Beleza, escrevo esta última parte mais como resumo e final. (Não deixem de ler a seção "FINAL" no final do texto, que coloquei um pouco separada, pra ficar claro que não é só mais uma experiência, mas sim explicando qual é a nossa situação atual).
Só quero dizer que depois daqueles 2 primeiros dias de incesto na minha família, nos 3-4 anos seguintes, não paramos de foder entre nós sem parar, embora principalmente com minha irmã, que me confessou que, se naquele primeiro dia aconteceu o que aconteceu, foi porque ela também sempre sentiu atração por mim e viu naquele dia a oportunidade que estava esperando, mesmo que depois se sentisse culpada e por isso contou pra minha mãe.
A gente não parava de fazer brincadeiras entre minha mãe, minha irmã e eu, pra dar variedade às nossas relações sexuais, desde vendar meus olhos e adivinhar quem estava me fazendo uma cubana, se era minha mãe ou minha irmã, até mil coisas.
Uma coisa que também gostamos muito é o "exibicionismo", mas entre gente conhecida, e se coloco entre aspas é porque também não é que a gente vá descaradamente pra ser visto, mas fazemos com risco suficiente pra provocar tesão, principalmente sabendo que quem pode nos ver geralmente é gente conhecida, que sabe que somos parentes. Que a gente saiba, fomos pegos em duas ocasiões, embora talvez tenham sido em mais e a gente não saiba.
PEGOS 1;
Uma das vezes, aconteceu com minha mãe, num restaurante, onde estávamos jantando meus pais, eu e uma amiga da minha mãe.
A questão é que em certo momento, tanto eu quanto minha mãe dissemos que precisávamos ir ao banheiro, sabendo que provavelmente a amiga da minha mãe iria ao banheiro também em breve, ao ficar sozinha lá com meu pai, já que outras vezes ela já tinha feito isso.
A questão é que ao ir pros banheiros, entrei no feminino com minha mãe, e entramos num box com porta. (Era um banheiro muito bem cuidado, tipo Os típicos de restaurante, com várias cabines com porta).
Ali, de pé, desabotoei a saia da minha mãe, que caiu no chão, e depois de baixar minha calça, levantei uma das pernas dela e segurei erguida com meu braço, enquanto com a outra mão, do jeito que eu gosto, puxei a calcinha dela pro lado, e depois de dobrar um pouco os joelhos pra encaixar meu pau na buceta da minha mãe, simplesmente comecei a foder ela ali de pé.
A buceta da minha mãe já tava completamente molhada, porque quando a gente faz isso, geralmente deixamos preparado desde casa, onde a gente se masturba antes de sair, pra não demorar muito pra gozar, porque senão chamaríamos muita atenção, ainda mais com meu pai ali também, que nunca soube que eu como minha mãe.
- ROSA: uffff arggg meu filhooooo ahhhhhh
- JAVIER: ahhh mamãe, cê gosta que eu te coma ugggg enquanto papai espera a gente lá fora? ahhh
Conforme minha mãe começou a gemer, ouvimos de fora a amiga dela chamando enquanto abria a porta do banheiro, com certeza querendo contar alguma besteira, mas no momento em que entrou e ouviu minha mãe gemer, não falou mais nada. Isso só nos excitava ainda mais, e dentro do nosso estado de tesão, a gente já não se segurava.
- JAVIER: mamãe ahhhhh como sua buceta é apertada ahhhh, com o tanto que cê tá molhada ugggggg e mesmo assim é difícil de penetrar ahhhhhh ahhhhh!
- ROSA: continua meu filho argggg continuaaaa, fode com teu pau sua mãe, mais forteeee, maaais por favor ARGGGGHHH!
Com isso, garantimos que a amiga da minha mãe soubesse o que tava rolando. Conforme minha mãe me disse pra foder ela mais forte, comecei a dar estocadas descomunais, que faziam as costas dela baterem com força na porta da cabine, ecoando por todo o banheiro, cada vez que eu enfiava meu pau dentro da minha mãe.
Naquele momento, Conseguimos ouvir a amiga da minha mãe (que estava bem do outro lado da porta do banheiro, onde ela batia nas costas da minha mãe com cada estocada minha e não acreditava no que ouvia) tirando os sapatos de salto para se abaixar e espiar por baixo da porta do banheiro, que tinha um vão mais ou menos grande embaixo. Então, tínhamos certeza de que a amiga da minha mãe viu a saia dela no chão, viu minha calça e minha cueca abaixadas, e viu que só dava pra ver uma perna da minha mãe, então ela podia imaginar perfeitamente como eu estava fodendo ela.
Durante todo esse tempo, não paramos de foder, batendo na porta a cada estocada, gemendo os dois e respirando ofegante.
Aí, ouvimos a amiga da minha mãe calçar os sapatos e sair do banheiro.
Nós dois não podíamos estar mais tesudos naquele momento, e minha mãe, que já vinha preparada de casa, me disse:
- ROSA: ahhhh meu filhinho ahhhhh já é a horaaaaa aggghhhh
- JAVIER: uhhhh ta bêemmm ahhhh uuhhaahh
Eu já sabia o que minha mãe queria. Logo comecei a penetrar ela com muita força e num ritmo altíssimo, e depois de ficar assim por mais 1 minuto, pude sentir que minha mãe começava a sentir o orgasmo, então eu não segurei mais o meu. Minha mãe, assim que sentiu o orgasmo chegando, deu uma pirueta pra abraçar minha cintura com as duas pernas, e eu segurei ela agarrando sua bunda, enquanto sentia meu orgasmo vindo também.
Comecei a olhar nos olhos azuis dela, enquanto ela olhava nos meus, trocando nossos bafos e ouvindo os gemidos um do outro, a só alguns centímetros de distância.
- JAVIER: ughhh vouuu gozaaarrr minha loirinhaaaa
Ao ouvir isso, minha mãe começou a me beijar de língua, passando um pro outro toda a saliva que podíamos. Depois disso, minha mãe começou a acariciar meu rosto com uma das mãos, sem parar de me olhar nem de gemer, enquanto eu continuava metendo nela. meu pau até o fundo da buceta dela, uma vez atrás da outra, sentindo os primeiros espasmos em volta do meu pau e dentro dela também, já que eu já tava quase gozando. Por último, minha mãe colocou a mão de novo nas minhas costas, pra me segurar bem perto dela e sentir nossos orgasmos.
- ROSA; me dá teeeu leiteeee arggghhh! gozaaaaa dentro de miiiiii ahhhhhh arrggghhhhh! mee ahhh agghhh meee gozoooo
Quando os dois orgasmos coincidiram, foi maravilhoso porque tanto um quanto o outro queria sentir mais e mais do outro, então a gente se apertava como lapas enquanto eu sentia meu leite batendo na buceta da minha mãe, e minha mãe, sentindo isso, não parava de se contorcer, mas isso sim, não deixando que eu me afastasse graças às pernas dela, então, involuntariamente, enquanto a gente gozava os dois, minha mãe começou a bater de forma compulsiva na porta do banheiro com as costas, enquanto eu a segurava no ar, com meu pau jorrando leite pra dentro dela.
Nessa posição (embora, como sempre, a maior parte da gozada ficasse dentro da minha mãe), saía mais leite do que de costume quando eu tirava o pau da buceta dela, então, tendo que voltar logo pra mesa, assim que terminei de tirar meu pau, me abaixei ali mesmo e comecei a chupar a buceta da minha mãe, até enfiando a língua um pouco dentro da vagina dela, pra tentar chupar todo o leite misturado com os sucos dela que ia saindo. Depois disso, foi minha mãe quem chupou meu pau, que, embora já fizesse uns dois minutos que eu tinha gozado, ainda tremia, porque a excitação não tinha passado completamente, depois de eu chupar a buceta da minha mãe.
Ao sair do banheiro, depois de nos limparmos um pouco na pia, a amiga da minha mãe tava com uma cara de alucinada. Minha mãe era muito amiga dela, então sabia que não tinha perigo de ela contar pro meu pai, mas ela nunca disse nada, nem pra minha mãe.
PEGADAS 2; Dessa vez foi com minha irmã, aconteceu por volta 3 anos depois do nosso primeiro encontro (e já tínhamos tido centenas desde então).
Minha irmã ainda tinha e ainda tem sua linda cabeleira.
Isso aconteceu no meu carro. Atrás do bloco do meu prédio, tem um estacionamento, e ali estacionam todos os vizinhos dos blocos vizinhos ao meu e o meu próprio. Nesse estacionamento dão todas as janelas das cozinhas, e vários quartos dos blocos ao redor, mas por ser uma parte traseira dos blocos, quase ninguém passa, só quem vai sair ou entrar de carro, ou seja, os vizinhos dali. Dizer que já fizemos isso várias vezes eu e minha irmã, então com certeza mais de um vizinho já sabe, embora só tenhamos certeza de um. (Só esclarecer que se fazemos isso, é simplesmente porque enquanto ganhamos um puta tesão fazendo, realmente se nos virem, tanto faz, já que a única preocupação que podíamos ter era meu pai descobrir, e já não importava, porque enquanto meu pai ainda não tinha descoberto que eu comia minha mãe, ele já tinha descoberto naquela época que eu e minha irmã transávamos).
Sempre planejamos isso de antemão também, para não ficar muito tempo fodendo no meio da rua, então geralmente antes de sair de casa, a gente se masturba, chupa, massageia e até fode um pouco, para ir totalmente excitados.
Geralmente minha irmã desce com uma minissaia bem curta (daquelas típicas xadrez que usam nas escolas, mas como já disse, mais curta), sem calcinha nem sutiã, e eu só com um moletom mas sem cueca.
O que fazemos é simples: a gente fica no banco de trás do carro, eu com o moletom abaixado, sentado quase na ponta do banco, para dar espaço pra minha irmã sentar em cima da minha pica. Depois disso, minha irmã só precisa ficar de joelhos no banco olhando pra mim, com minhas pernas e minha pica entre as pernas dela, ou seja, algo como foder. Com o cara deitado de barriga pra cima, enquanto a mulher monta nele e senta, mas nesse caso, com o cara sentado.
Alguns dias a gente levanta os vidros do carro, e como ele é insonorizado, também não chama muita atenção, mas mesmo assim a gente continua correndo o risco de alguém passar na rua e nos ver.
Porém nesse dia, como em alguns outros, a gente resolveu deixar os vidros de trás abaixados. Eu e minha irmã estávamos muito excitados. Pra preparar esse dia, a gente tinha transado quase até gozar umas 1 hora antes de ir pro carro, então a gente só chegou, eu sentei e minha irmã se ajoelhou no banco com minhas pernas entre as dela.
Assim que ela fez isso, coloquei as mãos por baixo da minissaia dela pra pegar a bunda durinha dela. Depois de apertar as nádegas dela por alguns segundos, levantei ela pra colocar a buceta dela mais ou menos na altura da minha pica. Depois disso, ela geralmente precisa ajustar os joelhos um pouco mais pra perto de mim, pra quando a gente foder, ela conseguir quicar bem na minha pica e meter até o fundo da buceta dela, sentindo assim como meus ovos já cheios de porra batem nos lábios da buceta dela cada vez que ela senta na pica (ela adora isso). Depois disso, ela só levanta um pouco os joelhos, e eu guio minha pica até a entrada da buceta dela, aí quando ela desce de novo, o efeito é que minha pica penetra até o fundo.
Assim que coloquei a pica na entrada da buceta dela, e minha irmã sentiu, ela se jogou pra baixo com força. Na hora, minha irmã já tava sentada nos meus ovos, porque minha pica furou ela de uma vez, já que a buceta dela tava muito molhada, porque eu tinha deixado ela quase gozando uma hora antes em casa. Por causa de como minha irmã tava excitada, assim que ela sentou na minha pica, o corpo inteiro dela começou a tremer. Já percebi que isso acontece com minha irmã quando eu tô fodendo ela e deixo ela na beira do orgasmo. gozar e continuamos fodendo depois de um tempo, como tinha acontecido agora (embora isso não acontecesse com minha mãe), a questão é que quando isso acontece com minha irmã, me dá uma mistura de excitação e ternura, então quando acontece, sempre a puxo para perto e abraço sentindo seus tremores. Ficamos ali quase 1 minuto abraçados, com minha irmã com o corpo todo tremendo enquanto estava sentada com meu pau dentro.
Logo, conforme os tremores iam sumindo, senti minha irmã me dar um beijo no rosto. Sei que talvez vocês pensem que sou maluco, primeiro pareço um tarado fodendo minha mãe e irmã, e agora dizendo o que vou dizer, a questão é que naqueles momentos, sei que amo minha irmã, que estou completamente apaixonado por ela, e que faria qualquer coisa por ela. Quando ela me beijou, só consegui ficar extasiado olhando a beleza da natureza que estava sentada em cima de mim, não só fisicamente, mas como pessoa, como mulher, a sentia completamente minha e me sentia completamente dela, e sei que ela sente o mesmo por mim.
Minha irmã se endireitou de novo, sentada no meu pau, e eu já sabia que ela estava pronta pra continuar. Minha irmã ficou me olhando fixamente com seus olhões verdes, sua cabeleira, e aqueles lábios carnudos me dando um sorriso, enquanto mexia a pélvis em círculos, fazendo meu pau se mover em círculos enquanto continuava dentro da buceta dela até o fundo, e então minha irmã, tão excitada que estava, não aguentou mais e teve que começar a pular em cima do meu pau, precisava desesperadamente sentir meu pau percorrendo repetidamente a boceta dela, sentindo como meu pau pressionava as paredes vaginais dela.
Conforme minha irmã começou a pular em cima de mim, começou a fazer aquele gemido característico dela que me deixa louco (aquele gemido/grunhido/gutural dela, não sei como explicar).
- EVA: aahhhh meu irmãozinho me fodeeeee arrrrrggggghhhhhh! foooo fooooodeeehhhh aaarrrggghhhh
- JAVIER: ummmmm uhhhhh ummmm uhhhhhh
- EVA; aaarrrrgggghh! tô com a buceta pegando fogo ooaaah mesmo assim siiiintooo o ufff arrgggh! o caaallor do teu pau percorrendooo aaaahhhh ahhhh minha bucetaaaahhh ahh aarrgggghh!
- JAVIER; ufff ahhhh uffff siiintooo a umidadeee ahhhh uffff da sua buceta em volta do meu pauuu aaaarrrggh! uffff ahhhhh!
Logo os gemidos da minha irmã começaram a subir de tom, com os vidros fechados, ninguém teria ouvido nada, mas de repente Pedro, um vizinho nosso do andar de cima, espiou um pouco escondido pra ver o que rolava, eu percebi, mas fingi que não vi.
Eu tinha certeza de que ele já sabia quem era a mina do carro, porque a cabeleira da minha irmã é inconfundível, mas ainda não tinha certeza se ele sabia quem eu era.
Minha irmã, quicando em cima de mim, de joelhos me encarando, os peitos dela passavam direto pra cima e pra baixo na minha cara, então resolvi dar um passo a mais e simplesmente tirei a camisa que ela tava usando pra deixar os peitos dela à mostra. Assim que fiz isso, comecei a chupar as tetas dela uma por uma, saboreando os mamilos maravilhosos, isso me deixou louco. Minha irmã me agarrou pelos cabelos e começou a esfregá-los, empurrando minha cabeça contra os peitos dela, enquanto apertava os dentes e os sons guturais dela ficavam cada vez mais fortes, e tudo isso enquanto eu continuava penetrando ela, sentindo cada vez que ela se levantava, como a entrada da buceta dela apertava cada centímetro do meu pau, como se fosse um chupão, pra depois sentar em mim de novo e sentir toda a buceta dela no meu ser.
- JAVIER; Evitaaahhh aahhh, Pedroo o vizinho de cima tá nos vendo aahhhhh uuuhhhhh.
Minha irmã, depois de saber disso, com o tesão que sentiu, percebeu que já tava quase gozando, quase gritando ela disse entre gemidos;
- EVA; Irmãozinhooo argggg me fodeee do jeito que você sabeee hasss ahhhh hassss que sua irmãzinhaaahhggg gozaaaaa AAAARRGGGGHHHHHHH!
- JAVIER; ahhhhh Evitaaaa, ahhhhhggg que apertadinhooo cê tem a bucetaaaarrgg, nãooo se preocupa que vou ahhh ah fazer que ufff ufff vocêêê goza arrhuuff
- EVA; siiii siiii sinto aaarrrrgghhhhhh AAAARRRRRGGGGGHHHH! sinto comooo você me perfuraa, ahhh AAAARGGGGHHH!, faz que arrgg faz queee eu gozaaaaaa aaaaarrAAARRRGHHH!
Depois de ouvir tudo isso, meu vizinho sabia perfeitamente quem eu era, comecei a encará-lo fixamente enquanto minha irmãzinha e eu começávamos a foder como bestas, quando ele percebeu que eu tava olhando, notei como ele se assustou enquanto se virava e começava a ir embora, com certeza ouvindo os choques entre nossos corpos, porque do jeito que a gente tava se embatendo o som era muito forte. Como sempre faço quando vou começar a foder minha irmã desse jeito, peguei seus longos cabelos com minha mão e puxei pra trás, é como um símbolo de domínio que sinto fazendo isso, e minha irmã gosta de se sentir dominada por mim enquanto como ela pra levar ao orgasmo.
O carro tava pulando literalmente, enquanto eu começava a dar na minha irmã a fodida que ela precisava pra gozar.
Conforme minha irmã ia se aproximando do orgasmo com minhas estocadas, ela começava a soltar seus gemidos/rugidos cada vez mais alto, tenho certeza que mais de uma vez, algum vizinho, depois de ouvir minha irmã no carro, e ver o carro pulando, ficou olhando e nos viu sair os dois de lá, então com certeza já tem mais de um que já nos viu.
- EVA; ahhhhhhhgggggg AHHHGGGGGHHAHRRRRR! irmãozinhooooooo tô preparadaaaaaa, goza comigoooo!
- JAVIER; irmãzinha uffff ufffff ufff ufff minha ninfa ufff ufff se prepara praaaahhh receber meu ahhhh meu semen
- EVA; siiiim siiiim, arrgggghhhhhhh! rggghhhhh! me engravidaaaa, FAZ UM FILHO EM MIM OHHHH irmãozinhooo aaargrggghhhhh! arrrgggghhhhhhh
Minha irmã gosta de me falar isso sempre que Vou gozar dentro dela, e mesmo que no futuro a gente não descarte isso, por enquanto ela toma a pílula anticoncepcional.
Aos poucos, comecei a sentir minha irmã perdendo o ritmo das minhas estocadas, perdendo o controle do corpo dela. Era maravilhoso ver ela, um corpo perfeito, com os peitos pulando pra todo lado enquanto ela se contorcia, aquela juba linda dançando pra cá e pra lá com os espasmos involuntários, e aqueles olhos verdes maravilhosos que não saíam dos meus olhos, no momento em que ela sentia que eu tava fazendo ela gozar. Naquela hora, sabendo que ela adora sentir meu pau cuspindo o sêmen bem no fundo da buceta dela, levantei meus quadris como pude, pra enfiar o pau na minha irmã o mais fundo que dava. Eu já tinha pegado o jeito, então logo, devagar, comecei a bater no fundo da buceta dela com a cabeça do meu pau. Nós dois já estávamos prontos pra gozar.
- JAVIER: uuuuarrrgghhh! uffffff! tô goooozandoooohhh ahhh ufff minha ninfetarrrggh
- EVA: arrrgghhhhh! arrgghhhh! eu tammbééémm arrgghhhh aarrrgghhhh! queridoo
- JAVIER: UHHHHHH! AHHHHHH AAHHHHHUUUHHHHHH! arrrrrrrhhhhhhhhhhhhhh!
- EVA: ARGGHHHHHHARRRHHHHH! ARRRGGGGHHHAAARRGGG! ARGGHHHHHHARRRHHHHH! ARRRGGGGHHHAAARRGGG!
Nessa posição, era mais difícil manter meu pau no fundo da minha irmã, embora quando ela percebia que eu não conseguia segurar ali, ela fazia de tudo pra se aproximar de mim, mesmo que nem sempre conseguisse, por causa dos movimentos compulsivos incontroláveis quando ela goza.
Finalmente minha irmã começou a gozar, e assim que senti as contrações da buceta da minha irmã no meu pau, não aguentei mais e comecei a soltar sêmen dentro da minha irmã, o que aumentou a força do orgasmo dela.
Deus, ter estado prestes a gozar uma hora atrás e não conseguir até agora, e claro, somando que durante essa hora, a gente ficou excitado com uns amassos aqui e ali, fez com que não parei de jorrar porra com muita força, e minha irmã podia sentir como um após o outro, os jatos batendo na buceta dela. Nessa hora, eu tento pressionar meu pau, além de ir pro fundo da minha irmã, um pouco em direção ao cu dela (ou seja, mesmo estando dentro da buceta da minha irmã, pressionar meu pau na direção do cu, assim ela sente a parte de baixo da base do meu pau com mais força na entrada da buceta dela). Então, quando os jatos de porra começam a sair do meu pau, ao passar primeiro pela parte de baixo da base e essa área estar pressionando forte a entrada da buceta dela, minha irmã me disse que consegue sentir os jatos de porra recém-saídos das minhas bolas passando pela base do meu pau, até chegar na cabeça e sair disparados pra dentro da buceta dela, e ela diz que isso a excita pra caralho.
Como sempre, minha irmã adora provar minha porra da buceta dela, então quando comecei a tirar meu pau, ela começou a pegar a porra que ia saindo. Nessa posição, sai bem mais porra da buceta dela do que deitados, e às vezes até enchemos o banco do carro, mas a gente nem liga porque isso nos excita ainda mais.
A parada é que, conforme a cabeça do meu pau ia saindo pela entrada da buceta da minha irmã, começou a sair mais e mais líquido da buceta dela. Aí, vendo que dessa vez tinha sido uma gozada bem grande, peguei com minhas mãos a bunda da minha irmã e, de surpresa, enquanto pressionava ela contra meu pau, levantei meu quadril para empalar minha irmã de novo até o fundo.
- EVA: ahhhhhh mmmmmmmmmmmmm sshshshslurp mmmmmmmmaahhhh
- JAVIER: uhhggggggaaahhhh ahhhh!
Nós dois sabíamos que estávamos prontos pra foder de novo, mas de outras vezes que aconteceu a mesma coisa no carro, sabíamos que agora era hora de nos limpar um pouco, e depois, uma vez em casa, faríamos amor de novo na nossa cama.
Então, ainda segurando minha irmã pela bunda... Cu, virei ela, pra deixar ela de barriga pra cima no banco, enquanto ela colocava as pernas em volta da minha cintura, aí comecei a tirar meu pau da buceta da minha musa devagar.
- JAVIER; uffff mmmmm
- EVA; mmmmm meu amoooorrr ahhhhh
Nessa posição, mesmo ainda saindo porra, era bem menos do que com minha irmã sentada em cima de mim. Minha irmã ia pegando a porra que saía conforme eu tirava o pau, com um dos dedos, e ia engolindo depois de saborear na boca dela. Finalmente, tirei meu pau completamente da minha irmã, e vendo os peitos lindos dela, olhando pro céu, totalmente durinhos, e com os bicos inchados, decidi que queria chupar eles, com o tempero do gosto do mel da minha irmã misturado com minha porra. Então, resolvi primeiro me encharcar de todo o cheiro da buceta da minha irmã, me coloquei entre as pernas dela e me abaixei pra passar minha língua por toda a extensão dos lábios da buceta dela, de baixo pra cima, engolindo todo o mel que tava concentrado ali, até minha língua chegar no clitóris dela. No momento em que minha língua roçou nele, minha irmã levantou a bunda contra minha boca, toda excitada.
- EVA; ahhhhh mmmmmmmm
- JAVIER; porra uufff, Eva, vamos terminar aqui rápido e ir pra nossa cama, que dá pra ver que a gente precisa de novo.
Mesmo em alguns minutos na minha casa a gente poder fazer o que quisesse de novo, não queria largar o carro sem chupar os bicos da minha irmã, como já tinha planejado. Então sentei na barriga dela, pra depois colocar meu pau entre os peitos dela, e aí pegar as tetas dela com minhas mãos e fazer uma semi-cubana, porque só queria encharcar os peitos dela com os sucos que tinha no meu pau. Não apertei muito os peitos, pra porra que tava na parte de cima do meu pau não grudar neles, porque isso eu tava guardando pra minha irmãzinha. Quando vi que tudo tava pronto, me coloquei um Um pouco mais pra baixo, pra começar a chupar os peitos da minha irmã. Fui limpando todos os peitos dela, pra depois começar a mamar como um bebê faminto, de um mamilo pro outro.
- EVA: ahhhh você gostaaa ehhhh mmmmm
Enquanto eu chupava os peitos da minha irmã, ela começou a pegar os restinhos de sêmen que ainda tinha entre os lábios da buceta, mas com a excitação que eu tava causando nela chupando os peitos dela, quando ela percebeu, já tava com os dedos esfregando o clitóris, ao mesmo tempo que começava a mexer a cintura.
- EVA: mmm ahhh mmm ahhhhh
- JAVIER: mmmm Evitaa, melhor eu parar de te excitar mais aqui no carro, minha princesa.
Embora quisesse que a gente fosse pra casa logo, depois de ter provado os peitos da minha irmã, eu sentei em cima dela, pra dar à minha irmã a porção que eu tinha guardado no meu pau, então enfiei ele na boca dela, e ela começou a chupar igual eu fiz com os peitos dela, como uma menina faminta. A boca dela tava pegando fogo, e eu sentia a respiração dela envolvendo todo o meu pau.
(A verdade é que, se eu continuava fazendo coisas com a minha irmã, era porque eu também tava muito excitado de novo, então enquanto minha mente dizia pra gente ir logo pra cima pra foder minha mulher na cama, onde a gente podia ficar mais à vontade, por outro lado eu não conseguia me segurar de continuar brincando no carro com a minha irmãzinha linda).
- EVA: gulp mmmm fff
- JAVIER: arrhhhhhggg! meuuu deeeus!
Depois de deixar meu pau limpinho, achei que o melhor era parar por ali, então me coloquei em cima dela, pra dar um beijo de língua enquanto sentia o corpo todo dela debaixo do meu, e claro, aconteceu o que tinha que acontecer: minha irmã, depois de sentir meu pau em cima da buceta dela, com muita experiência e de surpresa, em duas mexidas de cintura, já tinha meu pau completamente enfiado dentro da vagina dela de novo, onde pude sentir como a minha ninfa tava quente e molhada de novo, e sentindo na cabeça do meu pau todo o sêmen acumulado lá da minha gozada anterior.
Minha irmã Então, com um sorrisinho safado, ela me encarou com aqueles olhos verdes.
- EVA: Meu amor ahh, vamooo pra nossa camaaa haha
- JAVIER: É uggggg acho que a gente precisa de outra sessão kkkkk
Enquanto falávamos isso, tirei meu pau de novo da buceta da minha irmã, sem deixar de soltar gemidos dos dois lados. A gente tava muito excitado de novo e queria chegar logo no nosso quarto.
Depois de nos preparar pra sair do carro, minha irmã falou uma frase que sabia que me deixava louco e que costumava dizer depois que a gente transava.
- EVA: Ahhh Javier, que delícia, ainda sinto a maior parte da sua porra lá no fundo da minha ppk, que quente que tá!
Eu sabia que era verdade, porque tinha acabado de sentir no meu pau.
Depois disso, saímos do carro como se nada tivesse acontecido, sem pressa, pra garantir que se algum vizinho estivesse olhando, soubesse quem a gente era.
FINAL:
Pra finalizar, só vou contar a situação atual em que a gente tá e esperamos ficar pra sempre.
Se eu coloquei no começo dessa última parte "nos próximos 3-4 anos", é porque até lá, eu ainda transava tanto com minha irmã quanto com minha mãe (embora sempre bem mais com minha irmã, que como já falei nas minhas experiências, é minha verdadeira e única ninfa).
Enquanto nesses 3-4 anos, talvez por machismo, minha irmã não "ligava" que eu transasse com minha mãe também (se coloco entre aspas, é porque no fundo ela não gostava), eu jamais teria permitido que minha irmã transasse com outros caras.
A questão é que depois desses 3-4 anos, tanto eu quanto minha irmã conversamos com minha mãe e dissemos que a gente queria continuar nosso relacionamento como um casal, então minha mãe não podia mais participar das nossas transas.
Tenho certeza (e ela mesma me disse) que minha mãe entendeu, porque desde sempre ela soube que eu suspirava pela minha irmã, minha ninfa, minha elfa, meu amor.
A questão é que Faz uns 2 anos que eu e minha irmã não paramos de continuar com nossos joguinhos e tudo o que a gente faz, só que agora a gente vive como um casal formal e fechado. E, como tal, já temos nossa própria casa, pensando no nosso futuro e no dos nossos possíveis futuros filhos (como já escrevi na experiência com minha irmã no carro, ela toma anticoncepcional por enquanto, mas não descartamos ter filhos no futuro).
ESCLARECIMENTO:
Coloquei essa "parte" aqui pra esclarecer uma coisa.
Qualquer um pensaria, depois de ler essas duas últimas experiências, que a gente é um bando de antissocial ou algo assim, que não liga pros outros. Só queria deixar claro que tanto meus pais quanto os parentes e amigos mais próximos já sabem que eu e minha irmã somos um casal estável. E é por isso que, na real, o que os outros pensam não faz a menor diferença pra gente. Aliás, quem não vê isso com bons olhos, mais motivo ainda pra gente se importar menos.
Por último, só queria esclarecer que, se escrevi essas experiências aqui, foi porque pensei que vocês iam gostar de conhecer algumas das mais picantes que a gente já teve (como já disse, daria pra escrever um livro depois desses anos todos). Mas isso não quer dizer que toda a nossa relação seja assim. Garanto que é difícil encontrar um casal que se dê tão bem, que se trate com tanta doçura, respeito e amor como a gente faz, e acho que sermos irmãos ajuda nisso.
Só quero dizer que depois daqueles 2 primeiros dias de incesto na minha família, nos 3-4 anos seguintes, não paramos de foder entre nós sem parar, embora principalmente com minha irmã, que me confessou que, se naquele primeiro dia aconteceu o que aconteceu, foi porque ela também sempre sentiu atração por mim e viu naquele dia a oportunidade que estava esperando, mesmo que depois se sentisse culpada e por isso contou pra minha mãe.
A gente não parava de fazer brincadeiras entre minha mãe, minha irmã e eu, pra dar variedade às nossas relações sexuais, desde vendar meus olhos e adivinhar quem estava me fazendo uma cubana, se era minha mãe ou minha irmã, até mil coisas.
Uma coisa que também gostamos muito é o "exibicionismo", mas entre gente conhecida, e se coloco entre aspas é porque também não é que a gente vá descaradamente pra ser visto, mas fazemos com risco suficiente pra provocar tesão, principalmente sabendo que quem pode nos ver geralmente é gente conhecida, que sabe que somos parentes. Que a gente saiba, fomos pegos em duas ocasiões, embora talvez tenham sido em mais e a gente não saiba.
PEGOS 1;
Uma das vezes, aconteceu com minha mãe, num restaurante, onde estávamos jantando meus pais, eu e uma amiga da minha mãe.
A questão é que em certo momento, tanto eu quanto minha mãe dissemos que precisávamos ir ao banheiro, sabendo que provavelmente a amiga da minha mãe iria ao banheiro também em breve, ao ficar sozinha lá com meu pai, já que outras vezes ela já tinha feito isso.
A questão é que ao ir pros banheiros, entrei no feminino com minha mãe, e entramos num box com porta. (Era um banheiro muito bem cuidado, tipo Os típicos de restaurante, com várias cabines com porta).
Ali, de pé, desabotoei a saia da minha mãe, que caiu no chão, e depois de baixar minha calça, levantei uma das pernas dela e segurei erguida com meu braço, enquanto com a outra mão, do jeito que eu gosto, puxei a calcinha dela pro lado, e depois de dobrar um pouco os joelhos pra encaixar meu pau na buceta da minha mãe, simplesmente comecei a foder ela ali de pé.
A buceta da minha mãe já tava completamente molhada, porque quando a gente faz isso, geralmente deixamos preparado desde casa, onde a gente se masturba antes de sair, pra não demorar muito pra gozar, porque senão chamaríamos muita atenção, ainda mais com meu pai ali também, que nunca soube que eu como minha mãe.
- ROSA: uffff arggg meu filhooooo ahhhhhh
- JAVIER: ahhh mamãe, cê gosta que eu te coma ugggg enquanto papai espera a gente lá fora? ahhh
Conforme minha mãe começou a gemer, ouvimos de fora a amiga dela chamando enquanto abria a porta do banheiro, com certeza querendo contar alguma besteira, mas no momento em que entrou e ouviu minha mãe gemer, não falou mais nada. Isso só nos excitava ainda mais, e dentro do nosso estado de tesão, a gente já não se segurava.
- JAVIER: mamãe ahhhhh como sua buceta é apertada ahhhh, com o tanto que cê tá molhada ugggggg e mesmo assim é difícil de penetrar ahhhhhh ahhhhh!
- ROSA: continua meu filho argggg continuaaaa, fode com teu pau sua mãe, mais forteeee, maaais por favor ARGGGGHHH!
Com isso, garantimos que a amiga da minha mãe soubesse o que tava rolando. Conforme minha mãe me disse pra foder ela mais forte, comecei a dar estocadas descomunais, que faziam as costas dela baterem com força na porta da cabine, ecoando por todo o banheiro, cada vez que eu enfiava meu pau dentro da minha mãe.
Naquele momento, Conseguimos ouvir a amiga da minha mãe (que estava bem do outro lado da porta do banheiro, onde ela batia nas costas da minha mãe com cada estocada minha e não acreditava no que ouvia) tirando os sapatos de salto para se abaixar e espiar por baixo da porta do banheiro, que tinha um vão mais ou menos grande embaixo. Então, tínhamos certeza de que a amiga da minha mãe viu a saia dela no chão, viu minha calça e minha cueca abaixadas, e viu que só dava pra ver uma perna da minha mãe, então ela podia imaginar perfeitamente como eu estava fodendo ela.
Durante todo esse tempo, não paramos de foder, batendo na porta a cada estocada, gemendo os dois e respirando ofegante.
Aí, ouvimos a amiga da minha mãe calçar os sapatos e sair do banheiro.
Nós dois não podíamos estar mais tesudos naquele momento, e minha mãe, que já vinha preparada de casa, me disse:
- ROSA: ahhhh meu filhinho ahhhhh já é a horaaaaa aggghhhh
- JAVIER: uhhhh ta bêemmm ahhhh uuhhaahh
Eu já sabia o que minha mãe queria. Logo comecei a penetrar ela com muita força e num ritmo altíssimo, e depois de ficar assim por mais 1 minuto, pude sentir que minha mãe começava a sentir o orgasmo, então eu não segurei mais o meu. Minha mãe, assim que sentiu o orgasmo chegando, deu uma pirueta pra abraçar minha cintura com as duas pernas, e eu segurei ela agarrando sua bunda, enquanto sentia meu orgasmo vindo também.
Comecei a olhar nos olhos azuis dela, enquanto ela olhava nos meus, trocando nossos bafos e ouvindo os gemidos um do outro, a só alguns centímetros de distância.
- JAVIER: ughhh vouuu gozaaarrr minha loirinhaaaa
Ao ouvir isso, minha mãe começou a me beijar de língua, passando um pro outro toda a saliva que podíamos. Depois disso, minha mãe começou a acariciar meu rosto com uma das mãos, sem parar de me olhar nem de gemer, enquanto eu continuava metendo nela. meu pau até o fundo da buceta dela, uma vez atrás da outra, sentindo os primeiros espasmos em volta do meu pau e dentro dela também, já que eu já tava quase gozando. Por último, minha mãe colocou a mão de novo nas minhas costas, pra me segurar bem perto dela e sentir nossos orgasmos.
- ROSA; me dá teeeu leiteeee arggghhh! gozaaaaa dentro de miiiiii ahhhhhh arrggghhhhh! mee ahhh agghhh meee gozoooo
Quando os dois orgasmos coincidiram, foi maravilhoso porque tanto um quanto o outro queria sentir mais e mais do outro, então a gente se apertava como lapas enquanto eu sentia meu leite batendo na buceta da minha mãe, e minha mãe, sentindo isso, não parava de se contorcer, mas isso sim, não deixando que eu me afastasse graças às pernas dela, então, involuntariamente, enquanto a gente gozava os dois, minha mãe começou a bater de forma compulsiva na porta do banheiro com as costas, enquanto eu a segurava no ar, com meu pau jorrando leite pra dentro dela.
Nessa posição (embora, como sempre, a maior parte da gozada ficasse dentro da minha mãe), saía mais leite do que de costume quando eu tirava o pau da buceta dela, então, tendo que voltar logo pra mesa, assim que terminei de tirar meu pau, me abaixei ali mesmo e comecei a chupar a buceta da minha mãe, até enfiando a língua um pouco dentro da vagina dela, pra tentar chupar todo o leite misturado com os sucos dela que ia saindo. Depois disso, foi minha mãe quem chupou meu pau, que, embora já fizesse uns dois minutos que eu tinha gozado, ainda tremia, porque a excitação não tinha passado completamente, depois de eu chupar a buceta da minha mãe.
Ao sair do banheiro, depois de nos limparmos um pouco na pia, a amiga da minha mãe tava com uma cara de alucinada. Minha mãe era muito amiga dela, então sabia que não tinha perigo de ela contar pro meu pai, mas ela nunca disse nada, nem pra minha mãe.
PEGADAS 2; Dessa vez foi com minha irmã, aconteceu por volta 3 anos depois do nosso primeiro encontro (e já tínhamos tido centenas desde então).
Minha irmã ainda tinha e ainda tem sua linda cabeleira.
Isso aconteceu no meu carro. Atrás do bloco do meu prédio, tem um estacionamento, e ali estacionam todos os vizinhos dos blocos vizinhos ao meu e o meu próprio. Nesse estacionamento dão todas as janelas das cozinhas, e vários quartos dos blocos ao redor, mas por ser uma parte traseira dos blocos, quase ninguém passa, só quem vai sair ou entrar de carro, ou seja, os vizinhos dali. Dizer que já fizemos isso várias vezes eu e minha irmã, então com certeza mais de um vizinho já sabe, embora só tenhamos certeza de um. (Só esclarecer que se fazemos isso, é simplesmente porque enquanto ganhamos um puta tesão fazendo, realmente se nos virem, tanto faz, já que a única preocupação que podíamos ter era meu pai descobrir, e já não importava, porque enquanto meu pai ainda não tinha descoberto que eu comia minha mãe, ele já tinha descoberto naquela época que eu e minha irmã transávamos).
Sempre planejamos isso de antemão também, para não ficar muito tempo fodendo no meio da rua, então geralmente antes de sair de casa, a gente se masturba, chupa, massageia e até fode um pouco, para ir totalmente excitados.
Geralmente minha irmã desce com uma minissaia bem curta (daquelas típicas xadrez que usam nas escolas, mas como já disse, mais curta), sem calcinha nem sutiã, e eu só com um moletom mas sem cueca.
O que fazemos é simples: a gente fica no banco de trás do carro, eu com o moletom abaixado, sentado quase na ponta do banco, para dar espaço pra minha irmã sentar em cima da minha pica. Depois disso, minha irmã só precisa ficar de joelhos no banco olhando pra mim, com minhas pernas e minha pica entre as pernas dela, ou seja, algo como foder. Com o cara deitado de barriga pra cima, enquanto a mulher monta nele e senta, mas nesse caso, com o cara sentado.
Alguns dias a gente levanta os vidros do carro, e como ele é insonorizado, também não chama muita atenção, mas mesmo assim a gente continua correndo o risco de alguém passar na rua e nos ver.
Porém nesse dia, como em alguns outros, a gente resolveu deixar os vidros de trás abaixados. Eu e minha irmã estávamos muito excitados. Pra preparar esse dia, a gente tinha transado quase até gozar umas 1 hora antes de ir pro carro, então a gente só chegou, eu sentei e minha irmã se ajoelhou no banco com minhas pernas entre as dela.
Assim que ela fez isso, coloquei as mãos por baixo da minissaia dela pra pegar a bunda durinha dela. Depois de apertar as nádegas dela por alguns segundos, levantei ela pra colocar a buceta dela mais ou menos na altura da minha pica. Depois disso, ela geralmente precisa ajustar os joelhos um pouco mais pra perto de mim, pra quando a gente foder, ela conseguir quicar bem na minha pica e meter até o fundo da buceta dela, sentindo assim como meus ovos já cheios de porra batem nos lábios da buceta dela cada vez que ela senta na pica (ela adora isso). Depois disso, ela só levanta um pouco os joelhos, e eu guio minha pica até a entrada da buceta dela, aí quando ela desce de novo, o efeito é que minha pica penetra até o fundo.
Assim que coloquei a pica na entrada da buceta dela, e minha irmã sentiu, ela se jogou pra baixo com força. Na hora, minha irmã já tava sentada nos meus ovos, porque minha pica furou ela de uma vez, já que a buceta dela tava muito molhada, porque eu tinha deixado ela quase gozando uma hora antes em casa. Por causa de como minha irmã tava excitada, assim que ela sentou na minha pica, o corpo inteiro dela começou a tremer. Já percebi que isso acontece com minha irmã quando eu tô fodendo ela e deixo ela na beira do orgasmo. gozar e continuamos fodendo depois de um tempo, como tinha acontecido agora (embora isso não acontecesse com minha mãe), a questão é que quando isso acontece com minha irmã, me dá uma mistura de excitação e ternura, então quando acontece, sempre a puxo para perto e abraço sentindo seus tremores. Ficamos ali quase 1 minuto abraçados, com minha irmã com o corpo todo tremendo enquanto estava sentada com meu pau dentro.
Logo, conforme os tremores iam sumindo, senti minha irmã me dar um beijo no rosto. Sei que talvez vocês pensem que sou maluco, primeiro pareço um tarado fodendo minha mãe e irmã, e agora dizendo o que vou dizer, a questão é que naqueles momentos, sei que amo minha irmã, que estou completamente apaixonado por ela, e que faria qualquer coisa por ela. Quando ela me beijou, só consegui ficar extasiado olhando a beleza da natureza que estava sentada em cima de mim, não só fisicamente, mas como pessoa, como mulher, a sentia completamente minha e me sentia completamente dela, e sei que ela sente o mesmo por mim.
Minha irmã se endireitou de novo, sentada no meu pau, e eu já sabia que ela estava pronta pra continuar. Minha irmã ficou me olhando fixamente com seus olhões verdes, sua cabeleira, e aqueles lábios carnudos me dando um sorriso, enquanto mexia a pélvis em círculos, fazendo meu pau se mover em círculos enquanto continuava dentro da buceta dela até o fundo, e então minha irmã, tão excitada que estava, não aguentou mais e teve que começar a pular em cima do meu pau, precisava desesperadamente sentir meu pau percorrendo repetidamente a boceta dela, sentindo como meu pau pressionava as paredes vaginais dela.
Conforme minha irmã começou a pular em cima de mim, começou a fazer aquele gemido característico dela que me deixa louco (aquele gemido/grunhido/gutural dela, não sei como explicar).
- EVA: aahhhh meu irmãozinho me fodeeeee arrrrrggggghhhhhh! foooo fooooodeeehhhh aaarrrggghhhh
- JAVIER: ummmmm uhhhhh ummmm uhhhhhh
- EVA; aaarrrrgggghh! tô com a buceta pegando fogo ooaaah mesmo assim siiiintooo o ufff arrgggh! o caaallor do teu pau percorrendooo aaaahhhh ahhhh minha bucetaaaahhh ahh aarrgggghh!
- JAVIER; ufff ahhhh uffff siiintooo a umidadeee ahhhh uffff da sua buceta em volta do meu pauuu aaaarrrggh! uffff ahhhhh!
Logo os gemidos da minha irmã começaram a subir de tom, com os vidros fechados, ninguém teria ouvido nada, mas de repente Pedro, um vizinho nosso do andar de cima, espiou um pouco escondido pra ver o que rolava, eu percebi, mas fingi que não vi.
Eu tinha certeza de que ele já sabia quem era a mina do carro, porque a cabeleira da minha irmã é inconfundível, mas ainda não tinha certeza se ele sabia quem eu era.
Minha irmã, quicando em cima de mim, de joelhos me encarando, os peitos dela passavam direto pra cima e pra baixo na minha cara, então resolvi dar um passo a mais e simplesmente tirei a camisa que ela tava usando pra deixar os peitos dela à mostra. Assim que fiz isso, comecei a chupar as tetas dela uma por uma, saboreando os mamilos maravilhosos, isso me deixou louco. Minha irmã me agarrou pelos cabelos e começou a esfregá-los, empurrando minha cabeça contra os peitos dela, enquanto apertava os dentes e os sons guturais dela ficavam cada vez mais fortes, e tudo isso enquanto eu continuava penetrando ela, sentindo cada vez que ela se levantava, como a entrada da buceta dela apertava cada centímetro do meu pau, como se fosse um chupão, pra depois sentar em mim de novo e sentir toda a buceta dela no meu ser.
- JAVIER; Evitaaahhh aahhh, Pedroo o vizinho de cima tá nos vendo aahhhhh uuuhhhhh.
Minha irmã, depois de saber disso, com o tesão que sentiu, percebeu que já tava quase gozando, quase gritando ela disse entre gemidos;
- EVA; Irmãozinhooo argggg me fodeee do jeito que você sabeee hasss ahhhh hassss que sua irmãzinhaaahhggg gozaaaaa AAAARRGGGGHHHHHHH!
- JAVIER; ahhhhh Evitaaaa, ahhhhhggg que apertadinhooo cê tem a bucetaaaarrgg, nãooo se preocupa que vou ahhh ah fazer que ufff ufff vocêêê goza arrhuuff
- EVA; siiii siiii sinto aaarrrrgghhhhhh AAAARRRRRGGGGGHHHH! sinto comooo você me perfuraa, ahhh AAAARGGGGHHH!, faz que arrgg faz queee eu gozaaaaaa aaaaarrAAARRRGHHH!
Depois de ouvir tudo isso, meu vizinho sabia perfeitamente quem eu era, comecei a encará-lo fixamente enquanto minha irmãzinha e eu começávamos a foder como bestas, quando ele percebeu que eu tava olhando, notei como ele se assustou enquanto se virava e começava a ir embora, com certeza ouvindo os choques entre nossos corpos, porque do jeito que a gente tava se embatendo o som era muito forte. Como sempre faço quando vou começar a foder minha irmã desse jeito, peguei seus longos cabelos com minha mão e puxei pra trás, é como um símbolo de domínio que sinto fazendo isso, e minha irmã gosta de se sentir dominada por mim enquanto como ela pra levar ao orgasmo.
O carro tava pulando literalmente, enquanto eu começava a dar na minha irmã a fodida que ela precisava pra gozar.
Conforme minha irmã ia se aproximando do orgasmo com minhas estocadas, ela começava a soltar seus gemidos/rugidos cada vez mais alto, tenho certeza que mais de uma vez, algum vizinho, depois de ouvir minha irmã no carro, e ver o carro pulando, ficou olhando e nos viu sair os dois de lá, então com certeza já tem mais de um que já nos viu.
- EVA; ahhhhhhhgggggg AHHHGGGGGHHAHRRRRR! irmãozinhooooooo tô preparadaaaaaa, goza comigoooo!
- JAVIER; irmãzinha uffff ufffff ufff ufff minha ninfa ufff ufff se prepara praaaahhh receber meu ahhhh meu semen
- EVA; siiiim siiiim, arrgggghhhhhhh! rggghhhhh! me engravidaaaa, FAZ UM FILHO EM MIM OHHHH irmãozinhooo aaargrggghhhhh! arrrgggghhhhhhh
Minha irmã gosta de me falar isso sempre que Vou gozar dentro dela, e mesmo que no futuro a gente não descarte isso, por enquanto ela toma a pílula anticoncepcional.
Aos poucos, comecei a sentir minha irmã perdendo o ritmo das minhas estocadas, perdendo o controle do corpo dela. Era maravilhoso ver ela, um corpo perfeito, com os peitos pulando pra todo lado enquanto ela se contorcia, aquela juba linda dançando pra cá e pra lá com os espasmos involuntários, e aqueles olhos verdes maravilhosos que não saíam dos meus olhos, no momento em que ela sentia que eu tava fazendo ela gozar. Naquela hora, sabendo que ela adora sentir meu pau cuspindo o sêmen bem no fundo da buceta dela, levantei meus quadris como pude, pra enfiar o pau na minha irmã o mais fundo que dava. Eu já tinha pegado o jeito, então logo, devagar, comecei a bater no fundo da buceta dela com a cabeça do meu pau. Nós dois já estávamos prontos pra gozar.
- JAVIER: uuuuarrrgghhh! uffffff! tô goooozandoooohhh ahhh ufff minha ninfetarrrggh
- EVA: arrrgghhhhh! arrgghhhh! eu tammbééémm arrgghhhh aarrrgghhhh! queridoo
- JAVIER: UHHHHHH! AHHHHHH AAHHHHHUUUHHHHHH! arrrrrrrhhhhhhhhhhhhhh!
- EVA: ARGGHHHHHHARRRHHHHH! ARRRGGGGHHHAAARRGGG! ARGGHHHHHHARRRHHHHH! ARRRGGGGHHHAAARRGGG!
Nessa posição, era mais difícil manter meu pau no fundo da minha irmã, embora quando ela percebia que eu não conseguia segurar ali, ela fazia de tudo pra se aproximar de mim, mesmo que nem sempre conseguisse, por causa dos movimentos compulsivos incontroláveis quando ela goza.
Finalmente minha irmã começou a gozar, e assim que senti as contrações da buceta da minha irmã no meu pau, não aguentei mais e comecei a soltar sêmen dentro da minha irmã, o que aumentou a força do orgasmo dela.
Deus, ter estado prestes a gozar uma hora atrás e não conseguir até agora, e claro, somando que durante essa hora, a gente ficou excitado com uns amassos aqui e ali, fez com que não parei de jorrar porra com muita força, e minha irmã podia sentir como um após o outro, os jatos batendo na buceta dela. Nessa hora, eu tento pressionar meu pau, além de ir pro fundo da minha irmã, um pouco em direção ao cu dela (ou seja, mesmo estando dentro da buceta da minha irmã, pressionar meu pau na direção do cu, assim ela sente a parte de baixo da base do meu pau com mais força na entrada da buceta dela). Então, quando os jatos de porra começam a sair do meu pau, ao passar primeiro pela parte de baixo da base e essa área estar pressionando forte a entrada da buceta dela, minha irmã me disse que consegue sentir os jatos de porra recém-saídos das minhas bolas passando pela base do meu pau, até chegar na cabeça e sair disparados pra dentro da buceta dela, e ela diz que isso a excita pra caralho.
Como sempre, minha irmã adora provar minha porra da buceta dela, então quando comecei a tirar meu pau, ela começou a pegar a porra que ia saindo. Nessa posição, sai bem mais porra da buceta dela do que deitados, e às vezes até enchemos o banco do carro, mas a gente nem liga porque isso nos excita ainda mais.
A parada é que, conforme a cabeça do meu pau ia saindo pela entrada da buceta da minha irmã, começou a sair mais e mais líquido da buceta dela. Aí, vendo que dessa vez tinha sido uma gozada bem grande, peguei com minhas mãos a bunda da minha irmã e, de surpresa, enquanto pressionava ela contra meu pau, levantei meu quadril para empalar minha irmã de novo até o fundo.
- EVA: ahhhhhh mmmmmmmmmmmmm sshshshslurp mmmmmmmmaahhhh
- JAVIER: uhhggggggaaahhhh ahhhh!
Nós dois sabíamos que estávamos prontos pra foder de novo, mas de outras vezes que aconteceu a mesma coisa no carro, sabíamos que agora era hora de nos limpar um pouco, e depois, uma vez em casa, faríamos amor de novo na nossa cama.
Então, ainda segurando minha irmã pela bunda... Cu, virei ela, pra deixar ela de barriga pra cima no banco, enquanto ela colocava as pernas em volta da minha cintura, aí comecei a tirar meu pau da buceta da minha musa devagar.
- JAVIER; uffff mmmmm
- EVA; mmmmm meu amoooorrr ahhhhh
Nessa posição, mesmo ainda saindo porra, era bem menos do que com minha irmã sentada em cima de mim. Minha irmã ia pegando a porra que saía conforme eu tirava o pau, com um dos dedos, e ia engolindo depois de saborear na boca dela. Finalmente, tirei meu pau completamente da minha irmã, e vendo os peitos lindos dela, olhando pro céu, totalmente durinhos, e com os bicos inchados, decidi que queria chupar eles, com o tempero do gosto do mel da minha irmã misturado com minha porra. Então, resolvi primeiro me encharcar de todo o cheiro da buceta da minha irmã, me coloquei entre as pernas dela e me abaixei pra passar minha língua por toda a extensão dos lábios da buceta dela, de baixo pra cima, engolindo todo o mel que tava concentrado ali, até minha língua chegar no clitóris dela. No momento em que minha língua roçou nele, minha irmã levantou a bunda contra minha boca, toda excitada.
- EVA; ahhhhh mmmmmmmm
- JAVIER; porra uufff, Eva, vamos terminar aqui rápido e ir pra nossa cama, que dá pra ver que a gente precisa de novo.
Mesmo em alguns minutos na minha casa a gente poder fazer o que quisesse de novo, não queria largar o carro sem chupar os bicos da minha irmã, como já tinha planejado. Então sentei na barriga dela, pra depois colocar meu pau entre os peitos dela, e aí pegar as tetas dela com minhas mãos e fazer uma semi-cubana, porque só queria encharcar os peitos dela com os sucos que tinha no meu pau. Não apertei muito os peitos, pra porra que tava na parte de cima do meu pau não grudar neles, porque isso eu tava guardando pra minha irmãzinha. Quando vi que tudo tava pronto, me coloquei um Um pouco mais pra baixo, pra começar a chupar os peitos da minha irmã. Fui limpando todos os peitos dela, pra depois começar a mamar como um bebê faminto, de um mamilo pro outro.
- EVA: ahhhh você gostaaa ehhhh mmmmm
Enquanto eu chupava os peitos da minha irmã, ela começou a pegar os restinhos de sêmen que ainda tinha entre os lábios da buceta, mas com a excitação que eu tava causando nela chupando os peitos dela, quando ela percebeu, já tava com os dedos esfregando o clitóris, ao mesmo tempo que começava a mexer a cintura.
- EVA: mmm ahhh mmm ahhhhh
- JAVIER: mmmm Evitaa, melhor eu parar de te excitar mais aqui no carro, minha princesa.
Embora quisesse que a gente fosse pra casa logo, depois de ter provado os peitos da minha irmã, eu sentei em cima dela, pra dar à minha irmã a porção que eu tinha guardado no meu pau, então enfiei ele na boca dela, e ela começou a chupar igual eu fiz com os peitos dela, como uma menina faminta. A boca dela tava pegando fogo, e eu sentia a respiração dela envolvendo todo o meu pau.
(A verdade é que, se eu continuava fazendo coisas com a minha irmã, era porque eu também tava muito excitado de novo, então enquanto minha mente dizia pra gente ir logo pra cima pra foder minha mulher na cama, onde a gente podia ficar mais à vontade, por outro lado eu não conseguia me segurar de continuar brincando no carro com a minha irmãzinha linda).
- EVA: gulp mmmm fff
- JAVIER: arrhhhhhggg! meuuu deeeus!
Depois de deixar meu pau limpinho, achei que o melhor era parar por ali, então me coloquei em cima dela, pra dar um beijo de língua enquanto sentia o corpo todo dela debaixo do meu, e claro, aconteceu o que tinha que acontecer: minha irmã, depois de sentir meu pau em cima da buceta dela, com muita experiência e de surpresa, em duas mexidas de cintura, já tinha meu pau completamente enfiado dentro da vagina dela de novo, onde pude sentir como a minha ninfa tava quente e molhada de novo, e sentindo na cabeça do meu pau todo o sêmen acumulado lá da minha gozada anterior.
Minha irmã Então, com um sorrisinho safado, ela me encarou com aqueles olhos verdes.
- EVA: Meu amor ahh, vamooo pra nossa camaaa haha
- JAVIER: É uggggg acho que a gente precisa de outra sessão kkkkk
Enquanto falávamos isso, tirei meu pau de novo da buceta da minha irmã, sem deixar de soltar gemidos dos dois lados. A gente tava muito excitado de novo e queria chegar logo no nosso quarto.
Depois de nos preparar pra sair do carro, minha irmã falou uma frase que sabia que me deixava louco e que costumava dizer depois que a gente transava.
- EVA: Ahhh Javier, que delícia, ainda sinto a maior parte da sua porra lá no fundo da minha ppk, que quente que tá!
Eu sabia que era verdade, porque tinha acabado de sentir no meu pau.
Depois disso, saímos do carro como se nada tivesse acontecido, sem pressa, pra garantir que se algum vizinho estivesse olhando, soubesse quem a gente era.
FINAL:
Pra finalizar, só vou contar a situação atual em que a gente tá e esperamos ficar pra sempre.
Se eu coloquei no começo dessa última parte "nos próximos 3-4 anos", é porque até lá, eu ainda transava tanto com minha irmã quanto com minha mãe (embora sempre bem mais com minha irmã, que como já falei nas minhas experiências, é minha verdadeira e única ninfa).
Enquanto nesses 3-4 anos, talvez por machismo, minha irmã não "ligava" que eu transasse com minha mãe também (se coloco entre aspas, é porque no fundo ela não gostava), eu jamais teria permitido que minha irmã transasse com outros caras.
A questão é que depois desses 3-4 anos, tanto eu quanto minha irmã conversamos com minha mãe e dissemos que a gente queria continuar nosso relacionamento como um casal, então minha mãe não podia mais participar das nossas transas.
Tenho certeza (e ela mesma me disse) que minha mãe entendeu, porque desde sempre ela soube que eu suspirava pela minha irmã, minha ninfa, minha elfa, meu amor.
A questão é que Faz uns 2 anos que eu e minha irmã não paramos de continuar com nossos joguinhos e tudo o que a gente faz, só que agora a gente vive como um casal formal e fechado. E, como tal, já temos nossa própria casa, pensando no nosso futuro e no dos nossos possíveis futuros filhos (como já escrevi na experiência com minha irmã no carro, ela toma anticoncepcional por enquanto, mas não descartamos ter filhos no futuro).
ESCLARECIMENTO:
Coloquei essa "parte" aqui pra esclarecer uma coisa.
Qualquer um pensaria, depois de ler essas duas últimas experiências, que a gente é um bando de antissocial ou algo assim, que não liga pros outros. Só queria deixar claro que tanto meus pais quanto os parentes e amigos mais próximos já sabem que eu e minha irmã somos um casal estável. E é por isso que, na real, o que os outros pensam não faz a menor diferença pra gente. Aliás, quem não vê isso com bons olhos, mais motivo ainda pra gente se importar menos.
Por último, só queria esclarecer que, se escrevi essas experiências aqui, foi porque pensei que vocês iam gostar de conhecer algumas das mais picantes que a gente já teve (como já disse, daria pra escrever um livro depois desses anos todos). Mas isso não quer dizer que toda a nossa relação seja assim. Garanto que é difícil encontrar um casal que se dê tão bem, que se trate com tanta doçura, respeito e amor como a gente faz, e acho que sermos irmãos ajuda nisso.
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