Frambu e seu coquetel de vida XXI

Meu pai falou na frente de toda a família antes de me entregar um presente especial, com o Ezequiel também presente.
Pai: - Bom, Eze querido... vem, vem... agora sim...
- Nós três fomos para a sala, onde estavam minha irmã, minha mãe, meus três avós e minhas tias.
- Chegou a hora de dar à minha filha, minha menina mais velha, um presente muito especial, que é como uma retribuição por tudo que ela tem sido para mim: a grande companheira e minha ajudante no trabalho, tão dedicada e responsável nos estudos, tão boa e maravilhosa com a família e os mais velhos, a grande mulher em que você se tornou... sua avó lá em cima estaria orgulhosa de quem você se tornou e... - meu pai já estava chorando de emoção e se quebrou.
- Espero que você goste e curta muito esse presente! - ele me entregou uma caixa. Ao abrir, era uma chave com um laço e o chaveiro de uma marca muito conhecida de carro. Junto com fotos minhas com meus avós, minhas tias, meus pais, minha irmã e com o Eze! Muito emocionada, abracei todo mundo e eles me deram beijos e parabéns. Saímos todos para ver o carro, minha tia Dolores, como de costume, foi quem tirou fotos de mim assim que vi o carro, quando subi e quando sentei para testar. Eu estava muito feliz.
Minha mãe levou meus avós (os pais dela), minha irmã e o Eze no carro dela. Enquanto isso, meu pai levou o Nonno, minhas tias e a mim. Chegamos todos emocionados por esse momento que eu estava vivendo e eu via o sorriso de toda a minha família. Eles foram guiados para seus lugares designados e eu fui junto com a Jazmín e a Lauchi, que chegamos quase juntos.
Ao nos vermos, eu e minhas amigas nos abraçamos.
Nati: - Ai, Frambu... você tá linda, gata...
Eu: - Valeu... você também...
Jazmin: - Amei seu vestido, Nati...
Emma: - Parecemos umas deusas gregas.
Rosario: - Me sinto uma freira de vestido longo! Só falta aquela parada na cabeça e pronto.
Ingrid: - Você?? Freira?? - riu - freira não transa, burra...
Rosario: - Ai, fala sério... mas coitadas das bucetinhas delas...
Todas nós caímos na risada. De tanto rir, os caras foram chegando e eu não via o Rodrigo pra falar com ele antes de tudo começar. Quando virei pra olhar a fila, vi ele chegando e sorri aliviada. Ele vinha com uma rosa na mão. Quando me viu, se surpreendeu e ficou parado.

Eu: - Oi, Ro!

Rodri: - Ehhh... oi... oi, linda Fran... você tá maravilhosa e isso é pra você — me dando a rosa

Eu: - Valeu... — ele se aproximou, me deu um beijo na bochecha e falou no meu ouvido

Rodri: - Que sorte que tem o seu uruguaio... — eu sorri pra ele e umas organizadoras, nossas professoras, foram nos guiando porque a reitora do colégio ia dar umas palavras antes de começar. Foram passando a bunda dos nossos colegas, dos mais baixos pros mais altos, e eu e o Rodrigo estávamos quase no final.

Conforme a gente avançava, ele me pegou pelo braço e a gente caminhou no ritmo devagar que todo mundo tava. Quando passamos pelo meio do salão, eu olhava curiosa pra ver se não via minha família, porque tinha perdido eles de vista. Quando chegamos na frente, tinha um fotógrafo e ele tirou a foto; a gente sorriu e, quando ele fez sinal pra seguir, continuamos andando pro nosso setor. A reitora fez um discurso muito emocionante, acho que todo mundo tava chorando de emoção porque a gente tinha se formado sem ficar com matérias pendentes e por ser um grupo de alunos de bom comportamento.

No final, todo mundo aplaudiu de pé, eu aproveitei e continuei procurando minha família. Encontrei eles do lado oposto de onde nosso grupo tava, e eu acenei pra eles por baixo; todos responderam meu aceno balançando as mãos, e meu pai e meu avô mandaram um beijo. O Ezequiel só sorria pra mim e fazia uns gestos que eu não entendia, e eu sorri pra ele.

No final, cada família foi passando com cada formando pra tirar uma foto de família antes de começar o jantar e depois a dança. Quando chegou minha vez, minha mãe tava toda emocionada de novo.

Mãe: - Ai, meu amor... não acredito que esse momento chegou... o tempo passou tão rápido, minha pequena...

Eu: - Te amo, mami... - ele me acariciou. Minha tia Dolores e Samanta se aproximaram junto com meu nonno. Dolores:
- Estou e estamos muito orgulhosos de você, linda... você é o grande farol das nossas vidas, afilhada...
Eu:
- Obrigada, tia e madrinha Loli...
Samanta:
- Não acredito no quanto chorei... estou igual a Loli, muito orgulhosa de você, Franchu... você está linda, maravilhosa... que gato o seu namorado, mocinha...
Eu:
- Obrigada, tia Sami...
Nonno:
- Ai, meu Deus, minha filha... parabéns... como seu pai disse, sua avó estaria muito orgulhosa de você, minha filha. Eu estou e sempre estarei feliz por você. Te amo, minha princesinha...
Eu:
- Te amo, vô... - meu avô me abraçava e chorava emocionado. Meu pai se aproximou para acalmá-lo, pra gente poder posar e tirar a foto.

Ele tirou várias e, num momento, ficamos só eu e Ezequiel. O fotógrafo nos clicou enquanto Eze me abraçava e eu sorria pra ele, olhando nos olhos dele.

Quando fui pro meu lugar, enquanto minha família ia pro deles, Ezequiel me acompanhou e disse:
Eze:
- Entendeu o que eu falei?
Eu:
- Não, não entendi... estávamos muito longe.
Eze:
- Te amo e você é o amor da minha vida.

Parei e abracei ele. Ele me acariciava e me dava beijinhos no ombro. Nos separamos, ele foi com minha família e eu fui pra onde estava com meus colegas.

No final das fotos em família, a reitora foi chamando um por um pra entrega dos diplomas e boletins. Quando chegou minha vez, como eu estava sentada do lado do Rodrigo, ele foi o primeiro a me cumprimentar:
Rodri:
- Parabéns, gostosa.
Eu:
- Valeu... já vão te chamar também...

E enquanto eu ia andando, a reitora dizia:
Reitora:
- A verdade é que esta aluna, junto com dois de seus colegas, conseguiu uma das médias mais altas da nossa instituição. É uma honra ter tido esta senhorita, também o cavalheiro Rodrigo... e a senhorita Jazmín... entre os três melhores desempenhos e portando a bandeira de cerimônia. Muito merecido por essa grande conquista, galera.

Todas as nossas famílias aplaudiam, enquanto traziam e nos entregavam a bandeira e as faixas. Rodrigo na frente, Jasmim como primeira escolta e eu como segunda. O fotógrafo chegou, tirou umas fotos e a reitora continuou com o discurso de protocolo, entregando prêmios pros alunos do 5º ano que tiveram as médias mais altas, pra eles começarem a usar no ano que vem. Quando acabou, fomos pros nossos lugares e as famílias foram saindo aos poucos pro setor onde ia ser servido o jantar, e a gente foi no final pra tirar uma foto com os diretores. Aos poucos, quando terminou, a gente se despediu de todo mundo e foi andando pra onde as famílias estavam, e o Rodrigo se aproxima de mim. Rodri: — Fran... Fran... espera... Eu: — Que foi, Ro? Rodri: — Preciso falar com você... Eu: — Tá bom, fala. Rodri: — Queria pedir desculpas pela mensagem e por ter sido tão escroto com você. Eu te amo, e te amo de verdade, girl... não posso ficar agindo assim com alguém que você já escolheu como parceiro, que talvez em uns dias já seja seu marido — a gente riu junto — não quero perder sua amizade, muito menos que você fique brava e não queira me ver nunca mais. Não quero ser igual aquele cara, o ex da sua mãe... Eu: — É... te entendo e aceito suas desculpas. E te admiro pra caralho, porque você sempre foi uma mão na roda pra mim em tudo. Rodri: — Tomara que eu sempre seja. E vou estudar direito, pra se você precisar de um advogado de confiança pra sua empresa, ou melhor, a empresa do seu pai. Daqui uns anos, quero ser eu quem cuide dos seus interesses e do seu trampo. Eu: — Valeu... — tava super emocionada. Rodri: — Te amo, girl... minha girl divina e chorona — me abraçou forte. Quando me soltou, ele me olhou e sorriu. Eu sorri de volta — mas nunca vou esquecer aquela noite no bar. Eu: — Eu também não... mas valeu. Te amo, idiota! Rodri: — E eu te amo, girl! — a gente continuou andando pras nossas mesas. Quando cheguei perto da mesa onde as famílias estavam, vi o Eze que se levantou e me olhou com um sorriso enorme. Eze: — Boa noite, senhorita! Seu lugar tá te esperando — eu sorri pra ele e ele puxou a cadeira pra mim. Yo: — Valeu, amor... — me deu um beijo na minha mão.
Samanta: — Mano, o que cê tá fazendo em cima da Fran?
Papai: — Por que você tá falando isso, Sam?
Samanta: — Troca o lugar com o garoto e senta aí onde ele tá, deixa eles sentarem juntos.
Yo: — Não, não precisa, tia... não se preocupa.
Samanta: — Como não, se ela já passou dezessete anos sempre do lado dele, uma noite que ele te divide, não vai fazer mal...
Dolores: — É verdade, Martincho... você já não é mais o amor da vida da Fran...
Yo: — Eu já falei pro papai que, mesmo que eu cresça e vá embora ou fique e tenha meus namorados ou parceiros, ele sempre vai ser o homem mais importante da minha vida — olhei pro meu pai — te amo, pai!
Papai: — Ai, meu coelhinho... vai me fazer chorar... — acariciou minhas bochechas — mas suas tias tão certas... nosso amor de pai e filha nunca vai mudar e fico feliz em saber que esse homem que você também ama é o Ezequiel. Te amo, meu anjo! — me deu um beijo na testa e trocou de lugar, ficando do lado da minha irmã e de uma das minhas tias, a Dolores. Quando o Ezequiel levantou, meu pai apertou a mão dele e deu uns tapinhas nas costas.
Ezequiel sentou do meu lado, pegou minha mão, acariciou ela, apoiou na minha perna, ficamos brincando com os dedos e ele sorria pra mim.
Serviram o jantar pra todo mundo, fomos comendo. Tinha conversas variadas, falando de vários assuntos sobre comida, viagens, economia, carros, enfim, como qualquer jantar em família.
Trouxeram sobremesas e mais bebidas e na hora do brinde com champanhe, o Eze se levanta e bate de leve no copo pra minha família prestar atenção.
Eze: — Boa noite... acho que todo mundo já me conhece, sou o Ezequiel, a verdade é que foi um prazer ter compartilhado com vocês esse momento maravilhoso na vida da minha namorada, perdão, na vida da Fran, e espero que vocês saibam que minhas intenções com ela são de respeito, amor e carinho. Porque conheci muito bem essa menina linda, sempre foi transparente, sincera e pura. Obrigado por me deixarem estar aqui e fazer parte disso. Muito obrigado. obrigada... Papai:- Bem-vindo à família, querido Eze! Saúde!! - começamos a brindar com todo mundo e eu me levantei pra chegar perto do meu nonno e dos meus avós, que estavam um pouco mais longe. Começou a tocar uma música e os meninos da minha turma e da outra começaram a gritar e a falar em uníssono: Todo mundo:- Coloca a brunette... coloca a brunette... E o DJ, obedecendo, colocou a música, e os caras se levantaram e começaram a procurar par pra dançar, alguns pais e adultos também se levantaram pra dançar. Eu estava sentada e o Ezequiel se levantou, me pegou pela mão e fomos pra pista. Foi uma noite linda, de muita dança, bebida, canto, pulo e diversão com meus colegas e amigas da escola. Trouxeram um pouco de cotilhão pra entreter os menores e os maiores. O Rodrigo passou do meu lado enquanto eu estava com as meninas e soprou o espanta-sogra perto de mim. Me virei brava e vi que era ele. Eu:- Ai, mas que idio... Rodri:- Epaaaa... Eu:- Era você... Rodri:- Parabéns, garota... Eu:- Parabéns, bobão... Ele me deu um abraço e as meninas nos abraçaram, fizemos uma roda e começamos a pular no ritmo dos Piojos. Minhas tias e meu nonno foram embora perto das duas da manhã, minha irmã ficou entretida com umas irmãs dos meus colegas e amigas que andam com ela. Meus pais dançaram e ficaram bebendo juntos, rindo e se divertindo. Meus outros avós foram embora um pouco depois das duas e meia. Até perto das seis da manhã ficamos dançando, bebendo e curtindo. Dancei com o Ezequiel umas músicas animadas e pegajosas, ele não parava de me olhar e de se mexer ou me mexer. A gente se divertiu pra caramba. O Ezequiel foi ao banheiro antes de irmos embora e eu fui cumprimentar minhas amigas. Quando ele saiu, tava com uma cara diferente e, quando fiz sinal, vi que o Rodrigo saía atrás dele. Eu:- Amor... cê tá bem? Eze:- Tô, tô... fica tranquila... Eu:- Meu colega falou alguma coisa fora do tom? Eze:- Só entendi que ele me parabenizava por você e que eu não te deixasse ir porque você é uma Mulher encantadora e... sei lá mais o quê, porque não dava pra entender. Parecia que ele tava muito bêbado ou muito alterado.
Eu: - Ah... ok... vamos?
Eze: - Sim, meu amor...

Fomos pro carro com meus pais e minha irmã. Ao subir, sentei atrás no meio, coloquei o cinto e me apoiei no peito do Ezequiel, fechei os olhos, sentindo o perfume dele e o coração batendo suave enquanto ele me abraçava.

Meu pai, como tinha bebido, foi dirigindo devagar no caminho pra casa. Por sorte era uma noite linda, limpa, sem uma nuvem, dando pra ver a lua e milhares de estrelas no céu.

Ao chegar em casa, meu pai começou a brincar:
Pai: - Aaayyy... aaamooorr... - cantava desafinado - fecho meus olhos e pulo no vaziiiooo... - e andava com as pernas tortas.
Mãe: - Ai, Martin... pelo amor de Deus, amor... você bebeu tanto assim? - meu pai se endireitou e ficou retinho.
Pai: - Mas não, amor... olha... tô bem ereto! Sou uma estátua, faço o quatro! E não caio... - os dois riam enquanto meu pai fazia aquela pose.

Minha irmã abriu a porta e entramos. Meu pai levava o paletó e a gravata no braço, igual o Ezequiel. Os dois com os colarinhos da camisa desabotoados nos dois primeiros botões. Nos despedimos dos meus pais, eles foram pro quarto deles, minha irmã pro dela, e eu e o Ezequiel fomos pro meu.

Ao fechar a porta, ele colou em mim e começou a me acariciar devagar, gemendo:
Eze: - Mmmmmmmmmmmmmm... uffff... que beleza de anatomia que eu tô tocando... é tão macia, você é tão linda, tão gostosa... - foi descendo a mão pela minha cintura, enquanto a outra mão tava apoiada na porta - esse decote me chamou a noite inteira pra meter a mão e já não aguento mais, preciso fazer isso...

Eu: - Mas amor... shhh... meus pais e minha irmã tão aqui.
Eze: - Eu não faço barulho nenhum, o único som que pode se ouvir é o dos seus gemidos por como eu te esquento e como te excita eu estar assim, te tocando - enfiou uns dedos no meu decote e apertou a auréola do meu peito, e eu gemi, tapando a boca pra abafar. Gemidos... —Assim... cê gosta, meu amor??? — Eu assenti com a cabeça — Vou continuar... — A boca dele beijava devagar meu pescoço enquanto ele desabotoava a camisa. Eu coloquei minha boca no peito dele, lambendo e dando pequenas mordidinhas, enquanto abaixava o zíper do meu vestido e deixava ele cair, ficando quase nua, só de calcinha fio dental, minhas tetas de fora. Ele olhou pra elas, acariciou devagar e começou a lamber, apertando, juntando bem uma com a mão enquanto a boca dele tava ali. A outra mão foi direto pra minha buceta, primeiro tocando os lábios, depois mais e mais pra dentro. Ele me tocava desesperado, e eu não aguentava tanta calentura — gemi sem conseguir segurar, várias vezes com a mão na boca, mas tentava ser suave. Ezequiel, sentindo minha umidade crescendo, me guiou até minha cama e me deitou, minhas pernas dobradas pro chão e o corpo dele se jogou por cima de mim. Me beijava igual um louco. Os dois tavam muito quentes, e ele tirou toda a roupa: — Quero te comer, meu amor... — Eu: — Ufffff... cê tá quente?? — Eze: — Sabe que cê me excita, teu corpo, tua boca... tudo em você... me deixa louco. Sente... sente como eu tô de pau duro por você! — Ele roçava devagar na entrada da minha buceta, que tinha desviado um pouco a calcinha pro lado. — Eu: — Ufff... por deus, amor... mas... sabe... já sabe que... como eu quero. — Eze: — Siiim... eu sei... — Na mão que ele apoiava na cama, tinha uma camisinha. Ele se endireitou rápido, abriu e colocou — Viu? Sempre vou cuidar de você, minha vida... você é meu único amor e quero cuidar e te amar pra sempre... — Eu: — Te amo! — Ele se jogou na minha boca enquanto a gente se beijava, e ele ia enfiando devagar o pau na minha buceta molhada. A gente se mexia devagar, tentando não fazer muito barulho por causa dos meus pais e da minha irmã, que tavam dormindo. A gente abafava os gemidos com beijos apaixonados, ele beijava meu pescoço e se agarrava numa das minhas tetas quando tava quase gozando. Me virou, me deixando por cima dele, demorando um pouco... Pouco mais o orgasmo dela pra gente se sentir e poder aproveitar mais tempo. Me endireitei e cavalgava devagar em cima dele, mas quando minhas tetas roçavam no peito dele, que tinha tanto pelo, me dava tanta excitação que eu me mexia mais, e ele acariciava devagar minhas coxas e minha cintura. Eu: - Mmmmmmmmmmm... não aguento mais... vou gozar... Eze: - Vai, meu amor... vai... Eu: - Mmmmmmmmm- mordia forte o travesseiro, me deitei contra o peito dele e tinha tremores de tanto espasmo pela saída do meu orgasmo- aaaaggh... mmmmmmm... Eze: - Uiii, meu amor... eu... eu também vou gozar, minha vida.... mmmmmmmmmmmm... Gozamos juntos e caí no peito dele, exausta e ofegante pra caralho. Me levantei de cima dele, ele tirou a camisinha, vestiu a cueca e um short e foi pro banheiro. Eu fiquei na minha cama deitada, relaxada, depois de tudo de gostoso que a gente tinha vivido... CONTINUA... (Já tá chegando o fim)

1 comentários - Frambu e seu coquetel de vida XXI