Embora eu sempre me divertisse com a Ana (minha ex-namorada), ela não era muito de sair pra festas. Eu tava numa fase da vida em que todo fim de semana tinha pelo menos duas festas pra ir. Ela não se importava de eu ir sozinho com meus amigos, mas, pra ser sincero, várias vezes eu pulei a cerca: beijei umas minas e até levei várias pra cama.
Uma noite, eu tinha brigado com minha namorada. Ela queria que eu ficasse vendo filmes da Disney com ela, mas eu já tinha combinado com meus amigos de ir pra uma festa do outro lado da cidade. Quando a gente tava no carro, mandei mensagens pra resolver as coisas, mas ela simplesmente não respondia. Pra ser sincero, fiquei pra baixo com isso. Chegando na festa, tava desconfortável por causa da briga. Tava sentado num sofá, olhando pro celular e bebendo sozinho, quando uma mina loira se aproxima. Ela me pergunta por que eu tava tão triste. Eu falei umas coisas tipo que só tava cansado, e ela disse que o que faltava era eu me soltar. Aí ela me pegou pela mão e me levou pro salão, onde tinha gente dançando e bebendo. Ela começou a rebolar pra mim, e eu fui no embalo. Quando menos esperei, a gente já tava se beijando. Ela era um pouco mais alta que eu, magra, as pernas e a bunda dela eram durinhas de tanto malhar, e o peito era muuuuito pequeno. Minha primeira impressão foi que ela ia muito pra academia. A gente continuou se beijando um tempo até que ela me pegou pela mão de novo e me levou pra um quarto. Lá, joguei ela na cama, ela baixou minha calça e começou a chupar meu pau. Sinceramente, até hoje foi a melhor chupada de pau que já recebi na vida.
Ela chupou minha rola de um jeito tão gostoso, lambendo minhas bolas, passando a língua no meu cu enquanto eu me masturbava, deslizando a língua das minhas bolas até a ponta da minha glande e fazendo círculos na minha uretra. Foi inevitável gozar sem aviso, e a cereja do bolo foi que ela lambeu todo o porra que tinha na minha barriga e que ainda continuava saindo da minha rola. Nós deitamos na cama, eu completamente pelado e ela totalmente vestida, nos beijando e conversando sobre coisas; quando minha rola ficou dura de novo, tentei masturbá-la, mas ela me parou, perguntou se eu tinha camisinha e eu disse que não. Ela falou que só transava com camisinha, e eu desci correndo pra pedir pros meus amigos ou qualquer um que me desse uma. Quando voltei, ela já tinha ido embora.
Perguntei pros meus amigos se sabiam quem era ela, mas nem viram ela. Investigando com uns caras da festa, consegui o número dela. No começo ela não respondia, mas depois de insistir muito, ela respondeu e aceitou a gente se ver pra conversar.
Ela tava vestida muito gostosa, casual mas gostosa, perguntei na lata por que ela foi embora naquela noite e ela disse que tinha que confessar uma coisa, ficou pensando um pouco e falou que tinha namorado e tinha traído ele. Falei que eu também já tinha traído minha parceira, e que tava disposto a trair de novo. Ela ficou surpresa me olhando, chegou perto e me deu um beijo, a gente começou a se beijar. Como já tínhamos transado uma vez, não pensei duas vezes e sugeri irmos pra um motel. Ela ficou brava, parou de me beijar e disse que se eu só queria ela pra isso, então não queria nada. Pedi desculpas e falei que na verdade gostava muito dela e não tava pensando direito. Ela disse pra gente sair um pouco e, se tudo desse certo, a gente podia dar o próximo passo.
A gente teve vários encontros onde o máximo que rolou foi nos beijar, e sinceramente comecei a me apaixonar por ela, a ponto de terminar com minha namorada porque eu só queria ficar com a Sofi (a mina da festa, é o nome dela). Eventualmente pedi a Sofi pra ser minha namorada, e no mesmo dia fomos pra um motel onde ela me fez um boquete de novo, mas quando tentei tocar nela, ela disse que não podia. Aí não tinha mais pra onde correr, perguntei qual era o problema e ela começou a chorar, a maquiagem dela ficou toda borrada e, me olhando bem triste, falou: "É que você realmente não percebeu?" Pegou minha mão e colocou no meio das pernas dela, senti um volume duro, puxei a calça dela pra baixo e o pau dela ficou exposto na minha frente.
Não soube como reagir, era a primeira vez que isso acontecia comigo, mas ao mesmo tempo eu estava realmente me apaixonando por aquela pessoa. Ela começou a chorar ainda mais, cobrindo o rosto e cruzando as pernas, só repetia "desculpa, desculpa!". Depois de um longo momento de choque, me coloquei sobre ela e a beijei. Ela, ainda com lágrimas, correspondeu ao meu beijo. Abri suas pernas e nossas rolas ficaram juntas. Peguei as duas e comecei a masturbá-las ao mesmo tempo. O choro dela se transformou numa espécie de risada de felicidade, e eu também ri um pouco. "É a primeira vez que faço isso", falei. Ela me deu um abraço forte e disse: "Vou me esforçar pra fazer você aproveitar ao máximo". Passou lubrificante na minha rola e no cu dela, e então a penetrei.
Era raro, me sentia riquíssimo e ver como meu pau pulava enquanto metia nela na posição de missionário era muito excitante. Ela se masturbava enquanto eu comia ela e beijava o peito liso dela, comecei a masturbar ela também. Fizemos várias posições até que, de cowgirl, gozei dentro dela e ela, ao sentir meu gozo quente, gozou na minha barriga. Uma experiência tão única que é difícil de descrever, mas quem já passou por isso com certeza sabe do que tô falando.
Formalmente, já éramos namorados. Apresentei ela pros meus amigos e nunca escondi que ela era trans. No começo, eles zoaram, mas acabaram se tornando bons amigos dela, a ponto de fazermos um menage com um deles, e outro até me tirou ela, mas isso é história pra outra ocasião.
(as imagens foram somente ilustrativas.)
Uma noite, eu tinha brigado com minha namorada. Ela queria que eu ficasse vendo filmes da Disney com ela, mas eu já tinha combinado com meus amigos de ir pra uma festa do outro lado da cidade. Quando a gente tava no carro, mandei mensagens pra resolver as coisas, mas ela simplesmente não respondia. Pra ser sincero, fiquei pra baixo com isso. Chegando na festa, tava desconfortável por causa da briga. Tava sentado num sofá, olhando pro celular e bebendo sozinho, quando uma mina loira se aproxima. Ela me pergunta por que eu tava tão triste. Eu falei umas coisas tipo que só tava cansado, e ela disse que o que faltava era eu me soltar. Aí ela me pegou pela mão e me levou pro salão, onde tinha gente dançando e bebendo. Ela começou a rebolar pra mim, e eu fui no embalo. Quando menos esperei, a gente já tava se beijando. Ela era um pouco mais alta que eu, magra, as pernas e a bunda dela eram durinhas de tanto malhar, e o peito era muuuuito pequeno. Minha primeira impressão foi que ela ia muito pra academia. A gente continuou se beijando um tempo até que ela me pegou pela mão de novo e me levou pra um quarto. Lá, joguei ela na cama, ela baixou minha calça e começou a chupar meu pau. Sinceramente, até hoje foi a melhor chupada de pau que já recebi na vida.
Ela chupou minha rola de um jeito tão gostoso, lambendo minhas bolas, passando a língua no meu cu enquanto eu me masturbava, deslizando a língua das minhas bolas até a ponta da minha glande e fazendo círculos na minha uretra. Foi inevitável gozar sem aviso, e a cereja do bolo foi que ela lambeu todo o porra que tinha na minha barriga e que ainda continuava saindo da minha rola. Nós deitamos na cama, eu completamente pelado e ela totalmente vestida, nos beijando e conversando sobre coisas; quando minha rola ficou dura de novo, tentei masturbá-la, mas ela me parou, perguntou se eu tinha camisinha e eu disse que não. Ela falou que só transava com camisinha, e eu desci correndo pra pedir pros meus amigos ou qualquer um que me desse uma. Quando voltei, ela já tinha ido embora.Perguntei pros meus amigos se sabiam quem era ela, mas nem viram ela. Investigando com uns caras da festa, consegui o número dela. No começo ela não respondia, mas depois de insistir muito, ela respondeu e aceitou a gente se ver pra conversar.
Ela tava vestida muito gostosa, casual mas gostosa, perguntei na lata por que ela foi embora naquela noite e ela disse que tinha que confessar uma coisa, ficou pensando um pouco e falou que tinha namorado e tinha traído ele. Falei que eu também já tinha traído minha parceira, e que tava disposto a trair de novo. Ela ficou surpresa me olhando, chegou perto e me deu um beijo, a gente começou a se beijar. Como já tínhamos transado uma vez, não pensei duas vezes e sugeri irmos pra um motel. Ela ficou brava, parou de me beijar e disse que se eu só queria ela pra isso, então não queria nada. Pedi desculpas e falei que na verdade gostava muito dela e não tava pensando direito. Ela disse pra gente sair um pouco e, se tudo desse certo, a gente podia dar o próximo passo.A gente teve vários encontros onde o máximo que rolou foi nos beijar, e sinceramente comecei a me apaixonar por ela, a ponto de terminar com minha namorada porque eu só queria ficar com a Sofi (a mina da festa, é o nome dela). Eventualmente pedi a Sofi pra ser minha namorada, e no mesmo dia fomos pra um motel onde ela me fez um boquete de novo, mas quando tentei tocar nela, ela disse que não podia. Aí não tinha mais pra onde correr, perguntei qual era o problema e ela começou a chorar, a maquiagem dela ficou toda borrada e, me olhando bem triste, falou: "É que você realmente não percebeu?" Pegou minha mão e colocou no meio das pernas dela, senti um volume duro, puxei a calça dela pra baixo e o pau dela ficou exposto na minha frente.
Não soube como reagir, era a primeira vez que isso acontecia comigo, mas ao mesmo tempo eu estava realmente me apaixonando por aquela pessoa. Ela começou a chorar ainda mais, cobrindo o rosto e cruzando as pernas, só repetia "desculpa, desculpa!". Depois de um longo momento de choque, me coloquei sobre ela e a beijei. Ela, ainda com lágrimas, correspondeu ao meu beijo. Abri suas pernas e nossas rolas ficaram juntas. Peguei as duas e comecei a masturbá-las ao mesmo tempo. O choro dela se transformou numa espécie de risada de felicidade, e eu também ri um pouco. "É a primeira vez que faço isso", falei. Ela me deu um abraço forte e disse: "Vou me esforçar pra fazer você aproveitar ao máximo". Passou lubrificante na minha rola e no cu dela, e então a penetrei.
Era raro, me sentia riquíssimo e ver como meu pau pulava enquanto metia nela na posição de missionário era muito excitante. Ela se masturbava enquanto eu comia ela e beijava o peito liso dela, comecei a masturbar ela também. Fizemos várias posições até que, de cowgirl, gozei dentro dela e ela, ao sentir meu gozo quente, gozou na minha barriga. Uma experiência tão única que é difícil de descrever, mas quem já passou por isso com certeza sabe do que tô falando.Formalmente, já éramos namorados. Apresentei ela pros meus amigos e nunca escondi que ela era trans. No começo, eles zoaram, mas acabaram se tornando bons amigos dela, a ponto de fazermos um menage com um deles, e outro até me tirou ela, mas isso é história pra outra ocasião.
(as imagens foram somente ilustrativas.)
1 comentários - Minha primeira trans gostosa