Presente Quente, Parte 2

Já fazia quase um ano desde o aniversário de quarenta da minha esposa e, recostado na poltrona do meu escritório, olhei pra trás pra lembrar como as coisas tinham evoluído desde então…

Umas horas depois de ter escapado de casa e, depois de andar sem rumo por quilômetros pela cidade, entendi que não tinha outra escolha a não ser encarar meus medos e voltar sem adiar mais o reencontro com a Isa. Então, sem mais delongas, peguei o primeiro táxi que vi e voltei pra casa.

Ao cruzar a porta, encontrei tudo escuro. Achei que minha mulher estivesse na casa dos meus sogros com as crianças. Depois do que aconteceu, ela não teria ido com as amigas e ali não parecia ter ninguém. Quando cheguei no pé da escada, vi aliviado que, como eu tinha pensado, podia ter uma chance. Só precisava jogar bem minhas cartas. Depois de passar pelo quarto das crianças e ver que não estavam nas camas, fui direto pro nosso quarto. Ao entrar, levei um susto, a Isa estava lá. Deitada, em silêncio, com a luz apagada e olhando pro lado dela na parede, tentando fingir que estava dormindo, mas eu sabia que não podia, não depois do que tinha rolado.

— Isa, você tá acordada? — Ela não respondeu. — Não dá pra enfiar a cabeça na areia. A gente precisa conversar sobre o que aconteceu. — Continuei.

— E a gente vai conversar sobre o quê? Tô acabada. — Respondeu com a voz chorosa, sinal claro de que tinha chorado.

— A gente precisa encarar isso, Isa, não entendo como…

— Como você conseguiu ficar ali parado olhando sem fazer nada! — Me interrompeu, se virando bruscamente.

Embora quase não houvesse luz, na penumbra dava pra ver que ela estava com o cabelo bagunçado e os olhos inchados. Não consegui evitar me sentir mal pelo que ia fazer.

— E ainda por cima não me culpa! — Falei, começando a colocar em prática o plano que tinha bolado.

— Você não tem sangue? — Continuou gritando.

— Escuta… — Tentei continuar. — Você encontra sua mulher com outro na sala e não consegue falar nada! — Ela me interrompeu de novo.

— Por favor, não me interrompe e me deixa explicar. Depois você fala.

— Tá bom, então! Explica! O que você tem a dizer?

— Olha, o que aconteceu foi o seguinte… No final, a reunião com o cliente terminou antes do previsto e, como era a única coisa que eu tinha pra fazer no trabalho hoje, decidi pegar o ônibus e voltar pra casa. Eu vinha ouvindo música e, pra ser sincero, não lembrei que você tinha a massagem. Como não te vi na cozinha, pensei que estivesse lá em cima e fui pro quarto. Lá de baixo da escada, como você pode ver, não dá pra enxergar a parte da sala onde vocês estavam e, como eu tava de fone, também não ouvi nada. Como não te encontrei lá em cima, decidi descer de novo e, quando cheguei na escada e olhei pra baixo, foi quando te vi.

Minha mulher me ouvia com atenção, prova de que pelo menos a história tava parecendo plausível pra ela.

— Não me pergunte por quê, mas instintivamente me agachei. — Continuei. — Não conseguia acreditar no que tinha acabado de ver e afastei os panos pra ter certeza. Foi nesse momento que você me viu.

— E por que você não fez nada? — Ela me perguntou entre soluços, já com um tom muito menos agressivo.

— Sinceramente, não sei. Não conseguia acreditar no que tava vendo e fiquei tipo em choque. De qualquer forma, o que você queria que eu fizesse? A situação falava por si mesma.

— Eu… não sei… Me desculpa muito… Tudo é culpa minha! — Disse ela, desabando em lágrimas.

— Calma… fica tranquila… me conta o que aconteceu.

— Isso é o que mais tá me matando, que não paro de pensar e não consigo entender como pude acabar assim. A massagem era normal e o cara era super profissional, mas num dado momento, quase sem perceber, a coisa foi esquentando. Aos poucos, fui entrando numa espiral de sensações que me fez perder a cabeça completamente. O resto você já sabe.

— Suas amigas também não têm desculpa, não entendo como elas Me deram esse tipo de massagem.
- Disse que queria transferir parte da pressão pra elas e dar uma válvula de escape pra Isa.

- Eu também não! Tudo culpa da foxy da Maria! Tenho certeza que ela já tinha tudo planejado pra me pregar uma peça.

- A verdade é que não sei o que dizer. Estou muito magoado com o que você fez e vai ser muito difícil esquecer. Mesmo assim, não podemos mudar o que aconteceu e temos que olhar pra frente. Não podemos enlouquecer e tomar uma decisão no calor do momento, temos que pensar na nossa família e fazer o que for melhor pra ela. Não vai ser fácil, mas juntos vamos superar. O melhor é irmos dormir e amanhã com certeza vamos ver isso de outra forma.

Isa se jogou em mim me abraçando forte e, embora eu tenha sentido por ela, uma sensação de alívio completo me invadiu. Consegui resolver a situação de forma brilhante. Por sorte, quando ela me pegou observando, só viu meu rosto e não o que eu estava fazendo atrás dos panos. Minha mulher não teria conseguido aceitar que eu tivesse curtido aquilo e, independente do que ela tivesse feito, teria me culpado pelo ocorrido. Agora eu tinha conseguido reverter a situação, ficando ela como a errada e eu como a vítima.

Os dias passaram e não tocamos mais no assunto. Isa estava bem evasiva e sempre que nos encontrávamos no mesmo cômodo, ela saía com qualquer desculpa. Durante as refeições, ela cuidava das crianças e mal trocávamos uma palavra. Assim o tempo foi passando e fomos deixando o incidente pra trás. Embora tenhamos recuperado uma aparente normalidade, nossa relação perdeu a naturalidade. Continuávamos nos dando bem e, pra quem via de fora, ninguém imaginaria que algo estava rolando entre nós, mas já não tínhamos mais aquela cumplicidade que nos fazia diferentes. Tentei mudar as coisas, mas todas as minhas tentativas de me aproximar dela foram em vão.

Das amigas dela do colégio, não ouvi mais Não sei de nada. Não faço ideia se a Isa ligou pra elas pra armar um barraco ou se simplesmente ignorou elas por completo, mas o fato é que nunca mais apareceram na nossa vida.

Quanto à minha mulher, mesmo tendo conseguido aprender a conviver com o que aconteceu, ela não conseguiu apagar aquilo da mente. O que ela não conseguia se perdoar não era o fato da traição em si, mas ter deixado de lado todas as suas convicções morais rígidas pra se entregar ao prazer. Embora, sem dúvida, o que realmente a atormentava era o medo de ter despertado um vulcão dentro dela que não conseguisse controlar, de ter liberado algo que ficou reprimido por quarenta anos e que agora não desse mais pra prender de novo no fundo do ser.

Eu não sabia da luta interna que minha mulher tava enfrentando e só percebia que ela tava arrependida pra caralho pelo que fez. Achava que ela nunca conseguiria colocar a Isa numa situação parecida com a do dia da massagem e que, mesmo se pudesse, pra não repetir o erro, ela seria muito mais cautelosa e não se deixaria enganar de novo. Infelizmente, tudo que eu podia fazer era me contentar com a lembrança do que aconteceu.

Nossa rotina noturna também mudou. Em vez de ficar vendo TV como a gente fazia quando as crianças dormiam, a Isa ia pra cama ler e eu pro meu escritório, onde, com a desculpa de revisar algum documento, ligava o computador e ficava vendo pornô na internet. Principalmente qualquer coisa relacionada a traição e, mais especificamente, mulheres casadas dando pra outros caras que não os maridos.

Um dia, procurando material desse tipo, acabei tropeçando num fórum por acaso. Não sabia que existiam fóruns com esse tipo de conteúdo e, quando descobri, achei super excitante. Nele, os maridos compartilhavam experiências, fotos e vídeos das suas esposas pra diversão deles e dos outros usuários. Não demorei pra me tornar assíduo no fórum e, aos poucos, fui percebendo que o que realmente me excitava não era o conteúdo em si, mas a vontade de participar dele. Só pensava em compartilhar minhas experiências, embora uma espécie de culpa e medo de ser descoberto me prendesse e eu não conseguisse me decidir.

Depois de um tempo, consegui deixar meus medos de lado, criei um perfil e resolvi contar o que aconteceu no dia da massagem. Meu relato foi muito bem aceito e recebi vários comentários dos outros usuários, a maioria morrendo de vontade de ver como a Isa era e me pedindo pra postar fotos dela. Movido pelo tesão danado que todos aqueles comentários me deram, não pensei duas vezes e, sem avaliar as possíveis consequências, comecei a revisar todas as fotos que tínhamos no computador. Foquei principalmente naquelas em que achei que ela sairia melhor, como as de férias, casamentos e outros eventos. Dentre todas, selecionei umas vinte que me pareciam adequadas. Tinha várias da minha mulher vestida pra festa e outras de biquíni, tanto na praia quanto na piscina. Até tinha algumas de biquíni de quando ela era mais nova.

Levei vários dias pra editá-las direito. Tinha que cortar o rosto dela pra não ser reconhecível e eliminar também todos os elementos que pudessem ser identificáveis, incluindo eu e meus filhos. Tenho que admitir que cortar o pequeno de uma foto em que ele saía junto com a mãe, fazendo um castelo de areia na praia, me fez sentir um vilão. Era uma lembrança super feliz da minha família e eu estava manchando aquilo pra diversão de um bando de desconhecidos.

Finalmente, quando todas as fotos ficaram prontas, postei no fórum. Teve uma porrada de reações, a maioria comentários bem pesados. Como não podia ser diferente, os peitos da minha mulher causaram furor e foi inevitável que, depois de descobrirem como ela era, aquela A matilha de lobos começou a me pressionar cada vez mais pra eu postar fotos da Isa pelada.

Embora estivesse morrendo de vontade de fazer isso, eu sabia que o que aqueles caras estavam me pedindo era algo muito sério. Expor minha mulher pra centenas de pessoas poderem bater uma punheta admirando os encantos dela, sem o consentimento dela e traindo ela da maneira mais vil, era cruzar uma linha vermelha que não teria volta.

De qualquer forma, mesmo que tentasse me enganar, sabia que a única coisa que me impedia não eram as possíveis implicações morais, mas o fato de que seria complicado tirar uma foto dela pelada sem que ela percebesse. Ela só ficava completamente nua quando entrava no banheiro pra tomar banho e eu não podia simplesmente entrar e tirar uma foto com o celular. Se fizesse isso, com certeza ela me descobriria e ficaria furiosa.

Aos poucos, aquilo foi se tornando uma obsessão e eu sentia que tinha que realizar aquilo, custasse o que custasse. Quando finalmente aceitei o inevitável, compartilhei meu problema no fórum e um dos usuários me deu a solução pra fotografar ela sem que ela percebesse.

A ideia me pareceu tão boa que decidi colocá-la em prática no sábado seguinte. Naquele dia, depois do café da manhã, quando a Isa entrou no banheiro pra tomar banho, eu a segui até nosso quarto e esperei perto da porta. Depois de um tempo, entrei com o celular na mão fazendo bastante barulho e me sentei na tampa do vaso.

— Carlos? É você?

— Sim, sou eu. Ei, você viu o terremoto que teve na Itália? — falei, fazendo referência à notícia mais impactante que tinha encontrado minutos antes no jornal.

— Pô, e o que aconteceu? — perguntou enquanto puxava a cortina do chuveiro e se enrolava numa toalha.

— Foi perto de Nápoles e, pelo visto, foi bem forte. Graças a Deus não teve vítimas, mas teve bastante dano material. — falei, fingindo que estava lendo algo no celular.

Mas na tela do celular não não aparecia nenhuma notícia, mas sim a câmera do celular com o disparo automático ativado e previamente silenciado. Minha mulher quase se descobriu por uma fração de segundo antes de se cobrir com a toalha e, por um momento, me senti frustrado. Apesar de a estratégia ter sido boa e a Isa não desconfiar do que eu estava fazendo, tive a sensação de que não tinha conseguido tirar nenhuma foto clara.

De repente, sem aviso prévio, a Isa tirou a toalha e começou a se secar calmamente, uma a uma, todas as partes do corpo. Vi o céu aberto e, enquanto continuava contando coisas sobre aquele acontecimento, ia direcionando a lente da câmera para capturar todos os cantinhos do corpo dela. Percebi que ela tinha deixado o pelo da buceta crescer de novo, mas agora usava um triângulo um pouco menor e mais bem cuidado.

O resto do dia passei muito nervoso, esperando chegar a hora de poder revisar as fotos na tranquilidade do meu escritório. Embora tenha descartado muitas por estarem borradas ou não mostrarem nada, consegui obter quase uma centena de qualidade bem boa. Tinha de todo tipo: corpo inteiro, close dos peitos dela, de costas, e também uma agachada com a bunda empinada que me deixava louco.

Não aguentei mais e, depois de retocar as primeiras dez fotos, subi elas na internet. Uma enxurrada de comentários começou a aparecer. A que mais recebeu foi uma em que minha mulher aparecia de perfil, agachada secando as pernas. Pendurados, naquela posição, os peitos enormes dela pareciam ainda maiores.

Em uma semana, já tinha subido todas e, dia após dia, esperava ansioso pela noite para abrir o computador e ver os novos comentários que iam surgindo. Recebia mensagens de todo tipo, até privadas de gente que queria comer ela e se oferecia pra isso. Alguns desses caras me mandavam fotos pra eu ver o tamanho dos paus deles e ficar ciente do que minha mulher poderia aproveitar se decidisse. entregar pra ela. Mesmo assim, sem dúvida nenhuma, o que mais me excitava era quando alguém postava alguma das minhas fotos suja com o próprio esperma. Tinha uma em especial que eu adorava e já tinha perdido a conta de quantas vezes me masturbei com ela. Era um close dos peitos da Isa com aqueles mamões enormes e escuros cobertos por uma porra branca bem grossa. Eu tinha baixado ela pra colocar o rosto da minha mulher de novo e ela virou a foto com que eu batia uma toda noite.

Aos poucos, depois de alguns dias que eu postei a última foto, o interesse pelo meu tópico começou a cair. Mesmo sendo questão de tempo, já que não dava pra colocar material novo, mais cedo ou mais tarde o povo ia largar meu tópico e focar em outros, não consegui evitar sentir uma puta frustração ao ver que os comentários novos pararam de aparecer. Eu ainda entrava no fórum, mas já não era a mesma coisa, sentia falta de curtir o que falavam dela. Até podia ter tentado fazer fotos novas, mas ia ser sempre a mesma merda e o final ia ser o mesmo.

E lá estava eu, quase um ano depois do incidente da massagem, sentado no meu escritório remoendo o que tinha rolado e como eu podia continuar nessa espiral de depravação...

O verão tava chegando e, depois de pensar muito, concluí que se eu queria dar uma virada na situação, essa era a época mais certa. Com algumas ideias na cabeça mas sem um plano muito definido, liguei pra minha cunhada e falei que se ela não se importasse de ficar com o Juan, o mais velho dos nossos filhos, por umas duas semanas. Ela ficou toda animada, o marido dela e ela iam pra serra e, como o Juan e o primo dele eram unidos pra caralho, ia ser ótimo pros dois. Pra colocar o pequeno Pedro, falei com minha sogra, que também ficou toda feliz de ele ir com eles pro interior. Pra ambas eu disse que queria dar uma surpresa pra Isa e que era melhor parecer que o Ficar com as crianças era coisa delas. A realidade era bem diferente, resolvi fazer assim pra evitar que a Isa pudesse dar uma desculpa qualquer se visse que a ideia tinha partido de mim.

Minha esposa não gostou nada que as crianças fossem passar essas duas semanas fora. Não pelo fato de elas irem embora, mas porque teria que passar mais tempo sozinha comigo. Ainda por cima, coincidia com o começo das minhas férias, então ficaríamos juntos dia e noite. Acho que ela temia que, com tanto tempo junto, pudessem surgir situações desconfortáveis ou que as carências do nosso relacionamento ficassem tão evidentes que fôssemos obrigados a encará-las, e naquele momento ela não se sentia preparada pra isso.

Por isso, quando sugeri passarmos duas semanas na praia, ela aceitou na hora. Sabia que eu não curto muito praia e que passaria o dia entre o quiosque e o campo de golfe. Nos veríamos basicamente na hora das refeições, então muito menos do que se ficássemos na cidade.

Finalmente chegou o dia da partida. Acordamos no sábado cedo e, depois de deixar as crianças arrumadas, pegamos a estrada rumo àquela cidadezinha do litoral andaluz onde passaríamos as próximas duas semanas. A Isa estava uma gostosa, tinha vestido um vestido branco de verão. Mesmo sem ter muito decote e cobrindo até abaixo dos joelhos, caía super bem nela, valorizando os peitos e deixando a bunda bem empinada. Os óculos que ela usava não a feiavam em nada, pelo contrário, davam um ar bem interessante. Por causa do estresse dos últimos meses, ela teve uma espécie de hipertensão ocular e recomendaram que parasse de usar lentes de contato e passasse a usar óculos. Ela aposentou os antigos e fez uns normais e outros de sol com grau.

No meio do caminho, paramos pra esticar as pernas e tomar um café.

— Vou aproveitar pra abastecer. — Falei enquanto parava o carro perto do bomba. —Se quiser, vai entrando você.
—Ok, assim já aproveito pra fazer xixi. Quer que peça algo?
—Um café e um petisco de tortilha. Valeu.
—Beleza, a gente se vê já. — E foi embora fechando a porta.

Depois de abastecer, estacionei o carro na lateral do restaurante, fora da vista do pessoal lá dentro. Abri a mala da Isa tentando não desarrumar nada enquanto tirava os biquínis dela. Em seguida, fechei, coloquei os biquínis numa sacola e joguei tudo numa lixeira perto. Depois da parada, seguimos viagem sem problemas.

Quando chegamos, o dono da casa nos recebeu. Era um cara baixo e gordo, de aparência relaxada e suja, que tentava esconder a careca inutilmente com um topete de cabelo ensebado, o único que ainda tinha. Enquanto nos dava as boas-vindas, não teve vergonha nenhuma de passar o olho na minha mulher de cima a baixo. A Isa ficou vermelha ao sentir aquele olhar sujo grudado no corpo dela, mas eu não consegui evitar sentir uma certa excitação. O que um ano atrás teria me irritado pra caralho, naquele momento era um baita começo pras minhas férias. Antes de nos despedirmos, falei que íamos precisar de um segundo jogo de chaves e combinei de ligar pra ele à tarde pra pegar. Na verdade, não íamos precisar, mas eu precisava dar um jeito de escapar um pouco da minha mulher, e aquela seria uma desculpa tão boa quanto qualquer outra.

No geral, a casa era bem legal. Era um chalé pequeno de dois andares, numa área bem tranquila nos arredores do condomínio, mas bem perto da praia. Embaixo ficavam a sala de jantar, a cozinha e um lavabo. Em cima, dois quartos e um banheiro. Tinha uma varanda na frente e uma piscina pequena nos fundos. Pra nós dois, era mais que suficiente.

—Não acredito! — Ouvi a Isa xingar lá do nosso quarto.

—O que foi? — Perguntei entrando correndo no quarto.

—Meus biquínis sumiram!

—Ah, Que susto. Pensei que tinha acontecido algo pior com você.
— Pior? E o que eu vou fazer na praia sem sunga?
— Bom, não se preocupa. A gente compra outra hoje à tarde e pronto, sem problema.
— É, mas me dá uma raiva. E ainda por cima tenho certeza que coloquei na mala.
— Como você vai ter colocado se não estão?
— Tô te falando que coloquei. — Isa me encarou com um olhar fulminante. — Deve ter sido um dos moleques fazendo alguma travessura.
— É, pode ter sido isso. De qualquer jeito, não tem mais o que fazer. Vamos almoçar e depois a gente compra uns novos.

A gente foi de carro até um shopping que o dono da casa tinha indicado e, depois de comer, fomos pra área das lojas. Tinha bastante, mas por causa do horário, quase todas estavam fechadas.
— Se quiser, a gente pode ir no supermercado agora e voltar mais tarde, quando estiver tudo aberto.
— Você sempre tentando se livrar das compras. E ainda teria que passar em casa pra deixar as coisas, já ia ficar muito tarde. — Isa respondeu. — Olha, ali tem uma aberta e parece que vendem sunga.

Era uma espécie de loja com todo tipo de bugiganga, bem grande mas muito cheia e mal iluminada. Como mal dava pra passar entre as prateleiras, não pude evitar pensar que há alguns anos, com o carrinho do bebê, não teria conseguido me mexer ali. A gente levou um susto quando viu o vendedor: era um moleque de uns dezesseis anos, aquele típico adolescente gordinho, de óculos e cheio de espinhas na cara.
— Minha mãe não tá, ela volta daqui a uma hora mais ou menos. Posso atender vocês, eu cuido da loja na hora do almoço.
— A gente tá procurando sunga pra mim. Vimos uns biquínis na vitrine, mas queríamos saber se vocês têm maiô. — Minha mulher se meteu.
— Sim, naquela área ali tá tudo o que a gente tem.
— Não entendo como só tem essas duas sungas. São horríveis. — Disse Isa depois de fuçar um pouco entre as roupas. roupa. — Chico! Vocês só têm essas duas sungas? — chamou ela, levantando a voz.

— É, é que sunga quase não vende. — disse o garoto, chegando perto da gente.

— Que raiva, com os biquínis tão bonitos que vocês têm, e as sungas não me convencem mesmo.

— Por que a senhora não prova um biquíni pra ver se fica bom? No fim, não perde nada. Além disso, já vou te falar que todas as lojas por aqui têm mais ou menos a mesma coisa, e sunga vai ser difícil de achar.

Sem esperar, eu tinha encontrado naquele bocó um baita aliado. Ele tava fazendo todo o trabalho pra mim, sem eu precisar falar nada. Se fosse eu insistindo nos biquínis, a Isa ia ficar na defensiva e nem ia querer provar. Embora qualquer roupa de banho que ela comprasse servisse pros meus planos, se fosse um biquíni, melhor ainda.

— É, talvez você tenha razão. Já que tô aqui, também não perco nada provando. Mas não sei se vou me sentir à vontade depois de tantos anos. O que você acha? — ela me perguntou.

— Sei lá. O que você achar melhor. — respondi, fingindo desinteresse.

— Pelo amor de Deus, que falta de empolgação. Sei que você tá entediado, mas são coisas que precisam ser feitas. Sabe o que te digo? Vou provar uns pra ver como fica.

A Isa pegou três biquínis, que ela já tinha de olho, e foi pra área dos provadores.

— É melhor entrar naquele ali. — o garoto a interceptou, apontando pra um provador no outro canto da loja, bem mais afastado dos outros. — Fica mais longe da porta e é mais sossegado. Além disso, é mais perto da seção de sungas, caso a senhora queira pegar outra ou algo assim.

— Que menino tão simpático. — minha mulher sussurrou pra mim enquanto caminhava pro provador.

— É, muito simpático. — respondi.

— Segura isso pra mim, que aqui tá muito escuro e não vou conseguir enxergar direito. — a Isa disse, me entregando os óculos de sol.

— Não se preocupa, que eu guardo pra senhora. — o garoto se adiantou, já pegando os óculos. logo foi com elas até o balcão da entrada da loja.

Não saberia dizer por que, mas a atitude dele me parecia um pouco suspeita, talvez servil demais e prestando atenção em tudo. De qualquer forma, só quando vi ele trancar a porta da loja e colocar a placa de fechado é que realmente percebi que ele estava tramando algo. — Por que ele faria isso e por que mandaria a Isa para aquele provador e não para um dos outros? — pensei.

Quando minha mulher fechou a cortina atrás de si, a dúvida se resolveu sozinha. Ela não corria direito e ficava presa no final do percurso, deixando uma abertura não muito grande, mas suficiente para as intenções daquele safado. Embora as clientes com certeza pudessem notar, como a loja estava vazia naquele horário e o provador era tão afastado e fora da área onde o vendedor estava, a maioria delas não trocaria para um dos da entrada, se tornando assim vítimas perfeitas daquele pequeno depravado, que ia se esbaldar o verão inteiro apreciando os corpos das suas clientes ingênuas.

Um monte de caixas vazias, estrategicamente colocadas a poucos metros do provador, formavam um esconderijo seguro para o jovem vendedor se ocultar da vista das suas vítimas. Um leve movimento de uma delas me confirmou que o garoto já estava no lugar, pronto pra conferir o que se escondia debaixo da roupa da minha mulher.

— Carlos, fica de olho pra ninguém chegar, que a cortina não corre direito e fica um pouco aberta. — pediu minha mulher, ingenuamente.

— Fica tranquila que o garoto está na entrada e não tem mais ninguém na loja. Se alguém se aproximar, eu aviso. —

Através da abertura dava pra ver perfeitamente a Isa se despindo aos poucos até ficar completamente nua. Me afastei um pouco pra que o moleque pudesse ter uma visão completa do que acontecia dentro do provador. Só de pensar em como eu teria que ter alucinado ao ver os peitos da minha mulher ao natural, quase gozei sem precisar me tocar.

— Como é que fica em mim? Não me engorda? — perguntou ela, puxando a cortina depois de vestir o primeiro dos biquínis, um branco com bolinhas vermelhas.

— Eu gostei. — respondi.

— Você sempre diz que tudo fica bem em mim. Não é nada objetivo. Mas é verdade que acho que não me cai mal. Talvez a única coisa é que a calcinha é um pouco pequena pro meu gosto e mostra muita bunda. — disse ela, se virando pra eu poder ver bem o rabo.

— Sei lá, eu acho que tá de boa. Mas se você não se sente confortável, não pega. Isso é como você preferir. — me virei e fechei a cortina atrás de mim, mas dessa vez deixando ela ainda mais aberta pra que o vendedor tivesse uma visão ainda melhor.

— Bom, vou ver. Vou experimentar outro. — ouvi ela dizer do outro lado.

Ela tinha toda a roupa pendurada no único cabide que tinha e, quando foi pegar outro modelo, derrubou sem querer o resto das coisas no chão. Se abaixou pra pegar uma por uma e, enquanto fazia isso, ia empinando a bunda, nos dando uma visão perfeita por trás do rabo dela com a bucetinha no meio.

Por quase quinze minutos ela ficou experimentando biquínis. Primeiro os três que tinha, depois me pediu pra trazer outros modelos que tinha visto, depois os primeiros mas em outros tamanhos pra, finalmente, acabar ficando com os que tinha pego inicialmente. No fim das contas, um vai e vem de tirar e vestir roupa que meu jovem cúmplice não perdia um detalhe.

Quando a Isa terminou, enquanto acabava de se vestir, fui até o balcão da entrada. O moleque já tava lá. Todo vermelho, tentando manter a compostura. Me perguntei quantas vezes ele tinha batido uma. Sem dizer uma palavra, peguei uma caixa bem pesada que tava no chão e coloquei em cima do lugar onde tinha deixado os óculos da Isa, destruindo eles na hora. O garoto me olhou espantado e sem saber o que dizer.

— Quando minha Mulher, pergunta, e você diz que foi você. Assim, não vou ser obrigado a contar pra ela e pra sua mãe o que você estava fazendo atrás das caixas. — Falei enquanto aproximava uma nota de cem euros que tinha tirado da minha carteira.

Ao ver o que tinha acontecido com os óculos, a Isa ficou possessa. O garoto estava tão assustado com o que eu tinha dito que assumiu a culpa sem reclamar. Mesmo tentando se desculpar inúmeras vezes, não conseguiu acalmar a fúria da minha mulher e teve que acabar dando os biquínis de presente. Mesmo assim, ele saiu ganhando: descontando do dinheiro que eu tinha dado, ainda sobraram dez euros. Além disso, o tempo que passou espiando minha esposa não tinha preço.

Assim que saímos da loja, sem aguentar mais, falei pra minha mulher que precisava ir ao banheiro e me masturbei no banheiro público do shopping. Tava tão excitado que não levei nem um minuto pra gozar dentro daquela privada suja.

— Que inútil, esse menino filho da puta. Se não tem capacidade pra atender, não deviam deixar ele fazer isso. E agora, o que eu faço sem óculos? — Comentou a Isa assim que entramos no carro.

— É verdade, né. — Respondi, pensando que de inútil ele não tinha nada. — Bom, pelo menos você tem os outros óculos e os biquínis saíram de graça.

— É, isso é verdade. O problema é pra ir pra praia. Você sabe que o sol me faz mal e que sem óculos escuros eu não consigo ficar.

— Pode ir com os de ver e, quando chegar lá, usar seus óculos escuros antigos.

— É, mas com a miopia que eu tenho, não vou enxergar porra nenhuma.

— Bom, mulher, se você vai ficar tão negativa e deixar que uns óculos estraguem suas férias, a gente faz as malas e vai embora.

— Não, calma, não é isso. É que eu tava tão feliz com os biquínis que a parada dos óculos me irritou pra caralho. Enfim, o que se vai fazer, também não é o fim do mundo.

Assim que chegamos no supermercado, perguntei pra Isa se ela não se importava de ir fazendo as compras enquanto eu ligava pro proprietário e passava pra pegar as coisas. chaves. Minha esposa achou uma boa ideia, assim a gente ganhava tempo e ela não precisava mais aguentar os olhares daquele babaca. Assim que me despedi dela, fui correndo de volta pro shopping. Liguei no caminho pra ela me esperar lá com as chaves. Quando cheguei, ela já tava lá. Mal trocamos uma palavra, mas pela cara dela deu pra ver a decepção por não ver a Isa.

Depois voltei pra loja de biquínis. O moleque já tinha ido embora e quem me atendeu foi uma senhora de meia-idade, que imaginei ser a mãe dele. Falei que tinha ido lá antes com minha mulher e que, quando chegou em casa e experimentou os biquínis de novo, ela percebeu que precisava pegar um número menor. A senhora disse que isso era normal, que não tinha tanta diferença entre um tamanho e outro. Troquei sem problema e voltei correndo pro supermercado.

No dia seguinte, tava tomando café na sala quando ouvi a Isa me chamando lá de cima.

-Carlos, pode vir aqui um segundo?-

-Já vou.- Tomei um gole do café e subi as escadas.

-Agora que tô vendo eles de novo vestidos, não sei se ficaram um pouco pequenos, né? Parece que meus peitos vão pular pra fora. E a calcinha encolhe e fica entrando muito atrás. O que você acha?-

-Sei lá, pra mim você continua tão gostosa quanto ontem.- Falei tentando disfarçar a surpresa que foi ver ela enfiada naquele biquíni branco de bolinhas vermelhas.

Mesmo que a diferença de tamanho entre os números fosse tão pequena que minha esposa nem percebeu a troca, era o suficiente pra fazer o biquíni passar de bem vestido pra apertado. Os peitos vazavam por cima e parecia que iam estourar. Quanto à calcinha, era verdade que entrava bastante no meio da bunda e ela ia ter que ficar toda hora ajeitando. Se eu tivesse que definir o visual da minha mulher numa palavra, seria putona.

-A verdade é que não entendo como pude me achar bonita ontem com isso. A A parte de cima me aperta demais e a de baixo, entre que agora fazem tão minimalistas e também me aperta, não cobre nada e tenho a sensação de estar mostrando a bunda toda.

— E você tão contente quando experimentou. De qualquer forma, se não se sentir bem, podemos ir na loja e trocar. — Falei, vendo as etiquetas em cima da cama, sabendo que era impossível.

— Acabei de cortar as etiquetas e já não dá pra trocar. Além disso, como no fim ganhamos de graça, não temos nem nota nem nada. Acho que não trocariam mesmo se eu não tivesse cortado.

— Então você decide. Podemos comprar outros.

— Sei lá, tenho a sensação de que vai dar na mesma. Todos têm o mesmo formato e lembro que o tamanho maior ficava folgado.

— Então não fica nessa neura. Sério, deve ser impressão sua por estar vendo em casa hoje. Eu te acho gostosa pra caralho. De qualquer forma, na praia você desce de vestido e lá todo mundo tá igual, né?

— É, tem razão. Além disso, aqui ninguém nos conhece e não vou me sentir desconfortável. Assim posso ir já de manhã pra praia, que desde que chegamos não paramos de fazer coisas. Tô morrendo de vontade de ver o mar. Vou tomar um banho. — Disse tirando o biquíni e deixando em cima da cama.

Assim que minha mulher entrou no banheiro, peguei a parte de cima do biquíni e desci correndo pra cozinha. Com uma faca, fiz um pequeno corte no tecido que unia as duas bojo do sutiã. Confiava que, por estar tão apertado, mais cedo ou mais tarde acabaria rasgando. Em seguida, coloquei de volta em cima da cama.

Quando saiu do banheiro, Isa vestiu o biquíni e por cima um vestido estampado de verão. Ficou mexendo na casa por umas duas horas e por um momento temi que, com tanto movimento, o biquíni não aguentasse e rasgasse em casa.

Depois de deixar tudo arrumado e a comida pronta, Isa me disse que ia pra praia. Embora a princípio não Queria tanto, insisti tanto que ela não conseguiu recusar minha ajuda pra carregar as coisas. Falei que depois iria pro campo de golfe me informar sobre o que precisava fazer pra poder jogar.

— Você não vai colocar os óculos de grau pra descer? — perguntei.

— Não, como a gente tá do lado, melhor já descer direto com os de sol. Mesmo não enxergando quase nada de longe, como é só por um momento, prefiro deixar eles em casa. Assim não perco nem estragam, só me faltava ficar sem nenhum óculos graduado em dois dias.

Uma vez na areia, fui caminhando até encontrar o lugar certo pra posicionar minha mulher. Vi um grupo de umas sete ou oito toalhas e, lá longe, uns moleques jogando futebol. Achei que as toalhas fossem deles e parei a uns metros de onde estavam. O lugar era perfeito.

— Tá bom aqui, amor? — perguntei, largando a cadeira dobrável no chão.

— Sim, aqui mesmo tá bom. Contanto que eu pare de andar. Não entendo por que a gente se afastou tanto da entrada — respondeu, soltando a bolsa que trazia.

— Fiz isso por você. Como pode imaginar, pra mim tanto faz. Aqui não tem quase ninguém e você vai ficar muito mais tranquila. Bom, se não precisa de mais nada, já vou pro campo de golfe. Venho te buscar ou a gente se encontra em casa pra almoçar?

— Então a gente se encontra em casa, se quiser. Mesmo você dizendo que venho super carregada, só trouxe a bolsa e a cadeira. Dou conta de voltar com elas de boa.

— Combinado então. Tchau — me despedi, dando um beijo na bochecha dela.

Fui pra casa a toda velocidade. Troquei de roupa e coloquei uns óculos de sol e um boné que tinha comprado pra ocasião. Me olhei no espelho, entre eu estar vestido completamente diferente, os óculos de sol serem novos pra mim e eu nunca usar boné, era impossível minha mulher me reconhecer mesmo que me visse de frente. Além disso, com a miopia que ela tinha, podia ficar bem perto que ela nem notaria.

Voltei o mais rápido que pude pra praia e finquei o guarda-sol a poucos metros da Isa, me posicionando como o vértice superior de um triângulo que as toalhas dos moleques completavam. Ninguém reparou em mim. Sentei na sombra na minha cadeira de praia, peguei o jornal e fingi começar a ler.

Os garotos tinham terminado a partida e estavam se banhando. Saíram do mar e, enquanto se aproximavam, pude ver que eram oito moleques entre uns quinze e dezesseis anos. Vinham distraídos, conversando e rindo entre si, mas isso não impediu que, ao passar do lado da minha mulher, a maioria virasse pra olhar ela.

— Porra, como essa gostosa é boa! Vocês viram? — Disse um deles.

— Mas se é uma coroa. E ainda é gorda. — Respondeu outro.

— Gorda é a puta da sua mãe. Não viu as tetas que ela tem? — Recriminou um terceiro.

— Kkkk. Até parece que o cara pega modelo, não fode. Vai, mano, você nunca ia conseguir pegar uma mina dessas na vida. — Interveio outro moleque.

Os comentários sobre minha mulher continuaram rolando. A maioria falava do tamanho das tetas dela e de como ela estava apertada na roupa. Se eu tava ouvindo tudo bem claramente, era óbvio que a Isa, que tava mais ou menos na mesma distância, também tava ouvindo. Mesmo assim, ela não falava nada e ficava deitada como se aquilo não fosse com ela.

Depois de um tempo, ela se levantou pra ir pro mar. O rosto vermelho dela mostrava que não só tinha ouvido o que falavam, mas também não tinha conseguido evitar ficar corada com aquilo. Ela não reparou que o elástico da calcinha tinha encolhido, igual naquela manhã quando experimentou em casa, e deixava metade da bunda dela de fora.

— Olha, caras! Dá pra ver a bunda toda dela. — Gritou um dos garotos ao vê-la se levantar, apontando o dedo pra minha mulher. — Tá na cara que ela gosta de ser olhada. Olha como ela vai provocando com esse biquíni apertado. — Continuou.

Ao ouvir isso, a Isa se virou bruscamente, com a intenção de chamar a atenção deles, mas deu tanto azar que, com a força do movimento, acabou de rasgar o tecido que unia as duas taças do sutiã e os dois peitões enormes dela voaram livres.

No começo, minha mulher não percebeu o que tava rolando e só foi quando começou a ouvir as gargalhadas dos moleques que ela se tocou do que tava acontecendo. Morrendo de vergonha, tentou tampar os peitos como podia enquanto os garotos gritavam empolgados.

— Já falei que essa aí gosta de ser olhada. Aposto que tava doida pra gente ver os peitos dela e você soltou de propósito. — Falou de novo o mesmo moleque.

— Porra! Vocês viram os bicos dela? Parecem dois DVD's. — Gritou outro ao perceber o tamanho das aréolas da minha mulher.

— Kkkkkk... São grotescos, mano. E olha como tão duros! Ela tá com tesão! — Zombou mais um.

Os moleques, cheios de coragem por estarem em grupo, continuavam rindo e zoando minha mulher cada vez com mais maldade, do jeito que só adolescente sabe fazer. Ela, completamente perdida na situação, ficou parada sem conseguir reagir.

Não sei dizer se foi pelo atrito do tecido do biquíni, pela brisa do mar ou se de alguma forma aquela situação tava excitando ela, mas o fato é que o moleque tinha razão e a Isa tava com os bicos tão duros que eu raramente tinha visto assim.

Minha mulher só saiu do transe quando percebeu que um deles tinha tirado o celular e tava apontando pra ela. Não dava pra saber se tava gravando vídeo ou tirando foto, mas tava claro que, de um jeito ou de outro, tavam imortalizando ela. A Isa finalmente reagiu e tentou se jogar nele pra tomar o celular, mas o moleque desviou sem problema nenhum. Ela continuou correndo atrás dele, puta da vida, mas ele foi escapando de cada tentativa dela sem esforço. Por fim, cansada e derrotada, minha mulher parou e se inclinou pra frente, apoiando as mãos nos joelhos pra descansar.

Outro moleque aproveitou esse momento pra chegar por trás e, de Um puxão, baixei a calcinha dela até os tornozelos, deixando minha mulher de bunda empinada e cara vermelha. Antes que Isa pudesse reagir e subir o biquíni, o garoto deu um tapa na bunda dela, arrancando gargalhadas do resto.

Eu contemplava a cena absorto. De jeito nenhum podia ter imaginado que os acontecimentos iam se desenrolar daquela maneira. Minha intenção inicial tinha sido curtir vendo aquele grupo de adolescentes hormonizados se excitarem olhando minha mulher se torrando ao sol e, com sorte, o biquíni arrebentar em algum momento da manhã pra eles verem os peitos dela. Mas no final, tudo tinha ido longe demais.

Vendo como ela tava corada, não tava tão claro se Isa tava passando mal. Não sabia se ela tava realmente puta ou se, pelo contrário, se mostrava assim numa tentativa vã de esconder que tava sentindo algum tipo de prazer em se sentir admirada e humilhada ao mesmo tempo.

Seja como for, a situação não podia ser mais excitante pra mim. Olhei ao redor e, como não tinha ninguém que pudesse me ver, joguei a toalha por cima das pernas e comecei a me masturbar.

— Quando meu marido chegar, vocês vão se ver! — Gritou minha mulher enquanto, ciente de que pouco podia fazer contra aqueles caras, saía correndo pro mar com as mãos tapando os peitos.

— Kkkkk... Olha como a gente treme. — Ouvi alguém dizer.

— Vamos, caras, vazamos daqui. Não vá o marido dessa aí aparecer e a gente ter um problema. — Disse outro, assim que minha mulher entrou na água.

Os garotos recolheram tudo às pressas e foram embora, sem saber que o marido daquela mulher estava a poucos metros e não só não faria nada contra eles, como agradecia pra caralho pelo que tinha acontecido.

Uma ideia me passou pela cabeça. Na maior pressa e sem pensar muito, peguei as coisas da minha mulher e guardei na minha mochila. Só deixei a cadeira de praia pra ela. Tava morrendo de vontade de ver como ela ia se virar. Eu ia ter que voltar pra casa daquele jeito. Pensei que a primeira coisa que faria ao sair da água seria pedir ajuda pra pessoa mais próxima, então juntei minhas coisas e vazei dali o mais rápido que pude. Não parei até colocar uns dois grupos de gente entre a gente.

Assim que entrou na água, minha mulher tentou em vão arrumar o biquíni. Foi até onde tinha deixado as coisas e, quando chegou na cadeira, viu espantada que tinham levado tudo. Largou a parte de cima do biquíni na cadeira e começou a procurar sem sucesso pelos arredores. No fim, desistiu e, com as mãos tapando os peitos, se aproximou do guarda-sol mais perto, onde estava um casal com o filho deles, um moleque de uns dez anos.

Da posição onde eu tava, não dava pra ouvir nada, mas dava pra ver a mulher olhando pra minha esposa com cara de poucos amigos enquanto o marido falava com ela e o menino não tirava os olhos. Daí a pouco, o cara estendeu a mão e entregou uma camiseta. Pra pegar, minha mulher teve que soltar um dos peitos e, pra alegria do pai e do filho, ficou exposta na frente deles enquanto tentava sem jeito tampar os dois peitos só com um braço e uma mão.

Isa se virou e vestiu a camiseta. Na sequência, pegou umas sandálias de dedo que o menino ofereceu, agradeceu e foi em direção à entrada da praia, deixando a cadeira e a parte de cima do biquíni pra trás. Saí correndo pra chegar em casa antes dela. Quando passei pelo casal, ouvi a mulher dando uma baita bronca no marido. — Parece idiota, ainda deu as sandálias do menino, só faltou dar a carteira também. Ficou babando olhando pros peitos daquela sem-vergonha. — Ouvi ela dizer enquanto passava.

No caminho, joguei as coisas de Isa no lixo. Chegando em casa, vesti a roupa de golfe e sentei no alpendre pra esperar. Ela chegou em poucos minutos.

— O que aconteceu? Por que você veio assim? — Vestida? — perguntei, fingindo surpresa.
— Não vai acreditar, quando voltei de me banhar, encontrei que alguém tinha levado todas as minhas coisas.
— Que pessoa sem vergonha! E pra levar umas bobagens.
— É, mas é um saco. Principalmente porque levaram meu celular e as chaves de casa.
— Você tá bem? — falei, abraçando ela.
— Tô, não se preocupa. Um casal muito gente boa me deu a camiseta e as sandálias.

Não consegui evitar ficar excitado ao sentir o contato com os peitos dela através do tecido. Embora perder as coisas tivesse irritado ela, parecia que tudo que aconteceu naquela manhã a tinha deixado com tesão. De outro jeito não dava pra explicar sentir os mamilos dela, ainda duros, cravados no meu corpo enquanto a cabeça dela descansava no meu ombro.

— Por que ela não tinha me contado a verdade? — pensei. Talvez não fazer isso fosse o melhor jeito de esquecer e não ter que admitir pra si mesma que no fundo tinha gostado de expor o corpo pra toda aquela gente na praia.

Não tava disposto a deixar a conversa acabar ali. Então, sem avisar, perguntei por que ela não tava usando a parte de cima do biquíni.

— Isso eu… bom… também roubaram de mim. — Gaguejou.

Queria saborear o momento e decidi continuar apertando ela pra ver como reagia.

— Cê tava fazendo topless? — perguntei, sabendo que tanto eu quanto ela sempre fomos contra essa prática.

— Ahhh… é que… como não tinha ninguém por perto e o biquíni tava apertando, resolvi tirar um pouco. — Mentiu. — Bom, chega de conversa que é tarde. Vou tomar banho e a gente come.

Depois de um tempo, vendo que ela demorava, resolvi subir as escadas pra ver o que tava rolando. Ela ainda tava no banheiro, mas não dava pra ouvir a água do chuveiro caindo. Cheguei perto da porta e escutei um gemido leve vindo do outro lado. Não podia acreditar, minha mulher tava se masturbando. Se eu precisava de alguma prova do que tinha acontecido naquela Aquilo tinha deixado ela excitada, não restava dúvida nenhuma.
— Tá bem, amor? — perguntei de propósito pra interromper ela.
— Tô, só um minuto. Já tô saindo. O que foi? — respondeu com a respiração acelerada.
— Nada, só que como você tava demorando, subi pra ver o que tava rolando.

Na mesma hora ela abriu a porta e saiu enrolada na toalha. Tinha o rosto corado e uma cara de frustração que mostrava que eu tinha cortado ela no melhor momento. Pra evitar que ela terminasse o que tinha começado, fiquei puxando conversa até ela se vestir e descer comigo as escadas.

Desde o dia da massagem, eu e Isa não tínhamos transado mais. Conhecendo as convicções dela, era bem provável que ela nem tivesse se tocado. Agora tudo parecia diferente, era como se aquele vulcão interno que o André tinha despertado na minha mulher e que ela tentava segurar, estivesse prestes a explodir. Eu precisava agir com inteligência pra tirar proveito daquela energia que tava prestes a se libertar e não deixar que minha mulher se aliviasse sozinha.

Pouco depois do almoço, minha mulher decidiu descer pra praia de novo. Sempre gostou de ir nesse horário pegar sol. É quando o sol pega mais forte e quase não tem ninguém. Quando ela saiu pela porta da rua, levantei na hora, vesti a mesma roupa daquela manhã e saí correndo. Não demorei pra alcançar ela e ficar a uns metros atrás. A cadeira dela ainda tava no mesmo lugar daquela manhã, então ela se sentou no mesmo ponto e eu fiz o mesmo.

Ela colocou as coisas na areia e tirou o vestido. Tava usando outro dos biquínis que tinha comprado, um todo azul-marinho. Depois de fincar o guarda-sol, sentei debaixo dele e, me escondendo atrás do jornal, fiquei observando ela. Meus olhos se arregalaram quando ela levou as mãos nas costas pra desamarrar o biquíni. Na mesma hora, os peitos dela ficaram livres. caindo alguns centímetros por falta de sustentação. Depois começou a passar creme no corpo todo. Não se deu ao trabalho de sentar pra fazer isso, a única pessoa por perto era aquele cara do guarda-sol que, vidrado no jornal, parecia não prestar atenção nela.

Assim que terminou com o bronzeador, deitou na toalha pra pegar sol. Em poucos minutos, levantou e foi em direção à beira. Entrou no mar e começou a avançar até que a água cobriu um pouco acima dos peitos. Olhou pra todos os lados e, ao não ver ninguém por perto, enfiou os braços debaixo d’água.

Era inacreditável, ela tinha começado a se masturbar de novo. Por mais que ninguém pudesse vê-la, o fato de pensar em fazer isso na praia era um sinal claro de que minha mulher precisava urgentemente de um orgasmo e estava começando a perder a compostura. Não pensei duas vezes, levantei e fui em direção à beira andando o mais rápido que pude. Quando Isa me notou, fez um movimento apressado pra subir a parte de baixo do biquíni e saiu do mar. Não sei por quanto tempo, mas tinha chegado a tempo de impedi-la.

Ela passou por mim a poucos metros e, ao nos cruzarmos, ao contrário do que eu imaginava, virou-se pra mim com um olhar que me deixou desconcertado. Naquela distância, com os problemas de miopia dela, era impossível que tivesse me reconhecido, mas havia algo diferente na expressão do rosto dela, como se tivesse tentado dar em cima de mim.

Quando ela estava longe o suficiente, tirei o boné e os óculos de sol pra dar um mergulho. A situação começava a me preocupar, eu não conseguiria contê-la por muito mais tempo e, se quisesse que algo além de uma simples punheta acontecesse, precisava agir rápido, mas não sabia como.

Estava vidrado nos meus pensamentos quando vi aparecer ao longe um daqueles vendedores ambulantes que vendem mercadoria na praia. Ele ia direto pra onde Isa estava. Saí rapidamente da água e, depois de colocar Coloquei meus óculos escuros e o boné, saí correndo em direção ao meu guarda-sol e me sentei na cadeira.
Dessa vez, fiz uns furinhos no jornal pra poder espiar por eles. Minha mulher não enxergava bem, mas eu não queria que aquele cara me descobrisse. Era um marroquino de uns quarenta e poucos anos, muito alto e magro. Não pude evitar pensar como aquela gente não sufocava debaixo daquelas túnicas brancas.

Isa estava deitada tomando sol e não reparou nele até que ele chegou perto dela, parando a menos de um metro e se colocando entre o sol e ela.

— Vestido? — Perguntou ele enquanto largava a mercadoria na areia.

— Não, muito obrigada. Além disso, não trouxe dinheiro. — Respondeu minha mulher, sentando-se meio assustada ao vê-lo.

A presença daquele cara pegou minha mulher de surpresa. Como ela tinha deixado a parte de cima do biquíni dentro da bolsa de praia, pra não mostrar demais, se cobriu com um braço e apoiou o outro no chão pra se manter sentada.

Mesmo conseguindo se cobrir um pouco daquele jeito, da posição dele o cara conseguia ver boa parte dos peitos da minha mulher. Sabendo que ela não podia olhar pra ele sem se cegar com o sol, ele a encarava descaradamente com desejo, como uma pessoa faminta olhando um bolo na vitrine de uma confeitaria.

— Não importa você não ter dinheiro. Você pode pagar amanhã. — Disse o vendedor, não sei se tentando esgotar as chances de venda ou se querendo ficar o máximo de tempo possível perto da minha mulher.

— Não, sério, agradeço, mas agora não preciso de mais vestidos. — Respondeu Isa, que não sabia como se livrar dele.

— Você não quer olhar? Não gosta dos meus vestidos?

— Não, não é isso. É que tenho muitos e não tenho dias pra usar todos.

— Com certeza você não tem nenhum igual a estes. — Insistiu ele enquanto levantava do chão uma espécie de vara com todas as roupas penduradas. — Vem, vem olhar.

Convencida de que Aquele cara não ia embora até pelo menos dar uma olhada na mercadoria dela. Minha mulher se levantou e foi até ele. Ao fazer isso, não só deixou os peitos à mostra, como também pude ver a cara de safado que o moreno fez.

Com o tesão que ela já tava acumulada, bastou se sentir desejada por aquele estranho pra os bicos dos peitos da Isa endurecerem na hora. Ela nem pensou duas vezes e começou a fuçar nas roupas, se deliciando enquanto o cara babava olhando o corpo dela.

— Cê já viu uma parada dessas? — Falou o vendedor, pegando um pano verde com um buraco do tamanho de uma cabeça na lateral.

— Não, nunca. O que é isso?

— Dá pra fazer várias roupas. Deixa eu mostrar. — E falando isso, ele se posicionou atrás da minha mulher e enfiou a cabeça no buraco.

Por trás dela, começou a dobrar aquele pano, amarrando na cintura dela e transformando num vestido de praia. Durante o processo, não teve vergonha de passar descaradamente as mãos por todo o corpo da Isa.

Minha mulher ficou parada, sem falar nada. Não sei se tava achando que aquilo era normal e que o cara só tava ensinando a usar o pano, ou se, sabendo da sarrada que tava levando, deixava ele fazer pra ambos matarem o tesão.

— Bom, já deu. — Disse a Isa, voltando ao juízo e se afastando quando sentiu a mão do cara nos peitos dela.

— Vou mostrar só mais um jeito de vestir e vou embora.

— Tá bom, mas rapidinho, hein?

O morenão não falou nada. Chegou de novo, desfez o que tinha feito e começou a dobrar o pano até virar um vestido de festa. Ia amarrado no pescoço, com uma tira de pano tampando cada peito. Dessa vez, ele ficou colado nela, fazendo o pau encostar na bunda da Isa. Sem dar tempo dela reagir, enfiou as mãos por por baixo do tecido e começou a passar a mão descaradamente nos peitos dela. Isa ficou tensa e tentou se afastar dele, mas o vendedor a segurou firme sem dificuldade.

—Por favor, me solta. — implorou minha mulher, sem muita convicção.

Mas o cara não tinha intenção de soltá-la e continuou apalpando os seios dela. Pegou os mamilos dela com o polegar e o indicador e começou a girar, apertando levemente também.

—Mas o que você está fazendo? Vão nos ver. — disse minha mulher que, se entregando ao prazer, reclinou a cabeça para trás até encostar no corpo do marroquino.

Mas ali não tinha ninguém que pudesse vê-los, exceto eu, que segurava o jornal com uma mão, tinha colocado a toalha de novo sobre as pernas e começado a me tocar.

O cara soltou um dos peitos dela e foi descendo a mão por toda a barriga até enfiar pela parte da frente da calcinha do biquíni. Ficou brincando um tempo pelo púbis dela, enquanto com a outra mão continuava estimulando o mamilo. Isa começou a gemer e a se mexer buscando o máximo contato possível, então eu percebi que o vendedor tinha enfiado pelo menos um dos dedos na gruta quente e molhada da minha mulher.

Ela estava super excitada e o cara sabia disso. Soltou o outro peito e, com as duas mãos, foi descendo a parte de baixo do biquíni até deixar abaixo dos joelhos dela. Depois, pressionando firme com uma mão a barriga dela e com a outra o pescoço, conseguiu que Isa se curvasse para frente. Foi empurrando ela contra a cadeira até que ela se agarrou com as duas mãos no encosto. Em seguida, o moreno foi arregaçando o tecido do vestido até deixar enrolado completamente na cintura dela.

Minha mulher, consciente do que ia acontecer, começou a olhar nervosa para todos os lados para se certificar de que ninguém pudesse vê-los. Também olhou na minha direção, mas como eu tinha me reclinado para trás e colocado o jornal na cara, ela pensou que eu estaria dormindo e nem se importou comigo. presença.

O vendedor levantou a túnica e os olhos da minha mulher se arregalaram quando sentiu ele começando a penetrá-la. Da minha posição, eu não conseguia ver o pau daquele cara, mas devia ser de um tamanho considerável, a julgar pela expressão no rosto da Isa, que mordia o lábio com força enquanto ele enterrava cada centímetro da ferramenta dele, um por um.

O moreno segurou ela firme pelos quadris e começou a foder ela. Desde o início, ele imprimiu um ritmo rápido nas estocadas, como se quisesse terminar logo pra que nenhum imprevisto impedisse ele de comer aquela senhora branca. Minha mulher, que já tava super quente, começou a se contorcer de prazer. Não consegui evitar gozar vendo como ela curtia sendo fodida por aquele cara.

— Por favor, não goza dentro, por favor, não goza dentro, por favor... — Ela não parava de implorar, entre gemidos de prazer, enquanto ele metia cada vez mais forte.

Isa não aguentou por muito mais tempo e gozou com uma explosão tremenda de prazer. Liberar toda aquela energia acumulada deixou ela completamente vazia e sem forças. Sem conseguir se segurar na cadeira, ficou pendurada como uma boneca. O moreno agarrou ela com força pelo cabelo com uma mão, puxando a cabeça dela pra cima, enquanto com a outra continuava segurando firme a cintura dela pra continuar montando ela.

O cara começou a se mover num ritmo infernal e, consciente de que ia gozar, soltou minha mulher e se afastou dela, deixando ela cair como um trapo na cadeira. Ele agarrou o pau com uma mão e descarregou todo o leite dele na bunda da minha mulher, enquanto ela sentia cada jato de esperma batendo, um por um, e aquele líquido branco e viscoso começava a escorrer pelas pernas dela até o chão.

— Você pode ficar com o vestido. — Disse o vendedor enquanto arrumava a túnica. Em seguida, pegou as coisas dele e foi embora sem dizer mais nada.

Minha mulher, ainda exausta pela tremenda Depois da foda que tinham dado nela, tirou o pano e se limpou com ele, deixando depois amassado junto com o resto das coisas dela. Daí foi pro mar e entrou na água pra terminar de se limpar.

Exausto de tanta punheta, juntei minhas coisas e fui pra casa. O resto da tarde passei no campo de golfe, completamente satisfeito com a experiência que tinha vivido e tentando imaginar qual seria a próxima aventura da minha mulher.

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