Gonzalo chegou na minha casa lá pras 10 da manhã de quarta. Eu tava sozinha, esperando ele pra consertar a parte elétrica de um abajur no quarto. Assim que ele chegou, já vi que ele tava meio largado, meio sujo e todo desarrumado. Sinceramente, não dei bola. Levei ele até o quarto e mostrei o defeito do abajur. Sem muita conversa, ele começou a trabalhar.
Deixei ele quieto e fui pra cozinha, tava morrendo de vontade de um café bem forte. Enquanto tomava o café, lembrei que na noite anterior tinha transado com meu marido e que provavelmente tinha deixado a calcinha fio dental largada por ali, em algum canto do quarto. Tentei disfarçar ao máximo e me aproximei pra ver se o Gonzalo precisava de algo. E pra minha surpresa, quando entrei, ele tava com a calcinha na mão, cheirando ela. Assim que percebeu minha presença, apertou a calcinha na mão pra esconder. Fiquei morrendo de vergonha, mas aí ativou o modo puta, e como se nada me segurasse, falei pra ele que se gostasse, podia ficar com ela, mas que eu tinha outras mais bonitas e menores... Ele ficou vermelho, paralisado, tava excitado, pelo menos era o que mostrava a ereção que dava pra ver no moletom que ele tava usando.
Não consegui evitar de olhar, parecia que ia rasgar aquele moletom. Me aproximei e passei a mão na bochecha dele, como quem perdoa uma travessura de criança, sem pedir permissão, toquei bem no volume e olhei fixo pra ele. Acho que minha cara de puta disse tudo, e ele só ficou em silêncio. Dei um passo à frente e me ajoelhei pra puxar o moletom e a cueca dele, e como uma mola, pulou a piroca, que já tava toda melada de líquido. Não liguei se tava limpa ou suja, enfiei na boca, chupei com força, queria tirar a porra dele e engolir logo. Ele segurou minha cabeça pra empurrar e fazer entrar mais piroca, eu engasgava e ficava mais excitada, me molhei toda, tava muito puta e tenho que admitir que tava adorando aquele pedaço de carne. Num gemido profundo, Gonzalo gozou e encheu minha boca. de porra que não evitei engolir e saborear. Continuei chupando ele pra deixar ele bem morto, mas o efeito foi o contrário e ele teve outra ereção, não dava pra acreditar, o cara já tava pronto pra continuar e não tinha passado nem 5 minutos da gozada.
Fiquei tesuda com isso, chupei ele com menos intensidade, porque queria sentir ele dentro do meu cu, é perfeito pro meu cu, então fiquei de quatro na cama e pedi pra ele me comer, mas pelo cu. Ele ficou atrás e, só com a lubrificação que tinha, encostou a cabeça da pica no bum e fui ajudando ele a empurrar pra ir entrando, até sentir ele todo lá dentro. Mal se mexia e eu sentia os ovos dele batendo nas minhas nádegas, enquanto com uma mão eu me tocava, me masturbava. A cada estocada, dava mais vontade de soltar um orgasmo. Quando não aguentei mais, pedi pra ele me comer com força e soltei um orgasmo que molhou até os lençóis. Ele, por sua vez, descarregou a porra no meu bum.
Quando a putaria passou, pedi pra ele me esperar que ia tomar um banho.
Mas quando saí, ele já não tava mais. Não sei se arrumou a lâmpada, o que sei é que ele arrebentou bem o meu cu…
Deixei ele quieto e fui pra cozinha, tava morrendo de vontade de um café bem forte. Enquanto tomava o café, lembrei que na noite anterior tinha transado com meu marido e que provavelmente tinha deixado a calcinha fio dental largada por ali, em algum canto do quarto. Tentei disfarçar ao máximo e me aproximei pra ver se o Gonzalo precisava de algo. E pra minha surpresa, quando entrei, ele tava com a calcinha na mão, cheirando ela. Assim que percebeu minha presença, apertou a calcinha na mão pra esconder. Fiquei morrendo de vergonha, mas aí ativou o modo puta, e como se nada me segurasse, falei pra ele que se gostasse, podia ficar com ela, mas que eu tinha outras mais bonitas e menores... Ele ficou vermelho, paralisado, tava excitado, pelo menos era o que mostrava a ereção que dava pra ver no moletom que ele tava usando.
Não consegui evitar de olhar, parecia que ia rasgar aquele moletom. Me aproximei e passei a mão na bochecha dele, como quem perdoa uma travessura de criança, sem pedir permissão, toquei bem no volume e olhei fixo pra ele. Acho que minha cara de puta disse tudo, e ele só ficou em silêncio. Dei um passo à frente e me ajoelhei pra puxar o moletom e a cueca dele, e como uma mola, pulou a piroca, que já tava toda melada de líquido. Não liguei se tava limpa ou suja, enfiei na boca, chupei com força, queria tirar a porra dele e engolir logo. Ele segurou minha cabeça pra empurrar e fazer entrar mais piroca, eu engasgava e ficava mais excitada, me molhei toda, tava muito puta e tenho que admitir que tava adorando aquele pedaço de carne. Num gemido profundo, Gonzalo gozou e encheu minha boca. de porra que não evitei engolir e saborear. Continuei chupando ele pra deixar ele bem morto, mas o efeito foi o contrário e ele teve outra ereção, não dava pra acreditar, o cara já tava pronto pra continuar e não tinha passado nem 5 minutos da gozada.
Fiquei tesuda com isso, chupei ele com menos intensidade, porque queria sentir ele dentro do meu cu, é perfeito pro meu cu, então fiquei de quatro na cama e pedi pra ele me comer, mas pelo cu. Ele ficou atrás e, só com a lubrificação que tinha, encostou a cabeça da pica no bum e fui ajudando ele a empurrar pra ir entrando, até sentir ele todo lá dentro. Mal se mexia e eu sentia os ovos dele batendo nas minhas nádegas, enquanto com uma mão eu me tocava, me masturbava. A cada estocada, dava mais vontade de soltar um orgasmo. Quando não aguentei mais, pedi pra ele me comer com força e soltei um orgasmo que molhou até os lençóis. Ele, por sua vez, descarregou a porra no meu bum.
Quando a putaria passou, pedi pra ele me esperar que ia tomar um banho.
Mas quando saí, ele já não tava mais. Não sei se arrumou a lâmpada, o que sei é que ele arrebentou bem o meu cu…
5 comentários - Fizeram aquela bunda em mim