Sai de casa correndo, hoje ia receber o compadre do Dom Arturo, tinha me comprometido a buscá-lo e levá-lo pra conhecer a cidade. Não tava muito a fim, mas no fim nunca conseguia dizer não pro velho do Dom Arturo. Cheguei na rodoviária e me senti um baita otário segurando um cartaz que dizia “Bem-vindo, Alfredo”. Fiquei lá umas meia hora e finalmente chegou um senhor meio barrigudo, mas alto, cabelos grisalhos, meio careca e moreno, de camisa. “É você, Raul?” “Sim, o senhor deve ser o Alfredo, sou amigo do Dom Arturo.” “Não te via, Raulzinho, você tá bem magrinho e meio baixinho.” “Pois é, bom que no fim a gente se encontrou. Vamos, acho que o senhor tá com fome.” “Sim, Raul, mas tô com mais vontade de tomar um banho. Vamos pro meu hotel e depois a gente come alguma coisa. Se souber de algum lugar que venda cerveja, porque já tô com sede.” “Falei sim, ok, vamos então.”
Subimos no táxi e começamos a conversar numa boa. Ele era muito falante e sociável, já puxou papo com o taxista na hora. Falamos sobre como foi a viagem, ele perguntou pelo compadre Dom Arturo, eu disse que ele tinha saído pra resolver uns assuntos e que a gente talvez o visse amanhã. Ele se expressava com muita força e confiança. Perguntou um pouco sobre mim, se era casado, se tinha filhos, há quanto tempo conhecia o compadre Arturo, o que me fez pensar que Dom Arturo não tinha falado nada sobre mim pra ele. Chegamos no hotel, desci a mala dele e me adiantei na recepção pra pegar o quarto, enquanto ele ficou batendo um papo com o taxista. Depois ele se juntou a mim, nos deram o cartão e subimos. Um hotel muito elegante, talvez não o mais caro, mas com certeza bem grande. O quarto era enorme, era a executiva, a cama king-size, tudo parecia gigante pra mim. Ele disse: “Vou tomar um banho rapidinho e a gente sai. Pode desfazer minha mala, obrigado.”
Ele entrou no banho e eu comecei a arrumar a roupa dele no closet, que também era enorme, quase um quarto extra. Fiquei meio sem graça quando encontrei uma bolsinha com um vidro de Viagra, camisinhas, o que parecia ser gel antibacteriano e a cueca dele. Tava arrumando isso quando ele saiu do banho. enxugando a cabeça com a toalha e completamente nu, ele era bem peludo, com cabelos brancos no peito até mais que o Dom Arturo, ele não parecia se importar que eu visse o pau dele todo moreno, balançando de um lado pro outro pendurado, enorme, me pediu pra pegar a roupa dele e, de nervoso, eu derrubei no chão, ele se aproximou pra me ajudar e quase colocou o pau na minha cara, acho que fez de propósito, eu olhei e era quase enorme igual o do compadre dele, mas mais preto, pegamos a roupa, ele se vestiu e fomos comer. Comemos normal, pedimos cervejas, ele me contou da esposa dele, seguimos normal quando ele disse que o taxista tinha comentado de umas "cabines" onde o clima ficava bom e ele queria ir. Eu não sabia do que ele tava falando, mas sabia o endereço, tomamos mais uns tragos e fomos pra lá, no caminho ele dizia como era possível eu nunca ter ido ali, no final chegamos, era tipo um antro meio escondido, só uma porta pra entrar, ele pagou e pediu uma seção, ao entrar se ouviam gemidos e cheirava a cigarro, eu tava meio com medo, passamos um corredor e chegamos na nossa cabine, tinha uma tela e um sofá de veludo, começou um filme pornô e sentamos, eu tava muito nervoso, trouxeram umas cervejas e continuamos bebendo ali. Eu tava muito, mas muito nervoso, nunca tinha ido num lugar assim, de repente ele levantou e disse "bom, agora sim" começou a desafivelar o cinto e abaixou o zíper pra tirar o pau dele, 😀 agora sim preciso de um boquete bem dado^^ o que houve, seu Alfredo, não se confunda^^ ^^haha não se empolga, Raulito, olha^^ Ele tirou um quadro na parede e tinha dois buracos e enfiou o pau num deles, deu uns tapas na parede e em minutos começaram a chupar o pau dele, quem? Quem sabe, só se via a boca de alguém chupando o pau dele, eu podia ver a cara de prazer dele, eu só observava o corpo dele, pra ser velho ele era bem gostoso, nisso ele me diz: 😀 vem, Raulito, enfia teu pau no outro buraco pra elas chuparem também^^ Demorei um pouco por causa do nervoso, mas no final já tava meio bêbado e criei coragem, tirei minha rola, obviamente menor que a do senhor Alfredo, e enfiei no buraco. Rapidamente senti uma mão pegar minha rola e começar a masturbar. A situação tava muito quente. Nisso, senti uma boca começar a lamber minha rola do outro lado da parede. Tava tão enfiado que nem vi quando o senhor Alfredo já tinha se afastado pra pegar outra cerveja. Consegui ver ele se masturbando, a rola dele era morena e comprida, e ele me diz 😀 cê gosta, Raulito? cê gosta da minha rola? Nada a ver com a do meu compadre, né? Essa aqui é boa mesmo^^ Fiquei pálido! Entre compadres, certeza que já tinham conversado sobre minha curiosidade de lamber rola. Pararam de chupar e eu falei pro senhor Alfredo que queria ir embora. Ele acenou com a cabeça, muito educado, e combinamos de tomar as cervejas que faltavam no hotel dele. No caminho, ele não parava de me tratar bem, abriu a porta do táxi, me ajudou a subir e descer, falava que eu era muito gente boa. Verdadeiro cavalheiro. Já no hotel, ele disse que era melhor dormir porque queria ir cedo pra mata no dia seguinte. Já era noite e não vi problema em ficar no hotel dele. Mandei mensagem pra Julieta, minha namorada, e ela não se importou. Deitamos na cama, ele insistiu, já que era enorme, pra que dormir no sofá? Não passaram nem 20 minutos quando senti ele me abraçar por trás e começar a lamber minha orelha. Fiquei paralisado! Não sabia o que fazer! Ele fazia movimentos de quadril e continuava lambendo minha orelha e pescoço. Era uma sensação nova pra mim. Don Arturo nunca tinha chegado nesse ponto. Assim ficou uns 10 minutos e eu senti a rola dele crescendo e cutucando minhas costas e, às vezes, minha bunda. Eu, óbvio, também tava a mil. Ele pegou minha mão e levou até a rola dele. Não tive escolha a não ser me deixar levar e apertei forte. 😀 Chupa minha rola, Raulito, vai, neném, chupa igual chupou do meu compadre^^ Eu, óbvio, tava a mil e, sem dizer nada, me enfiei debaixo das cobertas e fui direto pra rola dele. Ela já tava bem dura e comecei primeiro a dar beijinhos, lembrei como a Julieta, minha namorada, chupava a pica e comecei a fazer igual, o mais foda é que eu falei “cê gosta assim, papai?” Isso me excitou pra caralho, agora eu entendia por que a Julieta chamava o Dom Arturo assim, era um tesão doentio que te deixa louco! 😀 sim, neném, vem lamber minhas bolas^^ sim, papai, o que o senhor pedir^^ Comecei a lamber as bolas dele enquanto com a mão eu subia e descia a pele da pica sem circuncisão dele, levei meu polegar até a cabeça e já saía pré-gozo. ^^cê é uma putinha mesmo, lambe gostoso minhas bolas, dá pra ver que meu compadre te ensinou bem, meu neném, sua língua tá bem molhada cada vez que passa na minha pica^^ eu não acreditava que tava chupando uma segunda pica em menos de 2 meses. ^^Então cê é uma das vadias que tão comendo meu compadre, agora vou te comer, sua putinha^^ quando ele falou isso, me afastei de repente e falei 😀 não, não, ninguém me comeu, eu só chupei a pica do Dom Arturo^^ ahh então vou ter que estrear essa bunda^^ Ele levantou da cama e habilmente colocou a pica de novo na minha boca, mas dessa vez foi mais bruto e com as mãos segurou minha cabeça e começou a enfiar a pica até a garganta, eu comecei a engasgar, consegui me soltar e pedi pra ele esperar. ^^Já era, putinha, não se faz de difícil, cê adora isso^^ 😀 olha, Dom Alfredo, a verdade é que só chupei mesmo, nunca tive coragem pra mais, não sei o que seu compadre contou, mas se não der, melhor parar por aqui^^ Levantei e comecei a pegar minhas coisas pra ir embora, ele não tentou me segurar, só falou que quando eu me animasse, a pica dele tava pronta pra mim, que eu gostei muito dele e que esperava que eu considerasse ele pra estrear minha bunda. Saí direto pra minha casa e não sabia o que me esperava quando chegasse.
Subimos no táxi e começamos a conversar numa boa. Ele era muito falante e sociável, já puxou papo com o taxista na hora. Falamos sobre como foi a viagem, ele perguntou pelo compadre Dom Arturo, eu disse que ele tinha saído pra resolver uns assuntos e que a gente talvez o visse amanhã. Ele se expressava com muita força e confiança. Perguntou um pouco sobre mim, se era casado, se tinha filhos, há quanto tempo conhecia o compadre Arturo, o que me fez pensar que Dom Arturo não tinha falado nada sobre mim pra ele. Chegamos no hotel, desci a mala dele e me adiantei na recepção pra pegar o quarto, enquanto ele ficou batendo um papo com o taxista. Depois ele se juntou a mim, nos deram o cartão e subimos. Um hotel muito elegante, talvez não o mais caro, mas com certeza bem grande. O quarto era enorme, era a executiva, a cama king-size, tudo parecia gigante pra mim. Ele disse: “Vou tomar um banho rapidinho e a gente sai. Pode desfazer minha mala, obrigado.”
Ele entrou no banho e eu comecei a arrumar a roupa dele no closet, que também era enorme, quase um quarto extra. Fiquei meio sem graça quando encontrei uma bolsinha com um vidro de Viagra, camisinhas, o que parecia ser gel antibacteriano e a cueca dele. Tava arrumando isso quando ele saiu do banho. enxugando a cabeça com a toalha e completamente nu, ele era bem peludo, com cabelos brancos no peito até mais que o Dom Arturo, ele não parecia se importar que eu visse o pau dele todo moreno, balançando de um lado pro outro pendurado, enorme, me pediu pra pegar a roupa dele e, de nervoso, eu derrubei no chão, ele se aproximou pra me ajudar e quase colocou o pau na minha cara, acho que fez de propósito, eu olhei e era quase enorme igual o do compadre dele, mas mais preto, pegamos a roupa, ele se vestiu e fomos comer. Comemos normal, pedimos cervejas, ele me contou da esposa dele, seguimos normal quando ele disse que o taxista tinha comentado de umas "cabines" onde o clima ficava bom e ele queria ir. Eu não sabia do que ele tava falando, mas sabia o endereço, tomamos mais uns tragos e fomos pra lá, no caminho ele dizia como era possível eu nunca ter ido ali, no final chegamos, era tipo um antro meio escondido, só uma porta pra entrar, ele pagou e pediu uma seção, ao entrar se ouviam gemidos e cheirava a cigarro, eu tava meio com medo, passamos um corredor e chegamos na nossa cabine, tinha uma tela e um sofá de veludo, começou um filme pornô e sentamos, eu tava muito nervoso, trouxeram umas cervejas e continuamos bebendo ali. Eu tava muito, mas muito nervoso, nunca tinha ido num lugar assim, de repente ele levantou e disse "bom, agora sim" começou a desafivelar o cinto e abaixou o zíper pra tirar o pau dele, 😀 agora sim preciso de um boquete bem dado^^ o que houve, seu Alfredo, não se confunda^^ ^^haha não se empolga, Raulito, olha^^ Ele tirou um quadro na parede e tinha dois buracos e enfiou o pau num deles, deu uns tapas na parede e em minutos começaram a chupar o pau dele, quem? Quem sabe, só se via a boca de alguém chupando o pau dele, eu podia ver a cara de prazer dele, eu só observava o corpo dele, pra ser velho ele era bem gostoso, nisso ele me diz: 😀 vem, Raulito, enfia teu pau no outro buraco pra elas chuparem também^^ Demorei um pouco por causa do nervoso, mas no final já tava meio bêbado e criei coragem, tirei minha rola, obviamente menor que a do senhor Alfredo, e enfiei no buraco. Rapidamente senti uma mão pegar minha rola e começar a masturbar. A situação tava muito quente. Nisso, senti uma boca começar a lamber minha rola do outro lado da parede. Tava tão enfiado que nem vi quando o senhor Alfredo já tinha se afastado pra pegar outra cerveja. Consegui ver ele se masturbando, a rola dele era morena e comprida, e ele me diz 😀 cê gosta, Raulito? cê gosta da minha rola? Nada a ver com a do meu compadre, né? Essa aqui é boa mesmo^^ Fiquei pálido! Entre compadres, certeza que já tinham conversado sobre minha curiosidade de lamber rola. Pararam de chupar e eu falei pro senhor Alfredo que queria ir embora. Ele acenou com a cabeça, muito educado, e combinamos de tomar as cervejas que faltavam no hotel dele. No caminho, ele não parava de me tratar bem, abriu a porta do táxi, me ajudou a subir e descer, falava que eu era muito gente boa. Verdadeiro cavalheiro. Já no hotel, ele disse que era melhor dormir porque queria ir cedo pra mata no dia seguinte. Já era noite e não vi problema em ficar no hotel dele. Mandei mensagem pra Julieta, minha namorada, e ela não se importou. Deitamos na cama, ele insistiu, já que era enorme, pra que dormir no sofá? Não passaram nem 20 minutos quando senti ele me abraçar por trás e começar a lamber minha orelha. Fiquei paralisado! Não sabia o que fazer! Ele fazia movimentos de quadril e continuava lambendo minha orelha e pescoço. Era uma sensação nova pra mim. Don Arturo nunca tinha chegado nesse ponto. Assim ficou uns 10 minutos e eu senti a rola dele crescendo e cutucando minhas costas e, às vezes, minha bunda. Eu, óbvio, também tava a mil. Ele pegou minha mão e levou até a rola dele. Não tive escolha a não ser me deixar levar e apertei forte. 😀 Chupa minha rola, Raulito, vai, neném, chupa igual chupou do meu compadre^^ Eu, óbvio, tava a mil e, sem dizer nada, me enfiei debaixo das cobertas e fui direto pra rola dele. Ela já tava bem dura e comecei primeiro a dar beijinhos, lembrei como a Julieta, minha namorada, chupava a pica e comecei a fazer igual, o mais foda é que eu falei “cê gosta assim, papai?” Isso me excitou pra caralho, agora eu entendia por que a Julieta chamava o Dom Arturo assim, era um tesão doentio que te deixa louco! 😀 sim, neném, vem lamber minhas bolas^^ sim, papai, o que o senhor pedir^^ Comecei a lamber as bolas dele enquanto com a mão eu subia e descia a pele da pica sem circuncisão dele, levei meu polegar até a cabeça e já saía pré-gozo. ^^cê é uma putinha mesmo, lambe gostoso minhas bolas, dá pra ver que meu compadre te ensinou bem, meu neném, sua língua tá bem molhada cada vez que passa na minha pica^^ eu não acreditava que tava chupando uma segunda pica em menos de 2 meses. ^^Então cê é uma das vadias que tão comendo meu compadre, agora vou te comer, sua putinha^^ quando ele falou isso, me afastei de repente e falei 😀 não, não, ninguém me comeu, eu só chupei a pica do Dom Arturo^^ ahh então vou ter que estrear essa bunda^^ Ele levantou da cama e habilmente colocou a pica de novo na minha boca, mas dessa vez foi mais bruto e com as mãos segurou minha cabeça e começou a enfiar a pica até a garganta, eu comecei a engasgar, consegui me soltar e pedi pra ele esperar. ^^Já era, putinha, não se faz de difícil, cê adora isso^^ 😀 olha, Dom Alfredo, a verdade é que só chupei mesmo, nunca tive coragem pra mais, não sei o que seu compadre contou, mas se não der, melhor parar por aqui^^ Levantei e comecei a pegar minhas coisas pra ir embora, ele não tentou me segurar, só falou que quando eu me animasse, a pica dele tava pronta pra mim, que eu gostei muito dele e que esperava que eu considerasse ele pra estrear minha bunda. Saí direto pra minha casa e não sabia o que me esperava quando chegasse.
6 comentários - Vovó comeu minha namorada por ser intrometido 5.1 (Gay)