Minhas Aventuras 4

Neste relato começa a história da Lupita, uma colega do ensino médio que me contou como começou no sexo. Depois do meu castigo, só saía pra ir pra escola e voltar pra casa. Hécto, meu policial, rondava minha casa tentando me ver, também passava pela escola. Como me sentia vigiada, só dava um oi pra ele, até porque ele tava na viatura e não ia ficar bonito uma estudante parar pra conversar com um policial, bom, era o que eu achava. Passaram vários dias e só nos cumprimentávamos de longe, até que um dia, indo pra escola, eu o cumprimentei e ele me mandou um beijo. Foi embora e uma colega chegou do meu lado e perguntou: "É teu namorado?" Claro que não, respondi. "Pois parece, já tem vários dias que vejo você paquerando ele." "Isso é coisa da sua cabeça", respondi, e continuamos andando pra escola. Ela era a Lupita, tava há pouco tempo na escola. A família dela tinha acabado de se mudar pro bairro Enrique Rangel, umas três quadras da escola. Eu morava no Infonavit La Huasteca, um pouco mais longe, umas dez quadras. Antes dessa conversinha, a gente nunca tinha trocado ideia. Depois disso, viramos amigas e conversávamos no intervalo ou quando algum professor faltava. Na saída não dava, porque eu tinha que chegar rápido em casa por causa do castigo. Nessas conversas, a gente falava de tudo: da escola, da família, programas de TV, comida. Lupita morava mais perto da escola do que eu, e começou a me acompanhar até em casa, assim a gente conversava mais. Até que um dia ela soltou de supetão: "Teu namorado, o policial, já te comeu?" "Eu? Como assim, cê acredita?" "Por que, o quê?", ela disse. "Nada, só curiosidade", respondeu. "E você, já te comeram?" Ela baixou a cabeça: "Já, sim." "Conta, conta!" "Mas não vai contar pra ninguém, promete?" "Prometo", eu disse. Então ela começou a contar que na outra escola tinha uma galera de moleques que se juntavam do lado de fora, que não eram alunos, e tinha um que se destacava, com uns 16 ou 17 anos. Ela na época tinha 12, indo pra 13, e tinha acabado de entrar no ensino médio. Vou descrever ele: moreno, bonitinho. Cara, pernas muito bonitas, peituda de 36D e uma bunda linda empinada. De uniforme não dava pra perceber tanto por causa da saia larga, mas com roupa normal até a calça jeans mais folgada destacava a bunda dela. Ela diz que como nunca tinha tido namorado, começou a gostar do Toño — era assim que ele se chamava — e ele a acompanhava perto da casa dela, que ficava no turno da tarde. Como escurece mais cedo, um dia ele aproveitou e deu um beijo nela. Daí em diante, sem se declarar, viraram namorados, e cada dia ele era mais ousado: já não se contentava com beijinhos, agora toda vez que a beijava enfiava a língua toda e metia a mão na buceta dela e pegava nos peitos. Ela diz: "Claro que eu gostava, mas às vezes a boca dele tinha um gosto estranho, acho que ele tava chapado de maconha." Um dia que ele tava assim, tirou o pau pra fora e fez eu tocar nele — nunca tinha tocado num antes. Depois de um tempo, ele me segurava pela cabeça e falava "chupa", mas eu não quis, tinha gente na rua. Ele disse: "Já sei o que te falta." Meteu a mão por baixo da minha saia e enfiou dois dedos dentro da minha buceta — ali foi embora minha virgindade, porque saiu sangue. Com dor, ele continuava enfiando os dedos, e eu chorando pedia pra ele parar, mas ele não ligava, só falava: "Só paro quando você chupar ele." Eu disse: "Tá bom, mas aqui não." Ele me levou pra uma rua mais deserta, com o pau dele pra fora. Sentamos no meio-fio, eu me abaixei e comecei a chupar. Tinha um gosto estranho, até que senti cheiro de mijo — o pau dele cheirava a mijo. Me deu nojo, ele tava me segurando pelo cabelo e eu não conseguia me soltar. Ele movia minha cabeça pra cima e pra baixo. Depois me fez levantar e, enfiando a mão por baixo da minha saia, puxou minha calcinha pra baixo. Eu tava excitada, mas também assustada — nunca tinha passado por isso. Sempre pensei que minha primeira vez ia ser algo bonito, com carinho, com amor, numa intimidade, e nada, tava prestes a fazer amor com violência, na rua. Quando ele viu minha calcinha molhada, disse: "Você tá bem cachorra, bem molhadinha." Em parte era isso, mas era sangue de onde ele enfiou os dedos e me rompeu. Ele disse: "Senta no meu pau." Ele ainda tava sentado. Eu fui. sentando em cima do agarramento, minha cintura e eu ia descendo, não teve contemplação, me sentou de uma vez e eu senti tudo, doeu pra caralho, gritei e tentei levantar, ele não deixou, me abraçou por trás, eu tentei inutilmente, assim ficamos uns 5 minutos, não senti ele gozar, mas ouvi gente andando e falei "meu pai vem vindo", ele me soltou, me desvencilhei e corri, só ouvi ele gritar "amanhã te espero aqui", bom que era sexta-feira e só segunda eu voltava pra aula. Na segunda, saindo da escola, queria ir escondida, mas o plano deu errado e ele me encontrou, foi abraçado comigo o caminho todo e falava "quero te comer de novo", falei que tava menstruada e ele disse "então bora naquele cuzão que tu tem", falei "não, se for pra fazer, que seja normal, só deixa terminar". Acho que ele não tava drogado porque me deixou ir, nessa semana não rolou nada, só me beijava e apalpava, claro que me esquentava, só as apalpadelas dele já me deixavam molhada, ele tinha percebido que eu adoro quando pegam na minha bunda, como apertavam e mais ainda quando enfiava a mão no meio delas. Na semana seguinte, ele me levou pra uma casa vazia, um amigo dele foi com a gente, a casa não tinha porta nem janela, entramos os três e ele falou "você fica entre o segundo e o terceiro quarto, daqui dá pra ver se alguém vai entrar, se vier alguém, assobia, a gente vai pro fundo". Chegamos no último quarto e ele começou a me acariciar, foi direto pra minha bunda, depois enfiou uma mão dentro da minha calcinha no meio das nádegas e a outra também dentro da calcinha, enfiando dedos na minha buceta, eu me mexia pra todo lado, ele disse "levanta a saia até a cintura e segura ali". Agora sim, tava bem molhadinha com meus próprios sucos, ele molhava os dedos e enfiava nos dois buracos, eu tava gemendo, ele tirou o pau pra fora, não falou nada, eu sozinha me abaixei pra chupar, e lá estava o amigo dele também com o pau de fora se masturbando vendo eu chupar o amigo dele, fiz sinal pro Toño e ele disse "deixa ele ver o que é bom e aprender". Ela soltou uma gargalhada, pela primeira vez tava gostando de chupar um pau, não sei se tava fazendo bem ou mal, mas adorei fazer aquilo. Saiu da minha boca, ela me levantou, me levou pra um canto do que seria a cozinha da casa e lá enfiou. Agora sim, não doeu tanto, sentia gostoso as enfiadas de pau dela e ainda mais porque ela separava minhas nádegas com os polegares, bem perto do meu cu, tava me excitando. Ela me diz: "Você devia ver como é gostoso daqui, vendo como você chupa meu pau. Ajoelha e se apoia na parede." Fiz isso, ela também se ajoelhou atrás de mim e continuou comendo minha bucetinha. Pela primeira vez gozei, senti meus fluidos saindo. Falei pra ela: "Quando terminar, goza fora." Daí a pouco ela se levantou, me virou pra ela e depositou o esperma na minha cara e no meu cabelo, até na parede caiu, veio muito. Virei e o amigo dela também tava gozando. Toño falou: "Limpa com a língua." Eu, bem obediente, fiz isso. O amigo dele perguntou: "Pode me limpar também?" Toño me olhou e disse: "Quer?" Respondi: "Sim, por que não?" E fiquei limpando os dois. "Você gostaria de ficar com os dois?" Respondi: "Sou sua namorada, você decide." Toño respondeu: "Sim, mas hoje não. Tá ficando tarde e você precisa ir." Quando tavam me levando pra casa, o amigo, que depois soube que se chamava Manuel, disse: "Parece com a mãe dela." Toño olhou pra ele como quem diz "já era". Aí encarei, perguntando por que ele disse aquilo. Toño falou: "Ele não sabe o que tá dizendo." Falei pra Toño: "Cê comeu minha mãe, por acaso?" Ele disse: "Não, claro que não. Olha, já vimos sua mãe transar, mas nós não." Falei: "Por favor, me conta." "Quer mesmo saber?" "Sim, quero." "Tá bem, vou te contar. Aguenta?" "Sim, já falei." "Bom, um dia fui te procurar, mas não ia bater na sua porta, e levei o Manuel pra me ajudar a pular o muro da sua casa e também pra me dar cobertura com seu irmão, caso ele enchesse o saco." "Quantos irmãos você tem?" Respondi: "Um." "Estuda na universidade?" "Sim, eu sabia que era só um." "E seu pai?" "Não, eles se divorciaram há muito tempo, quando eu tinha uns 4 anos." "Por quê?" "Bom, isso é outra história... Brincamos o muro e, como não sabia qual era o teu quarto, começamos a espiar pelas janelas e vimos tua mãe pelada. Ela é bem gostosa, quantos anos tem? 36, e meu irmão 18. Ela teve ele aos 17 e eu aos 24. E daí? Porque você viu ela se despir, é por isso? Os dois caíram na risada e eu fiquei mais intrigado. Toño me diz: "Claro que o taco de olho foi gostoso, mas isso foi só o começo." Me conta o que aconteceu, respondi. "Pois bem, estávamos nessa quando ouvimos ela conversando com alguém. Eram dois caras jovens, se aproximaram dela, um pela frente e outro por trás, abraçaram ela e começaram a beijar ela por todo lado até que ela caiu de joelhos no meio deles e começou a chupar a pica deles. Um tinha a pica bem grande e o outro nem tanto. Levaram ela pra cama e a colocaram de quatro, enquanto um metia nela, o outro recebia um boquete foda. Depois de um tempo, trocaram de posição. Sério, tua mãe gemia bem gostoso a cada metida que levava, gemia e gritava e fazia umas caras bem safadas e dizia que era a putinha deles, que adorava pica. E acho que sim, porque depois fizeram uma dupla penetração." Como é isso? Perguntei. "Um meteu na buceta e outro no cu ao mesmo tempo." Só falei: "Não imaginava que isso era possível." Na minha mente, tentava imaginar, mas a conversa já tinha me deixado muito excitado. E depois? "Aí o Manuel fez barulho e não vimos mais nada. Sem fazer barulho, vazamos, foda-se." Mmm, expressei como decepção, nos despedimos e eles foram embora.

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Minhas Aventuras 4 una cerveza 🍺 para la señorita