Olá, meu nome é Sérgio, tenho 25 anos e atualmente curso medicina na universidade. Estou namorando há mais de dois anos com uma garota que vou chamar de Yesica. Ela é magra, tem cabelo preto bem volumoso e pele muito clara. Yesica tem 20 anos e é muito gostosa, e, embora não seja particularmente peituda, tem as curvas muito bem definidas. Além disso, ela é muito, mas MUITO liberal na cama, o que nos permite fazer tudo o que a gente imaginar, e ela topa de boa todos os meus pedidos. Então, o relacionamento que temos é excelente.
Acontece que no verão passado a gente tava pensando em ir para a praia, mas o orçamento não dava. Aí, depois de pensar por umas semanas, a ideia foi meio que sumindo, até que durante um jantar em família, o assunto surgiu do nada e minha mãe sugeriu que a gente montasse as férias com minha irmã e o namorado dela, que estavam na mesma situação que a gente. Minha irmã (que vou chamar de "Andrea") adorou a ideia, já que sempre se deu super bem com minha namorada e nunca perdia chance de viajar nem de economizar uma grana quando precisava gastar. Então, fechamos nisso e começamos a planejar as férias juntos.
Não demorou muito até a gente encontrar um apartamento que dava pra pagar: era bem pequenininho, e tinha só um quarto com quatro camas beliche. Mas era aquilo ou nada, então decidimos alugar. Quando faltava menos de uma semana pra viajar, o namorado da Andrea avisou que não tinha conseguido os dias que pediu no trabalho (ou algo assim) e que não ia poder ir. A real é que o relacionamento dele com minha irmã não parecia estar nos melhores momentos, e ela não pareceu se importar muito com a notícia, então não mudou a decisão dela de vir com a gente. As férias seguiram como planejado, só que agora, em vez de quatro, íamos ser três.
Como eu disse, minha irmã e minha namorada se dão superbem, sempre foi assim desde O primeiro dia em que se conheceram, praticamente, a ponto de já serem autênticas amigas, paralelamente ao relacionamento delas comigo.
Andrea é uma garota de 23 anos, cabelo médio, diria, não chega a ser longo. O cabelo dela é castanho e, diferente da Yesica, ela tem uma estrutura um pouco mais "robusta", se é que me entende, e um traço muito particular que a define de imediato: ela tem peitões enormes. A ponto de sempre render piadas dos meus amigos: "quando é que você vai apresentar a peituda da sua irmã?" "hummm, que peitão gostoso ela deve ter" e um monte de comentários parecidos.
O dia chegou: subimos no ônibus e partimos. A viagem inteira foi agradável, a boa relação entre nós três fez com que nos divertíssemos muito durante o trajeto. Quando finalmente chegamos, nos instalamos rapidamente e fomos direto pra praia. Nossas merecidas férias tinham começado.
Fazíamos tudo juntos: as compras, os passeios, a limpeza (que não foi muita), as idas à praia. Tava claro que não íamos deixar a Andrea sozinha, e isso nos limitava um pouco, mas mesmo assim a gente se divertia pra caramba, exceto por umas "conversas de meninas" que eu tive que aguentar.
O fato é que já no segundo dia, comecei a sentir a necessidade (logicamente) de transar, pra falar na lata: precisava comer minha namorada. Mas como já disse, o apartamento só tinha um quarto e quatro camas de solteiro minúsculas. Era impossível fazer qualquer coisa com a minha irmã ali. Então, tudo ia de maravilha, exceto por esse detalhe, que eu sentia cada vez mais importante.
Mas uma tarde, que tivemos que ficar dentro porque uma tempestade violenta tinha desabado, começamos a conversar e beber. Como costuma acontecer nesses casos, a conversa rapidamente derivou pra temas de sexo. E tendo convivido juntos já por mais de três ou quatro dias, somado ao álcool que tínhamos ingerido, nenhum de nós três teve qualquer problema em falar sobre o assunto e chamar cada coisa pelo nome. chamar as coisas pelo nome. Foi aí que descobrimos que o relacionamento da Andrea com o namorado dela tava indo de mal a pior justamente por falta de sexo. Segundo minha irmã, ele era muito "conservador".
--Eu, por sorte, nesse assunto, com seu irmão não tenho problema nenhum. (comentou a Yesica, e a Andrea reagiu com uma careta de insatisfação e frustração)
"Desculpa pelo que vou falar, mas não aguento mais guardar isso, e preciso desabafar com alguém (começou a Andrea, que parecia prestes a soltar algo que vinha corroendo ela por dentro) Ofereço pra ele gozar na minha boca, ofereço engolir tudo, E ELE NÃO QUER! Isso é normal num cara, me diz Sergio, me diz Yesica, é normal?"
Yesica me olha e depois olha pra ela:
--Que otário...
"O máximo que consegui que ele se soltasse foi gozar nos meus peitos, e fez isso uma vez só, ele não gosta de nada do que eu proponho, já não sei mais o que fazer, e isso não é nem o começo dos nossos problemas de cama"
Yesica claramente resolveu mudar o rumo da conversa, antes que virasse um monólogo de lamentações:
--Seus peitos... queria eu ter uns peitos iguais aos seus. Adoraria ficar apalpando eles, não pararia de apalpar...
Virando pra mim:
--Você gostaria, Serginho, que sua namorada tivesse um par desses?
Eu: Sim, mas você é perfeita do jeito que é, amor, você sabe.
Meu comentário não satisfez ela nem um pouco, e ela ficou olhando fixamente pros peitos da minha irmã, quase como hipnotizada. Aí, notando o olhar insistente da Yesica, a Andrea, bem à vontade, falou: "Se quiser pode tocar, hein, não me incomoda."
--Deixa?
"Sim, pode tocar." Depois pra mim: "Deixa ela?"
Eu: Sim, não tenho problema, deixa ela fazer se quiser.
Então me vi observando minha namorada tocando e apertando os dois peitos da minha irmã mais nova, a centímetros de onde eu estava, e eu não sabia que a situação ainda não tinha chegado ao auge.
"Espera..." disse a Andrea, e sem pedir permissão pra ninguém, tirou O moletom e a camiseta que ela tava usando, era só isso que ela vestia, porque na hora, os dois peitões enormes dela caíram por efeito da gravidade, diante dos olhares atônitos meus e da Yesica. Ficamos de boca aberta.
"Dá, pega nelas agora, assim você sente como são de verdade." A cena de repente ficou ainda mais louca: minha namorada acariciava e apertava os peitos nus da minha irmã. Que, por sinal, eram grandes, naturais e bem firmes pro tamanhão que tinham.
"Te incomoda?" (falando comigo)
Eu: Tá tudo bem, sem problema.
O álcool tinha tirado toda minha inibição e preconceito, e a situação, embora estranha, não me incomodava. Confirmei que, como meus amigos sempre falavam em tom de zoação, minha irmã realmente tinha um puta par...
Aquela noite, ficou por isso. Minha irmã se cobriu, nós três estávamos com sono, e fomos dormir. Embora tenhamos trocado uma palavra ou outra, uma piada ou outra e tenha rolado umas risadinhas, logo as duas pegaram no sono. Eu não tão rápido, porque a abstinência de quase uma semana e a situação que acabara de presenciar me deram uma ereção tremenda e eu não conseguia dormir. Tratei de fazer a Yesica perceber, desci da minha cama e deitei do lado dela, encostando, mas não consegui resposta nenhuma. Era claro que não dava pra fazer nada e eu sabia disso. Tive que me contentar naquela noite com isso: só com o contato. E assim dormi, abraçado na minha namorada.
Na manhã seguinte, acordo no meio de sussurros e risadas. As duas tinham acordado primeiro, mas ficaram deitadas e estavam rindo da cena que, sem saber, eu tava proporcionando pra elas...
Eu tava só de cueca boxer, daquelas de tecido bem fininho, e com uma ereção tão grande quanto a da noite anterior. A qual, como eu tava de lado, de frente pra cama da minha irmã, ela não tinha conseguido evitar de ver.
"Nossa... é assim todo dia, mano?" — Sim, teu irmão é igual um cavalo, você não tem ideia...
"hahahaha, não me surpreende, não é à toa Sempre foi tão punheteiro!"
Eu: Que putas que vocês são!
--Não fica bravo, meu amor. Disse Yésica, enquanto por trás de mim pegava no meu "amigo" e sacudia pra cima e pra baixo. Rindo e fazendo minha irmã achar ainda mais graça, que observava tudo da cama do outro lado.
Eu: Do que cê tá rindo, vaca? Não sabe que com a gente toda manhã é assim?
E enquanto a risada dela terminava, respondeu: "Ai Yesi, tomara que o meu tivesse assim mais vezes. Que feliz eu seria. Eu, se quiserem, vou dar uma volta e deixo vocês descarregarem, que devem estar bem cheios os dois..."
--Nada, com essa tempestade? Para de encher o saco, Andy, você fica com a gente. Além disso, isso não é tão grave, a gente segura e pronto.
E enquanto minha namorada dizia essas palavras, eu sentia vontade de estrangular ela e foder ela ao mesmo tempo. Pra piorar, elas tinham passado o tempo rindo da minha condição, e agora desprezavam minhas necessidades... que ódio que senti!
Resumindo, por causa da chuva persistente, passamos mais um dia dentro. Ouvindo música, conversando, jogando cartas e bebendo álcool. Não tinha mais o que fazer, nem televisão a gente tinha. E foi assim que o dia passou. Já de noite, antes de dormir, fui tomar um banho. Quando saí, notei que as garotas não estavam mais na sala e ouvi risadas vindo do quarto. Fui até lá e encontrei elas jogando os colchões no chão e deitadas neles, brincando de mão. Estavam bem à vontade nas roupas, porque apesar de chover, não fazia frio. E só a imagem, na verdade, era muito excitante.
"Ai, você chegou! Trouxe seu amiguinho também? hahahahahahahahahaha!" Disse Andrea, e as duas caíram na risada.
Eu: Que putas que vocês são... bom, vão me arrumar um lugar ou não, vadias? (se íamos brincar, íamos brincar todos, eu também sei como fazer)
"Ai, viu como ele nos chamou? Vamos deixar ele deitar no nosso lugar?"
--É, se somos vadias as duas, pra que negar? E de novo caíram na risada. Me deixaram um espaço apertado (o espaço entre as camas era bem reduzido e os colchões não encaixavam direito no chão) e resolvi acompanhar elas, tentar entrar na zoeira e nas piadas. Mas não me deram tempo de soltar nenhuma.
"E aí? Trouxe ou não?" perguntou Andrea entre risadas. Tava claro que ela tava um pouquinho mais que "alegre". Jéssica, que não tava em estado melhor, não demorou pra pegar na minha rola (algo que não tinha rolado em todas as férias até aquele momento) e respondeu: — Trouxe, trouxe, mas parece que tá com frio!!!
E de novo, as gargalhadas...
"Aquece ele, coitadinho, então" comentou minha irmã, morrendo de rir.
Jéssica começou a me beijar e me tocar, e não demorei pra ficar com o pau durasso. — Mmmmmmm, agora SIM ELE TROUXE...
"Como eu queria ter um pra mim também..." murmurou Andrea.
— Ah, gata, com essas tetas, você pode ter o que quiser, amanhã a gente sai e você escolhe. Respondeu Jéssica, interrompendo nosso beijo rapidinho.
"É, mas eu quero um AGORA..."
— Quero ver suas tetas de novo, deixa?
Falou Jéssica, interrompendo nosso beijo de novo, mas sem parar de me masturbar. Aí senti no meu lado direito o corpo da Andrea mudando de posição, senti os movimentos dela, enquanto ela se sentava e erguia o tronco, pra depois tirar a parte de cima do biquíni que tava vestindo e se ajeitando ainda mais colada em mim, pra Jéssica ver.
— São lindas.
"Valeu" dizia minha irmã, enquanto fixava o olhar na mão da Jéssica que subia e descia sem parar, dentro do meu short de banho. Nessa altura, eu já não tava nem aí. O tesão me dominava, precisava gozar e tinha que ser naquele momento.
"Ai, quero uma piroca também" murmurou minha irmã, fazendo biquinho.
— Você tinha que ver como o teu irmão fica, incha tudo quando passa muito tempo sem me comer.
"Ai, sim, quero! Deixa eu ver ela Irmãozinho?"
Com o olhar, a Yesica me pediu pra eu autorizar o pedido da minha irmã, então me virei, ficando totalmente de barriga pra cima, contemplando a imagem da Andrea sem a parte de cima do biquíni, com os peitos dela a poucos centímetros do meu rosto e ordenei: tira o short.
Ela fez o que eu mandei, e na hora, minha pica pulou pra cima, quando finalmente a cintura elástica do short passou por baixo, liberando ela. Minha pica tava toda inchada, prestes a explodir.
"Deus..." minha irmã conseguiu falar quase sem voz, de boca aberta.
---Viu, o que eu te falei...
"Que pica, Sergio! Continuem, pelo menos... quero ver uma pica em ação, pelo menos isso. Continuem."
A Yesica interpretou isso como uma chance de me satisfazer e de saciar a vontade que ela também vinha acumulando, além de usar como uma forma de se exibir pra minha irmã. Então ela se posicionou, e bem devagar, enfiou ela inteira na boca, até não sobrar mais pica pra Andrea ver. Começando a me chupar, o que naquele momento (talvez pela abstinência, talvez pelo tesão de estar sendo observado, pelo tesão de ser minha própria irmã me observando) senti como a melhor chupada que já tinha recebido na vida inteira. Tava mais excitado do que nunca. A Yesica balançava a cabeça na minha pica, de olhos fechados, cada vez mais rápido: subia e descia, subia e descia, e a saliva dela escorria pelo meu tronco. Olhei pra cima, pra direita, e vi a Andrea mordendo os lábios enquanto apertava com força um dos peitos dela.
"Quero que alguém me beije, preciso de um beijo." Ela disse sussurrando, quase imperceptível. A Yesica parou, me olhou como pedindo permissão, eu olhei pra ela, e sem palavras ela entendeu que era um "sim". Então ela se aproximou da minha irmã por cima da minha cintura e beijou ela. Tava com a boca encharcada de saliva e meu pré-gozo. Mas nenhuma das duas pareceu se importar. O beijo, longe de parar, ficou ainda mais quente: a Andrea pegou mano, a Yesica tava livre (com a outra, se apoiava no colchão) e ela colocou suavemente no peito direito dela. Dava pra ver o frenesi na cara das duas. Não nos olhares, porque enquanto tudo rolava, elas mantinham os olhos bem fechados.
Aí eu decidi que, do jeito que as coisas estavam rolando, ninguém ia ficar puto nem ia se incomodar. Então levantei meu braço e, sem pedir permissão, agarrei também a teta enorme que minha mina já tava segurando, e comecei a massagear. Andrea colocou a mão dela por cima da minha, confirmando naquela hora a permissão, enquanto continuava beijando minha namorada, Yesica.
EU: Não aguento mais, quero meter, ou que me chupem até gozar AGORA MESMO. Preciso soltar essa porra logo ou vou explodir!
As duas pararam o beijo, se olharam extasiadas, sorriram, e aí Yesica tomou a iniciativa: agarrou minha pica, e pensei que ia sentar nela pra eu gozar rápido, mas em vez disso, se afastou da minha irmã e, com um olhar meigo e "hot" ao mesmo tempo, deu a entender que era a vez dela.
Andrea nem se deu ao trabalho de me perguntar ou me olhar. Pegou minha pica com a mão macia, trocando um leve roçar com os dedos de Yesica, que soltou devagar pra Andrea continuar. Então minha irmã contemplou ela rapidinho, com olhos de quem vê algo que precisa muito ou que deseja há tempos, e devagar inclinou a cabecinha até enfiar ela inteira na boca delicada de mulher. Começou a chupar de um jeito bem diferente, não consigo descrever, diferente, mas não pior. Talvez pelo toque dela, ou porque ela era minha irmã, era uma delícia... e eu não queria que parasse.
Assim começou pra mim a noite de sexo mais selvagem e mais louca que já experimentei até hoje. Minha primeira "festa", tão forte e intensa. Minha primeira festa e a melhor de todas: éramos eu, minha namorada e minha irmã.
Acontece que no verão passado a gente tava pensando em ir para a praia, mas o orçamento não dava. Aí, depois de pensar por umas semanas, a ideia foi meio que sumindo, até que durante um jantar em família, o assunto surgiu do nada e minha mãe sugeriu que a gente montasse as férias com minha irmã e o namorado dela, que estavam na mesma situação que a gente. Minha irmã (que vou chamar de "Andrea") adorou a ideia, já que sempre se deu super bem com minha namorada e nunca perdia chance de viajar nem de economizar uma grana quando precisava gastar. Então, fechamos nisso e começamos a planejar as férias juntos.
Não demorou muito até a gente encontrar um apartamento que dava pra pagar: era bem pequenininho, e tinha só um quarto com quatro camas beliche. Mas era aquilo ou nada, então decidimos alugar. Quando faltava menos de uma semana pra viajar, o namorado da Andrea avisou que não tinha conseguido os dias que pediu no trabalho (ou algo assim) e que não ia poder ir. A real é que o relacionamento dele com minha irmã não parecia estar nos melhores momentos, e ela não pareceu se importar muito com a notícia, então não mudou a decisão dela de vir com a gente. As férias seguiram como planejado, só que agora, em vez de quatro, íamos ser três.
Como eu disse, minha irmã e minha namorada se dão superbem, sempre foi assim desde O primeiro dia em que se conheceram, praticamente, a ponto de já serem autênticas amigas, paralelamente ao relacionamento delas comigo.
Andrea é uma garota de 23 anos, cabelo médio, diria, não chega a ser longo. O cabelo dela é castanho e, diferente da Yesica, ela tem uma estrutura um pouco mais "robusta", se é que me entende, e um traço muito particular que a define de imediato: ela tem peitões enormes. A ponto de sempre render piadas dos meus amigos: "quando é que você vai apresentar a peituda da sua irmã?" "hummm, que peitão gostoso ela deve ter" e um monte de comentários parecidos.
O dia chegou: subimos no ônibus e partimos. A viagem inteira foi agradável, a boa relação entre nós três fez com que nos divertíssemos muito durante o trajeto. Quando finalmente chegamos, nos instalamos rapidamente e fomos direto pra praia. Nossas merecidas férias tinham começado.
Fazíamos tudo juntos: as compras, os passeios, a limpeza (que não foi muita), as idas à praia. Tava claro que não íamos deixar a Andrea sozinha, e isso nos limitava um pouco, mas mesmo assim a gente se divertia pra caramba, exceto por umas "conversas de meninas" que eu tive que aguentar.
O fato é que já no segundo dia, comecei a sentir a necessidade (logicamente) de transar, pra falar na lata: precisava comer minha namorada. Mas como já disse, o apartamento só tinha um quarto e quatro camas de solteiro minúsculas. Era impossível fazer qualquer coisa com a minha irmã ali. Então, tudo ia de maravilha, exceto por esse detalhe, que eu sentia cada vez mais importante.
Mas uma tarde, que tivemos que ficar dentro porque uma tempestade violenta tinha desabado, começamos a conversar e beber. Como costuma acontecer nesses casos, a conversa rapidamente derivou pra temas de sexo. E tendo convivido juntos já por mais de três ou quatro dias, somado ao álcool que tínhamos ingerido, nenhum de nós três teve qualquer problema em falar sobre o assunto e chamar cada coisa pelo nome. chamar as coisas pelo nome. Foi aí que descobrimos que o relacionamento da Andrea com o namorado dela tava indo de mal a pior justamente por falta de sexo. Segundo minha irmã, ele era muito "conservador".
--Eu, por sorte, nesse assunto, com seu irmão não tenho problema nenhum. (comentou a Yesica, e a Andrea reagiu com uma careta de insatisfação e frustração)
"Desculpa pelo que vou falar, mas não aguento mais guardar isso, e preciso desabafar com alguém (começou a Andrea, que parecia prestes a soltar algo que vinha corroendo ela por dentro) Ofereço pra ele gozar na minha boca, ofereço engolir tudo, E ELE NÃO QUER! Isso é normal num cara, me diz Sergio, me diz Yesica, é normal?"
Yesica me olha e depois olha pra ela:
--Que otário...
"O máximo que consegui que ele se soltasse foi gozar nos meus peitos, e fez isso uma vez só, ele não gosta de nada do que eu proponho, já não sei mais o que fazer, e isso não é nem o começo dos nossos problemas de cama"
Yesica claramente resolveu mudar o rumo da conversa, antes que virasse um monólogo de lamentações:
--Seus peitos... queria eu ter uns peitos iguais aos seus. Adoraria ficar apalpando eles, não pararia de apalpar...
Virando pra mim:
--Você gostaria, Serginho, que sua namorada tivesse um par desses?
Eu: Sim, mas você é perfeita do jeito que é, amor, você sabe.
Meu comentário não satisfez ela nem um pouco, e ela ficou olhando fixamente pros peitos da minha irmã, quase como hipnotizada. Aí, notando o olhar insistente da Yesica, a Andrea, bem à vontade, falou: "Se quiser pode tocar, hein, não me incomoda."
--Deixa?
"Sim, pode tocar." Depois pra mim: "Deixa ela?"
Eu: Sim, não tenho problema, deixa ela fazer se quiser.
Então me vi observando minha namorada tocando e apertando os dois peitos da minha irmã mais nova, a centímetros de onde eu estava, e eu não sabia que a situação ainda não tinha chegado ao auge.
"Espera..." disse a Andrea, e sem pedir permissão pra ninguém, tirou O moletom e a camiseta que ela tava usando, era só isso que ela vestia, porque na hora, os dois peitões enormes dela caíram por efeito da gravidade, diante dos olhares atônitos meus e da Yesica. Ficamos de boca aberta.
"Dá, pega nelas agora, assim você sente como são de verdade." A cena de repente ficou ainda mais louca: minha namorada acariciava e apertava os peitos nus da minha irmã. Que, por sinal, eram grandes, naturais e bem firmes pro tamanhão que tinham.
"Te incomoda?" (falando comigo)
Eu: Tá tudo bem, sem problema.
O álcool tinha tirado toda minha inibição e preconceito, e a situação, embora estranha, não me incomodava. Confirmei que, como meus amigos sempre falavam em tom de zoação, minha irmã realmente tinha um puta par...
Aquela noite, ficou por isso. Minha irmã se cobriu, nós três estávamos com sono, e fomos dormir. Embora tenhamos trocado uma palavra ou outra, uma piada ou outra e tenha rolado umas risadinhas, logo as duas pegaram no sono. Eu não tão rápido, porque a abstinência de quase uma semana e a situação que acabara de presenciar me deram uma ereção tremenda e eu não conseguia dormir. Tratei de fazer a Yesica perceber, desci da minha cama e deitei do lado dela, encostando, mas não consegui resposta nenhuma. Era claro que não dava pra fazer nada e eu sabia disso. Tive que me contentar naquela noite com isso: só com o contato. E assim dormi, abraçado na minha namorada.
Na manhã seguinte, acordo no meio de sussurros e risadas. As duas tinham acordado primeiro, mas ficaram deitadas e estavam rindo da cena que, sem saber, eu tava proporcionando pra elas...
Eu tava só de cueca boxer, daquelas de tecido bem fininho, e com uma ereção tão grande quanto a da noite anterior. A qual, como eu tava de lado, de frente pra cama da minha irmã, ela não tinha conseguido evitar de ver.
"Nossa... é assim todo dia, mano?" — Sim, teu irmão é igual um cavalo, você não tem ideia...
"hahahaha, não me surpreende, não é à toa Sempre foi tão punheteiro!"
Eu: Que putas que vocês são!
--Não fica bravo, meu amor. Disse Yésica, enquanto por trás de mim pegava no meu "amigo" e sacudia pra cima e pra baixo. Rindo e fazendo minha irmã achar ainda mais graça, que observava tudo da cama do outro lado.
Eu: Do que cê tá rindo, vaca? Não sabe que com a gente toda manhã é assim?
E enquanto a risada dela terminava, respondeu: "Ai Yesi, tomara que o meu tivesse assim mais vezes. Que feliz eu seria. Eu, se quiserem, vou dar uma volta e deixo vocês descarregarem, que devem estar bem cheios os dois..."
--Nada, com essa tempestade? Para de encher o saco, Andy, você fica com a gente. Além disso, isso não é tão grave, a gente segura e pronto.
E enquanto minha namorada dizia essas palavras, eu sentia vontade de estrangular ela e foder ela ao mesmo tempo. Pra piorar, elas tinham passado o tempo rindo da minha condição, e agora desprezavam minhas necessidades... que ódio que senti!
Resumindo, por causa da chuva persistente, passamos mais um dia dentro. Ouvindo música, conversando, jogando cartas e bebendo álcool. Não tinha mais o que fazer, nem televisão a gente tinha. E foi assim que o dia passou. Já de noite, antes de dormir, fui tomar um banho. Quando saí, notei que as garotas não estavam mais na sala e ouvi risadas vindo do quarto. Fui até lá e encontrei elas jogando os colchões no chão e deitadas neles, brincando de mão. Estavam bem à vontade nas roupas, porque apesar de chover, não fazia frio. E só a imagem, na verdade, era muito excitante.
"Ai, você chegou! Trouxe seu amiguinho também? hahahahahahahahahaha!" Disse Andrea, e as duas caíram na risada.
Eu: Que putas que vocês são... bom, vão me arrumar um lugar ou não, vadias? (se íamos brincar, íamos brincar todos, eu também sei como fazer)
"Ai, viu como ele nos chamou? Vamos deixar ele deitar no nosso lugar?"
--É, se somos vadias as duas, pra que negar? E de novo caíram na risada. Me deixaram um espaço apertado (o espaço entre as camas era bem reduzido e os colchões não encaixavam direito no chão) e resolvi acompanhar elas, tentar entrar na zoeira e nas piadas. Mas não me deram tempo de soltar nenhuma.
"E aí? Trouxe ou não?" perguntou Andrea entre risadas. Tava claro que ela tava um pouquinho mais que "alegre". Jéssica, que não tava em estado melhor, não demorou pra pegar na minha rola (algo que não tinha rolado em todas as férias até aquele momento) e respondeu: — Trouxe, trouxe, mas parece que tá com frio!!!
E de novo, as gargalhadas...
"Aquece ele, coitadinho, então" comentou minha irmã, morrendo de rir.
Jéssica começou a me beijar e me tocar, e não demorei pra ficar com o pau durasso. — Mmmmmmm, agora SIM ELE TROUXE...
"Como eu queria ter um pra mim também..." murmurou Andrea.
— Ah, gata, com essas tetas, você pode ter o que quiser, amanhã a gente sai e você escolhe. Respondeu Jéssica, interrompendo nosso beijo rapidinho.
"É, mas eu quero um AGORA..."
— Quero ver suas tetas de novo, deixa?
Falou Jéssica, interrompendo nosso beijo de novo, mas sem parar de me masturbar. Aí senti no meu lado direito o corpo da Andrea mudando de posição, senti os movimentos dela, enquanto ela se sentava e erguia o tronco, pra depois tirar a parte de cima do biquíni que tava vestindo e se ajeitando ainda mais colada em mim, pra Jéssica ver.
— São lindas.
"Valeu" dizia minha irmã, enquanto fixava o olhar na mão da Jéssica que subia e descia sem parar, dentro do meu short de banho. Nessa altura, eu já não tava nem aí. O tesão me dominava, precisava gozar e tinha que ser naquele momento.
"Ai, quero uma piroca também" murmurou minha irmã, fazendo biquinho.
— Você tinha que ver como o teu irmão fica, incha tudo quando passa muito tempo sem me comer.
"Ai, sim, quero! Deixa eu ver ela Irmãozinho?"
Com o olhar, a Yesica me pediu pra eu autorizar o pedido da minha irmã, então me virei, ficando totalmente de barriga pra cima, contemplando a imagem da Andrea sem a parte de cima do biquíni, com os peitos dela a poucos centímetros do meu rosto e ordenei: tira o short.
Ela fez o que eu mandei, e na hora, minha pica pulou pra cima, quando finalmente a cintura elástica do short passou por baixo, liberando ela. Minha pica tava toda inchada, prestes a explodir.
"Deus..." minha irmã conseguiu falar quase sem voz, de boca aberta.
---Viu, o que eu te falei...
"Que pica, Sergio! Continuem, pelo menos... quero ver uma pica em ação, pelo menos isso. Continuem."
A Yesica interpretou isso como uma chance de me satisfazer e de saciar a vontade que ela também vinha acumulando, além de usar como uma forma de se exibir pra minha irmã. Então ela se posicionou, e bem devagar, enfiou ela inteira na boca, até não sobrar mais pica pra Andrea ver. Começando a me chupar, o que naquele momento (talvez pela abstinência, talvez pelo tesão de estar sendo observado, pelo tesão de ser minha própria irmã me observando) senti como a melhor chupada que já tinha recebido na vida inteira. Tava mais excitado do que nunca. A Yesica balançava a cabeça na minha pica, de olhos fechados, cada vez mais rápido: subia e descia, subia e descia, e a saliva dela escorria pelo meu tronco. Olhei pra cima, pra direita, e vi a Andrea mordendo os lábios enquanto apertava com força um dos peitos dela.
"Quero que alguém me beije, preciso de um beijo." Ela disse sussurrando, quase imperceptível. A Yesica parou, me olhou como pedindo permissão, eu olhei pra ela, e sem palavras ela entendeu que era um "sim". Então ela se aproximou da minha irmã por cima da minha cintura e beijou ela. Tava com a boca encharcada de saliva e meu pré-gozo. Mas nenhuma das duas pareceu se importar. O beijo, longe de parar, ficou ainda mais quente: a Andrea pegou mano, a Yesica tava livre (com a outra, se apoiava no colchão) e ela colocou suavemente no peito direito dela. Dava pra ver o frenesi na cara das duas. Não nos olhares, porque enquanto tudo rolava, elas mantinham os olhos bem fechados.
Aí eu decidi que, do jeito que as coisas estavam rolando, ninguém ia ficar puto nem ia se incomodar. Então levantei meu braço e, sem pedir permissão, agarrei também a teta enorme que minha mina já tava segurando, e comecei a massagear. Andrea colocou a mão dela por cima da minha, confirmando naquela hora a permissão, enquanto continuava beijando minha namorada, Yesica.
EU: Não aguento mais, quero meter, ou que me chupem até gozar AGORA MESMO. Preciso soltar essa porra logo ou vou explodir!
As duas pararam o beijo, se olharam extasiadas, sorriram, e aí Yesica tomou a iniciativa: agarrou minha pica, e pensei que ia sentar nela pra eu gozar rápido, mas em vez disso, se afastou da minha irmã e, com um olhar meigo e "hot" ao mesmo tempo, deu a entender que era a vez dela.
Andrea nem se deu ao trabalho de me perguntar ou me olhar. Pegou minha pica com a mão macia, trocando um leve roçar com os dedos de Yesica, que soltou devagar pra Andrea continuar. Então minha irmã contemplou ela rapidinho, com olhos de quem vê algo que precisa muito ou que deseja há tempos, e devagar inclinou a cabecinha até enfiar ela inteira na boca delicada de mulher. Começou a chupar de um jeito bem diferente, não consigo descrever, diferente, mas não pior. Talvez pelo toque dela, ou porque ela era minha irmã, era uma delícia... e eu não queria que parasse.
Assim começou pra mim a noite de sexo mais selvagem e mais louca que já experimentei até hoje. Minha primeira "festa", tão forte e intensa. Minha primeira festa e a melhor de todas: éramos eu, minha namorada e minha irmã.
2 comentários - Eu, minha mina e minha irmã