Eu, minha mina e minha irmã

Olá, meu nome é Sérgio, tenho 25 anos e atualmente curso medicina na universidade. Estou namorando uma garota que vou chamar de Yesica há mais de dois anos. Ela é magra, tem cabelo preto bem cheio e a pele muito clara. Yesica tem 20 anos e é muito gostosa, e, embora não seja particularmente volumosa, tem as curvas muito bem definidas. Além disso, ela é muito, mas MUITO liberal na cama, o que nos permite fazer tudo o que nos der na telha, e ela topar de boa todos os meus pedidos. Então, o relacionamento que temos é excelente.

Acontece que no verão passado a gente tava pensando em ir pro litoral, mas o orçamento não dava. Aí, depois de pensar por algumas semanas, a ideia foi meio que se desfazendo, até que durante um jantar em família, o assunto surgiu do nada e minha mãe sugeriu que a gente montasse as férias com minha irmã e o namorado dela, que estavam na mesma situação que a gente. Minha irmã (que vou chamar de "Andrea") adorou a ideia, já que sempre se deu super bem com minha namorada e nunca perdia chance de viajar nem de economizar uma grana quando tinha que gastar. Então, fechamos nisso e começamos a planejar as férias juntos.

Não demorou muito até a gente encontrar um apartamento que dava pra pagar: era bem pequenininho, e só tinha um quarto com quatro beliches. Mas era isso ou nada, então resolvemos alugar. Quando faltava menos de uma semana pra viajar, o namorado da Andrea avisou que não tinha conseguido os dias que pediu no trabalho (ou algo assim) e que não ia poder vir. A real é que o relacionamento dele com minha irmã não parecia estar nos melhores momentos, e ela não pareceu se importar muito com a notícia, então não mudou a decisão dela de vir com a gente. As férias seguiram como a gente tinha planejado, só que agora, em vez de quatro, a gente ia ser três.

Como eu disse, minha irmã e minha namorada se dão superbem, sempre foi assim desde O primeiro dia em que se conheceram, praticamente, a ponto de já serem amigas de verdade, paralelamente ao relacionamento delas comigo.

Andrea é uma mina de 23 anos, cabelo médio, digamos, não chega a ser longo. O cabelo dela é castanho e, diferente da Yesica, ela tem um corpo um pouco mais "robusto", se é que me entende, e um traço muito particular que a define na hora: ela é muito peituda. A ponto de sempre render piadas dos meus amigos: "quando é que você vai apresentar a peituda da sua irmã?" "hummm, que peitão gostoso ela deve ter" e um monte de comentários parecidos.

O dia chegou: subimos no ônibus e partimos. A viagem inteira foi tranquila, a boa relação entre nós três fez a gente se divertir pra caralho durante o trajeto. Quando finalmente chegamos, nos instalamos rapidinho e fomos direto pra praia. Nossas merecidas férias tinham começado.

Fazíamos tudo juntos: as compras, os rolês, a limpeza (que não foi muita), as idas pra praia. Tava claro que não íamos deixar a Andrea sozinha, e isso nos limitava um pouco, mas mesmo assim a gente se divertia pra cacete, exceto por umas "conversas de mina" que eu tive que aturar.

O negócio é que já no segundo dia, comecei a sentir a necessidade (logicamente) de transar, pra falar na lata: precisava comer minha mina. Mas como já disse, o apê só tinha um quarto e quatro camas de solteiro minúsculas. Era impossível fazer qualquer coisa com a minha irmã ali. Então tava tudo uma maravilha, exceto por esse detalhe, que eu sentia cada vez mais importante.

Mas uma tarde, que a gente teve que ficar dentro porque uma tempestade foda tinha desabado, começamos a conversar e beber. Como geralmente acontece nesses casos, a conversa rapidamente foi parar em temas de sexo. E já tendo convivido juntos por mais de três ou quatro dias, somado ao álcool que a gente tinha tomado, nenhum de nós três teve qualquer vergonha de falar sobre o assunto e de chamar cada coisa pelo nome. chamar as coisas pelo nome. Foi aí que a gente descobriu que o relacionamento da Andrea com o namorado dela tava indo pro buraco justamente por falta de sexo. Segundo minha irmã, ele era muito "conservador".

--Eu, por sorte, nesse assunto, com seu irmão não tenho problema nenhum. (comentou a Yesica, e a Andrea reagiu com uma careta de insatisfação e frustração)

"Desculpa pelo que vou falar, mas não aguento mais segurar, e preciso desabafar com alguém (começou a Andrea, que parecia prestes a soltar algo que vinha corroendo ela por dentro) Eu ofereço pra ele gozar na minha boca, ofereço engolir tudo, E ELE NÃO QUER! Isso é normal num cara, me diz Sergio, me diz Yesica, é normal?"

Yesica me olha e depois olha pra ela:

--Que otário...

"O máximo que consegui fazer ele se soltar foi gozar nos meus peitos, e foi uma vez só, ele não gosta de nada do que eu proponho, já não sei mais o que fazer, e isso não é nem o começo dos nossos problemas de cama"

Yesica claramente resolveu mudar o rumo da conversa, antes que virasse um monólogo de lamentações:

--Seus peitos... queria eu ter uns peitos iguais aos seus. Adoraria ficar apalpando eles, não pararia de apalpar...

Virando pra mim:

--Você gostaria, Serginho, que sua namorada tivesse um par desses?

Eu: Sim, mas você é perfeita do jeito que é, amor, você sabe.

Meu comentário não satisfez ela nem um pouco, e ela ficou olhando fixamente pros peitos da minha irmã, quase como hipnotizada. Aí, notando o olhar insistente da Yesica, a Andrea, bem à vontade, falou: "Se quiser pode tocar, hein, não me incomoda."

--Deixa?

"Sim, toca neles." Depois pra mim: "Deixa ela?"

Eu: sim, não tenho problema, deixa ela fazer se quiser.

Então me vi observando minha namorada tocando e apertando os dois peitos da minha irmã mais nova, a centímetros de onde eu estava, e eu não sabia que a situação ainda não tinha chegado no auge.

"Espera..." disse a Andrea, e sem pedir permissão pra ninguém, tirou O moletom e a camiseta que ela tava usando, era só isso que ela vestia, porque na hora, os dois peitões enormes dela caíram por efeito da gravidade, na frente dos olhares atônitos meus e da Yésica. Ficamos de boca aberta.

"Dá, toca neles agora, assim você sente como são de verdade." A cena de repente ficou ainda mais louca: minha namorada acariciava e apertava os peitos nus da minha irmã. Que, por sinal, eram grandes, naturais e bem firmes pro tamanhão que tinham.

"Tá te incomodando?" (falando comigo)

Eu: Tá tudo bem, sem problema.

O álcool tinha me tirado toda a inibição e preconceito, e a situação, embora estranha, não me deixava desconfortável. Confirmei que, como meus amigos sempre me falavam em tom de zoação, minha irmã realmente tinha um par do caralho...

Naquela noite, ficou por isso. Minha irmã se cobriu, nós três estávamos com sono, e fomos dormir. Embora tenhamos trocado uma ou outra palavra, uma ou outra piada e tenha rolado umas risadinhas, logo as duas pegaram no sono. Eu não tão rápido, porque a abstinência de quase uma semana e a situação que acabava de presenciar tinham me dado uma ereção do caralho e eu não conseguia dormir. Tratei de fazer a Yésica perceber, desci da minha cama e me deitei do lado dela, encostando, mas não consegui resposta nenhuma. Era claro que não dava pra fazer nada e eu sabia disso. Tive que me contentar naquela noite com isso: só com o contato. E assim dormi, abraçado na minha namorada.

Na manhã seguinte, acordo no meio de sussurros e risadas. As duas tinham acordado primeiro, mas tinham ficado deitadas e estavam rindo da cena que, sem saber, eu estava proporcionando pra elas...

Eu tava só de cueca boxer, daquelas de tecido bem fininho, e com uma ereção tão grande quanto a da noite anterior. A qual, como eu tinha ficado de lado, de frente pra cama da minha irmã, ela não tinha conseguido evitar de ver.

"Nossa... é assim todo dia, mano?" — Sim, teu irmão é igual um cavalo, tu não sabe...

"hahahaha, não me surpreende, não é à toa Sempre foi tão punheteiro!"
Eu: "Que sem-vergonhas vocês são!"

— Não fica bravo, meu amor. — Disse Yésica, enquanto por trás de mim pegava no meu "amigo" e começava a sacudir pra cima e pra baixo. Rindo e fazendo minha irmã achar ainda mais graça, que observava tudo da cama do outro lado.

Eu: "Do que cê tá rindo, vaca? Não sabe que com a gente isso acontece toda manhã?"

E enquanto a risada dela terminava, respondeu: "Ai, Yesi, tomara que o meu tivesse assim mais vezes. Como eu seria feliz. Eu, se quiserem, dou uma volta e deixo vocês descarregarem, que já devem estar bem carregadinhos os dois..."

— Nada, com essa tempestade? Para de encher o saco, Andy, você fica com a gente. Além disso, isso não é tão grave, a gente segura e pronto.

E enquanto minha namorada dizia essas palavras, eu sentia vontade de estrangular ela e foder ela ao mesmo tempo. Pra piorar, elas tinham passado o tempo rindo da minha condição, e agora desprezavam minhas necessidades... que raiva que eu senti!

Resumindo, por causa da chuva insistente, passamos mais um dia dentro. Ouvindo música, conversando, jogando cartas e bebendo álcool. Não tinha mais o que fazer, nem televisão a gente tinha. E foi assim que o dia passou. Já de noite, antes de dormir, fui tomar um banho. Quando saí, notei que as garotas não estavam mais na sala e ouvi risadas vindo do quarto. Fui até lá e me deparei com elas tendo jogado os colchões no chão e deitadas neles, brincando de mão. Estavam bem soltas nas roupas, porque apesar de chover, não fazia frio. E só a imagem, na real, já era muito excitante.

"Ah, chegou! Trouxe seu amiguinho também? hahahahahahahahaha!" — Disse Andrea, e as duas caíram na risada.

Eu: "Que sem-vergonhas vocês são... bom, vão me arrumar um lugar ou não, vadias?" (Se íamos brincar, íamos brincar todos, eu também sei como fazer)

"Ah, viu como ele nos chamou? Vamos deixar ele deitar no nosso lugar?"

— É, se somos vadias as duas, pra que negar? E de novo caíram na risada. Me deixaram um espaço apertado (o espaço entre as camas era bem reduzido e os colchões não cabiam direito no chão) e resolvi acompanhá-las, tentando entrar na zoeira e nas piadas. Mas não me deram tempo de soltar nenhuma.

"E aí? Trouxe ou não?" perguntou Andrea entre risadas. Tava claro que ela tava um pouquinho mais que "alegre". Jéssica, que não tava em estado melhor, não demorou pra pegar no meu pau (algo que não tinha rolado em todas as férias até então) e respondeu: — Trouxe, trouxe, mas parece que tá com frio!!!

E de novo, as gargalhadas...

"Aquece ele, coitadinho, então" comentou minha irmã, morrendo de rir.

Jéssica começou a me beijar e me tocar, e não demorou pra eu ficar durasso. — Mmmmmmm, agora SIM ELE TROUXE...

"Como eu queria ter um pra mim também..." murmurou Andrea.

— Ah, gata, com esses peitões, você pode ter o que quiser, amanhã a gente sai e você escolhe. Respondeu Jéssica, interrompendo nosso beijo por um instante.

"É, mas eu quero um AGORA..."

— Quero ver seus peitos de novo, deixa?

Falou Jéssica, interrompendo nosso beijo de novo, mas sem parar de me masturbar. Aí senti no meu lado direito o corpo da Andrea mudando de posição, senti os movimentos dela enquanto se levantava e erguia o tronco, pra depois tirar a parte de cima do biquíni que tava vestindo e se acomodar ainda mais colada em mim, pra Jéssica ver.

— São lindos.

"Valeu" dizia minha irmã, enquanto fixava o olhar na mão da Jéssica que subia e descia sem parar, dentro do meu short de banho. Nessa altura, eu já não tava nem aí. O tesão me dominava, precisava gozar e tinha que ser naquele momento.

"Aiii, quero uma rola também" murmurou minha irmã, fazendo biquinho.

— Você tinha que ver como o seu irmão fica, incha tudo quando passa muito tempo sem me comer.

"Aiii, sim, quero! Deixa eu ver ela? Irmãozinho?"

Com o olhar, a Yesica me pediu pra eu autorizar o pedido da minha irmã, então me virei, ficando totalmente de barriga pra cima, contemplando a imagem da Andrea sem a parte de cima do biquíni, com os peitos a meros centímetros do meu rosto e ordenei: tira meu short.

Ela fez o que eu mandei, e na hora, meu pau pulou pra cima, quando finalmente a cintura elástica do short passou por baixo, liberando ele. Meu pau tava todo inchado, prestes a explodir.

"Deus..." minha irmã conseguiu falar quase sem voz, de boca aberta.

---Viu, eu te falei...

"Que pau, Sergio! Continuem, pelo menos... quero ver um pau em ação, pelo menos isso. Continuem."

A Yesica interpretou isso como uma chance de me satisfazer e de saciar a vontade que ela também vinha acumulando, além de usar como uma forma de se exibir pra minha irmã. Então se posicionou, e bem devagar, enfiou ele na boca por completo, até não sobrar mais pau pra Andrea ver. Começando a me chupar, o que naquele momento (talvez pela abstinência, talvez pelo tesão de estar sendo observado, pelo tesão de ser minha própria irmã me olhando) senti como a melhor chupada que já tinha recebido na vida inteira. Tava mais excitado do que nunca. A Yesica balançava a cabeça no meu pau, de olhos fechados, cada vez mais rápido: subia e descia, subia e descia, e a saliva escorria pelo meu tronco. Olhei pra cima, pra direita, e vi a Andrea mordendo os lábios enquanto apertava com força um dos peitos.

"Quero que alguém me beije, preciso de um beijo." Ela disse sussurrando, quase imperceptível. A Yesica parou, me olhou como pedindo permissão, eu olhei pra ela, e sem palavras entendeu que era um "sim". Então se aproximou da minha irmã por cima da minha cintura e beijou ela. Tava com a boca molhada de saliva e meu pré-gozo. Mas nenhuma das duas pareceu se importar. O beijo, longe de parar, ficou ainda mais quente: a Andrea pegou Mano, a Yesica tava livre (com a outra, se apoiando no colchão) e ela colocou suavemente no peito direito dela. Dava pra ver o frenesi na cara das duas. Não no olhar, porque enquanto tudo rolava, elas mantinham os olhos bem fechados.

Aí eu decidi: do jeito que as coisas estavam rolando, ninguém ia ficar puto, nem ia se incomodar. Então levantei meu braço e, sem pedir permissão, agarrei também a teta enorme que minha mina já tava segurando, e comecei a massagear. Andrea colocou a mão dela por cima da minha, confirmando que tava tudo bem, enquanto continuava beijando minha namorada, Yesica.

EU: Não aguento mais, quero meter, ou que me chupem até gozar AGORA MESMO. Preciso soltar essa porra logo ou vou explodir!

As duas pararam o beijo, se olharam extasiadas, sorriram, e aí Yesica tomou a iniciativa: agarrou minha pica, e pensei que ia sentar nela pra eu gozar rápido, mas em vez disso, se afastou da minha irmã e, com um olhar ao mesmo tempo meigo e "hot", deu a entender que era a vez dela.

Andrea nem se deu ao trabalho de me perguntar ou me olhar. Pegou minha pica com a mão macia, trocando um leve toque com os dedos de Yesica, que foi soltando devagar pra Andrea continuar. Então minha irmã contemplou ela rapidinho, com olhos de quem vê algo que precisa muito, ou que deseja há tempos, e devagar inclinou a cabecinha até enfiar ela inteira na boca delicada de mulher. Começou a chupar de um jeito totalmente diferente, não sei descrever, diferente, mas não pior. Talvez pelo toque dela, ou por ser minha irmã, era uma delícia... e eu não queria que parasse.

Assim começou pra mim a noite de sexo mais selvagem e mais louca que já vivi até hoje. Minha primeira "festa", tão forte e intensa. Minha primeira festa e a melhor de todas: éramos eu, minha mina e minha irmã.

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