Olá de novo. No relato anterior, contei como perdi minha virgindade nas mãos (ou melhor, na pica do meu primeiro namorado). A gente ficou assim por uns meses, ele me comia toda semana, mas eu queria mais. Ele falava pra eu ir na casa dele, mas eu nunca aceitava, porque sempre tinha gente lá. A gente ia pro mesmo mato nos sábados, porque eu falava em casa que ia pra bailes. Até que um dia eu tava chupando ele, e de tão empolgados, a gente nem percebeu que a polícia nos pegou. A gente sempre ficava de olho quando ouvia algum carro, mas eles chegaram a pé. Eu levantei ainda com fios de porra na boca. Eles disseram que iam nos levar pra delegacia, e eu me caguei de medo e comecei a chorar. Pediram dinheiro pra ele, e ele respondeu bem tranquilo que se tivesse grana, teria me levado pra um hotel. Aí perguntaram como ele ia fazer, e ele pediu permissão pra ir em casa ver quanto conseguia. Pediram um valor, e ele disse: "Já volto". Eles riram e falaram: "Vamos, é muita gente. Ela fica aqui ou a gente leva vocês pra sua casa, ou pra delegacia, ou a gente espera aqui, mas ela fica." "Tá bom, já volto." "Até onde você mora?" Ele respondeu: "No centro." E como a gente tava na periferia, ele disse: "Demoro uns 30 minutos." "A gente espera aqui." Ele foi embora e eu fiquei com eles. Eles falavam: "Que mina tão gostosa, o que seus pais vão dizer?" Eu não parava de chorar. Um deles chegou perto e disse: "Nossa, você parece uma delícia chupando pica. A gente já tinha te visto da outra vez, mas não quis agir." Eu pedia pra ele me deixar ir. "Quer ir? E o que você dá em troca?" Falei: "O que você quiser." Ele sorriu, abaixou o zíper da calça e tirou a pica. Quando vi, me assustei: uma pica enorme e grossa, nunca tinha visto uma assim. Ele começou a bater uma e ela cresceu mais. Chegou perto de mim, me segurou pela cabeça e me ajoelhou. Eu já sabia o que vinha. Só abri a boca e, esticando a língua, comecei a lamber. Naquela hora, eu já tava com tesão e queria provar aquele pedaço de carne que balançava na minha frente. Chupei ele e enfiei a cabeça inteira, não cabia. De tão grossa, ele me pegou pela cabeça e meteu o máximo que pôde. Eu sentia que estava me afogando, porque chegava até a campainha da garganta. De repente, ele enfiou tudo, acho que passou da campainha e foi até minha garganta. Começou a meter mais e tirava um pouco, estava me comendo pela boca. Eu dizia pro outro policial: "Olha, faz barulho de pato", era pelo som da minha garganta, eu estava engasgada de pau. O outro policial se colocou atrás de mim, levantou minha saia, enfiou a mão na minha buceta, sentiu minha calcinha molhada e me perguntou: "Seu namorado já te comeu?" Eu disse que não, e ele perguntou: "Então por que você está tão molhada?" "Não sei", respondi. "É que eu quero chupar sua buceta e não quero provar porra alheia." Os dois riram e, abaixando minha calcinha, ele enfiou a língua. Levantou a cabeça e, rindo, disse pro outro: "Tem um gostinho bom, os suquinhos dela." E enfiou a língua de novo, enquanto eu gozava com o pau do outro. Aí, o que estava me chupando fez um comentário que me deixou gelada: "Seu primo tinha razão, essa garota é uma puta mesmo." O outro respondeu: "Verdade, é sim." Nisso, ele encheu minha boca de porra, como eu não esperava, e eu tinha ela até a garganta. Engoli tudo, até porque ele me segurava bem pela cabeça. Então, o que estava me chupando desabotoou a calça, se levantou e colocou o pau na minha frente: "Agora é minha vez", disse, e eu comecei a chupar ele, enquanto o outro se ajoelhava atrás de mim e procurava meu cu. Pensei: "Vai me destruir." Comecei a chorar e implorar pra ele não meter ali. Então ele procurou minha bucetinha, estava só enfiando, quando se ouviu o barulho de um carro. Eles se levantaram, e eu aproveitei pra puxar minha calcinha e sair correndo. Pensei que iam me seguir, mas não foi assim. Enquanto ia, lembrei que meu namorado tinha me contado que tinha um parente que era policial. Aí caiu a ficha: tinha certeza de que ele armou tudo. Cheguei em casa sem reparar em como estava. Quando entrei, só tinha minha mãe na sala. Ia correr pro meu quarto, mas ela me parou, me sentou no sofá e disse: "Quero falar com você." Tão idiota, pensei que eles já tinham ido. Os policiais, mas não sabiam onde eu morava, exceto meu namorado. Minha mãe me disse: "Você tá se cuidando pra não engravidar?" Eu perguntei: "Por que você diz isso?" Ela respondeu: "Porque olha como você vem, com o sutiã desajustado, mostrando os bicos, a blusa manchada de porra, a saia com grama." Eu disse que vinha correndo e caí, e "que porra? Não sei o que é isso." Ela respondeu: "Não se faz de sonsa, garota. Eu lavo sua roupa e várias vezes sua saia, blusa e até sua calcinha vêm com porra, ou seja, gozo de homem. Você sabe o que faz, só peço que se cuide, porque se aparecer grávida, até esse momento você mora aqui." Eu ia rebater, pois sabia que ela chifrava meu pai (essa é outra história que conto depois), mas preferi calar a boca e fui pro meu quarto. Aquela noite não consegui dormir pensando no que aconteceu, mas ainda tava com tesão, principalmente lembrando da pica do policial. Pena que só senti um pouquinho. Na minha cama, pensava: queria que ele tivesse metido tudo. Nunca mais transei com meu namorado.
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