição nova que ela mesma tinha descoberto, pensava em como tinha gostado quando ele a chamou pelo nome, precisava recompensá-lo, então se esforçou ainda mais nas chupadas de pica que dava em seu Pricilo, tentando enfiar tudo até a garganta. O velho não precisava fazer força com a pica, a menina já engolia tudo sozinha, inteirinha, e sentiu também ele lambendo suas bolas…
Karen agradecia a seu Pricilo esfregando a boceta na boca dele, como se aquela língua safada fosse a que estava comendo ela. O catre já tinha começado a ranger de novo com seus sons quentes, como se estivesse torcendo pelos lutadores brutos que tinha em cima das molas, misturados com os barulhos de línguas e líquidos que os dois amantes soltavam. Assim os minutos passavam…
Os minutos pareciam eternos para seu Pricilo, aquela garota tinha aprendido rápido a chupar pica, e se continuasse assim, ia fazer ele gozar dentro da boca dela. Mas o velho se segurava e prolongava o momento da ejaculação. Até que finalmente aconteceu o que o velho Pricilo queria: o telefone de Karen começou a tocar, era a ligação do pai dela. A menina tentou se levantar e ir atender fora daquele quarto imundo, mas o velho segurou ela pelo ombro pra que ficasse de joelhos junto à pica dele…
Karen apertou o botão de atender a ligação e, tentando clarear a vozinha, se preparou pra falar com o pai tão decente…
— Alô… —disse Karen enquanto começava a chupar a pica de seu Pricilo…
A cada conversa que o pai dela iniciava, Karen se jogava pra chupar a pica de seu Pricilo, embora no começo A ideia foi chocante pra ela, agora ela tava toda excitada, adorava estar falando com o pai dela e ao mesmo tempo chupando a tranca do seu Pricilo, a buceta dela tava completamente encharcada de sucos vaginais, até que chegou a pergunta que os dois amantes degenerados esperavam…

— O que que tá rolando, Karen…? Por que tem um barulho estranho quando você fala comigo…?, perguntou o homem desconfiado…
— É que eu tô chupando um sorvete, pai…, disse a jovem extasiada enquanto dava uma chupada violenta na pica do seu Pricilo, a ideia da criatura degenerada era que o pai dela ouvisse mais claramente o som que a boca dela fazia na pica do velho…
— Karen… você já tá grande, mocinha…, pra ficar chupando sorvete por aí…, respondeu o pai dela, meio divertido ao imaginar a filha chupando um sorvete, enquanto Karen do outro lado do telefone fazia mais barulhos de chupada na pica do seu Pricilo na boca dela…
— Siiim… é que ele é tão gostoso, pai… srrrppp… srrrppp… srrrppp…
— Bom, Karen, vou deixar você e aproveita seu sorvete… já que a gente sabe que você passou a tarde inteira estudando que nem uma condenada…
— Siiim, pai… srrrppp… srrrppp… srrrppp…, vou apro… srrrppp… veitar… srrrppp… — Ahhh… sua mãe mandou dizer pra você comer um pedaço bem grande de sorvete por ela…
— Srrrppp… srrrppp… sim… srrrppp… pai… srrrppp… fala pra mamãe… srrrppp… srrrppp… que vou comer… srrrppp… srrrppp… um pedaço bem grande… srrrppp… em nome dela… srrrppp… srrrppp… Tchau… srrrppp… pai… srrrppp… srrrppp…

A ligação caiu, Karen com os olhos fechados desligou o telefone e jogou pra qualquer canto daquela sala horrível, e se dedicou de corpo e alma a chupar aquela pirulita de carne gigante que a tinha como possuída. Seu Pricilo tava satisfeito com a boa aluna que tinha encontrado, ele tinha certeza, aquela menina de olhos claros ia ser só dele, já tinha percebido o quanto vulnerável e fácil de manipular era a nossa Karen, a nossa doce Karen de apenas 18 anos recém-completados…

Karen tirou o pedaço de carne da boca, e com ele firmemente segurado por sua mãozinha branca, pergunto a Dom Pricilo:
—Eu fiz beeeeem... Dom Pricilo...??, pergunto com a mais doce das suas vozes…
—Siiim, você fez bem…, mas precisa continuar se esforçando…, esse é seu primeiro teste pra você conseguir sua putaria e sua perdição… HAHAHAHAHAHAHAHAHA…!!!!
O velho se recostou no catre, com a pica apontando pros céus…
—Vem…!! o velho chamou a Karen…, quero que você monte na minha pica, porque agora vou te ensinar a cavalgar… hehehe…
A menina, com os movimentos mais delicados e femininos que ela fazia naturalmente, subiu no imundo catre e se posicionou pra montar no corpo flácido de Dom Pricilo…
—Enfia você mesma…, quero te ver…, ordenou o velho…
Karen, que a coceira que sentia na sua buceta já quase a consumia, pegou aquele mastro de carne e, bem decidida, colocou na entrada da sua xota, pra depois, com muito cuidado e delicadeza, ir enfiando aos poucos. A dor era descomunal e não demorou a aparecer, embora o velho já tivesse metido nela antes, sua fenda carnal fina e delicada ainda não estava acostumada a receber visitantes tão robustos, mas a menina era corajosa e ela mesma se dava força pra aguentar as fortes dores que sentia na sua coisinha. Já tinha enfiado até a metade, Dom Pricilo deixava ela fazer, queria ver até onde ia o tesão da jovem adolescente.
Mas ele ficou realmente surpreso, quando Karen, por conta própria, se deixou cair naquele pau de carne que agora sim estava enfiado por completo…, Karen ficou paralisada sentindo aquela pica robusta metida até o fundo das suas entranhas, sentia ela quase acima da cintura, se segurava nos ferros da marquesa do catre, ficando levemente inclinada pra frente, deixando todos os seus peitos expostos pra Dom Pricilo que, nesse momento, já estava chupando eles como um desesperado, a menina não se mexia, aproveitava o empalamento daquela pica monstruosa, a O jovem sentia ela e imaginava que, no mínimo, devia chegar até a altura do umbigo dela…
O velho, por sua vez, olhava como se tudo que estivesse acontecendo fosse um sonho, via aquela gostosa de 18 anos e olhos lindos enfiada no pau dele por completo, reparava como os pelinhos sedosos e macios, mas ralos, da buceta dela, se enroscavam com os grossos e nojentos pelos dele, foi nesse momento que a novinha, bem devagarzinho, começou a mexer os quadris e a cintura em círculo, fazendo pressão no pau dele como se estivesse espremendo ele…
Em seguida, a recém-estreada gostosa, que continuava fazendo uma série de ondulações quase diabólicas, começou a combinar essas mesmas com outros movimentos pélvicos, pra trás e pra frente, Karen agora se mexia por instinto, era a primeira vez dela, ninguém tinha ensinado como fazer, mas ela continuava buscando o melhor jeito de aumentar o próprio prazer, foi aí que entendeu que fazendo e combinando os movimentos que já tinha feito, isso ia levar ela ao mesmo estado que don Pricilo tinha deixado ela, quando ele tinha montado nela…
Karen já se mexia forte em cima do pau de don Pricilo, rebolava os quadris de um jeito ondulatório e delicioso, não tirava nem um centímetro daquele pedaço de pau que ela mesma estava dando e que a preenchia por completo, sentia ele quente, gostoso, sentia como os finos pelinhos pubianos dela se esfregavam nos pelos grossos de don Pricilo, como se eles também estivessem transando entre si, os dela com os dele, pensava a novinha excitada, esses pensamentos encantavam ela, então decidiu se esfregar com mais vontade na base do pau do velhote…
Don Pricilo já não aguentava mais de tesão, sabia que tinha pouco tempo pra derramar a semente dele dentro do corpo da novinha, mas o velho tarado ainda continuava se segurando, percebia o nível de fogosidade que a menina tinha alcançado e não podia decepcionar ela…
Nessas O velho estava perdido em devaneios quando sentiu a boca fresca da sua jovem e quase adolescente esposa pousar na boca pestilenta dele. Os dois amantes se fundiram no beijo mais apaixonado e quente daquele sábado que já terminava, dando lugar à madrugada de domingo. Karen o beijava e o comia ao mesmo tempo, ela nele...

A luxuriosa jovenzinha, já presa das sensações mais prazerosas, foi aumentando o ritmo das suas reboladas. Agora, ela tirava o pau de seu Pricilo quase até a metade, para depois se deixar cair com força, sua cintura e bunda se movendo de forma frenética...

— Ahhh... putinha, que gostosa que você come... tá se tornando uma verdadeira comedora de pica, hehehe — disse o velho tarado.

— Tá gostando...!? — perguntou Karen, sempre ofegante.

Karen se deixou cair completamente, absorvendo todo o comprimento daquele pau grosso e quente. Só ficaram para fora da sua buceta as duas grandes bolas de seu Pricilo. E, assim que sentiu toda a extensão dentro dela, começou um movimento pélvico frenético de trás para frente, mexendo a bunda desgraçadamente rápido. A cama de seu Pricilo rangia como nunca antes, diante de um acoplamento tão quente sobre suas molas velhas. Os sons da imunda cama eram tão fortes que parecia que ela ia explodir e desaparecer para sempre da face da terra...

O lindo e esbelto corpo de Karen já não aguentava mais. Toda a tesão e excitação acumuladas pelas situações gostosas vividas naquele dia estavam prestes a se derramar sobre seu corpo gostoso, mas a batalha continuava...

A cara feia de seu Pricilo, naquele momento, era a de um autêntico depravado. Ele não tinha nada a dizer nem a pedir para a puta que o montava naquela hora. Era Karen quem estava praticamente se comendo sozinha...

— Come... come... vagabunda...!!! — incentivava o velho.colegiaisDom Pricilo sabia que seu fôlego já não dava mais, com as mãos e de forma bruta empurrou Karen para que ela ficasse deitada, a garota caiu violentamente sobre o catre, gostava que dom Pricilo fosse bruto com ela…
— Agora sim, garota, agora vou te comer… hahaha… e tenta aproveitar porque acho que não vou durar muito… hehehe…, o velho estava todo suado, assim como Karen, que tinha parte do cabelo grudado no rostinho, como se tivesse acabado de sair do chuveiro…

Dom Pricilo pegou sua pica com determinação, ela já estava prestes a explodir de tanto leite acumulado, Karen, atenta a essa situação e ao ver aquela pica pulsando ritmicamente por causa do tesão do dono, abriu as pernas o máximo que pôde, tudo que seu corpo permitia, queria aquela pica dentro dela, pensava sua mente já atrofiada, possuída pela excitação do momento, queria que enfiassem e que tomara o velho empurrasse com tanta força que saísse pela boca dela, pensava a garota fogosa, que um dia foi pura e doce…

— Quer que eu meta… PUTA… Dom Pricilo se acomodou novamente nas coxas macias e quentes de Karen, agora sem nenhum pudor, colocou a pica na entrada dela e, de uma só estocada certeira, enfiou até o fundo no corpo da linda jovem, deixando ambos os corpos encaixados na típica posição do missionário…

E começou o vai e vem, a pica de dom Pricilo já se moldava facilmente ao canal vaginal macio e quente da jovem égua, ela, por sua vez, recebia satisfeita, com os olhos fechados e abraçada firmemente ao corpo flácido dele, a garota só se dedicava a aproveitar aquele prazer delicioso que aquela terrível ferramenta carnal lhe proporcionava naquele momento, perfurando sua delicada abertura vaginal…

Karen, que já sabia muito bem qual era seu papel de mulher no ato copulatório em que se encontrava, acompanhava o velho com seus movimentos pélvicos quentes. Os amantes Já se sincronizavam perfeitamente no ato quente de acasalamento que ambos se davam. Eram homem e mulher, macho e fêmea, Dom Priscilo se movia ritmicamente sobre o corpo de sua jovem amante, Karen o contemplava com o olhar mais terno e doce que tinha…
O velho começou a acelerar suas investidas, cravava com fúria seu pedaço descomunal de pau, ela já não aguentava mais, se concentrava só em agarrar com sua buceta esse instrumento fabuloso de carne que a perfurava, e que a preenchia, queria que esse pau se fundisse no fundo da sua xota, e que nunca mais a abandonasse, jamais!!, Dom Priscilo já queria gozar dentro, Karen queria prendê-lo, sentia que ela mesma o sugava com sua buceta desde a própria raiz…
A jovem sentiu no corpo o que nunca na vida tinha sentido, foi como um choque de corrente prazerosa que se concentrou no ventre e foi se espalhando bem devagar até o centro da sua putaria, e uma vez instalado ali…, essa massa de força interior explodiu de forma aparatosa… percorrendo e se espalhando por todos os cantos da sua esbelta anatomia… a garota sentia que se desintegrava…, que evaporava e que todos os pedacinhos do seu corpo, ou o próprio vapor dele, voavam em mil direções se perdendo para sempre no espaço infinito…
Naquele mesmo instante o velho viu que os lindos olhos claros da sua Karen estavam virando, a menina estava com os olhos brancos, sua boca adquiriu uma expressão de raiva insana, do peito e da garganta dela saiu o mais forte e rouco gemido de prazer puro, que tinha se acumulado naquele longo sábado…
--AAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH!!!!, AHHHHaaahhhhhhhhhhhhhhh…!!!!!!!!!!!! PRISCILOOOOOHHH!!!!! Meu amor que gostosooooohhh…!!!!! que gostosooo…!!!!! ohhhh…!!!!! Priscilooohhh…!!!!!! Prisciloooooooohhh…!!!!!!!
Isso para o velho foi suficiente, para que toda sua vontade e desejos contidos naquela tarde também explodissem, e sem mais o que fazer, com as mais selvagens das suas estocadas, ele se Derramei no orgasmo mais intenso e quente que ela já tinha tido em toda sua miserável existência…

—AGORAAAA VADIAZAAAAAAA!!!!!!... —gritou o velho com toda sua força, parecia o rugido de um animal— TOMAAAAAAA... TOMAAAAAAAAAAA... RECEBE MEUS PORRAAAAA VAGABUNDA QUE ERA ISSO QUE VOCÊ QUERIASSSSSSSSSSS....PUTAAAAAAA...!!!!!!!!!.

Foram seis fortes jorradas de uma quantidade enorme de porra quente que o velho derramou dentro do corpo da Karen, seguidas por várias de menor intensidade, mas igualmente escorrendo e quentes, até que não saiu a última gota de porra, o velho se deixou cair com sua anatomia flácida sobre o corpo esbelto e delineado da linda jovem, ficando com sua piroca fedorenta dentro da buceta apertada da garota, como se tivessem grudados como cachorros, até que finalmente se beijaram...

Foi isso que aconteceu dentro da cabaninha de madeira, que ficava bem no fundo do quintal da casa que pertencia à decente família Zavala...

Seu Pricilo, já satisfeito por ter conseguido o que queria, apagou a luz da cabana e se abraçou ao lindo corpo nu da sua agora amante, Karen, que estava totalmente exausta, o recebeu e se abraçou nele... no seu homem... no seu macho, e com sua cara de mulher satisfeita, se deitou no peito nojento do velho nojento e dormiu profundamente.

Os dois dormiam abraçados, totalmente nus, como se já fossem um casamento consolidado.

Karen estava nua, dormindo abraçada ao corpo do jardineiro obeso, abriu seus lindos olhos azuis, não sabia onde estava, na hora a primeira coisa que viu foi a cara do horrível velho Pricilo. Ela se perguntava por que tinha feito aquilo?... Tinha transado com um velho que podia muito bem ser o avô dela!!!... Por quê... por quê!!?... se perguntava a agora novamente doce jovenzinha, pensou que tinha que sair rapidamente daquele quarto imundo, então, com muito cuidado, se separou daquele corpo fedorento e nojento e se preparou para se levantar...

Quando ela se Ela estava indo para o quarto quando sentiu uma leve coceira na buceta, então resolveu dar uma olhada naquela área da virilha. Colocou os dedos lá, tentando apalpar e ver se estava tudo bem. Ao tocar, percebeu que estava toda melada com uma substância estranha, gelatinosa e branca. Obviamente, eram restos do esperma do velho, já quase secos. A jovem tirou um pouco daquela meleca pra olhar. Como ela já tinha voltado ao seu estado normal de decência, a mente dela se recusava a reconhecer o que era, mas uma parte do subconsciente gritava bem claro: ERA PORRAAA!..

— Não, não posso estar fazendo isso, sou filha de um Pastor a serviço de Deus, aquele velho me estuprou... (será que realmente tinham estuprado ela?)...

Karen acordou perto das 14h, já mais calma. Ficou uns 20 minutos pensando no que tinha rolado no dia anterior. Ficou imaginando o que o velho degenerado do seu Pricilo estaria fazendo. Por enquanto, ele não ia encher o saco, porque ela tinha se garantido em trancar tudo com chave e cadeado.

Karen estava concentrada na leitura do livro dela, quando ouviu uns barulhos estranhos na porta da varanda. Olhou e, através do vidro, viu aquele corpo amorfo com o qual ela tinha se esfregado na noite anterior.

A jovem, cheia de coragem e bem segura de si, foi até onde estava a porta, que o velho agora batia mais forte. Karen abriu só uma janelinha e, bem seca, falou:

— O que o senhor quer...? A cara dela era de ódio puro e doentio.

— Oooolhaa... putinha... hehehe... pensei que a gente fosse ficar deitado o dia inteiro... meu amoooor... hehehe... — ria o velho nojento.

— Seu Pricilo... primeiro de tudo, vou dizer que sou uma menina séria e decente. O que aconteceu ontem entre o senhor e eu foi um erro da minha parte, e vou pedir muito educadamente que, por favor, não se aproxime mais da minha casa até meus pais chegarem... OBRIGADA... — disse a menina.

— Olha, princesa, vamos ser diretos... trouxe um presente pra você... dá uma olhada e depois a gente fala…hehehe…Karen ficou curiosa…e que tipo de presente aquele velho trazia, pensou, e viu que o velho tirou do bolso da camisa um CD, e passou pra ela…
A menina deixou o prato com a comida dela na mesa e foi até o aparelho de CD, colocou, sentia curiosidade, ao ver que demorava pra tocar, já que a edição era caseira, adiantou um pouco e apertou Play, seus olhos e ouvidos não acreditavam no que viam e ouviam…
- Siiiim…siiiim…que delíciaaa…, continua me comendoo…seu Pricilooo…!!!!
- Siiiim vou continuar te comendoo…agora você é minhaaa…ouviuuu…minhaaa…!!!!
- Siiiim…seu Pricilooo…sou sua…sou sua mesmo…!!!!
A garota olhava apavorada aquele vídeo, enquanto seu Pricilo já estava sentado na mesa devorando a comida que Karen tinha preparado pra ela…
- Gostou de como a gente saiu na TV…putinha…? hehehe…
- Que tal, vagabunda…agora a gente pode se entender melhor?, disse o velho nojento, mostrando todos os dentes cariados, e continuou…Mmmm…vejo que você já não quer falar como falava há pouco, mas vou te explicar…, tenho várias cópias desse CD…, e a primeira que vou mandar é pra congregação de Famílias Decentes onde você e seus pais participam…hehehe…vamos ver o que eles acham agora de vocês…hahaha…, outra vou mandar pro seu tio, ou seja, pro chefe do seu pai…hahaha…continuo?, perguntou o velho…
Karen, percebendo qual era a situação dela, disse:
- Nãão, pelo amor de Deus, seu Pricilooo, não faz isso…
- Vamos ver…, disse o velho…, e se eu não fizer…o que eu ganho com isso…gostosa…hehehe…
- Faaazooo…tudooo…o…que…o…senhor…quiser…, disse a adolescente destruída, que acabara de fazer 18 anos.
CONTINUA… NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS O JARDINEIRO DEGENERADO VAI PROVAR AS CARNES SUCULENTAS DA MÃE DE KAREN

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