O clima na sala ficou pesado, carregado de uma tensão que os dois tentaram ignorar por semanas. Tudo tinha começado algumas horas antes, quando o Will, dominado pela eletricidade que ficou suspensa no ar depois do último encontro deles, não conseguiu se segurar mais e mandou uma mensagem direta pro celular dela:Rouse, preciso falar com você. Não consigo parar de pensar no que rolou na cozinha.Para a sorte dela, naquele dia a filha da Rouse não estava em casa, o que abria uma janela de privacidade que raramente tinham. Aliviada pela ausência de testemunhas, mas com o coração disparado, Rouse o recebeu na porta assim que ele chegou. Não precisaram de palavras na entrada; com um olhar cúmplice e nervoso, ela pegou na mão dele e o levou direto pra sala, fechando o mundo lá fora.
Ao cruzar a porta, ela se fechou com um clique definitivo que pareceu quebrar o último resquício de autocontrole deles. Ficaram parados na penumbra da sala por um segundo que pareceu eterno, absorvendo o silêncio absoluto da casa vazia. Will não esperou; soltou um suspiro pesado, largou a jaqueta numa poltrona perto e se aproximou dela com passos firmes. Rouse, sentindo o tremor nas próprias mãos, recuou devagar até que a borda do sofá interrompeu seu caminho. Com uma mistura de timidez e desejo absoluto, ela se sentou, deixando Will se ajoelhar parcialmente entre as pernas dela e se inclinar sobre ela, buscando logo o contato físico que tanto precisava.
Will continuava ali, agora com a cabeça apoiada com força contra o peito dela, procurando um refúgio que só ela parecia capaz de dar. O murmúrio da cidade sumia lá fora, deixando só o som das respirações deles, que ficavam cada vez mais rápidas e altas no silêncio do quarto.
Rouse passou os dedos pelo cabelo escuro de Will, um gesto mecânico, mas cheio de uma ternura que a assustava. Sentia o calor da pele do garoto através do tecido do vestido jeans dela, uma pressão constante que acelerava as próprias batidas do coração. O peso de Will sobre ela não era só físico; era a realização de uma fantasia proibida que os dois tinham alimentado em segredo desde aquele instante na cozinha.
— Will... você não devia estar aqui — sussurrou ela, com a voz trêmula de emoção, embora as mãos dela não parassem... O menor esforço para afastá-lo, mas ele se enterrava ainda mais na nuca dela —. Minha filha... isso não está certo, estamos cruzando uma linha da qual não poderemos voltar.
Will não se mexeu. Pelo contrário, agarrou-se ainda mais à cintura dela, afundando o rosto com desespero no calor do decote, aspirando o aroma de madeira, suor suave e perfume maduro que sempre a acompanhava e que o enlouquecia.
— Não me importa, Rouse... não fala de mais ninguém agora — pediu ele com a voz abafada, tremendo contra o corpo dela —. Você é... tão real. Sinto que queimo por dentro toda vez que te vejo. Contigo, todo o barulho desaparece e eu só quero me perder aqui.
— Olha pra mim, Will... — pediu ela num sussurro, buscando os olhos dele —. Tem certeza do que está fazendo? Olha bem pra mim, já não sou mais uma mocinha.
— É exatamente isso que me enlouquece, Rouse. Você é perfeita — respondeu ele, com o olhar aceso de desejo.
A barreira da culpa cedeu de vez diante da necessidade mútua e do tesão do proibido. Com um movimento lento, mas decidido, as mãos de Will subiram pelos ombros de Rouse, encontrando as alças do vestido. Não houve pressa, só uma urgência silenciosa e magnética. Com um empurrão suave, o tecido de jeans cedeu para baixo, deslizando pelos braços dela e deixando à mostra o calor da pele madura, revelando a redondeza firme e generosa dos peitos dela, que se derramavam livres diante do olhar fascinado do jovem.
Rouse soltou um suspiro trêmulo, um gemido baixo que tentou abafar, fechando os olhos quando sentiu o ar fresco da sala roçar a pele nua, seguido imediatamente pelo calor avassalador das mãos de Will. Ele acariciou os seios dela com uma mistura de reverência e posse, apertando de leve, maravilhado com a textura macia e a opulência das formas dela. O contraste entre a pele jovem e firme das mãos dele e a maturidade provocante dela acendeu ainda mais o erotismo do momento.
— Deus, Rouse... você é Gostosa —murmurou Will, com os olhos fixos na beleza generosa que se desdobrava diante dele, se deliciando com a visão do peito dela exposto na penumbra da sala.
— Will... você me faz sentir viva, mas isso é loucura... — confessou ela, ofegante, enquanto sentia os dedos dele percorrerem sua pele.
Will não respondeu com palavras. Inclinou-se por completo, e quando seus lábios finalmente roçaram a pele nua, Rouse prendeu a respiração, arqueando as costas. O contato se tornou profundamente íntimo e carnal; ele começou a percorrer a curva dos seios dela, saboreando o calor da pele com uma lentidão deliberada, usando os lábios e a língua para delinear cada contorno, curtindo cada centímetro como se fosse o elixir mais sagrado e proibido do mundo.
Um arrepio elétrico percorreu as costas de Rouse. Ela perdeu o controle e enterrou com força os dedos no cabelo de Will para guiá-lo, pressionando-o mais contra o peito dela, esquecendo por completo as promessas, o passado, a namorada dele e qualquer vestígio de sanidade. Naquele instante, naquela sala vazia e silenciosa, o morbo do oculto e a intensidade do desejo consumaram um encontro que já era impossível de parar.
Ao cruzar a porta, ela se fechou com um clique definitivo que pareceu quebrar o último resquício de autocontrole deles. Ficaram parados na penumbra da sala por um segundo que pareceu eterno, absorvendo o silêncio absoluto da casa vazia. Will não esperou; soltou um suspiro pesado, largou a jaqueta numa poltrona perto e se aproximou dela com passos firmes. Rouse, sentindo o tremor nas próprias mãos, recuou devagar até que a borda do sofá interrompeu seu caminho. Com uma mistura de timidez e desejo absoluto, ela se sentou, deixando Will se ajoelhar parcialmente entre as pernas dela e se inclinar sobre ela, buscando logo o contato físico que tanto precisava.
Will continuava ali, agora com a cabeça apoiada com força contra o peito dela, procurando um refúgio que só ela parecia capaz de dar. O murmúrio da cidade sumia lá fora, deixando só o som das respirações deles, que ficavam cada vez mais rápidas e altas no silêncio do quarto.
Rouse passou os dedos pelo cabelo escuro de Will, um gesto mecânico, mas cheio de uma ternura que a assustava. Sentia o calor da pele do garoto através do tecido do vestido jeans dela, uma pressão constante que acelerava as próprias batidas do coração. O peso de Will sobre ela não era só físico; era a realização de uma fantasia proibida que os dois tinham alimentado em segredo desde aquele instante na cozinha.
— Will... você não devia estar aqui — sussurrou ela, com a voz trêmula de emoção, embora as mãos dela não parassem... O menor esforço para afastá-lo, mas ele se enterrava ainda mais na nuca dela —. Minha filha... isso não está certo, estamos cruzando uma linha da qual não poderemos voltar.
Will não se mexeu. Pelo contrário, agarrou-se ainda mais à cintura dela, afundando o rosto com desespero no calor do decote, aspirando o aroma de madeira, suor suave e perfume maduro que sempre a acompanhava e que o enlouquecia.
— Não me importa, Rouse... não fala de mais ninguém agora — pediu ele com a voz abafada, tremendo contra o corpo dela —. Você é... tão real. Sinto que queimo por dentro toda vez que te vejo. Contigo, todo o barulho desaparece e eu só quero me perder aqui.
— Olha pra mim, Will... — pediu ela num sussurro, buscando os olhos dele —. Tem certeza do que está fazendo? Olha bem pra mim, já não sou mais uma mocinha.
— É exatamente isso que me enlouquece, Rouse. Você é perfeita — respondeu ele, com o olhar aceso de desejo.
A barreira da culpa cedeu de vez diante da necessidade mútua e do tesão do proibido. Com um movimento lento, mas decidido, as mãos de Will subiram pelos ombros de Rouse, encontrando as alças do vestido. Não houve pressa, só uma urgência silenciosa e magnética. Com um empurrão suave, o tecido de jeans cedeu para baixo, deslizando pelos braços dela e deixando à mostra o calor da pele madura, revelando a redondeza firme e generosa dos peitos dela, que se derramavam livres diante do olhar fascinado do jovem.
Rouse soltou um suspiro trêmulo, um gemido baixo que tentou abafar, fechando os olhos quando sentiu o ar fresco da sala roçar a pele nua, seguido imediatamente pelo calor avassalador das mãos de Will. Ele acariciou os seios dela com uma mistura de reverência e posse, apertando de leve, maravilhado com a textura macia e a opulência das formas dela. O contraste entre a pele jovem e firme das mãos dele e a maturidade provocante dela acendeu ainda mais o erotismo do momento.
— Deus, Rouse... você é Gostosa —murmurou Will, com os olhos fixos na beleza generosa que se desdobrava diante dele, se deliciando com a visão do peito dela exposto na penumbra da sala.
— Will... você me faz sentir viva, mas isso é loucura... — confessou ela, ofegante, enquanto sentia os dedos dele percorrerem sua pele.
Will não respondeu com palavras. Inclinou-se por completo, e quando seus lábios finalmente roçaram a pele nua, Rouse prendeu a respiração, arqueando as costas. O contato se tornou profundamente íntimo e carnal; ele começou a percorrer a curva dos seios dela, saboreando o calor da pele com uma lentidão deliberada, usando os lábios e a língua para delinear cada contorno, curtindo cada centímetro como se fosse o elixir mais sagrado e proibido do mundo.
Um arrepio elétrico percorreu as costas de Rouse. Ela perdeu o controle e enterrou com força os dedos no cabelo de Will para guiá-lo, pressionando-o mais contra o peito dela, esquecendo por completo as promessas, o passado, a namorada dele e qualquer vestígio de sanidade. Naquele instante, naquela sala vazia e silenciosa, o morbo do oculto e a intensidade do desejo consumaram um encontro que já era impossível de parar.

Todas as minhas histórias são relatos da minha vida, se você gostar, me avisa pelos seus comentários e pontos. Faço isso com muito prazer em compartilhar com vocês o que uma mulher madura já viveu.
Atenciosamente, Rouse Milf Xalapa
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