Depois dos altos e baixos na vida do meu irmãozinho e da minha cunhada, tudo parecia voltar ao normal com as permissões do meu irmão pra sair com a minha cunhada e meu sobrinho — afinal, quem desconfiaria de um irmão saindo com o próprio filho? A Samanta largou o negócio do pai pra ter mais tempo com a família, já que dinheiro não faltava graças ao trabalho e ao apoio da família, mas isso não impediu a gente de continuar saindo pra passear em vários lugares. Na semana santa, como meu irmão e meu pai tinham um trabalho pra entregar, surgiu a ideia de um passeio que deu errado entre minha cunhada e meu irmão: ir pros Ciprestes, em Saltillo — pra quem não conhece, é uma represa cheia de árvores, pequenas nascentes de água e atrações pra crianças e famílias nas águas que brotam das pedras. Meu irmão conhece tão bem esse lugar que sabe que leva umas 5 horas de percurso, já que é o point favorito dos dois pra sair.
Alguma foto da saída passada que tanto fizeram... Sem mais, nos preparamos pra sair, mas antes umas fotos pro meu irmão mostrando que a gente tava saindo..

Pra uma viagem que a gente tinha que voltar, então sair na hora certa é necessário... Na real, era minha primeira vez indo, então não me liguei em levar troca de roupa e calçado confortável, nem sandália, e tudo mais. O negócio era só sair com a Samanta e meu sobrinho, e foi assim... Rumo ao caminho, seguindo o Google Maps, a gente foi na estrada enquanto conversava e se divertia. Minha cunhada não parava de falar e ficar no celular respondendo as mensagens do meu irmão...
Minha visão era a melhor de todas, vendo as pernas brancas da minha cunhada naquele vestido curto. Isso ajudou bastante, já que deixou a viagem tranquila e rápida... Como eu tinha dito, nunca me lembrei de levar roupa, então não tive outra opção a não ser ficar fora da água, tomando uma cerveja ou outra, vendo minha cunhada e meu sobrinho brincarem enquanto trocávamos sorrisos. Por um momento, pensei em estar em família em meio a tantos desconhecidos. Os olhares dos homens para o que podiam pensar que era minha esposa — e como não olhar?...
Um corpo delicado moldado pelos próprios deuses, curvilíneo e cheio de glamour naquele biquíni azul, sendo a visão de vários homens secando, enquanto eu imaginava minha mulher...
Caralho, que rabo que a Samanta tinha, eu já tava feliz só de ver como era carnudo e bem durinho, mas pra Samanta nunca foi ruim estar assim, pelo contrário, ela parecia curtir pra caralho o momento, cada um do seu jeito... Ficamos várias horas nessa até que minha cunhada sacou que a gente tava quase indo embora, aí sugeriu ir no lugar do marido amado dela (meu irmão) e tirar uma selfie do momento.
Foi tanta gratidão que ela não parava de pular de alegria e sorrir o tempo todo... Nunca fui de sair em fotos, até que consegui tirar uma que lembro com tanto amor..
Um abraço formal de agradecimento cheio de lágrimas de alegria da Samanta pelo dia e por tudo que ele tinha dado a ela, chegando a dizer que ele era o melhor por tantas saídas, tanto que fiz ela vir até o lugar do meu irmão, e aquele lugar favorito dela.. Sem mais, nós dois nos olhamos, a Samanta com as lágrimas a mil enquanto
Um beijo de ambos cúmplices se fixou nos dois, Samanta não acreditava no que tinha acontecido e eu parecia me envolver na cintura fina dela e nos lábios... Nós dois nos afastamos, pegando as coisas por causa de uma chuva que nos afastava do momento enquanto eu andava perdido pelo ocorrido, via a reação de Samanta balançando a cabeça de um lado para o outro, pensando em querer morrer porque tinha me metido numa enrascada... Ao entrar no carro, ninguém disse nada enquanto a chuva nos envolvia, meu sobrinho deitado dormindo, eu dirigindo e Samanta sem dizer nada, olhando pela janela. O caminho foi bem pesado, mas chegando em casa, Samanta foi para a dela, evitando me olhar, pegando o filho no colo sem me dizer uma palavra... Tentei clarear as ideias no carro estacionado na frente de casa, acendi um cigarro e fiquei pensando no que fazer: se mudar, ir embora pra longe, sei lá, tinha tanta coisa pra resolver e pedir desculpas pra Samanta, além de explicar minha culpa pro meu irmão... A casa dos meus pais estava escura, sinal de que os dois estavam dormindo, assim como o quarto de Samanta com a luz acesa, que depois apagou. Pensei em dormir no carro, fumando um cigarro atrás do outro que não acabava por causa do nervosismo... Uma mensagem de Samanta apareceu no meu celular, dizendo pra eu apagar as luzes do carro, que estavam acesas, e entrar em casa, que já era tarde pra ficar no carro. Sem mais, falei que queria clarear as ideias e pedir desculpas, que foram interrompidas, e que entendia o que tinha acontecido... Ela mencionou que, se eu quisesse companhia, podia sair um pouco, mas eu já não queria mais problemas... Sem mais, ela disse que ia vestir um suéter e sair, porque estava frio, e me mandou uma foto do que parecia um vestido curto ou a pijama dela, não sabia direito...
Ao vê-la saindo e entrando no carro, fiquei tão nervoso que não sabia o que fazer ou dizer, e ela começou a falar sobre o amor pelo irmão dela e como ele tinha sido fofo. A conversa já durava uns dez minutos quando eu tomei a iniciativa e dei um beijo na boca dela, com o rosto colado no meu. Daí, o beijo evoluiu e eu passei a pegar nas pernas dela enquanto nos beijávamos. Não havia mais palavras nem recriminações, agora era só beijos e tocar o corpo dela. Comecei a ouvir pequenos gemidos saindo dela cada vez que eu a beijava e segurava suas pernas. Isso culminou nela me pegando pela frente da calça e desabotoando com minha ajuda para liberar minha pica, que ela começou a chupar sem hesitar, de um jeito delicioso.
O balançar da boca dela no meu pau me fazia querer gritar, tapando a boca pra não fazer barulho. Foi tanta coisa que eu admirei o jeito dela chupar meu pau, nem minhas ex-parceiras faziam igual ela..
Agora eu estava no lugar do meu irmão naquela vez, quatro anos atrás, quando pude ver ela chupando ele e como meu irmão gritava com aquela mamada que ela dava. Sem mais, pedi pra ela parar, porque sentia que ia gozar. Quando tentei afastá-la, ela abriu mais a mandíbula pra enfiar meu pau mais fundo na boca dela. Dava pra ouvir a saliva escorrendo do meu pau e os engasgos que ela dava, sentindo ela cuspir por dentro no meu pau. Sem mais, acabei gozando na boca dela, me esvaziando inteiro nela. Nessa hora, recuperei as forças e vi que nenhuma gota do meu gozo tinha escapado — Samanta tinha engolido tudo. Sem mais, ela olhou nos meus olhos, levou a boca até a minha e encheu minha boca de gozo. Fiquei em choque. Ela me agradeceu, pegou no meu pau e apertou com as unhas... "Vai, entra logo, já é tarde." Ela saiu do carro. Fiquei em choque e fiz o que ela disse. Já no meu quarto, mandei as fotos pra ela, mas antes agradeci pelo dia e pelo que rolou no carro... Samanta: "Shhh, foi gostoso do começo ao fim, valeu 😋" Sabia que ela tinha gostado, então, com meu pau na mão, mandei uma foto dela e o quanto eu tava agradecido.
Samanta: então você gostou, seu tarado de pau grande... tchau.
Sem dúvida ela tinha gostado e a buceta dela tava molhada. Os dias foram passando na maior normalidade, sem tocar em nenhum ponto do que aconteceu, vendo ela na casa da minha mãe, sem meu irmão por perto. Tava rolando um almoço em família na casa dos meus pais e a gente se divertindo pra caralho, cheio de risada.
Samanta e meu irmão se levantaram pra ir embora, mas antes... Samanta: cunhado, vai ter o festival do seu sobrinho e queria te convidar, já que o Javier tá ocupado, né, love? Javier: ahm, ééé, love, você não sabe o quanto é importante, mas vou dar um jeito de ir. Samanta: cunhado, você vem com a gente? Claro, cunhada, pra mim vai ser um prazer.
O festival era pra dançar com os pais dela, então a Samanta se preparou pra fazer uma rotina bonitinha e se divertir. Já no festival, aproveitei pra chamar ela pra jantar com meu sobrinho e, sem mais delongas, ela aceitou... Naquela mesma noite, fiquei muito feliz. Não esperava nada além de sair com eles e curtir uma tarde perfeita — e foi exatamente o que aconteceu.
A Samanta tava usando uma minissaia preta, salto alto, uma blusa sem decote colada no corpo, mostrando umas panturrilhas bem definidas junto com umas coxas lindas, passando uma noite incrível.

Sem antes deixar de fazer minhas loucuras... Enquanto meu sobrinho brincava nos brinquedos e a gente cuidava dele, combinamos de ir tomar uma taça de vinho, algo que podia ajudar o dia, mas não sem antes uma série de beijos cúmplices. A essa altura, já tínhamos falhado com meu irmão, então ela aceitou ir com a condição de levar o menino e colocá-lo pra ver desenhos, enquanto nós dois sorríamos...
Sem mais delongas, fomos pro tal hotel, não muito longe de casa, enquanto meu sobrinho via uns vídeos. Durante a viagem toda, fui passando a mão nas pernas dela, já me deixando todo excitado. Quando chegamos no quarto e estacionei o carro do lado de fora, com meu sobrinho dormindo lá dentro, não hesitei em apertar a bunda dela e nos beijarmos de língua pra esquentar o clima.

Mostrando a bunda dela e falando do que eu ia comer, o que eu tanto queria: a raba da minha cunhada.
Que bunda gostosa você tem, foi uma série de passos eróticos que eu dava enquanto meu sobrinho via TV e as bundas da Samanta se levantavam a cada passo que ela dava... Samanta me deu essa confiança, porque tudo que ela fazia era para me libertar e poder fazer o que quiséssemos, a voz dela sexy e sensual, meio infantil, do tipo "você gosta da minha bunda? hoje você vai comer esse rabo" e um monte de coisas me fizeram dizer pra ela... Samanta: "hoje serei sua mulher, cunhado" isso levou a uma série de beijos e eu agarrando a bunda dela e o corpo todo, nós dois pelados, nos tocando em todas as partes enquanto os sons dos beijos ecoavam por todo o lugar... Agora sim, preparem-se para o que é bom... Vem, Samanta, chupa minha pica do mesmo jeito que você chupa a do meu irmão.
Siii papai mmm mmm aaa aa eu amo que pau tão grande você tem, adoro, a habilidade com que ele fazia e aquela carinha de menina boazinha me fazia chupar mais ainda o meu pau, injetando prazer nas sugadas que ele dava, cheias de saliva. Ver como ele cuspia no meu pau e o masturbava enquanto eu puxava ele pelo cabelo me fazia controlar o ritmo da boca dele... Dei uns tapas sem querer de tanto prazer que sentia, e ele pedia mais, então eu dava vários tapas enquanto ele brincava com meu pau que não cabia inteiro na boca dele. Você gosta do meu pau, Samanta? Siii, gosto muito. Você gosta mais do que o do meu irmão? Siii, gosto mais. Quanto mais? O seu é mais gostoso, grande e grosso, eu gosto mais do seu pau, papai. Isso, pu... Não quis terminar a frase quando ela mordeu a cabeça do meu pau, me fazendo gritar um pouco. O que foi, Samanta? Sou sua putinha. Fala, mmm mmm mmm. Siiii, Samanta, você é minha putona mais gostosa. Mordendo de novo a cabeça do meu pau, me fazendo falar mais coisas sobre ela. Aaaa, putinha, tá doendo. Um tapa de Samanta me fez acordar para o que ela tanto queria saber: por que aquilo me excitava tanto, e eu me deixei levar... Aaaa, putinha, desde o primeiro dia eu quis te comer, você me atrai demais. As unhas dela cravavam nas minhas pernas e a mordida ficava mais forte, enquanto com a mão ela me fazia falar mais coisas. Você é uma putinha safada. Adoro suas bundona, suas pernonas, quantas vezes me masturbei escondido, olhando você naquelas minissaias.
Tantas vezes eu vi sua calcinha debaixo da mesa, puta. Sabe quantas vezes eu quis enfiar a pica em você? Humm, assim, gostosa, assim, puta, puta, puta. Lembra do ano passado, como você tava, puta? Sim, eu tirei várias fotos suas pra me masturbar.
Hoje você é minha, puta.
Engole inteiro, mmmm, assim, mais pra dentro, sem deixar ela sair do meu pau. Eu fodia a boca dela como um desesperado... Meu sobrinho falava com a mãe enquanto, com o pau duro, eu me masturbava vendo ela chegar no quarto pra ver o que tinha acontecido.
Sem mais, puxei ela pra sentar no meu pau.
Pra comer ela de quatro
O tamanho da bunda dela era essencial pra não deixar escapar enquanto eu batia naquelas nalgotas no ritmo da minha pica.
Siii siii papai, assim me fode, me dá forte que gostoso você mete essa sua piroca... Aaaaa aaa aaaa Você é uma puta que merece um pau mais gostoso que o do meu irmão Aaaaa oooo siiii siii prefiro o seu pau Tapas sonoros, me pede, puta Siii papai, me dá mais pica, adoro quando você me fode, não sabia que você queria tanto me comer Não só isso, quero te engravidar Aaaaa aaaa ooo siii Que gostoso, papai, siiii, faz isso, me dá um filho pro meu corno do irmão As besteiras eram mais intensas enquanto seus gritos enfeitavam o quarto
A bunda mais perfeita, aquelas nádegas agora eram minhas e a chave era meu pau que ela tanto adorava. Gozei dentro dela, não foi a única vez de tantas que meti meu pau na minha cunhada. Foi tanto o amor dela pelo meu pau que até fotos juntos a gente guarda.




Chegamos a um ponto que a bunda dela é minha, e ela ainda me toca a pica por debaixo da mesa, na frente da família.
Alguma foto da saída passada que tanto fizeram... Sem mais, nos preparamos pra sair, mas antes umas fotos pro meu irmão mostrando que a gente tava saindo..

Pra uma viagem que a gente tinha que voltar, então sair na hora certa é necessário... Na real, era minha primeira vez indo, então não me liguei em levar troca de roupa e calçado confortável, nem sandália, e tudo mais. O negócio era só sair com a Samanta e meu sobrinho, e foi assim... Rumo ao caminho, seguindo o Google Maps, a gente foi na estrada enquanto conversava e se divertia. Minha cunhada não parava de falar e ficar no celular respondendo as mensagens do meu irmão...
Minha visão era a melhor de todas, vendo as pernas brancas da minha cunhada naquele vestido curto. Isso ajudou bastante, já que deixou a viagem tranquila e rápida... Como eu tinha dito, nunca me lembrei de levar roupa, então não tive outra opção a não ser ficar fora da água, tomando uma cerveja ou outra, vendo minha cunhada e meu sobrinho brincarem enquanto trocávamos sorrisos. Por um momento, pensei em estar em família em meio a tantos desconhecidos. Os olhares dos homens para o que podiam pensar que era minha esposa — e como não olhar?...
Um corpo delicado moldado pelos próprios deuses, curvilíneo e cheio de glamour naquele biquíni azul, sendo a visão de vários homens secando, enquanto eu imaginava minha mulher...
Caralho, que rabo que a Samanta tinha, eu já tava feliz só de ver como era carnudo e bem durinho, mas pra Samanta nunca foi ruim estar assim, pelo contrário, ela parecia curtir pra caralho o momento, cada um do seu jeito... Ficamos várias horas nessa até que minha cunhada sacou que a gente tava quase indo embora, aí sugeriu ir no lugar do marido amado dela (meu irmão) e tirar uma selfie do momento.
Foi tanta gratidão que ela não parava de pular de alegria e sorrir o tempo todo... Nunca fui de sair em fotos, até que consegui tirar uma que lembro com tanto amor..
Um abraço formal de agradecimento cheio de lágrimas de alegria da Samanta pelo dia e por tudo que ele tinha dado a ela, chegando a dizer que ele era o melhor por tantas saídas, tanto que fiz ela vir até o lugar do meu irmão, e aquele lugar favorito dela.. Sem mais, nós dois nos olhamos, a Samanta com as lágrimas a mil enquanto
Um beijo de ambos cúmplices se fixou nos dois, Samanta não acreditava no que tinha acontecido e eu parecia me envolver na cintura fina dela e nos lábios... Nós dois nos afastamos, pegando as coisas por causa de uma chuva que nos afastava do momento enquanto eu andava perdido pelo ocorrido, via a reação de Samanta balançando a cabeça de um lado para o outro, pensando em querer morrer porque tinha me metido numa enrascada... Ao entrar no carro, ninguém disse nada enquanto a chuva nos envolvia, meu sobrinho deitado dormindo, eu dirigindo e Samanta sem dizer nada, olhando pela janela. O caminho foi bem pesado, mas chegando em casa, Samanta foi para a dela, evitando me olhar, pegando o filho no colo sem me dizer uma palavra... Tentei clarear as ideias no carro estacionado na frente de casa, acendi um cigarro e fiquei pensando no que fazer: se mudar, ir embora pra longe, sei lá, tinha tanta coisa pra resolver e pedir desculpas pra Samanta, além de explicar minha culpa pro meu irmão... A casa dos meus pais estava escura, sinal de que os dois estavam dormindo, assim como o quarto de Samanta com a luz acesa, que depois apagou. Pensei em dormir no carro, fumando um cigarro atrás do outro que não acabava por causa do nervosismo... Uma mensagem de Samanta apareceu no meu celular, dizendo pra eu apagar as luzes do carro, que estavam acesas, e entrar em casa, que já era tarde pra ficar no carro. Sem mais, falei que queria clarear as ideias e pedir desculpas, que foram interrompidas, e que entendia o que tinha acontecido... Ela mencionou que, se eu quisesse companhia, podia sair um pouco, mas eu já não queria mais problemas... Sem mais, ela disse que ia vestir um suéter e sair, porque estava frio, e me mandou uma foto do que parecia um vestido curto ou a pijama dela, não sabia direito...
Ao vê-la saindo e entrando no carro, fiquei tão nervoso que não sabia o que fazer ou dizer, e ela começou a falar sobre o amor pelo irmão dela e como ele tinha sido fofo. A conversa já durava uns dez minutos quando eu tomei a iniciativa e dei um beijo na boca dela, com o rosto colado no meu. Daí, o beijo evoluiu e eu passei a pegar nas pernas dela enquanto nos beijávamos. Não havia mais palavras nem recriminações, agora era só beijos e tocar o corpo dela. Comecei a ouvir pequenos gemidos saindo dela cada vez que eu a beijava e segurava suas pernas. Isso culminou nela me pegando pela frente da calça e desabotoando com minha ajuda para liberar minha pica, que ela começou a chupar sem hesitar, de um jeito delicioso.
O balançar da boca dela no meu pau me fazia querer gritar, tapando a boca pra não fazer barulho. Foi tanta coisa que eu admirei o jeito dela chupar meu pau, nem minhas ex-parceiras faziam igual ela..
Agora eu estava no lugar do meu irmão naquela vez, quatro anos atrás, quando pude ver ela chupando ele e como meu irmão gritava com aquela mamada que ela dava. Sem mais, pedi pra ela parar, porque sentia que ia gozar. Quando tentei afastá-la, ela abriu mais a mandíbula pra enfiar meu pau mais fundo na boca dela. Dava pra ouvir a saliva escorrendo do meu pau e os engasgos que ela dava, sentindo ela cuspir por dentro no meu pau. Sem mais, acabei gozando na boca dela, me esvaziando inteiro nela. Nessa hora, recuperei as forças e vi que nenhuma gota do meu gozo tinha escapado — Samanta tinha engolido tudo. Sem mais, ela olhou nos meus olhos, levou a boca até a minha e encheu minha boca de gozo. Fiquei em choque. Ela me agradeceu, pegou no meu pau e apertou com as unhas... "Vai, entra logo, já é tarde." Ela saiu do carro. Fiquei em choque e fiz o que ela disse. Já no meu quarto, mandei as fotos pra ela, mas antes agradeci pelo dia e pelo que rolou no carro... Samanta: "Shhh, foi gostoso do começo ao fim, valeu 😋" Sabia que ela tinha gostado, então, com meu pau na mão, mandei uma foto dela e o quanto eu tava agradecido.
Samanta: então você gostou, seu tarado de pau grande... tchau.
Sem dúvida ela tinha gostado e a buceta dela tava molhada. Os dias foram passando na maior normalidade, sem tocar em nenhum ponto do que aconteceu, vendo ela na casa da minha mãe, sem meu irmão por perto. Tava rolando um almoço em família na casa dos meus pais e a gente se divertindo pra caralho, cheio de risada.
Samanta e meu irmão se levantaram pra ir embora, mas antes... Samanta: cunhado, vai ter o festival do seu sobrinho e queria te convidar, já que o Javier tá ocupado, né, love? Javier: ahm, ééé, love, você não sabe o quanto é importante, mas vou dar um jeito de ir. Samanta: cunhado, você vem com a gente? Claro, cunhada, pra mim vai ser um prazer.
O festival era pra dançar com os pais dela, então a Samanta se preparou pra fazer uma rotina bonitinha e se divertir. Já no festival, aproveitei pra chamar ela pra jantar com meu sobrinho e, sem mais delongas, ela aceitou... Naquela mesma noite, fiquei muito feliz. Não esperava nada além de sair com eles e curtir uma tarde perfeita — e foi exatamente o que aconteceu.
A Samanta tava usando uma minissaia preta, salto alto, uma blusa sem decote colada no corpo, mostrando umas panturrilhas bem definidas junto com umas coxas lindas, passando uma noite incrível.

Sem antes deixar de fazer minhas loucuras... Enquanto meu sobrinho brincava nos brinquedos e a gente cuidava dele, combinamos de ir tomar uma taça de vinho, algo que podia ajudar o dia, mas não sem antes uma série de beijos cúmplices. A essa altura, já tínhamos falhado com meu irmão, então ela aceitou ir com a condição de levar o menino e colocá-lo pra ver desenhos, enquanto nós dois sorríamos...
Sem mais delongas, fomos pro tal hotel, não muito longe de casa, enquanto meu sobrinho via uns vídeos. Durante a viagem toda, fui passando a mão nas pernas dela, já me deixando todo excitado. Quando chegamos no quarto e estacionei o carro do lado de fora, com meu sobrinho dormindo lá dentro, não hesitei em apertar a bunda dela e nos beijarmos de língua pra esquentar o clima.

Mostrando a bunda dela e falando do que eu ia comer, o que eu tanto queria: a raba da minha cunhada.
Que bunda gostosa você tem, foi uma série de passos eróticos que eu dava enquanto meu sobrinho via TV e as bundas da Samanta se levantavam a cada passo que ela dava... Samanta me deu essa confiança, porque tudo que ela fazia era para me libertar e poder fazer o que quiséssemos, a voz dela sexy e sensual, meio infantil, do tipo "você gosta da minha bunda? hoje você vai comer esse rabo" e um monte de coisas me fizeram dizer pra ela... Samanta: "hoje serei sua mulher, cunhado" isso levou a uma série de beijos e eu agarrando a bunda dela e o corpo todo, nós dois pelados, nos tocando em todas as partes enquanto os sons dos beijos ecoavam por todo o lugar... Agora sim, preparem-se para o que é bom... Vem, Samanta, chupa minha pica do mesmo jeito que você chupa a do meu irmão.
Siii papai mmm mmm aaa aa eu amo que pau tão grande você tem, adoro, a habilidade com que ele fazia e aquela carinha de menina boazinha me fazia chupar mais ainda o meu pau, injetando prazer nas sugadas que ele dava, cheias de saliva. Ver como ele cuspia no meu pau e o masturbava enquanto eu puxava ele pelo cabelo me fazia controlar o ritmo da boca dele... Dei uns tapas sem querer de tanto prazer que sentia, e ele pedia mais, então eu dava vários tapas enquanto ele brincava com meu pau que não cabia inteiro na boca dele. Você gosta do meu pau, Samanta? Siii, gosto muito. Você gosta mais do que o do meu irmão? Siii, gosto mais. Quanto mais? O seu é mais gostoso, grande e grosso, eu gosto mais do seu pau, papai. Isso, pu... Não quis terminar a frase quando ela mordeu a cabeça do meu pau, me fazendo gritar um pouco. O que foi, Samanta? Sou sua putinha. Fala, mmm mmm mmm. Siiii, Samanta, você é minha putona mais gostosa. Mordendo de novo a cabeça do meu pau, me fazendo falar mais coisas sobre ela. Aaaa, putinha, tá doendo. Um tapa de Samanta me fez acordar para o que ela tanto queria saber: por que aquilo me excitava tanto, e eu me deixei levar... Aaaa, putinha, desde o primeiro dia eu quis te comer, você me atrai demais. As unhas dela cravavam nas minhas pernas e a mordida ficava mais forte, enquanto com a mão ela me fazia falar mais coisas. Você é uma putinha safada. Adoro suas bundona, suas pernonas, quantas vezes me masturbei escondido, olhando você naquelas minissaias.
Tantas vezes eu vi sua calcinha debaixo da mesa, puta. Sabe quantas vezes eu quis enfiar a pica em você? Humm, assim, gostosa, assim, puta, puta, puta. Lembra do ano passado, como você tava, puta? Sim, eu tirei várias fotos suas pra me masturbar.
Hoje você é minha, puta.
Engole inteiro, mmmm, assim, mais pra dentro, sem deixar ela sair do meu pau. Eu fodia a boca dela como um desesperado... Meu sobrinho falava com a mãe enquanto, com o pau duro, eu me masturbava vendo ela chegar no quarto pra ver o que tinha acontecido.
Sem mais, puxei ela pra sentar no meu pau.
Pra comer ela de quatro
O tamanho da bunda dela era essencial pra não deixar escapar enquanto eu batia naquelas nalgotas no ritmo da minha pica.
Siii siii papai, assim me fode, me dá forte que gostoso você mete essa sua piroca... Aaaaa aaa aaaa Você é uma puta que merece um pau mais gostoso que o do meu irmão Aaaaa oooo siiii siii prefiro o seu pau Tapas sonoros, me pede, puta Siii papai, me dá mais pica, adoro quando você me fode, não sabia que você queria tanto me comer Não só isso, quero te engravidar Aaaaa aaaa ooo siii Que gostoso, papai, siiii, faz isso, me dá um filho pro meu corno do irmão As besteiras eram mais intensas enquanto seus gritos enfeitavam o quarto
A bunda mais perfeita, aquelas nádegas agora eram minhas e a chave era meu pau que ela tanto adorava. Gozei dentro dela, não foi a única vez de tantas que meti meu pau na minha cunhada. Foi tanto o amor dela pelo meu pau que até fotos juntos a gente guarda.




Chegamos a um ponto que a bunda dela é minha, e ela ainda me toca a pica por debaixo da mesa, na frente da família.
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