Olá, vim aqui deixar minha história. Sou marido de uma mulher um pouco mais velha que eu, só uns 8 anos de diferença, mas ela não é tão fogosa, eu sou. E o tempo todo quero estar transando, mas ela sempre soube me controlar, porque entre boquetes e punhetas, ela me leva longe, e só transamos uma vez por semana, quando ela quer ou quando está com tesão, eu acho. Vou dar um exemplo: quando amanheço duro, ela começa a me masturbar e monta no 69, colocando a bunda linda dela na minha cara, mas ainda de calcinha, e me masturba até eu gozar. Nessa posição, cheirando e vendo aquilo, não aguento muito e gozo rápido. Quando quero surpreendê-la e transar com ela, mas ela não quer, ela manda eu foder os peitos dela e gozar neles. Mas sou feliz porque, em todo o casamento, nunca me masturbei sozinho, embora às vezes faça isso no banho, mas é normal. Bem, vamos ao que interessa.
Uma vez, machuquei as costas por causa de um acidente de trabalho e fiquei uns 3 meses sem me mexer em casa, e mais 6 meses me recuperando, ou seja, quase um ano sem sexo. Mas ela estava bem, eu não, porque não conseguia ter ereções, e minha mente me traía, pensando que ela estava me traindo. Mas não era, ela nunca foi infiel. Até que um dia perguntei se ela queria transar, e ela disse não, que só quando eu estivesse bem. E assim foi. Depois de 14 meses do acidente, comecei a recuperar as ereções e a transar com ela. Mas um dia, durante o sexo, veio à minha mente que ela talvez tivesse sido infiel, e eu toquei no assunto na hora do sexo. Não sei, mas a ideia me excitava, e ela percebeu e entrou na brincadeira. Ela dizia: "Sim, quando eu saía, ia dar pra outro, já que você não podia. E me fodiam bem gostoso, o pau enorme e duro deles me fazia gozar, sentia falta." E juro que em menos de 3 minutos eu estava jorrando porra, acho que mais do que o normal. Mas depois do sexo, ela dizia que era mentira, que só fazia aquilo na hora do sexo. E assim continuamos, até que a fantasia se tornou realidade. Uma noite de bebedeira, ela me acariciou por baixo da mesa e disse: "Vê aquele homem? Ele é o meu tipo: mais velho, forte e peludo. Parece com aquele com quem eu te traía." E não parava de me acariciar. Ela disse: "Quer que eu vá e flerte com ele?" Eu só respondi no automático: "Sim", como um gemido entrecortado. Minha mente não conseguia acreditar, mas meu pau explodia de excitação. E assim ela foi, flertou, dançou e me lançava olhares, até que, me encarando, colocou a mão na própria bunda para ele agarrar. Eu não conseguia sair do lugar onde estava, entre álcool e excitação, tinha a ereção da minha vida — uma mistura de ciúmes e tesão que não consigo descrever. Ela veio e disse: "Te vejo em casa", pegou a bolsa e o casaco, e saiu abraçada com o cara. Aí eu fiquei puto e estava em casa esperando ela para brigar, até que às 5 da manhã ela chegou de táxi. Entrando em casa, antes que eu dissesse qualquer coisa, ela arrancou o vestido, se ajoelhou, puxou meu pau e começou a chupar. Eu não conseguia falar nada. Ela tirou o pau da boca e disse: "Gostou?" e continuou. Eu só concordei com a cabeça. Depois ela disse: "Me fode aqui mesmo, não importa se alguém nos ver lá fora, acho que não tem ninguém, é muito cedo." E assim eu fiz. Ela era uma fera, uma das minhas melhores ereções. E ela disse: "Viu como você gosta que sua mulher te traia? Você gosta que eu chegue toda fodida por aquele homem de ontem à noite? Foi incrível, ele me comeu e eu gozei muito, mas agora também estou gozando porque é muito excitante saber que meu marido sabe o que eu fiz ontem à noite." Eu não aguentei mais e gozei. Foi algo incrível. E desde então praticamos o cuckold — não sempre, mas pelo menos uma vez por mês. E em casa fantasiarmos umas 2 a 3 vezes por semana, bom sexo. E minha esposa está cada dia mais gostosa, não sei, mas desde que fode com outros homens, ela parece mais yummy.
Uma vez, machuquei as costas por causa de um acidente de trabalho e fiquei uns 3 meses sem me mexer em casa, e mais 6 meses me recuperando, ou seja, quase um ano sem sexo. Mas ela estava bem, eu não, porque não conseguia ter ereções, e minha mente me traía, pensando que ela estava me traindo. Mas não era, ela nunca foi infiel. Até que um dia perguntei se ela queria transar, e ela disse não, que só quando eu estivesse bem. E assim foi. Depois de 14 meses do acidente, comecei a recuperar as ereções e a transar com ela. Mas um dia, durante o sexo, veio à minha mente que ela talvez tivesse sido infiel, e eu toquei no assunto na hora do sexo. Não sei, mas a ideia me excitava, e ela percebeu e entrou na brincadeira. Ela dizia: "Sim, quando eu saía, ia dar pra outro, já que você não podia. E me fodiam bem gostoso, o pau enorme e duro deles me fazia gozar, sentia falta." E juro que em menos de 3 minutos eu estava jorrando porra, acho que mais do que o normal. Mas depois do sexo, ela dizia que era mentira, que só fazia aquilo na hora do sexo. E assim continuamos, até que a fantasia se tornou realidade. Uma noite de bebedeira, ela me acariciou por baixo da mesa e disse: "Vê aquele homem? Ele é o meu tipo: mais velho, forte e peludo. Parece com aquele com quem eu te traía." E não parava de me acariciar. Ela disse: "Quer que eu vá e flerte com ele?" Eu só respondi no automático: "Sim", como um gemido entrecortado. Minha mente não conseguia acreditar, mas meu pau explodia de excitação. E assim ela foi, flertou, dançou e me lançava olhares, até que, me encarando, colocou a mão na própria bunda para ele agarrar. Eu não conseguia sair do lugar onde estava, entre álcool e excitação, tinha a ereção da minha vida — uma mistura de ciúmes e tesão que não consigo descrever. Ela veio e disse: "Te vejo em casa", pegou a bolsa e o casaco, e saiu abraçada com o cara. Aí eu fiquei puto e estava em casa esperando ela para brigar, até que às 5 da manhã ela chegou de táxi. Entrando em casa, antes que eu dissesse qualquer coisa, ela arrancou o vestido, se ajoelhou, puxou meu pau e começou a chupar. Eu não conseguia falar nada. Ela tirou o pau da boca e disse: "Gostou?" e continuou. Eu só concordei com a cabeça. Depois ela disse: "Me fode aqui mesmo, não importa se alguém nos ver lá fora, acho que não tem ninguém, é muito cedo." E assim eu fiz. Ela era uma fera, uma das minhas melhores ereções. E ela disse: "Viu como você gosta que sua mulher te traia? Você gosta que eu chegue toda fodida por aquele homem de ontem à noite? Foi incrível, ele me comeu e eu gozei muito, mas agora também estou gozando porque é muito excitante saber que meu marido sabe o que eu fiz ontem à noite." Eu não aguentei mais e gozei. Foi algo incrível. E desde então praticamos o cuckold — não sempre, mas pelo menos uma vez por mês. E em casa fantasiarmos umas 2 a 3 vezes por semana, bom sexo. E minha esposa está cada dia mais gostosa, não sei, mas desde que fode com outros homens, ela parece mais yummy.
0 comentários - Como mi esposa aprovecho mi calentura