Olá, pessoal, de novo. Depois de ver a repercussão do meu primeiro conto, trouxe outro. Aqui vou contar como foi meu verdadeiro início no sexo gostoso, majestoso, tabu e incestuoso. Tudo aconteceu há uns 30 anos atrás, ou um pouco mais. Eu tinha 15 anos, e duas das minhas várias primas tinham ficado órfãs. Os pais delas, meus tios, tinham viajado pra Tucumán e, na volta, iam passar por Córdoba. A viagem era só a trabalho dos dois. E aí, entre Tucumán e Córdoba, sofreram um acidente de carro e morreram os dois. Minhas primas se salvaram porque tinham provas e outros compromissos na escola. Elas tinham 14 e 13 anos, respectivamente, quando essa tragédia enlutou a família. Como elas não tinham outra família — a família da minha tia era inexistente, já que ela também era órfã —, minhas primas ficaram sob os cuidados dos meus avós. Como vocês sabem pelo conto anterior, por decisão própria, eu fui criado e morei com esses avós até os dois morrerem. Então, minhas primas também viveram na nossa casa por bastante tempo, toda a adolescência delas e parte da vida adulta jovem. Nessa casa, elas se transformaram de meninas em mulheres, como aconteceu com tantas outras da minha família.
Pois bem, Mary — vou chamar assim a mais velha dessas primas — era bem chamativa. Ela é muito alta, já naquela época era mais alta que todas as amigas e colegas da escola. E além disso, era muito, muito linda. Tinha uma infinidade de pretendentes da idade dela, e até muitos mais velhos. Ela tem cabelo comprido e sedoso, de um preto escuro, como a própria noite, olhos verdes como esmeraldas, pele branca e cheia de pequenas sardas e pintas, o que deixava a beleza dela ainda mais cativante. Já naquela época, os peitos dela começavam a crescer, os quadris e, principalmente, aquela bunda linda, dura e preciosa. Ela passou de uma menina alta e lisa pra ter o corpo de uma modelo adulta. E com apenas 14 anos, já era toda uma mulher. Fisiologicamente falando, mesmo que ela ainda não tivesse tido ou mantido nenhuma relação com algum rapaz ou homem, mas talvez por inocência ou ignorância, e também por causa dos hormônios que já estavam a todo vapor trabalhando naquele corpo maravilhoso e espetacular dela, um dia ela se aproximou de mim e me pediu, quase com uma vergonha que dava pra ver na carinha toda corada dela, se eu podia ensinar ou mostrar como um homem e uma mulher se beijavam. Isso me desconcertou, mas eu disse que sim. Ela já sabia que eu já tinha experiência com algumas garotas e mulheres jovens, então, como não tinha mais ninguém em quem confiasse, pediu pra mim. Eu já vinha olhando pra ela direto, e não vou negar que já tinha sonhado e imaginado fazer alguma coisa com ela, mas sempre ficava só nos sonhos e na imaginação, nunca pensei que pudesse acontecer na vida real. Então, quando ela me pediu, obviamente aproveitei a oportunidade pra me aproveitar dessa pobre menina, com um corpo já bem desenvolvido. A gente conversou um pouco e planejou fazer num dia em que meus avós não estivessem em casa, justamente pra evitar que nos vissem ou pegassem no flagra. Isso aconteceu uns dias ou uma semana depois de a gente ter conversado mais ou menos. Minha avó teve que ir cuidar da mãe dela por uns dias, que tinha ficado internada, e meu avô teve que ir pro campo, porque não sei que doença ou praga tava matando parte do gado e dos bichinhos da fazenda que ele tinha. Então eu fiquei responsável por cuidar e tomar conta tanto da casa quanto das minhas primas. Era pelo menos um fim de semana inteiro só nós três. Minha avó voltaria na segunda de manhã se tudo desse certo, e meu avô só voltaria na terça ou quarta da semana seguinte. Então, desde sexta de manhã cedo, já estávamos só nós três em casa. Minha prima mais nova saiu com minha avó, porque ela estudava de manhã em outra escola. Já minha prima Mary e eu estudávamos à tarde e na mesma escola. Amanhã eu tinha que levantar, preparar nossos cafés da manhã, limpar a casa e fazer as compras. A comida eu fazia ao meio-dia, a gente comia junto e depois tinha que ir pra escola juntos, ou pelo menos era o que a gente devia fazer. Depois de me despedir da minha avó e da minha prima Naty, que é como vamos chamar a outra prima, tranquei a porta da frente, a única entrada pela frente, e me preparei pra aproveitar a manhã pra fazer alguma coisa com minha querida priminha linda, a Mary. Ela ainda tava dormindo no quarto dela, então entrei bem devagar e silencioso, e do mesmo jeito me deitei ao lado dela na cama. Me recostei junto dela e comecei a acariciar os cabelos dela, e fui descendo pelo corpo dela devagar. Quando comecei a acariciar e beijar o pescoço dela, ela acordou e me perguntou o que eu tava fazendo. Aí eu confessei que tinha entrado no quarto e na cama dela pra ensinar ela, como a gente tinha combinado. E ela respondeu: "Ah, sim, lembro, tinha esquecido". Pra deixar ela mais tranquila, falei que meus avós e a irmã dela já tinham ido embora e que eu tinha trancado a porta, então ninguém ia incomodar a gente. Quando ela ouviu isso, disse: "Então estamos bem, agora vamos começar. Você vai ser meu guia e meu mestre, eu vou fazer tudo que você mandar e pedir". Ao ouvir ela dizer isso, fiquei completamente besta com a ideia de fazer um monte de coisas com ela, mas logo recuperei a sanidade e deixei passar. Deixaria pra outra hora. Naquele momento, eu queria provar ela, beijar e acariciar ela toda, e se pudesse ser pelada, melhor ainda. Então comecei dizendo que ia dar uma massagem leve e suave pra ela relaxar e assim poder fazer o que eu ia ensinar. Ela concordou, e eu pedi se ela podia colocar uma roupa mais confortável ou leve. E ela disse: "Ou então não seria melhor se eu ficasse só de calcinha e sutiã?" Quando ouvi isso, já comecei a ficar excitado de um jeito que tive que dar um jeito de esconder o baita volume que tava se formando no meu short. Falei que por mim, se ela tivesse Confortável e segura, assim tava bom. Ela tirou aquele pijama pesado e ficou só de calcinha e sutiã, que eram rosa, mas em alguns lugares o tecido meio que transparentava um pouco. Ela ainda era bem novinha, então a roupa íntima dela quem comprava era minha avó, por isso eu sabia que não podia esperar ver ela de fio dental ou uma tanguinha. Mesmo assim, nunca imaginei que aquele corpanzil que ela tinha fazia a roupa íntima ficar meio apertada e até pequena. A calcinha, na parte de trás, por causa daquele rabo enorme que ela já tinha, entrava no meio das bundinhas deliciosas e suculentas dela. O sutiã, por ficar pequeno, não conseguia cobrir inteiro aqueles melões quase melancias. O que eu notei, e já mencionei, eram aquelas pequenas transparências onde dava pra ver os biquinhos e as aréolas no sutiã, e na calcinha marcava e dava pra ver bem os lábios da buceta dela, gostosa e deliciosa. Ao ver ela assim, tão sublime e majestosa, só consegui dizer que ela tava linda demais e esplêndida. Peguei um pouco de um creme que eu usava pra massagem, e a gente continuou. Eu comecei concentrado nisso, mas enquanto minhas mãos iam percorrendo aquele corpo, não deu mais pra evitar e cheguei no auge da excitação. Comecei a enfiar minhas mãos e dedos nas partes mais íntimas dela. Comecei pela bunda e fui pra buceta, porque ela tinha se deitado de barriga pra baixo. Depois, fui beijando o pescoço dela e descendo pelas costas devagar, até chegar naquele rabo majestoso e enorme. Aquela mole de carne e gordura era impressionante, mas não era uma bunda daquelas que falam que é gorda ou caída, não. Era muito bem feita, excelente. Devo dizer, mesmo já tendo passado muitos anos disso tudo, que essa foi, é e sempre será a melhor bunda que eu já vi, provei e saboreei em toda a minha vida. Comecei a saborear ela e enfiar um dedo lá dentro enquanto massageava suavemente as bundinhas dela com a outra mão. De vez em quando, com a mão que tava na buceta... Fazia massagens, dava uns tapinhas leves na bunda dela e ela soltava uns gemidinhos suaves dos lábios. Depois de uns 15 minutos mais ou menos, fui descendo pelo caminho da buceta dela. Continuei fazendo a mesma coisa que já tinha começado na bunda dela, mas em vez de um dedo, fui colocando mais quando precisava, devagar e suave. Consegui arrancar uns gemidos bons e gostosos da boquinha deliciosa dela. Virei ela enquanto a respiração dela ficava mais pesada e cansada. Percebi que ela tava muito excitada e continuei então pelos peitos dela. Peguei um deles e comecei a beijar e lamber com a língua o mamilo daquele peito, e com a mão livre comecei ao mesmo tempo a acariciar o outro, apertando de vez em quando e dando um pouco mais de energia e força. Depois continuei o trabalho no mamilo que tinha massageado, e segui com beijos e língua naquele enquanto repetia o procedimento no mamilo do peito que tinha acabado de liberar com a mão livre. Beijei ela nos lábios e notei os suspiros e gemidos dela, ela tava no limite do clímax. Peguei ela, olhando no rosto dela, e perguntei, fitando bem os olhos verdes lindos dela, se ela queria se tornar mulher e se queria que eu fosse o primeiro homem dela. Ela me olhou e, com a mesma profundidade do olhar que eu dei, respondeu que esse era o maior sonho dela há muito tempo e que ficaria muito feliz em fazer isso comigo. Quando ela terminou de falar, peguei ela e beijei mais forte e apaixonadamente do que nunca. Depois de uns minutos de beijos e carícias intensas, e como já tinha deixado minha prima toda lubrificada, peguei meu pau, que já tava no ponto máximo de preparação também, e enfiei bem fundo na buceta dela. A vagina dela tremia e me apertava com força, parecia que não queria que eu saísse nunca mais de dentro dela. Depois de uns dois minutos, notei um fiozinho de sangue escorrendo por uma das pernas da minha prima. Ali estava a prova de que eu fui, sou e serei o primeiro homem dela, aquele que tirou a inocência dela e a transformou em mulher. Quando notei que as primeiras dores estavam passando, falei que agora ia um pouco mais rápido e forte. Ela disse que sim. Comecei então a bombar nela cada vez mais, até que em alguns minutos ela começou a soltar uns gritos e gemidos que eu tava com medo dos vizinhos ouvirem, mas continuei, porque nós dois estávamos muito excitados com aquela situação e tudo que estávamos vivendo e aproveitando juntos. Depois de uns minutos, ela gozou. Aí eu peguei ela e virei de bruços na cama, deixando as duas pernas dela pra fora, penduradas na beirada, e comecei a meter de quatro, tendo na minha frente aquela bunda majestosa e sublime dela, o que me excitou pra caralho. Assim que enfiei meu pau de novo na buceta dela, comecei a bombar com toda força e vontade, fazendo com que em cinco minutos ela gozasse de novo, soltando um gemido longo e forte, com o corpo todo tremendo igual folha ao vento. Eu continuei metendo até que, 15 minutos depois, consegui gozar, e percebi que ela tinha gozado de novo, mas dessa vez a gente terminou junto, fazendo com que ela ficasse extasiada e totalmente exausta. Eu ajeitei ela de novo na cama, deixei ela descansar, cobri ela, saí do quarto, fui tomar banho e continuei com minhas atividades normais. No almoço, a gente comeu junto, e ela disse que não queria ir pra escola, que não tava se sentindo bem. Eu falei que tudo bem, que eu também não ia e ia ficar pra cuidar dela. Ela sorriu e disse que tava esperando por isso. Nessa hora, o telefone de casa tocou e eu corri pra atender. Era a Naty, minha outra prima, avisando que não voltaria pra casa naquele dia. Depois da escola, ela ia almoçar na casa de uma amiga e de lá iriam treinar hóquei à tarde, já que as duas irmãs praticavam e jogavam esse esporte. À noite, ela voltaria pra casa dessa amiga e ficaria por lá, porque no sábado era o aniversário da amiga e elas tinham planejado passar o fim de semana inteiro juntas pra comemorar. Eu falei que não tinha problema. problemas e que estava tudo bem, que se cuidasse e que eu a amava muito, ela me disse o mesmo e desliguei, voltei pra cozinha e contei pra Mary sobre isso e vi um sorriso meio morbidão no rosto dela e entendi tudo, fomos pro banheiro e tomamos banho juntos, enquanto continuávamos dando vazão ao nosso fim de semana de luxúria e paixão, sem freios, no banheiro ela depois de um tempo de beijos, carícias e massagens, me pediu pra fazer a Booty nela porque isso tinha ficado pendente no nosso primeiro encontro de manhã, e ela percebeu que eu tava prestando atenção especial durante o processo de beijos, carícias e massagens na bunda linda dela, então passei a cuidar disso com muito esmero e determinação pra poder dar o melhor pra minha linda e querida prima, que eu já começava a moldar na imagem que eu tinha do que uma boa puta deve e tem que ter, e uma puta que seria, é e será só minha, dediquei muito tempo na bunda dela, uns 30 minutos mais ou menos, ela gozou mais 3 vezes e na última gozamos juntos de novo, os gemidos da minha prima me deixavam louco cada vez que eu ouvia, saindo daquela boquinha, e ela me disse que o único homem na vida dela seria só eu, e ela pra fechar o relato, o fim de semana inteiro mostrou isso, e até hoje continua mostrando, continuo sendo o único homem na vida dela, o único que pode comer ela quando, onde e como eu quiser. Não vou mentir, ela já ficou de forma casual e esporádica com outros caras porque eu pedi, mas nunca passou mais de uma noite com essa pessoa e no dia seguinte ou até horas depois voltava pra eu comer ela porque segundo ela ninguém nunca comeu nem vai comer ela como eu como, comigo ela não precisa fingir gozar nem ter orgasmo. Pra fechar, devo dizer que sou um tarado e talvez um doente, mas amo demais transar e não me importo se a mulher que quero comer ou já comi faz parte ou não da minha família, se esse relato tiver a mesma ou maior repercussão que o anterior, vou contar pra vocês em um próximo relato como a maçã nunca cai longe da árvore, ou pra vocês entenderem melhor como eu acabei comendo minha outra prima, a Naty, e como terminamos nós duas, as duas irmãzinhas e eu, num trio apaixonado e lindo. Até logo e muito obrigado por terem chegado até aqui, até o próximo relato.
Pois bem, Mary — vou chamar assim a mais velha dessas primas — era bem chamativa. Ela é muito alta, já naquela época era mais alta que todas as amigas e colegas da escola. E além disso, era muito, muito linda. Tinha uma infinidade de pretendentes da idade dela, e até muitos mais velhos. Ela tem cabelo comprido e sedoso, de um preto escuro, como a própria noite, olhos verdes como esmeraldas, pele branca e cheia de pequenas sardas e pintas, o que deixava a beleza dela ainda mais cativante. Já naquela época, os peitos dela começavam a crescer, os quadris e, principalmente, aquela bunda linda, dura e preciosa. Ela passou de uma menina alta e lisa pra ter o corpo de uma modelo adulta. E com apenas 14 anos, já era toda uma mulher. Fisiologicamente falando, mesmo que ela ainda não tivesse tido ou mantido nenhuma relação com algum rapaz ou homem, mas talvez por inocência ou ignorância, e também por causa dos hormônios que já estavam a todo vapor trabalhando naquele corpo maravilhoso e espetacular dela, um dia ela se aproximou de mim e me pediu, quase com uma vergonha que dava pra ver na carinha toda corada dela, se eu podia ensinar ou mostrar como um homem e uma mulher se beijavam. Isso me desconcertou, mas eu disse que sim. Ela já sabia que eu já tinha experiência com algumas garotas e mulheres jovens, então, como não tinha mais ninguém em quem confiasse, pediu pra mim. Eu já vinha olhando pra ela direto, e não vou negar que já tinha sonhado e imaginado fazer alguma coisa com ela, mas sempre ficava só nos sonhos e na imaginação, nunca pensei que pudesse acontecer na vida real. Então, quando ela me pediu, obviamente aproveitei a oportunidade pra me aproveitar dessa pobre menina, com um corpo já bem desenvolvido. A gente conversou um pouco e planejou fazer num dia em que meus avós não estivessem em casa, justamente pra evitar que nos vissem ou pegassem no flagra. Isso aconteceu uns dias ou uma semana depois de a gente ter conversado mais ou menos. Minha avó teve que ir cuidar da mãe dela por uns dias, que tinha ficado internada, e meu avô teve que ir pro campo, porque não sei que doença ou praga tava matando parte do gado e dos bichinhos da fazenda que ele tinha. Então eu fiquei responsável por cuidar e tomar conta tanto da casa quanto das minhas primas. Era pelo menos um fim de semana inteiro só nós três. Minha avó voltaria na segunda de manhã se tudo desse certo, e meu avô só voltaria na terça ou quarta da semana seguinte. Então, desde sexta de manhã cedo, já estávamos só nós três em casa. Minha prima mais nova saiu com minha avó, porque ela estudava de manhã em outra escola. Já minha prima Mary e eu estudávamos à tarde e na mesma escola. Amanhã eu tinha que levantar, preparar nossos cafés da manhã, limpar a casa e fazer as compras. A comida eu fazia ao meio-dia, a gente comia junto e depois tinha que ir pra escola juntos, ou pelo menos era o que a gente devia fazer. Depois de me despedir da minha avó e da minha prima Naty, que é como vamos chamar a outra prima, tranquei a porta da frente, a única entrada pela frente, e me preparei pra aproveitar a manhã pra fazer alguma coisa com minha querida priminha linda, a Mary. Ela ainda tava dormindo no quarto dela, então entrei bem devagar e silencioso, e do mesmo jeito me deitei ao lado dela na cama. Me recostei junto dela e comecei a acariciar os cabelos dela, e fui descendo pelo corpo dela devagar. Quando comecei a acariciar e beijar o pescoço dela, ela acordou e me perguntou o que eu tava fazendo. Aí eu confessei que tinha entrado no quarto e na cama dela pra ensinar ela, como a gente tinha combinado. E ela respondeu: "Ah, sim, lembro, tinha esquecido". Pra deixar ela mais tranquila, falei que meus avós e a irmã dela já tinham ido embora e que eu tinha trancado a porta, então ninguém ia incomodar a gente. Quando ela ouviu isso, disse: "Então estamos bem, agora vamos começar. Você vai ser meu guia e meu mestre, eu vou fazer tudo que você mandar e pedir". Ao ouvir ela dizer isso, fiquei completamente besta com a ideia de fazer um monte de coisas com ela, mas logo recuperei a sanidade e deixei passar. Deixaria pra outra hora. Naquele momento, eu queria provar ela, beijar e acariciar ela toda, e se pudesse ser pelada, melhor ainda. Então comecei dizendo que ia dar uma massagem leve e suave pra ela relaxar e assim poder fazer o que eu ia ensinar. Ela concordou, e eu pedi se ela podia colocar uma roupa mais confortável ou leve. E ela disse: "Ou então não seria melhor se eu ficasse só de calcinha e sutiã?" Quando ouvi isso, já comecei a ficar excitado de um jeito que tive que dar um jeito de esconder o baita volume que tava se formando no meu short. Falei que por mim, se ela tivesse Confortável e segura, assim tava bom. Ela tirou aquele pijama pesado e ficou só de calcinha e sutiã, que eram rosa, mas em alguns lugares o tecido meio que transparentava um pouco. Ela ainda era bem novinha, então a roupa íntima dela quem comprava era minha avó, por isso eu sabia que não podia esperar ver ela de fio dental ou uma tanguinha. Mesmo assim, nunca imaginei que aquele corpanzil que ela tinha fazia a roupa íntima ficar meio apertada e até pequena. A calcinha, na parte de trás, por causa daquele rabo enorme que ela já tinha, entrava no meio das bundinhas deliciosas e suculentas dela. O sutiã, por ficar pequeno, não conseguia cobrir inteiro aqueles melões quase melancias. O que eu notei, e já mencionei, eram aquelas pequenas transparências onde dava pra ver os biquinhos e as aréolas no sutiã, e na calcinha marcava e dava pra ver bem os lábios da buceta dela, gostosa e deliciosa. Ao ver ela assim, tão sublime e majestosa, só consegui dizer que ela tava linda demais e esplêndida. Peguei um pouco de um creme que eu usava pra massagem, e a gente continuou. Eu comecei concentrado nisso, mas enquanto minhas mãos iam percorrendo aquele corpo, não deu mais pra evitar e cheguei no auge da excitação. Comecei a enfiar minhas mãos e dedos nas partes mais íntimas dela. Comecei pela bunda e fui pra buceta, porque ela tinha se deitado de barriga pra baixo. Depois, fui beijando o pescoço dela e descendo pelas costas devagar, até chegar naquele rabo majestoso e enorme. Aquela mole de carne e gordura era impressionante, mas não era uma bunda daquelas que falam que é gorda ou caída, não. Era muito bem feita, excelente. Devo dizer, mesmo já tendo passado muitos anos disso tudo, que essa foi, é e sempre será a melhor bunda que eu já vi, provei e saboreei em toda a minha vida. Comecei a saborear ela e enfiar um dedo lá dentro enquanto massageava suavemente as bundinhas dela com a outra mão. De vez em quando, com a mão que tava na buceta... Fazia massagens, dava uns tapinhas leves na bunda dela e ela soltava uns gemidinhos suaves dos lábios. Depois de uns 15 minutos mais ou menos, fui descendo pelo caminho da buceta dela. Continuei fazendo a mesma coisa que já tinha começado na bunda dela, mas em vez de um dedo, fui colocando mais quando precisava, devagar e suave. Consegui arrancar uns gemidos bons e gostosos da boquinha deliciosa dela. Virei ela enquanto a respiração dela ficava mais pesada e cansada. Percebi que ela tava muito excitada e continuei então pelos peitos dela. Peguei um deles e comecei a beijar e lamber com a língua o mamilo daquele peito, e com a mão livre comecei ao mesmo tempo a acariciar o outro, apertando de vez em quando e dando um pouco mais de energia e força. Depois continuei o trabalho no mamilo que tinha massageado, e segui com beijos e língua naquele enquanto repetia o procedimento no mamilo do peito que tinha acabado de liberar com a mão livre. Beijei ela nos lábios e notei os suspiros e gemidos dela, ela tava no limite do clímax. Peguei ela, olhando no rosto dela, e perguntei, fitando bem os olhos verdes lindos dela, se ela queria se tornar mulher e se queria que eu fosse o primeiro homem dela. Ela me olhou e, com a mesma profundidade do olhar que eu dei, respondeu que esse era o maior sonho dela há muito tempo e que ficaria muito feliz em fazer isso comigo. Quando ela terminou de falar, peguei ela e beijei mais forte e apaixonadamente do que nunca. Depois de uns minutos de beijos e carícias intensas, e como já tinha deixado minha prima toda lubrificada, peguei meu pau, que já tava no ponto máximo de preparação também, e enfiei bem fundo na buceta dela. A vagina dela tremia e me apertava com força, parecia que não queria que eu saísse nunca mais de dentro dela. Depois de uns dois minutos, notei um fiozinho de sangue escorrendo por uma das pernas da minha prima. Ali estava a prova de que eu fui, sou e serei o primeiro homem dela, aquele que tirou a inocência dela e a transformou em mulher. Quando notei que as primeiras dores estavam passando, falei que agora ia um pouco mais rápido e forte. Ela disse que sim. Comecei então a bombar nela cada vez mais, até que em alguns minutos ela começou a soltar uns gritos e gemidos que eu tava com medo dos vizinhos ouvirem, mas continuei, porque nós dois estávamos muito excitados com aquela situação e tudo que estávamos vivendo e aproveitando juntos. Depois de uns minutos, ela gozou. Aí eu peguei ela e virei de bruços na cama, deixando as duas pernas dela pra fora, penduradas na beirada, e comecei a meter de quatro, tendo na minha frente aquela bunda majestosa e sublime dela, o que me excitou pra caralho. Assim que enfiei meu pau de novo na buceta dela, comecei a bombar com toda força e vontade, fazendo com que em cinco minutos ela gozasse de novo, soltando um gemido longo e forte, com o corpo todo tremendo igual folha ao vento. Eu continuei metendo até que, 15 minutos depois, consegui gozar, e percebi que ela tinha gozado de novo, mas dessa vez a gente terminou junto, fazendo com que ela ficasse extasiada e totalmente exausta. Eu ajeitei ela de novo na cama, deixei ela descansar, cobri ela, saí do quarto, fui tomar banho e continuei com minhas atividades normais. No almoço, a gente comeu junto, e ela disse que não queria ir pra escola, que não tava se sentindo bem. Eu falei que tudo bem, que eu também não ia e ia ficar pra cuidar dela. Ela sorriu e disse que tava esperando por isso. Nessa hora, o telefone de casa tocou e eu corri pra atender. Era a Naty, minha outra prima, avisando que não voltaria pra casa naquele dia. Depois da escola, ela ia almoçar na casa de uma amiga e de lá iriam treinar hóquei à tarde, já que as duas irmãs praticavam e jogavam esse esporte. À noite, ela voltaria pra casa dessa amiga e ficaria por lá, porque no sábado era o aniversário da amiga e elas tinham planejado passar o fim de semana inteiro juntas pra comemorar. Eu falei que não tinha problema. problemas e que estava tudo bem, que se cuidasse e que eu a amava muito, ela me disse o mesmo e desliguei, voltei pra cozinha e contei pra Mary sobre isso e vi um sorriso meio morbidão no rosto dela e entendi tudo, fomos pro banheiro e tomamos banho juntos, enquanto continuávamos dando vazão ao nosso fim de semana de luxúria e paixão, sem freios, no banheiro ela depois de um tempo de beijos, carícias e massagens, me pediu pra fazer a Booty nela porque isso tinha ficado pendente no nosso primeiro encontro de manhã, e ela percebeu que eu tava prestando atenção especial durante o processo de beijos, carícias e massagens na bunda linda dela, então passei a cuidar disso com muito esmero e determinação pra poder dar o melhor pra minha linda e querida prima, que eu já começava a moldar na imagem que eu tinha do que uma boa puta deve e tem que ter, e uma puta que seria, é e será só minha, dediquei muito tempo na bunda dela, uns 30 minutos mais ou menos, ela gozou mais 3 vezes e na última gozamos juntos de novo, os gemidos da minha prima me deixavam louco cada vez que eu ouvia, saindo daquela boquinha, e ela me disse que o único homem na vida dela seria só eu, e ela pra fechar o relato, o fim de semana inteiro mostrou isso, e até hoje continua mostrando, continuo sendo o único homem na vida dela, o único que pode comer ela quando, onde e como eu quiser. Não vou mentir, ela já ficou de forma casual e esporádica com outros caras porque eu pedi, mas nunca passou mais de uma noite com essa pessoa e no dia seguinte ou até horas depois voltava pra eu comer ela porque segundo ela ninguém nunca comeu nem vai comer ela como eu como, comigo ela não precisa fingir gozar nem ter orgasmo. Pra fechar, devo dizer que sou um tarado e talvez um doente, mas amo demais transar e não me importo se a mulher que quero comer ou já comi faz parte ou não da minha família, se esse relato tiver a mesma ou maior repercussão que o anterior, vou contar pra vocês em um próximo relato como a maçã nunca cai longe da árvore, ou pra vocês entenderem melhor como eu acabei comendo minha outra prima, a Naty, e como terminamos nós duas, as duas irmãzinhas e eu, num trio apaixonado e lindo. Até logo e muito obrigado por terem chegado até aqui, até o próximo relato.
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