Meu namoro com Saturnino não durou muito, foram tempos perfeitos e éramos um para o outro, e rapidamente acabamos no altar.
Fruto de uma boa situação financeira, compramos uma linda casa no pé das montanhas, num dos bairros mais cobiçados da cidade, num lugar para gente rica, de construção moderna, em dois andares, com amplas janelas de vidro que tiravam a privacidade não fossem as cortinas, daquelas que você vê tudo que acontece lá fora, com quartos demais para só duas pessoas e todos os luxos imagináveis de hoje em dia, com um grande corredor lateral por onde entrávamos com nossos carros, cada um o seu, e terminava numa piscina enorme no fundo com churrasqueira para o verão.
Apesar de ter tudo em abundância, nossa convivência de casados não foi a esperada, os fogos de artifício das primeiras noites logo se apagaram e de alguma forma nos transformamos em dois estranhos que dividiam a cama e transavam, mas nada além disso.
Tentei descobrir o que acontecia com meu marido, porque eu era toda fogo com ele, agia como uma puta com ele e não tinha um 'não' para ele, mas depois de fazer, ele só virava as costas e parecia se fechar nos segredos dele, mas Saturnino parecia distante e eu sentia que meu marido, apesar de tudo, nunca estava satisfeito.
Não foi da noite para o dia, mas aos poucos fui desmontando as defesas dele, entendendo o que se passava. No começo, achei que era uma loucura besta, eu não era assim, ele tinha se enganado comigo, mas com o passar dos dias, fui me perdendo no jogo dele e nem percebi quando passei a fazer parte dele.
Acontece que meu marido ficava excitado com a ideia de eu botar chifre nele, de fazer pelas costas dele, de me prostituir com qualquer cara que cruzasse nosso caminho, mas essas coisas não eram para um casamento tradicional.
Quando Saturnino conseguiu me contar todos os desejos dele, sentiu que tirava um peso das costas, já não era mais segredo. agora eu tinha uma cúmplice pras loucuras dele, começamos a ler bibliografia, a compartilhar histórias, relatos, fantasias e experiências reais de outros casais, e aos poucos fui me acostumando com a ideia. nos registramos num site que encontramos por acaso, chamava ‘de putas e cornos’ e começamos a conversar com outros casais e caímos naquele redemoinho de desejos que nos arrastava cada vez mais fundo.
Era uma noite de outono, daquelas noites em que a gente fica no meio do caminho entre o calor do verão e o frio do inverno, era um fim de semana prolongado por causa de uma segunda-feira feriada e não tinha muita gente na cidade, muitos tinham aproveitado pra descansar em outros lugares, então decidimos ir a um pub que a gente costumava frequentar quando namorava, ficava meio afastado do centro, onde geralmente iam casais pra tomar uns drinks e dançar um pouco. Eu era jovem e me achava gostosa, rosto redondo e olhos escuros, cabelos pretos que costumo prender, e uma silhueta bem harmônica, peitos, cintura, bunda, pernas, cê sabe, e Saturnino ficava excitado quando percebia que outros me desejavam, então geralmente ele me fazia vestir de forma provocante. Naquela noite, ele mesmo tinha se encarregado de depilar minha buceta. Tinha escolhido pra mim uma calcinha fio dental minúscula e sutiã de renda, uma saia preta curta e justa, uma camisa meio transparente em tons apagados, e, claro, me pediu que junto com meus sapatos de salto alto usasse meia-calça de nailon com ligas.
E assim chegamos naquele lugar onde tantas vezes tínhamos ido, como era de se esperar, estava quase vazio, e eu me sentia sexy pelo jeito que estava vestida e ainda sabendo que toda essa brincadeira excitava Saturnino, mas eu nem imaginava as coisas que passavam pela cabeça daquele homem.
E foi assim que, entre drinks e danças, entre beijos e carícias, fui me soltando, me predispus, num momento tive que ir mijar e meu marido aproveitou pra me dizer:
— Espera... já que vai no banheiro, tira a calcinha fio dental e traz pra mim, me excita saber que você tá pelada entre as pernas. pernas, imaginar que algum desses caras pode te fazer sua, sobe a pica só de pensar nisso.
Eu coloquei alguns empecilhos naquela hora, mas Saturnino sabia como me convencer, então minutos depois eu estava de novo do lado dele, no meio do pub, com a minha buceta nua e quente, colocando na mão dele a calcinha fio-dental encharcada de fluidos que eu já não estava usando.
Continuamos jogando, naqueles jogos quentes, conforme os minutos passavam ele me provocava cada vez mais, eu sentia o fluido quente que escorria da minha xota e jorrava descontroladamente, e isso virava um ciclo vicioso, quanto mais me molhava, mais me excitava, e na minha cabeça a sensação de não estar de calcinha se tornava terrivelmente enlouquecedora.
Saturnino começou então a brincar com as palavras, me disse que dos homens que estavam no local eu escolhesse um, que fantasiava com quem eu quisesse transar, era só um jogo e, embora eu tenha evitado várias vezes, ele continuou insistindo, então só para dar o gosto nas fantasias dele, olhei rapidamente ao redor, dois ou três caras que estavam sozinhos chamaram minha atenção, mas sem dúvida um loiro apoiado no balcão me pareceu um pedaço tentador, bebia um drink na posição de observador, e já tinha notado várias vezes na noite os olhos dele perdidos nas minhas curvas, era alto, bonito, usava um conjunto esportivo de calça e blazer num tom marrom-claro e uma camiseta justa num branco reluzente. Apontei ele para meu marido, e aos poucos estabelecemos contato visual e gestual, entre nós três, uma loucura total, mas percebi que estava tão excitada que poderia ter feito qualquer coisa naquela hora...
E meu marido percebeu tudo, tudo saía como ele tinha traçado na mente dele, quando o estranho foi para o banheiro ele me disse empurrando minhas costas:
— Vai, anda, segue ele, entra no banheiro com ele, quero que você chupe a pica dele, quero que você faça isso!
Naqueles instantes eu duvidei um pouco se ainda era parte das fantasias. ou uma realidade perigosa, mas fazia meses que meu marido vinha queimando meus neurônios com essas coisas, então os pedidos dele não me soaram absurdos. Avancei para o banheiro masculino, sem saber como aquele estranho reagiria. Quando entrei, ele estava lavando as mãos e arrumando o cabelo. Nos olhamos fixamente através do espelho na parede, e notei a surpresa nos seus olhos. Para minha sorte, parecia não haver nenhum outro homem naquele momento. Apenas me aproximei do estranho e disse:
- Vi como você me olhava, e meu marido me desafiou a chupar sua pica... você topa?
Acho que o cara não entendeu muito bem qual era a do jogo, mas minhas palavras teriam ferido a masculinidade dele se não aceitasse, e honestamente, com certeza aos olhos dele eu parecia uma puta terrível naquele banheiro de homens. E, caso ele tivesse dúvidas, só baixei meu olhar para a virilha dele e comecei a lamber meus lábios com a língua. O cara só se recostou na pia e começou a desnudar a pica. Fui sem hesitar sobre o que queria fazer. Ajoelhei aos pés dele, apoiei minhas mãos nas pernas dele e contemplei o membro duro. Só fechei os olhos e meti na minha boca. Estava delicioso. Fazia tempo que não ficava com outro homem e, desde o dia em que Saturnino e eu nos conhecemos, fui absolutamente fiel a ele. O loirinho me deixava fazer. Eu tentava engolir fundo, acariciar a glande com a língua, e só chupava como uma puta suja, de joelhos, imaginando o que meu marido imaginava lá fora.
O cara insinuou querer me comer, mas as instruções eram só chupar a pica, e esse era meu trabalho. Senti nas minhas costas alguns homens casuais que passaram e se surpreenderam com a cena. Pouco me importou, aliás, me excitou que estranhos me vissem mamando aquela pica, e naquela altura eu já sentia meus fluidos chegando até minhas meias com ligas. Era dinamite prestes a explodir.
E só continuei no suco até sentir ele gozar. Só olhei nos olhos dele naqueles momentos, no pico do prazer dele, uma onda de porra encheu minha boca, estava delicioso, e mais, e um pouco mais, demais, mas apertei com força meus lábios em volta do tronco dele, franzi a testa, não aguentava tanto, comecei a engolir e engolir, aquele amargor gostoso, aquele melaço de prazer encheu meu interior.
Me levantei satisfeita com um sorriso nos lábios, observando como o garoto tinha ficado desarmado, sem defesas, tentando recuperar o fôlego enquanto arrumava o pau entre as roupas. Voltei então para meu marido, que esperava ansioso para saber se eu tinha feito, não disse nada, só abracei ele e dei o beijo mais doce e profundo que já tinha dado na minha vida, na minha boca e nos meus lábios ainda tinha o gosto da goza que acabava de provar e isso foi explosivo demais, senti toda a dureza do meu marido cravada no meu baixo ventre.
Talvez isso tivesse sido suficiente, mas pela primeira vez eu ia tomar as rédeas e as coisas seriam do meu jeito, se ele queria mesmo ser meu cuck, então eu ia dar o gosto...
Não perdi muito tempo, já estava quente demais e pronta pra tudo, não muito longe de onde estávamos, o loiro nos olhava ansioso, de novo tomando um gole no bar, então segurei firme meu marido pela mão e fomos encontrar ele.
-Oi! Nos encontramos de novo - falei num tom casual -
-Quero apresentar vocês, ele é meu marido, Saturnino, e ele é... aliás, como você se chama?
Caiu a ficha que tinha chupado o pau de um completo estranho que nem sabia o nome.
-Daniel - respondeu ele - Daniel Ibarra.
-Bom! - falei pegando o touro pelos chifres - vamos fazer o seguinte, Daniel, quero que você me leve pra minha casa, quero que termine o que começamos no banheiro, só nós dois, meu marido vai nos seguir no nosso carro, e vai esperar na porta, pacientemente até a mulherzinha dele ficar bem satisfeita, tá bom, love?
Ambos homens ficaram em silêncio, meu marido já não estava no comando, o matriarcado começava e minha buceta estava tão inundada que eu podia fazer qualquer coisa.
Ao sairmos os três do pub, fomos surpreendidos por uma chuva torrencial, com vento, trovões e relâmpagos. Fui com Daniel até o carro dele e em minutos estávamos a caminho de casa. Ele dirigia com todo cuidado enquanto minha mão esquerda acariciava pacientemente os cabelos da nuca dele. Meus olhos alternavam a atenção entre aquele loiro que ia me comer e o vidro traseiro do carro, cheio de gotas de chuva que distorciam as luzes do carro que nos seguia, o nosso, o do meu marido...
Chegamos, e fomos quase correndo até a porta para não nos molharmos. Entramos, só Daniel e eu, e tranquei a porta. Fomos para a cozinha, dei ao meu amante uma garrafa de vinho que meu marido guardava para uma ocasião especial, e essa era uma ocasião especial. Disse pra ele abrir enquanto eu abria as cortinas da janela e deixava o lugar na meia-luz.
Como eu disse antes, aquelas janelas não guardavam privacidade, e assim como eu podia ver pra fora, com certeza de fora dava pra ver o que acontecia lá dentro. A luz da calçada também era fraca, mas em cada relâmpago que cortava o céu, eu via claramente a silhueta de um homem do outro lado da rua, um homem que estava ali, esperando, debaixo da chuva torrencial. Aquele era o meu homem. Saturnino estava lá fora, na chuva, no papel de cuck, esperando a esposa ser penetrada.
E eu escolhi aquele lugar, a cozinha. Queria que meu marido fizesse parte, aquilo era excitante. Desnudei o peito daquele homem e enchi de beijos, também desnudei meu torso, deixando meus peitos ao alcance dele. Meus mamilos estavam febris e eu sentia arrepios quando roçavam na pele dele.
Daniel não demorou pra notar meu segredo. Quando as mãos de polvo dele foram por baixo da minha saia, descobriram que eu não estava de calcinha, e não só isso: ele tirou os dedos encharcados dos meus sucos que já tinham impregnado. até as meias
—Você é uma puta — ele exclamou ao descobrir—
—Chupa minha buceta — eu implorei—
Ele me pegou pela cintura e me levantou no ar, me sentou na bancada e minhas nádegas sentiram o mármore frio debaixo delas, me inclinei um pouco pra trás apoiando nos cotovelos, abri bem minhas pernas apoiando meu salto direito na bancada, precisava me ajeitar de um jeito que pudesse ver pra fora e também fazer com que Saturnino fosse parte da humilhação da calçada em frente.
Daniel beijou minha barriga lisa e passou sua língua afiada pelo meu púbis depilado, isso foi erótico pra ele, com uma das mãos comecei a acariciar meus peitos, com a outra, os cabelos daquele homem, apertando ele com força contra meu sexo, meus olhos só olhavam pra fora, e cada relâmpago me deixava ver meu marido indefeso debaixo da chuva, uma e outra vez.
Meu amante me lambeu com habilidade, mas foi tudo rápido demais, fazia tempo que eu vinha me segurando pra não gozar, eu gemi e gritei, tive aquelas pontadas tão gostosas, aquela eletricidade correndo por cada poro da minha pele, foi um orgasmo foda, tudo se misturava, um amante, um estranho, um marido humilhado, um voyeur e eu, uma puta, me senti tão puta...
Daniel tomou a iniciativa, eu ainda estava atordoada pelo meu orgasmo, ele levantou minhas pernas me fazendo deitar completamente na bancada, eu estava indefesa, o pau dele enfiou tudo na minha buceta, até o fundo, só inspirei apertando meus lábios e fechando os olhos como reflexo, ele começou a me foder, com força, mais força, mais, apertava minhas coxas entre as mãos, me chamava de puta e dizia o quanto meias com liga e meu sexo todo depilado excitavam ele, me masturbei com força no clitóris, uma das mãos dele se agarrava nas minhas nádegas, senti seus dedos indiscretos brincando no meu cu, sobrava melado pra facilitar a entrada, cravei minhas unhas nos bíceps dele quando ele enfiou os dedos até o fundo, em segundos senti minha buceta inundada com o leite dele, porra! foi foda, foi perfeito… Começava a clarear, a chuva tinha diminuído bastante, a silhueta do meu marido ficava mais nítida, ele continuava parado ali, imperturbável, como uma estátua. Minhas pernas tremiam, eu me sentia exausta. Daniel continuava quente, com o pau ainda duro apesar de ter enchido minha buceta de porra, evidentemente toda a situação o tinha excitado. Foi ele quem tomou a iniciativa, me disse com rispidez:
— Que puta suja você é, gosta de transar com estranhos? Eu sei como tratar vadias como você…
Ele me fez levantar, eu ainda estava com meus saltos altos e minhas ligas pretas, o sêmen dele escorria entre minhas pernas. Ele me levou até a janela, encostou meu rosto e meus peitos no vidro frio, minhas costas ficaram viradas para ele, se ajeitou e meteu de uma vez no meu cu.
— Aiiiiii!!!!! Animal! — reclamei por causa da dor da invasão.
— Toma, puta, toma! — ele dizia enquanto começava a me sodomizar com mais e mais força.
A situação foi incomparável, aquele cara me tinha quase nua contra a janela, me comia pelo cu como uma vagabunda e do outro lado, Saturnino tinha o prazer de ver outro homem me possuindo, como tantas vezes tinha imaginado.
Daniel não parou até encher meu cu de porra, me deixou bem dilatada, saciada de prazer…
O tempo de Daniel tinha acabado, naquele momento só cabia um até logo, não era hora de pensar no futuro. Ele pegou suas roupas, se vestiu de novo, me deu um último beijo na boca com gosto de pecado e simplesmente foi embora. Minutos depois, a porta da frente se abriu de novo, a figura de Saturnino apareceu, ele estava um trapo molhado. Me olhou como se me examinasse, eu estava quase nua, apoiada na bancada, exultante, com meus buracos doloridos, escorrendo porra por todo lado. Olhei para ele desafiante, provocativa. Ele queria que eu botasse chifre nele? Que o humilhasse? Bem, eu tinha dado o gosto…
Foi a vez dele de me tratar de prostituta, jogou todas as roupas molhadas de lado, me agarrou pelo braço e me arrastou. No quarto, ele me colocou de quatro no colchão e só enfiou o pau na minha pussy. Foi sexy ouvir os estalos contínuos, porque eu ainda estava cheia dos sucos do Daniel. Ele separou minhas nádegas pra ver meu esfíncter todo aberto, só provocou pra ele também me dar pelo cu, e começou a trocar de buracos à vontade.
Honestamente, o Daniel tinha me comido tão bem que eu já não tinha vontade de que meu marido me comesse, então só deixei ele se aliviar, até que ele também gozou nas minhas costas.
Me recostei pra frente, só fechei os olhos e caí no sono profundo.
Esse foi o começo de uma nova vida pra mim e pro Saturnino. Contamos nossas experiências em ‘de putas e cornos’ e muita gente fez parte disso. Saturnino postou minhas fotos pelada pra todo mundo conhecer a puta que ele tinha como esposa, e vários caras nos contataram, e alguns chegaram a me comer. Também repetimos a experiência com estranhos, naquele pub e em outros lugares.
Depois foi a vez de um primo dele, e depois um amigo meu que eu sempre tive vontade, e percebemos que com estranhos era bom, mas com conhecidos era ainda melhor. Saturnino queria ser um cuck completo e que todo mundo ao nosso redor soubesse que podiam comer a esposa dele, e aos poucos me tornei uma puta de verdade. Fui de boca em boca, fui mulher dos amigos dele, do bairro, todos, todos eram candidatos a me comer, e eu peguei o gosto de humilhá-lo. Às vezes ele estava presente, mas muitas vezes nem ficava sabendo o que eu fazia, com quem eu fazia, só deixava ele imaginando enquanto eu ia me esfregar com outros caras.
Os anos passaram, histórias, muitas histórias, chegamos ao presente. Semana passada foi o aniversário dele, fui comemorar com um par de amigos dele, deixei um bilhete na mesa que dizia:
Meu amor, feliz aniversário! Eu gosto que você olhe daí, cuck, que veja como outro mete a mão em mim em público, como me toca na frente dos seus olhos. como minha calcinha fica molhada na frente de todo mundo, adoro que você sinta ciúmes e fique de pau duro, porque sei que você fica assim mesmo estando aí, à distância, sempre vejo o volume na sua calça, sei que você gosta de ver outros caras aproveitando sua mulher, e dói saber que outros me dão mais prazer que você.
Sabe que hoje não vou estar por aqui, vou só transar, vou ficar com ele, deixando ele me apalpar pra você sentir a delícia da humilhação, o prazer doloroso de saber que sua mulher está sendo curtida por outro que não é você. Eu adoro tanto te fazer de corno que gozo só de pensar, e vou pro hotel com ele. Dessa vez quero ficar sozinha, sem você poder ver, quero te fazer sofrer porque seu masoquismo me excita e sei que você sofre ao não ver como eu te traio.
Mas não se afaste do celular, fica ligado, não vou esquecer de você, corno, vou te ligar, vou deixar a chamada aberta, quando estivermos no quarto e eu tiver o pau dele na mão, quando eu chupar ele, ele tem um pau enorme, o seu pau comparado com o dele nem é pau, sinto te dizer ha ha ha ha! Bom, não sinto, me excita te humilhar, você já sabe. Tô pensando em dar pra ele, vou ficar atenta pra te dar um bom show, quero que você me ouça transar com ele, pra saber como é o som dos seus chifres.
Me espera acordado, mesmo que seja tarde, vou voltar cheia de pica, mas é seu aniversário, vou te dar a chance de me comer, meu querido marido corno. Vai ser sua vez de me foder, claro, se você conseguir, porque sei que não consegue. Te deixei preso no cinto de castidade e você não pode bater punheta nem me comer, mas vou deixar você tentar, tentar enfiar essa porcaria na minha buceta, mesmo sem conseguir, enquanto te conto com todos os detalhes como meu macho me comeu, os orgasmos que ele me deu, como ele chupou meus peitos, como ele me furou com o pau dele, por todos os lados, como meu cu tá doendo por causa dele, porque o pau dele é enorme e lindo. Sei que você vai ficar de pau duro ao ouvir como te fiz de corno. cuck, e o cinto vai apertar você mais uma vez, e vai doer, eu sei, e faço de propósito. Quero te fazer sofrer porque sei que você goza, que quanto mais te faço sofrer e te humilho, mais você curte. Você é um cuck masoquista. Uma joia de marido.
Mas não sou uma mulher ruim. Sou uma boa esposa, a mãe dos seus filhos, bom, é um jeito de dizer, né, porque você sabe que cria dois filhos que não são seus, são filhos dos caras que me comeram, vai saber de quem, mas isso te excita, cuck, é o que mais te dá tesão, se sentir cuck pelo resto da vida porque quando olhar nos olhos deles, vai saber que é cuck. Sabe, tô com tesão e nos meus dias férteis, quem sabe, talvez quando eu voltar já esteja germinando uma nova vida dentro de mim, seria um presente bonito no seu dia, o que acha?
E se você tiver sorte, talvez eu tire o cinto e deixe você se masturbar, você merece, já faz mais de quatro meses sem fazer e não quero que suas mini bolinhas atrofiem. E se eu estiver de bom humor, pode ser que eu te faça gozar te esbofeteando com minhas mãos, sei que você gosta porque não aguenta nem um minuto com meus tapas no seu mini pau. Você goza a jatos enquanto te chamo de cuck, meu marido cuck, meu querido esposo cuck. Te amo. Você sabe.
Se você gostou dessa história, pode me escrever com o título DE PUTAS E CORNUDOS para dulces.placeres@live.com
Fruto de uma boa situação financeira, compramos uma linda casa no pé das montanhas, num dos bairros mais cobiçados da cidade, num lugar para gente rica, de construção moderna, em dois andares, com amplas janelas de vidro que tiravam a privacidade não fossem as cortinas, daquelas que você vê tudo que acontece lá fora, com quartos demais para só duas pessoas e todos os luxos imagináveis de hoje em dia, com um grande corredor lateral por onde entrávamos com nossos carros, cada um o seu, e terminava numa piscina enorme no fundo com churrasqueira para o verão.
Apesar de ter tudo em abundância, nossa convivência de casados não foi a esperada, os fogos de artifício das primeiras noites logo se apagaram e de alguma forma nos transformamos em dois estranhos que dividiam a cama e transavam, mas nada além disso.
Tentei descobrir o que acontecia com meu marido, porque eu era toda fogo com ele, agia como uma puta com ele e não tinha um 'não' para ele, mas depois de fazer, ele só virava as costas e parecia se fechar nos segredos dele, mas Saturnino parecia distante e eu sentia que meu marido, apesar de tudo, nunca estava satisfeito.
Não foi da noite para o dia, mas aos poucos fui desmontando as defesas dele, entendendo o que se passava. No começo, achei que era uma loucura besta, eu não era assim, ele tinha se enganado comigo, mas com o passar dos dias, fui me perdendo no jogo dele e nem percebi quando passei a fazer parte dele.
Acontece que meu marido ficava excitado com a ideia de eu botar chifre nele, de fazer pelas costas dele, de me prostituir com qualquer cara que cruzasse nosso caminho, mas essas coisas não eram para um casamento tradicional.
Quando Saturnino conseguiu me contar todos os desejos dele, sentiu que tirava um peso das costas, já não era mais segredo. agora eu tinha uma cúmplice pras loucuras dele, começamos a ler bibliografia, a compartilhar histórias, relatos, fantasias e experiências reais de outros casais, e aos poucos fui me acostumando com a ideia. nos registramos num site que encontramos por acaso, chamava ‘de putas e cornos’ e começamos a conversar com outros casais e caímos naquele redemoinho de desejos que nos arrastava cada vez mais fundo.
Era uma noite de outono, daquelas noites em que a gente fica no meio do caminho entre o calor do verão e o frio do inverno, era um fim de semana prolongado por causa de uma segunda-feira feriada e não tinha muita gente na cidade, muitos tinham aproveitado pra descansar em outros lugares, então decidimos ir a um pub que a gente costumava frequentar quando namorava, ficava meio afastado do centro, onde geralmente iam casais pra tomar uns drinks e dançar um pouco. Eu era jovem e me achava gostosa, rosto redondo e olhos escuros, cabelos pretos que costumo prender, e uma silhueta bem harmônica, peitos, cintura, bunda, pernas, cê sabe, e Saturnino ficava excitado quando percebia que outros me desejavam, então geralmente ele me fazia vestir de forma provocante. Naquela noite, ele mesmo tinha se encarregado de depilar minha buceta. Tinha escolhido pra mim uma calcinha fio dental minúscula e sutiã de renda, uma saia preta curta e justa, uma camisa meio transparente em tons apagados, e, claro, me pediu que junto com meus sapatos de salto alto usasse meia-calça de nailon com ligas.
E assim chegamos naquele lugar onde tantas vezes tínhamos ido, como era de se esperar, estava quase vazio, e eu me sentia sexy pelo jeito que estava vestida e ainda sabendo que toda essa brincadeira excitava Saturnino, mas eu nem imaginava as coisas que passavam pela cabeça daquele homem.
E foi assim que, entre drinks e danças, entre beijos e carícias, fui me soltando, me predispus, num momento tive que ir mijar e meu marido aproveitou pra me dizer:
— Espera... já que vai no banheiro, tira a calcinha fio dental e traz pra mim, me excita saber que você tá pelada entre as pernas. pernas, imaginar que algum desses caras pode te fazer sua, sobe a pica só de pensar nisso.
Eu coloquei alguns empecilhos naquela hora, mas Saturnino sabia como me convencer, então minutos depois eu estava de novo do lado dele, no meio do pub, com a minha buceta nua e quente, colocando na mão dele a calcinha fio-dental encharcada de fluidos que eu já não estava usando.
Continuamos jogando, naqueles jogos quentes, conforme os minutos passavam ele me provocava cada vez mais, eu sentia o fluido quente que escorria da minha xota e jorrava descontroladamente, e isso virava um ciclo vicioso, quanto mais me molhava, mais me excitava, e na minha cabeça a sensação de não estar de calcinha se tornava terrivelmente enlouquecedora.
Saturnino começou então a brincar com as palavras, me disse que dos homens que estavam no local eu escolhesse um, que fantasiava com quem eu quisesse transar, era só um jogo e, embora eu tenha evitado várias vezes, ele continuou insistindo, então só para dar o gosto nas fantasias dele, olhei rapidamente ao redor, dois ou três caras que estavam sozinhos chamaram minha atenção, mas sem dúvida um loiro apoiado no balcão me pareceu um pedaço tentador, bebia um drink na posição de observador, e já tinha notado várias vezes na noite os olhos dele perdidos nas minhas curvas, era alto, bonito, usava um conjunto esportivo de calça e blazer num tom marrom-claro e uma camiseta justa num branco reluzente. Apontei ele para meu marido, e aos poucos estabelecemos contato visual e gestual, entre nós três, uma loucura total, mas percebi que estava tão excitada que poderia ter feito qualquer coisa naquela hora...
E meu marido percebeu tudo, tudo saía como ele tinha traçado na mente dele, quando o estranho foi para o banheiro ele me disse empurrando minhas costas:
— Vai, anda, segue ele, entra no banheiro com ele, quero que você chupe a pica dele, quero que você faça isso!
Naqueles instantes eu duvidei um pouco se ainda era parte das fantasias. ou uma realidade perigosa, mas fazia meses que meu marido vinha queimando meus neurônios com essas coisas, então os pedidos dele não me soaram absurdos. Avancei para o banheiro masculino, sem saber como aquele estranho reagiria. Quando entrei, ele estava lavando as mãos e arrumando o cabelo. Nos olhamos fixamente através do espelho na parede, e notei a surpresa nos seus olhos. Para minha sorte, parecia não haver nenhum outro homem naquele momento. Apenas me aproximei do estranho e disse:
- Vi como você me olhava, e meu marido me desafiou a chupar sua pica... você topa?
Acho que o cara não entendeu muito bem qual era a do jogo, mas minhas palavras teriam ferido a masculinidade dele se não aceitasse, e honestamente, com certeza aos olhos dele eu parecia uma puta terrível naquele banheiro de homens. E, caso ele tivesse dúvidas, só baixei meu olhar para a virilha dele e comecei a lamber meus lábios com a língua. O cara só se recostou na pia e começou a desnudar a pica. Fui sem hesitar sobre o que queria fazer. Ajoelhei aos pés dele, apoiei minhas mãos nas pernas dele e contemplei o membro duro. Só fechei os olhos e meti na minha boca. Estava delicioso. Fazia tempo que não ficava com outro homem e, desde o dia em que Saturnino e eu nos conhecemos, fui absolutamente fiel a ele. O loirinho me deixava fazer. Eu tentava engolir fundo, acariciar a glande com a língua, e só chupava como uma puta suja, de joelhos, imaginando o que meu marido imaginava lá fora.
O cara insinuou querer me comer, mas as instruções eram só chupar a pica, e esse era meu trabalho. Senti nas minhas costas alguns homens casuais que passaram e se surpreenderam com a cena. Pouco me importou, aliás, me excitou que estranhos me vissem mamando aquela pica, e naquela altura eu já sentia meus fluidos chegando até minhas meias com ligas. Era dinamite prestes a explodir.
E só continuei no suco até sentir ele gozar. Só olhei nos olhos dele naqueles momentos, no pico do prazer dele, uma onda de porra encheu minha boca, estava delicioso, e mais, e um pouco mais, demais, mas apertei com força meus lábios em volta do tronco dele, franzi a testa, não aguentava tanto, comecei a engolir e engolir, aquele amargor gostoso, aquele melaço de prazer encheu meu interior.
Me levantei satisfeita com um sorriso nos lábios, observando como o garoto tinha ficado desarmado, sem defesas, tentando recuperar o fôlego enquanto arrumava o pau entre as roupas. Voltei então para meu marido, que esperava ansioso para saber se eu tinha feito, não disse nada, só abracei ele e dei o beijo mais doce e profundo que já tinha dado na minha vida, na minha boca e nos meus lábios ainda tinha o gosto da goza que acabava de provar e isso foi explosivo demais, senti toda a dureza do meu marido cravada no meu baixo ventre.
Talvez isso tivesse sido suficiente, mas pela primeira vez eu ia tomar as rédeas e as coisas seriam do meu jeito, se ele queria mesmo ser meu cuck, então eu ia dar o gosto...
Não perdi muito tempo, já estava quente demais e pronta pra tudo, não muito longe de onde estávamos, o loiro nos olhava ansioso, de novo tomando um gole no bar, então segurei firme meu marido pela mão e fomos encontrar ele.
-Oi! Nos encontramos de novo - falei num tom casual -
-Quero apresentar vocês, ele é meu marido, Saturnino, e ele é... aliás, como você se chama?
Caiu a ficha que tinha chupado o pau de um completo estranho que nem sabia o nome.
-Daniel - respondeu ele - Daniel Ibarra.
-Bom! - falei pegando o touro pelos chifres - vamos fazer o seguinte, Daniel, quero que você me leve pra minha casa, quero que termine o que começamos no banheiro, só nós dois, meu marido vai nos seguir no nosso carro, e vai esperar na porta, pacientemente até a mulherzinha dele ficar bem satisfeita, tá bom, love?
Ambos homens ficaram em silêncio, meu marido já não estava no comando, o matriarcado começava e minha buceta estava tão inundada que eu podia fazer qualquer coisa.Ao sairmos os três do pub, fomos surpreendidos por uma chuva torrencial, com vento, trovões e relâmpagos. Fui com Daniel até o carro dele e em minutos estávamos a caminho de casa. Ele dirigia com todo cuidado enquanto minha mão esquerda acariciava pacientemente os cabelos da nuca dele. Meus olhos alternavam a atenção entre aquele loiro que ia me comer e o vidro traseiro do carro, cheio de gotas de chuva que distorciam as luzes do carro que nos seguia, o nosso, o do meu marido...
Chegamos, e fomos quase correndo até a porta para não nos molharmos. Entramos, só Daniel e eu, e tranquei a porta. Fomos para a cozinha, dei ao meu amante uma garrafa de vinho que meu marido guardava para uma ocasião especial, e essa era uma ocasião especial. Disse pra ele abrir enquanto eu abria as cortinas da janela e deixava o lugar na meia-luz.
Como eu disse antes, aquelas janelas não guardavam privacidade, e assim como eu podia ver pra fora, com certeza de fora dava pra ver o que acontecia lá dentro. A luz da calçada também era fraca, mas em cada relâmpago que cortava o céu, eu via claramente a silhueta de um homem do outro lado da rua, um homem que estava ali, esperando, debaixo da chuva torrencial. Aquele era o meu homem. Saturnino estava lá fora, na chuva, no papel de cuck, esperando a esposa ser penetrada.
E eu escolhi aquele lugar, a cozinha. Queria que meu marido fizesse parte, aquilo era excitante. Desnudei o peito daquele homem e enchi de beijos, também desnudei meu torso, deixando meus peitos ao alcance dele. Meus mamilos estavam febris e eu sentia arrepios quando roçavam na pele dele.
Daniel não demorou pra notar meu segredo. Quando as mãos de polvo dele foram por baixo da minha saia, descobriram que eu não estava de calcinha, e não só isso: ele tirou os dedos encharcados dos meus sucos que já tinham impregnado. até as meias
—Você é uma puta — ele exclamou ao descobrir—
—Chupa minha buceta — eu implorei—
Ele me pegou pela cintura e me levantou no ar, me sentou na bancada e minhas nádegas sentiram o mármore frio debaixo delas, me inclinei um pouco pra trás apoiando nos cotovelos, abri bem minhas pernas apoiando meu salto direito na bancada, precisava me ajeitar de um jeito que pudesse ver pra fora e também fazer com que Saturnino fosse parte da humilhação da calçada em frente.
Daniel beijou minha barriga lisa e passou sua língua afiada pelo meu púbis depilado, isso foi erótico pra ele, com uma das mãos comecei a acariciar meus peitos, com a outra, os cabelos daquele homem, apertando ele com força contra meu sexo, meus olhos só olhavam pra fora, e cada relâmpago me deixava ver meu marido indefeso debaixo da chuva, uma e outra vez.
Meu amante me lambeu com habilidade, mas foi tudo rápido demais, fazia tempo que eu vinha me segurando pra não gozar, eu gemi e gritei, tive aquelas pontadas tão gostosas, aquela eletricidade correndo por cada poro da minha pele, foi um orgasmo foda, tudo se misturava, um amante, um estranho, um marido humilhado, um voyeur e eu, uma puta, me senti tão puta...
Daniel tomou a iniciativa, eu ainda estava atordoada pelo meu orgasmo, ele levantou minhas pernas me fazendo deitar completamente na bancada, eu estava indefesa, o pau dele enfiou tudo na minha buceta, até o fundo, só inspirei apertando meus lábios e fechando os olhos como reflexo, ele começou a me foder, com força, mais força, mais, apertava minhas coxas entre as mãos, me chamava de puta e dizia o quanto meias com liga e meu sexo todo depilado excitavam ele, me masturbei com força no clitóris, uma das mãos dele se agarrava nas minhas nádegas, senti seus dedos indiscretos brincando no meu cu, sobrava melado pra facilitar a entrada, cravei minhas unhas nos bíceps dele quando ele enfiou os dedos até o fundo, em segundos senti minha buceta inundada com o leite dele, porra! foi foda, foi perfeito… Começava a clarear, a chuva tinha diminuído bastante, a silhueta do meu marido ficava mais nítida, ele continuava parado ali, imperturbável, como uma estátua. Minhas pernas tremiam, eu me sentia exausta. Daniel continuava quente, com o pau ainda duro apesar de ter enchido minha buceta de porra, evidentemente toda a situação o tinha excitado. Foi ele quem tomou a iniciativa, me disse com rispidez:
— Que puta suja você é, gosta de transar com estranhos? Eu sei como tratar vadias como você…
Ele me fez levantar, eu ainda estava com meus saltos altos e minhas ligas pretas, o sêmen dele escorria entre minhas pernas. Ele me levou até a janela, encostou meu rosto e meus peitos no vidro frio, minhas costas ficaram viradas para ele, se ajeitou e meteu de uma vez no meu cu.
— Aiiiiii!!!!! Animal! — reclamei por causa da dor da invasão.
— Toma, puta, toma! — ele dizia enquanto começava a me sodomizar com mais e mais força.
A situação foi incomparável, aquele cara me tinha quase nua contra a janela, me comia pelo cu como uma vagabunda e do outro lado, Saturnino tinha o prazer de ver outro homem me possuindo, como tantas vezes tinha imaginado.
Daniel não parou até encher meu cu de porra, me deixou bem dilatada, saciada de prazer…
O tempo de Daniel tinha acabado, naquele momento só cabia um até logo, não era hora de pensar no futuro. Ele pegou suas roupas, se vestiu de novo, me deu um último beijo na boca com gosto de pecado e simplesmente foi embora. Minutos depois, a porta da frente se abriu de novo, a figura de Saturnino apareceu, ele estava um trapo molhado. Me olhou como se me examinasse, eu estava quase nua, apoiada na bancada, exultante, com meus buracos doloridos, escorrendo porra por todo lado. Olhei para ele desafiante, provocativa. Ele queria que eu botasse chifre nele? Que o humilhasse? Bem, eu tinha dado o gosto…
Foi a vez dele de me tratar de prostituta, jogou todas as roupas molhadas de lado, me agarrou pelo braço e me arrastou. No quarto, ele me colocou de quatro no colchão e só enfiou o pau na minha pussy. Foi sexy ouvir os estalos contínuos, porque eu ainda estava cheia dos sucos do Daniel. Ele separou minhas nádegas pra ver meu esfíncter todo aberto, só provocou pra ele também me dar pelo cu, e começou a trocar de buracos à vontade.
Honestamente, o Daniel tinha me comido tão bem que eu já não tinha vontade de que meu marido me comesse, então só deixei ele se aliviar, até que ele também gozou nas minhas costas.
Me recostei pra frente, só fechei os olhos e caí no sono profundo.
Esse foi o começo de uma nova vida pra mim e pro Saturnino. Contamos nossas experiências em ‘de putas e cornos’ e muita gente fez parte disso. Saturnino postou minhas fotos pelada pra todo mundo conhecer a puta que ele tinha como esposa, e vários caras nos contataram, e alguns chegaram a me comer. Também repetimos a experiência com estranhos, naquele pub e em outros lugares.
Depois foi a vez de um primo dele, e depois um amigo meu que eu sempre tive vontade, e percebemos que com estranhos era bom, mas com conhecidos era ainda melhor. Saturnino queria ser um cuck completo e que todo mundo ao nosso redor soubesse que podiam comer a esposa dele, e aos poucos me tornei uma puta de verdade. Fui de boca em boca, fui mulher dos amigos dele, do bairro, todos, todos eram candidatos a me comer, e eu peguei o gosto de humilhá-lo. Às vezes ele estava presente, mas muitas vezes nem ficava sabendo o que eu fazia, com quem eu fazia, só deixava ele imaginando enquanto eu ia me esfregar com outros caras.
Os anos passaram, histórias, muitas histórias, chegamos ao presente. Semana passada foi o aniversário dele, fui comemorar com um par de amigos dele, deixei um bilhete na mesa que dizia:
Meu amor, feliz aniversário! Eu gosto que você olhe daí, cuck, que veja como outro mete a mão em mim em público, como me toca na frente dos seus olhos. como minha calcinha fica molhada na frente de todo mundo, adoro que você sinta ciúmes e fique de pau duro, porque sei que você fica assim mesmo estando aí, à distância, sempre vejo o volume na sua calça, sei que você gosta de ver outros caras aproveitando sua mulher, e dói saber que outros me dão mais prazer que você.
Sabe que hoje não vou estar por aqui, vou só transar, vou ficar com ele, deixando ele me apalpar pra você sentir a delícia da humilhação, o prazer doloroso de saber que sua mulher está sendo curtida por outro que não é você. Eu adoro tanto te fazer de corno que gozo só de pensar, e vou pro hotel com ele. Dessa vez quero ficar sozinha, sem você poder ver, quero te fazer sofrer porque seu masoquismo me excita e sei que você sofre ao não ver como eu te traio.
Mas não se afaste do celular, fica ligado, não vou esquecer de você, corno, vou te ligar, vou deixar a chamada aberta, quando estivermos no quarto e eu tiver o pau dele na mão, quando eu chupar ele, ele tem um pau enorme, o seu pau comparado com o dele nem é pau, sinto te dizer ha ha ha ha! Bom, não sinto, me excita te humilhar, você já sabe. Tô pensando em dar pra ele, vou ficar atenta pra te dar um bom show, quero que você me ouça transar com ele, pra saber como é o som dos seus chifres.
Me espera acordado, mesmo que seja tarde, vou voltar cheia de pica, mas é seu aniversário, vou te dar a chance de me comer, meu querido marido corno. Vai ser sua vez de me foder, claro, se você conseguir, porque sei que não consegue. Te deixei preso no cinto de castidade e você não pode bater punheta nem me comer, mas vou deixar você tentar, tentar enfiar essa porcaria na minha buceta, mesmo sem conseguir, enquanto te conto com todos os detalhes como meu macho me comeu, os orgasmos que ele me deu, como ele chupou meus peitos, como ele me furou com o pau dele, por todos os lados, como meu cu tá doendo por causa dele, porque o pau dele é enorme e lindo. Sei que você vai ficar de pau duro ao ouvir como te fiz de corno. cuck, e o cinto vai apertar você mais uma vez, e vai doer, eu sei, e faço de propósito. Quero te fazer sofrer porque sei que você goza, que quanto mais te faço sofrer e te humilho, mais você curte. Você é um cuck masoquista. Uma joia de marido.
Mas não sou uma mulher ruim. Sou uma boa esposa, a mãe dos seus filhos, bom, é um jeito de dizer, né, porque você sabe que cria dois filhos que não são seus, são filhos dos caras que me comeram, vai saber de quem, mas isso te excita, cuck, é o que mais te dá tesão, se sentir cuck pelo resto da vida porque quando olhar nos olhos deles, vai saber que é cuck. Sabe, tô com tesão e nos meus dias férteis, quem sabe, talvez quando eu voltar já esteja germinando uma nova vida dentro de mim, seria um presente bonito no seu dia, o que acha?
E se você tiver sorte, talvez eu tire o cinto e deixe você se masturbar, você merece, já faz mais de quatro meses sem fazer e não quero que suas mini bolinhas atrofiem. E se eu estiver de bom humor, pode ser que eu te faça gozar te esbofeteando com minhas mãos, sei que você gosta porque não aguenta nem um minuto com meus tapas no seu mini pau. Você goza a jatos enquanto te chamo de cuck, meu marido cuck, meu querido esposo cuck. Te amo. Você sabe.
Se você gostou dessa história, pode me escrever com o título DE PUTAS E CORNUDOS para dulces.placeres@live.com
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