Depois que nós dois reconhecemos que estávamos muito afim, um silêncio estranho nos deixou duros por alguns segundos (pra mim foram horas). A campainha da casa nos tirou do transe e do desconforto. Marisol se levantou e disse: "Já volto, vou ver quem é."
Da porta, ela gritou: "FABI, VIIIIIIIIIIII!" Eu me aproximei da porta e minha mãe estava parada na calçada. Mari me olhou e disse: "Sua mãe falou que vocês têm que ir pra casa do seu avô, que precisam levar ele na consulta com o médico. Como a gente tem uma hora e eles vão demorar, quando terminarmos não vai ter ninguém na sua casa."
Mãe: "O que você vai fazer? Vem com a gente, olha que vamos demorar umas 2 ou 3 horas pra voltar."
Eu: "E se eu for com vocês? Senão, onde eu fico quando terminarmos aqui?"
Marisol: "Olha, eu não tenho problema nenhum em você ficar aqui até seus pais voltarem. Eu cuido de você." (E me mandou um sorrisinho safado.)
Mãe: "Tem certeza, Mari? Já faz 3 horas que ela tá com você, não quero incomodar."
Marisol: "Não, de verdade. Eu fico sozinha até as 20:30, quando minha mãe chega. Meu pai volta lá pras 22:00. A gente já terminou a aula, vamos dar um mergulho na piscina e depois lanchar alguma coisa."
Mãe: "Bom, decide logo o que você vai fazer."
Nessa hora, Marisol me beliscou as costas por trás, sem minha mãe ver. Antes que eu respondesse, ela disse:
Marisol: "Pode ir tranquila, ela fica aqui."
Mãe: "Fabi, se você vai entrar na piscina, tira a cueca que é nova. Com o cloro, vai desbotar. Entra só com o short." E foi embora.
Entramos, voltamos pra mesa, nos olhamos e ficamos parados.
Marisol: "Guarda tudo na sua mochila e vamos pra piscina. Vou pegar duas toalhas."
Saí e ela já estava sentada na borda, com os pés pendurados na piscina, brincando com a água com os dedos. "Vem, senta aqui. Coloca os pés um pouco, a água tá fria."
Eu: "Preciso tirar a cueca."
Marisol: "Tira."
Eu: "Onde eu tiro?"
Marisol: "Tira aqui, eu não olho." E virou de costas.
Eu tirei rápido, vesti o short e deixei a cueca na espreguiçadeira. Quando sentei do lado dela, ela me olhou e sorriu. e me empurrou pra dentro da piscina quando eu saí de baixo d'água ela já tava em pé andando pras espreguiçadeiras tirei a água dos olhos e vejo ela pegando minha cueca
Marisol: agora é minha vez de roubar sua roupa íntima e pendura num dedo balançando de um lado pro outro
Eu: saio rápido da piscina e falo me dááá
Marisol: não fuck you nada estica e faz que vai vestir e fica parada nessa hora tiro da mão dela
Eu: é nova minha mãe me mata se rasgar
Marisol: senti uma coisa molhada quando ia vestir…
Eu: é onde molhou de tesão
Marisol: me mostra?
Eu: estico a cueca viro do avesso e a parte de dentro fica pra fora
Marisol: se estica e chega perto pra olhar toca desconfiada igual quando tocou a calcinha suja de porra passa os dedos no pano leva os dedos ao nariz cheira e depois limpa na sunga
Eu: por que cê cheira não tem cheiro de nada
Marisol: quando eu gozo e fico molhada tem um cheiro estranho
Eu: cheiro de quê
Marisol: sei lá estranho
Eu: bom você já cheirou o líquido da minha cueca agora é minha vez de cheirar tira a sunga que quero sentir
Marisol: cê é louco você tem o short eu tiro a sunga e fico pelada
Eu: ah mas aí não vale eu faço tudo que você manda
Marisol: nem louca tiro a sunga
Eu: e como a gente faz
Marisol: olha pro outro lado que junto com os dedos um pouco de líquido
Eu: beleza então… olho pra trás um pouco e escuto ela falar pronto…
Viro e ela tava com os dois dedos polegar e indicador se tocando e entre eles um líquido viscoso nunca tinha visto aquilo de perto só em vídeo pornô e tal fiquei olhando um tempo e ela leva perto do nariz
Marisol: vai cheirar ou só olhar?
Eu: chego perto coloco o nariz perto dos dedos dela e ela fala me dá sua mão
Aproximo os dedos dela na minha palma e passo os dedos como se tivesse passando geleia num pão deixo todo o líquido na minha palma e o resto se Limpo na palma da mão.
Marisol: Cê achou que eu ia enfiar meus dedos no seu nariz?
Eu: Cheirei e não sei o que aconteceu no meu corpo, um arrepio subiu dos dedos do pé até a cabeça.
Marisol: Viu como o cheiro é estranho?
Eu: Não sei se é estranho, eu gosto do cheiro.
Marisol: Cê é porco, hein. Se gosta tanto, chupa.
Eu: Não esperava por essa resposta. Tudo que tava rolando era o mais perto do sexo que eu já tinha chegado na vida. O mais ousado que fiz foi apalpar um peito por cima da camiseta de uma amiga, só.
Minha cabeça de um lado falava: "chupa todo esse líquido, vaiiiii".
Do outro lado, eu tava com medo de sentir nojo e não gostar.
Marisol: Vai, moleque, cê tá pensando o quê? Vai chupar ou limpa a mão e a gente cai na piscina um pouco?
Eu: O medo do nojo venceu. Limpei a mão e me joguei na piscina.
A gente zoou um tempo, nadou, brincou de luta, de caça ao tesouro e outras coisas. Depois de meia hora, Mari sai da piscina.
Marisol: Cê topa passar protetor nas minhas costas? Não alcanço. E você também tem que passar, vai se queimar todo.
Eu: Sim, sim, bora, passo em você.
Enquanto passava o protetor, ela fala: "termina aí que eu passo em você nas costas."
Marisol: Coloca protetor na minha mão que eu passo nas suas costas.
Enquanto espalhava o protetor, ela diz:
Marisol: Posso te falar uma coisa, mas cê não vai rir.
Eu: Nada, de que eu vou rir?
Marisol: Desde o dia que você levou minha calcinha fio-dental, fiquei muito estranha. Pensar que você tava com minha calcinha me deixava com muito tesão, e tudo isso que tá rolando hoje, não sei como explicar. Nunca fiz nada assim. O mais longe que cheguei com um garoto foi beijar e ele chupar meu peito, só isso.
Eu: Eu vou rir de quê? Se eu mal beijei de língua mais de três vezes.
Marisol: Bom, mas eu tenho 18 anos, você tem 4 a menos que eu.
Eu: Que 4, quase 5 a menos. Tenho 4 anos e 10 meses a menos.
Marisol: Por culpa dos meus pais, que não me deixam ir pra lugar nenhum, espantam todos os caras. Minhas amigas já todas tiveram relação com os namorados, e eu não consigo nem ter namorado. Já vai sair? Terminou a escola, agora em uns meses começa a faculdade, tudo vai mudar.
Marisol: É o que eu espero. E você, que onda com aquela amiguinha que você gosta? O que fez?
Eu: Nada com a Romi, nada. Ela só me vê como amigo. Com outras meninas, sim, fiquei com umas 3 ou 4 de língua, peguei num peito e depois joguei verdade ou desafio, nada demais. Além disso, a Mica, uma das que fiquei de língua, ficou falando que eu beijo mal e que tenho bafo, e as minas não querem nem saber de ficar comigo.
Marisol: Deixa eu ver, chega perto, quero sentir seu hálito.
Eu me aproximo e sopro ar pela boca.
Marisol: Você não tem bafo ruim, só precisa aprender a beijar direito. Na próxima vez que você ficar com alguém, a mina vai falar que você beija super bem e tudo muda.
Eu: Ah, é? E como eu aprendo se ninguém quer ficar comigo?
Marisol: Você precisa de uma professora particular de beijo também.
Eu: E onde é que se acha essas professoras? Mal conseguimos te encontrar pra dar aula de matemática.
Marisol: Bom, se você se comportar e não bancar o idiota, eu posso te ensinar. E não vou cobrar nada extra da sua mãe, é mais sério, vai ser nosso segredo.
Eu: Não, não acredito em você...
Marisol: Vem, senta de frente na minha espreguiçadeira e chega perto do meu rosto.
Eu: Chego a uns 3 ou 4 centímetros do rosto dela.
Marisol: Fecha os olhos e deixa a boca meio aberta, e tenta imitar os mesmos movimentos que eu vou fazer com a minha boca e língua.
Fechei os olhos e pude sentir ela se aproximar mais de mim, e senti os lábios dela. Ficou assim por uns segundos, dava pra sentir a respiração dela, até que um dos lábios dela se encaixou entre os meus. Estavam úmidos e muito quentes. Eu fiz o mesmo. Depois senti a língua dela, muito mais úmida e quente que os lábios, entrou inteira na minha boca e começou a massagear minha língua com a dela.
Ela se afastou um pouco e disse: "Viu? Assim como eu brinquei com sua língua devagar, faz o mesmo com a minha e vai movendo a cabeça de um lado pro outro, bem devagar." Depois de uns 30 segundos, ela prendeu minha língua com os dois lábios e chupou desde o fundo que dava até a ponta, bem devagar. Fomos nos misturando. Movimentos de cabeça, língua, beijos durante uns 4 ou 5 minutos. Obviamente foi o beijo mais longo da minha vida. A gente se separou e ela me disse:
Marisol: Viu, é assim que tem que beijar. Devagar, tranquilo, brincar bastante com a língua, tentar não bater os dentes, se afastar um pouco de vez em quando… Você gostou?
Eu: Se gostei? Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida até agora…
Marisol: Dá pra ver que você tá com um baita volume e molhou a ponta do short onde tá seu pau.
Eu: Sim, sim, é que fiquei muito excitado, saiu muito líquido. Você não ficou excitada?
Marisol: Sim, verdade, gostei sim e foi o beijo mais longo da minha vida.
Eu: Você também molhou muito?
Marisol: Sim, pra caralho, acho que nunca me molhei tanto como agora.
Eu: Você se anima a juntar o máximo que der com os dedos e me mostrar? Quero cheirar de novo.
Marisol: Tá bom, mas não olha…
Eu: Fiquei olhando meio de lado. Ela enfiou a mão inteira na calcinha e, como se estivesse juntando areia com a mão, colocou em formato de concha, tirou a mão e era a mesma coisa de antes, mas com umas 10 vezes mais líquido.
Marisol: Me dá sua mão que vou colocar em você.
Eu: Estendi minha mão e ela derramou tudo na minha palma. Era umas duas colheres de chá de gelatina. Cheirei.
Marisol: Dessa vez você tem que chupar…
Eu: Eu também tenho líquido no meu pau. Eu chupo o meu se você depois chupar o meu líquido.
Marisol: Tá bom, mas vou trazer suco caso a gente sinta nojo.
Eu: Cheirei o líquido de novo, coloquei a língua pra fora e apoiei a pontinha no líquido. Mari me olhava espantada. Me pareceu meio doce e estiquei mais a língua e passei quase toda pela palma da minha mão. Lambi todo o líquido, fiquei com ele um segundo na boca e engoli. Aí o gosto mudou, era uma mistura de doce com salgado.
Marisol: Você engoliu? Tá maluco!
Eu: Ué, não era isso que eu tinha que fazer?
Marisol: Ah, não sei, era só chupar, mas tudo bem. Você gostou?
Eu: Sim, gostei e me excitou demais. É um gosto estranho, mas não é ruim.
Marisol: Toma um pouco de suco.
Eu: Bom, agora é minha vez de juntar líquido, mas não consigo fazer igual você. Me traz uma colherzinha enquanto eu vou… Estiquei meu… Prepúcio. Apertei meu pau e juntei o máximo que dava.
Marisol: O que cê tá fazendo com o pau pra fora, nojento?
Eu: Ué, assim que tenho que juntar. Me passa a colher. Espremi o máximo que dava. Era uma colher de sopa e encheu quase até a metade. Passei a colher pra ela, e ela colocou a língua, esticou, e ficou um fiozinho de líquido pendurado entre a língua dela e a colher. Ela chupou e me disse:
Marisol: É estranho, também meio adocicado, salgado... não sei como explicar.
Eu: Bom, enfia a colher inteira na boca, vai ver que o gosto muda quando prova tudo.
Ela enfiou a colher, chupou tudo e tirou a colher limpa.
Passou a língua nos lábios e engoliu.
Marisol: Não é ruim, é só estranho.
Eu: Viu que o gosto não vai embora, fica na sua boca?
Marisol: Você tem meu gosto na sua boca ainda.
Eu: Sim.
Marisol: Vamos ficar com esses gostos na boca.
A gente se beijou e eu senti um gosto diferente nos lábios dela.
Ficamos nos beijando por um tempo até que me deu na telha de tocar a bunda dela. Ela deu um pulo e não falou nada. Daí a pouco, peguei na bunda dela com as duas mãos. Ela não falou nada. Fui subindo minha mão até tocar um peito. Ela se separou de mim e me disse: "cuidado com o que cê faz", e voltou a me beijar. Continuei tocando a bunda dela com uma mão e o peito com a outra, até que enfiei uma mão por baixo da malha e toquei o mamilo dela. Ela deu um pulo e soltou um gemido. Nessa altura, já tava uns 5 minutos de beijo. Deixei o peito dela de fora e desci a mão até a virilha. Enfiei a mão e senti tudo muito quente, e o tecido da malha tava todo úmido. Ela me disse: "vamos parar por aqui, a gente tá fazendo qualquer coisa", mas continuou me beijando. Com um dedo, tentei afastar a malha e senti todos os pelinhos pubianos dela molhados.
Continua...
Da porta, ela gritou: "FABI, VIIIIIIIIIIII!" Eu me aproximei da porta e minha mãe estava parada na calçada. Mari me olhou e disse: "Sua mãe falou que vocês têm que ir pra casa do seu avô, que precisam levar ele na consulta com o médico. Como a gente tem uma hora e eles vão demorar, quando terminarmos não vai ter ninguém na sua casa."
Mãe: "O que você vai fazer? Vem com a gente, olha que vamos demorar umas 2 ou 3 horas pra voltar."
Eu: "E se eu for com vocês? Senão, onde eu fico quando terminarmos aqui?"
Marisol: "Olha, eu não tenho problema nenhum em você ficar aqui até seus pais voltarem. Eu cuido de você." (E me mandou um sorrisinho safado.)
Mãe: "Tem certeza, Mari? Já faz 3 horas que ela tá com você, não quero incomodar."
Marisol: "Não, de verdade. Eu fico sozinha até as 20:30, quando minha mãe chega. Meu pai volta lá pras 22:00. A gente já terminou a aula, vamos dar um mergulho na piscina e depois lanchar alguma coisa."
Mãe: "Bom, decide logo o que você vai fazer."
Nessa hora, Marisol me beliscou as costas por trás, sem minha mãe ver. Antes que eu respondesse, ela disse:
Marisol: "Pode ir tranquila, ela fica aqui."
Mãe: "Fabi, se você vai entrar na piscina, tira a cueca que é nova. Com o cloro, vai desbotar. Entra só com o short." E foi embora.
Entramos, voltamos pra mesa, nos olhamos e ficamos parados.
Marisol: "Guarda tudo na sua mochila e vamos pra piscina. Vou pegar duas toalhas."
Saí e ela já estava sentada na borda, com os pés pendurados na piscina, brincando com a água com os dedos. "Vem, senta aqui. Coloca os pés um pouco, a água tá fria."
Eu: "Preciso tirar a cueca."
Marisol: "Tira."
Eu: "Onde eu tiro?"
Marisol: "Tira aqui, eu não olho." E virou de costas.
Eu tirei rápido, vesti o short e deixei a cueca na espreguiçadeira. Quando sentei do lado dela, ela me olhou e sorriu. e me empurrou pra dentro da piscina quando eu saí de baixo d'água ela já tava em pé andando pras espreguiçadeiras tirei a água dos olhos e vejo ela pegando minha cueca
Marisol: agora é minha vez de roubar sua roupa íntima e pendura num dedo balançando de um lado pro outro
Eu: saio rápido da piscina e falo me dááá
Marisol: não fuck you nada estica e faz que vai vestir e fica parada nessa hora tiro da mão dela
Eu: é nova minha mãe me mata se rasgar
Marisol: senti uma coisa molhada quando ia vestir…
Eu: é onde molhou de tesão
Marisol: me mostra?
Eu: estico a cueca viro do avesso e a parte de dentro fica pra fora
Marisol: se estica e chega perto pra olhar toca desconfiada igual quando tocou a calcinha suja de porra passa os dedos no pano leva os dedos ao nariz cheira e depois limpa na sunga
Eu: por que cê cheira não tem cheiro de nada
Marisol: quando eu gozo e fico molhada tem um cheiro estranho
Eu: cheiro de quê
Marisol: sei lá estranho
Eu: bom você já cheirou o líquido da minha cueca agora é minha vez de cheirar tira a sunga que quero sentir
Marisol: cê é louco você tem o short eu tiro a sunga e fico pelada
Eu: ah mas aí não vale eu faço tudo que você manda
Marisol: nem louca tiro a sunga
Eu: e como a gente faz
Marisol: olha pro outro lado que junto com os dedos um pouco de líquido
Eu: beleza então… olho pra trás um pouco e escuto ela falar pronto…
Viro e ela tava com os dois dedos polegar e indicador se tocando e entre eles um líquido viscoso nunca tinha visto aquilo de perto só em vídeo pornô e tal fiquei olhando um tempo e ela leva perto do nariz
Marisol: vai cheirar ou só olhar?
Eu: chego perto coloco o nariz perto dos dedos dela e ela fala me dá sua mão
Aproximo os dedos dela na minha palma e passo os dedos como se tivesse passando geleia num pão deixo todo o líquido na minha palma e o resto se Limpo na palma da mão.
Marisol: Cê achou que eu ia enfiar meus dedos no seu nariz?
Eu: Cheirei e não sei o que aconteceu no meu corpo, um arrepio subiu dos dedos do pé até a cabeça.
Marisol: Viu como o cheiro é estranho?
Eu: Não sei se é estranho, eu gosto do cheiro.
Marisol: Cê é porco, hein. Se gosta tanto, chupa.
Eu: Não esperava por essa resposta. Tudo que tava rolando era o mais perto do sexo que eu já tinha chegado na vida. O mais ousado que fiz foi apalpar um peito por cima da camiseta de uma amiga, só.
Minha cabeça de um lado falava: "chupa todo esse líquido, vaiiiii".
Do outro lado, eu tava com medo de sentir nojo e não gostar.
Marisol: Vai, moleque, cê tá pensando o quê? Vai chupar ou limpa a mão e a gente cai na piscina um pouco?
Eu: O medo do nojo venceu. Limpei a mão e me joguei na piscina.
A gente zoou um tempo, nadou, brincou de luta, de caça ao tesouro e outras coisas. Depois de meia hora, Mari sai da piscina.
Marisol: Cê topa passar protetor nas minhas costas? Não alcanço. E você também tem que passar, vai se queimar todo.
Eu: Sim, sim, bora, passo em você.
Enquanto passava o protetor, ela fala: "termina aí que eu passo em você nas costas."
Marisol: Coloca protetor na minha mão que eu passo nas suas costas.
Enquanto espalhava o protetor, ela diz:
Marisol: Posso te falar uma coisa, mas cê não vai rir.
Eu: Nada, de que eu vou rir?
Marisol: Desde o dia que você levou minha calcinha fio-dental, fiquei muito estranha. Pensar que você tava com minha calcinha me deixava com muito tesão, e tudo isso que tá rolando hoje, não sei como explicar. Nunca fiz nada assim. O mais longe que cheguei com um garoto foi beijar e ele chupar meu peito, só isso.
Eu: Eu vou rir de quê? Se eu mal beijei de língua mais de três vezes.
Marisol: Bom, mas eu tenho 18 anos, você tem 4 a menos que eu.
Eu: Que 4, quase 5 a menos. Tenho 4 anos e 10 meses a menos.
Marisol: Por culpa dos meus pais, que não me deixam ir pra lugar nenhum, espantam todos os caras. Minhas amigas já todas tiveram relação com os namorados, e eu não consigo nem ter namorado. Já vai sair? Terminou a escola, agora em uns meses começa a faculdade, tudo vai mudar.
Marisol: É o que eu espero. E você, que onda com aquela amiguinha que você gosta? O que fez?
Eu: Nada com a Romi, nada. Ela só me vê como amigo. Com outras meninas, sim, fiquei com umas 3 ou 4 de língua, peguei num peito e depois joguei verdade ou desafio, nada demais. Além disso, a Mica, uma das que fiquei de língua, ficou falando que eu beijo mal e que tenho bafo, e as minas não querem nem saber de ficar comigo.
Marisol: Deixa eu ver, chega perto, quero sentir seu hálito.
Eu me aproximo e sopro ar pela boca.
Marisol: Você não tem bafo ruim, só precisa aprender a beijar direito. Na próxima vez que você ficar com alguém, a mina vai falar que você beija super bem e tudo muda.
Eu: Ah, é? E como eu aprendo se ninguém quer ficar comigo?
Marisol: Você precisa de uma professora particular de beijo também.
Eu: E onde é que se acha essas professoras? Mal conseguimos te encontrar pra dar aula de matemática.
Marisol: Bom, se você se comportar e não bancar o idiota, eu posso te ensinar. E não vou cobrar nada extra da sua mãe, é mais sério, vai ser nosso segredo.
Eu: Não, não acredito em você...
Marisol: Vem, senta de frente na minha espreguiçadeira e chega perto do meu rosto.
Eu: Chego a uns 3 ou 4 centímetros do rosto dela.
Marisol: Fecha os olhos e deixa a boca meio aberta, e tenta imitar os mesmos movimentos que eu vou fazer com a minha boca e língua.
Fechei os olhos e pude sentir ela se aproximar mais de mim, e senti os lábios dela. Ficou assim por uns segundos, dava pra sentir a respiração dela, até que um dos lábios dela se encaixou entre os meus. Estavam úmidos e muito quentes. Eu fiz o mesmo. Depois senti a língua dela, muito mais úmida e quente que os lábios, entrou inteira na minha boca e começou a massagear minha língua com a dela.
Ela se afastou um pouco e disse: "Viu? Assim como eu brinquei com sua língua devagar, faz o mesmo com a minha e vai movendo a cabeça de um lado pro outro, bem devagar." Depois de uns 30 segundos, ela prendeu minha língua com os dois lábios e chupou desde o fundo que dava até a ponta, bem devagar. Fomos nos misturando. Movimentos de cabeça, língua, beijos durante uns 4 ou 5 minutos. Obviamente foi o beijo mais longo da minha vida. A gente se separou e ela me disse:
Marisol: Viu, é assim que tem que beijar. Devagar, tranquilo, brincar bastante com a língua, tentar não bater os dentes, se afastar um pouco de vez em quando… Você gostou?
Eu: Se gostei? Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida até agora…
Marisol: Dá pra ver que você tá com um baita volume e molhou a ponta do short onde tá seu pau.
Eu: Sim, sim, é que fiquei muito excitado, saiu muito líquido. Você não ficou excitada?
Marisol: Sim, verdade, gostei sim e foi o beijo mais longo da minha vida.
Eu: Você também molhou muito?
Marisol: Sim, pra caralho, acho que nunca me molhei tanto como agora.
Eu: Você se anima a juntar o máximo que der com os dedos e me mostrar? Quero cheirar de novo.
Marisol: Tá bom, mas não olha…
Eu: Fiquei olhando meio de lado. Ela enfiou a mão inteira na calcinha e, como se estivesse juntando areia com a mão, colocou em formato de concha, tirou a mão e era a mesma coisa de antes, mas com umas 10 vezes mais líquido.
Marisol: Me dá sua mão que vou colocar em você.
Eu: Estendi minha mão e ela derramou tudo na minha palma. Era umas duas colheres de chá de gelatina. Cheirei.
Marisol: Dessa vez você tem que chupar…
Eu: Eu também tenho líquido no meu pau. Eu chupo o meu se você depois chupar o meu líquido.
Marisol: Tá bom, mas vou trazer suco caso a gente sinta nojo.
Eu: Cheirei o líquido de novo, coloquei a língua pra fora e apoiei a pontinha no líquido. Mari me olhava espantada. Me pareceu meio doce e estiquei mais a língua e passei quase toda pela palma da minha mão. Lambi todo o líquido, fiquei com ele um segundo na boca e engoli. Aí o gosto mudou, era uma mistura de doce com salgado.
Marisol: Você engoliu? Tá maluco!
Eu: Ué, não era isso que eu tinha que fazer?
Marisol: Ah, não sei, era só chupar, mas tudo bem. Você gostou?
Eu: Sim, gostei e me excitou demais. É um gosto estranho, mas não é ruim.
Marisol: Toma um pouco de suco.
Eu: Bom, agora é minha vez de juntar líquido, mas não consigo fazer igual você. Me traz uma colherzinha enquanto eu vou… Estiquei meu… Prepúcio. Apertei meu pau e juntei o máximo que dava.
Marisol: O que cê tá fazendo com o pau pra fora, nojento?
Eu: Ué, assim que tenho que juntar. Me passa a colher. Espremi o máximo que dava. Era uma colher de sopa e encheu quase até a metade. Passei a colher pra ela, e ela colocou a língua, esticou, e ficou um fiozinho de líquido pendurado entre a língua dela e a colher. Ela chupou e me disse:
Marisol: É estranho, também meio adocicado, salgado... não sei como explicar.
Eu: Bom, enfia a colher inteira na boca, vai ver que o gosto muda quando prova tudo.
Ela enfiou a colher, chupou tudo e tirou a colher limpa.
Passou a língua nos lábios e engoliu.
Marisol: Não é ruim, é só estranho.
Eu: Viu que o gosto não vai embora, fica na sua boca?
Marisol: Você tem meu gosto na sua boca ainda.
Eu: Sim.
Marisol: Vamos ficar com esses gostos na boca.
A gente se beijou e eu senti um gosto diferente nos lábios dela.
Ficamos nos beijando por um tempo até que me deu na telha de tocar a bunda dela. Ela deu um pulo e não falou nada. Daí a pouco, peguei na bunda dela com as duas mãos. Ela não falou nada. Fui subindo minha mão até tocar um peito. Ela se separou de mim e me disse: "cuidado com o que cê faz", e voltou a me beijar. Continuei tocando a bunda dela com uma mão e o peito com a outra, até que enfiei uma mão por baixo da malha e toquei o mamilo dela. Ela deu um pulo e soltou um gemido. Nessa altura, já tava uns 5 minutos de beijo. Deixei o peito dela de fora e desci a mão até a virilha. Enfiei a mão e senti tudo muito quente, e o tecido da malha tava todo úmido. Ela me disse: "vamos parar por aqui, a gente tá fazendo qualquer coisa", mas continuou me beijando. Com um dedo, tentei afastar a malha e senti todos os pelinhos pubianos dela molhados.
Continua...
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