Os dias foram passando enquanto Timmy ia pra escola e Mary pro trabalho. Por um tempo, as coisas pareciam meio normais. Timmy também não teve que ver o Roy de novo, o que foi ótimo... Mas nada disso fez Timmy esquecer o que aconteceu... E o que ia rolar em breve, na verdade, amanhã... Chegou a hora do jantar, enquanto Mary e Timmy comiam macarrão na mesa. Tinham as conversas de sempre sobre escola, planos, amigos, etc. Mas o tempo todo, Timmy ficava de olho na Mary pelo canto do olho... A mulher linda e sagrada que ele conhecia... Não conseguia mais ver ela do mesmo jeito... Não depois daquele vídeo... As imagens de todas as vezes que ela sorria, ajudando ele delicadamente a nadar na piscina de biquíni, mostrando o corpo... Ele imaginou respingos de porra molhando a bunda dela coberta pela roupa de banho. Tentou se distrair olhando pra casa, mas os olhos sempre voltavam. Vendo ela levar um garfo cheio de macarrão até os lábios, a mente dele foi invadida por uma imagem da pica gigante do Roy pressionando contra os lábios dela. Timmy teve que virar a cabeça e tentar mudar de assunto! "Então, mãe, cê tem trabalhado muito?" — "Não, as coisas tão bem de boa agora! Acho que meus colegas de trabalho tão mais na deles". Ela deu uma risadinha. — "E na escola, como é que tá? Melhorou em matemática? Aquele professor ainda tá enchendo o saco?" Ela falava com a boca cheia de macarrão. — "Hmm... Não, eu melhorei, agora tô entendendo melhor a aula dele, mais do que da última vez". Timmy concordou... Com a cabeça ainda cheia de imagens pornográficas. — "... Cê tá bem, querido? Parece meio agitado hoje". — "Ah, tô bem, mãe! Só cansado mesmo". Mary concordou. "Tá bom, então dorme bem hein". Conforme o tempo passava, a ansiedade do Timmy só piorava. Foi uma noite agitada, pra dizer o mínimo, e ele acordou se sentindo moído. Como não precisava ir pra escola hoje, ele e Mary relaxaram na sala de estar dela. De repente, eram 6 da tarde, quando Mary largou a comida e se levantou do sofá. —"Ah... Desculpa, querido, quase esqueci que fiz planos com um amigo do trabalho... Vou sair por um tempo! Deixei o resto da comida numa panela caso você sinta fome de novo" O sangue de Timmy gelou. A mentira dele o deixou inquieto. Ele sabia o que ela realmente ia fazer... —"Hã. Tudo bem, mãe. Tchau." —"Tchau, querido. Te amo ~" Ela disse com um sorriso suave e se despedindo, enquanto saía de casa. Timmy sentou em silêncio... Aí pegou o celular e só esperou. Era tudo que ele podia fazer. Ele nem sabia por que queria ver aquilo... Só sabia que precisava. O filme que ele colocou estava chegando ao fim, e ainda não tinha mensagem do Roy. Timmy suspirou. Será que o Roy só queria deixar ele nervoso? Talvez realmente foi algo de uma vez só, e a mãe tava mesmo saindo com um colega de trabalho agora. —"Ah, que merda..." Timmy resmungou e foi pro quarto, fechou a porta e se deitou, com o celular na mão quando, de repente, o telefone vibrou. Ele abriu as mensagens rápido, e era exatamente o que ele temia. Mais uma mensagem do Roy! —'Olha isso 👅💦' Tinha outro vídeo anexado. O coração de Timmy acelerou enquanto ele apertava o play. Era parecido com os vídeos anteriores. Mary tava de bruços na cama do Roy, com a bunda grande empinada no ar dessa vez. Um par de mãos grandes e musculosas agarrou a bunda dela e abriu, dando pro Timmy uma vista enorme da buceta molhada e do cu dela. —"Aaaai ~" Mary gemeu, baixinho, parecendo meio envergonhada, como se não quisesse fazer barulho, ou como se não quisesse ser vista ou ouvida fazendo aquilo. —"Quer que eu te arrebente? Quer que eu te coma?" Mary gemeu, antes de falar baixinho. "Não seja tão safado... Tô fazendo isso pelo Timmy..." —Tem certeza disso? —"Hmn!" Mary ofegou e arqueou as costas. Roy estava apalpando ela. "Você é um animal!" — "Dá pra ver que você tá gostando. Já tô sentindo você ficar molhada." — "Só- Mmm, só sou um pouco sensível, só isso..." — "Só sensível por causa disso?" — murmurou Roy, enquanto puxava rapidamente a pica de 24 centímetros e esfregava ela pra cima e pra baixo nos lábios inchados da buceta da Mary. — "Ahhh~" Mary ofegou e gemeu, os dedos dela agarrando os lençóis debaixo dela. Roy deslizou devagar a ponta da pica dentro dela, e os gemidos suaves da Mary ficaram bem mais altos. Ela enterrou o rosto no travesseiro e as costas dela arquearam ainda mais. — "Mmmmhh!", ela gemeu enquanto Roy se enfiava dentro dela, lenta e profundamente, esticando as entranhas dela e enchendo ela. Timmy sentiu a mesma sensação doentia de antes, já que mais uma vez pensou que isso era consequência da covardia dele... A própria mãe dele tinha que transar com o valentão porque o Timmy não conseguia se cuidar sozinho... Mas agora, ele não consegue desviar o olhar. Ele sente uma sensação nova, estranha e formigante ao ver o corpo gordinho e trêmulo dela sendo violado. Ela é a mãe dele, então como ele podia olhar pra ela assim e ficar... excitado...? — "Olha essa bunda toda. Você foi feita pra receber pica preta, sabia?" Roy gemeu. Mary gemeu, a boca dela abafada pelo travesseiro e os gemidos quase inaudíveis. Mas os sons molhados e descuidados da pica do Roy penetrando na buceta dela e os sucos espalhando tudo eram bem altos. Roy empurrou devagar a Mary completamente pra cima da cama, enfiando com cuidado mais e mais fundo, mais fundo, e a cabeça da Mary se ergueu lentamente com um gemido erótico novo! — "Oh! Ahhh~ Oh, meu Deus! ~" Ele deve ter acertado o ponto G dela... As nádegas voluptuosas dela pularam e tremeram, enquanto Roy aumentava um pouco a velocidade, deixando a bunda dela se esmagar debaixo dele. Partindo pra tudo, Roy agarrou ela pelas duas nádegas enquanto se inclinava pra frente, e quando desceu, ele se enfiou mais fundo do que antes! —"OOHH! Aahhhhhh~" Agora ela estava cheia até a borda, enquanto Roy moía brutalmente dentro dela, girando os quadris e esfregando o eixo contra as paredes internas dela. —"Você não vai a lugar nenhum, puta." Roy gemeu ao sentir a buceta dela apertando ele com mais força... Mary olhou por cima do ombro com lágrimas nos olhos. "Ai, meu Deus... Ai, ai, meu Deus-..." Roy sorriu e segurou ela pela cintura enquanto começava a meter forte na bunda dela. Ele até se inclinou pra perto do ouvido dela pra falar. "Diz que você gosta... Pode ser sincera." Mary ficou sentada ali em silêncio... Ela costuma dizer que não, mas dessa vez, algo é diferente... Ela sabe que ele tem razão, mas tá com vergonha demais pra falar alguma coisa... Roy notou o silêncio dela e tratou de aumentar o ritmo. Agora, o som da virilha dele batendo na bunda enorme dela era audível. —"Mmh, mh, mh, mh." E a cada vez, o corpo dela quicava e tremia, e os gemidos ficavam mais altos. —"Fala... Você gosta dessa pica?" Mary só conseguiu gemir em resposta. Ela não disse que sim, mas também não negou. —"Você adora ser comida, não é?" Roy gemeu. —"... Mmmhhh ~" Roy respondeu com mais estocadas longas e duras, apertando as bochechas macias e gordinhas dela. Os olhos de Mary reviraram e a língua dela babou um pouco. "Ah, ah, ah, ahh, ahh, ahh~" Ela ofegou, enquanto a pica de Roy esfregava o ponto G dela, e as bolas dele batiam de leve no clitóris dela. Timmy apertou o peito com força enquanto a mãe dele admitia, envergonhada e humilhada... Sim, ela tava fazendo isso pelo Timmy. Mas não ligou pra experiência... Ela gostava de transar com um homem safado que sabia o que fazia... As semanas seguintes passaram de formas bem parecidas... As coisas voltariam ao normal, nada disso viria à tona nem seria mencionado, já que Mary não sabia que Roy tinha filmado os encontros deles. E Tim esperava ansioso pra ver o corpo voluptuoso da mãe dele de novo e de novo. No entanto, na 5ª semana, algo mudou. Em outro vídeo de Roy comendo a bunda da Mary por trás, Roy faria algo diferente dessa vez... Uma loucura. Mary já tinha admitido cada vez mais que curtia os encontros deles, e nesse momento, nem se importava tanto em esconder os gemidos que soltava. A cada estocada, ela gritava "Isso, isso, isso, isso, ah, isso! ~" E Roy tinha um sorriso no rosto, vendo a bunda gostosa dela quicar no pau dele.
—"Você gosta dessa pica preta, puta? Hein? —"Ai, meu Deus, sim, ai, por favor, ai, sim!
Roy sorriu enquanto se inclinava pra frente e segurava o celular na frente de Mary, mostrando os movimentos eróticos dela! "Agora repete pra eu gravar, pro Timmy ouvir!" Os olhos de Mary reviraram pra trás enquanto ela olhava pro celular, arregalados de choque. Roy tava gravando aquilo?! "Ooh~ E-Espera, o quê?!" "Tô filmando essa porra toda, o Timmy vai ver a bunda gorda da mãe dele sendo comida." "N-não, não! P-Para! Desliga isso agora!" Mary desviou o olhar, tentando colocar o braço na frente do rosto enquanto as tetas balançavam pra lá e pra cá, sendo empurradas por trás. "Não, não, não, você não vai virar a mãe boazinha do nada depois de gemer que nem uma puta pra essa pica! Fala que você adora essa merda, puta!" "Ai, meu Deus! A-Ahhh!~" Ela gritou. "Fala, puta!" Roy deu um tapa forte na bunda dela, fazendo o rabo inteiro tremer. "Você sabe que ele tá vendo isso, né? O Timmy morre de vontade de ver a mãe nesse estado." "Ahhh~ O quê? -Do que você tá falando?- oh~" "Tô mandando todos esses vídeos pra ele. Aposto que ele já deve tá batendo uma agora mesmo!" "O quê?! T-Timmy?.. Você... oh~... ahhh..." Mary mal conseguia pensar ou falar no meio do tesão misturado com horror, choque e confusão... O Timmy tava vendo aquilo?! Vendo ela ser comida pelo cu pelo... valentão dela? "Fala, puta. Fala." Mary não conseguiu responder, ficou em silêncio enquanto continuava levando as pancadas. Uma onda de culpa tomou conta dela, já que o filho dela tava vendo ela ser fodida pelo cu e pela buceta, e ela tava adorando... Roy agarrou o cabelo dela e puxou pra trás, fazendo as costas dela arquear. Ela gritou com uma mistura de dor e prazer. "A-Ahh, não~" "Fala!" "T-... Timmy!.. Filho..." ela disse fracamente. "Vai!" "T-Timmy, filho..." A voz de Mary saiu trêmula e quebrada. "Sua mãe- Aaahh~ Sua mãe ama- oh~ O-oh meu deus... Sua mãe ama, a pica preta e grande do seu valentão— Ahhh, ahhh!~ — Mary chorava e gemia. Estava envergonhada, mas tão envolvida no prazer carnal que não conseguia parar. Precisava terminar aquilo primeiro. — "Timmy, sua mãe é uma gostosa, olha só eu destruir essa puta". Roy ergueu a cintura dela com uma mão e meteu na buceta dela sem restrições. A bunda dela levava porrada com fúria, e com a outra mão, ele empurrou o rostinho choroso de Mary contra o colchão, abafando os gritos dela. Roy agarrou o cabelo dela e aproximou o telefone do rosto dela. Mary olhou para o telefone com a língua para fora. Sentia a buceta sendo esticada, o ponto G sendo golpeado e o clitóris sendo esfregado. A estimulação era tão forte que fazia os olhos dela revirarem sem controle! — "Timmy... T-Timmy, querido— Ahh, ahhh!~ oh, oh, o-oh meu deus!~ — Não olha! Não olha!" — "Sua mãe é uma puta do caralho, Tim. Essa puta vai gozar. Olha bem e sabe que é isso que sua mãe faz por você". — "Ahhh! N-não, não fala isso! Aahhh, oohhh, q-querido... Eu-sinto muito, tô— Oohhh, não sou uma— ahh!~" Ela não conseguiu terminar. O orgasmo intenso fez ela gritar. Apertou a buceta com força e gozou. Roy gemeu e tirou o pau, acariciando e disparando jorros quentes de porra por toda a bunda gorda, pálida e voluptuosa cheia de celulite, mais uma vez. Mary desabou e caiu inerte na cama. Mal conseguia respirar. "Oh... Oh, oh deus..." — "Olha sua mãe agora, Tim". — disse Roy, apontando o telefone para a bagunça coberta de porra. Dando um último dedo do meio. E então, o vídeo acabou. Timmy sentou, olhando para o telefone incrédulo. A imagem da mãe dele escorrendo porra ficou gravada na mente dele... Ele tinha acabado de ver a mãe admitir que adorava pau preto. Isso estava tão longe do tipo de pessoa que a mãe dele costumava ser... Aquela mulher conservadora, sofisticada, recatada e brilhante... Como podia ser a mesma mulher que estava sendo filmada, tomando pau como uma puta e sendo filmada por o valentão do filho dela... Timmy ficou incrédulo, com um milhão de pensamentos passando pela cabeça. O pior é que a mãe dele ainda não tinha voltado pra casa... O que ele ia dizer? Os dois sabiam a verdade agora. E então, a porta dela se abriu, e Mary entrou, a roupa vestida às pressas, a pele meio avermelhada... Parece que nem se esforçou pra fingir que tava intacta, já que não tinha mais nada a esconder... Nenhum dos dois disse nada por uma eternidade. Até que Timmy quebrou o gelo. —"M-Mãe". —"Sim, querido?" —"..." —"... Você... Viu, né?" —"... Sim". —"Então... Então você sabia disso o tempo todo..." —"Sim..." —"..." Os dois olharam pro chão. O que mais tinha pra dizer? Tudo e nada ao mesmo tempo. Em vez disso, Mary simplesmente se ajoelhou pra dar um abraço enorme em Timmy, apertando ele com força. Timmy fez o mesmo, enfiando o rosto no ombro dela. —"Desculpa, Timmy." —"... M-Mãe, eu-..." —"Desculpa mesmo, de verdade, Timmy. Eu fiz isso pra te proteger." Timmy se sentiu estranho sabendo que ela também admitiu que gostava de transar com o Roy... A desculpa da proteção é só meia verdade. —"Mas, se... Se você realmente me odiar, eu entendo." —"... Eu-eu não. Ainda te amo, mãe." —"Ah, querido. Que bom. Obrigada." Eles ficaram abraçados por um tempo, até que Timmy finalmente falou. —"M-Mãe, por que... Quem...?" Ele nem conseguiu terminar a frase. O cérebro dele tava muito confuso. "... Você vai continuar vendo ele?" —"Bem..." Mary suspirou, e deu uma pausa longa e estranha antes de responder... Tim queria olhar na cara dela pra descobrir o que já tava pensando, mas morreria na hora se olhasse nos olhos dela depois desse vídeo. —"... Ele... Disse que ainda ia te intimidar se eu não fizesse isso..." —"...-V-Você não precisa fazer isso! Agora eu consigo me cuidar sozinho! Não quero que você tenha que passar por isso por minha causa! Sério, é minha culpa por fazer você passar por isso!" Timmy levantou os dois punhos, olhando pra Mary com cara de súplica. Ele disse isso como se também quisesse ignorar o fato de que Mary curtia sexo... Mas apesar da traição dela, Mary não quis continuar com a farsa. —"... É... Hum, tá bom, querido. Quero garantir que você esteja protegido. Não vou nem deixar ela aparecer perto de você. Combinado?" Ela disse enquanto acariciava o cabelo do Timmy. Timmy sabia que isso era essencialmente uma mentira. Ela tava fingindo fazer isso pra proteger ele... Mas na real... Ela não queria parar de ver o Roy... Com tanta emoção fervendo, Timmy nem conseguia se esforçar pra discutir ou tocar no assunto... Só queria ir pra cama e tentar esquecer isso da melhor forma possível. —"... Tá bom." Timmy aceitou a mentira. —"... Te amo muito, querido." —"Também te amo, mãe." Continua...
—"Você gosta dessa pica preta, puta? Hein? —"Ai, meu Deus, sim, ai, por favor, ai, sim!
Roy sorriu enquanto se inclinava pra frente e segurava o celular na frente de Mary, mostrando os movimentos eróticos dela! "Agora repete pra eu gravar, pro Timmy ouvir!" Os olhos de Mary reviraram pra trás enquanto ela olhava pro celular, arregalados de choque. Roy tava gravando aquilo?! "Ooh~ E-Espera, o quê?!" "Tô filmando essa porra toda, o Timmy vai ver a bunda gorda da mãe dele sendo comida." "N-não, não! P-Para! Desliga isso agora!" Mary desviou o olhar, tentando colocar o braço na frente do rosto enquanto as tetas balançavam pra lá e pra cá, sendo empurradas por trás. "Não, não, não, você não vai virar a mãe boazinha do nada depois de gemer que nem uma puta pra essa pica! Fala que você adora essa merda, puta!" "Ai, meu Deus! A-Ahhh!~" Ela gritou. "Fala, puta!" Roy deu um tapa forte na bunda dela, fazendo o rabo inteiro tremer. "Você sabe que ele tá vendo isso, né? O Timmy morre de vontade de ver a mãe nesse estado." "Ahhh~ O quê? -Do que você tá falando?- oh~" "Tô mandando todos esses vídeos pra ele. Aposto que ele já deve tá batendo uma agora mesmo!" "O quê?! T-Timmy?.. Você... oh~... ahhh..." Mary mal conseguia pensar ou falar no meio do tesão misturado com horror, choque e confusão... O Timmy tava vendo aquilo?! Vendo ela ser comida pelo cu pelo... valentão dela? "Fala, puta. Fala." Mary não conseguiu responder, ficou em silêncio enquanto continuava levando as pancadas. Uma onda de culpa tomou conta dela, já que o filho dela tava vendo ela ser fodida pelo cu e pela buceta, e ela tava adorando... Roy agarrou o cabelo dela e puxou pra trás, fazendo as costas dela arquear. Ela gritou com uma mistura de dor e prazer. "A-Ahh, não~" "Fala!" "T-... Timmy!.. Filho..." ela disse fracamente. "Vai!" "T-Timmy, filho..." A voz de Mary saiu trêmula e quebrada. "Sua mãe- Aaahh~ Sua mãe ama- oh~ O-oh meu deus... Sua mãe ama, a pica preta e grande do seu valentão— Ahhh, ahhh!~ — Mary chorava e gemia. Estava envergonhada, mas tão envolvida no prazer carnal que não conseguia parar. Precisava terminar aquilo primeiro. — "Timmy, sua mãe é uma gostosa, olha só eu destruir essa puta". Roy ergueu a cintura dela com uma mão e meteu na buceta dela sem restrições. A bunda dela levava porrada com fúria, e com a outra mão, ele empurrou o rostinho choroso de Mary contra o colchão, abafando os gritos dela. Roy agarrou o cabelo dela e aproximou o telefone do rosto dela. Mary olhou para o telefone com a língua para fora. Sentia a buceta sendo esticada, o ponto G sendo golpeado e o clitóris sendo esfregado. A estimulação era tão forte que fazia os olhos dela revirarem sem controle! — "Timmy... T-Timmy, querido— Ahh, ahhh!~ oh, oh, o-oh meu deus!~ — Não olha! Não olha!" — "Sua mãe é uma puta do caralho, Tim. Essa puta vai gozar. Olha bem e sabe que é isso que sua mãe faz por você". — "Ahhh! N-não, não fala isso! Aahhh, oohhh, q-querido... Eu-sinto muito, tô— Oohhh, não sou uma— ahh!~" Ela não conseguiu terminar. O orgasmo intenso fez ela gritar. Apertou a buceta com força e gozou. Roy gemeu e tirou o pau, acariciando e disparando jorros quentes de porra por toda a bunda gorda, pálida e voluptuosa cheia de celulite, mais uma vez. Mary desabou e caiu inerte na cama. Mal conseguia respirar. "Oh... Oh, oh deus..." — "Olha sua mãe agora, Tim". — disse Roy, apontando o telefone para a bagunça coberta de porra. Dando um último dedo do meio. E então, o vídeo acabou. Timmy sentou, olhando para o telefone incrédulo. A imagem da mãe dele escorrendo porra ficou gravada na mente dele... Ele tinha acabado de ver a mãe admitir que adorava pau preto. Isso estava tão longe do tipo de pessoa que a mãe dele costumava ser... Aquela mulher conservadora, sofisticada, recatada e brilhante... Como podia ser a mesma mulher que estava sendo filmada, tomando pau como uma puta e sendo filmada por o valentão do filho dela... Timmy ficou incrédulo, com um milhão de pensamentos passando pela cabeça. O pior é que a mãe dele ainda não tinha voltado pra casa... O que ele ia dizer? Os dois sabiam a verdade agora. E então, a porta dela se abriu, e Mary entrou, a roupa vestida às pressas, a pele meio avermelhada... Parece que nem se esforçou pra fingir que tava intacta, já que não tinha mais nada a esconder... Nenhum dos dois disse nada por uma eternidade. Até que Timmy quebrou o gelo. —"M-Mãe". —"Sim, querido?" —"..." —"... Você... Viu, né?" —"... Sim". —"Então... Então você sabia disso o tempo todo..." —"Sim..." —"..." Os dois olharam pro chão. O que mais tinha pra dizer? Tudo e nada ao mesmo tempo. Em vez disso, Mary simplesmente se ajoelhou pra dar um abraço enorme em Timmy, apertando ele com força. Timmy fez o mesmo, enfiando o rosto no ombro dela. —"Desculpa, Timmy." —"... M-Mãe, eu-..." —"Desculpa mesmo, de verdade, Timmy. Eu fiz isso pra te proteger." Timmy se sentiu estranho sabendo que ela também admitiu que gostava de transar com o Roy... A desculpa da proteção é só meia verdade. —"Mas, se... Se você realmente me odiar, eu entendo." —"... Eu-eu não. Ainda te amo, mãe." —"Ah, querido. Que bom. Obrigada." Eles ficaram abraçados por um tempo, até que Timmy finalmente falou. —"M-Mãe, por que... Quem...?" Ele nem conseguiu terminar a frase. O cérebro dele tava muito confuso. "... Você vai continuar vendo ele?" —"Bem..." Mary suspirou, e deu uma pausa longa e estranha antes de responder... Tim queria olhar na cara dela pra descobrir o que já tava pensando, mas morreria na hora se olhasse nos olhos dela depois desse vídeo. —"... Ele... Disse que ainda ia te intimidar se eu não fizesse isso..." —"...-V-Você não precisa fazer isso! Agora eu consigo me cuidar sozinho! Não quero que você tenha que passar por isso por minha causa! Sério, é minha culpa por fazer você passar por isso!" Timmy levantou os dois punhos, olhando pra Mary com cara de súplica. Ele disse isso como se também quisesse ignorar o fato de que Mary curtia sexo... Mas apesar da traição dela, Mary não quis continuar com a farsa. —"... É... Hum, tá bom, querido. Quero garantir que você esteja protegido. Não vou nem deixar ela aparecer perto de você. Combinado?" Ela disse enquanto acariciava o cabelo do Timmy. Timmy sabia que isso era essencialmente uma mentira. Ela tava fingindo fazer isso pra proteger ele... Mas na real... Ela não queria parar de ver o Roy... Com tanta emoção fervendo, Timmy nem conseguia se esforçar pra discutir ou tocar no assunto... Só queria ir pra cama e tentar esquecer isso da melhor forma possível. —"... Tá bom." Timmy aceitou a mentira. —"... Te amo muito, querido." —"Também te amo, mãe." Continua...
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