Minha transa com a patroa – PARTE 1

Minha experiência sexual com minha chefe – PARTE 1

Dentro das experiências sexuais marcantes que venho contando em posts anteriores, essa não podia ficar de fora:

As primeiras semanas no escritório foram o que se esperava: montes de trabalho, apresentações constrangedoras e uns olhares fulminantes da minha chefe quando algo não saía perfeito. Era intimidador, sem dúvida. O profissionalismo gelado dela mantinha todo mundo à distância, até eu. Mas com o tempo, começaram a aparecer pequenas rachaduras. Um sorriso aqui, uma conversa informal ali. Ela não era tão inacessível quanto parecia. E aí vinham os detalhes: o jeito que ela cruzava as pernas debaixo da mesa, as blusas decotadas que mostravam o suficiente pra fazer sua mente viajar, as sandálias que exibiam os pés perfeitamente cuidados.

Cacete... os pés dela. Eram impecáveis. Arcos delicados, dedos pintados com cores suaves, pele macia que parecia nunca ter passado por um dia de desconforto. Tentei ignorar, afastar esses pensamentos. Não era algo que eu admitia abertamente, nem pra mim mesmo. Mas toda vez que ela usava sandálias (aquelas tirinhas finas que emolduravam os dedos perfeitamente feitos), eu percebia meu olhar escorregando pra baixo. Eram imaculados, macios e quase provocativamente fora do meu alcance. Tentei deixar de lado, enterrar aquilo em camadas de profissionalismo. Afinal, ela era minha chefe. Nada de bom podia sair de fantasiar com os pés dela.

Sempre fui o tipo de cara que preferia mulheres mais novas: rostos frescos, corpos firmes e aquela energia jovem que me fazia sentir vivo. Minha chefe, com seus ternos elegantes, saltos que estalavam no chão e uma postura que congelava a água, não era meu tipo. Ela tinha uns 40 anos, mas se comportava como alguém que se recusava a deixar o tempo tocá-la. A figura dela era inegavelmente gostosa, sua Curvas acentuadas por vestidos justinhos que abraçavam o corpo dela perfeitamente. Mas a idade dela? Não, não era pra mim. Ou pelo menos era o que eu pensava.

Algumas semanas depois, veio o jantar da empresa.

Foi um daqueles eventos onde todo mundo se solta um pouco. O vinho correu solto, as risadas ecoaram pelo salão e a tensão do escritório desapareceu. Minha chefe sentou na minha frente, com as bochechas coradas e os lábios curvados num sorriso estranho. Ela parecia… diferente. Mais suave. Mais humana. Ela estava falando mais do que o normal, a risada dela soava mais alta do que de costume, os olhos dela pararam em mim um pouco mais do que deviam.Você tem feito direitinho— disse ele, erguendo levemente o copo na minha direção.No começo, eu não tinha certeza sobre você, mas você mostrou do que é capaz..Valeu, respondi, tentando soar casual apesar do calor que se espalhava pelo meu peito.Isso significa muito vindo de vocêEla sorriu, com um toque de safadeza e autoridade nos olhos que eu não tinha notado antes.Não deixa isso subir pra cabeça, heinconcluiu.

A noite avançava e o vinho virou uísque. Quando ela anunciou que ia embora, me ofereci pra acompanhá-la até o carro. Parecia a coisa mais cavalheiresca a se fazer. Mas assim que saímos, o clima entre nós mudou, as luzes da cidade jogavam um brilho suave ao nosso redor. Por um instante, a gente se sentiu quase em paz. Aí ela parou e se virou pra me olhar. Antes que eu pudesse reagir, as mãos dela agarraram minha camisa e me puxaram pra perto. Ela se inclinou na minha direção, o corpo quente e convidativo apesar da brisa fresca da noite.Você esteve muito atento esta noite, murmurou, com a respiração quente no meu ouvido. Antes que eu pudesse responder, os lábios dela estavam nos meus, as mãos apertando minha camisa pra me puxar pra perto. Congelei, minha mente a mil. Isso era errado. Ela era minha chefe. Devia estar bêbada. Tentei me afastar, murmurando desculpas sobre o quão inadequado era, mas ela me calou com outro beijo, mais profundo dessa vez, mais insistente.Chefona...Consegui murmurar entre os beijos, minhas mãos flutuando desajeitadas ao lado do corpo.Você tá bêbada. Isso não é..." "Não tô bêbada não",Sussurrou, com a respiração quente contra minha orelha.E você também não".A mão dela deslizou pelo meu peito, parando bem em cima do meu cinto.Você realmente quer parar?Engoli saliva com força, minha determinação desmoronava mais rápido do que eu conseguia reconstruir. Quando ela me beijou de novo, mais fundo dessa vez, não consegui me afastar. Os dedos dela se enroscaram no meu cabelo, puxando de leve enquanto se apertava contra mim. Porra. Minhas mãos finalmente encontraram o caminho até os quadris dela, agarrando com força enquanto o beijo ficava mais intenso.

Mas aí ela se afastou, o olhar dela cruzou com o meu.Alguém pode nos vermurmurou, a voz dela baixa e rouca.Vamos achar um lugar mais reservado".Meu estômago caiu. Isso era uma loucura. Ela era minha chefe. Tinha regras, limites, consequências. Mas nada disso importava quando ela passava a língua no lábio inferior, os olhos dela me desafiando a dizer não.Onde?Eu disse com a voz rouca, a garganta seca.

Um sorriso safado se espalhou pelo rosto dela.Diz você".O caminho pro motel foi um borrão. Minhas mãos seguravam o volante com tanta força que meus nós dos dedos ficaram brancos. Ela tava sentada do meu lado, as pernas cruzadas com elegância, os dedos fazendo círculos preguiçosos na minha coxa. Cada toque mandava uma descarga elétrica por mim, deixando ainda mais difícil me concentrar na estrada.

Quando chegamos, o quarto do motel era tudo que eu esperava: mal iluminado, limpo e equipado com todas as ferramentas necessárias pra uma noite de putaria. Assim que a porta se fechou atrás da gente, ela não esperou, me empurrou contra a parede, os lábios devorando os meus. As mãos dela trabalhavam freneticamente pra desabotoar minha camisa, e eu brincava com o zíper do vestido dela. O tecido amontoou aos pés dela, revelando um sutiã de renda preta que mal segurava os peitos dela. Eram maiores do que eu tinha imaginado, transbordaram nas minhas mãos, cheios e pesados, as cicatrizes da prótese quase invisíveis. Normalmente, não sou fã de peitos siliconados, mas nela... funcionou.

Eu hesitei por um momento, meus dedos roçando a pele dela.Tem certeza disso?— perguntei, minha voz quase inaudível. Em resposta, ele segurou meu pulso e colocou minha mão firmemente na bunda dele.“Para de falar”— ordenou, o tom dele não deixava espaço pra discussão. Os lábios dele encontraram os meus de novo, e qualquer resistência que ainda restava se desfez.

Ele não perdeu tempo, me empurrou na cama, e as mãos dele fizeram um serviço rápido com meu cinto e zíper. Minha cueca foi logo atrás, e os olhos dele brilharam ao ver minha ereção. Sem dizer uma palavra, ele se inclinou, e a boca dele se fechou em volta de mim. A sensação era avassaladora, a língua dele girava com maestria enquanto me engolia mais fundo. Eu gemi, minhas mãos se enroscaram no cabelo dele enquanto ele se movia. Era demais, rápido demais. Os lábios dele envolvendo meu pau com uma habilidade que me deixou sem fôlego. A boca dele era puro pecado, alternando entre carícias lentas e provocantes e engolidas fundas e famintas.Espera, jadeando, empurrando ela pra trás.Não quero gozar ainda".Ela sorriu, claramente satisfeita consigo mesma, e se levantou.Sua vez— disse ela, dando um passo pra trás pra me deixar assumir o controle. Se deitou na cama, o corpo esticado como uma tela esperando pra ser pintada. Tava com as pernas abertas, a pele brilhando sob a luz fraca do quarto do motel. O ar tava pesado com cheiro de suor e desejo, e cada músculo do meu corpo se sentia tenso, pronto pra explodir.

Eu me ajoelhei na frente dela, tirando devagar as sandálias. Os pés dela eram ainda mais lindos de perto: macios, delicados, perfeitos.Eu sabia.—murmurou, com a voz carregada de satisfação—.Sabe que sempre percebi como você olha pros meus pés, né?O sorriso dela se alargou, aqueles olhos escuros cravados nos meus, semicerrados pela luxúria e por algo mais, algo que parecia poder.Desde a primeira semana que você chegou pra trabalhar, eu percebi como você me olhava.—disse ela, com um tom casual, quase coloquial, como se não estivéssemos no meio do encontro sexual mais intenso da minha vida. Meu rosto queimava de vergonha, mas minha excitação só aumentava. Ela sabia. Todo esse tempo, ela sabia.

Eu congelei, minhas bochechas pegando fogo. Quantas vezes ela me pegou olhando de soslaio para as sandálias dela, do jeito que os dedos dos pés apareciam por baixo da mesa durante as reuniões? Abri a boca para responder, mas nenhuma palavra saiu. O pé dela tocou minha bochecha, me forçando a olhar nos olhos dela.Não é uma reclamação, ele me garantiu, com o pé roçando meus lábios de novo.Faz eu gozar com suas fantasiasMinha língua se moveu instintivamente contra a sola do pé dela e a respiração dela ficou ofegante.

Aí eu comecei a beijar, começando pelos dedos dos pés e subindo. Ela prendeu a respiração e eu levantei o olhar pra ver ela me observando com uma mistura de curiosidade e desejo. Hesitei, mas só por um instante, antes de deixar minha língua deslizar pelo arco do pé dela, saboreando como se fosse a sobremesa mais gostosa. Passei os dedos pelo arco do pé, minhas mãos tremendo quando alcancei o outro pé e o levei até minha boca. O gosto da pele dela mandou um choque elétrico por todo o meu corpo e eu gemi contra a sola dela. Ela riu baixinho, e aquele som arrepiou minha espinha toda.Assim que eu gostoronronou, os quadris rolando contra o colchão.Não para nãoNão fiz. Não conseguia. Minha língua explorou cada centímetro dos pés dela, desde as pontas dos dedos até o ponto sensível bem embaixo do arco. Ela gemeu quando chupei suavemente o dedão, os dedos dela se enroscaram no meu cabelo.

Ela abriu as pernas, revelando uma calcinha fio-dental de renda que não deixava nada pra imaginação. Minhas mãos tremiam enquanto eu afastava o tecido, expondo ela por completo. Tava impecável, perfeitamente depilada e já brilhando de tesão. Enfiei a cara entre as coxas dela, minha língua explorando cada centímetro, devorando ela como um homem morto de fome. Os gemidos dela encheram o quarto, ficando mais altos a cada movimento da minha língua. Os gemidos dela tomaram conta do ambiente, o quadril dela se erguendo pra encontrar minha boca.

Mas não era suficiente. Ela queria mais, precisava de mais. Me puxou pra cima, os olhos escuros de desejo.Me fode—ela me pediu. Enfiou a mão na bolsa, tirou uma camisinha e apertou na minha mão.Méhotelordenou, a voz rouca de desespero. Obedeci, desenrolando o latex no meu pau antes de me posicionar na entrada dela. Com uma estocada, tava dentro dela, as paredes apertando igual um torno. Ela gritou, as unhas cravando nas minhas costas enquanto eu começava a meter, ela gemia e arqueava o corpo pra se encontrar com o meu. As mãos dela arranhavam minhas costas, me pedindo pra ir mais fundo, mais rápido. Eu me perdi no ritmo, na sensação de tê-la enrolada em volta de mim.

A gente se perdeu um no outro, os corpos se movendo em perfeita harmonia. E aí, num momento de ousadia, levantei as pernas dela mais alto, enganchando nos meus ombros. Os pés dela balançavam perto do meu rosto e eu não resisti. Beijei a sola do pé dela, depois o outro, depois mais um, meus lábios percorrendo a curva delicada do arco.Não se acanhe.—murmurou, a voz dele destilava autoridade e algo mais sombrio, algo que fez meu estômago se contrair e meu pulso acelerar. O pé dele deslizou pelo meu peito, deixando um rastro de calor por onde passava.Você tem um fetiche, gostosa— disse, com voz baixa e rouca.Por que a gente não aproveita isso?Ele se afastou e me empurrou de costas, deslizou os pés pelas minhas coxas até descansarem dos dois lados da minha pica.Alguma vez já te tocaram assim?
 Antes que eu pudesse responder, ela começou a se mexer, os pés deslizando pelo meu pau num ritmo que me deixou sem palavras. Meu quadril se contraiu instintivamente, desesperado por mais. Ela riu, um som baixo e gutural que só aumentou minha excitação.Corre pra mim—sussurrou, com os olhos cravados nos meus enquanto os pés dela aceleravam ao redor da minha masculinidade. E eu fiz isso...

Mas antes que eu pudesse recuperar o fôlego, ela se afastou, os olhos brilhando de safadeza.Limpa eles— ordenou, apontando para os pés dela.

Olhei pra ela, pasmo.O quê?" "Limpa eles com a sua língua, ordenou.Dudé, meu orgulho tava brigando com a parte de mim que queria (não, precisava) obedecer. No fim, essa última venceu. Me ajoelhei na frente dela, de cabeça baixa, e comecei a lamber a bagunça que eu tinha feito.

Minha língua se movia devagar e metodicamente, traçando os contornos dos pés dela enquanto limpava até o último vestígio da minha gozada. O gosto era amargo, estranho, e mesmo assim mandou um arrepio de tesão pela minha espinha. O zumbido suave de aprovação dela por cima de mim só aumentava o calor que tava se acumulando no meu estômago. Ela se inclinou um pouco pra trás, a mão dela descansando na minha cabeça, os dedos se enroscando no meu cabelo de um jeito que parecia possessivo e calmante ao mesmo tempo.Bom garoto, murmurou, sua voz baixa e gutural.Tá aprendendo rápido, hein.Olhei pra ela, meus lábios ainda pressionados contra o arco do pé dela. A expressão dela era impossível de ler: uma parte satisfação, outra algo mais sombrio, mais calculista. Foi aí que percebi que isso não era só sobre meu fetiche ou o domínio dela. Tinha um jogo rolando, um com regras que eu ainda não entendia direito.

Ela se mexeu, tirou o pé e se levantou da borda da cama. Pairou sobre mim por um instante, os olhos dela percorreram meu corpo antes de me puxar pra um beijo apaixonado, misturado com meus fluidos recentes.

Ela me soltou e se virou em direção à hidromassagem escondida no canto do quarto. Meu olhar seguiu os movimentos dela, parando na rebolada do quadril e no jeito que a pele dela brilhava sob a iluminação baixa e melancólica.Ven— disse ela, sem se dar ao trabalho de olhar pra trás enquanto começava a encher a banheira.

A ordem foi suave, mas firme, sem deixar margem pra dúvidas. Levantei, minhas pernas estranhamente bambas, e caminhei até onde ela estava. As curvas dela eram hipnóticas, impossíveis de ignorar, e me peguei olhando pra ela, apesar da vergonha que ainda me queimava de minutos atrás.

Ela me flagrou olhando e sorriu, inclinando a cabeça como se me desafiasse a falar alguma coisa. Quando fiquei calado, ela entrou na banheira de hidromassagem, afundando na água borbulhante com um suspiro de alívio. Os olhos dela se cravaram nos meus, e ela fez um gesto pra eu segui-la.

Hesitei só um segundo antes de entrar na água morna ao lado dela. Os jatos d'água começaram a fazer a mágica deles, massageando meus músculos tensos, mas minha atenção tava toda nela. Ela se recostou na borda da banheira, com os braços largados preguiçosamente sobre a beirada, os peitos boiando bem na superfície da água.Então, começou, seu tom casual, quase conversacional,me conta sobre sua pequena... obsessão".Fiquei paralisado, sem saber como responder. Minhas bochechas queimavam e desviei o olhar, focando no vapor que subia da água. Ela riu baixinho, e o som mandou uma onda de calor por todo o meu corpo.Vamosme convenceu, esticando a perna dela debaixo d'água até o pé dela roçar na minha coxa.Já sei. Não é melhor a gente conversar sobre isso?Os dedos dos pés dela fizeram círculos na minha pele e eu engoli seco.Não sei o que dizer.—admiti, minha voz mal era mais que um sussurro.

Ela inclinou a cabeça, a expressão dela suavizou um pouco.Começa pelo porquê. O que os pés têm que te excitam tanto?Respirei fundo, me forçando a olhar nos olhos dela. —É que… eles são delicados. Vulneráveis, acho. Mas também poderosos. Nos levam pra todo lugar, nos sustentam, e mesmo assim a gente mal nota eles, a menos que algo esteja errado. E quando a gente cuida deles, como os seus… é como se virassem arte. Algo pra admirar.Ela ouviu com atenção, o pé dela continuou a lenta exploração na minha perna. Quando terminei, ela assentiu pensativamente.Interessante—disse ele—.A maioria dos homens nunca admitiria uma parada dessas. É… revigorante.Seu elogio foi como um peso que tiraram do meu peito, e não consegui evitar um sorriso fraco.Mas—continuou, mudando levemente o tom—, se você vai se deixar levar pelas suas fantasias, precisa aprender a controlá-las. Não deixar que elas te controlem.

Suas palavras me atingiram mais forte do que eu esperava, e eu franzi a testa, tentando processar o que ele queria dizer. Antes que eu pudesse responder, ele tirou o pé da água e o colocou suavemente sobre meu ombro.Beija ele.— ela disse simplesmente.

Obedeci sem hesitar, pressionando meus lábios contra a parte de cima do pé dela. A pele dela estava morna por causa da água, macia e tentadora. Passei a língua pela curva do arco do pé, saboreando o leve salgado da pele dela. Ela suspirou, inclinando a cabeça um pouco para trás enquanto fechava os olhos.Bem.—murmurou—. Agora, morde. De leve.

Eu parei, surpreso com a ordem, mas obedeci submisso, mordiscando suavemente a pele sensível bem debaixo dos dedos dela. Ela gemeu, o corpo tenso por um instante antes de relaxar de novo.Viu?—disse ele, com a voz levemente trêmula.Controle. Você tem o poder, não seus desejos.A lição dela tocou num ponto sensível em mim e eu repeti o movimento, alternando entre beijos suaves e mordidinhas leves. Cada vez, as reações dela ficavam mais fortes, a respiração mais pesada, até que finalmente ela afastou o pé e me agarrou.Chega— disse, com a voz carregada de desejo.Vem cá".Me aproximei mais, nossos corpos se apertaram juntos na água morna. As mãos dela encontraram meu rosto, me puxando pra um beijo profundo e faminto. Os lábios dela eram exigentes, me reivindicavam de um jeito que não deixava dúvidas sobre quem tava no comando. Quando finalmente quebrou o beijo, sussurrou no meu ouvido:Agora, me mostra o que mais você sabe fazer".As palavras dela provocaram uma onda de adrenalina no meu corpo e eu não perdi tempo. Minhas mãos vagaram pelo corpo dela, explorando cada centímetro enquanto minha boca deixava um rastro de beijos quentes e de boca aberta pelo pescoço dela. Ela se arqueou em minha direção, as unhas cravadas nos meus ombros enquanto eu passava a mão entre as pernas dela.Espera aí— sussurrou, me parando com uma mão no meu pulso.Ainda não".Confuso, me afaste um pouco, procurando uma explicação no rosto dela. Mas, em vez de responder, ela se virou e saiu da banheira de hidromassagem, a água escorrendo em cascata pelo corpo dela enquanto voltava para a cama.Me segue, gritou por cima do ombro, o tom não deixava espaço pra discussão.

Fiz o que ela mandou, saí da banheira e peguei uma toalha pra me secar rápido antes de me juntar a ela na cama. Ela tava deitada de costas, com as pernas abertas de um jeito convidativo, os olhos escurecidos de antecipação.

Fui me arrastando até ela até ficar de joelhos entre as pernas dela. Os pés dela estavam a centímetros do meu rosto, e só a visão já foi o suficiente pra acelerar meu pulso. Espalhei meus beijos e carícias com minha língua desde o pé dela, subindo pelas panturrilhas até chegar nas coxas. Ela soltou um suspiro suave, os olhos piscando fechados.Continua",insistiu.Não se segura não".Me inclinei, pressionando um beijo hesitante no topo da sua buceta. A pele dela era incrivelmente macia, com um leve cheiro de lavanda da loção que tinha usado antes. Meus beijos ficaram mais ousados, mais deliberados, percorrendo o contorno dela com minha língua. Quando mordisquei suavemente o clitóris dela, ela soltou um gemido baixo, os quadris se mexendo inquietos contra a cama.Isso aí, ele sussurrou, a voz carregada de desejo.Faz eu me sentir bem".Animado pela reação dela, continuei chupando de leve o botãozinho dela. Ela ofegou, as mãos agarrando os lençóis enquanto eu descia de novo pelos lábios da buceta até o períneo, chegando no buraquinho mais escondido dela. A respiração dela ficou irregular, e quando olhei pra cima, vi que a mão livre dela tinha deslizado entre as pernas, os dedos rodeando o clitóris dela com uma facilidade treinada.Não para, implorou, a voz dela se quebrando nas palavras.Deus, não para não".Não fiz isso. Não conseguia. Os sons que ela tava fazendo — gemidos suaves, ofegos abafados, um ou outro gritinho agudo — tavam me deixando louco. Abri mais as nádegas dela com as mãos pra focar no cu dela, dando a maior atenção, minha língua traçando cada curva e fenda. O quadril dela se mexeu contra a mão dela e eu percebi que ela tava perto, balançando na beira do orgasmo.Mais rápidoexigiu, a voz dele áspera e desesperada.Por favor, mais rápido!
 Obedeci, aumentando a pressão da minha boca, chupando e lambendo sem freio. Os gemidos dela cresceram, enchendo o quarto, e então ela se desmanchou, o corpo arqueando para fora da cama enquanto ondas de prazer a atingiam. Segurei firme o quadril dela, sem querer quebrar a conexão mesmo quando os tremores diminuíram.

Quando finalmente desabou no colchão, com o peito ofegante, ela me olhou com uma expressão que não consegui identificar: algo entre admiração e fome. Fez um sinal para eu me aproximar, e eu rastejei pela cama até que nossos rostos ficassem na mesma altura. A mão dela acariciou minha bochecha, o polegar roçou meu lábio inferior.Você tá cheio de surpresas— repetiu, a voz agora mais suave, quase meiga.Mas quero mais".
 
Mais?, repeti, minha voz falhou um pouco.
Ela assentiu, os dedos percorrendo meu peito, parando bem acima da cintura.Quero ver até onde você vai por mim".Seu significado era claro, e mandou uma descarga elétrica direto pro meu núcleo. Antes que eu pudesse responder, ela se virou de bruços, a bunda dela se erguendo levemente no ar. Ela olhou por cima do ombro, os olhos escuros de promessa.Me come— disse, a voz dela pingando autoridade.E não seja gentil.Dudé, de repente inseguro.O que você quer que eu faça?
 
Ela sorriu, com um brilho perverso nos olhos.Me surpreende"…

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