Uns dias depois do segundo sexo com Martín, a gente ficou pra dormir na casa do Lautaro. Era sábado, a gente tinha passado o dia todo junto jogando bola. Foi um rolê normal com os manos. Quando chegamos na casa dele, íamos tomar um banho, a gente tinha suado pra caralho. O primeiro a entrar foi o Lautaro, então ficamos só eu e o Martín no quarto, a porta tava aberta, dava pra ouvir a mãe do Lautaro na cozinha, e a irmã dele no quarto dela, ouvindo música. Tudo normal, eu tava sentado na cama, o Martín no computador, até que ele levanta, chega perto de mim e abaixa a calça e a cueca, pega o pau dele e passa perto da minha cara.
- Eu, sussurrando: Cê tá louco?
- Martín: Relaxa, tão longe, ninguém tá vendo a gente.
- Eu: Cê nem tomou banho ainda...
- Martín: Fala sério, só um pouquinho...
- Eu: Tá bom, mas só um pouquinho mesmo.
Martín segurou minha cabeça e me puxou pro corpo dele, esfregando minha cara no pau e nas bolas dele. Tinha um cheiro forte, mas não me incomodava.
- Martín, sussurrando: Chupa minhas bolas.
Ele aproximou as bolas e eu abri a boca. Fiquei passando a língua nas bolas suadas dele por um tempo, aí sim o gosto era forte, mas não tava nem aí, sentia o pau dele endurecendo e ficando duro encostado na minha testa.
- Eu: Pronto, já deu. — falei e me afastei.
- Martín: Não, espera, cê ainda não chupou ele.
Ainda dava pra ouvir a mãe na cozinha e o barulho do chuveiro, então eu cedi. Puxei a pele dele pra trás, passei a língua na cabeça do pau, olhei nos olhos dele e meti o pau dele na boca. Martín apoiou uma mão na minha cabeça e a outra na cintura dele, curtindo que nem um macho, enquanto eu passava meus lábios em volta do tronco do pau dele e ia e voltava. Porra, como eu adorava dar prazer pra esse cara. A gente tava nessa quando a mãe do Lautaro chamou da cozinha. Eu quis sair, mas ele me segurou com o pau na boca e começou a responder. Fez um sinal com a cabeça pra eu continuar, enquanto ele falava com a senhora. Comecei a masturbar ele e passar a outra mão nas bolas dele; só quando a senhora me perguntou algo diretamente é que tirei a pica da boca pra responder, assim que terminei de falar voltei a chupar o Martín. Já tava começando a sentir um pouco de líquido pré-gozo quando ouvimos a torneira do chuveiro fechar. Martín voltou pro computador e eu limpei a boca que tava cheia de baba. A gente se olhou com malícia quando o Lautaro voltou, depois fui tomar banho.
Tudo seguiu normal, ficamos de bobeira, comemos, etc. De madrugada fomos pro quarto deitar e ficar conversando. Lautaro ia dormir na cama dele, e em dois colchões no chão, do lado dos pés da cama, íamos dormir eu e Martín. Apagamos as luzes e ficamos falando besteira, nada demais, até que percebo o Martín pegar minha mão e levar até a pica dele, em algum momento ele tinha abaixado a calça. A gente continuava conversando os três, só que agora eu tava masturbando o Martín no escuro. Ainda tava mole, eu batia uma lenta, com medo do Lautaro perceber alguma coisa, mas tava muito escuro e ele tava longe. Aproveitei pra acariciar a pica do Martín, passando meus dedos por todo o comprimento do tronco dele, acariciar as bolas. Sem a visão, só tinha o tato pra apreciar aquela porra que me deixava louco. Não sei quanto tempo a gente ficou naquela situação, uns cinco ou dez minutos, mas eu tava totalmente excitado, fazendo algo proibido e perigoso, amava aquilo. A pica do Martín já tava bem dura. Enquanto eles falavam, devagar e com cuidado fui me deslizando pra parte de baixo do colchão até ficar com o rosto na altura da pica do Martín. Voltei a falar um pouco, pra disfarçar, e comecei a lamber a pica do meu amigo. A gente continuava na conversa, mas eu cada vez falava menos; Martín ainda conseguia fingir normalidade enquanto eu passava minha língua por todo o tronco e a cabeça dele. Enfiei a pica dele na boca devagar, tomando cuidado pra não fazer barulho; eu fiquei com ela um pouco dentro da boca, mexendo só a língua na cabeça dele. Senti que o Martín soltou um suspiro, isso aumentou meu tesão.
O Martín aproveitou pra dizer que tava com sono, que era melhor a gente dormir, e a gente se despediu. O Martín me fez subir pra altura normal, agora a gente tava os dois de lado, cara a cara; ele tinha passado o braço e eu tava apoiado nele. Continuei masturbando ele devagar. Ele tinha começado a acariciar minha bunda. Meu coração tava batendo a mil, tava muito nervoso, mas ainda mais tarado. Só se ouvia o barulho do ventilador no quarto, até que depois de um tempo dava pra ouvir a respiração pesada do Lautaro, já dormindo.
Na hora o Martín começou a baixar minha calça e minha cueca, pensei que ele ia baixar só um pouquinho, mas ele tirou tudo.
- Eu, sussurrando: O que cê tá fazendo?
- Martín: Deixa eu aproveitar sua bunda um pouquinho.
Aí quem desceu foi ele. Ele me fez virar de bruços e começou a beijar minhas nádegas, a morder elas, a me agarrar forte. Sentir o desejo dele pelo meu corpo me tirava do sério, era a melhor sensação do mundo.
- Martín: Tapa a boca.
O Martín começou a me lamber. Quase escapou um gemido, mas por sorte, graças ao aviso dele, consegui me segurar. O filho da puta tava comendo minha bunda a metros do nosso amigo, não conseguia acreditar, não pensei que ele teria coragem. Um pouco de som, da minha respiração, escapava, mas por sorte o ventilador ajudava a disfarçar. Continuava ouvindo o Lautaro dormindo, mas agora não conseguia prestar atenção em nada, só sentia a língua do meu amigo na minha bunda.
- Martín: Levanta mais um pouco - ele disse me segurando pela cintura.
Não devia ter obedecido, não tava pensando, mas levantei a bunda pra ele continuar me lambendo. Se o Lautaro acordasse, era óbvio o que tava rolando, ia me ver de cu pra cima, totalmente entregue, e o Martín, pelado e de pau duro, beijando minha bunda, mas o risco tava me deixando ainda mais tarado. Um pouco me coçava a pulga do "e se ele acorda e quer participar?", naquele momento eu tava tão excitado que aceitaria qualquer coisa. Martín falou comigo como se estivesse lendo minha mente.
- Martín: A gente podia te enfestar de novo entre nós dois, hein.
Não respondi porque não queria fazer barulho. Martín continuava com o beijo grego e me segurava firme pela bunda, eu curtia e ao mesmo tempo sofria por não poder soltar nenhum som, me sentia numa prisão sem poder me expressar do jeito que tava acostumado. O filho da puta do Martín se aproveitava, começou a passar um dedo na entrada da minha bunda; levei uma mão pra trás pra impedir.
- Martín: Shh... relaxa...
Obedeci e deixei ele levar tudo um pouquinho mais longe, como sempre. Martín começou a enfiar o dedo na minha bunda, eu sofria tendo que ficar em silêncio, mas como era bom ter o Martín dentro de mim. Ele enfiou e tirou o dedo devagar do meu corpo; fazia um leve som de saliva que ecoava no silêncio quase total do quarto. Eu levei o travesseiro pro rosto, não aguentava mais. Martín enfiou o dedo indicador até bater no nó do dedo; começou a se mexer dentro de mim e escapou um gemido. Martín foi descendo devagar minha bunda, sem tirar o dedo de dentro de mim, e veio se deitar na minha altura, cobrindo nós dois com o lençol. Não entendi o que tava rolando; Martín fez o gesto de silêncio com a mão livre. E aí ouvi o Lautaro se virando na cama. Fiquei com medo de repente, agradecia que Martín tinha nos coberto com o lençol, se a gente fingisse de dormido não dava nada. Lembrei que não tava com nenhuma roupa e não sabia onde tinha deixado, e se o Lautaro levantasse e visse nossas roupas no chão? Ia desconfiar de algo...
Tava pensando nisso quando Martín mexeu o dedo de novo dentro de mim. Me tinha quase como um anel. O medo e o prazer se misturavam, não sabia o que fazer, então continuei calado e deixando o Martín fazer o dele. Tinha certeza de que ele tava rindo daquele jeito safado que tinha, de machão metido, de "olha como te tenho". Procurei o pau dele e ainda estava duro, voltei a bater uma pra ele como dava; estávamos tipo de conchinha, eu jogava o braço pra trás e masturbava ele como podia, com movimentos lentos pra não dar na vista.
Depois do que devem ter sido uns dois minutos, embora parecessem horas, ouvimos o Lautaro voltar a respirar fundo, dormindo. Aí aproveitei e tirei a mão do Martín e virei pra ficar de frente pra ele.
- Eu: Não dá pra fazer isso assim, é muito perigoso.
- Martín: Sim, mas não te excita?
Ele encostou o corpo no meu, a pica enorme dele bateu no meu pau duro. A cabeça do meu pau encostou no tronco dele, bem mais grosso que o meu; a cabeça do pau dele devia estar muitos centímetros mais acima, o meu não era nada comparado com aquela anaconda. Esse contato me deu uma certa eletricidade, era o máximo que meu pau ereto tinha encostado no corpo dele.
- Eu: Sim, mas temos que parar, é muito arriscado.
- Martín: Beleza, bebê, você vem pra casa na próxima e a gente deixa por isso mesmo, que tal?
- Eu: Sim, melhor.
- Martín: Então tá... mas agora você me chupa, né?
Eu ri alto, tanto que o Martín fez "shh". Peguei o pau dele de novo e comecei a bater uma lentamente.
- Eu: Você tá bem excitado, né?
- Martín: Sim, pra caralho.
- Eu: Beleza, então tá.
Desci até a altura do pau dele e passei a língua pela cabeça. Já tinha bastante líquido pré-gozo na cabeça, viscoso e gostoso. Aproveitei por uns segundos e meti o pau dele na boca. Envolvi a pica dele com meus lábios e lentamente engolia o pau dele, aumentando a velocidade aos poucos, garantindo de deixar bastante saliva pra bater uma ao mesmo tempo. Mas quando acelerava, e via que o Martín tava perto de gozar, o barulho era muito, nós dois percebíamos. Ouviu-se o Lautaro se mexer na cama e a gente parou, mas logo vimos que ele continuava dormindo.
Eu: Não vai dar... - falei apontando pro Lautaro na cama.
O Martín pareceu ficar pensando em silêncio; de repente, ele se levantou um pouco e sentou aos pés da na cama, de costas pro Lautaro dormido. Eu continuei no colchão no chão até ele mandar eu chegar perto. Fui de joelhos até ele, ficando bem perto daquela pica gigante parada na altura do meu rosto. Ele se aproximou do meu ouvido.
- Martín: Chupa assim, pra ele não te ver, eu só tô sentado, se rolar alguma coisa eu falo que levantei e vou no banheiro.
Eu tava na dúvida, com medo, mas o plano dele fazia sentido, qualquer coisa eu podia me esconder me jogando no colchão no chão sem o Lautaro me ver se ele acordasse, e a pica dura dele não dava pra ver. Pensei "foda-se" e, de joelhos entre as pernas dele, engoli de novo aquela porra linda. Ia e vinha tentando não fazer barulho. Comecei a bater uma pra ele. Sentia que ele tava perto, mas o momento não chegava, não tinha coragem de ir muito rápido porque o movimento na cama aparecia, o Lautaro podia acordar a qualquer hora.
Martín me pegou pelo cabelo e me separou da pica dele, me guiou pros ovos dele; chupei e lambi com devoção. Ele se masturbava rápido, um pouco demais na minha opinião (por causa do barulho e da cama), mas acho que naquela altura ele já tava nem aí. De repente ele me pega de novo pela cabeça e mete a pica dele na minha boca com força; me movi duas vezes na pica dele e uma quantidade imensa de porra jorrou na minha boca. Engoli rápido porque saía muito leite enquanto eu continuava chupando a pica dele. Martín suspirava pesado enquanto eu recebia aquele néctar que pra mim era a porra do meu amigo. Quando ele parou de se mexer e tremer, continuei com a pica dele na boca por uns segundos. A voz do Lautaro ecoou.
- Lautaro: Tá bem?
Eu congelei. Nem consegui tirar a pica da boca. Por sorte pra mim, o Martín respondeu na hora.
- Martín: Sim, fui no banheiro e bati o dedo na cama.
Devagar, tirei a pica dele da boca e fui me deitando, com muito cuidado e tesão, o coração batendo a mil. Martín logo se deitou também, na disfarçada, porque os dois tavam pelados. Martín cobriu a gente com Ambos ficamos quietos, sem nos mexer nem falar, até ouvirmos Lautaro dormindo de novo. Aí pegamos a roupa e nos vestimos.
— Martín: Foi bom, hein.
— Eu: Cê é um sem-vergonha, quer que a gente seja pego.
— Martín: Não, juro que não. Só que eu adoro como você chupa minha pica e tem uma bunda muito gostosa.
Paramos de falar e ele dormiu na hora, já descarregado. Eu queria dormir, mas tive que ir ao banheiro bater uma pensando no que aconteceu e no que poderia ter rolado se Lautaro acordasse. Tava vivendo uma loucura em tão pouco tempo, me sentia viciado, não conseguia largar essa adrenalina com Martín, sempre deixava ele fazer tudo. Se continuasse nesse caminho, ia acabar dando o cu em qualquer lugar, ou chupando a pica dele onde desse, e as consequências podiam ser pesadas; até pouco tempo me considerava hétero e em questão de semanas tinha virado um putão, meu amigo tinha me transformado numa vadia e eu adorava. O prazer novo de chupar a pica dele e de levar no cu me fazia capaz de qualquer coisa. Mas enfim, ele não ia mais ter a casa só pra gente, daqui a pouco as aulas voltavam e essas chances não iam aparecer de novo, isso ia ajudar a acalmar as coisas. Me tranquilizava pensando que em breve ia ter uma última vez com Martín e pronto. Ia deixar ele fazer tudo o que pedisse e ia ser uma putinha até ficar satisfeito com a pica dele, assim matava a vontade de uma vez por todas.
Tudo seguiu normal, ficamos de bobeira, comemos, etc. De madrugada fomos pro quarto deitar e ficar conversando. Lautaro ia dormir na cama dele, e em dois colchões no chão, do lado dos pés da cama, íamos dormir eu e Martín. Apagamos as luzes e ficamos falando besteira, nada demais, até que percebo o Martín pegar minha mão e levar até a pica dele, em algum momento ele tinha abaixado a calça. A gente continuava conversando os três, só que agora eu tava masturbando o Martín no escuro. Ainda tava mole, eu batia uma lenta, com medo do Lautaro perceber alguma coisa, mas tava muito escuro e ele tava longe. Aproveitei pra acariciar a pica do Martín, passando meus dedos por todo o comprimento do tronco dele, acariciar as bolas. Sem a visão, só tinha o tato pra apreciar aquela porra que me deixava louco. Não sei quanto tempo a gente ficou naquela situação, uns cinco ou dez minutos, mas eu tava totalmente excitado, fazendo algo proibido e perigoso, amava aquilo. A pica do Martín já tava bem dura. Enquanto eles falavam, devagar e com cuidado fui me deslizando pra parte de baixo do colchão até ficar com o rosto na altura da pica do Martín. Voltei a falar um pouco, pra disfarçar, e comecei a lamber a pica do meu amigo. A gente continuava na conversa, mas eu cada vez falava menos; Martín ainda conseguia fingir normalidade enquanto eu passava minha língua por todo o tronco e a cabeça dele. Enfiei a pica dele na boca devagar, tomando cuidado pra não fazer barulho; eu fiquei com ela um pouco dentro da boca, mexendo só a língua na cabeça dele. Senti que o Martín soltou um suspiro, isso aumentou meu tesão.
O Martín aproveitou pra dizer que tava com sono, que era melhor a gente dormir, e a gente se despediu. O Martín me fez subir pra altura normal, agora a gente tava os dois de lado, cara a cara; ele tinha passado o braço e eu tava apoiado nele. Continuei masturbando ele devagar. Ele tinha começado a acariciar minha bunda. Meu coração tava batendo a mil, tava muito nervoso, mas ainda mais tarado. Só se ouvia o barulho do ventilador no quarto, até que depois de um tempo dava pra ouvir a respiração pesada do Lautaro, já dormindo.
Na hora o Martín começou a baixar minha calça e minha cueca, pensei que ele ia baixar só um pouquinho, mas ele tirou tudo.
- Eu, sussurrando: O que cê tá fazendo?
- Martín: Deixa eu aproveitar sua bunda um pouquinho.
Aí quem desceu foi ele. Ele me fez virar de bruços e começou a beijar minhas nádegas, a morder elas, a me agarrar forte. Sentir o desejo dele pelo meu corpo me tirava do sério, era a melhor sensação do mundo.
- Martín: Tapa a boca.
O Martín começou a me lamber. Quase escapou um gemido, mas por sorte, graças ao aviso dele, consegui me segurar. O filho da puta tava comendo minha bunda a metros do nosso amigo, não conseguia acreditar, não pensei que ele teria coragem. Um pouco de som, da minha respiração, escapava, mas por sorte o ventilador ajudava a disfarçar. Continuava ouvindo o Lautaro dormindo, mas agora não conseguia prestar atenção em nada, só sentia a língua do meu amigo na minha bunda.
- Martín: Levanta mais um pouco - ele disse me segurando pela cintura.
Não devia ter obedecido, não tava pensando, mas levantei a bunda pra ele continuar me lambendo. Se o Lautaro acordasse, era óbvio o que tava rolando, ia me ver de cu pra cima, totalmente entregue, e o Martín, pelado e de pau duro, beijando minha bunda, mas o risco tava me deixando ainda mais tarado. Um pouco me coçava a pulga do "e se ele acorda e quer participar?", naquele momento eu tava tão excitado que aceitaria qualquer coisa. Martín falou comigo como se estivesse lendo minha mente.
- Martín: A gente podia te enfestar de novo entre nós dois, hein.
Não respondi porque não queria fazer barulho. Martín continuava com o beijo grego e me segurava firme pela bunda, eu curtia e ao mesmo tempo sofria por não poder soltar nenhum som, me sentia numa prisão sem poder me expressar do jeito que tava acostumado. O filho da puta do Martín se aproveitava, começou a passar um dedo na entrada da minha bunda; levei uma mão pra trás pra impedir.
- Martín: Shh... relaxa...
Obedeci e deixei ele levar tudo um pouquinho mais longe, como sempre. Martín começou a enfiar o dedo na minha bunda, eu sofria tendo que ficar em silêncio, mas como era bom ter o Martín dentro de mim. Ele enfiou e tirou o dedo devagar do meu corpo; fazia um leve som de saliva que ecoava no silêncio quase total do quarto. Eu levei o travesseiro pro rosto, não aguentava mais. Martín enfiou o dedo indicador até bater no nó do dedo; começou a se mexer dentro de mim e escapou um gemido. Martín foi descendo devagar minha bunda, sem tirar o dedo de dentro de mim, e veio se deitar na minha altura, cobrindo nós dois com o lençol. Não entendi o que tava rolando; Martín fez o gesto de silêncio com a mão livre. E aí ouvi o Lautaro se virando na cama. Fiquei com medo de repente, agradecia que Martín tinha nos coberto com o lençol, se a gente fingisse de dormido não dava nada. Lembrei que não tava com nenhuma roupa e não sabia onde tinha deixado, e se o Lautaro levantasse e visse nossas roupas no chão? Ia desconfiar de algo...
Tava pensando nisso quando Martín mexeu o dedo de novo dentro de mim. Me tinha quase como um anel. O medo e o prazer se misturavam, não sabia o que fazer, então continuei calado e deixando o Martín fazer o dele. Tinha certeza de que ele tava rindo daquele jeito safado que tinha, de machão metido, de "olha como te tenho". Procurei o pau dele e ainda estava duro, voltei a bater uma pra ele como dava; estávamos tipo de conchinha, eu jogava o braço pra trás e masturbava ele como podia, com movimentos lentos pra não dar na vista.
Depois do que devem ter sido uns dois minutos, embora parecessem horas, ouvimos o Lautaro voltar a respirar fundo, dormindo. Aí aproveitei e tirei a mão do Martín e virei pra ficar de frente pra ele.
- Eu: Não dá pra fazer isso assim, é muito perigoso.
- Martín: Sim, mas não te excita?
Ele encostou o corpo no meu, a pica enorme dele bateu no meu pau duro. A cabeça do meu pau encostou no tronco dele, bem mais grosso que o meu; a cabeça do pau dele devia estar muitos centímetros mais acima, o meu não era nada comparado com aquela anaconda. Esse contato me deu uma certa eletricidade, era o máximo que meu pau ereto tinha encostado no corpo dele.
- Eu: Sim, mas temos que parar, é muito arriscado.
- Martín: Beleza, bebê, você vem pra casa na próxima e a gente deixa por isso mesmo, que tal?
- Eu: Sim, melhor.
- Martín: Então tá... mas agora você me chupa, né?
Eu ri alto, tanto que o Martín fez "shh". Peguei o pau dele de novo e comecei a bater uma lentamente.
- Eu: Você tá bem excitado, né?
- Martín: Sim, pra caralho.
- Eu: Beleza, então tá.
Desci até a altura do pau dele e passei a língua pela cabeça. Já tinha bastante líquido pré-gozo na cabeça, viscoso e gostoso. Aproveitei por uns segundos e meti o pau dele na boca. Envolvi a pica dele com meus lábios e lentamente engolia o pau dele, aumentando a velocidade aos poucos, garantindo de deixar bastante saliva pra bater uma ao mesmo tempo. Mas quando acelerava, e via que o Martín tava perto de gozar, o barulho era muito, nós dois percebíamos. Ouviu-se o Lautaro se mexer na cama e a gente parou, mas logo vimos que ele continuava dormindo.
Eu: Não vai dar... - falei apontando pro Lautaro na cama.
O Martín pareceu ficar pensando em silêncio; de repente, ele se levantou um pouco e sentou aos pés da na cama, de costas pro Lautaro dormido. Eu continuei no colchão no chão até ele mandar eu chegar perto. Fui de joelhos até ele, ficando bem perto daquela pica gigante parada na altura do meu rosto. Ele se aproximou do meu ouvido.
- Martín: Chupa assim, pra ele não te ver, eu só tô sentado, se rolar alguma coisa eu falo que levantei e vou no banheiro.
Eu tava na dúvida, com medo, mas o plano dele fazia sentido, qualquer coisa eu podia me esconder me jogando no colchão no chão sem o Lautaro me ver se ele acordasse, e a pica dura dele não dava pra ver. Pensei "foda-se" e, de joelhos entre as pernas dele, engoli de novo aquela porra linda. Ia e vinha tentando não fazer barulho. Comecei a bater uma pra ele. Sentia que ele tava perto, mas o momento não chegava, não tinha coragem de ir muito rápido porque o movimento na cama aparecia, o Lautaro podia acordar a qualquer hora.
Martín me pegou pelo cabelo e me separou da pica dele, me guiou pros ovos dele; chupei e lambi com devoção. Ele se masturbava rápido, um pouco demais na minha opinião (por causa do barulho e da cama), mas acho que naquela altura ele já tava nem aí. De repente ele me pega de novo pela cabeça e mete a pica dele na minha boca com força; me movi duas vezes na pica dele e uma quantidade imensa de porra jorrou na minha boca. Engoli rápido porque saía muito leite enquanto eu continuava chupando a pica dele. Martín suspirava pesado enquanto eu recebia aquele néctar que pra mim era a porra do meu amigo. Quando ele parou de se mexer e tremer, continuei com a pica dele na boca por uns segundos. A voz do Lautaro ecoou.
- Lautaro: Tá bem?
Eu congelei. Nem consegui tirar a pica da boca. Por sorte pra mim, o Martín respondeu na hora.
- Martín: Sim, fui no banheiro e bati o dedo na cama.
Devagar, tirei a pica dele da boca e fui me deitando, com muito cuidado e tesão, o coração batendo a mil. Martín logo se deitou também, na disfarçada, porque os dois tavam pelados. Martín cobriu a gente com Ambos ficamos quietos, sem nos mexer nem falar, até ouvirmos Lautaro dormindo de novo. Aí pegamos a roupa e nos vestimos.
— Martín: Foi bom, hein.
— Eu: Cê é um sem-vergonha, quer que a gente seja pego.
— Martín: Não, juro que não. Só que eu adoro como você chupa minha pica e tem uma bunda muito gostosa.
Paramos de falar e ele dormiu na hora, já descarregado. Eu queria dormir, mas tive que ir ao banheiro bater uma pensando no que aconteceu e no que poderia ter rolado se Lautaro acordasse. Tava vivendo uma loucura em tão pouco tempo, me sentia viciado, não conseguia largar essa adrenalina com Martín, sempre deixava ele fazer tudo. Se continuasse nesse caminho, ia acabar dando o cu em qualquer lugar, ou chupando a pica dele onde desse, e as consequências podiam ser pesadas; até pouco tempo me considerava hétero e em questão de semanas tinha virado um putão, meu amigo tinha me transformado numa vadia e eu adorava. O prazer novo de chupar a pica dele e de levar no cu me fazia capaz de qualquer coisa. Mas enfim, ele não ia mais ter a casa só pra gente, daqui a pouco as aulas voltavam e essas chances não iam aparecer de novo, isso ia ajudar a acalmar as coisas. Me tranquilizava pensando que em breve ia ter uma última vez com Martín e pronto. Ia deixar ele fazer tudo o que pedisse e ia ser uma putinha até ficar satisfeito com a pica dele, assim matava a vontade de uma vez por todas.
4 comentários - Jogos arriscados (quase fui pega com Martín)
Entiendo a full lo que le pasa con Martín! es asi, sale a la luz la putez de uno cuando estas con un macho asi dominante!
Excelente Relato