Todo homem, em algum momento da vida, já fantasiou em poder transar na hora que quiser, do jeito que quiser, e sim, é realmente possível, mas como sempre, a realidade é diferente da fantasia, e mais de uma vez eu quis largar tudo, e quando digo tudo, é tudo. Vou te contar em detalhes tudo o que passei, desde o mais pornô até o mais porco e nojento que fiz e deixei fazerem comigo. E pela primeira vez, você vai conhecer as ideias mais doentias por trás da mente das mulheres, sem censura.
Comecei aos 12 anos. Camila, uma mina do bairro, andava de top com o mamilo quase pra fora, era a típica puta da vizinhança que enchia o saco do dono do mercado e pedia um pacote de arroz fiado, e o cara não negava quando a mulher dele não tava por perto. Naquela época não tinha câmera, e mais de uma vez eu ouvi ela no ciber, transando pelo MSN atrás das cortinas: "Você gosta das minhas tetas? Olha que gostosa, bebê. Me dá a pica dura na boca, vai, me dá a porra. Aiii, que delícia de porra, amor. Me dá tudo, isso. Vai, lambe a mão. Mostra como você limpa a porra da mão com a língua. Aiii, sim. Agora olha pras minhas tetas. Cê gosta? Quando eu for aí, vou chupar ela toda, bebê."
Naquela idade, eu me masturbava com as lembranças do que ouvia. Todos os caras do ciber escutavam ela, e um dia de fevereiro, quando começou a chover, eu vi ela indo pro ciber. Peguei uma cabine do lado da dela, fechei a cortina devagar e ouvia como se estivessem batendo palmas com as mãos molhadas. Senti um cheiro de perfume corporal, era gostoso, e isso deixou minha pica dura pra caralho, tanto que comecei a me tocar por cima da calça. Em poucos minutos, silêncio. Ouvi ela saindo da cabine, puxei a cortina da minha e fui na dela. Entrei, mas ela não tinha ido embora. Tava com uma perna em cima da mesa, a saia levantada, sem calcinha e com a mão toda molhada, me olhando. Ela fechou a cortina e disse: "Que porra você tá fazendo aqui? Se nos verem, vão nos expulsar." Sem saber o que fazer, eu falei: "Você me conhece? Pensei que você tinha ido embora. Ido, desculpa, sério, não foi minha intenção..." Ela me segurou pelo braço, fechou as pernas e disse: "Não sou burra, vai me dizer que não estava me ouvindo? Agora você vai chupar minha buceta, cara." Ela enfiou os dedos molhados na minha boca, me fez ajoelhar e, pela primeira vez, sem saber direito o que estava fazendo, passei a língua por toda a buceta molhada dela. Senti um gosto salgado, mas suportável. Ela segurou minha cabeça e apertou minha nuca contra ela, indicou com um dedo para eu chupar o clitóris dela e sussurrou: "Passa a língua de cima pra baixo, mas faz no mesmo ritmo, não se distrai. Enfia a língua pra dentro e usa minha baba pra me molhar mais. Quando eu terminar, te aviso e você tem que ficar parado. Chupa, vai, chupa mais, mas com a língua. Isso, devagar, vai com calma. Aí está, vai, um pouco mais pro meio, de cima pra baixo. Olha, entre meus dedos, passa aqui. Uffff, isso, assim, assim, assim, vai, vai, vaaai, aí vai, uffsiii, ufff, aaaa, aaaaaa, siii, ufff, aaahh, hhh, ahhh, siii. Fica aí parado, não se mexe, que vou limpar seu rosto, senão a gente é expulso daqui quando descer pra pagar." Ela me limpou com a jaqueta dela, molhada pela chuva, e ao sair do ciber, a poucos passos da porta, disse: "Toma, isso é pela chupada. Isso não aconteceu. Você tem muito que aprender, mas dá pra ver que você tá com o pau duro. Bate uma pensando no que aconteceu hoje e, na próxima vez que a gente se ver, não se fala disso pra NINGUÉM, PRA NIN GUÉM." Peguei a nota que ela me deu e fui pra casa. Quatro quarteirões com o pau duríssimo, impossível disfarçar. Passava entre algumas árvores do bairro enquanto as gotas de chuva caíam. Abri a porta de casa, corri pro banheiro e, assim que comecei a me masturbar, enchi a mão inteira de sêmen. Senti cinco descargas, da maior pra menor, saindo da ponta do meu pau. Sujei o chão todo e não conseguia parar de inalar pra sentir o cheiro da buceta da Cami... Fiquei semanas inteiras me masturbando. todo dia pensando nela..... Até que um dia percebi que ela tinha me pago pra chupar a pussy dela, e eu precisava fazer de novo, de graça, não importava... Mas passaram dois anos e nada... Até que um dia na escola conheci a Laura.... As tetas grandes e firmes da young lady mais puta do 3º ano. E senti de novo a cock endurecendo sozinha na calça...
Comecei aos 12 anos. Camila, uma mina do bairro, andava de top com o mamilo quase pra fora, era a típica puta da vizinhança que enchia o saco do dono do mercado e pedia um pacote de arroz fiado, e o cara não negava quando a mulher dele não tava por perto. Naquela época não tinha câmera, e mais de uma vez eu ouvi ela no ciber, transando pelo MSN atrás das cortinas: "Você gosta das minhas tetas? Olha que gostosa, bebê. Me dá a pica dura na boca, vai, me dá a porra. Aiii, que delícia de porra, amor. Me dá tudo, isso. Vai, lambe a mão. Mostra como você limpa a porra da mão com a língua. Aiii, sim. Agora olha pras minhas tetas. Cê gosta? Quando eu for aí, vou chupar ela toda, bebê."
Naquela idade, eu me masturbava com as lembranças do que ouvia. Todos os caras do ciber escutavam ela, e um dia de fevereiro, quando começou a chover, eu vi ela indo pro ciber. Peguei uma cabine do lado da dela, fechei a cortina devagar e ouvia como se estivessem batendo palmas com as mãos molhadas. Senti um cheiro de perfume corporal, era gostoso, e isso deixou minha pica dura pra caralho, tanto que comecei a me tocar por cima da calça. Em poucos minutos, silêncio. Ouvi ela saindo da cabine, puxei a cortina da minha e fui na dela. Entrei, mas ela não tinha ido embora. Tava com uma perna em cima da mesa, a saia levantada, sem calcinha e com a mão toda molhada, me olhando. Ela fechou a cortina e disse: "Que porra você tá fazendo aqui? Se nos verem, vão nos expulsar." Sem saber o que fazer, eu falei: "Você me conhece? Pensei que você tinha ido embora. Ido, desculpa, sério, não foi minha intenção..." Ela me segurou pelo braço, fechou as pernas e disse: "Não sou burra, vai me dizer que não estava me ouvindo? Agora você vai chupar minha buceta, cara." Ela enfiou os dedos molhados na minha boca, me fez ajoelhar e, pela primeira vez, sem saber direito o que estava fazendo, passei a língua por toda a buceta molhada dela. Senti um gosto salgado, mas suportável. Ela segurou minha cabeça e apertou minha nuca contra ela, indicou com um dedo para eu chupar o clitóris dela e sussurrou: "Passa a língua de cima pra baixo, mas faz no mesmo ritmo, não se distrai. Enfia a língua pra dentro e usa minha baba pra me molhar mais. Quando eu terminar, te aviso e você tem que ficar parado. Chupa, vai, chupa mais, mas com a língua. Isso, devagar, vai com calma. Aí está, vai, um pouco mais pro meio, de cima pra baixo. Olha, entre meus dedos, passa aqui. Uffff, isso, assim, assim, assim, vai, vai, vaaai, aí vai, uffsiii, ufff, aaaa, aaaaaa, siii, ufff, aaahh, hhh, ahhh, siii. Fica aí parado, não se mexe, que vou limpar seu rosto, senão a gente é expulso daqui quando descer pra pagar." Ela me limpou com a jaqueta dela, molhada pela chuva, e ao sair do ciber, a poucos passos da porta, disse: "Toma, isso é pela chupada. Isso não aconteceu. Você tem muito que aprender, mas dá pra ver que você tá com o pau duro. Bate uma pensando no que aconteceu hoje e, na próxima vez que a gente se ver, não se fala disso pra NINGUÉM, PRA NIN GUÉM." Peguei a nota que ela me deu e fui pra casa. Quatro quarteirões com o pau duríssimo, impossível disfarçar. Passava entre algumas árvores do bairro enquanto as gotas de chuva caíam. Abri a porta de casa, corri pro banheiro e, assim que comecei a me masturbar, enchi a mão inteira de sêmen. Senti cinco descargas, da maior pra menor, saindo da ponta do meu pau. Sujei o chão todo e não conseguia parar de inalar pra sentir o cheiro da buceta da Cami... Fiquei semanas inteiras me masturbando. todo dia pensando nela..... Até que um dia percebi que ela tinha me pago pra chupar a pussy dela, e eu precisava fazer de novo, de graça, não importava... Mas passaram dois anos e nada... Até que um dia na escola conheci a Laura.... As tetas grandes e firmes da young lady mais puta do 3º ano. E senti de novo a cock endurecendo sozinha na calça...
2 comentários - Trabalhei como prostituto hétero por 6 anos: Introdução
Se que muchos no creerán nada de lo que les diga, no es mi intención engañar a nadie pero quería desahogarme de algunas cosas que viví y mostrar la enfermedad detrás de la mente de algunas mujeres, he convivido con personas muy enfermas de sexo, lo he sido y aunque no estoy curado del todo, mi trabajo, oficio para algunos o hobby para otros, me demostró que estaba equivocado.
Siempre pensé que jamás me cansaría de esto, de hecho a los 2 años creí que era mi trabajo soñado, luego entenderán porqué no fué así....
por ahora disfruten de las historias, si les excita leer sepan que esto es real, a mis 32 años no soy muy buen escritor peor hago lo que puedo, y si se masturban ya sea leyendo esto o por ocio, no duden en compartirlo anonimamente, y si son muy pudorosos, grabense, subanlo a una carpeta privada y veanse, porque que cada uno de ustedes son hermosos a su manera, me considero completamente heterosexual, he tenido experiencias bisexuales pero no me he podido excitar y mucho menos llegar al orgasmo, (lo he intentado de verdad para poder descubrir mis limites), reconozco al hombre y a la mujer como seres perfectos en cualquiera de sus versiones, logicamente prefiero ver más a una mujer que a un hombre, y más si tiene las intenciones que van a leer en este y otros relatos, los invito a meterse en el detrás de la mente de las mujeres más cerdas que conocí y ya saben...
Invito a hombres, mujeres y parejas a leer todo lo que he aprendido y si quieren escribanme o mandenme lo que quieran al privado, les responderé ni bien pueda, yo estuve en ese lugar y se que da morbo que te vean que creen que está mal... pero somos lo que somos y cuando estamos solos, o con alguien que quiere lo mismo que nosotros, si estamos de acuerdo, nada pasó.
♥