Feminização e inversão de papéis

A Belén é minha amiga, já conhecia ela de antes, mas a gente começou a se dar melhor na quarentena porque ficamos juntos num hotel e rolou um monte de coisa, incluindo isso aqui:O Hotel da QuarentenaNão precisa ler para entender essa história, mas foi uma fase bem hot da minha vida.

Agora tô numa situação bizarra: casado com a Eve, que mora na Europa, e os dois namorando a Martina, que mora nos EUA. Amo as duas, são o melhor da minha vida. Temos um relacionamento aberto quando estamos separados. A gente se atualiza com videochamadas quentes.

Voltando pra Belém. Ela tem 34 anos, 1,75m, só um pouco mais alta que eu, morena de olhos azuis, as tetas enormes que tinha na época ela reduziu um pouco (teve uma treta com um dos implantes), o que pra mim ficou bem melhor. Tem uma bunda bem formadinha, pequena, mas durinha, e o melhor: é bi, muito tarada e sem vergonha.

Faz uns 4 anos que não rolava nada com ela, a gente se via como amigos normais, sem privilégios. Eu casei e tal, e ela tá namorando outra gatinha, num relacionamento fechado, mas essa mina curte mais putaria do que eu e tá mais no fogo do que você que tá se tocando aí.

A gente se viu no aniversário do Maxi, um amigo em comum e dono do hotelzinho em Palermo. Conversamos pra caralho e ela me contou que com a namorada tá tudo bem, mas falta putaria na gatinha, que a namorada nunca propõe nada. Além disso, tem fantasias que não consegue realizar com outra mulher.
Aí perguntei e surgiu o papo de trocar de papéis, dela fazer de homem e um cara fazer de mulher.

Faltavam duas semanas pra uma festa à fantasia num sítio que outro amigo organizou pro aniversário dele. Uma festa majoritariamente gay. Combinamos de ir: eu fantasiado de gatinha, ela de homem, e ficar pra dormir lá.

Cheguei tarde, depois de um jantar em família. A primeira coisa que vejo é a Belém, vestida com uma camisa xadrez tipo lenhador, gorrinho de lã, uma calça jeans folgada, um coturno. Nem chego a cumprimentar e ela já tá pegando o aniversariante (vestido de Sininho) e o cara gritando "olha o macho que eu peguei". O que parecia uma cena bizarra acabou sendo mais uma do monte.
Cumprimentei Eles, mais uns dois e fui pro quarto me trocar com a Belén, que tinha trazido minha roupa. (Menos os tênis, que usei uns brancos)

B: Tira isso, você tá hétero demais pra essa festa.
S: Mas você não me quer promíscua.
B: Eu te quero piranha.

Tirei a camiseta e a calça jeans, ela me deu a saia dela e a camisa do colégio. Me deu um sutiã vermelho com enchimento, me enfiou uma peruca loira cacheada, pintou meus lábios de vermelho furioso, me maquiou bem de raposa.

S: Vou calçar os tênis e a gente sai pra festa.
B: Pera, falta algo pra você ficar mais piranha.
S: Que surpresa você me preparou?

Ela se abaixou e por baixo da saia tirou minha cueca, chupou um pouco minha rola até ela ficar dura.

B: Pronto, coloca isso.
S: Uma tanga?
B: Comprei especialmente pra você.
S: Você é uma filha da puta, Belén.
B: Obrigada, eu sei. Mas vestida assim me chamo Benito.
S: Benito Camela?
B: Toca ela pra você. — Pegou minha mão e levou até a virilha dela.
S: Você tá com uma cinturonga!
B: E você vai ser Sandra por essa noite.

Enfiei a tanga vermelha na bunda combinando com o sutiã, que obviamente aparecia. Apertava um pouco os ovos, me deixava inquieto, mas não me desagradava, me acostumei.
Me olhei no espelho, eu todo depilado e raspado, verdade que fiquei uma travesti gostosa pra caralho.

Saímos pra festa, bebemos, dançamos, morremos de rir, nos apresentávamos com nossos nomes daquela noite, Benito e Sandra, pegamos umas gostosas e uns caras. Fazia tempo que não me divertia tanto, precisava de uma festa tão liberal e de boa vibe assim.

B: Vem, Sandrinha, tô com vontade de você chupar bem minha rola no banheiro.
S: Vamos pro quarto, mais confortável.
B: Não entendeu, piranha, não falei que quero que chupe, falei que quero que chupe no banheiro.

Ela me puxou pela mão, me enfiou no banheiro, nos pegamos, eu sentia a rola de borracha dela contra a minha rola. Me deixou com muito tesão. Se é desconfortável ficar de pau duro de cueca, vocês não sabem o que é com uma tanga. thong, tive que puxar ela pro lado.
Ela me sentou no vaso, baixou o jeans.

B: Chupa minha pica, sua puta. Chupa forte.

Comecei a chupar aquela pica de borracha, ela segurava minha cabeça e metia na minha boca. Com uma mão segurava a bunda dela e com a outra fui na buceta enfiar uns dedos. Ela não demorou nem um minuto pra gozar. Molhou minha mão inteira.

B: Agora sai, vou fazer xixi. Me espera lá fora, Sandrita.

Ela abriu a porta, tinha gente esperando e eu saí, olhei pra minha saia, dava pra ver a pica dura. Todo mundo tinha notado.

A situação toda me excitou, sermos vistas, tudo.
Continuamos na festa, mais ou menos a mesma coisa até acabar, fomos pro quarto, sentei na cama, Belén tirou o jeans e me tirou a thong, sentou em cima de mim e começamos a beijar, a nos tocar, sentir o consolo contra minha pica me deixava louca.

Ela me deitou na borda da cama, lubrificou um dedo na buceta dela, se abaixou apoiando minhas pernas nos ombros dela e começou a me chupar e a enfiar o dedo no meu cu.

B: Sandrita, me avisa quando você estiver perto de gozar.
S: Tô perto.
B: Que puta que você é.

Ela me deixou na beira de gozar e parou de me chupar, tirou o dedo do meu cu.
Me colocou na posição tipo exame ginecológico, passou muito lubrificante na pica de borracha e começou a arrombar meu cu olhando nos meus olhos.

B: Que puta que você se mostrou, tão machinho que parecia.
S: Toda puta pra você. — Tentei pegar na minha pica pra me masturbar.
B: Não, meu amor, não pode se tocar, não quero que você goze assim.
S: Preciso gozar. Não aguento mais.
B: Tá bom, então senta em cima de mim.

Ela se deitou de barriga pra cima, sentei naquela pica de borracha enfiando tudo no meu cu, fiquei uns segundos assim pra acostumar a bunda, não era grande, mas não tinha entrado tanto antes. Aproveitei pra abrir a camisa dela e tirar os peitos pra fora do sutiã.

Comecei a me mexer devagar enquanto ela pegou na minha pica e, bem devagarinho, devagarinho, me... comecei a bater uma até que não aguentei mais e acabei enchendo a barriga dela de porra, os peitos, o sutiã, a camisa e até um pouco direto na cama.

Caí exausto do lado da minha amiga, que não tava disposta a terminar a noite ali.

B: Se recupera, amigo, agora a gente volta pros velhos tempos, quero essa pica dentro de mim.
S: Me dá uns minutos, Belu.
B: A gente tira a roupa e começa de novo.
S: Sim, mas não se limpa.
B: Cê é meio tarado, né?
S: Só do teu lado.

Ela tirou a cinturonga e a gente tirou toda a roupa, e ela começou a chupar minha pica, que ainda tava super sensível. Decidi melhorar tudo e ganhar tempo.

S: Amiga, veste o uniforme do colégio.
B: A camisa e a saia?
S: Sim, mas não abotoa a camisa.
B: Cê é mais tarado que eu.
S: E você é bem vadia e obediente.
B: Bom, por isso a gente tá aqui.
S: Pra foder.

Ela virou a colegial mais vadia do mundo e voltou a chupar minha pica, que dessa vez tava pronta e com vontade de ser chupada.
Subiu na hora.

S: Agora é tua vez de montar em mim.
B: Exatamente o que eu tava afim.

Ela subiu em cima de mim e começou a se mexer com força de uma vez, a saia dela levantava quando descia e eu podia ver como a buceta dela engolia minha pica, os peitos dela estavam descontrolados se mexendo no ritmo da sentada, explodindo pra fora da camisa, minha vista era linda.
Acho que não demorou nem 2 minutos pra ela gozar, me encharcou até os ovos, ela se deitou em cima de mim apoiando o corpo dela todo leitado por mim antes.

B: Vem você por cima.

Enquanto a gente trocava pra posição missionário, peguei a bolsinha de brinquedos que ela tinha trazido e inspecionei pra ir pensando no próximo passo.
Começamos no missionário, bem devagar pra ela voltar a entrar no ritmo.
Já falei isso, mas eu amo como os peitos dela balançam quando fode, ficaram perfeitos pra esse show.
Virei ela, enquanto chupava o cu dela, peguei um plug anal, enchi de lubrificante e enfiei dentro.
Subi em cima dela e voltei a encher a buceta dela. de cock enquanto eu movia o plug pra ir preparando ela mais.
Uma imagem linda, meu cock entrando na pussy dela, o cu com o plug enfiado e a bunda com a saia curta, imagino isso e meu cock fica duro igual tava naquele momento.

Tirei o plug, joguei lubrificante no cu dela e no meu cock, devagarinho, devagarinho fui enfiando, bem devagar, mas sem parar até entrar tudo. Se a imagem anterior era linda, essa era uma obra de arte. Comecei a me mover assim, devagar, como se tivesse sentado nas coxas dela, ela com as pernas fechadas.

Belu começou a gemer como nunca tinha ouvido antes, apertava os olhos, sentia aquela mistura perfeita de prazer temperada com uma pitada de dor que foi sumindo aos poucos.

Deitei sobre ela pra sentir melhor a bunda em cada estocada, não demorei muito pra gozar. Tirei o cock e joguei tudo no cu dela e na saia, deitei sobre ela, viramos e dormimos de conchinha.

Quando acordamos, o quarto tava uma bagunça, a gente muito pior, mas tudo tinha valido a pena.

5 comentários - Feminização e inversão de papéis

Muy caliente. Que ellas te la pongan es una experiencia insuperable.