Minha experiência sexual. Bi-anal

Bissexual - primeira vez - auto-satisfação - infidelidade. Conta a história de um jovem que tem sua primeira experiência aos treze anos com outro garoto, mas acaba se casando com uma moça que vai traí-lo. Através dessa infidelidade, ele conhece o homem com quem terá um caso homossexual. Minha primeira experiência sexual foi aos treze anos. No colégio, eu ouvia meus amigos se achando os malandros, dizendo que tinham batido não sei quantas punhetas. Eu, não que fosse totalmente burro, mas aos meus treze anos nunca tinha me masturbado, nem sabia como se fazia, embora soubesse que era algo proibido e que dava prazer. Quando eu ficava sozinho em casa, olhava revistas com mulheres de biquíni ou maiô. Ver as fotos me excitava muito, principalmente se as mulheres tinham peitões; olhando as fotos, eu tocava minha bunda, meus mamilos, meu pau e... não acontecia nada. Eu ficava frustrado e, a todo custo, queria aprender o segredo das punhetas. Uma tarde, na casa de um colega de classe, Miguel Angel, ele me mostrou um livro de arte do pai dele. Tinha muitas fotos de esculturas e quadros com mulheres peladas. Com toda naturalidade, Miguel Angel disse: "Eu bato muita punheta olhando essas fotos." "O que quer dizer 'bater punheta'?" "Que burro você é, Alberto! Que eu me masturbo, que eu me toco." Pensei que aquela era minha chance, perguntei: "Como se faz uma masturbação?" "Não fode! Não me diga que você nunca bateu uma." "Nunca, porque não sei como, porra!" "Não se estressa, Alberto, olha, eu te ensino." Sem nenhum constrangimento ou cerimônia, ele soltou o botão da minha calça, abriu a braguilha e puxou meu pau pra fora. "Olha, Alberto, você pega ele assim, como se fosse um punho, e vai pra cima e pra baixo. Viu, já tá ficando durinho. Agora aperta mais e vai mais rápido." Enquanto Miguel Angel me ensinava, eu sentia prazer, mas estava meio envergonhado e me sentia estranho, até um pouco desconfortável. "Miguel Angel, você não tem nojo de pegar no pau dos outros?" "Qual é! Além disso, você é... Meu amigo, e você vai bater uma pra mim também. Ei, mas isso não é coisa de viado? Qual é, idiota, enquanto eu te masturbo, você olha as fotos das minas. Aíiii! Senti tipo um choque elétrico que começava nos meus pés e sacudiu meu corpo inteiro. Ao mesmo tempo, meu pau soltava um líquido em espasmos que eu nunca tinha soltado antes. Miguel Angel colocou a outra mão em cima do meu pau pra segurar a porra. "Você gostou?" Porra, claro que gostei, Miguel Angel, que gostoso! Que delícia! Que relaxado que me deixou! "Você tem que tomar cuidado pra não espirrar sua porra." É, mas eu não sabia que a porra saía assim. "Anda, agora que você sabe como fazer uma punheta, faz pra mim." Ei, mas isso não é coisa de viado. Puta que pariu, Alberto, que chato você é! Já te falei que não. Além disso, faz como eu fazia quando tinha seu pau na minha mão: imaginava que era o peito de uma gostosa. Sob a orientação dele, peguei no pau dele e comecei a bater uma. Miguel Angel me ensinou quanta pressão colocar, como ir mais rápido ou mais devagar. Me contou que ele já tinha batido uma pro Carlos e pro Roberto, e que às vezes os três se reuniam, o Roberto trazia umas revistas francesas com minas peladas e eles se masturbavam entre si várias vezes. Eu tava, entre surpreso, excitado, nervoso. Era um monte de descoberta ao mesmo tempo! Quando ele ia gozar, ele mesmo colocou a mão pra pegar toda a porra dele. Depois do orgasmo dele, já relaxado, disse: "Pra ser sua primeira punheta, você não foi mal. Olha, como prêmio por ter ido tão bem, vou te chupar." Mas você é viado, Miguel Angel! "Não seja imbecil, Alberto. Eu gosto é de mina, a única coisa que a gente faz é se dar prazer entre amigos até a gente crescer e ter mulher." Claro que adorei o boquete. Assim, com um amigo, descobri as maravilhas do sexo. Durante três anos, Miguel Angel, Roberto, Carlos e eu nos reuníamos direto e nos masturbávamos uns aos outros. O Carlos e o Miguel Angel não ligavam de chupar os outros. O Roberto e eu nunca tivemos coragem de chupar ninguém. ninguém. Eu adorava quando me chupavam, principalmente o Miguel Angel, que, como diriam de um toureiro, se deliciava na sorte. O curioso é que, tirando minhas dúvidas do primeiro dia, nunca pensamos que o que fazíamos tinha algo a ver com homossexualidade. Pelo contrário, no meio das nossas punhetas mútuas, a gente falava de como as minas das revistas francesas eram gostosas, e como seria bom foder uma gata. Terminamos o colégio e cada um foi pro seu lado. Comecei a sair com garotas, adorava mulheres, peitões me deixavam louco, tive uns rolos, bati umas punhetas, tive umas namoradas com quem comi, fui em puteiro, enfim, fiz uma vida normal pra um jovem da minha idade. No ano em que terminei a faculdade, conheci a Luisa. Me apaixonei, ela era uma dessas morenas de cabelo preto como asa de corvo, pele clara e olhos verdes. Tinha uns peitos impressionantes; uma bunda boa, firme, redonda, e umas pernas longas, longas, que pareciam que nunca iam acabar. Muito alegre, simpática, cheia de sacanagem. A gente se divertia pra caralho junto e decidimos casar. Tudo foi muito bem, nos primeiros anos a gente fodía igual coelho, em qualquer lugar e a qualquer hora; mas, como sempre acontece, depois de uns anos de casados, nossa vida sexual ficou meio na rotina. Mas a rotina mudou há três meses. Um grupo do clube de tênis decidiu organizar uma festa de carnaval no clube. Como boa festa de carnaval, tinha que ir fantasiado. A Luisa decidiu ir de puta parisiense dos anos cinquenta e eu decidi ir de pirata de romance do R. L. Stevenson. Na sexta à noite, a gente se fantasiou. Caralho, a Luisa como se arrumou, que gostosa que tava! A cabeleira preta ela tinha jogado toda pra um lado, caindo até bem depois dos ombros. O rosto muito maquiado, com olhos, pálpebras e cílios cobertos de pintura. Os lábios de um vermelho granada intenso. Uma blusa de seda branca, quase transparente, com a maioria dos botões desabotoados, deixava os peitos à mostra. A melhor parte das suas tetas magníficas, que transbordavam de um pequeno sutiã vermelho que mal cobria os bicos. Uma saia preta, bem justa, curta, aberta de um lado até quase a cintura. A abertura deixava ver uma calcinha minúscula de renda preta. Umas meias pretas de malha larga presas nas coxas por ligas grená e uns sapatos pretos de salto altíssimo completavam seu visual. Puta que pariu, Luisa! Você passou dos limites. O que você quer dizer? Porra, o que eu quero dizer? Você está com as tetas praticamente de fora, dá pra ver sua calcinha, e ainda pergunta o que eu quero dizer? Tenho certeza que se uma puta de Paris saísse assim na rua, os gendarmes prendiam ela. Ah, para, não seja careta, Alberto, é carnaval. Além disso, se a gente achar um lugar tranquilo no clube, quem sabe você não come essa puta. Enquanto dizia isso, levantou a saia e acariciou a própria bunda, fazendo cara de safada. Só de pensar em foder ela vestida assim, num lugar público, eu já fiquei de pau duro. Sua filha da puta, como você me chantageia! Vamos, bora. Nem preciso dizer que no clube, mais de um ficou babando olhando pra Luisa. E a vagabunda ainda rebolava a cintura, mexia os ombros e se comportava como a puta mais safada do mundo. Dançando na pista, as tetas balançavam pra todo lado, e numa hora até um peito escapou do sutiã. A saia, entre a abertura e o jeito que ela abria as pernas, mostrava mais do que escondia. Não me surpreendia que outros caras olhassem e cobiçassem ela, pra mim tava me excitando ainda mais do que quando éramos namorados. Vários amigos e conhecidos do clube se aproximaram e pediram pra dançar com ela. Luisa fazia o papel de puta muito bem. Grudava em todos eles, se esfregava e se roçava contra eles, e tenho certeza que muitos voltaram com um belo pau duro. A gente tava no bar, descansando depois de umas músicas, quando o Drácula chegou e disse: Puxa, Luisa, você tá... linda pra caralho. Alberto, você é a inveja de todos os homens do clube. Como o "Drácula" usava uma máscara, não sabia quem estava falando. Quem é você? Ah, desculpa. Com um gesto versalhesco, tirou a máscara. Sou Luís. Luís era um cara que a gente conhecia do clube. Parece que tem grana em casa, ninguém sabe qual é o ofício nem a renda dele, vive no clube, veste roupa cara com muita elegância, fuma e bebe do melhor. Joga tênis com quem quer que esteja procurando parceiro. Já joguei simples, duplas e duplas mistas com ele e contra ele. Joga bridge, xadrez, mus e parece passar a vida no clube. É alto, quase um metro e noventa, musculoso, bonitão e sempre muito refinado e educado no trato. Deve estar perto dos quarenta, mas muito bem conservado. Umas duas vezes fomos na casa luxuosa dele pra terminar uma partida de bridge quando o clube tinha que fechar e a partida tava interessante. Somos amigos, sem ter muita intimidade. Luísa agradeceu o elogio e Luís me pediu permissão pra dançar com ela. Enquanto eles iam pra pista de dança, uns dois casais conhecidos começaram a conversar comigo. Muito educados, me convidaram pra um drink, eu de vez em quando olhava pra pista de dança e já tava começando a ficar nervoso. Luísa tava grudada que nem uma lapa no Luís e o corpo dela ondulante se esfregava nele. Luís, sem nenhum pudor, tava passando a mão nela, apertando e beliscando a bunda dela com uma mão enquanto a outra acariciava um peito. Umas duas vezes vi a mão dele dentro da abertura da saia. Eu, como pude, me despedi dos casais e fui pra pista. Quando cheguei na pista, vi que Luís e Luísa tinham saído por uma portinha no fundo. Como pude, desviando dos casais, que nem salmão contra a corrente, fui até a porta. A porta dava pra um corredor comprido meio escuro e não tinha nem sinal dos dois. Várias portas se abriam pros dois lados; comecei a abri-las procurando eles. Umas portas estavam abertas, outras fechadas e outras trancadas. A maioria das portas dava em quartinhos que continham redes de tênis, bolas de futebol, mangueiras de regar e todo tipo de utensílios que precisam num clube esportivo. Depois de olhar em seis ou sete salas, quando já chegava no fim do corredor, ouvi uns gritinhos e gemidos de uma voz que eu conhecia. Era a Luísa. Fui na direção da voz, saía de um quartinho com a porta entreaberta. Dentro estava a Luísa, mas do jeito que tava! Tava de costas pra porta, dobrada na cintura, com as mãos apoiadas numa pilha de cadeiras dobráveis de madeira. As pernas longuíssimas bem abertas. A saia mínima levantada descansando nas costas dela. A calcinha no chão, o cu de fora, a pica do Luís entrando e saindo da buceta dela e ela rindo, chorando, ronronando. O Luís tava com a calça arriada e as duas mãos apertando as tetonas da Luísa que, pra fora do sutiã, pendiam enormes, feito úberes de vaca. Isso, Luís, isso. Mete esse teu pau, meu Deus, que grosso que é! Dá bem dado; adoro, seu safado, que pica que tu tem, que maravilha! Tá me matando, mas continua, continua, filho da puta. Que prazer do caralho, que prazer! É a pica mais grande que já meteram em mim. Não é uma pica, é um picaço. Assim, assim, enfia até o fundo, me arrebenta, vagabundo. Depois que a gente gozar, quero chupar ele. Quero ter essa joia na minha boca. Vou te chupar como nunca te chuparam. Tenho que agradecer essa tua pica gloriosa. Dá, dá, me arrebenta, cabra safado, me parte no meio com essa vara gloriosa. Que gostoso, porra! Que gostoso que tu me dá! Eu nunca tinha visto a Luísa tão puta, tão safada; ela mexia os quadris no ritmo e empurrava pra enfiar a vara do Luís até o fundo. O Luís não dizia nada, mas socava a buceta dela e devia tá deixando ela mole feito gelatina, pelo jeito violento das estocadas. O normal era eu ter entrado naquele quarto gritando igual um louco e ter moído os dois na porrada. Mas não, o curioso é que eu não tava puto nem bravo. Pelo contrário, ver a Luísa feito uma puta, uma safada, sendo fodida na brutalidade, implorando que lhe dessem mais pica, me deixou muito excitado, eu notava que minha vara estava dura; nesse momento, Luis olhou para a porta; me viu, nossos olhares se cruzaram, pareceu que sua boca esboçava um sorriso, mas ele virou a cabeça e, me ignorando, continuou comendo a puta da minha mulher. Eu me virei e voltei para a festa a fantasia. Saí para o terraço, me apoiei no parapeito e, com pernas e braços tremendo como folhas, pensava no que acabara de ver. Por que não tinha interrompido a foda deles? Por que não tinha matado os dois? O que era que me excitava tanto? Deviam ter se passado entre vinte e trinta minutos quando uma voz suave e insinuante no meu ouvido, com os lábios roçando minha orelha, me tirou dos meus pensamentos. Quer foder sua puta parisiense? Antes que eu pudesse responder, sua língua sabida brincava na minha orelha e sua mão de vagabunda apalpava minha virilha. Em vez de dar porrada nela, me virei, apertei seus peitões que tanto me encantavam, beijei sua boca (que tinha chupado o pau de outro) com raiva e disse: Vou te foder bem fodida, sua puta. Luísa me pegou pela mão e, com toda a frieza do mundo, me levou para o mesmo quartinho onde, poucos minutos antes, ela tinha fodido com Luis. Entramos no quarto, sem perder tempo ela levantou a saia, abaixou a calcinha, abriu as pernas e, com um empurrão de quadril, num gesto lúbrico e obsceno, ofereceu seu sexo e, mais que pedir, ordenou: Chupa minha buceta, Alberto, chupa minha xota, fode com sua língua. Eu comecei a chupar e notei um líquido leitoso, salgado, escorrendo da buceta dela. Eu sabia que era a porra do Luis, sabia que Luísa, na mente dela, estava me humilhando ao me fazer beber a porra do amante dela, mas eu lambia e lambia e bebia a porra de outro cara da buceta da puta da minha mulher. Enquanto chupava a buceta dela, coloquei um dedo no cu dela. Estava seco, não saía porra. Ainda bem, pelo menos não tinha enfiado no cu dela. Buceta, Luísa, como você está molhada. É que você me deixou com muito tesão. com a ideia de que você ia me foder num lugar público. Que puta! Além de vadia mentirosa, é assim que as mulheres são! De alguma forma, eu tava excitado, tipo louco, não sei se era raiva, desejo, ódio ou vingança, mas feito uma besta joguei a Luísa no chão, me joguei em cima dela, coloquei as pernas dela nos meus ombros e, sem me importar com as reclamações dela sobre o chão duro, comi ela com toda a minha alma, com toda a intenção de rasgar a buceta dela, mais do que foder, eu tentava perfurar ela com minha pica. Feito uma besta, continuei fodendo e fodendo até que, com um grito, tive um orgasmo do caralho. Luísa falou algo sobre como eu tinha sido selvagem. Mas nem ela nem eu mencionamos nada sobre o Luís e como a vadia da Luísa tinha fodido com ele. Nós nos vestimos, tomamos outra dose e voltamos pra casa. Passaram três semanas, eu tava nervoso e irritado, mas não sabia o que causava isso. Eu e a Luísa voltamos um pouco à nossa rotina e nenhum de nós tocou no assunto da infidelidade dela. Na quinta à tarde, ligaram pra Luísa de Lérida, onde os pais dela moram, avisando que a mãe tava doente. Luísa pegou o trem naquela mesma noite e eu fiquei em Madri. Na sexta à tarde, como não tinha nada pra fazer, fui pro clube. Depois de jogar umas partidas de mus, fui pra cafeteria e decidi comer um prato combinado como janta. Quando tava terminando, senti uma mão no meu ombro e um: "Oi Alberto, como você tá?" Era o Luís. Ele sentou do meu lado e começou a puxar conversa fiada. Eu não sabia muito bem como agir. Era a primeira vez, pelo que eu sabia, que eu falava com um cara que tinha comido minha mulher. Luís se comportava com toda naturalidade, como se nada tivesse acontecido. "Como tá a Luísa?" Eu olhei pra ele, mas não tinha nenhuma ironia nem na voz nem no gesto. Respondi que ela tava bem, mas que tinha ido ver a mãe doente. Luís, muito educado, sugeriu que, se eu não tivesse nada pra fazer, a gente podia ir na casa dele, fumar um charuto bom, tomar um conhaque e bater um papo. Como também não tinha nada... Nenhum outro plano, aceitei. Luis, além de ser gostoso, tinha bom gosto. Me ofereceu uns Davidoffs magníficos, aroma doce e umidade perfeita. O conhaque: 1886, meu favorito, mas que pelo preço não bebo com frequência. Conversamos sobre coisas banais e, quando terminamos o segundo e generoso copo de conhaque, Luis perguntou se eu queria ver um filme pornô. Nos sentamos confortavelmente num sofá grande e admirei a tela gigante dele. O filme tinha uma loira com umas tetas enormes. Eu fiz algum comentário sobre o quanto gostava de tetas grandes e Luis disse que também enlouqueciam ele. A loira tetuda ia pra casa de um cara moreno fortão. Na casa, o cara, sem rodeios, tirava as tetonas dela e chupava como um louco. Luis comentou como as tetas eram boas e enormes e como ele estava excitado. O bombado do filme despiu a loira e... Puta merda, que rabo que a puta da loira tinha! Era um transexual com uma pica maior que a minha! O bombado não pareceu se importar; derrubou ela no chão e, sem cerimônia, enfiou no cu dela. Luis, ofegante, disse: Alberto, não aguento mais, tenho que bater uma. Abriu a calça, tirou o pau e começou a tocar punheta. Me olhou e disse: Não fica com vergonha, se quiser tira o seu e bate uma também. A verdade é que aquele transexual, com as tetas grandes, esfregando o pau e levando no cu, me deixou fascinado. Tirei o meu e comecei a me masturbar. Pouco depois, Luis, como quem não quer nada, sem dizer palavra, colocou a mão dele na minha e levou minha mão pro pau dele, me convidando a bater uma pra ele. Porra! Não é à toa que a puta da Luisa se divertia tanto. Era um pau enorme, um pouco mais grosso que o meu e pelo menos cinco centímetros mais comprido. Eu, feito um idiota, sem dizer nada, olhava fascinado praquela pica e batia uma. Luis disse: Vai, idiota, se dá um gostinho e chupa meu pau. Eu devia ter protestado, devia ter dado uns sopapos nele, batido nos ovos ou algo do tipo. No entanto, como um boneco sem vontade própria, me ajoelhei na frente do Luis e pela primeira vez na vida chupei uma pica. Mas que pica! Era imensa, grossa, comprida, dura. "Chupa, porra! Chupa, chupa como uma puta." Enquanto dizia isso, Luis me segurava pelas orelhas e enfiava o pauzão até a garganta. Quase vomitei. Mas consegui me controlar e continuei chupando aquele pauzão. Depois de alguns minutos, Luis tirou a boca daquela gostosura, se levantou e disse: "Não se mexe, fica assim." Ele ficou atrás de mim e baixou minha calça. Me ouvi com uma vozinha ridícula perguntar: "O que você vai fazer, Luis?" "O que vou fazer? Vou te fazer um homem. Vou arrebentar teu cu como a puta que você é." Eu, em vez de me levantar e quebrar a cara dele, só consegui dizer no mesmo tom ridículo: "Não, Luis, por favor, isso não, nunca dei o cu." "Melhor assim, adoro cuzinho virgem. E você deu sorte! Vai ser arrombado por um expert." Eu me perguntava o que estava acontecendo comigo, minha mente dizia para me levantar e ir embora, mas meu corpo, dissociado da minha mente, continuava de quatro, com o cu no ar, enquanto Luis passava algum líquido oleoso no meu cu. Senti a cabecinha dele encostar no meu ânus. Em seguida, senti uma dor enorme, como se tivesse enfiado um ferro quente no meu cu. "Não, Luis, não, dói pra caralho." Gritei como um porco no matadouro, mas mesmo com os gritos, continuei ali, oferecendo meu cu em sacrifício. "Cala a boca, otário, cala e aprende, que você vai gostar." Ele começou a meter e tirar devagar o pauzão dele. Eu sentia uma pressão tremenda invadindo minhas entranhas, parecia que minha barriga ia explodir. Implorando, com a mesma vozinha estranha que tinha saído, soluçando, falei: "Não, Luis, por favor, tira, tira esse tronco do meu cu, que não sou viado." Luis me deu dois tapas bem fortes no cu e disse: "Cala a boca, sua puta, cala e não chora, senão te encho de porrada!" Ele continuou. bombando sem ter pena de mim. Aos poucos, a dor foi substituída por uma sensação de relaxamento. Luís se inclinou sobre minhas costas, pegou meu pau com uma mão e começou a me dar prazer enquanto continuava me empalando. Assim, Alberto, assim, engole o pau como um homem, engole meu garanhão como a puta viciada que você é. Gostou de ver como eu comia a puta da sua mulher, né? Quando vi que você olhava e calava a boca, percebi que era uma vadia. Naquele momento, decidi que tinha que te comer no cu. Goza, viado, goza. A única coisa que sinto é não ter a puta da Luísa aqui, porque adoraria arrebentar o cu de vocês dois juntos. Casal de porcas! Que peitos e que pernas que a Luísa tem! Você não merece ela, viado! Enquanto dizia isso, continuava me masturbando e me empalando como um animal. Eu me sentia humilhado e degradado, mas... aguentava e gozava. Finalmente, com um grito enorme, gozei, e enquanto Luís ordenhava meu pau, eu gritei: Luís, filho da puta, pode me dar quanto quiser com seu pau de glória. Luís, com um grito, gozou dentro de mim, e eu, exausto, caí no chão. Comecei a soluçar, não sei se de vergonha e humilhação ou de prazer e felicidade. Eu tinha me comportado como uma garota de quinze anos, seduzido e "estuprado", mas desejando e aproveitando. Depois de um tempo, levantei minhas calças e, sem dizer uma palavra, saí da casa de Luís. Passei o sábado em casa, passando pomadas e loções no cu e mergulhado num mar de confusão. No domingo, Luísa ligou dizendo que a mãe dela estava fora de perigo e voltaria na segunda. Na segunda, depois do jantar, transamos. Ao gozar, eu me abracei na Luísa e contei que Luís tinha me sodomizado. Luísa gritou e berrou, me insultou, perguntou como eu podia fazer aquilo, ameaçou me largar. A grande puta em nenhum momento disse que ela tinha fodido com Luís. Cheia de virtude, me amaldiçoava pela minha viadagem. Felizmente, estávamos muito cansados e dormimos sem jogar os móveis na cabeça um do outro. Três dias depois, começamos a transar de novo. Luísa vivia passando a mão na minha bunda. Quando eu gozei, ela levantou da cama e falou: "Espera aí". Voltou pro quarto de salto alto, pelada, com aqueles peitões balançando a cada passo. Bom, na real ela não veio nua. Tava usando um cinto com uma pica de borracha enorme pendurada. Com voz de comando, disse: "Agora eu sou o cara e você é minha putinha. Bota essa bunda pra cima, putinha!" Eu, mais uma vez sendo o passivo, fiquei de quatro na beirada da cama. Luísa passou vaselina no meu cu e, sem dó nenhuma, enfiou aquele falo enorme. No começo doeu um pouco, mas logo começou a dar gosto. "Ai, Luísa, você tá me matando. Pega na minha pica e me faz gozar com a mão." Luísa começou a me masturbar. "Isso, assim, dos dois lados. Como você é puta, Alberto, mais puta do que eu. De agora em diante, você vai ser minha putinha." Daquele dia em diante, Luísa me sodomizava pelo menos uma vez por semana, e tinha dias que não deixava eu meter meu pau nela. Só deixava eu chupar os peitos dela e a buceta, e quando ela já tinha gozado, aí me empalava com aquele falo enorme. Claramente ela virava a dominante e eu ficava submisso. Assim continuamos por várias semanas. Eu não tive nenhuma atividade homossexual. Luísa ainda me atraía pra caralho, os peitos dela eram uma fonte enorme de prazer pra mim. Beijar e chupar a buceta dela era uma delícia, e ela tinha orgasmos brutais enquanto eu chupava o clitóris dela. Adoraria ter sodomizado ela, pedi várias vezes, mas ela recusava de vez. As coisas estavam assim até que uma noite, enquanto ela me sodomizava, Luísa disse: "Alberto, quero que você ligue pro Paco e fale que quero que ele me coma." "Luísa, você tá louca? Não vou fazer isso." Luísa, sem perder o ritmo da empalação, me deu dois tapas bem fortes na bunda e disse: "Você vai fazer o que eu mandar. Vai dar a bunda por aí pra se divertir enquanto o Luís arrebenta teu cu. Pois agora eu tô com vontade de dar pra alguém. E mais, se você se comportar bem, vou deixar você olhar enquanto o Paco me come. O Paco era um colega meu da faculdade. Embora ele trabalhasse em outra empresa, a gente continuou sendo amigo. Ele era casado com uma mulher muito gostosa, a Maribel, e os casais se davam super bem. A gente se encontrava pelo menos uma vez por mês e sempre fazia uns passeios curtos nos fins de semana. Eu achava que o que a Luísa tava pedindo (ou mandando) era demais; mais uma humilhação. Quando falei com o Paco, no começo ele achou que eu tava bêbado, mas no fim convenci ele de que eu tava falando sério. A gente combinou que ele viria em casa na quinta à tarde, logo depois do trabalho. Na quinta, voltei pra casa um pouco mais cedo do que de costume. Encontrei a Luísa vestida de puta parisiense (quase ainda mais provocante do que da primeira vez). A sala estava meio escura, tinha um monte de velas ainda apagadas e uma música melosa saindo do som. A Luísa me deu instruções bem claras. Você abre a porta pro Paco, leva ele pra sala, pergunta o que ele quer beber, traz o que ele pedir e sai. Aconteça o que acontecer, não volta pro cômodo a menos que eu te chame, a gente vai deixar a porta entreaberta, apaga a luz do corredor, você pode olhar à vontade e, se quiser bater uma enquanto a gente fode, foda-se, tá liberado. Fiz exatamente isso. Abri a porta pro Paco, levei ele pra sala, perguntei o que ele queria beber e trouxe o gim com tônica que ele pediu. Enquanto eu tava servindo a bebida, a Luísa começou a acender as velas e disse: Oi, Paco, valeu por ter vindo. O Paco ficou de boca aberta. Acho que até ele ver a Luísa vestida de puta, não acreditou no que eu tinha falado. A Luísa fez um gesto com a mão me mandando vazar. Saí do cômodo e me instalei no corredor escuro. O Paco começou a falar alguma coisa sobre como a Luísa era gostosa e que sorte eu tinha. A Luísa não perdeu tempo. pelas ramas. Sim, sim, isso tá muito bom, mas agora vamos foder. Sem perder tempo, soltou o cinto do Paco, abaixou as calças dele e começou a chupar o pau dele. Quando viu ele duro, deitou no sofá, levantou as pernas bem abertas e sem muita poesia disse: Vem aqui, Paco, enfia até o talo. Paco não se fez de rogado e meteu sem hesitar. Claramente, Luísa ia levar o controle. Era ela quem trocava de posição, dizia quando parar, dava instruções e Paco fazia o que mandavam. Quando já estavam quase uma hora trepando e Paco já tinha gozado duas vezes, Luísa se levantou, se inclinou sobre o sofá e, oferecendo uma visão maravilhosa da bunda dela, disse pro Paco: Fica de pé, Paco, me fode por trás, de pé. Quando Paco tava metendo nela, a puta gritou: Que pica boa que o Paco tem e como ele usa bem; seu corno manso, vem aqui, vem, meu cuck, e olha como teu amigo me fode. Paco, não liga pra ele, continua me fodendo, me dá prazer com teu pau, enfia fundo, mais, mais, ainda mais, assim, chupão, assim. Vendo ela tão desgrenhada, agindo como uma puta safada, me deixou louco. Comecei a me masturbar e quase sem me tocar gozei num instante. Ai, cuck! Você gosta de ver como fodem a puta da sua mulher, né, viado? Sim, Luísa gozou muito. O coitado do Paco teve um último orgasmo e caiu no chão exausto. Olha, viado, teu amigo tá com o pau todo sujo dos meus sucos, limpa com tua língua. Eu não me fiz de rogado e chupei o pau do Paco. Não era tão grande quanto a vara do Luís, mas era de bom tamanho. Paco ficou com cara de surpreso no começo, mas sem dizer nada deixou eu chupar por um bom tempo. Quando Paco se vestiu e tava quase indo embora, agradecendo a nós dois, Luísa disse: Ó, da próxima vez traz a Maribel. Eu não me importaria de fazer um sanduíche com ela. Alberto vai foder ela com muito gosto, e a promíscua do meu marido vai fazer tudo que você quiser. Já viu que ele sabe chupar e, se você gostar, ele também. Adora que sodomizem ele. Ele é ainda mais promíscuo que eu. Paco fez cara de safado e disse que faria de tudo pra convencer a Maribel. Depois de beijar a Luisa e apertar os peitões dela uma última vez, foi embora. Luisa me olhou e disse: Sabe de uma, você se comportou bem, trouxe seu amigo, fez tudo que eu pedi e me diverti pra caralho. Vou deixar você chupar minha buceta com a porra do seu amigo, do mesmo jeito que você chupou a porra do Luis no clube, e se você fizer eu gozar com a sua boca, deixo você meter no meu cu, me desvirginar e me fazer mulher. Então você sabia que eu te vi no clube com o Luis. Claro que sim, sua puta. O Luis me disse que você nos viu fodendo e não falou nada. Mas além de ser um filho da puta, não esperava que você fosse viado. O que achou da pica do Paco? Não é tão grande quanto a do Luis, mas não é ruim. Já já, quando eu trouxer a Maribel, ele vai te empalar na frente das duas. Eu não perdi tempo com conversa, chupei e chupei a buceta dela e o clitóris até ela ter mais dois orgasmos. Depois disso, virei ela e aproveitei aquele cu como nunca tinha aproveitado com ela. Que delícia! Aquele cuzão enorme coroando as pernas longas; virgem até então, mas transbordando safadeza. Luisa não parecia sofrer com a sodomia. Pelo contrário, a porca se mexia e me incentivava, pedia mais e mais, e rebolava aquele rabo poderoso pra enfiar minha pica até o talo. Depois de um orgasmo intenso, derramando toda minha porra dentro dela, exausto mas incrivelmente satisfeito, caí no chão. Não é ruim essa parada de cu, não é à toa que você gosta, seu viado. Olha, vamos fazer isso por uns dias, e quando ela se acostumar, você chama o Luis pra ele arrebentar meu cu com aquela pica gigantesca dele. Pensando bem, até que tô afim de ver ele arrebentar o seu também; tô começando a te entender, seu promíscuo, tô começando a entender o tesão de ver outro me fodendo. Você não é um corno manso, é um promíscuo curioso. Que delícia! Luisa me sodomizava, deixava que eu a sodomizasse e agora íamos ter orgias juntos. Se ela tinha tesão em ver como o Luis me empalava, eu ia dar pra Luísa ainda mais do que ela pedia. Ia trazer dois caras de uma vez pra Luísa ver como eu conseguia lidar com um na boca e outro no cu ao mesmo tempo. Assim minha mulherzinha vai ver o quão puta eu sou. Demorei mais de trinta e cinco anos pra aprender, mas agora sei o que rola comigo. O que rola é que eu sou mais vadia...

1 comentários - Minha experiência sexual. Bi-anal

Excelente!! Que buen relato!! Que bien escrito. Como calienta al leerlo.